quarta-feira, março 3, 2021

Saab Naval

Corveta ‘Barroso’ (V 34), em Barcelona

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Imagens da Corveta ‘Barroso‘ (V 34), atracada por BB em Barcelona, Espanha, entre os dias 25 e 27 de março de 2016, em fotos de Jordi Delgado.

Reparar a defesa de ponto instalado AR da superestrutura (meia nau) e sem o prêmio ECHO de eficiência.

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Detalhe (Ilustrativo)

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Fotos: Jordi Delgado – Barcelona, informações de Santiago Tremps Pena

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Jakall

Boa tarde sr editor,
Aproveitando o gancho, gostaria de saber se há espaço para uma matéria sobre um comparativo das Fragatas Multimissões (FREMM) francesa e a Type 26 inglesa, opiniões do desempenho, armas e sistemas, de cada uma. O momento do país não é o mais adequado para isso, mas como sonhar ainda não paga imposto, seria interessante já que o projeto e modificações da Type 26 evoluem.
Saudações.

Santiago Tremps Pena

Las dos primeras fotos han de ser de la estancia de la Fragata en la ciudad de Barcelona esta Semana Santa 25,26 y 27 de marzo. Yo la pude ver en el puerto y disfrutar de su imponente estampa

Carlos Crispim

Essa fragata é bem fotogênica, só gostaria de vê-la com pelo menos 1 Phalanx e um sistema Aster. Alguém saberia dizer se o radar principal é 3D?

Bosco

Carlos,
O radar não é 3D.
Quanto ao Phalanx em tese a torreta Trinity adotada pela Barroso, quando dotado de munição 3P, é tão adequada quanto o CIWS americano.

Guatavo

olha esse navio é top. bem que podia a MB produzido umas 20 delas.

Paulo Roberto Pedrosa

Boa Reportagem.

pedro possa

Olá, Alguém sabe quais meios hoje estão disponíveis para a MB, no caso de uma convocação de última hora? e por quais motivos os demais meios da esquadra não estariam aptos a responder a um chamado do gênero? . Guatavo, de fato um belo navio, mas hoje a MB visa a construção no país de 4 corvetas classe “tamandaré” ou, como era chamada “barroso modificada” que atribuem muitas novas capacidades que somente não seriam aptas a compor a espinha dorsal de uma esquadra por se tratarem de corvetas. . Jakall, “gostaria de saber se há espaço para uma matéria sobre… Read more »

Nonato

e esse condomínio.aí? prédio bonito…

edcarlos

O grande problema da Barroso, é que somente uma foi construida! O projeto é bom, a construção de segunda deveria ter iniciado no termino da primeira, já estaria pronta e operando. A falta de verba do inicio do projeto e a megalomania que contagiou nossa Marinha com o ProSub e ProSuper, cegaram nossos comandantes. No entanto, segundo consta o projeto da Classe Tamandaré contemplará quatro novas corvetas. Eu considero pouco, se dez fossem construidas já seria ótima para a MB.

Saudações!

BrancoF-16

pedro possa ha não muito tempo atras, discutimos com um bom impeto sobre os meios da MB que poderiam estar disponíveis ou rapidamente posto em disponibilidade caso surgi-se a necessidade, não recordo exatamente em qual poste foi a discussão, lembro apenas, que como consequência desse post surgiu o post com o titulo: Marinha do chile o exemplo a ser seguido ??? além do posto com a foto de vários meios ancorados na base naval do Rio de Janeiro e no AMRJ. Aos mais entendidos desculpe se utilizei alguns termos errados para me expressar. Mais tentando responder sua pergunta se me… Read more »

W.K.

Edcarlos.
.
Eu já desisti de tentar entender a MB.
.
-Tem um Nae que só serve para ostentar que tem.
-Compram Scórpenes, sendo que recém havíamos comissionado a classe Tikuna e os Tupi são dos anos 80-90.
-Sonham com um submarino nuclear, que é caro, quando mal conseguem operar o que tem.

Nonato

Não é difícil entender.
Existe algum dinheiro.
Que agora acabou…
Aí como o Brasil é um país Grande quer ter poderio…
Pensa, pensa, pensa. Não tem dinheiro.
No fim das contas, é grande mas pode ter muito ou não ter nada…

Bardini

Nunca parei pra colocar uma Barroso e uma Niterói em escala e comparar suas medidas, mas a Barroso me parece uma cópia em escala do projeto da Niterói.

Fernando "Nunão" De Martini

“Bardini em 29/03/2016 às 0:46 Nunca parei pra colocar uma Barroso e uma Niterói em escala e comparar suas medidas, mas a Barroso me parece uma cópia em escala do projeto da Niterói.” . Bardini, boa tarde. . Na verdade, a Barroso deve muito de sua disposição interna e geral à classe Inhaúma, da qual descende, mas a própria Inhaúma já tinha muitas das soluções da classe Niterói (que por sua vez era praticamente uma “versão aumentada” da Tipo 21 inglesa). A diferença externa mais visível entre Niterói e Inhaúma ficava por conta do posicionamento do radar de busca combinada,… Read more »

Carlos Alberto Soares

Santiago Tremps Pena 28 de março de 2016 at 16:52
_______________________
Bienvenido Santiago y Jordi, muy buenas fotos.
Por favor enviar más asuntos de interés militar.
Gracias y mucho gusto.

Carlos Alberto Soares

Colegas, imagens em slide …. vale a pena, muito bonito e uma parte da história:
http://www.portdebarcelona.cat/es/web/arxiu-fotografic/inici

rogério rufini

é triste ver um navio desse porte, que não possui um sistema de defesa anti aérea no minimo de curto alcance, pelo menos lançadores lançadores Simbad RC, que ao que parece é barato e de fácil adaptação

Ramon

Bom dia a todos, Uma coisa sempre me deixou pensativo, se alguém puder me responder agradeço: Este Navio, bem como os demais escoltas da MB que tem lançadores de exocet à meio navio transversalmente (Classe Niterói e Inhaúma), sempre vi somente com 4 lançadores, isto é, 2 pares, para lançamento em salvas duplas (pois isto aumenta a probabilidade de acerto para 95%). Mas isso dá no máximo 2 engajamentos por navio, o que considero muito pouco, considerando que são navios com porte (Inhaúma/Barroso – em torno de 2.000t / Niterói – em torno de 3.500t) que, apesar de pequeno poderiam… Read more »

Bardini

Pela planta 3d que a MB andou divulgando, cabem tranquilamente doisa lançadores de quatro mísseis na Tamandaré e Sea Ceptor, poderiam ser 32. Difícil é ter dinheiro pra fazer o navio e depois colocar os dentes…

Dalton

Ramon… muitos navios “menores” são especializados, porém, não suportam mar grosso, tem menor alcance, não possuem helicópteros orgânicos, sensores pouco capazes, etc, então não se deve pensar apenas no poderio ofensivo. . Também há uma questão importante que é o custo de um míssil…nunca há mísseis em quantidade necessária e/ou ideal para embarcar em todas as plataformas, ainda mais que mísseis também passam por manutenções e ficam assim indisponíveis; . Provavelmente navios com armamento “completo” sejam aqueles que potencialmente possam entrar em combate, estejam ou sejam enviados para áreas críticas, façam parte de alguma aliança militar com todos os direitos… Read more »

Bosco

Rogério,
O canhão de 40 mm é plenamente apto à defesa de curto alcance (de ponto), com capacidade antimíssil (limitada ???). Ainda tem o canhão Mk-8 de 114 mm com alguma capacidade antiaérea.
O fato de não ter míssil não quer dizer que o navio é totalmente indefeso em relação às ameças aéreas.
Agora, devo dizer que um par de lançadores de mísseis Mistral seria muito bem vindo.

Bosco

Em relação ao armamento defensivo de navio, mais especificamente ao armamento de defesa de ponto com capacidade antimíssil, deve ser revolucionado num futuro próximo tanto pela entrada em operação de armas de energia direta (laser) como por minimísseis interceptadores, como o EAPS, que com 2,5 kg e lançamento vertical terá capacidade de interceptação de mísseis a 4 km de distância.
Centenas poderão ser levados por navios, e será um concorrente bem forte em relação aos canhões na defesa da camada mais interna.
http://www.lockheedmartin.com/content/dam/lockheed/data/mfc/documents/eaps/mfc-eaps-brochure.pdf

Clutter

Amigo Ramon; Os mísseis GSup são encapsulados em recipientes externos que isolam da umidade, salinidade, impermeabilização e da poluição, bem como radiação solar, mas instalado no convés de uma fragata não pode proteger ou movimento ou vibração, razão pela qual o MTBF (tempo médio entre falhas) ou o tempo de média aritmética entre as falhas do sistema diminui … eles armazenados em um armazém, em tempo de paz e baixo nível de alerta, são melhores … em tempos de crise todas as fragatas levaria a sua quota de munição completa. Isso acontece em quase todas as marinhas do mundo. Amigo… Read more »

XO

Bardini, realmente a V34 lembra um pouco as FCN, principalmente pelo desenho da proa… diminui bastante o embarque de água… o 4,5″ e os MR agradecem…
Bosco, sim, o 40mm da V34 tem uma capacidade antimíssil, mas limitada… já o 4,5″, embora possa ser empregado em modo AA, acho dificil acertar algo (o alcance máximo eficaz é curto, a cadência de tiro não é alta), principalmente MSS… mas não daria mole prá ele, se fosse aviador, rsrsrs… abraço a todos…

Bardini

Buenas, Nunão.
.
Só pra ter uma base, antes de me aventurar nesse desafio ai… Quanto tempo levou? E essas ai foram impressas em uma A4?

Fernando "Nunão" De Martini

Bardini, você pode imprimir em A4 ou A3, mas eu recomendo A4 – dá mais trabalho para as peças pequenas, mas o equilíbrio entre tamanho do modelo final e nível de detalhamento fica bem melhor. . Quando desenvolvi esses modelos para papel, há quase 10 anos, tentei facilitar ao máximo a montagem, mas ainda assim as peças pequenas (radar de direção de tiro, alças, turcos, lanchas, lançadores de mísseis e torpedos) não são fáceis. . A Barroso é mais fácil de montar, sugiro começar por ela. Algumas horas de um sábado para casco, superestrutura e peças maiores, e outras tantas… Read more »

Ramon

MO, Bardini, Dalton e Clutter,

Obrigado pela resposta…
Entendi então que tanto a Barroso, Niterói ou Tamandaré podem, se necessário for, levar 8 MSS, correto?

SDS

XO

Ramon, os painéis tem canais suficientes para 8 MSS… no caso das CCI, são apenas 2 plugs por lançador, então seria necessário mudar a conexão para os MSS instalados na parte superior… confesso que nào sei se o mesmo ocorre nas outras classes citadas… abraço…

Lucas Silva

Tecnicamente, seria possível instalar um lançador de mísseis Aspide 2000 acima do hangar da Barroso e das Inhaúmas? Será que o ganho compensaria a alteração (caso fosse possível)?

Bosco

Lucas, Instalando um “Albatroz” (Aspide) na Barroso sobre o hangar seria como cobrir a cabeça e deixar os pés descobertos. Mesmo com um sistema competente como o Albatroz, com capacidade de defesa de área curta, ainda seria preciso um sistema de defesa de ponto. O ideal para substituir o Trinity seria um sistema como o RAM, que faz bem o papel de defesa de ponto. Houvesse um RAM no lugar do canhão de 40 mm e dois canhões de 20, 25 ou 30 mm lateralmente para prover defesa contra ameaças assimétricas e já seria um bom incremento na defesa antimíssil.… Read more »

Bosco

MO,
“Leiamento de pensatura”. rsrsrsss

Bosco

As Inhaúmas já têm os dois canhões e poderia receber um lançador Albatroz sobre o hangar (se fosse possível) sem comprometer a defesa de ponto. Restaria saber onde colocar o radar iluminador e se o radar DT à vante pode operar no modo “iluminação” para o Aspide.

Souto.

Afinal nada do cv Julio de Noronha,Jaceguai e Inhauma?

Fernando "Nunão" De Martini

Não, Souto, aparentemente nenhuma novidade em relação à última vez que você perguntou, dez dias atrás.

Bardini

MO,
.
Não sabia dessa de “plano”, valeu…
.
Souto.
.
Tava demorando…

XO

Bosco, o Navio teria de manobrar para “desmascarar bateria”, caso a fonte de dados fosse o DT AV… ou o míssil teria de corrigir muito a trajétoria, gastando energia… resumindo, para termos um SAM nas CCI (na popa, provavelmente), seja ele qual fôr, seria necessário passar a EOS para o local onde está a OFD AR e instalar um RTN da vida… agora, mas onde seria o paiol ????? Não lembro de haver espaço interno disponível… abraço…

Lucas Silva

Detalhando melhor: O Albatroz poderia ficar onde fica o Trinity (na Barroso), e poderíamos instalar um segundo DT atrás do lançador, mais acima, assim como fica a EOS atrás do Trinity. Claro, ambos DTs deveriam ser compatíveis com os Aspide. Bosco, se fosse o caso, poderíamos pensar em talvez substituir o MK8 por um 76 ou 57mm, assim não comprometeríamos tanto a defesa de ponto. Já havia pensado no RAM, mas considerando que já utilizamos o Aspide, e que devemos ter um estoque deles (li em algum lugar que a MB comprou mais de 100), poderíamos equipar as corvetas sem… Read more »

XO

Lucas, sem querer “cortar a proa” do Bosco, penso que o lançador ficaria em um local muito alto e, dependendo da conteira, quando fosse lançar o míssil, os gases iriam exatamente para o radar DT… abraço…

Bosco

Lucas,
Sem dúvida!
Substituindo o Mk-8 por esses canhões citados (57 mm e 76 mm) não haveria comprometimento da defesa de ponto.

Valeu XO!
Sem dúvida precisaria de uma segunda DT pra não comprometer o desempenho. Voltado pra ré o lançador estaria sem cobertura de um radar e pra vante o míssil teria que manobrar, o que comprometeria muito o desempenho. Apenas num engajamento lateral é que haveria o desempenho por inteiro do míssil Aspide.

Fernando "Nunão" De Martini

Meu pitaco: . Não faz sentido algum, a meu ver, tentar equipar a corveta Barroso (ou mesmo as remanescentes da classe Inhaúma) com um sistema de mísseis antiaéreos em lançador conteirável definido há mais de 15 anos para um programa de modernização das fragatas classe Niterói, e que está na curva final de sua vida útil. Foi bom para a classe Niterói há 15 anos (dentro do que era possível com as verbas existentes), mas não seria bom hoje. . E, como o próprio XO apontou, nas corvetas provavelmente essa solução levaria a um excesso de peso em posição elevada… Read more »

Juarez

A realidade político econômica, no meu entender não permitirá que os próximos cinco anos a MB sequer compre um Gururu, que dirá as Corvetas classe Tamandaré que podem custar algo como 400 a 500 milhões de dólares. A alternativa seja talvez investir na Barroso e nas três Inhauma que sobraram, e um sistema de defesa de ponto faz-se necessário, e eu acredito que no quesito custo benefício e que implicaria em menos modificações seria o Sea Ram, até porque já tem seu próprio DT. Lá adiante, quando da baixa dos navio poderiam ser transferidos para os NDDs e até mesmo… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Exatamente, Juarez. Mesmo gastando-se hoje com armamentos modernos nas corvetas atuais (nesse caso estou falando da classe Inhaúma), estes sistemas como canhões novos de 76 ou 57mm, células de Sea Ceptor, ou alternativamente Sea RAM, radares 3D etc poderiam ser transferidos depois das baixas dos navios para mais um tempo de serviço em novas corvetas ou outros navios a serem incorporados. Isso é prática comum mesmo em marinhas “ricas”, e otimiza recursos. A Alemanha mesmo, se não me engano reaproveitou lançadores e mísseis MM38 Exocet dos CTs classe Hamburg que davam baixa para instalar nas fragatas classe Brandemburg que substituíram… Read more »

Juarez

Também seria uma alternativa de baixíssimo custo e que melhoraria um pouco a defesa de ponto. Eu citei o canhão de 76mm, porque , pelo que se lê por aí,, seria o armamento de tubo principal das corvetas classe Tamandare. Outra coisa que me ocorreu é o seguinte: Poderia se retirar os canhões Bushmaster 25mm dos três Amazonas e coloca-los no lugar dos 40/70 das Inhauma, se fosse possível adapta-los aos DT de tiro e as EOs,e adicionando os reparos Simbad do Nae SP com uma alça EO conforme o Nunão sugeriu. No lugar dos 25mm nos Npaoc seriam colcoados… Read more »

Alexandre Galante

Pessoal, esqueçam as Inhaúma, estão condenadas.

Juarez

Todas????

G abraço

Bardini

http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/inhauma-ciws-phalanx.jpg
.
“Só” colocar um Sea RAM no lugar do Phalanx. Depois que as Inhaúmas se forem, coloca-se estes lançadores no NAe ou NT… Opção não vai faltar na esquadra.

souto.

Galante as cv classe Inhauma ,voçe pode nos falar mais sobre elas?

Lucas Silva

Bosco, XO e demais, obrigado pelos esclarecimentos…

Talvez, economicamente e tecnicamente falando, a solução mais viável seria apenas a troca dos canhões. Um 76mm Strales com munição guiada DART já daria um novo fôlego. Simbad RC ou Sadral também seria uma boa opção.

Mas se, assim como o Galante falou, as inhaúmas estão condenadas, não compensaria gastar dinheiro que nem temos nestes navios…

Abraços

XO

Prezados, na parte externa, nao haveria muita necessidade de obras… o que preocupa seria o rearranjo interno… embora seja corveteiro de coracao, nao acho que havera muito espaco e recursos para modernizacao do sistema de armas das CCI… gostaria de ver adiante um projeto de substituicao dos SeaWolf pelo Barak e a atualizacao do sistema de dados taticos da F49… a 46, infelizmente, precisa de mais manutencao para chegar na Marca da Vida… abraço…

XO

Lucas, uma ideia seria retirar os 40mm e substitui-los por lancador do Mistral… e o 4,5 pelo 76mm,embora seja fa de carteirinha do Mk. 8… abraço…

Lucas Silva

XO, acredito que esta seria a solução menos custosa e mais “fácil” de se implementar, do ponto de vista técnico.
Também sempre sonhei em ver uma modernização dos navios restantes da classe Greenhalgh. Não fosse a idade avançada destes meios e a provável falta de peças de reposição, acredito que seria uma ótima solução do ponto de vista custo/benefício.

Abraço.

Luiz Monteiro

Prezados,

Não há previsão de modernização no armamento das CCI. Se fosse para ocorrer alguma modernização, deveria ter ininiciado com a Júlio de Noronha, que passa por PMG.

Para tornar realidade as corvetas Tamandare, só com financiamento externo.

A realidade de hoje (isso pode mudar, mas estou falando da realidade atual) obrigará a MB a recuperar a capacidade operativa dos meios, tentando manter o nnúmero atual de escoltas. Todavia, 11 dos 12 navios se aproximam, inexoravelmente, do final de sua vida útil.

Abraços

Bardini

Se a FAB tivesse recauchutado os Mirage, estaríamos discutindo quem levaria o F-X2 até hoje…

Bardini

MO,
.
Não entendi a estranheza, boa parte dos NT hoje contam com CIWS.

Wellington Góes

Bem, eu já dou como favas contadas as Inhaúmas, então bola pra frente. – Entretanto, com a não possibilidade de se levar a frente o projeto das Tamandaré, sou favorável a se usar o projeto da Barroso com algumas modificações para se chegar a uma maior capacidade AAe. Uma dessas modificações é reduzir o número de tripulantes, aliás, questão esta que durante uma Euronaval não havia gerado muitos interessados no projeto Tamandaré (que deve ser o mesmo problema na Barroso). Qualquer outro projeto, ou mesmo um reprojeto destes navios, a redução do número de tripulantes deveria estar em voga, com… Read more »

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