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Armada Chilena seleciona sistema de combate da Lockheed Martin Canada

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Fragata Type 23 Almirante Condell, da Armada do Chile

Com base em seu legado de 30 anos como integradora de sistemas de combate para a Royal Canadian Navy, a Lockheed Martin Canada anunciou hoje que fechou o contrato para substituir os sistemas de gerenciamento de combate das três fragatas Type 23 da Marinha do Chile.

“Estamos entusiasmados com este contrato e estamos ansiosos para trabalhar com a Marinha do Chile e o ASMAR, estaleiro chileno, bem como forjar relações de longo prazo com parceiros chilenos para fornecer novas capacidades para a Armada do Chile”, disse Rosemary Chapdelaine, vice-presidente Para os Sistemas Rotativos e de Missão da Lockheed Martin Canada.

Após uma extensa concorrência mundial, esta seleção representa outra grande venda de exportação do inovador Sistema de Gerenciamento de Combate da Lockheed Martin Canada, o CMS 330. Chapdelaine acrescentou: “Tenho orgulho de dizer que nosso CMS 330 foi desenvolvido no Canadá pelos canadenses como resultado de nossos mais de 30 anos de experiência direta e conhecimento das operações navais canadenses e da OTAN “.

“Estou muito satisfeito por saber da seleção da Lockheed Martin Canada pela Armada do Chile, o que significa empregos de alto valor, sustentados em minha administração e crescimento significativo para a indústria canadense em geral”, disse Karen McCrimmon, membro do parlamento da Kanata-Carleton. “Tive a oportunidade de visitar a instalação da Lockheed Martin Canada em Kanata e vi em primeira mão o espaço de produção expansivo — gabinetes e consoles para o sistema de gerenciamento de combate da empresa construído e montado no local. Também tive a oportunidade de visitar o IMPACT Center, de inovação e trabalho de pesquisa e desenvolvimento. Essa seleção é um testemunho da inovadora tecnologia canadense e da engenhosidade e liderança que existem em Kanata”.

CMS 330 da Lockheed Martin

O CMS 330 e a capacidade de integração da Lockheed Martin de sistemas de combate do Canadá está provando o desempenho diário em fragatas modernas da classe HALIFAX do Canadá e o registro de sucesso continua a gerar atenção internacional como uma solução atraente para novos navios e upgrades de meia-vida. Em 2014, a Lockheed Martin Canada foi selecionada como o principal integrador de sistemas pelo Ministério da Defesa da Nova Zelândia para o upgrade de sistemas de combate das fragatas ANZAC. A empresa também foi selecionada como integradora de comando e vigilância para a nova frota canadense de navios de patrulha do Ártico/Offshore.

“A Lockheed Martin Canada é um empregador âncora em Halifax e Nova Scotia, e estou animado sobre o trabalho futuro que vem para os funcionários da Nova Escócia, como resultado desta mais recente exportação para o Chile. Os conhecimentos críticos e conhecimentos desenvolvidos aqui em apoio a programas navais-chave nos posiciona para o crescimento econômico contínuo. Estes empregos de alta tecnologia valiosos também atraem talentos de topo e oferecem oportunidades excepcionais para nossos graduados locais”, disse Mike Savage, prefeito de Halifax.

A seleção pela Armada do Chile agora coloca o CMS 330 da Lockheed Martin Canada em quatro classes de navios em três Marinhas diferentes. Esta última venda de exportação impulsiona a estratégia de crescimento da empresa, valida sua abordagem inovadora e colaborativa para a integração de sistemas de combate navais e agrega valor tremendo para futuros programas navais canadenses e internacionais.

DIVULGAÇÃO: Lockheed Martin

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diego
diego
3 anos atrás

A meu ver, á unica marinha séria da região sul das américas, o restante é só ufanismo do tipo: “$400 milhões para construir uma corveta de desenho nacional…”

UBoot
UBoot
3 anos atrás

“A Lockheed Martin Canada é um empregador âncora em Halifax e Nova Scotia, e estou animado sobre o trabalho futuro que vem para os funcionários da Nova Escócia, como resultado desta mais recente exportação para o Chile. Os conhecimentos críticos e conhecimentos desenvolvidos aqui em apoio a programas navais-chave nos posiciona para o crescimento econômico contínuo. Estes empregos de alta tecnologia valiosos também atraem talentos de topo e oferecem oportunidades excepcionais para nossos graduados locais”, disse Mike Savage, prefeito de Halifax. Parece o que debatíamos sobre as Corvetas e os patrulhas. Parece que todos veem o valor de empregos altamente… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Diego,
Todo país das dimensões do Brasil, se desejar se colocar como player global e garantir emprego e renda para sua população, um dia tem que começar.
Se o Brasil conseguisse reduzir a corrupção e aumentar a produtividade de sua mão-de-obra, talvez a gente conseguisse produzir uma corveta com melhor custo x benefício para o país.
Comprar tudo de fora, ainda mais de alta tecnologia, não nos faz diferentes dos índios que trocavam pau-brasil por espelhos…

Glasquis 7
3 anos atrás

UBoot O problema meu caro, está em que as marinhas e as armadas, não fornecem empregos nem mão de obra e muito menos desenvolvimento de tecnologias, o objetivo delas é fornecer dissuasão. Não adianta ter uma marinha que pensa em construir Submarinos, fragatas, corvetas, etc se não tem o mínimo de operacionalidade. A sua concepção aponta ao modelo que o Brasil emprega há muito tempo “a matinha do Brasil não é pra combater, é pra financiar o desenvolvimento de estaleiros, gerar empregos, desenvolver tecnologia e coisas assim.” Um absurdo desvio de objetivos. Foi assim com os Tupi, compra com TOT… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Em tempo, quando você projeta, desenvolve e produz algo, você pode se tornar o fornecedor das peças de reposição, prestar o serviço de manutenção, etc. Toda a cadeia logística gera emprego e renda no país, mantém a mão-de-obra qualificada empregada aqui (cessando fuga de mão-de-obra qualificada aqui para prestar serviços fora) e barateia os meios a serem utilizados por aqui mesmo. É um circulo virtuoso que, se tivesse começado nos anos 50/60, hoje já estaria se desenrolando em produção de escoltas como a tão desejada Fragata… Lembrando que a África, hoje, precisa muito mais de patrulhas que o próprio Brasil.… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Glasquis 7, Acabei te respondendo em parte, sem querer. A questão é: as FFAA não devem dar lucro, não devem gerar emprego, etc. Ok, porém elas precisam de meios, certo? Se você adquirir meios no exterior, quando poderia desenvolver e produzir aqui, você fatalmente estará gerando emprego em algum outro ponto, eventualmente um concorrente ou mesmo uma nação potencialmente inimiga. Se fosse só isso, estaríamos falando apenas de economia. A questão é: além de gerar emprego e renda lá, você também estará ajudando a manter e desenvolver a linha de produção de defesa daqueles países e, ainda, os auxiliando a… Read more »

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Se a MB na adm do “Imperador” e sua micolândia amestrada somada as voracidade da ORCRIM instalada no pais com sua sede por propina insaciável não tivesse embarcado em sonhos mirabolantes, as T 23 hoje poderiam ostentar o pavilhão nacional, mas só se ouvia falar por aí em Fragatas de 6.000 tons, NAes 50.000 tons, submarinos nucleares e não sei mais quais delírios, deu no que deu, e não foi por falta de aviso, mas naqueles tempos “escuros” ai de quem dissesse algo ao contrário, era queimado na fogueira imediatamente. Amigos, ter, comprar, ou até mesmo fabricar não significa poder… Read more »

Glasquis 7
3 anos atrás

UBoot “Se houve um ataque da Venezuela ao Brasil, como alguns imaginam ser possível, correríamos para baixo da saia dos EUA?” É o mais lógico a se fazer. “Compraríamos de que prateleira?” Nesta hipóteses específica não adiantaria de nada pois não há tempo hábil pra isso. Não existem meios navais a disposição pra comprar no mercado de usados e novos, teriam que encomendar e com certeza não estariam prontos antes do fim da guerra. Teríamos que nos virar com o que temos aqui que sabemos como está. Por sorte, acho que nesse ponto a Venezuela não está melhor nem tem… Read more »

sergio ribamar ferreira
sergio ribamar ferreira
3 anos atrás

Concordo com o Sr. Juarez. Agora é tentar fazer o feijão com arroz pois a carne boa foi devrada sobrou a podre. Pobre povo que vota em oportunista semianalfabeto e vagabundo e também vota em ordinários que há décadas dilaceram nossos cofres como aves de rapina. Tínhamos projetos que foram desmobilizados desde 1985 e enterrados definitivamente com o Governo Collor e de lá para cá só tranqueira.

Glasquis 7
3 anos atrás

Juarez,
Tão eloquente e sucinto naquilo que que eu tento explicar om tantos parágrafos.
A Marinha do Brasil está transformada numa marinha de baixíssimo índice de operação devido aos escassos recursos, recursos estes que se foram por ralos como os Tupi, os Scorpenes, etc.
Primeiro a Marinha tem que recuperar sua capacidade de combate. Quando isso ocorrer e só então, poderá sonhar com construção local, estaleiros lotados, mão de obra, balança comercial, etc.
Foco no objetivo. O resto vem depois.

zorannGCC
zorannGCC
3 anos atrás

Vamos lá: 1 – Não falta dinheiro – O orçameto para este ano, mesmo com todos os contigenciamentos, deve chegar perto do R$ 120 bilhões. Mesmo com a crise que enfrentamos, ainda somos o 10° país do mundo em gastos militares segundo o SIPRI (levando em conta o orçamento efetivamente gasto em 2016). O dinheiro é mail gasto. É gente demais; e mais uma vez os militares ficaram de fora de uma reforma da previdencia. A MB gasta mais de água, luz e telefone no AMRJ do que gasta com combustivel em seus navios. . 2 – A função da… Read more »

Dalton
Dalton
3 anos atrás

Juarez… . só lembrando que as 4 T-22s foram incorporadas à marinha brasileira entre 1995 e 1998, as fragatas classe Niterói foram modernizadas entre 1998 e 2006 , as 4 corvetas classe Inhaúma foram incorporadas entre 1989 e 1994, e ainda em 1994 foi batida a quilha da corveta Barroso. e havia ainda a esperança de que mais viessem a ser construídas, sem falar no batimento da quilha do submarino Tikuna em 1998 e um segundo da classe que seria chamado Tapuia a ser iniciado no início da década seguinte portanto não havia como pleitear a partir de 2004 as… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Juarez e Glasquis 7, parece que discordamos pouco. zorannGCC, 1. Concordo 100%. Já vi todo tipo de bizarrice pelo círculo superior, com motivos para festejar todos os dia. Chegou boy? Whisky. Vai reformar? Whisky… Tv de tela plana (Que na época era algo como plasma, caro e ninguém tem..), pcs mais leves que o meu notebook… Enfim, não faltava $$$. Se falar em custo de mão-de-obra, daí degringola. É o que eu digo: se o país não tem $$$ na área privada, não temos como bancar militares que não geram renda. A conta nunca vai fechar. 2. A MB não… Read more »

Chokoeater
Chokoeater
3 anos atrás

Uma outra observação, não temos que fabricar aqui o radar da BAe para as “Tamandaré”, se a Bradar não vende seus próprios produtos pra mais ninguém além de nossas próprias ffaa. Isso qndo vende. Temos que somar as nossas encomendas, as da própria RN paro o mesmo radar e ganhar em escala lá, tirando proveito da maior alavancagem deles. Por outro lado deveríamos investir em nossa própria plataforma de C2, que é aonde sensores e armas são integrados, podendo assim agregar valor a algum produto. Um desdobramento disto poderia ser uma plataforma de C2 não somente para nossos navios, mas… Read more »

_RR_
_RR_
3 anos atrás

Amigos, . Queiram desculpar, mas se for seguir a risca esse raciocínio de que “primeiro vem operacionalidade”, então nunca haveria industria de defesa em lugar nenhum do mundo… Todo mundo ficaria esperando alguém fazer alguma coisa pra depois ir lá comprar… . Evidente que uma força armada deve ter um mínimo de operacionalidade; não estou dizendo o contrário disso ( e é realmente prioridade ). Também não estou dizendo que a função de uma força armada seja fomentar industria e gerar emprego; é realmente uma falha de raciocínio. Mas desenvolver capacidade de produzir armas nada tem a ver com fomentar… Read more »

Ádson
Ádson
3 anos atrás

Jogaram BILHÕES lixo. BANDA despejou dinheiro na JBS para ser investido fora do país errando riqueza e empregos lá fora.Agora essa famigerada empresa sai do país levando seus lucros de agora em diante junto. Desejamos dólares na Venezuela, Cuba, Nicarágua, Bolívia, El Salvador, Angola, Equador, etc, tudo bem dizer a fundo perdido. Bem, se tudo isso tivesse sido investido em desenvolvimento de mísseis anti navio, torpedos, mísseis ar ar de curto, médio e longo alcance, tbem mísseis terra ar e navais com mesmos alcance, oito Tikuna ao invés de quatro Scorpenes, quarenta Macaé-mod, vinte cascos Tamandaré, sendo oito fragatas leves… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

_RR_, Perfeita explanação. “E daí que por vezes é necessário dar o ‘start’ inicial, mesmo que isso signifique dinheiro do contribuinte no setor privado. E isso poderá ocorrer a fundo perdido mesmo… ” Se durante 100 anos comprarmos de outros países, estaremos repassando dinheiro do contribuinte, que nem temos, para países estrangeiros. Se é investido aqui, a conta deve considerar que parte desses impostos retornam, os empregados são força de trabalho que gera emprego ao circular renda e, dessa forma, reduz a necessidade de gastos em outras áreas como saúde pública (desempregado não tem plano de saúde), segurança pública (não… Read more »

Mario
Mario
3 anos atrás

Só precisamos muitos navios de patrulha (baratos) e diversos nichos (com dois aviões cada) para os Gripen que rapidamente poderiam chegar aos navios de patrulha para suporte. Tudo bem perto da costa deste país. O Futuro é outra coisa.

Glasquis 7
3 anos atrás

RR “Queiram desculpar, mas se for seguir a risca esse raciocínio de que “primeiro vem operacionalidade”, então nunca haveria industria de defesa em lugar nenhum do mundo… Todo mundo ficaria esperando alguém fazer alguma coisa pra depois ir lá comprar…” Desculpe mais a ARCh faz isso com 8% do orçamento do Brasil e o faz muito bem. Mantem a mais poderosa e moderna frota da região com um alto índice de operacionalidade, constrói patrulheiros e tenta evolui-los pra tornar navios distritais em combatentes de superfície, mesmo que básicos. Cumpre o seu papel que é manter protegida a sua área marítima,… Read more »

_RR_
_RR_
3 anos atrás

Glaquis 7, . “…a ARCh faz isso com 8% do orçamento do Brasil…” . Isso é relativo… Existem outros fatores a serem considerados ( não se pode comparar as necessidades chilenas com as brasileiras, muito embora considero que seja o país da América do Sul cujas necessidades mais se aproximem das do Brasil ). Um ponto a ser analisado com relação aos gastos chilenos, é o que realmente faz o Estado Chileno com relação a canalização dos seus esforços; isto é, se consideram orçamentos separados de sua pasta de defesa e que vão direto para a industria, mantendo assim um… Read more »

Glasquis 7
3 anos atrás

RR “Então, independente de valores, havemos de convir que já entramos em uma questão de organização dos recursos disponíveis, nesse caso específico” Desculpe mas considero que organização de recursos disponíveis e valores, são coisas que estão intrinsicamente ligadas o resultado é inerente à interação de ambos. Valores e gerencia dos mesmos é sine qua non ao bom desempenho de uma força. Orçamento da ARCh pra este ano: USD 600 milhões http://www.infodefensa.com/latam/2016/10/14/noticia-chile-armada-chile-contara-millones-dolares.html Orçamento do MINDEF do Chile pra este ano: USD$: 2bilhões, 589 milhões. http://www.infodefensa.com/latam/2016/10/14/noticia-chile-armada-chile-contara-millones-dolares.html Orçamento do MINDEF Do Brasil pra este ano: USD: 29 bilhões, 653 milhões. http://defesaeseguranca.com.br/governo-veja-os-valores-que-os-projetos-estrategicos-da-defesa-vao-receber-em-2017/ Isso em… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Glaquis 7 e _RR_, Me parece que o Chile difere do Brasil em dois pontos fundamentais (mais variáveis para a equação): 1º O Brasil tem dimensões continentais, com território que inclui imenso litoral mas avança para o interior, por pouco não alcançando o Pacífico (a Estrado do Pacífico trata de 2.6k km mas em linha reta a distância é bem menor). O Chile, por seu turno, é apenas litoral. Em termos de km², o Chile cabe dentro do Mato Grosso e ainda sobra espaço… Em população, tá disputando com o Rio de Janeiro, ficando atrás de Minas e SP. São… Read more »

zeabelardo
zeabelardo
3 anos atrás

Uboot, 1) O problema não é começar, é terminar. Estamos começando há séculos. 2) Não se constrói navio sem estaleiro. Não há estaleiro com os custos brasileiros. 3) Os países compram coisas uns dos outros. Comprar barato e de qualidade economiza dinheiro do contribuinte, não gasta como vc disse. O outro país compra o que vc produz, isso se chama comércio. O comércio gera riqueza desde a idade média. O Brasil é a economia mais fechada entre as vinte maiores e olha onde isso nos levou. Os setores automobilístico e construção naval estão entre os mais subsidiados e protegidos pelo… Read more »

zeabelardo
zeabelardo
3 anos atrás

UBoot, Com relação ao Chile e o Brasil, vc está errado, não é uma opinião, é um fato. Tamanho não é documento, dinheiro e comércio é que são. O Chile é 10 no ranking de liberdade econômica, o Brasil é o 140. O comércio exterior do Chile é 1/3 do Brasil, proporcionalmente muito maior. Do que adianta ser grande, se não é possível fazer negócio, nem o país faz comércio? O que manda no mundo é a plata. Investidor não pensa em ameaça, mas em oportunidade (seu ponto de vista é completamente equivocado). O cara está na cadeira pra obedecer… Read more »

zeabelardo
zeabelardo
3 anos atrás

E enquanto nos refastelamos no Brasil Potência, nossos vizinhos enriquecem. Tenho pena dessa molecada que vai herdar essa bola de lama com estrume.

UBoot
UBoot
3 anos atrás

zeabelardo, “Tamanho não é documento, dinheiro e comércio é que são.” Concordo. Se você tiver os dois, vai ler nomes como Estados Unidos da América, China, Alemanha, Índia, Rússia… Não se pode dizer que, em termos de Defesa, eles estão mal. Sobre estar completamente equivocado, é natural que haja quem pense assim. Imagine se todos nós concordássemos? Seria algo como o nazismo… Mas eu prefiro acreditar no país, fazer por onde para mudar e lutar para que a corrupção diminua, a produtividade aumente, a Defesa seja adequada às nossas potencialidades. Se eu não acreditar nisso, é melhor sair desse fórum… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

zeaberlador, “Vou te contar um segredo: os gringos não estão nem aí pra gente. O que nos levou a isso? 1) País é uma zona. 2) Pessoas que pensam como vc: Getúlio Vargas, Juscelino, Celso Furtado, Lula… Já tentamos isso várias vezes.” Teu erro é colocar todos no mesmo saco. O dia que eu pensar como o Lula, estarei desempregado ou preso. Já os demais, pelo menos pensaram algo, mesmo que tenha alguma divergência e tenham fracassado. Acredito ser melhor pensar numa Marinha começando desde a base, com produção de patrulhas até termos escoltas do que vender o país todo… Read more »

Glasquis 7
3 anos atrás

Uboot “Concordo. Se você tiver os dois” Claro, veja o caso do Japão, Espanha, Noruega, Alemanha, Itália, etc. “Mas eu prefiro acreditar no país…” Acreditar no país é uma coisa, abrir o olhos e enxergar a realidade é outra muito diferente. Só pra ter uma noção disso, O orçamento do MINDEF do Brasil pra este ano é de USD $29 Bilhões 653 Milhões, isso por conta da crise. O orçamento do MINDEF do Chile pro mesmo período é de USD$ 2 Bilhões, 589 milhões. Mesmo assim o Chile tem melhores, mais modernos e mais capazes médios e com uma disponibilidade… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Glasquis 7, Então temos que analisar o problema, debater e propor soluções. Principalmente, devemos trazer a sociedade organizada para o debate, até porque é ela quem paga as contas, elege os picaretas… quer dizer, gestores que descontinuam projetos, dispensam licitações, etc. Benchmarking não nasceu ontem e não é papo de petista… Pelo contrário, qualquer profissional sério sabe o que isso significa e, se não temos a idéia de mudar de país, não vejo outro caminho. Ou vamos continuar com essa ladainha de que tá tudo errado, que não tem emprego, que não tem dinheiro, que não tem Defesa? Reclamação não… Read more »

Bardini
Bardini
3 anos atrás

Falar em Liberdade virou “moda” e tem sido útil para deixar claro os problemas do Brasil e isso é bom… Mas é preciso também saber filtrar qual o papel do Estado nesse Liberalismo que tanto se fala. . É preciso, ter em mente que no Liberalismo, a interferência do Estado na Economia é mínima. Com Defesa é completamente diferente, pois ela é uma das funções primordiais do Estado. . No ramo da Defesa o protecionismo deve existir. . Percebam que, boa parte do desenvolvimento tecnológico da humanidade tem origem em pesquisas no ramo da Defesa, que foram fomentadas pelo Estado… Read more »

Glasquis 7
3 anos atrás

UBoot
” Então temos que analisar o problema, debater e propor soluções. ”
Mas é o que estamos fazendo e de forma muito saudável e respeitosa. Isso é um debate com altura
de miras. Acho muito positivo

Glasquis 7
3 anos atrás

Bardini “Serviria como “morfina” no tocante a perca das capacidades das Forças cumprirem sua missão,” Mas é o que, ao meu ver, precisa ser feito. Dar condições imediatas às FFAA pra que elas cumpram a sua função e só depois de conseguir um equilibro entre as necessidades y os médios pensar em indústria militar nacional. Veja o caso da Argentina que por anos dormiu o sonho de priorizar a indústria nacional e hoje não consegue nem dar seguimento a projetos básicos de manutenção por dissipar seus esforços em muitos projetos dos que poucos deram frutos. E se você acha que… Read more »

Glasquis 7
3 anos atrás

UBoot/RR “São realidades muuuuito distintas e, por isso, não surpreende o Chile investir em Marinha. Eu, se lá estivesse, falaria o mesmo.” O problema não é investir mas como. O Chile com USD$ 450 milhões comprou 2 Scorpenes novos que fizeram dele o líder em modernidade e capacidade de submarinos desde 2008. o Brasil pagou quanto pelos seus Scorpenes? Quanto custa a Armada do Chile, ou a do Peru, ou a da Colômbia em comparação à do Brasil? “Observe o que eles fazem no seu próprio país, com seus centros de manutenção e com sua industria bélica ( modesta, se… Read more »

_RR_
_RR_
3 anos atrás

Glaquis ( 24 de maio de 2017 at 18:33 ), . “Dar condições imediatas às FFAA pra que elas cumpram a sua função e só depois de conseguir um equilibro entre as necessidades y os médios pensar em indústria militar nacional…” . As verdadeiras condições para o cumprimento da função passam pela concepção inicial de uma industria local da qual ela, a força armada, possa se servir. Esse é o ponto. Caso contrário, o cumprimento da função estará condicionado a fatores externos, que são variáveis as quais absolutamente não se pode controlar. . Logo, não se pode simplesmente esperar ter… Read more »

_RR_
_RR_
3 anos atrás

Bardini ( 24 de maio de 2017 at 18:10 );
.
Comentário perfeito.

Dalton
Dalton
3 anos atrás

O Chile tem um fator motivacional para sua defesa que o Brasil não tem…o Peru… tem a Bolívia também, mas, essa não tem acesso ao mar, portanto não entra na discussão naval. O Brasil não tem pendenga com seus vizinhos e seu tamanho territorial e populacional já são meios de dissuasão, portanto não é surpresa que o Chile tenha hoje, mas, nem sempre foi assim, as melhores plataformas navais e por maior que seja a disponibilidade, são apenas 8 principais combatentes de superfície. . Lembrei-me daquela piada onde uma mulher feia ofende um bêbado…e o bêbado responde… mas…amanhã, estarei sóbrio… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Glasquis 7, De fato, quem tem dedos tecla o que quer. Mas devemos, antes de teclar, aprender a interpretar. Releia o texto. Quando falo em ToT com o Chile, leia-se de EUA, Alemanha, China para aquele país. Nunca falei da transferência de tecnologia do Peru ou Bolívia para o Chile… Você acha que os EUA, por exemplo, estão preocupados na concorrência chilena? Sinceramente… E é por achar que Argentina e Chile, ou Argentina e Brasil, ou Brasil e Venezuela, podem entrar em conflito iminente, que não sai um acordo decente nesse subcontinente. Todo mundo desconfia que o coleguinha ao lado… Read more »

carvalho2008
3 anos atrás

Voces ficam emocionados heim…?!! . Mestre Bardini, Perfeito…. . Bom, minha opinião já dei….sou partidario do fomento da industria nacional como alicerce de uma industria nacional de defesa….contudo, investir em ind de defesa sem que ela tenha um lastro de portfolio civil é besteira em nosso caso face do fraco poder orçamentario de nossas FAs como efeito de alavancagem. . Lógico não existe receita de bolo unica, deve-se saber dosar a mão certa em cada plano e ingrediente, nem excluir compras de oportunidade e parcerias. . mas somente comprar externo nunca me parece ser a solução…é muito mais para band… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Bardini e _RR_, com suas palavras, não vejo mais o que adicionar. Perfeitas colocações.

Agnelo
Agnelo
3 anos atrás

Prezados Compra ou produção de meios militares é decisão de governo, q leva muita coisa em conta (inclusive propina como vimos). Sou de opinião q devemos desenvolver o nosso. Ter a capacidade de produzir com o máximo de independência, mas o mínimo devemos ter. E hj, estamos longe do mínimo. Previdência de militar… nem entro… pagar o militar igual ao civil na inatividade, significa pagar igual na atividade… não vale economizar 4 bilhões com as 3 forças daqui a 30 anos com inativos e pensionistas, começando a pagar, agora, quase 30 bilhões por ano só com o EB… É conta… Read more »

Glasquis 7
3 anos atrás

Dalton “O Chile tem um fator motivacional para sua defesa…” A defesa chilena se baseia na HV3 (Hipotese Vizinhal 3) segundo a qual o Chile deve estar preparado pra enfrentar um conflito em 3 frentes contra seus 3 vizinhos de forma simultânea. “que o Chile tenha hoje, mas, nem sempre foi assim…” O Chile sempre tem sido dotado de uma boa esquadra. “asmelhores plataformas navais e por maior que seja a disponibilidade, são apenas 8 principais” E tem alguém que tenha mais? O Peru tem 7 o Brasil tem 8, a Argentina nem comentamos. Além disso, as plataformas chilenas são… Read more »

zorannGCC
zorannGCC
3 anos atrás

Eu sinceramente já perdi a esperança. . Não se consegue sequer aprovar esta mini reforma trabalhista que traz pontos que são praticamente unanimidade, imagine aprovar uma reforma tributária, ou mesmo aprovar uma reforma da previdencia que abranja todas as categorias (principalmente servidores militares e do judiciário). . E isto não vai mudar em 2018, e talvez não mude nunca. . Lógico que seria fantastico ter uma industria belica pujante, com capacidade de atender nossas necessidades, e capaz de concorrer no mercado externo. Mas isto não se faz comprando tecnologia pura e simplesmente. Precisamos primeiro criar condições para que esta industria… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

Caro Dalton, Permita-me discordar apenas num ponto: não vislumbro futuro conflito entre Peru e Chile. Posso estar errado mas me parece que, por diversos motivos, as sociedades desses dois países, ainda mais o Chile, já não detém a mesma visão que seus antepassados. Um conflito entre essas duas nações, hoje, levaria à ruína ambos os países e, sinceramente, a geração Facebook não é muito dada aos assuntos militares, que o diga pegar em armas contra seus vizinhos. Mesmo a Venezuela, que detém armas aos montes e está entrando, aparentemente, em parafuso, não oferece risco real na medida em que seus… Read more »

UBoot
UBoot
3 anos atrás

zorannGCC, Não está errado. Só adiciono uma possível contribuição. Penso que, para as FFAA terem recursos para investir, o Estado deve-lhe repassar recursos. O Estado, por seu turno, como não deve se dedicar às atividades lucrativas (isso é papel da iniciativa privada), acaba por apenas cobrar impostos. Ora, se formos cobrar impostos, é preciso que alguém tenha tutu pra bancar a brincadeira toda. E, pra que alguém tenha esses recursos, de algum lugar deve sair moeda. Se emitirmos moeda sem lastro, já sabemos a confusão que resulta. Qual o caminho? O mesmo dos EUA, da Alemanha, do Japão e até… Read more »

Dalton
Dalton
3 anos atrás

UBoot…
.
nem eu vislumbro …mas…há uma espécie de corrida entre os dois, daí uma motivação para se ter ou tentar ter o melhor que se pode adquirir e um maior acompanhamento/interesse do que um
esteja eventualmente adquirindo que pode gerar uma contrapartida por parte do outro.
.
abs

Dalton
Dalton
3 anos atrás

Glasquis…
.
não fiz comparação…quando citei “apenas 8” foi pelo fato de que sempre há navios em
manutenção ou revitalização e se ocorrer algum dano ou colisão como a que ocorreu entre uma T-23 e um submarino recentemente isso diminuirá ainda mais a disponibilidade, sem mencionar possíveis danos ou perdas em combate…seguramente o Chile gostaria de ter um número maior de plataformas, então faz o que pode com o que tem.
.
abs

Juarez
Juarez
3 anos atrás

RR, o texto do Bardini é muito bonitinho, mas cheio de utipoias, porque; Porque não temos, repito NÃO TEMOS as condições mínimas técnicas e nem financeiras para constuir um escaler decentemente se quer, pois a cada dia que passa a universidades jogam no mercado, junto com as escolas de formação técnica e o “Pronatec” da vida dezenas de milhares de gremlins ideologicamente programados e funcionalmente analfabetos. Sabe quanto tempo vai levar para desinfetar as universidades e faze-las privilegiar a meritocracia e o conhecimento?? Uns 15 anos pelo menos. Sabe quanto tempo leva para formar um bom técico de nível médio… Read more »

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Dalton 24 de maio de 2017 at 6:38 Juarez… . só lembrando que as 4 T-22s foram incorporadas à marinha brasileira entre 1995 e 1998, as fragatas classe Niterói foram modernizadas entre 1998 e 2006 , as 4 corvetas classe Inhaúma foram incorporadas entre 1989 e 1994, e ainda em 1994 foi batida a quilha da corveta Barroso. e havia ainda a esperança de que mais viessem a ser construídas, sem falar no batimento da quilha do submarino Tikuna em 1998 e um segundo da classe que seria chamado Tapuia a ser iniciado no início da década seguinte portanto não… Read more »

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Ahh Dalton eu ia me esquecendo, é a idade, os 53 pesam, as vezes. A MB, por estar asfixiada financeiramente, principalmente em função do tamanho, do inchaço que sofreu na adm do Imperdor e pelo comprometimento com o Prosub deixou passar batido, o Bay, o primo irmão do Bahia, que a ACH levou, o AOS Holandês que a marinha Peruana correu e comprou. Hoje, se o Gastão Motta tiver uma diarréia a MB não vai além de Fernando de Noronha, se o “Baea” tiver que fazer manutenção, ficamos com os dois cavaleiros da Távola cinquentenários na base do” vamo lá… Read more »

Glasquis 7
3 anos atrás

UBoot “Todo mundo desconfia que o coleguinha ao lado vai pirar e querer entrar num conflito bélico que, faz bastante tempo” 1995 – Guerra do CENEPA Equador vs Peru – Argentina sendo país garante e devido a que é eternamente agradecida ao Peru pela ajuda na guerra das Falklands fornece ilegalmente armas ao Equador. Sobre possibilidades de conflito… Sei não se as coisas estão tão tranquilas assim: “Bolivia movilizó tropas a la frontera con Chile y aumentó la tensión en la región” http://www.infobae.com/america/america-latina/2017/05/10/bolivia-movilizo-tropas-a-la-frontera-con-chile-y-aumento-la-tension-en-la-region/ “Gobierno de Bolivia moviliza tropas a la frontera y Chile lo considera una “acción delicada” http://www.nodal.am/2017/05/gobierno-bolivia-moviliza-tropas-la-frontera-chile-lo-considera-una-accion-delicada/ “La… Read more »