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Contratorpedeiro ‘Kunming’ é comissionado à Marinha chinesa

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Uma nova unidade do contratorpedeiro Tipo 52D foi entregue e comissionada à Marinha do Exército de Libertação Popular da China na última sexta-feira (21). O Kunming foi entregue em cerimônia oficial nas instalações do estaleiro Jiangnan, em Shangai.

O navio é parte de uma nov geração de contratorpedeiros de fabricação nacional. Segundo a Marinha do PLA, a embarcação é desenvolvida para defesa antiaérea local e guerra marítima. Durante a cerimônia de comissionamento, o comandante da Força, Wu Shengli, declarou que armamentos e equipamentos são vitais para uma Marinha forte, e que o Kunming é um reforço importante na capacidade de combate.

O Kunming (classificado pela OTAN como Luyang III) foi baseado em seus antecessores, os DDG Tipo 52C, tendo o mesmo casco. Porém, a versão mais recente incorpora avanços em termos de design, sensores e armamentos. Esses novos contratorpedeiros são considerados o equivalente chinês aos DDG americanos equipados com o sistema AEGIS.

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FONTE: Navy Recognition (tradução e adaptação do Poder Naval a partir de original em inglês)

 

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SoldatdaltonlFernando "Nunão" De MartiniMO Recent comment authors
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Olhando a superestrutura AV deste CT não lembra alguem naum ??

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Duvida?

Destroyer = a Contratorpedeiro certo?

O que é um TORPEDEIRO?

Fernando "Nunão" De Martini
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Soldat, segue um resumo bem tosco. A questão não é bem o que é um torpedeiro, e sim o que foi. Torpedeiros, ou torpedeiras, surgiram com a invenção do torpedo autopropelido, nas últimas décadas do século XIX. A ideia era que pequenas embarcações (normalmente 100, 200 toneladas, ou até menos) muito rápidas, lançadoras de torpedos, pudessem ameaçar os grandes encouraçados. E, de fato, ameaçaram, dentro de suas possibilidades na época (curto alcance, baixa confiabilidade das instalações a vapor de alta potência, falta de capacidade de operar bem em mar aberto, necessidade de ser transportada ou rebocada para a área de… Read more »

daltonl
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daltonl

“Os torpedeiros evoluiram para as lanchas torpedeiras…” Nunão… complementando ou complicando você esqueceu de mencionar, pois sei que voce sabe que franceses, alemães e italianos principalmente continuaram adotando o termo “torpedeiro” para um tipo “pequeno” de destroyer…mas ao contrário do popular destroyer de escolta, que eram lentos, esse tipo de navio era veloz. Meus preferidos foram os alemães,osT-23s, T-24s e os subsequentes que foram “aumentados” parecendo destroyers em miniatura. Quando a II Guerra iniciou a Kriegsmarine por exemplo, alinhava 22 destroyers e 20 torpedeiros de cerca de 1000 toneladas se bem que 8 ainda não haviam sido formalmente comissionados além… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
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Dalton, Certamente há diversos complicadores para se acrescentar ao resumão acima, e você lembrou bem dos torpedeiros ou “mini-contratorpedeiros” da IIGM. Se a gente for levar a ferro e fogo todas as variações, vai ter que mencionar também criações efêmeras como os cruzadores torpedeiros da virada do século XIX-XX, dos quais a própria MB adquiriu três construídos na Alemanha (o Chile também adquiriu, só que de origem inglesa) e que em alguns relatórios sobre nossa esquadra eram citados como caça-torpedeiros mas depois voltaram a ser citados como cruzadores… Sem falar que, com o tempo, o que era classificado como contratorpedeiro… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
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Aproveitando, Se colocarmos também no caldeirão alguns exemplos japoneses, aí complica de vez. Temos aquelas interessantes classes de contratorpedeiros de cerca de 1400 toneladas dos anos 20 (classes Minekaze, Kamikaze) que à época da II Guerra já eram considerados pequenos perto dos Fubuki de mais de 2000t, mas ainda eram velozes (e de porte semelhante a boa parte dos contratorpedeiros britânicos, por exemplo) e, embora relegados muitas vezes a tarefas típicas de contratorpedeiros de escolta e até de transporte rápido, pelo final da guerra houve navios da classe que receberam os torpedos suicidas Kaiten. E aí, como chamá-los, de torpedeiros?… Read more »

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Fernando “Nunão” De Martini

Obrigado…