Home Marinha do Brasil Base Naval de Aratu finaliza Período de Manutenção Extraordinário da Fragata ‘Niterói’

Base Naval de Aratu finaliza Período de Manutenção Extraordinário da Fragata ‘Niterói’

1366
67
F40 Niterói 013a
Fragata Niterói fotografada na Base Naval do Rio de Janeiro, em 2012 – Foto: Alexandre Galante

Foi encerrado, no dia 12 de agosto, o primeiro Período de Manutenção Extraordinário (PME) da Fragata “Niterói” conduzido pela Base Naval de Aratu (BNA), em Salvador (BA).

No período de 22 de abril a 17 de julho, o navio esteve docado no Dique Seco Almirante Campbell de Barros, onde foram realizados diversos serviços, tais como o tratamento e a pintura das obras vivas, e a substituição de chapas do costado.

Durante o PME, também foram recuperadas três bombas de esgoto e incêndio, reparadas as válvulas de fundo, revisado o sistema de proteção catódica e inspecionadas as linhas de eixo, lemes, hélices e tanques de óleo combustível.

O evento reveste-se de significativa importância, pois além de proporcionar o desenvolvimento e a ampliação da capacidade de realização de reparos dos meios navais, contribui para o cumprimento do Plano de Revitalização da BNA.

F40 004b
A Niterói em provas de mar na Inglaterra,em 1976

FONTE:  Marinha do Brasil

Subscribe
Notify of
guest
67 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
marujo
marujo
4 anos atrás

Ela aguenta por mais quanto tempo na ativa?

Danilo José
Danilo José
4 anos atrás

Já ! aiai vamos ficar com as OHP mesmo então ?

thigo
thigo
4 anos atrás

mais ainda vai operar com alguma restrição?

GUPPY
GUPPY
4 anos atrás

Galante, o que eu faço pra o MO não ver o que vou dizer agora?

A fragata Niterói-F40, como líder da classe e tudo o que representou para a Marinha desde a sua incorporação, juntamente com as demais da mesma classe, não deveria ter outro fim que não seja museu. O mesmo eu estendo para um dos mineiros-varredores (ou mineiro-varredores?) classe Aratu.

Eduardo SP
Eduardo SP
4 anos atrás

Acho a Niterói um navio belíssimo. De forma alguma parece que o projeto original tem 45 anos.
Por mim, pegava o projeto, dava uma atualizada e fazia mais umas 6…

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
4 anos atrás

Th acho Eduardo, sempre
Achei que eram as Ferraris da Esquadra, são lindas mesmo! mas, tudo um dia chega ao fim….

marujo
marujo
4 anos atrás

Eu prefiro derivar um novo navio da Niterói do que da Barroso/Inhaúma.

john paul jones
john paul jones
4 anos atrás

É o que o Ingles faz até hoje, a 23 é a continuação de uma linha classica ….

A nossa Niterói é derivada da T 21.

john paul jones
john paul jones
4 anos atrás

Base Naval de Aratu, ô ugar mal aproveitado pela Marinha ….

Os unicos investimentos lá pela MB na ultima gestão foi a grande reforma na Casa da Boca do Rio para a Presidanta ir passar as férias com o netinho …..

Tem uma lancha lá para a vaca passear com o seu séquito ….

Varredor que é bom estão indo de baixa ….

MO
MO
Reply to  john paul jones
4 anos atrás

Perfeito JPJ !!! kkkk bem por ai mesmo !!! kkkkkk

Celso
Celso
4 anos atrás

John….eh isso mesmo e algo mais ainda….. so pros amigos do rei e seus apaniguados….o entorno da base ta fervendo de ocupacoes – invasoes ilegais e acredito q dentro de mais alguns anos ate esta base vai ficar inviavel…ja tem ate malandros travestidos de quilombolas questionando a posse da area………ta russo mesmo a coisa…….Sds

Marcos A. Morais de Lima
Marcos A. Morais de Lima
4 anos atrás

Grande “Pioneira” eu guardo muito bem os anos em que estava como guarnição desta bela Fragata. Tenho certeza que ainda vai singrar por mais anos nos mares. Avante……..F-40. Vamos navegar “Fragata Niterói”.

emerson
emerson
4 anos atrás

Olá a todos, em particular ao JPJ… moderação meu caro, moderação no vocabulário. fiquei pensando sobre a possível aquisição das OHP pela MB e em um comentário de um colega que lembrou que uma negociação dessas leva tempo. se o comandante de MB fechar a aquisição é porque isso já vinha sendo discutido, no mínimo, desde o ano passado… mas acredito que faz mais tempo. provavelmente, a MB já havia discutido com a presidência (nada é feito sem a aprovação do presidente) sobre o adiamento do ProSuper e provavelmente haviam decidido esperar passar a eleição para dar prosseguimento. exatamente como… Read more »

PicaretasNightmare
PicaretasNightmare
4 anos atrás

É só falar mal de um PTista que aparece alguém para patrulhar…

A única coisa boa disto é saber que esta corja está cada vez menor.

marujo
marujo
4 anos atrás

Emerson, seu raciocínio é perfeito. Se o CM não foi aos EUA concluir as negociações entabuladas há mais tempo, ele foi inciar. Faz todo sentido priorizar subs e as Tamandarés como você descreveu. Quanto ao picareta aí em cima, gostaria de lembrar que nenhum governo direitoso anterior fez muito mais que o atual pelos FAA. Nesse quesito, todos se equivalem.

marujo
marujo
4 anos atrás

De onde os companheiros do blog tiraram esse número de quatro OHP? Suposição? Informação? Não poderiam ser duas? Ou seis?

Dalton
Dalton
4 anos atrás

marujo…

é pura suposição nossa ! Taiwan por exemplo está negociando 4, já o México queria duas.

A marinha brasileira já adquiriu 4 T-22s e 4 Garcias no passado então o número “4” é meio emblemático, mas,
se a Defensora retornar como já foi especulado pelo
próprio Almirante LM e também um par de Inhaúmas
penso que duas OHPs seriam suficientes.

Mas, adquirir 2 ou 4 OHPs não significa esquecer o
“PROSUPER” e sim ganhar tempo, pois provavelmente
mais navios darão baixa antes das “Tamandarés” estarem prontas o que na minha opinião sendo otimista não acontecerá antes de 2023.

emerson
emerson
4 anos atrás

Olá Dalton. Com a aquisição da Siroco (alguém teria visto algo oficial da MB sobre ela?) e das 3 Amazonas, metade do ProSuper já foi contemplado. Falam as escoltas. O ProSuper previa 05 patrulhas oceanicas de 1800 ton. As Amazonas deslocam 1700. São três e a MB possui a licença para construi-las localmente. Talvez seja mais conveniente construir localmente outras duas ou três. A Siroco desloca 12.000 ton enquanto que o apoio logistico previsto era para um navio de 24.000 ton. Contudo, se for confirmada a sua aquisição, pode-se esperar por 10 anos a aquisição de um navio novo, sem… Read more »

Dalton
Dalton
4 anos atrás

Emerson… o Siroco não é uma navio de apoio logístico, ele pode até exercer com limitações algumas das funções, mas, ele é um navio anfíbio que veio ocupar o lugar do “Rio de janeiro” e mesmo de algum outro que precise ser retirado e dar uma maior disponibilidade ao Esquadrão de Apoio. Da mesma forma um Mistral também não se encaixa como um navio de apoio logístico e sinceramente, boa sorte para o país que ficar com os 2 que iriam para a Rússia. As OHPs estão longe de ser a melhor solução, talvez, sejam à única solução para o… Read more »

Juarez
Juarez
4 anos atrás

Emerson, eu não sei qual é o país que tu habitas, mas deve ser o Brasil. Não existe dinheiro para mais nada, nem Prosuper., nem Tamandarés, nem NAPAOCs de 1800 ton e nem para Mururus, estamos em depressão econômica, com queda do PIB que vai bater pérto dos 3%, então com todo o respeito que tu merece e enetendendo o contraditório: “Acorda Jose”, não termos garna para nada nos próximos cinco anos pelo menos e tem uma fila de navios velhos para dar baixa e sem grana para substituílos. Espero que a MB consiga recursos e pessoal qualificado para colocar… Read more »

Edson salvador
Edson salvador
4 anos atrás

F-40 “Fragata Niterói. Foram alguns anos embarcado e vários dias de mar a bordo deste navio. Boas lembranças. Muito trabalho.CADÊNCIA!!!

emerson
emerson
4 anos atrás

Olá Juarez Um grande abraço. Acho que nossa lembrança de outras crises nos ensinaram que é razoável planejar. As crises periódicas são uma característica do capitalismo. Não há novidade. Talvez apenas que a década de 80 foi muito pior. Passando ao largo da discussão política e econômica, o programa ProSub já avançou além do ponto de não-retorno, apesar de ser possível ajustes no cronograma (qualquer programa é constantemente monitorado e permanentemente reajustado). Teremos os 4 Scorpenes. Inclusive, os recursos são oriundos de financiamento francês e não do tesouro. Creio que não há condição para qualquer decisão sobre o ProSuper a… Read more »

MO ÁGIL
MO ÁGIL
4 anos atrás

VAI VIRAR MODA, OS NAVIOS DA MB SAINDO DO RJ PRA FAZER REPARO

Leandro Moreira
Leandro Moreira
4 anos atrás

Emerson,
concordo com vc e o marujo, estive na MB em 1994, na EAMSC, me lembro bem do pessoal comentando sobre a obsolencia na MB, com certeza algumas pessoas se recentem do GF estar fazendo tanto por nossas FFAAs, ao meu ver deveria ser feito mais, porem, infinitamente melhor que o governo fhc.

Juarez
Juarez
4 anos atrás

Emerson, para o teu saber; Não existe hoje nenhum estaleiro no Brasil com expertise para construir os NAPAOCs classe Amazonas ou similar, observe o parto que está sendo os Mururus muito mais simples constrtuir e ainda como eu já te disse antes não há uma condição favorável seja ela fiscal, trabalhista e estrutural que permita que se construa a preços aceitaveis. quanto ao Prosub, cuidado comk esta expressão que caracteriza “exercicios de futurologia”, tipo “teremos quatro Scorpenes”, explico: A MB já mandou colocar o Prosub em paso da tartaruga, por dyuas razãoes: 1 Falta absoluta de caixa pra bancar o… Read more »

MO
MO
Reply to  Juarez
4 anos atrás

Em tempo e a quem possa interessar:

Curiosidades Maritimas e Portuárias

Quebra do recorde navinal em navio com capacidade de containers (10.950 teus) em primeira viagem e escala em Santos, após entrega pela estaleiro

http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2015/08/ms-cap-san-juan-djkt2-maiden-voyage.html

8 photos

Dalton
Dalton
4 anos atrás

“…infinitamente melhor que o governo fhc.” Cada um tem sua opinião o que penso é o seguinte: Em 1994 era bancário e lembro bem o caos em que a economia se encontrava e graças a Itamar e FHC que assumiu em janeiro de 1995 boas políticas econômicas foram implantadas mesmo diante de turbulência externa. Então a prioridade foi de arrumar a casa e não modernizar as forças armadas justamente em um mundo que vivia o bônus dos primeiros anos do fim da guerra fria. Mesmo assim foi durante o governo FHC que iniciou-se o programa de modernização das fragatas, iniciado… Read more »

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Emerson, boa noite, esse navio de apoio logistico pretendido pela MB nada mais é que um navio tanque com capacidade de transportar carga para ressuprir outros navios, seja ela de mantimentos/viveres, munição, sobressalentes, em relação aos navios escolta nenhum dos que estão na ativa com exceção da barroso aguentará na ativa após 2025 e a MB ficará com o que? As supostas 4 OHP e a barroso? Quanto as tamandarés, serão no maximo 4 e se sairem, na melhor das hipoteses até 2025 teremos 2 ou 3 tamandarés incorporadas, o que não precisamente quer dizer operativas, então as escoltas da… Read more »

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Na segunda metade da decada de 90 sem querer corrigir o dalton a esquadra era composta de 18 navios de escolta e o principal de tudo, eram navios validos para epoca com exceção das niteroi que ainda davam um caldo mas que estavam inciando o modfrag Eram: 6 fragatas classe niterói 4 fragatas classe greenhalgh 4 corvetas classe inhauma e 4 cts classe pará Sem falar que a disponibilidade na epoca era na media de 70 a 80% E de 2003 para ca como andam os escoltas da nossa esquadra? Somente navios dando baixa e até chegarmos a quantos hoje?… Read more »

Juarez
Juarez
4 anos atrás

Aircobra, concordo com quase tudo que falastes, principalmente quanto aos “nunca antis vistu”, agora quanto a implementar a tua ideía de um mini Prosuper com os Coreanos não vai rolar, não vai ter din din, a situação está sendo mascarada pelo GF, em 2016 por esta época do ano estaremos quebrando ovo no almoço e guardando a casca para a janta, então meu amigo são as OHPS ou nicas, porque uma Maestrale ou Bremen, que seriam opções vão nos cusar algo em torno de uns 150 milhões de dólares por navio e olhe lá, as OHPs vem de praticamente de… Read more »

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Juarez. Boa noite
Gostei da ideia que você propôs quanto a substituição dos canhões de 4.5″ das inhauma mas acho que se fosse feito isso antes da baixa da frontin e elas recebessem uma modernização de verdade seria valido, mas agora a meu ver ja passou o tempo.

E creio que quando vc propos em aumentar o conves de proa para facilitar as operaçoes com o super linx acho que voce quis diz de popa ne? No caso aumentar o conves de voo ate a popa como na barroso ne?

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Juarez, garanto que esse mini prosuper (gostei do batismo) coreano sairia bem mais barato que as tamandarés construidas aqui com o preço Brasil e prazo de entrega infinitamente maior, e ainda sem a vantagem de serem financiadas como as coreanas e ainda te falo que nem chegariam aos pés das coreanas, somente quem ja serviu em uma classe inhauma pode falar com propriedade como é trabalhar em cima de uma gambiarra e uma fossa flutuante, isso mesmo que voce leu, imagina você com o navio navegando o racho cheio de militares almoçando e do nada por motivos magicos (acho que… Read more »

emerson
emerson
4 anos atrás

Olá Dalton No principal, concordamos. As OHP nos parece ser a melhor opção para a MB substituir algumas de suas fragatas. Baixo custo de aquisição e prazo de validade de dez anos. A prioridade agora é o ProSub e tocar a vida pelos próximos anos até retomarmos um novo ciclo econômico de expansão. Como já disse, seja com este ou um cronograma mais longo, os Scorpenes virão. Aliás, as operações no Haiti devem se encerrar em breve. Enquanto isso, o G40 substituirá o RIo de Janeiro e eventualmente o Ceará na logística. Talvez falte um pouco compreendermos como são tomadas… Read more »

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Emerson, somente esclarecendo uma questão para você, a maioria das aquisições de meios principalmente as compras de oportunidade são realizadas pela própria MB sem que a mesma precise consultar a presidencia da republica e usando o proprio orçamento, como na compra dos NDCCs Alte Saboia e Garcia D’avila, os helicopteros seahawk, os misseis excocet, os C-1 trader,não sendo esse o caso para certos programas como o prosub e prosuper, NAPA 500, que nesse caso não é compra direta e sim por concorrencia, algo como uma licitação onde vence a melhor opção para o comprador (não necessariamente a melhor opção para… Read more »

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Emerson,
O dalton em momento algum falou que as OHP são a melhor opçao para o Brasil como vc citou, ele escreveu justamente o contrario:
..As OHPs estão longe de ser a melhor solução, talvez, sejam à única solução para o momento pois independente das trapalhadas do governo não é fácil justificar a compra de navios muito caros para um pai ou mãe de família desempregados…

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

EE garanto uma coisa, o goverbo do PT não botou pra frente programas como o prosub, o subnuc, o ec-725 e outros programas porque são bonzinhos com os militares não, muito pelo contrario, enxergaram uma fonte maravilhosa para explorarem os famosos caixa dois com as porcentagens bem polpudas dos contratos como veremos futuramente quando esses casos forem investigados e vierem a tona

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

E antes que venham me acusar de alguma coisa adianto logo que sou apartidário, somente sou patriota

emerson
emerson
4 anos atrás

Olá Aircobra,

quando os bichos falavam, era normal dizer que para aquilo que não tem remédio, remediado está,

assim, óbvio, as OHP são a melhor opção entre as disponíveis.

o bom seriam navios novinhos, feitos sob encomenda nas especificações da MB.

infelizmente, não vai dar para termos escoltas assim por enquanto.

ao menos teremos os submarinos novinhos

as OHP servirão de tempão até a MB ter condições de decidir pelo ProSuper.

por favor, não deixe seu patriotismo confundir sua compreensão

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Emerson, acho que se alguem aqui tem problema com compreensão esse alguem não sou eu, tanto que em momento algum eu falei que as OHP não servem para o Brasil, muito pelo contrario, se você ler todos os meus posts verá que escrevi que até são escoltas validas desde que venham com algum tipo de missil anti-aereo e missil anti-navio, leia bem, quem falou que não são validas foi o dalton, como postei um extrato do post dele te respondendo, o que defendi foi o cancelamento das corvetas tamandaré visto pela urgencia que temos em escoltas novas, pois pelas condições… Read more »

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Com isso ganhariamos tempo para postergar um pouco o prosuper até sairmos da crise e se sairmos la pra 2030

Saudações Patrioticas

JagderVband#44
JagderVband#44
4 anos atrás

Vendam tudo para a demolição (de preferência no sul da ásia). Vendam a ilha das cobras. Comprem NaPa costeiros.

Sds.

emerson
emerson
4 anos atrás

Olá Airacobra, Então, quase que concordamos, não? Mas me parece que a construção das Tamandarés no Brasil resolveriam o problema da MB substituindo as Inhaumas mas também impactaria positivamente na economia local, gerando empregos e economizando divisas. Assumindo o custo de 2 bilhões pelas quatro tamandarés, poderíamos chutar uma nacionalização de 50 % (pode ser mais ou menos.. vamos fazer uma conta de padaria) isso significa injetar um bilhão de dólares, ou 3,5 bilhões de reas na economia. Não resolve mas dá muito fôlego para muita gente. Ao contrário do Egito que está em guerra e tem a Arábia Saudíta… Read more »

JagderVband#44
JagderVband#44
4 anos atrás

Nessa conta de padaria tu esquece de considerar uma variável importante: o brasil não é dado a desenvolvimento tecnológico, vai demorar muitas gerações ainda para que as pessoas gostem mais de matemática, física, química, economia e etc do que funk pancadão. Portanto, na atual conjuntura, ToT é ridículo, mas é um prato cheio para partidos políticos ganharem uma boa $$$$$$$.

Dalton
Dalton
4 anos atrás

Aircobra… muito interessante seu relato sobre a classe Inhaúma e é sempre bom, embora nesse caso, triste, conhecer a opinião de quem realmente viveu a situação. Estou tão acostumado a ler notícias ruins sobre as demais marinhas que não me deixo abalar muito pelas notícias que leio sobre a marinha brasileira, não sei se é bom ou ruim, talvez esteja anestesiado 🙂 Nos anos 90 realmente a média foi de 18 combatentes de superfície, mas, quando FHC deixou o governo o número havia caído para 16, com a baixa de duas das “Garcias” ,não que tenha grande importância, apenas como… Read more »

emerson
emerson
4 anos atrás

Olá Dalton

Estou curioso se seria possível colocar os Exocet nessas OHP? Afinal a MB tem se dedicado à nacionalização dos propulsores.

É estranho pensar em alocar os equipametos das Greenhalgh em OHP pensando apenas nos dez anos de uso?

Dalton
Dalton
4 anos atrás

emerson

não haveria problema e é até comum navios mais novos herdarem coisas de navios que dão baixa como por exemplo o lançador de Sea Cat herdado pelo ct Mato Grosso do ct Mariz e Barros, em que pese o ct Mato grosso ter servido outros 15 anos depois, não se imaginava na época que ele serviria por tanto tempo assim !

Taiwan fez até melhor com as OHPs utilizando um míssil próprio mais pesado que o harpoon então não vejo muita dificuldade de instalar o exocet em possíveis apesar de improváveis OHPs ex-US Navy.

Juarez
Juarez
4 anos atrás

Juarez. Boa noite Gostei da ideia que você propôs quanto a substituição dos canhões de 4.5″ das inhauma mas acho que se fosse feito isso antes da baixa da frontin e elas recebessem uma modernização de verdade seria valido, mas agora a meu ver ja passou o tempo. Aircobra, ainda há tempo, claro não dá para gastar muit, mas algumas melhoria de sistemas de combate seriam possível com muito pouca gra, o caso da substituição do 4,5 por um 76 é uma delas, pois eu não me iludo com a contrução das “Tamanduas” ainda mais com projeto na mão do… Read more »

Juarez
Juarez
4 anos atrás

Airacobra 24 de agosto de 2015 at 0:49 # Juarez, garanto que esse mini prosuper (gostei do batismo) coreano sairia bem mais barato que as tamandarés construidas aqui com o preço Brasil e prazo de entrega infinitamente maior, e ainda sem a vantagem de serem financiadas como as coreanas e ainda te falo que nem chegariam aos pés das coreanas, somente quem ja serviu em uma classe inhauma pode falar com propriedade como é trabalhar em cima de uma gambiarra e uma fossa flutuante, isso mesmo que voce leu, imagina você com o navio navegando o racho cheio de militares… Read more »

Celso Vilas-Boas
Celso Vilas-Boas
4 anos atrás

Será que se fizéssemos um abaixo assinado conseguiríamos que a F40 fosse transformada num museu quando de sua baixa?

Ferreras
Ferreras
4 anos atrás

Com relação a construção de meios navais em territórios nacionais eu sugiro o seguinte:

Compra-se equipamento complexo de fora, pelo menor custo, o mais simples possível. Sem TOT, sem componentes local, nada.

Com a economia, monta-se um CTA/ITA nos moldes da marinha.

Ai sim, gradualmente poderíamos fabricar localmente, de forma gradual, preferencialmente pela iniciativa privada ou ao menos associada a ela.

Airacobra
Airacobra
4 anos atrás

Depois de ler alguns comentários, mudei de idéia quanto a instalar ESSM na proa das possíveis OHP, gostei da configuração proposta pelo Juarez, com a substituição do phalanx por um RAM, manter o MK 38 na proa já que a MB já usa o calibre nos NAPAOC e instalar lançadores de exocet na proa rente a superestrutura , o que somado ao canhão de 3″ os lançadores de torpedo MK 32 e o convôo com capacidade para operar dois seahawk ficaria uma maravilha para a MB, teria um navio válido para o cenário sul americano e que também não faria… Read more »