Home Marinha do Brasil Natal recebe navios da Marinha do Brasil e do Peru que realizam...

Natal recebe navios da Marinha do Brasil e do Peru que realizam Operação Conjunta

374
22

Popa_Niteroi

A Marinha do Brasil e a Marinha Peruana estão realizando, no período de 22 de maio a 3 de junho, a 2ª edição da operação naval binacional, denominada BRAPER. A Fragata “Niterói”, o Navio-Tanque “Marajó” e Navio Escola da Marinha Peruana “Villavisencio”, participantes da Operação,  atracam em Natal nesta quarta-feira (22), às 15 horas, e estarão abertos à visitação pública nos dias 25 e 26 de maio e 1º e 2 de junho, entre 13h e 16h, no porto de Natal. Estão envolvidos na Operação cerca de 600 militares, sendo 360 brasileiros e 240 peruanos.

Entre os objetivos do exercício estão: adestrar os participantes no planejamento e execução de operações navais combinadas destinadas a conduzir e integrar operações de ataque, de esclarecimento, de apoio logístico móvel, além de ações de defesa aeroespacial dentro de um cenário de treinamento real; estabelecer meios de comunicações em proveito do apoio às operações; incrementar a interoperabilidade por meio de procedimentos táticos comuns; e implementar procedimentos de controle positivo dos exercícios, que facilitem o conhecimento da situação em tempo real, permitindo uma realimentação dinâmica dos aspectos positivos e a obtenção de lições aprendidas relevantes.

A Operação, que ocorre ao longo da costa nordestina brasileira, contará com a participação dos seguintes navios: Fragata “Niterói” (F40) e Navio-Tanque “Marajó” (G27), ambos da Marinha do Brasil e o B.A.P. “Villavisencio” (FM-52), da Marinha de Guerra do Peru. Haverá ainda a participação do Submarino “Tikuna” e de três aeronaves: um “Esquilo” (UH-12), helicóptero orgânico à Fragata “Niterói”, além de dois caças “Skyhawk” da Marinha do Brasil, operando a partir de terra, baseados em Natal.
Entre os exercícios que serão realizados na Operação BRAPER 2013 destacam-se: operações aéreas, incluindo pouso a bordo de navio estrangeiro, manobras táticas, reabastecimento de óleo no mar, guerra antiaérea, guerra de superfície, exercícios de tiro diurno e noturno, entre outros.

O Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, Capitão-de-Mar-e-Guerra Marco Lucio Malschitzky, exercerá a função de Comandante da Força-Tarefa 51 (CFT), embarcado na Fragata “Niterói”, cujo Comandante é o Capitão-de-Fragata Daniel Américo Rosa Menezes. O Navio-Tanque “Marajó”, que proverá o apoio logístico móvel, o Submarino “Tikuna” e o B.A.P. “Villavisencio”, da MGP, são respectivamente comandados pelos Capitão-de-Fragata José Eduardo Vieira Carneiro, Capitão-de-Fragata Alexandre Madureira de Souza e Capitão-de-Mar-e-Guerra Juan Carlos Romaní Seminario, que também será o Comandante do Grupo-Tarefa Peruano.

A Fragata peruana “Villavisencio” zarpou de Callao, no Peru, em 22 de abril, realizando escalas em Guaiaquil no Equador, passando pelo Canal do Panamá, La Guaira na Venezuela e Fortaleza no Brasil, antes de chegar a Natal em 22 de maio. Em seu regresso, passará por Belém, Cartagena na Colômbia, regressando ao seu país em 28 de junho. Aquele navio, além de realizar a BRAPER 2013 estará realizando a Viagem de Instrução ao Estrangeiro (VIEX 2013), contando com cerca de 80 cadetes do 5º e último ano da “Escuela Naval del Perú”, sendo um panamenho, além de 2 cadetes do Exército e 3 da Força Aérea daquele país.

Ao término da Operação, a Fragata “Niterói” permanecerá na área de jurisdição do Comando do 3º Distrito Naval com a finalidade de apoiar, na área de Recife, durante a Copa das Confederações. O Navio-Tanque “Marajó” iniciará seu retorno ao Rio de Janeiro, perfazendo cerca de 1 mês de afastamento do porto sede localizado na cidade do Rio de Janeiro.

DIVULGAÇÃO: Com3ºDN, via Comunicação Social.

NOTA DO EDITOR: Os jatos AF-1 já se encontram em Natal-RN, mas devido à nebulosidade e aos intensos protestos que estão ocorrendo na cidade, a mobilidade para o entorno da BANT está reduzida, por isso não conseguimos fazer imagens dos aviões.

22
Deixe um comentário

avatar
18 Comment threads
4 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
14 Comment authors
daltonlColombelliNelson LimaObservadorcolombelli Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
MO
Membro

Jok,o CF Romani eh o CMT do GT Peruélico, qual o outro (s) BAP ?

Max
Visitante
Max

Chega a dar pena…… apenas 2 AF-1

Diogo
Visitante
Diogo

Que entrada é aquela na na traseira da (polpa?) do navio? Nunca tinha reparado

MO
Membro

acesso do antigo sonar VDS na polpa da traseira do navio .. .rsss ( rsss = em relaçãoa segunda palte da respolsta em relação a ‘pelgunta’

apenas pelsente nas antigas AS (antisulbimarinas)

Diogo
Visitante
Diogo

é popa ne? kkkkkk eu estava na duvida, a frente é proa, esquerda é este bordo direita, bombordo, é assim?

MO
Membro

risos mais ou menos, proa popa bombordo e boreste (estibordo eh so em portugues de portugal) senao rss vira estebordo e aquelebordo, abs !

Agulhão-Bandeira
Visitante
Agulhão-Bandeira

Temos 14 navios de escolta antigos, com sistemas e armamento modernizado, porém longe de ser no estado da arte. Ninguém, nem mesmo dentro da MB acredita em 30 escoltas, segunda Esquadra, 2 NAe, 4 LHD….. Isso tudo é falácia. A realidade da Esquadra só pode ser dita por quem vive ela. Todavia, por razões legais, estão impedidos de falar. Alguém sabe quanto o NAe São Paulo custava quando estava operacional (se é que podemos chamar aquilo de operacional)? O quanto (percentual) ele consumia dos recursos destinados à operação dos meios? Imagine quanto vai custar o “Álvaro Alberto” (SN 10)? Já… Read more »

MO
Membro

A Bandeira tava sumido eim meu, ve se asparece mais meu !!! abs !!!

Eduardo Ramos
Visitante
Eduardo Ramos

Amigos do Poder Naval me ajudem por favor , quando foi que o esquadrão VF-1 falcão empregou de forma real algum armamento ar-superficie, bomba de todos os tipos exceto aquelas duas supostas bombas de exercicio emprestadas da FAB ,ou foguetes ou misseis como esse esquadrão pode oferecer de forma mais fiel uma simulação de ataque aereo contra uma embarcação se nem ao menos chegou a utilizar bombas reais contra um alvo estatico em um estande de tiro no continente quanto mais um ataque em forma de exercicio com armas reais contra um alvo rebocado por um barco no mar ou… Read more »

Gayneth
Visitante
Gayneth

Mo! Você não acha que o projeto dos submarinos esta consumindo muito dos recursos que poderiam ir também para os navios de superfície.

MO
Membro

Olha Gayneth vou ser sincero com vc, estou tão por fora e desinteressad o que nao estou acompanhando, nao tenho ideia mesmo, por incrivel que possa parecer so sei que sao scorpenes e feito la e aqui, de resto, muito por fora mesmo, por desinteresse puro, sinto nao poder lhe responder algo mais concreto, apenas a velha maxima = ser contra tudo que vire enfeite …

Alex Stélio
Visitante
Alex Stélio

Caro Eduardo, acredito que sua resposta seria essa: O esquadrão VF-1 foi criado apenas para formação de doutrina, para, se um dia acontecer, termos pilotos capacitados a operar em navios aerodromos. Não sei se estou certo, caso esteja errado por favor me corrijam.

Almeida
Visitante
Member
Almeida

O colega Agulhao-Bandeira ta por dentro e com razao. Se vier PROSUPER com 5 escoltas de 6000t é lucro, segunda ou terceira encomendas nem pensar. Por isso é melhor mesmo pedir versões AA dessas escoltas logo no primeiro lote e partir pra uma improved Barroso bem simples, com pelo menos 5 unidades. Se formos de FREMM, as fragatas usariam os Aster 15 e Aster 30 e as corvetas poderiam usar os Mica VL em casulos VLS Sylver A-70 e A-43 respectivamente. Se formos de Aegis, as fragatas usuariam os SM-2 e quad ESSM e as corvetas quad ESSM em casulos… Read more »

X.O.
Visitante
X.O.

Prezados, deixa eu passar a visão de quem está na ativa e embarcado… não adianta comprar o TOP se nosssas OMPS ficam na onça prá reparar o que já existe… quando se pensa em aquisição, é mandatório planejar a logísitca de toda a vida operativa do meio, seja aéreo, de superfície e submarino, senáo, rapidinho a prateleira fica vazia e o “olho azul” vai cobrar os olhos da cara por aquilo que compramos a menos ou simplesmente não veio no pacote. De resto, fica o profissionalismo e garra das tripulações na labuta para manter os navios navegando…

colombelli
Visitante
colombelli

Bandeira, disse tudo. So deslumbrados podem estar acreditando nas promessas mirabolantes de dois porta-aviões e segunda esquadra completa. O que vai haver nos proximos 20 anos é uma substituição com manutenção do número de escoltas. Pra ampliar, so que fossem compradas de segunda mão algumas, o que talvez fosse uma boa alternativa complementar pra se chegar talvez a 18 unidades. Perdemos a chance de pegar as Type 23 inglesas arrematadas pelo Chile. Teria sido um ótimo negócio. O único meio que talvez exista ampliação serão os submarinos, pois se todos forem substituidos no cronograma, com mais aquisições novas depois, chegaremos… Read more »

Observador
Visitante

Bom, o que os colegas de farda disseram acima, eu já dizia na época do oba-oba ufanista. Para mim nunca colou esta “estória” de duas esquadras, dois NAs, seis escoltas de seis mil toneladas e toda uma classe de sub-nucs. E não que eu tenha bola de cristal ou tenha contatos em altas esferas deste governo. O motivo é muito mais simples. Em um país em que o governo não tem seriedade para fornecer educação, saúde, segurança pública e meios logísticos com um MÍNIMO de qualidade, como acreditar que nossas FAs receberão o equipamento e os recursos financeiros para ter… Read more »

colombelli
Visitante
colombelli

Observador, concordo contigo. Mas so um esclarecimento, a tortura não é imprescritível. So o racismo (quando voltado a pessoas incertas indeterminadas, ha racismo; quando a pessoas certas ha injúria racial ou outro delito) e a ação de grupos armados contra o Estado de Direito são imprescritíveis. Ou seja, se há algo que a comissão da mentira poderia apurar são os atos deste ultimo tipo mencionado, praticados por certos elementos que estão ocupando cargos em Brasília na atualidade. E se fosse pra rever a lei da anistia, coisa que nunca conseguirão (salvo uma nova Constuição), eu gostaria de saber se as… Read more »

Observador
Visitante

colombelli disse:
22 de maio de 2013 às 0:32

Sobre a tortura ser um crime imprescritível ou não, você está certo. E, infelizmente, eu também.

A comissão responsável pelo novo Código Penal já tratou de tornar o crime de tortura imprescritível.

http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/comissao-de-juristas-torna-imprescritivel-o-crime-por-tortura,36bcdc840f0da310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

E não para por aí não:

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2013-05-14/comissao-da-verdade-vai-propor-nova-interpretacao-da-lei-da-anistia.html

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2013-05-21/oab-estuda-mudar-estrategia-para-derrubar-lei-da-anistia-no-stf.html

Devagarzinho, devagarzinho, silenciosamente e sempre na sombra, este pessoal continua trabalhando pelo revanchismo puro e simples.

Nelson Lima
Visitante
Nelson Lima

Os prazos para a prontificação do SUBNUC são concomitantes com a entrada em serviço de novos SSN e SSBN da USNavy, Royal Navy e França: daqui a 10 anos. Vejo um programa rijo e bem conduzido, por causa da Marinha e, não, do governo!

Colombelli
Visitante
Member
Colombelli

Obsevador, estes ai da comissão do novo CP, vão errar o pulo, pois imprescritibilidades so podem ser estipuladas pela Constituição Federal e estando elas previstas no artigo 5º, não podem ser objeto de emenda ou alteração, pois são cláusulas pétreas. O argumento é o mesmo usado pelo ministro da Justiça pra dizer inconstitucional a redução da menoridade, ou seja, impossibilidade de reduzir a esfera das garantias e direitos fundamentais, mas em se tratando desta gente, é certo que serão dois pesos e duas medidas. Pra reduzir a menoridade não pode, mas pra punir os “milicos” pode. Esta comissão da mentira… Read more »

daltonl
Membro
Active Member
daltonl

É sempre uma possibilidade.

O HMS Astute por exemplo teve sua construção iniciada em 2001 e até o momento não partiu para sua primeira missão, tantos foram os problemas nesse novo submarino que até a General Dynamis Eletric Boat veio em socorro.

Isso a princípio não deveria ter ocorrido com quem já está acostumado a operar submarinos nucleares, mesmo sendo o primeiro de uma nova classe, os problemas, atrasos e o escalamento dos custos superou qualquer expectativa.