quinta-feira, maio 26, 2022

Saab Naval

Naval Group demonstra integração de drones e últimas inovações na UMEX em Abu Dhabi

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O Naval Group participará na Unmanned Systems Exhibition and Conference (UMEX) em Abu Dhabi de 25 a 27 de fevereiro de 2018. Esta exposição se concentra unicamente em drones civis e militares e constitui uma oportunidade para o líder do mercado europeu no setor de Defesa Naval mostrar o novo o drone de ataque aéreo com asas rotativas desenvolvido através da parceria com a Airbus, para equipar combatentes de superfície.

De 25 a 29 de fevereiro de 2018, o Naval Group apresentará suas últimas inovações em Abu Dhabi na UMEX (Exposição e Conferência de Sistemas Não Tripulados). O drone de ataque aéreo de asa rotativa desenvolvido em parceria com a Airbus – VSR 700 – será exibido no estande do Naval Group, juntamente com a demonstração de desdobramento do sistema de missão I4Drones® realizado em 2017, com a desdobramento coordenado, em tempo real, de 3 drones (aéreo, de superfície e submarino). Com arquiteturas de sistemas fortes, escaláveis ​​e receptivas, o Naval Group desenvolveu com sucesso este produto inovador projetado especificamente para se adaptar à situação tática através da exploração dos dados coletados pelos drones.

O Naval Group também demonstra seu know-how tecnologicamente avançado quanto à integração de UAVs em diferentes ambientes, mostrando sua capacidade de equipar navios de superfície e submarinos com drones aéreos, de superfície e submarinos. Este progresso tecnológico constitui um novo potencial para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento. Devido à complexidade dos sistemas de combate e à multiplicidade de sensores e interfaces, as integrações de UAV requerem conhecimentos específicos baseados no conhecimento técnico de questões operacionais e na experiência prática derivada de missões marítimas.

Jean-Luc Thouvenel, responsável pelo escritório de representação do Naval Group nos Emirados Árabes Unidos, declarou: “O Naval Group tem o prazer de apresentar sua oferta neste primeiro evento. A capacidade do drone é um componente orgânico que multiplica o potencial do navio em operação; Isso se tornará um verdadeiro patrimônio para as forças navais. Estamos orgulhosos da maturidade de nossas soluções quanto à integração de veículos multimídia, decorrentes de nossos próprios desenvolvimentos como colaborações com fabricantes terceirizados. Nosso know-how é o resultado de 12 anos de P&D e inovação, em parceria com os fabricantes de equipamentos e com o serviço da Marinha Francesa”.

O Naval Group começou a trabalhar na integração naval de drones aéreos em 2005. A DGA (Agência Francesa de Compras de Defesa – Direction Générale de l’Armement) encomendou vários estudos para desenvolver esta tecnologia e alcançar uma qualidade de alto nível neste setor. A UMEX é uma oportunidade para o Naval Group mostrar os resultados bem-sucedidos desse compromisso a longo prazo.

DIVULGAÇÃO: Naval Group

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Fernando Martins

Muito bom. Acredito na parceria dos drone com todos os meios navais. Espero poder ver a utilização de armas laser em algum de nossos meios de superfície um dia. Obrigada pela matéria.

Sds.

carvalho2008

Galante e Poggio de parabens!!!
.
As materias estão otimas e conduzindo o publico aos debates acertados sobre os caminhos e opções que a MB deva analisar , definir e percorrer!!!

Ronaldo de souza gonçalves

No Brasil parece-me que drone não vingou,vejo poucos em operação.Vejo que a Marinha poderia utiliza-lo em complemento com helicópteros,principalmente em navios patrulhas,claro com um alcance 100 km ou mais,em vez de confiar apenas em radares.Os vant são menos custosos de operar.Inclusive poderia ter dezenas deles no exercito para monitoriamento de fronteira em parceria com o a-29.E uma boa maneira de cobrir áreas gigantescas .

Alex Nogueira

Será legal se esses drones puderem ser equipados com algum tipo de radar que permita fazer identificações OTH a fim de lançar misseis como o Exocet, assim vai ter um custo operacional bem mais baixo do que um helicóptero tripulado, sem contar que economiza espaço e tripulação.

carvalho2008

Mesmo o Camcopter S-100 parece ter um pequeno radar de 30 kg que permita OTH…

Willhorv

Penso no V 247 Vigilant…
Com 11 hrs de autonomia proposta e com uma suíte de busca/aquisição, 2 escoltas com 2 deles pode oferecer h24 de patrulha dentro de um controle de área.
No caso, seria o ideal estas escoltas possuírem dois hangares, para se ter dois helis Multi missão de prontidão.

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