quarta-feira, fevereiro 24, 2021

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INS ‘Sindhurakshak’: peritos russos investigarão acidente

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

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O vice-ministro da defesa russo, Dmitry Rogozin, solicitou à United Shipbuilding Corporation que mobilize equipe de engenheiros navais russos para participar das investigações da explosão e afundamento do submarino INS Sindhurakshak da Marinha indiana. O incidente matou 18 tripulantes.

Sindhurakshak – submarino diesel-elétrico da classe Kilo (Projeto 877 EKM), de fabricação russa, afundou no porto de Mumbai após um incêndio que teria detonado ao menos dois torpedos. Segundo o jornal India’s DNA citando fontes ligadas à Marinha, o país estaria disposto a aceitar a assistência russa.

De acordo com o vice-ministro Rogozin, os especialistas russos não acreditam que falhas técnicas tenham causado a explosão. “As informações iniciais dão conta de que a explosão aconteceu no compartimento em que as baterias estavam sendo carregadas”, declarou. “Trata-se de um trabalho perigoso, que depende muito das medidas de segurança adotadas, medidas que devem ser do mais alto nível. A primeira hipótese de nossos especialistas se refere aos padrões técnicos de segurança. Não estamos culpando os esquipamentos ainda”.

Os peritos russos ainda devem visitar o local do acidente, onde mergulhadores da Marinha indiana ainda trabalham para resgatar os corpos das vítimas. Ao todo já foram resgatados oito dos 18 tripulantes estimados à bordo do submarino no momento da explosão.

Segundo a mídia local, a Marinha não seria capaz de trazer a embarcação de 2.300 toneladas à superfície, e provavelmente recorrerá a uma companhia de resgate de Cingapura.

Submarinos diesel-elétricos como o Sindhurakshak usam os motores a diesel quando em superfície, e grandes baterias elétricas para propulsão quando submersos. Gases podem ser liberados durante a transição, incluindo gás hidrogênio, altamente inflamável, e que deve ser ventilado de forma apropriada para evitar incêndios.

FONTE: Naval Today (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

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