Home Sistemas de Armas Testes do Longbow naval

Testes do Longbow naval

218
16

hellfire Longbow 

A Lockheed Martin testou o míssil Longbow para operações navais. Nas demonstrações, vários mísseis foram disparados de um lançador a bordo de uma embarcação de 65 pés. Os cenários eram progressivamente mais complexos, com o míssil engajando embarcações leves em alta velocidade a até 6 km.

O Longbow usa guiamento por radar de ondas milimétricas com capacidade de trancamento antes e após o disparo. O míssil foi disparado de um lançador vertical.

Subscribe
Notify of
guest
16 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

O problema do ataque de enxames de barcos é que ele precisa ser diluído a grande distância do navio para que só então os canhões e metralhadoras deem conta dos que conseguirem furar a primeira camada defensiva, e isso só parece ser possível com mísseis de guiagem autônoma, já que podem atacar vários barcos simultaneamente, diferente dos canhões, que atacam um de cada vez e têm relativo curto alcance. O PAM tinha orientação autônoma e um alcance de até 40 km em baixa velocidade e 20 km em alta velocidade. Vale lembrar que 40 km estava até além do horizonte… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Pra variar eu errei rsrs:
Onde se lê “O Brimstone tem sido testado” lê-se “O Longbow tem sido testado”.

Vale salientar que o Brimstone II também tem sido cogitado (daí minha confusão) para a lacuna do SSMS da USN para armar prioritariamente o LCS.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

O que pode ocorrer é que todos esses programas pra se chegar num míssil anti-swarm ideal dê com os burros n’água devido ao relaxamento das tensões entre o Irã e os States. Nesta época de vacas magras e contenção de recursos os americanos podem simplesmente abandonar essa ideia, pelo menos como prioridade. Vale lembrar que a tática de enxame só é esperada por parte do Irã. Se essa ameaça for reduzida, não teria mais razão de ser dos tais mísseis e a USN pode achar que seus canhões e metralhadoras já bastam contra as ameaças assimétricas mais comuns. Já existem… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

A utilização de mísseis antitanques ou assemelhados em embarcações só tem razão de existir quando há a ameaça de ataque de enxames ou em alguns casos específicos para armar mais pesadamente uma embarcação dotada só com canhões leves. Na maioria dos casos embarcações dotadas de canhões leves são usada exclusivamente para a função “policial”, de gurda costeira, e não seria o caso, mas há situações em que um pequeno barco pode se beneficiar com tais armas, como no caso dos Dvora israelenses que utilizam seus “barcos patrulha” para patrulhar a costa “inimiga” e usa seus mísseis para atingir posições “terroristas”… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

De qualquer forma a enfase é diferente quando a ameaça é um “swarm” e quando é para dotar uma embarcação não dotada de um canhão de maior calibre. A ameça de “enxame” pode obrigar até um navio pesadamente armado (como um DDG-51) a ter que adotar mísseis SSM em grande quantidade, literalmente dezenas de unidades, de uso imediato. O LCS iria levar 45 PAM se não tivesse sido cancelado. Já quando integrado a navios levemente armados onde não há ameaça “swarm”, a quantidade de mísseis pode ser reduzida já que não é para enfrentar nenhuma ataque de saturação e sim… Read more »

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Bosco, acho que vc fechou bem o problema, mas a China e CN tb se utilizam da tática de lanchas rápidas e ai me pergunto se o grande problema desses projetistas do LCS não é querer resolver cada problema com um sistema específico? O grande “As” na manga do LCS seria a sua capacidade multi- tarefa que lhe daria uma flexibilidade tática nunca antes experimentada. Então essa abordagem de um sistema para cada problema me parece ir contra o próprio conceito LCS. O que eu faria (eu… rsrsrs) seria somar os vários sistemas para trabalharem juntos, uma vez que já… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Oganza, Sem dúvida que os helicópteros (tripulados ou não) são a primeira linha de defesa contra a ameaça swarm. Inclusive deverão adotar o foguete guiado de 70 mm LOGIR, pesando quase 4 x menos que um Hellfire. Quanto a adotar o SGP sem dúvida é possível nos DDG dotados do Mk-45 mod 4 Essa solução usando projéteis guiados lançados por canhão (médio e pesado) é interessante, mas quanto aos LCS continuarão dependendo de mísseis para debelar um ataque “swarm”. Vale salientar que na atual fase os SGP (127 e 155 mm) não são dotados de seeker autônomo, mas apenas de… Read more »

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Bosco,

realmente, havia me esquecido dos 70 mm LOGIR, o que acaba reforçando a minha tese de leigo.

O LCS acabou se tornando na verdade um grande saco de gatos político… infelismente e vai acabar gerando mais remendos na US NAVY e o consequente aumento dos custos, o que o LCS deveria resolver… rsrsrsrs.

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Agora o fato do SGP não possuir um seeker terminal no atual estágio de desenvolvimento, não me parece tão problemático, uma vez que o plote do alvo pode ser atualizado pelos SH e FS na área.

Grande Abraço.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Oganza, A “atualização” vai ajudar muito contra alvos móveis ou que tenham sido relocados após o disparo, mas não permitirá um impacto direto, o que não o torna indicado contra veículos blindados, principalmente MBTs. Mas talvez seja sim eficaz contra “swarm” naval, principalmente se dotado de espoleta de proximidade. Seria muito interessante ver um canhão Mk-45 disparando uma sequência de tiros contra alvos distantes do tamanho de uma lancha. Nesse caso é capaz que a correção se dê pelo próprio radar do navio. Só de curiosidade, bombas JDAM também já foram testadas contra alvos móveis usando correção via data-link. Na… Read more »

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Perfeito Bosco, e isso faz lembrar do conceito da “Presença Inibidora”, onde uma câmera de segurança por exemplo, não precisa estar ligada para coibir determinada ação pelo fato do infrator desconhecer por completo o seu status. Então essas capacidades de que estamos falando, poderiam ser sim em menor número mas com um espectro de interação e atuação mais amplo com a uma simples sinergia maior dos sistemas e sub-sistemas do navio. Afinal de contas, não há tantas nações (4 ou 5 ?) que possa efetuar um ataque por um enxame de lanchas rápidas e nesse caso seria um erro de… Read more »

Control
Control
6 anos atrás

Srs

Observem que o Tio Sam está, gradativamente, abandonando o oriente médio e direcionando seu interesse no Pacífico.
Assim, o problema do LCS é que a US Navy, ao redirecionar seu interesse para o extremo oriente, mudou seu foco para combates longe da costa, o que leva, tanto ao abandono do conceito original do LCS como o de diversas armas pensadas para as ações costeiras.

Sds

Control
Control
6 anos atrás

Srs

Continuando:

Porém a região dos mares e estreitos entre a Indonésia e Malásia, sem contar a região da Melanésia é palco interessante para pequenas embarcações porta mísseis.
E aí passa o grosso do comércio da Asia, China inclusa.

Sds

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Control,

“região dos mares e estreitos entre a Indonésia e Malásia,”

por isso mesmo é que estava levantando tais questionamentos mais acima com a Enciclopédia Bosco … 🙂

aquela região é passível de infinitas escaramuças navais, chega a ser um pesadelo só, em caso de um conflito.

Sds.

joseboscojr
joseboscojr
6 anos atrás

Oganza,
Você está certo em dizer que a tática de enxame também é prevista de ser usada por outros países além do Irã (dentre eles a CN), tanto é assim que o “foguete guiado” LOGIR, específico contra “enxames” está sendo desenvolvido pelos States em parceria com o Coréia do Sul.
Mas sem dúvida que quem está levando o conceito a um nível nunca visto me parece ser o Irã.
Mas vou dar uma espiada no que os norte coreanos e outros andam fazendo a respeito.
Um abraço.

Oganza
Oganza
6 anos atrás

Vlw Bosco… Grande Abraço.