segunda-feira, dezembro 6, 2021

Saab Naval

A Força de Submarinos da Rússia

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Russian Submarinos

Clique no gráfico acima para conhecer os as classes dos submarinos que estão em serviço atualmente na Marinha Russa. As quantidades de submarinos podem não ser exatas, mas dão uma ideia do tamanho da frota. Mesmo sendo apenas uma sombra do que foi a Marinha Soviética, que no auge da Guerra Fria chegou a ter mais de 370 submarinos, ela fica muito acima da força brasileira, por exemplo, de apenas 5 unidades de propulsão convencional.

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Lucas

Ainda existem Typhoons em serviço? Caramba!
Lembro de ter lido um lenda sobre ele que podia ficar até 1 ano sem emergir para reabastecer com provisões, contavam até com criação de aves. O bicho era/é imenso!

Bosco

Uma coisa é clara, os soviéticos/russos, sempre privilegiaram o desempenho cinemático (velocidade e profundidade) de seus submarinos, enquanto o Ocidente de modo geral (e em particular os americanos) privilegiou a discrição.
A ponto de hoje um moderno submarino nuclear americano (Seawolf e Virginia) ser quase tão silencioso quanto um convencional navegando com baterias.

Kojak
Kojak

PROSUB no link acima, vão gostar ………….

MO
Oganza

MO,

ulha, uma Abóbora navegante 🙂

Ficou muito legal o contraste do laranjão com a luz do Sol das 4 primeiras fotos…

…se não fosse o tamanho, ele poderia se passar por alguma embarcação oceanográfica ou mesmo um navio de pesquisa polar…

uai… não é o “quebra gelo” acima da linha d’água?

Tô brincando… 🙂

Grande Abraço.

MO

quebra coco kkkk, Abs 😛

MO
Andre

Depois de tanto tempo sem aparecer no poder naval. Os Russos terão um trabalhão para desmontar os submarinos antigos, principalmente o Typhoon. Tem um documentário que mostra o desafio que é cortar a mão esse gigante! Essas últimas linhas do texto são dispensáveis ja que quem lê sobre forças armadas sabe da quantidade de submarinos que o Brasil possui, não precisa humilhar a marinha! Além disso, mesmo a marinha se empenhando em construir submarinos nucleares criticas aqui no PN é o que não faltam a essa pretensão. Se os alemães viram no submarino um arma perfeita para surpreender, os russos… Read more »

Bosco

Andre,
Nunca,jamais,em tempo algum, never, houve críticas à Marinha do Brasil de estar desenvolvendo e construindo um submarino nuclear.
Há críticas sim de estarem fazendo isso às custas das unidades de superfície que estão “apodrecendo”.
Ninguém em sã consciência seria contra o Brasil ter uns ou alguns submarinos nucleares.
Mas também ninguém quer que se construa um elefante branco dos sete mares pra ficar enferrujando e vazando urânio por todas as juntas, depois de ter consumido toda a verba da marinha e levar com ele toda a esquadra pro buraco.

Bispo

Infográfico defasado não… ?

Andre

A minha critica Bosco se refere justamente a essa definição de “elefante branco” – tanto que agora se lê também “baleia branca abissal”. Não vejo sentido justificar o projeto de submarinos como o vilão das unidades de superficie ja que o prosuper também precisa ser definido junto com o prosub, a classe Greenhalgh que o diga! O programa nuclear da marinha esta muito atrazado, e assim como se criticou muito a demora do FX2, com razão, porque o mesmo tratamento não se vê com esses submarinos que são ainda mais antigos? Daí a necessidae de pelo menos concluir o primeiro… Read more »

Felipe

Falar que o que importa é a o Brasil ser “subsistente” na construção de submarinos é de doer. Não vejo vantagem em uma transferência de tecnologia parcialmente absorvida pela indústria, não pelos valores exorbitantes que são pagos. Também prefiria ver todo esse valor investido em meios de superfície. Talvez não resolvesse o problema, mas seria um avanço imenso. Galante, Nunão e Poggio, reitero o pedido enviado por email para os senhores. Se possível, liberem um login para comentários para mim. Encaminhei alguns emails para os senhores pedindo orientação de como proceder mas não obtive resposta. Desde já agradeço.

Zé Abelardo

Caro Andre, A classe Tupi foi construída na década de 90 e está em processo de modernização. Dos ikl-209, alguns da década de 70, apenas um foi retirado de serviço. Os Tupi tem (ou teriam) muito tempo de vida útil pela frente (pelo menos vinte anos), enquanto todas as escoltas se aproximam do desmanche. É uma questão de prioridade. Gastou-se um dinheiro que seria mais útil em outro lugar. Além disso, o projeto do submarino nuclear é altamente arriscado e o “compromisso” francês muito vago. A possibilidade de adiamento eterno ou que o sub nuc não tenha real capacidade de… Read more »

Dalton

Bispo… o infográfico está apenas ligeiramente defasado em que pese que com a entrada do primeiro Borei um dos Deltas III finalmente estaria sendo retirado. No mais, dá para se ter uma boa ideia da composição da força de submarinos e seus números em que pese muitos estarem passando por longas modernizações o que igualmente indisponibiliza muitos submarinos da Us Navy também. O grau de treinamento das tripulações, a quantidade de dias que os submarinos fazem por ano , se todos possuem tripulações completas e o quanto mais poderão permanecer em serviço é outra estória. Quanto ao único Typhoon em… Read more »

Dalton

Zé Abelardo…

não entendi muito bem…não há nenhum IKL-209 construído nos anos 70 portanto nenhum retirado de serviço.

O primeiro Tupi foi incorporado em 1989, portanto construído nos anos 80 na Alemanha.

Talvez você tenha confundido com os 3 Oberons da década de 70 um dos quais virou um sub-museu o
Riachuelo que vale muito a visita.

Zé Abelardo

Vai a lista de IKLs da década de 70. De 21, apenas dois saíram de serviço. Os nossos Tupi teriam pelo menos mais vinte anos de vida útil.

Glavkos 1971
Nireus 1972
Triton 1972
Proteus 1972
Salta 1974
San Luis 1974
Pijao 1975
Tayrona 1975
Islay 1975
Arica 1975
Atılay 1976
Sabalo 1976
Shyri 1977
Saldıray 1977
Caribe 1977
Huancavilca 1978
Batıray 1978
Poseidon 1979
Amfitriti 1979
Okeanos 1979
Pontos 1979

Zé Abelardo

Diversos IKLs de marinhas ativas (Grécia e Turquia) completaram ou estão completando 40 anos de serviço. Suponho que com manutenção adequada e modernização de meia vida, os nossos deveriam ter o mesmo tempo de vida:

Tupi 1989 + 40 = 2029
Tamoio 1994 + 40 = 2034
Timbira 1996 + 40 = 2036
Tapajó 1999 + 40 = 2039
Tikuna 2005 + 40 = 2045

Dalton

Zé Abelardo… muitos dos submarinos que você citou passaram muitos anos sob prolongadas manutenções/modernizações então é preciso dar um “desconto” aos +/- 40 anos aí já que ficaram inativos e foram poupados. Não acredito por tudo que já li que um submarino de 40 anos por mais que tenha passado por manutenções rigorosas terá a mesma qualidade de um submarino novo, mesmo já li que operam com certas restrições, de qualquer forma são mantidos pois a nação proprietária dos mesmos não tem recursos para comprar novos. O que já foi declarado por pessoas dentro da marinha embora não oficialmente é… Read more »

Alex Tiago

Imaginar a MB se projetando com 4 subs novos e mais 5 usados é bem interessante

Alex Tiago

Desculpem tem o sub nuclear que ainda é dificil de acreditar que ocorrerá um dia e assim teriamos 10 unidades entre novas usadas e uma meia vida é interessante

Jodreski

Concordo com o discurso que a Marinha investiu mal seu dinheiro, aliás toda vez que ouço “transferência de tecnologia” eu associo a Tran$$$$$ferência. A idéia de desenvolver a industria nacional é ótima porém formaremos mão de obra qualificada para nada, pois esses profissionais se perderam em outros setores já que não somos compradores frequentes de submarinos/fragatas.

Bispo

Face o Sub Nuc brasileiro… – … nossa FA é mal aparelhada e tecnologicamente muito atrasada… tem que ser muito alienado para acreditar que submarino vai “proteger a amazonia azul” … submarinos cegos e sem dentes ? Uma força invasora com 1 PA e sua escolta fariam uma lambança homérica em nossas defesas. – Face a Amazonia Azul… – o barril de petroleo a $45,00 torna o pre sal inviavel comercialmente… a roubaBRas ..sic.. Petrobras com aquela facção de corruptos e incompetentes …vai levar 20 anos para sair do atoleiro que esta…se sair…. se tivesse sido privatizada … como a… Read more »

Andre

Zé Abelardo, quando falamos em SSN temos que ter em mente que o Brasil tem uma das maiores costas maritimas do mundo! O submarino deve ter autonomia suficiente para cobrir essa enorme área (com uma flotilha evidentemente), sem dispensar a categoria diesel que dispomos. O adiamento que vc argumentou é mais um motivo para que o mesmo seja concluído o mais rápido possível, aí é que entra a participação francesa. Essa incapacidade que vc se refere não sei de onde tirou ja que um dos contratos trata justamente da compra de misseis e torpedos para esses navios. Também quero novas… Read more »

Zé Abelardo

Caro Dalton, A marinha grega antes da crise e a marinha turca são marinhas ativas. Ambas tem compromissos que devem ser cumpridos com a Otan e operam numa zona quente do globo. A fabricação dos Scorpenes foi uma opção da MB que acarreratá o descomissionamento prematuro dos Tupi. PMGs fazem parte da operação normal de qualquer embarcação e já esta previsto desde projeto. MLU também se o custo benefício na época valer a pena. Nenhum dos seus argumentos invalida a conclusão de que o negócio foi ruim e os Tupis darão baixa antes do tempo, desperdiçando dinheiro que seria útil… Read more »

Dalton

Zé…

um submarino com 30/35 anos já está de bom tamanho,
não consigo ver esta retirada prematura dos Tupis, aliás,
tudo o que você mostrou-me foram países que não podem
adquirir submarinos novos ou que não possam adquiri-los
em quantidade suficiente tendo que manter à duras penas submarinos mais antigos.

A própria Turquia é um exemplo, com alguns submarinos aproximando-se dos 40 anos, um dos quais foi descomissionado recentemente, em novembro passado com 37 anos !

Zé Abelardo

Caro Andre, 1) Nunca, nenhum país na história, criou um projeto para criar exclusivamente sub nuc de ataque. 2) Todos já dominavam o projeto de submarinos convencionais e reatores nucleares. Não temos nem um, nem outro. Os EUA, Rússia, China, França e RN penaram para produzir submarinos nucleares com capacidade operacional. Os franceses não repassarão tecnologia nuclear, apenas o projeto do casco. Os primeiros sub nucs tinham toda a sorte de problemas, sanados nas classes posteriores. É pouco provável, para não dizer impossível, que o Brasil o faça na primeira tacada. O Alvaro Alberto será menos útil que um Scorpene,… Read more »

Dalton

“Construir um submarino de ataque vale esse custo todo? Não. Os países citados queriam construir submarinos balísticos, os de ataque foram meramente um subproduto.” Zé… os EUA começaram com submarinos nucleares de ataque, o Nautilus, Seawof, os Skates enfim, só depois vieram os submarinos com mísseis e o mesmo aconteceu com a Royal Navy que empregou e emprega mísseis americanos. Os franceses não foram convidados para o “clubinho” e assim forçosamente tiveram que desenvolver primeiro os submarinos nucleares com mísseis balísticos e seus respectivos mísseis. Também como você não acho que não haverão problemas, houve, há e haverão problemas com… Read more »

Zé Abelardo

Dalton, Vou usar os seus argumentos: A MB não é uma marinha ativa, os submarinos navegam menos e os PMGs demoram mais por falta de recursos. O submarino fica fora da água em um galpão fechado esperando o dimdim. A Turquia que é uma marinha ativa em uma zona explosiva aposentou UM submarino com 37 anos (os outros estão lá, firmes e fortes com até 39 anos). Dinheiro pra defesa lá não falta. Submarinos são a arma ideal nas águas turcas. O Brasil vai aposentar o Tamoio, o Timbira e o Tapajó com 30. Ué? Inverteu? Turquia +dinheiro +ameaça +… Read more »

Zé Abelardo

Dalton,

Por razões óbvias, um sub de ataque é mais simples que um balístico. Daí construir primeiro de ataque, mas o projeto tem por fim o balístico.

Ninguém tem apenas submarinos nucleares de ataque, pois o custo não compensa.

O objetivo é criar submarinos balísticos, pois são a arma quase perfeita e definitiva.

Submarinos de ataque tem múltiplos usos, mas a principal é caçar os balísticos, tamanho a importância destes.

Todos sabem o que os indianos estão fazendo e o que eles querem não é um sub de ataque.

Zé Abelardo

Piada de Brasileiro: Um pais que nunca projetou um submarino convencional ou um reator nuclear irá fazer um submarino nuclear em dez anos. O país escolhe uma construtora que nunca fez uma canoa para construir o submarino. Vai aposentar dez anos mais cedo os submarinos que tem em relação a forças mais ricas e ativas, enquanto as unidades de superfície estão sucateadas. Será o único país do mundo a operar exclusivamente sub nuc de ataque e nem desconfia de que há algo errado nisso. Os outros países desconfiam de um balístico porque não imaginam que alguém seja tão esperto. Inocentes!!!… Read more »

soldat

Muito boa essa matéria.

Algum dia o Brasil chega lá…

Bosco

Uma grande vantagem do submarino nuclear de ataque é poder “caçar” submarinos SSBNs.
Os russos sabem que as chances deles dispararem um SLBM a partir de seus submarinos é bem reduzida. Na cola deles tem sempre um SSN com o dedo no gatilho, acompanhando-os desde a saída da base, que é monitorada por satélite
Claro, se eles tivessem aquela “lagarta” MHD do “Outubro Vermelho” eles iriam desaparecer das telas dos sonares americanos, só que eles não têm.
Rsrssss
Os russófilos amantes da Mãe Russia literalmente rasgam as calcinhas com esse tipo de comentário. rsrsss

Dalton

Zé… o que não fecha é a comparação com a Turquia, que pertence à OTAN que depende dos EUA para existir e tem um vizinho um tanto quanto problemático que é a Rússia além de uma relação não muito amistosa com a Grécia por exemplo.. Então, os turcos incapazes de ter uma força de submarinos “novos” precisam manter alguns poucos “velhos” também, aliás, os próprios japoneses passarão a aposentar seus submarinos um pouco mais tardiamente do que até agora para aumentar o número porque, eles tem os chineses e russos como vizinhos, não há nada de incoerente no que escrevi… Read more »

Zé Abelardo

Pois é Dalton, todo mundo está errado, só a MB e vc estão certos.

Marinhas de verdade não mantem na ativa navios sem valor militar, só na América do Sul que é assim.

Com isso, adquirimos os títulos:

– IKLs aposentados com menor média de idade.
– Única marinha só com sub nuc de ataque.
– Nae com menor número de horas de mar por ano.
– Menor proporção de navios de superfície x submarinos
– Maior média de idade de navios de superfície.

E aí, vai.

Brasil!!!!!!

Bosco

Daltão, Você citou o SSGN, mas pelo menos na USN ele é um mutante. Não fosse o tratado entre Russos e Americanos de limitação de armas que limita a quantidade de SSBNs a 14 para cada lado e a USN não teria SSGNs. Ou se tivesse, seria por conta de economia de recursos, mas nunca iriam construir submarinos com essa função específica. A coisa mais sem lógica do mundo é ter submarinos dedicados a lançar mísseis de cruzeiro convencionais. O mais certo é ter SSNs capazes de lançar LACMs. Até concordo que o ideal é que sejam mais de 16… Read more »

Dalton

Marinhas de verdade ? Nenhuma outra com exceção da US Navy pode ser chamada assim então aqui no continente americano por exemplo.

Você realmente acha que o Chile por exemplo não gostaria de ter um SSN ou que a Venezuela está contente com seus 2 únicos submarinos que passaram mais de 10 anos sendo modernizados na última vez e provavelmente baterão o recorde de mais de 50 anos ?

Tomara eu de fato esteja certo: uma força de submarinos relativamente jovem e no máximo 35 anos entre a incorporação e a baixa.

Dalton

Pois é Bosco…

a US Navy entende que será melhor ter um número maior de SSNs com 40 mísseis do que apenas 4 maiores normalmente transportando 120, mesmo no caso dos SSGNs da US Navy contarem com 2 tripulações o que garante 2 sempre operando avançadamente.

Estes 2 necessitem manutenção e troca de tripulações em locais como Guam ou Diego Garcia o que diminui a disponibilidade mesmo que sejam semanas.

Bispo

Bosco…

… “Os russófilos amantes da Mãe Russia literalmente rasgam as calcinhas” … kkk

Mais se os sub N dos russos não servem para o que se destinam … dissuasão nuclear… porque os russos insistem em construir novos ?

ps. nesse jogo bobo é quem assiste..rs

Bosco

Bispo, Se eu sei que é assim com certeza os russos também sabem, rrsssss, e fazem suar artimanhas pra evitarem ser pegos tão logo o sub americano detecte que eles estão subindo pra cota de lançamento de mísseis e que abriram seus lançadores. Já os russos fazerem o mesmo com os Âmis é mais difícil tendo em vista que os americanos têm mais tanto SSBNs quanto SSNs. Se o nível de alerta estiver em DEFCON 1 e o sub americano receberem uma mensagem em código pelo sistema ELF do tipo: a vaca foi pro brejo – elimine o alvo. rsrs,… Read more »

_RR_

Zé Abelardo ( 11 de fevereiro de 2015 at 14:44 ), Não podemos nos esquecer que um submarino é o meio que opera no ambiente mais hostil, estando submetido a elevados níveis de pressão, o que evidentemente cobra da estrutura. Com os anos de operação, isso acaba gerando desgastes estruturais que vão debilitando a operação da embarcação. Em suma, um submarino pode até operar por quarenta anos, mas isso certamente o será com restrições, que limitarão seu desempenho… Em verdade, dependendo da utilização, manter um submarino por mais que uns trinta anos já pode ser considerado “não recomendável”, mesmo com… Read more »

Nando MB

Aos que torcem contra a MB terá sim o seu sub nuclear, isto é um ponto de honra.

soldat

Se o nível de alerta estiver em DEFCON 1 e o sub americano receberem uma mensagem em código pelo sistema ELF do tipo: a vaca foi pro brejo – elimine o alvo. rsrs, temo que o sub russo também vá pro brejo em poucos minutos.

Caramba…caramba…caramba……..

Uãoooo se depender do colega Cowboy bastar somente um sub armado com um super 38 que acaba sozinho com toda armada de sub Russos..kakakakakaka……

E a vida segue…….

Bosco

Soldat,
A qualquer momento sempre há pelo menos 12 SSNs americanos em patrulha enquanto no máximo há 3 (atualmente dizem que só um e muitas vezes, nenhum) SSBNs russos.
Você acha que os americanos ficam fazendo o quê?
E estando em DEFCON 5. Imagine se a coisa começa a baixar pra DEFCON 4, 3, 2…

Jodreski

Colegas Queria muito poder acreditar que vamos ter um sub nuclear de ataque operacional e concordo na necessidade de termos um meio destes. Mas sinceramente não consigo entender alguns investimentos da MB. Investimos bilhões em algo que vocês sabem que não dispomos dinheiro de manter. Os custos de operação são muito maiores que os sub à diesel que operamos, se mal dispomos de dinheiro para manter os diesel na água (navegando) como vamos manter um sub nuclear e mais os 4 à diesel. Outro ponto: Pra que raios a Marinha não transformou o NAe SP em recife no fundo do… Read more »

Oganza

Jodreski, nós teremos o SubNuc sim, mas operar um SubNuc? Juarez Martins que o diga… rsrsrsrs Acho que status dele será: 1 – no cais, e quando o tempo permitir um “Mar de Almirante”, ele poderá enfim cumprir a comissão Itaguai – Santos e alardeando: “Navegando com propulsão nuclear”. 2 – Só no cais, e só… Mas ele servirá para receber “Otoridades” quando a MB e o GF quiserem se pavonear. Sarros a parte, o grande erro desse projeto todo é bem simples: Vc quer ter um SubNuc? Ok, aprenda a fazer um reator funcional. Essa fortuna ridiculamente gasta nesse… Read more »

Zé Abelardo

Oganza, Depois que colocarem essa coisa na água, eu não como mais peixe. Sub Nuc fabricado por empresa de construção civil em um país que não domina nem o projeto de submarinos, nem de reatores chega a beira da insanidade. Deixou de ser caso de polícia e passou a ser psiquiátrico com direito a tratamento de choque e pauladas três vezes ao dia. Um abraço, Dalton, Se não é marinha de verdade, fecha a porta e economiza o meu bolso. Ao contrário do que vc diz, existem muitas marinhas sérias que cumprem o seu papel. Estas marinhas tem planejamento credível,… Read more »

Zé Abelardo

Programas do EB e da FAB x Sub Nuc

– As empresas contratadas tem amplo domínio da tecnologia envolvida. Embraer, Saab, Bae, Krauss-Maffei, IAI, Elbit são mundialmente reconhecidas como fornecedores capazes e se comprometem integralmente nos programas.

– Baixo custo ou possibilidade de retorno do investimento com exportações.

X

– Não há domínio da tecnologia envolvida

– Alto custo sem retorno do investimento. Haverá unicamente a produção do submarino. Se o submarino não tiver capacidade de combate, todo o investimento foi perdido.

Rafael Oliveira

A responsável técnica pelo casco do submarino nuclear é a DCNS e não a Odebrecht. Quanto ao reator, a responsável é a Marinha do Brasil (com ajuda do IPEN e da USP) e não a Odebrecht. Sinceramente, se eles não conseguirem fabricar um mísero reator nuclear, depois de décadas estudando isso, e desenvolvendo progressivamente peças e reatores menores, esse dinheiro investido no Prosub terá sido muito bem empregado para desmascarar nossos cientistas e parar de gastar dinheiro com isso/eles. Creio que a parte crítica seja a integração do reator com os demais sistemas do submarino. Se ela não der certo,… Read more »

dumont

Sem reator não dá mesmo… é obvio, mas tão óbvio que isso todo mundo sabe, inclusive a MB…

para não correr riscos de reprimenda ou eliminação… 🙂 sugiro consulta a fonte aberta:

http://www.mar.mil.br/ctmsp/labgene.html

att,

Oganza

dumont,

exatamente, e com isso e dessa maneira o Brasil está perdendo a sua esquadra e a MB se tornando uma Guarda Costeira que opera Subs.

Grande Abraço

Rafael Oliveira

Oganza, O investimento em reatores nucleares é bastante justificável para qualquer país que se pretenda ser conhecido como desenvolvido. O problema é justificar para a população exposta a opinião estúpida dos ecochatos (não é o seu caso, claro). Os produtos para tratamentos médicos podem ser obtidos por reatores menores. Não serve. Então, é preciso de outro apelo. Energia, acaba sendo sufocada pelos ecochatos e suas usinas não poluentes (solar, eólica). Sobra para os fins militares rsrs. Junte-se a isso o sonho da MB de ter um submarino nuclear e beleza. No mais, levando em conta que esse é um programa… Read more »

Oganza

Rafael Oliveira,

rsrsrsrs… é como eu sempre digo:

– O problema do Brasileiro não é fazer, é como e quando ele resolve fazer.

no fim, nós nunca temos critérios pra nada. 😉

Grande Abraço.

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