Home Aviação Naval Porta-aviões Queen Elizabeth na configuração CATOBAR

Porta-aviões Queen Elizabeth na configuração CATOBAR

4220
30

Imagens em 3D de um porta-aviões classe “Queen Elizabeth” configurado para CATOBAR (Catapult assisted take-off, Barrier assisted Recovery) e equipado com o F-35C, diferente da configuração final, que empregará o F-35B STOVL (Short Take-Off and Vertical Landing).

Após a Revisão Estratégica de Defesa e Segurança de 2010, o governo britânico pretendia adquirir a versão F-35C, e adotou planos para que o Prince of Wales fosse construído com uma configuração de catapultas.

Mas depois que os custos projetados do sistema CATOBAR chegaram ao redor de duas vezes a estimativa original, o governo anunciou em 10 maio de 2012 que adotaria a configuração STOVL, de decolagem curta e pouso vertical.

30
Deixe um comentário

avatar
27 Comment threads
3 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
17 Comment authors
Controlcarvalho2008DaltonBardiniBosco Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
edcarlos
Visitante
edcarlos

Projeto flexível esse, seria um excelente PA, do tamanho certo para nossa Marinha, o grande problema é no cu$to de aquisição. Claro que uma arma dessas não é barato do construir e manter, porem sonhar não custa nada e nem paga imposto.

Um reator nuclear poderia ser instalado em uma possível versão CATOBAR?

Saudações!

Marcelo
Visitante
Marcelo

No início do projeto, os franceses pagaram para ter acesso aos dados e planejavam operar esta versão com os Rafale. Era chamado de PA2, Porte Avions 2. Mas acabaram desistindo e postergando os planos.

Control
Visitante

Srs
Parece que o gap de décadas na construção dos PA’s pelos britânicos fez eles perderem parte das habilidades que tinham, pois as duas ilhas prejudicam bastante o espaço no convés para a movimentação dos aviões e até a locação das catapultas.
No caso dos PA’s americanos a única ilha bem atrás libera bastante espaço para a manobra dos aviões e para duas catapultas a proa, o que não acontece no caso do QE
Se tivessem deixado apenas uma ilha, mesmo que maior, mais atrás, o acesso ao elevador de vante ficaria mais desimpedido.
Sds

SmokingSnake 🐍
Visitante
SmokingSnake 🐍

Bem melhor
e nesse modelo tem phalanx que também retiraram da versão final, agora não adianta se lamentar que até um simples drone consegue se aproximar sem problemas.

Walfrido Strobel
Visitante

SmokingSnake, mesmo se tivesse uma Phalanx o Porta Aviões não está operacional, e não estaria com ela funcionando.
Quanto ao Phalanx, primeiro ele teria que conseguir acertar o drone, apesar de ser boa e existirem vários vídeos mostrando acertos, neste teste contra ameaças assimétricas colocaram uma lancha rápida com controle remoto e USCGC Bertholf depois de esgotar toda a munição não conseguiu acertar com seu 20 mm Block 1B Phalanx CIWS.
. https://m.youtube.com/watch?v=d3A0is0pXUQ

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Como admirador da gloriosa escola naval britanica, se estivesse sob meu alcance mudava o projeto da superestrutura do Prince of Wales. Adotaria catapultas com propulsão eletromagnética. Facil? Claro que não! Barato? Claro que menos ainda. Mas faria. Como ja falado, o QE acabou ficando a merce do F35B; se considerarmos a possibilidade de substitur os custos de um esquadrào F35B (dotação padrão do QE) pelos custos de dois esquadroes de Rafale ou dois de F-18 SH ou dois de Gripen Naval mais um esquadrão de F-35C a relação custo / beneficio final seria enormemente melhor. Serim dispensados os E-2 de… Read more »

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Rommelqe, acho que agora é tarde demais. Só o retrabalho para se colocar o Prince of Wales em condições de operar CATOBAR seria proibitivo. Operação de aeronaves F-35B e F-35C elevariam os custos com manutenção por serem necessárias logísticas diferentes devido à falta de comunalidade entre as duas versões, necessitando sobressalentes específicos para cada versão, etc.

João Augusto
Visitante
João Augusto

O negócio tá no porto e o povo quer que atirem nele com um Phalanx nele… e depois que os projéteis batessem no drone? Iam parar onde?

claudio quadros
Visitante
claudio quadros

máximos 25 anos vem marina do Brasil

Adriano Madureira
Visitante
Adriano Madureira

daqui a uns 30 anos e olhe lá…

Bardini
Visitante
Bardini

Este NAe se fosse CATOBAR teria uma grande vantagem no meu entender, que seria poder ter um E-2D 24/7 no ar.

Bavaria Lion
Visitante

Para que ele fosse catobar, teria que ter reator nuclear. Para fazer 30 nós de vento (necessário para a decolagem full do F-35C ao que me consta). Seria outro projeto.

Vamos ver como ele vai operar como um anfíbiozão. Caso o F-35B entregue metade do que promete, ele estará no páreo.

Bavaria Lion
Visitante

Ele não precisa fazer 30 nós pra decolagem full do f-35c?
Com um incremento na propulsão convencional, ele conseguiria fazer os 30 nós de vento?

Bardini
Visitante
Bardini

“Test pilots found also conducted minimum-end airspeed testing to identify the jet’s slowest airspeed cat shot. Officials were not ready to reveal that number, but there were launches in which the F-35C dipped well below the flight deck. The Navy will typically sets the standard launch speed at 15 knots above the minimum.”
https://www.navytimes.com/news/your-navy/2015/10/17/f-35c-completes-carrier-tests-aboard-the-ike/
.
Isso é de 2015. Será que já liberaram a informação de qual a velocidade mínima na qual o F-35C pode ser lançado?

Rommelqe
Visitante
Rommelqe

Claro que para gerar uma sustentação minima, seja em um F35C ou qq outra aeronave de asas fixas e propulsao longitudinal, é necessario que tenhamos uma velocidade relativa entre o ar e o NAe/aeronave adequada. Considero meio absurdo conceber todo um sistema de armas que obrigue um navio que desloca 70.000t a atingir 30 nós a cada decolagem/pouso de um aviao. Com o EMALS consegue-se velocidades muito maiores do que com catapultas a vapor (ate porque este é um fluido compresivel); em geral a estrutura do avião teria que ser totalmente repensada e redimensionada, uma vez que a transmissao de… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Bardini…
.
para se ter “E-2D 24/7 no ar” seriam necessários muitos deles…a marinha francesa que tem tamanho, composição e orçamento semelhante ao
da Royal Navy só tem conseguido embarcar 2 E-2C no “Charles de Gaulle” e a US Navy só agora está operando com 5 E-2Ds embarcados ao
invés da composição clássica de 4 E-2Cs.

Dalton
Visitante
Dalton

Control…
.
um dos motivos da existência de duas “ilhas” é que há necessidade de duas chaminés que são bem espaçadas uma da outra…como na
classe “Invincible” que justamente por haver menos espaço debaixo do convés de voo optou-se por fazer uma super estrutura contínua, então haveria sempre a questão de se ter uma chaminé alta “obstruindo” o convés nos “QEs”…ao menos há espaço utilizável entre as duas “ilhas”.

August
Visitante
August

Eu não entendo pra que ser catobar, quando o UK for operar de fato o f-35 eles já vão estar maduros e sem problemas. Acho que o comentário mais lúcido foi o do Bardini que disse que a única vantagem de um nae catobar era de poder operar o e-2d. Se bem que a Royal navy tem Marlins dedicados a alerta aereo antecipado seria só colocar a tecnologia do e+-2d neles

Dalton
Visitante
Dalton

August…
.
o Bardiini não escreveu ” única vantagem” e sim “uma grande vantagem” além do mais um helicóptero simplesmente não está à altura de uma aeronave de asa fixa para “alerta aéreo antecipado”…para “quebrar um galho” sim.

Bosco
Visitante
Bosco

Em termos de eficiência dos modos de operações de aeronaves de asa fixa a partir de unidades navais pode-se resumir da seguinte maneira, de forma regressiva: 1º lugar: CATOBAR e STOVL/STOSRVL (com ou sem rampa) 2º lugar: STOBAR com rampa 3º lugar: VTOL (esta modalidade apesar de ser possível reduziria muito o desempenho de um caça e não tem sido utilizada apesar de ser ventilada a operação do F-35B a partir do LCS e do DDG1000) – Um F-35B operando no modo VTOL a partir de um LCS teria que estar com metade da capacidade de combustível (3t) e com… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Dalton, concordo que seriam necessárias mais aeronaves para manter um E-2D sempre no ar. Mas vamos pensar da seguinte forma: o “QE” tem um pouco mais de espaço que um “Charles de Gaulle” para operar, acredito que haveria capacidade de ter embarcado ao menos 3 E-2D, mas é chute…
Ai entra a questão do tempo da missão. Estamos falando de um desdobramento de quanto tempo? Um CVN da US Navy fica meses e meses no mar, logo ter 5 E-2D influência e muito nos números de disponibilidade da aeronave. Com a Royal Navy, será que também seria assim?

Dalton
Visitante
Dalton

Bardini… . o “CDG” pode embarcar com folga um terceiro E-2C…na verdade um terceiro permanece em terra utilizado para treinamento, etc, …o problema é dinheiro para se adquirir mais alguns E-2Cs, necessários inclusive para quando se necessita fazer manutenção ou algum incidente não previsto que possa indisponibilizar algum deles, mas, como o dinheiro é curto para franceses e britânicos improvisa-se. . Os CVNs finalmente passaram à cumprir um período de 7 meses de missão, incluindo ida e volta e não será muito diferente com os NAes da Royal Navy assim como não é com o “CDG”…claro que economiza-se na viagem… Read more »

carvalho2008
Visitante

Mestre Bosco, . Porque o Modo STOVL a frente do Stobar???? . No modo Vertical landing ou mesmo a hipotese que estão testando desde 2012 SRVL o motor trabalha pacas no pouso, pois não existe sustentação aerodinamica…a rolagem é justamente para “tentar” minimizar isto e propiciar pouso mais suave com carga maior sem ter de alijar….mas em suma….São modos beberrões…. que acrescentam calculo a mais de combustivel não somente para a decolagem….mas uma reserva maior para pouso…e olha que estão testando para ver no que vai dar…. . No modo Skijump, não aparenta ter muita diferença pois o modo é… Read more »

Control
Visitante

Srs Jovem Dalton O comentário é sobre, exatamente, a qualidade do projeto do QE, onde se instala duas ilhas para aproveitar um projeto com duas chaminés espaçadas. Ora, em engenharia, um dos princípios básicos, é desenvolver o projeto a partir da necessidade funcional do equipamento e de sua melhor e mais eficiente configuração. O s PA’s tem por função primária ser um aeródromo, sendo o espaço de convés destinado para as operações aéreas, o fim principal do navio. Outros projetistas, há anos atrás, se depararam com problemas parecidos e conseguiram contornar o problema sem inventar duas ilhas. Jovem Bosco e… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Carvalho, Em tese o modo STOVL permite uma decolagem com o peso máximo de decolagem já que combina a sustentação aerodinâmica com a sustentação por empuxo vertical enquanto o modo STOBAR só utiliza a sustentação aerodinâmica. Posso estar equivocado mas seria mais ou menos assim: F-35C no modo CATOBAR: MTOW de 31.800 kg, lançamento por catapulta: 31.8 t: 100% de eficiência F-35B no modo STOVL: MTOW de 27.200 kg. lançamento pelo modo STO com ajuda de dispositivos de sustentação ativos: 27,2 t: 100% de eficiência. MiG29K no modo STOBAR: peso vazio 11 t, MTOW 24,5 t, decolagem STOBAR: 18,5 t:… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Control…
.
mesmo com duas “ilhas” o “QE” terá mais espaço no convés de voo que o “CDG” e como o “QE” não foi projetado nem idealizado
para operar com um grande complemento de aeronaves sempre haverá muito espaço, então talvez não tenha havido tanta necessidade
de seguir os preceitos tradicionais e/ou tentar superar qualquer dificuldade em se ter apenas uma “ilha” de tamanho maior.
.
abs

carvalho2008
Visitante

Mestre Bosco,
.
Nestas estimativas estão correlacionadas a distancia de corrida e vento de proa realizado?