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UNIFIL tem Fragata ‘Liberal’ como novo Navio-capitânia

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Brasília, 20/09/2016 – O 12° Contingente da Força-Tarefa Marítima, da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FTM-Unifil), recebeu na última quinta-feira (15) a Fragata “Liberal” (F43) como seu novo navio-capitânia. A cerimônia de passagem de função entre os navios ocorreu no porto de Beirute a bordo da Fragata “Independência”, navio substituído, e foi presidida, pela primeira vez, pelo Deputy Force Commander da Unifil, general Sandeep Bajaj, do exército da Índia.

A FTM-Unifil, ativada desde 2006, possui o Brasil como líder desde 2011. A missão ocorre por meio do mandato da Organização das Nações Unidas (ONU). Atualmente ela conta com cinco países, além do Brasil, que contribuem com navios, como a Alemanha, Bangladesh, Grécia, Indonésia e Turquia.

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O almirante Claudio Henrique Mello de Almeida, atual comandante da FTM-Unifil recebe autoridades na chegada da Fragata Liberal.

A Marinha do Brasil mantém uma fragata na costa libanesa com o objetivo de impedir a entrada de armas ilegais e contrabandos no país árabe, bem como contribui para o adestramento da Marinha do Líbano. As substituições de Navios-capitânia e Estados-Maiores ocorrem a cada seis meses. O atual comandante da FTM-Unifil é o almirante Claudio Henrique Mello de Almeida e quem assume o comando da nau-capitânia Liberal, que lidera esta missão por seis meses, é o comandante Ricardo Silveira Mello.

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Fragata Liberal e helicóptero AH-11A Super Lynx

A Nau-capitânia
A Fragata “Liberal” é uma das seis fragatas da classe Niterói da Marinha do Brasil e, no Líbano, irá operar com cerca de 300 tripulantes. Desse total, o comandante do navio irá contar com um grupo de mergulhadores de combate e militares do Corpo de Fuzileiros Navais, além de um destacamento aéreo embarcado e uma aeronave AH-11A – Super Lynx.

A solenidade de transferência contou com as presenças do embaixador do Brasil no Líbano, Jorge Kadri; do chefe de Gabinete do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Joése de Andrade Bandeira Leandro; e do comandante da Marinha do Líbano, almirante Majed Alwan, além de autoridades locais e representantes dos países componentes da Missão.

Na ocasião, o embaixador Jorge Kadri foi condecorado pelo almirante Leandro, com a Ordem do Mérito da Defesa, no grau de Grande-Oficial.

A Fragata “Independência”, navio-capitânia substituído, já retornou para o Brasil com previsão de chegada, na Base Naval do Rio de Janeiro, para outubro deste ano.

Fragata Independência retornando para o Brasil
Fragata Independência retornando para o Brasil

FONTE: Assessoria de Comunicação Social (Ascom) do Ministério da Defesa

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Delfim Sobreira
Delfim Sobreira
3 anos atrás

OFF – Alguém sabe se isso é verídico ? Me enviaram, é de arrepiar : . “Os navios de guerra russos estacionados nas águas costeiras da Síria atingiu no alvo e destruiu uma sala de operações militares estrangeira, matando mais de duas dezenas de oficiais de inteligência israelenses e ocidentais. Vários oficiais dos Estados Unidos, Turquia, Arábia Saudita, Catar e britânicos também foram mortos, juntamente com os oficiais israelenses. Os oficiais estrangeiros que foram mortos na sala de operações de Aleppo estavam dirigindo ataques dos terroristas em Aleppo e Idlib “. Os navios de guerra russos estacionados nas águas costeiras… Read more »

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
3 anos atrás

http://www.haaretz.com/
Até as 22:38 H Brasília, nada

Humberto
Humberto
3 anos atrás

Olha, se isto aconteceu, todos vão negar, Israelenses com militares da Arabia Saudita e do Catar? Corre a lenda que Arabia Saudita e Israel apesar de ser publicamente hostis possuem vários interesses em comum (como o Ira). No mais Israel não iria deixar passar barato uma operação destas, creio que nem os Americanos ou os Britanicos também iriam deixar passar em branco.Temos que lembrar que a pouco tempo a Turquia andou mostrando os dentes para os russos.
Ou seja, não me parece plausível.

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
3 anos atrás
Juarez
Juarez
3 anos atrás

Bons ventos a Lili, e já sabem, fiquem longe dos Russos, em caso de dúvida atirem em antes e perguntem depois. Se por acaso o pau comer geral aproem para Haifa, ou procurem a CSF americana, grudem no PA e rezem para São Thomé.

G abraço

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
3 anos atrás

Esconder isso em Israel ? USA ? GB ?
Difícil heim

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
3 anos atrás

Voltando ao tema:
Como voltam as Niterói depois de 6 meses no Líbano ++ ida e retorno ?

Souto.
Souto.
3 anos atrás

Amigos fragata defensoratermina seu PMG esse ano?
a cv Julio de Noronha parace que esta em testes de mar é isso???

sergio ribamar ferreira
sergio ribamar ferreira
3 anos atrás

Ainda não entendo o por que enviar navios tão velhos em missões que envolvem certa periculosidade? Por que não se constrói pelo menos três dessas embarcações modernizadas ou corvetas “leves” de apoio,( caso não comprem algumas, pois mercado existe) alguns submarinos da classe Tupi podem se r construídos , não precisam ser muitos, caso vão para o IKl206 A e chega de megalomania. Alguns vão apresentar questões de orçamento. Respondo: enxuguem a máquina de gastos.(Caso não consigam fragatas, corvetas, sugiro submarinos “costeiros de ataque de 1200 toneladas ou até mil). Sobre O São Paulo, retirem o que puderem e façam… Read more »

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Carlos,a elas fazem em seis meses o que levam seis anos aqui em dias de mar, para um bom entendedor e sei que tu és, está infobasta.

G abraci

Dalton
3 anos atrás

Sergio… são navios velhos, porém, passaram por uma boa modernização iniciada no fim dos anos 90, portanto eram e continuam sendo os navios mais capazes da marinha e a mais antiga das 4 que estão no rodízio tem 38 anos, nada de muito excepcional e até mesmo a US Navy já decidiu que seus Arleigh Burkes IIA terão que durar 40 anos …boa sorte para eles, irão precisar ! . As fragatas que se dirigem ao Líbano não passam os 6 meses lá navegando sem parar…elas passam por manutenções de rotina também, não vejo um desgaste tão maior assim. .… Read more »

Jodreski
Jodreski
3 anos atrás

Amigos, até quando teremos que cumprir essa missão no Líbano? Ok assumimos o compromisso e agora fica até feio sair de mansinho, mas alguém sabe quando abre a janela para não termos mais que cumprir essas missões? Imagino como devam estar os motores dessas escoltas, sendo levados ao limite, fora que a manutenção deles é extremamente complicada. MB corre um sério risco de ficar sem escoltas em um futuro bem próximo! Quem planta areia come poeira né Almirantado? Vocês afundaram a MB, uma salva de palmas á incompetência de militares tão estrelados!

MO
MO
Reply to  Jodreski
3 anos atrás

Motores levados ao Extremo ??? uma OHP americana ???

Manutenção extremamente complicada ??? Não é um fusca,mas tbm não é um motor de dobra …. Tem certeza que vc sabe sobre o que vc esta afirmando ?

Adestramento funciona como, RRJ x VIX x SSZ x RRJ, pais verde, pais azul ??? por favor reflita um pouco …..

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
3 anos atrás

Sinceramente, às vezes não entendo certos comentários no blog!!! Se os navios ficam parados na BNRJ o pessoal reclama que a MB nao treina seus tripulantes. Se participamos de uma missão longe da base, com toda uma logística complexa, operando em um TO complicadíssimo desses, o pessoal reclama, eita que tá difícil!!! Bravo Zulu a Liberal!!! Marinha!!! Do Brasil!!!!

Dalton
3 anos atrás

jodreski… a situação econômica do Brasil está ruim e não é de agora, portanto não é culpa do “Almirantado” se a situação chegou onde está…não digo que a marinha não cometa erros, aliás, nenhuma marinha é perfeita, mas, a culpa certamente não repousa sobre os ombros do comando da marinha. . Também não acho, por exemplo, que a FAB esteja tão melhor…irá receber dentro de alguns anos o Gripen E para finalmente substituir seus cansados F-5M pouco disponíveis e que ainda precisam exercer a função dos Mirage 2000 que igualmente eram pouco disponíveis nos poucos anos que operaram e os… Read more »

MO
MO
Reply to  Dalton
3 anos atrás

Dalto, hoje tem invazaum da Sapiencia … kkkkk … rindo muito … kkkk, ja vi uns 5 coments top punk metalcom molho especial … kkkkkk

Ednardo de oliveira Ferreira
3 anos atrás

Segue link para interessantíssimo mapa que descreve as unidades militares na Unifi, onde estão e qual sua missão.

http://www.un.org/Depts/Cartographic/map/dpko/unifil.pdf

Neste aqui tem detalhes dos países que participam e o que colocam de tropas;

http://www.un.org/en/peacekeeping/resources/statistics/contributors.shtml

Ednardo de oliveira Ferreira
3 anos atrás

A Unifil seria composta por 6 navios, de 6 países: Brasil (liderança), Alemanha, Bangladesh, Grécia, Indonésia e Turquia.

No site da Unifil tem inúmeros dados complementares sobre a composição das tropas distribuição e missões:

http://www.un.org/en/peacekeeping/missions/unifil/facts.shtml

merece destaque um mapa que tem a origem, composição e disposição das tropas:

http://www.un.org/Depts/Cartographic/map/dpko/unifil.pdf

Mauricio R.
3 anos atrás

Talvez os “Arleigh Burkes IIA” não sejam um bom exemplo,quem sabe os “Ticonderoga”, exemplifiquem melhor o que é manutenção em navios mais antigos.

Mauricio R.
3 anos atrás

No mais “Boroc” o eterno, segue firme e forte.

Dalton
3 anos atrás

Sim Maurício…mas…o ponto é que a US Navy não tem recursos para receber tantos novos navios então o jeito é fazer os que existem durar mais e isso também será válido para os navios anfíbios que deverão durar pelo menos 40 anos e isso exigirá mais manutenção e mais custos. . Quanto aos “Ticonderogas” o que a US Navy queria era retirar metade deles, 11 unidades e tripula-los com uma tripulação mínima e gradualmente revitaliza-los para que pudessem substituir os 11 que permaneceriam na linha de frente a medida que estes fossem descomissionados, postergando o máximo possível novas aquisições, ou… Read more »

kfir
kfir
3 anos atrás

SIRIA E CIA
.
ISRAEL soltando bomba com aviões submarinos misseis etc
Russos soltando bomba com porta aviões e até porto etc
EUA soltando bombas com tudo que sabemos e etc
Turcos soltando bombas agora com tropas no chão
exercito ASSAD
estado islamico
forças curdas
iran
Arabias
.
.
.
E NOS ESTAMOS LÁ COM UM NAVIUZINHO….

Bardini
3 anos atrás

Não dava pra ter colocado um Simbad do Opalão no lugar daquele BOROC?

Renan
Renan
3 anos atrás

Tenho uma duvida, quando operacional qual era a função do BOROC?

Renan
Renan
3 anos atrás

Obrigado pela resposta Galante, mas me surgiram outras questões, porque este sistema deixou de ser operacional? Ele ainda não seria útil no combate as submarinos atualmente?

Renan
Renan
3 anos atrás

Entendi, mas me estranha muito que a MB não tenha substituído ou pelo menos planejado substituir esse sistema durante a modernização das Niterói.

wwolf22
wwolf22
3 anos atrás

sera que os operadores de radar da Liberal estão aprendendo algo de novo ????
os cacas israelis ainda fazem “manobras de ataque” nos navios da ONU ??

Souto.
Souto.
3 anos atrás

Nada sobre a fragata defensrora e a cv Julio de Norronha?

Jodreski
Jodreski
3 anos atrás

Dalton… O montante que a pasta da defesa recebe anualmente (em termos brutos) não é pouco! Eu sei que a pasta vem sofrendo vários cortes nesses últimos anos e isso impacta diretamente os projetos das 3 forças. Porém eu acho que é preciso sim olhar para fora do Brasil onde países com orçamentos muito parecidos com o nosso atual conseguem ter forças bem mais capazes e mais bem adestradas do que as nossas. É nesse ponto que eu culpo os comandantes das 3 forças! Com certeza a culpa não é dos praças! Alguém tem que assumir essa conta (que na… Read more »

MO
MO
Reply to  Jodreski
3 anos atrás

Não são Jodreski, mas e ai deixa o navio de bibelot então ? (Deixando claro que EU acho o maior atraso de vida estes navios da MB, por mim a Mk 10 (este “amor incondicional”) a elas bloqueou qualquer tentativa pratica de renovação de escoltas e que em termos metaforicos estas jacas vão ficar 278 anos na ativa Modfrag que deu pouquissimo ganho prático, capengas no ASW, temerarias no AAW e ccom relativa capacidade ASuW, se não as emrega las em algo pratico, acho (eu) que é um meio meio caro para navio de representação … Estas comissões estãodando as… Read more »

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
3 anos atrás

Kfir, a UNIFIL Não tem nada a ver com Síria!! Se
Informa meu rapaz!!! Leia a Revista Forças de Defesa!!!

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
3 anos atrás

MO
Resumindo:
Não é UNIFIL,
é TAMUFU !

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Dalton, elas estão fazendo quatro dias de mar por semana em média, estão sugando ciclo de motor, ciclo de grupo gerador, em fim de equipamentos de mantenimento como bombas hidráulicas, dessalinizadores, tudo full, estes navios tem quarenta anos, não aguentam este tranco.

G abraço

sergio ribamar ferreira
sergio ribamar ferreira
3 anos atrás

Sr. Dalton concordo com o que diz, porém como eliminar gastos desnecessários para termos pelo menos uma MB adequada. Ainda sou pelos subs costeiros IKL como solução intermediária e algumas corvetas. Será que há uma falta de gerenciamento na condução de projetos. Há muita megalomania e menos solução. quanto as fragatas, sei que foram modernizadas, mas ficarão até quando? Nossos mestres navais estão envelhecendo ,se aposentando ou já se foram para além “Mar”. Peço desculpas pelos erros e solicitarei sempre esclarecimentos. Abraços.

Dalton
3 anos atrás

Juarez… tenho lido sobre “Udaloys” fazendo uso daquele rebocador que sempre acompanha os navios russos em missão…fragatas classe Oliver Perry quando ainda estavam em serviço, “apagando” logo depois de sair da base, novos T-45s e LCSs com problemas de propulsão e missões tendo que ser canceladas, problemas que terão e serão corrigidos, mas, me parece que as “Niteróis” graças ao ModFrag tem cumprido suas missões, mesmo elas beirando os 40 anos…a Niterói já completou 40 anos, mas, ela, não está participando do rodízio. . Sem dúvida as fragatas que estão na UNIFIL estão navegando mais, mas, será que as patrulhas… Read more »

Dalton
3 anos atrás

Sergio… não há recursos no momento nem para novas corvetas que quando saírem do papel serão na verdade fragatas leves muito necessárias para complementar as fragatas maiores que mais cedo ou mais tarde também serão adquiridas…o que não se deve fazer é sair comprando só porque é barato pois tais aquisições teriam que permanecer em serviço por muitos anos dificultando novas e mais necessárias aquisições. . Quanto a submarino costeiro o que entendo por um é um submarino até menor que os atuais que a marinha possui , de qualquer forma, já estão sendo construídos e/ou encomendados 4 unidades da… Read more »

Jagderband#44
3 anos atrás

Deveriam mandar um Rbam a Imperial Marinheiro para esta missão. =D

Jagderband#44
3 anos atrás

Obs.: Rbam OU a Imperial Marinheiro.

Jodreski
Jodreski
3 anos atrás

Dalton Eu entendi sua linha de raciocínio sobre o São Paulo, ela tem muita lógica, mas mesmo assim eu não concordo. Acho que a MB tem que viver dentro de suas capacidades financeiras, e elas não comportam operar um NAe regularmente, se é para operar um porta aviões da maneira como operamos o Ex-Foch (praticamente como navio escola) então eu concluo o melhor é não operá-lo e não te-lo no nosso inventário, pelo simples fato de não termos capacidade financeira de dar continuidade a essa doutrina. Temos que entender que somos diferentes dos Chineses que operam hoje o Liaoning para… Read more »

Dalton
3 anos atrás

jodreski… seria muito chato se todo mundo concordasse comigo aqui 🙂 e talvez o NAeSP não vá a lugar algum mesmo, só que não é tão fácil livrar-se dele, a marinha brasileira terá que dar explicações ao congresso do mesmo modo que a US Navy teve que dar explicações ao não querer mais o então USS John F. Kennedy, que estava encostado em Mayport na Florida nos últimos 2 anos de vida…aqui no Brasil as coisas tendem a levar mais tempo, mas, também não há a mesma urgência da US Navy. . Quanto ao “quem tem um não tem nenhum”,… Read more »

carvalho2008
3 anos atrás

Perfeito mestre Dalton….

carvalho2008
3 anos atrás

é dificil falar do Nae SP sem uma boa figura de linguagem de projetos….isto se dá justamente por ser um dos “pacotes de equipamentos mais complexos de uma força”, pois em sintese, ele é uma base de operações, base de manutenção e oficinas, centro de comando, navio em si, etc….é um pacote de força aerea centrado em 40 mil toneladas de aço apenas… . Pode-se cancelar o SP, mas não é uma frase e nem mesmo uma simples cifra… . Representa o cancelamento de dezenas de projetos e subprojetos, equipes, cadeias de operação e tudo o mais…. . É por… Read more »

XO
XO
3 anos atrás

Acredito que a pior situação seja dos grupos motor gerador, pois não creio que os Navios estejam recebendo energia de terra… de qualquer forma, já existe a possibilidade de as FCN fazerem rodízio com outra classe… e não deve demorar…

MO
MO
Reply to  XO
3 anos atrás

FCG XO ?

FAbio
FAbio
3 anos atrás

XO seria as fragatas Greenahlg ou fragatas compradas?

_RJ_
3 anos atrás

A impressão que eu tenho sobre os meios navais construídos no Brasil é uma sucessão de erros e acertos (baseando-me apenas no que leio, e em minha opinião pessoal). Peço que os entendidos me corrijam (me esclarecendo), pois eu sou só um curioso no que tange os navios: 1) As Niterói foram um projeto fantástico para a época e se acertou bem o dimensionamento do navio, tanto que cumprem suas missões até hoje (já para um projeto novo faz falta um heli maior ou até dois, pois um navio novo deverá durar mais uns 40 anos no mínimo) 2) As… Read more »

Dalton
3 anos atrás

Quanto ao “rodízio” a corveta Barroso já participou da “UNIFIL” no ano passado e mesmo uma quarta “Niterói” a “Independência ” foi incluída e enviada no início do ano o que me torna cético quanto a inclusão de uma “Greenhalgh” a partir de 2017 …resta saber se os planos para retira-las de serviço permanecem sendo 2019 e 2020.

Dalton
3 anos atrás

RJ… não houve megalomania ao se optar pelo “Scorpene”…continuar construindo “Tupis/209” seria um atraso…uma alternativa seria partir para outro modelo alemão, o Tipo 212 e sua versão para exportação o 214 que foi concorrente do “Scorpene” e acabou perdendo por uma série de fatores, não por ser inferior ao modelo francês. . Quanto a sua pergunta se 40 anos é muito para um navio, a resposta é sim, mesmo nas marinhas com pouco recursos, já que revitalizações/modernizações saem mais baratas que adquirir um navio novo. . Provavelmente veremos “Niteróis” alcançarem os 45 anos e até mais, principalmente com o retorno… Read more »

XO
XO
3 anos atrás

Bom dia… está em estudo a mudança da faixa de Comando dos NPaOc para CF… e sua entrada no rodízio para a UNIFIL… abraço…

Dalton
3 anos atrás

Verdade XO…o “Apa” esteve por lá levando peças para a fragata “União”, mas, não deixará de
haver uma degradação das funções visto a maior capacidade de uma fragata e mesmo da
“Barroso” principalmente no papel de navio capitânia.
.
abraços