sexta-feira, maio 27, 2022

Saab Naval

Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico – A140

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br
Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico A140, ex-HMS Ocean

Indecisos há meses, almirantes decidem chamar o porta-helicópteros ex-HMS Ocean de PHM Atlântico

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Mudou tudo de novo.

A cúpula da Marinha do Brasil (MB) adotou finalmente uma nova denominação para o porta-helicópteros de assalto anfíbio Ocean, comprado à Marinha Real Britânica.

O navio vinha sendo chamado de Pernambuco, mas finalmente recebeu a denominação de Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico A140.

O conturbado processo de escolha se valeu, a princípio, de uma prática adotada no episódio do navio-doca francês Siroco: dar à embarcação o nome da terra natal – ou do coração – do ministro da Defesa.

Em 2015, para bajular Jaques Wagner – um carioca que fora governador da Bahia –, a MB rebatizou o Siroco de navio-doca multipropósito Bahia (G40).

Assim, pensou-se que o HMS Ocean seria o próximo Pernambuco, justa “homenagem” ao então ministro da Defesa, Raul Jungmann, natural desse estado nordestino.

Então começou o “tiroteio”.

Nos bastidores de Brasília e do Rio de Janeiro surgiram “sugestões” enérgicas, “estreladas”, para que a bajulação fosse deixada de lado, e o navio fosse denominado Atlântico, ou até Atlântico Sul.

Pedido – Mês passado o Poder Naval apurou que o porta-helicópteros seria mesmo chamado de Pernambuco, em razão de um pedido pessoal de Jungmann – que fora deslocado para o Ministério da Segurança Pública mas não perdera, claro, suas ligações com a classe militar.

Mas, no final, o navio receberá o nome Atlântico, denominação que já tinha vazado para a marujada indicada para compor sua primeira tripulação.

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Rennany Gomes

O nome é bom mas, gostei mesmo da numeração de 3 dígitos.

Tiger 777

Péssima aquisição da Marinha, o NAE virá sem o phalanx, o que o tornará inútil…

Alexandre Fontoura

Por que a ausência do Phalanx tornaria o navio inútil? Ele não mais terá capacidade de embarcar helicópteros ou fuzileiros navais, por isso? O Phalanx é um CIWS, ou seja uma arma AAé de defesa de ponto. A MB pode instalar 3 Bofors Mk3 de 40mm, que faz a mesma coisa e ainda usa a mesma munição 3P, atualmente empregada na MB.

Fernando "Nunão" De Martini

Pois é, Alexandre. Em algum momento, em discussões e matérias passadas sobre a provável retirada do Phalanx (pelo motivo básico que a RN quer reaproveitar essas armas em seus novos navios), na cabeça de alguns o navio deixou de ser um porta-helicópteros e virou um “porta-phalanx”, inútil sem Phalanx!!! Até brinquei com isso em comentário na época e repeti a brincadeira anteontem (comentário mais abaixo). E o pior é que isso espalha mais que capim. Não tem celeuma. Coloca-se um reparo duplo de Mistral retirado do NAe São Paulo, um em cada uma das três posições que eram do Phalanx,… Read more »

Fawcett1925

Belíssima escolha. Não gosto que nossos navios sejam batizados com nomes de Estado porque acho um certo desrespeito com os Estados não homenageados.

Gil

Não gostei da escolha de Atlantico, acho um certo desrespeito com os outros oceanos não homenageados.

jose luiz esposito

É , e o que temos com os outros Oceanos ??

Mk48

A MB opera 99,9% no Atlântico. Você queria que o nome fosse o que ? Mediterraneo? Adriatico ? Mar Vermelho?

Fernando "Nunão" De Martini

Pessoal, deixa o cara fazer a piada, até que foi boa, não entenderam a ironia?

Mk48

Foi ótima . Com certeza ele não deve trabalhar como comediante.

Johnnie

acho que o problema não é o comediante mas sim os entendedores (ou não entendedores kkk)

Top Gun Sea

Não tenho nada contra Pernambuco/ federação mas achei mais apropriado e forte este nome oriundo de um Ocean também muito expressivo e que vai liderar uma frota na MB. Acho que que até a RN vai gostar do nome e amenizar a mágoa. A nomenclatura também ficou adequada. Resta saber se vai vir totalmente desdentado…. e faltando o super radar artisan 3d.

luiz Silva

kkkkkk correto. Atlantico esta perfeito, o oceano que banha o pais…. Nao da pra entender por que alguem ficaria insatisfeito….. Imagina ? chamar o navio de Oceano Indico ? kkkkk

Gesimar

Vamos homenagear os outros porquê ? Alguma ligação mais inteligente que sua resposta ?

Jota Ká

99% do pessoal não têm QI para entender a fina ironia (ao estilo britânico)!
Fazer o quê?
🙂

Giovani Bento

Jota Ká, chegamos num ponto em que é preciso explicar uma piada, essa é a verdadeira piada. Tá difícil!!!

Anonimo

Desculpe! mas o Brasil e banhado por completo pelo Atlântico, não faria menor sentido batizado de Pacífico, Índico, Glacial Antártico ou Ártico. Devia se chamar “Saida Do Atraso” porquê nos deram mais capacidade de luta.

Vitor Banaszewska de Paiva

Mais faxina pro pessoal do convés (MR).
Um dígito a mais pra pintar. Rsrs

Dalton

Por que 3 dígitos ? Não que tenha importância, apenas sai da minha área de conforto, mas,
com o tempo me acostumo.

Fernandes

Estão prevendo ampliação da esquadra…

Rafael

Possivelmente será o padrão daqui pra frente, considerando a classe Amazonas (NaPaOc) P120/P121/P122.

Acho que não vai ser surpresa se as futuras corvetas Tamandaré adotarem esse padrão novo (V100, V101, etc.). Mas fico só no “achismo” kkkk

Bardini

Tamandaré – V35
Jerônimo de Albuquerque – V36
Cunha Moreira – V37
Mariz e Barros – V38

Rafael

Obrigado por informar! Não sabia que já a MB já tinha os nomes e indicativos definidos.

Robert Smith

Excelente escolha…. Ocean–> Atlantico PHM-140, podia ter sido PHM-14? acho que não quiseram seguir a sequência natural pois A-11 Minas Gerais, A-12 São Paulo…. ai vinha o A-13… no caso PHM-13… eita olha o “gato preto”… vamos colocar PHM-14… mais ai ta na cara que pulam o 13 por “superstição” iiii não vai ficar bem… facil disfarçar… coloca um “0” no final e fecha a conta! hehehe … brincadeira, PHM-140 Atlântico ficou ótimo!

Dalton

Também pensei em algo assim Robert, mas, a marinha brasileira já usou indicativo “13”
antes, mas, enfim, acostuma-se, na US Navy os 3 “Seawolf” receberam indicativos 21, 22
e 23, completamente fora do padrão para voltar a usar corretamente 3 dígitos para os
classe “Virgínia” e na sequência do último “Los Angeles”.

Fábio Mayer

Porque o A é de “aérodromo” e a Marinha não desistiu ainda, de ter porta-aviões.

Marcelo

Se queria evitar-se o 13, podia simplesmente pular pra dezena seguinte e ir pro A20, como se fez nos patrulhas P10-15 Piratini, P20-21 Pedro Teixeira, P30-32 Roraima, P40-51 Grajaú, P60-63 Bracuí, P70-75 Macaé (incluindo as unidades canceladas mas numeradas). Para as P120-122 Amazonas pularam-se as dezenas P80-110 que presumivelmente estariam reservadas Para as 30 e tantas unidades planejadas do NPa500 q seria uma continuação da Macaé mesmo. O G40 Bahia é outro exemplo, pulando dos G30-31 da classe Ceará…

Ediberto Silva

Tem que pular esse número maldito mesmo. Esse número no Brasil não é só de azar, é de coisa pior. Bem vindo ATLÂNTICO.

Fernando "Nunão" De Martini

Pessoal, leiam as regras do blog, por favor. Esse espaço não é pra discussão partidária.

Mochel

Ao Sr “Nunão”: Viaja não.

Fernando "Nunão" De Martini

Qual sua dúvida sobre o que escrevi, Mochel?

Vitor Banaszewska de Paiva

É óbvio que pularam o “13” por questões políticas. Diga se me entendeu…

Davi

Polarizados da maneira que estamos, iriam buscar uma ligação subliminar de apoio.

Antonio

E quais revisões serão realizadas? Quais serviços de manutenção serão feitos?

FMR

Que revisões?
Função dele é só manter o status de “esquadra” e permitir que Vice-Almirantes ganhem uma estrelinha a mais… Só!
Daqui há uns 4 anos encostam eme no pier e ficam trocando de comando com essa finalidade.

E que comece a choradeira!

Saldanha da Gama

Gostei do nome, apesar que Atlântico seria o ideal em um Nae! Mas gostei! E nesta foto, o PHM Atlântico impões respeito! st4

Bueno

Bem vindo A-140 Atlântico

Guizmo

Bela escolha!!!! Parabéns! mas não entendi esses 3 dígitos, apesar de ter gostado.

Guizmo

Creio que deva ter sido uma referência “fora do padrão” da MB, justamente pelo tipo do Navio. Se seguisse 11, 12, 13, 14 – daria a sequencia de Naes, o que não é o caso. Então, sequencia com “14”, deixando o 13 pra um futuro porta-aviões, mas coloca um “0”, tipo especial….sei la, viajei?

Ozawa

Para Haver Marinha (PHM) Atlântico A-140

Ficou de bom tamanho, conquanto não tenha entendido o numeral do indicativo visual . . . ?

Fernando "Nunão" De Martini

Se for realmente designado como “porta-helicópteros” (o que não é usual para a MB por não usar “porta” isso ou aquilo em seus meios, e sim usar geralmente o nome “navio” no início de várias das designações), esse fato vai ajudar pelo menos a, quem sabe, reduzir algumas polêmicas por aqui. Afinal, se é um porta-helicópteros, por exclusão ele não é: – Porta-aviões (chega de inventar se colocar Harrier, F-35, rampa etc). – Porta-phalanx (chega de colocar a questão de vir ou não com o CIWS Phalanx à frente de sua missão de ser plataforma para helicópteros) -Porta-artisan (chega de… Read more »

Doug385

Faltou “Porta-Apaches-vindo-de-brinde” e também “Porta-Cobras-vindo-dos-Estoques-do-USMC.

Roberto Bozzo

Kkkkkk valeu pelas dicas Nunão…

Saldanha da Gama

Entendido e obedecido!!!! mas o “-Porta-bomba atômica ” este não se aplica kkk isto ” non eqzisti em solo tupiniquim!!! st4

Zorann

Boa, kkkkkk

Marcos

Esqueceu um

porta-salão de festas para o almirantado

Fernando "Nunão" De Martini

Eu fiz piada falando de exclusões, não de tradições.

Ironias à parte, a utilização de navio-capitânia, que será o caso desse navio, como palco eventual para solenidades é algo absolutamente comum, e não só na Marinha do Brasil. A RN certamente realizou solenidades a bordo do HMs Ocean quando em serviço. Não vejo nada de errado nisso, desde que o navio navegue e realize comissões, que são sua razão de ser (o que não foi o caso do NAe São Paulo, por exemplo, mas deverá ser o do PHM Atlântico.

André Gomide

faltou o porta-bandeira e mestre sala…kkkkk

Ádson

kkkkkkkkkkkkkkk

horatio nelson

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk só não concordei com porta artisan kkkkkkkkkkk boa nunão

romario

O preço pago pelo navio mais as modificações e modernizações não daria para adquirir um mistral Frances zero bala?

SmokingSnake ?

vish não chega nem perto, um mistral custaria bilhões de reais.

Jr

Um mistral esta na faixa de 650/700 milhões de euros

Airacobra

Prezado Jr, nem em sonho é esse valor, seria esse valor no caso dos fabricados para os Russos, sendo que os russos iriam arcar com os sensores e outras partes que encarecem o navio como armamento e outros sistemas, então esse valor seria mais ou menos para o casco e nem sei se propulsão

pangloss

Acho que a adoção de três dígitos afasta a possibilidade de coincidência com a numeração de partidos políticos.
Se é para evitar a bajulação, ótimo.

Augusto

Bela escolha. Só faltam vir a público todos os detalhes de sensores, armamentos, etc.

Jr

Justamente o mais importante, apesar de gostar do nome e a numeração escolhida sempre achei esse assunto bem secundário

Bardini

Vários acertos… . Não chamar de Navio Aeródromo, evitando a associação com um “Porta-Aviões”. Não chamar de Navio-Aeródromo de Helicópteros de Assalto, evitando piadinhas com o termo “Assalto” e a ira do pessoal “paz e amor”, que prega o fim das capacidades de projeção de poder. Não chamar de Navio de Propósitos Múltiplos, pq não é um… Não chamar de Pernambuco, evitando a politização com o nome. Não usar o indicativo “13”, evitando a associação com a série de Navios Aeródromo e a politização com o nome do Estado. Usar o termo Porta-Helicópteros, evitando assim a associação com a função… Read more »

Leandro Costa

Mas que é triste que exista a necessidade de se sensibilizar com todas essas possíveis polêmicas ridículas, isso é. De qualquer forma, nos tempos em que estamos, é bom cobrir todas as bases. A MB está de parabéns!

Bardini

Mas acho que “Atlântico Sul” passaria uma mensagem mais clara, no tocante a nossa zona de interesses e atuações.
.
Só “Atlântico” complica.

Saldanha da Gama

Talvez meu caro Bardini, Atlântico Sul seja o Nae que os almirantes ainda não desistiram da Marinha Brasileira ou reformar, ou construir ou comprar! abraços st4

Ivan BC

Saldanha da Gama 25 de Abril de 2018 at 11:52
Esperamos que sim.

Saldanha da Gama

Ivan, eu particularmente continuo a sonhar! já sei que não temos verba, precisamos antes equipar com fragatas, corvetas etc, que gastaremos horrores com os vetores navais, que o problema é manter e operar, que não precisamos de projeção de poder, somos uma nação pacífica, não temos inimigos etc e tal, mas continuo a sonhar, e ainda sonhar não custa nada um abração st4

tomcat3.7

Muito, mas muito sinceramente meeeesmo, eu ainda tenho esperança de ver o Nae SP modernizadão ,no grau mesmo e com uns Gripen’s navais.

Saldanha da Gama

Que oa anjos te escutem e digam amém!!!! st4

Leandro Costa

Excelente nome! Gostei dele desde os primeiros rumores à respeito. Que seu serviço na MB seja tão exemplar quanto quando estava na RN.

Felipe Morais

Excelente escolha.
Que venha logo o Atlântico.

Luiz Floriano Alves

Exelente escolha. Como porta helicópteros de múltiplas funções seus “dentes” serão os armamentos portados por meio dos helicópteros. Defesa AA? A que tiver no momento. Penso que será o “bom e velho” Bofors 40, na sua versão mais moderna.

Ozawa

Com essa ascensão das asas rotativas ao topo da Esquadra pela surpreendente nomenclatura da sua nau-capitânea, surpreenda-nos novamente MB, e afaste de vez as idéias fixas que não comportam no convés do Atlântico.

Ricardo Bigliazzi

Gostei, o nosso Oceano merecia a homenagem.

XO

A informação que tenho é que será NPHM e não PHM… abraço a todos…

Fernando "Nunão" De Martini

Aí sim, XO, faria sentido com o histórico da MB, de começar por “navio”, ainda que a introdução do nome “porta” numa designação seja quase uma revolução “nomenclaturística”.

Acho que só me lembro do termo “porta” em projetos de pequenos navios fluviais porta-helicópteros para a Amazônia, mas não lembro maia se era porta ou plataforma que usavam. Vou checar.

Enfim, o nosso amigo MO vai acabar perdendo com isso o pudor de escrever “porta-aviões” ou derivados, já que até hoje apenas usava o “porta-boneco” jocosamente.

Roberto Silva

O porta-boneco e seus aviaozinhus…

XO, achei: o projeto tinha “porta” no nome sim!

Era chamado “porta helicópteros fluvial”, e havia três versões. Ainda vou fazer matéria sobre esses projetos.

Roberto,

No caso, sem “aviaozinhus”: é porta-helicópteros!!!

XO

Valeu, Nunão… aguardo a matéria, não tinha idéia desses meios… abraço…

ADRIANO M.

“O preço pago pelo navio mais as modificações e modernizações não daria para adquirir um mistral Frances zero bala?”
[romario 25 de Abril de 2018 at 11:26].

Comparado ao mistral,esse dinheiro pago pelo navio,seria um troco…

John Galt

Curti.

Mauricio R.

Não tinha um “raider” alemão da 2ªGM, que se chamava “Atlântico”????
Quase, era o “Atlantis” (HSK 2), conhecido na Kriegsmarine como “Schiff 16” e pela RN como “Raide-C”.

XO

O livro sobre o Navio, escrito pelo Comandante, é ótimo… “Sob 10 bandeiras (Atlantis)”… recomendo…

Marcos Gilbert

Um pedido para a turma do Poder Naval aqui:
Fazer uma tabelinha sobre o que continua, o que foi retirado e o que substituído por sobre o PHM Atlântico para a venda ao Brasil. Exemplo, radar, ciws phalanx.
Isso quando PHM Atlântico estiver a caminho do Brasil ou depois que chegar aqui e vocês possam ter acesso a essas mudanças.
Agradeço muito ao Poder Naval se puder trazer um pouco luz sobre isso.

Ivan BC

Que notícia BOA! Fico muito feliz pela compra desse ótimo porta-helicópteros e feliz pelo nome Atlântico. Esse nome tem um peso muito forte, especialmente em um momento de grande crescimento da marinha chinesa e outros que logo estarão passeando aqui na região. Aqui é o ATLÂNTICO, nosso litoral. Essa ideia de vincular o Estado de origem do ministro da defesa com os navios é péssima, abre uma brecha imensa para o patrimonialismo (intromissão e mistura do ambiente privado com ambiente público), especialmente em um país com sofre com politicagem crônica. Então se o Acre, Tocantins, Roraima, Rondonia e outros Estados… Read more »

Saldanha da Gama

onde assino? st4

Airacobra

A MB sempre teve tradição em batizar navios com nomes de estado, a primeira e única vez de parecer agrado com o ministro da defesa foi com o Bahia, sendo que o Jacques Wagner era do rio e não da bahia,e a propósito, ja houve navio de nome Acre e ainda há navios de nome Roraima e Rondonia. se listarmos aqui, quase a totalidade dos estados ja foi homenageada CT Acre CT Alagoas NaPaFlu Amapá NaPaOc Amazonas Cruzador Bahia, NDM Bahia NDD Ceará, Tender Ceará CT Espirito Santo Submarino Goiás CT Maranhão CT Mato Grosso NAeL Minas Gerais CT Pará,… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Airacobra,
No caso do Acre, creio que foi uma canhoneira de mais de 100 anos atrás que homenageou o então território. O CT homenageava o rio Acre, pois os demais da classe A tinham nomes de rios: Amazonas, Araguaia, Ajuricaba, Apa, Araguari.

Airacobra

Nunão, falo do CT Acre classe Amazonas construido no Arsenal se não me engano na Segunda Guerra que só foram concluídos depois da guerra, a classe é com os nomes dos rios, tal qual os NaPaOc de hoje, mas nao deixa de ter o nome do estado

Fernando "Nunão" De Martini

Sim, no fim das contas dá no mesmo, acaba homenageando ambos, ainda que o critério da classe fosse rios.

De resto, seu argumento de listar os nomes de estados e mostrar que poucos foram os “não homenageados” por navios é o que importa, só quis acrescentar um detalhe.

CVN76

E ainda tivemos o CT Santa Catarina!

Ivan BC

Pessoal, acordem! No meu comentário eu deixei claro que sou contra a prática de vincular o ministro da defesa (Estado natal, de origem) com navios adquiridos. Em nenhum momento eu disse que sou contra nomear os navios com nomes de Estados da federação, aliás, acho uma ideia boa que inibi colocar nomes de “figurões” da política, religião, empresarial, midiático etc… Eu sou contra essa “personalização” da figura de um ministro (tanto dos quadros da ADM. Pública quanto os de fora) com o objeto material do Estado (navio). Acho isso muito ruim…pois seguindo essa prática muitos navios, especialmente os mais imponentes… Read more »

Airacobra

Realmente CVN76, Santa Catarina passou batido na minha lista, desatenção minha mesmo, obrigado pela ajuda

Flamenguista

A marinha pagou mais ou menos 10 por cento do valor de um mistral. Ouso dizer que foi a melhor compra de oportunidade que a marinha já fez.
SRN

Saldanha da Gama

Concordo plenamente e ST4 (saudações tricolores) kkkk abração st4

Silvio RC

Eu como Pernambucano, torci muito pelo nome Pernambuco. Mas reconheço que o nome Atlântico é uma ótima escolha.
E pra quem tem duvida, o Atlântico vira para a maior e melhor, marinha da América do Sul. E com certeza, a única da região com capacidades de operalo plenamente.

FERNANDO

E eu que torci pelo nome Paraná, mas, tudo bem, gostei do novo nome e que seja muito bem vindo a nossa MB. Sei que, ele será usando de força responsável e objetiva.

Airacobra

Vocês ja tiveram os estados homenageados com os CTs Classe Pará, inclusive eu, deixemos o oceano que nos banha ter sua vez também

Alex Barreto Cypriano

Nominalismo é um dos atavismos mais queridos entre os que preferem o colorido das idéias à parda realidade. Mas a realidade sempre se impõe. Longa e gloriosa carreira ao NPHM Atlântico.

tomcat3.7

E eu torci pelo Mingão 2 o retorno por ser mineiro uai!!!rs
Mas o nome “Atlântico” ficou ótimo e imponente. Que venha logo(e com brindes/surpresa).

Ozawa

A chegada do (N)PHMXYZ Atlântico poderá coincidir com a divulgação do vencedor para construção das Tamandarés, por volta de agosto/setembro . . .

Luiz Trindade

Multipropósito porque além de ser porta helicóptero ele… Navega?!?

Mk48

Leia as várias matérias que já foram publicadas aqui no blog que você vai saber.

Fernando "Nunão" De Martini

Luiz Trindade, É multipropósito porque, além de seus helicópteros poderem ser empregados em vários tipos de missões (ASW, ASuW) sendo a principal delas o helitransporte das centenas de fuzileiros navais que o navio pode levar, ele é capaz de desembarcar tropas e material por meio de embarcações de desembarque (em seus bordos), transportar veículos blindados e desembarcá-los de várias formas, cumprir tarefas de comando e controle, missões de apoio logístico, humanitárias (possui um bom hospital a bordo) entre várias outras. Mais multipropósito do que isso, só se tivesse doca alagável para agilizar o emprego das embarcações de desembarque e fosse… Read more »

Alex Nogueira

Pode carregar blindados, tropas, helicópteros, hovercrafts, lanchas de desembarque.

tomcat3.7

Me perdoem o Off Topic mas por que a MB não consegue construir ao menos os navios de patrulha oceanica ou da classe do napa 500 com dindin do Fundo da Marinha Mercante (FMM) ??? Trecho de matéria sobre a construção de um petroleiro Aframax o petroleiro Castro Alves de 248 metros de extensão que carrega até 120 mil toneladas, construído no Estaleiro Atlântico Sul (EAS). “Entre 2010 e 2017, o Fundo da Marinha Mercante (FMM) já financiou a construção de 510 embarcações em estaleiros brasileiros. Só em Pernambuco, foram 2 estaleiros e 23 embarcações. Entre os navios, os modelos… Read more »

Marcos
Rafael Oliveira

NaPa não é navio mercante.

Fernando "Nunão" De Martini

Tomcat,

Já existe uma iniciativa nesse sentido, aguardando apenas a publicação de uma medida provisória, prevista para o mês que vem:

http://www.portalmaritimo.com/2018/04/23/construcao-naval-segue-aguardando-medida-provisoria-que-redireciona-recursos-da-marinha-mercante-para-a-marinha-do-brasil/

Se realmente vingar, a perspectiva é abrir licitação para construir NPa500BR.

Carlos Eduardo Maciel

Boa Tarde, Tomcat3.7! Ao que se sabe a Marinha está empenhada na aprovação desse projeto. O Fundo arrecada R$ 6 Bi por ano e a tentativa é de liberação de parte desse valor para a construção das Npa 500 aqui no país. O projeto está em análise no Ministério dos Transportes. Havia uma proposta também de Medida Provisória para a utilização desses valores no reequipamento da esquadra. A proposta foi apresentada por representantes dos estaleiros nacionais. Acompanho essa ideia com muito cuidado, pois sinceramente acredito que se 50% desse valor (R$ 3 Bilhões) fossem remanejados exclusivamente para a renovação da… Read more »

tomcat3.7

Obrigado a todos pelas respostas e que os anjos digam “Amém” para a alocação de metade ou parte destes 6 bi anuais pra MB !!!

Fernando "Nunão" De Martini

Tomcat,
A matéria que passei link fala em 300 milhões de reais por ano que poderiam ser disponibilizados para a Marinha construir navios-patrulha.

É um bom dinheiro.

Se não me engano, isso dá pra cerca de meia dúzia de navios-patrulha do porte da classe Macaé (500t).

Airacobra

Imagino aqui em 4 anos poder pagar 24 NaPa500BR, o texto fala em que da pra pagar uma corverta por ano e realmente dá, imagino se essa MP for pra frente, o folego que não daria para a MB, em 8 anos teria garantido o pagamento de 24 NaPas e mais 4 Tamandarés, já que as 4 primeiras já estão senso garantidas com a capitalização da engepron

Fernando "Nunão" De Martini

Airacobra, Nesse caso creio que o entrevistado ou a jornalista da Reuters se confundiu, pois o montante anual mencionado é de 300 milhões de reais, e isso não dá pra uma corveta. Se fosse 300 milhões de dólares, quem sabe chegaria mais perto. Mas 300 milhões de reais daria pra bancar, provavelmente, um NPaOc de porte semelhante aos que o Chile vem construindo. Ou meia dúzia de NPa500. Nos oito anos que você menciona, com esses recursos mantidos anualmente, seria possível provavelmente construir uns 24 NPa500, substituindo os 16 navios-patrulha classe Bracuí e Grajaú que já tem alguns navios chegando… Read more »

Airacobra

Realmente Nunão, rolou uma confusão de minha parte em relacao à moeda, como seria em real então realmente é cono você disse

tomcat3.7

Mais uma vez, que os anjos digam amém!!!

Saldanha da Gama

Reitero seu pedido!!!! st4

Bavaria Lion

Uma bela solução para um problema que não temos (ou que existem outros que urgem mais, mas enfim…).
Vai ser só um porta-caracal mesmo?

tomcat3.7

Rapaz vc esqueceu dos Sea Hawks e Linx ??

Top Gun Sea

Quem sabe será também um porta Sea Super Cobra/ Sea Apache/ Sea Chinooks. Até o seu comissionamento em 2020 muito coisa boa pode acontecer.

Bavaria Lion

Bem lembrado, Galante.
Se não me engano, o Lynx precisa de um iluminador de alvos para disparar seus torpedos, há a integração do sonar de mergulho do Sea Hawk com os sistemas Lynx?

XO

Não, o que ocorre é o ataque por vetor, quando o controlador aerotático direciona o Lince até o ponto de lançamento e inclusive ordena o momento de lançar o torpedo…

Cesar A. Ferreira

Ué… Não seria batizado de Pernambuco em homenagem ao Ministro Jungmann?
O que aconteceu para mudarem de ideia?

Rafael Oliveira

Ele deixou de ser MD e foi ser ministro da Segurança Pública.

J.Neto

Lamentável comentário… não tinha nada mais lúcido do que fofoca…

Guizmo

Acabamos de adquirir a Nau-capitânea da Royal Navy! Isso não é pouca coisa, principalmente se contextualizar historicamente. Daqui há 30 anos, vamos falar de como a MB de 2018 era gloriosa, que navegava com Naus britânicas de 1a linha…….e obviamente reclamarmos do presente, maldito 2048, com apenas 2 sub nucs operacionais e baixa disponibilidade das 08 Type 054……

Top Gun Sea

Vixi!! É olho de Tandera ou Bola de Cristal!?

Thomas_S

Muito Bom! Que venha o A140 Atlântico!

JagderBand44

Sem escoltas, um bom alvo.

Marcos

SeM EsCoLTaS, Um BoM aLVo

As fragatas e as corvetas são o que?

Você quer escoltas para entrar em guerra com uma potência ou para nos defendermos dos paísecos que nos cercam? Os que nos cercam nunca passarão! (parafraseei alguns movimentos bostunais)

Heitor

“Paisecos”… afff meu Deus, fala como se os nossos vizinhos fossem parasitas, que nos cercam com fome de corroer o Brasil… o único que pode apresentar alguma ameaça é o governo (não o povo) venezuelano

Fernando "Nunão" De Martini

A Marinha ainda tem, em operação (não estou contanto as que passam ainda por longa manutenção), cerca de oito fragatas e corvetas para escoltar seu novo navio-capitânia. E tem um programa em andamento para substituir metade delas, na próxima década, com a construção de navios novos. Ou seja, tem escoltas, ainda que algumas sejam antigas, outras modernizadas com armas e sensores ainda válidos, quase todas no fim ou perto do fim da vida útil. E se a MB não seguir ideias de alguns aqui que acham que fragatas e corvetas não são necessárias (respeito a opinião mas discordo), essa pequena… Read more »

Saldanha da Gama

São extremamente necessárias, assim como uma boa frota de subs! Para mim quanto mais fragatas, corvetas, destroyers, subs, o PHM a140 e até Nae, quanto mais tivermos, melhor! Abraços st4

Adriano Luchiari

Eu também penso assim, o problema é din-din pra tudo isso. Por isso penso em prioridades, das quais já me manifestei.

Ádson

Com helis, um difícil alvo.

Rodrigo Tavares

Alvo é qualquer navio de superfície

Agora um PH armado com Seahawk + Peguin Mk II Mod 7

JagderBand44

Senhores, o que quis dizer é que precisamos de pelo menos um meio de escolta no estado da arte. “As fragatas e as corvetas são o que? Você quer escoltas para entrar em guerra com uma potência ou para nos defendermos dos paísecos que nos cercam? Os que nos cercam nunca passarão! (parafraseei alguns movimentos bostunais)” Marcos, com o devido respeito, sua opinião está totalmente equivocada. Você tem que enxergar 20 anos adiante. Não existe mais “entrar em guerra”, seja com uma superpotência ou com a marinha do Congo (se é que existe). O meio (Oceano A140) é bom. Mas,… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Jagderband44, Mísseis da geração do Aspide ainda equipam boa parte das fragatas pelo mundo, de várias marinhas. Mísseis antinavio e aviões de geração similar ainda são maioria pelo mundo. A existência em si de novas armas não torna as anteriores obsoletas da noite para o dia, mesmo em teatros de operação mais “quentes”, elas precisam ser disseminadas. A coisa não é oito ou oitenta, o que importa é ter meios com armamentos ainda válidos e a perspectiva de renovação desses meios, e ao menos, desde o início efetivo da concorrência da classe Tamandaré no fim do ano passado, essa perspectiva… Read more »

JagderBand44

Bom ponto de vista De Martini.
Ainda assim, acredito que um ataque de saturação, com equipamentos (mísseis atuais) seja bem difícil de ser contido pelos nossos meios. Talvez seja também difícil de ser contido por meios mais atuais, tipo uma Meko 200 ou Fremm.
Ok, talvez uma estratégia envolvendo vários meios ao mesmo tempo.
Enfim.
Saudações.

Flávio Henrique

Se um navio de um país neutro passa por zona quente, todos os envolvidos não podem desrespeitar sua neutralidade, fora que a MB tentará evitar “acidentes” informando os envolvidos. Caso não garantam sua segurança ele fará outra rota

Alex Nogueira

Excelente nome!

Tem que parar mesmo esse negócio de bajulação, não importa quem ajudou/facilitou ou o que quer que seja, não fez mais do que obrigação, pois é um bem para a pátria e todos ministros são muito, muito bem remunerados já contando com diversas regalias.

Sendo assim, se tiver que agradar alguém, que agrade a nossa Marinha, buscando melhorar cada vez mais nossos meios de combate.

Jorge Nakata

Estamos comprando a Nau Capitânia de uma das Marinhas mais tradicionais e poderosas do mundo, plenamente operacional, estava na ativa, não estava desativado não, recentemente atualizado e modernizado, o maior navio da América Latina, e isso de longe…. tão bom que muita gente na Inglaterra se opôs a essa venda….bem, não é possível que ainda tenha gente reclamando.
Temos que ir agora pelos AH1-Cobra.

Andrew Martins

Alguém me tira uma dúvida, por favor:
Pesquisando sobre a Marinha do Brasil, eu li que o primeiro almirante foi Thomas Cochrane, o Marquês do Maranhão. E com isso veio a dúvida, alguma embarcação já recebeu o nome em homenagem a ele? Ou por ser uma figura estrangeira e do período imperial não pode. Por que pelo que eu li ele foi importante.

Não gostei muito do nome Atlântico A140, acho que o nome de algum estado, ou uma homenagem a algum almirante, figura importante da marinha, ou batalha seria mais legal.

Walfrido Strobel

Com todos os seus desmandos e absurdos quem vai homenagear Thomas Cocchrane, o Marques do Maranhão.

Andrew Martins

Não pesquisei a fundo o passado dele, só as informações referentes as batalhas e quem ele foi. Mas é triste o primeiro almirante da marinha ser alguém que só vale a menção.

Rafael Oliveira

No contexto da época, ele não fez nada demais. Se a gente for julgar todo mundo que entrou em batalhas de verdade, quase ninguém será homenageado. A meu ver, mereceria dar nome a algum navio de escolta.
A Armada do Chile tem navios em sua homenagem, posto que também foi importante em sua história.
Sem dúvida, foi um grande marinheiro.

Luís Henrique

Excelente escolha.
Nome muito bonito.

Mil veze melhor do que homenagear a classe política.

E eh um nome que não da briga.
1 estado eh homenageado e os outros 25 ficam chupando dedo.

Sobre capacidades:

Com helicópteros H-225 armados com mísseis EXOCET AM-39 block2.
E helicópteros Sea Hawk para guerra antisubmarino.
Será um combo apenas visto em potências militares.
E somente superado pelo combo de navios aeródromos e aeronaves de asa fixa.

Se a MB conseguir um helicóptero AEW ai fica mais show ainda.

carvalho2008

Gostei do Nome

José Carlos David

Belo nome…vai nos encher de orgulho!

DarKnightBR

Antes de mais nada, belo nome !

Agora, viajando um pouco na maionese, qual configuração vocês acham que comporia um eventual grupo tarefa para essa embarcação (um strike group tupiniquim) ?! Apenas como exercício mental mesmo, se eventualmente o NPHM Atlântico fosse deslocado para atuar em uma “zona quente”, hoje, sua escolta seria composta como ? Uma nal classe Niterói e a Barroso, junto com um classe Tupi, por exemplo ? Com os helicópteros à bordo teríamos como prover uma defesa anti-aérea minimamente funcional ou isso pouco influenciaria ?

Abraços…

Fernando "Nunão" De Martini

DarKnightBR,
A escolta de um alvo de maior valor como esse navio precisa, em geral, de pelo menos quatro fragatas e corvetas, ou mais se do grupo-tarefa também fizerem parte o NDM Bahia e o NT Alte Gastão Motta, o que seria provável.

Submarinos não costumam ficar presos a grupos-tarefa como escoltas, em geral operam sozinhos, ainda que em apoio à estratégia geral.

Walfrido Strobel

Agora a MB tem um brinquedo grande para chamar de seu.

Fernando "Nunão" De Martini

Já tinha, e até maior, mas não conseguiu “brincar” muito com ele. Usava só pilhas grandes e quebrava o tempo todo. O “brinquedo” novo usa pilhas mais baratas, é mais moderno e mais barato de consertar.

Airacobra

Nunão, usava pilhas grandes mas enquanto funcionava era bom brincar com ele, já brinquei varias vezes e posso dizer que era bom

Fernando "Nunão" De Martini

Airacobra,

É um lindo navio.

Não cheguei a embarcar para cobrir alguma comissão, outros colegas o fizeram, e quando eu tinha um embarque programado para fazer uma matéria, não dei sorte, o navio quebrou mais uma vez antes mesmo de eu ir pro Rio pra embarcar.

Mas pude visitar por dentro em Santos, e o vi várias vezes no Arsenal nos últimos meses, e bem perto quando fiz algumas pesquisas em oficina ao lado do navio. Belas linhas, uma pena. Mas já era, página virada.

Fique à vontade para compartilhar suas histórias de embarques, se quiser.

Airacobra

Foi o famoso barato que saiu caro, ja que foi tão barato ao invés de ter saido da França ja com PMG realizado preferiram traze-lo após pequenas revisões, servi por 3 anos desde a incorporação, no caso na fase áurea dele, se tivessem atrasado a incorporacao por 1 ano ou mais e ja ter vindo com PMG realizado não haveria problemas pois ainda tinhamos o Minas Gerais recém saido de PMG pra cobrir com restrições essa lacuna de tempo para incorporação e poderia continuar realizando os testes com os A-4 e qualificar alguns pilotos, e em 2022 o São Paulo… Read more »

Mahan

Tanto Bahia como Pernanbuco são nomes honrados e de tradição na Marinha e Estados de gente guerreira. O que vale a intenção! Duvido que fossem pra puxar saco dos canalhas comunistas. Porta Helicóptero Atlântico também fica muito bem. Precisamos agora é de Porta-aviões para resgatar o Minas Gerais.

Ian L

All I will say is may HMS Ocean now (PHM) Atlantico A140 may she/he serve the Brazilian Navy as well as she did the Royal Navy.
May God protect all who sail on her/him.

Look after her
Ian L UK

Ozawa

Thank you! God bless you all.

XO

Thank you, Ian !!! We are going to take good care of her… best regards from a brazilian sailor !!!

Ozawa

Ao fim da década de 30, se Deus, a maturidade do Alto Comando, a estabilidade política e econômica da nação, permitirem, e APÓS termos na linha de batalha ao menos 4 Tamandarés, 4 Super-Fragatas, 4 Riachuelos e o SNB, o Atlântico possa ser substituído como nau capitânea por um LPH (estilo Dokdo da ROKN), mesmo por uma compra de prateleira. Mas se o próximo PAEMB ainda persistir com aviação de ataque de asa fixa e porta-aviões, desisto. A variável “maturidade do Alto Comando” é igual a zero ou negativa e o resultado da equação acima é zero ou menos infinito… Read more »

Felipe Alberto

Apesar de gostar da ideia de aviação de ataque de asa fixa e porta-aviões, assumo que não entendo a escolha. Dentro de plano de investimentos, um PA passa na frente de muito do que se tem a fazer.

Talvez haja algo tem eu não tenha posto na ‘equação’.

Flávio Henrique

Ao meu ver a marinha deve priorizar a construção no Brasil de combatentes que possam ser feitos em quantidades razoável para ter um indústria naval com experiência na área, e comprar de outros países os mais caros e que terão pouca unidades com exceção de um NAe pois não é todo dia que terá um usado com pouco uso ou em caso de necessidade estaleiro capazes de fazer-lo

Gustavo

que seja o “começo do fim” dos nomes de estados para embarcações. Chega!

Everton Matheus

Oremos

Manuel Flávio

A MB anunciou oficialmente, ou corre o risco do Roberto Lopes fazer uma outra matéria mudando o nome do Ocean?

XO

Informação que tenho é confiável… soube hoje cedo, pela manhã…

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