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Marinha do Brasil organiza V Conferência das Marinhas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP

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O Brasil será a sede da V Conferência das Marinhas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o fórum mais importante entre as Marinhas e Guardas Costeiras de língua portuguesa sobre assuntos ligados ao mar. Organizado pela Marinha do Brasil, o evento ocorrerá entre os dias 7 e 9 de agosto, na cidade do Rio de Janeiro, na Escola de Guerra Naval (EGN).

A Conferência constará de palestras apresentadas pelos Chefes das Delegações e proporcionará discussões sobre o Tema Central: “A cooperação entre as Marinhas para exercer a soberania nas águas jurisdicionais dos países”. Nesta V Conferência, as Marinhas dos seguintes países confirmaram presença: Marinha de Guerra Angolana, Marinha do Brasil, Guarda Costeira de Cabo Verde, Marinha de Guerra de Moçambique, Marinha de Portugal, Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe e a Marinha da Guiné Equatorial.

A CPLP foi criada em 17 de julho de 1996, durante a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo. Atualmente, são países-membros: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Guiné Equatorial. Um dos objetivos gerais da Organização é a cooperação em todos os domínios, inclusive os da educação, saúde, ciência e tecnologia, defesa, oceanos, agricultura, administração pública, comunicações, justiça, segurança pública, cultura, desporto e comunicação social.

No ambiente da Defesa, foi assinado, em setembro de 2006, o “Protocolo de Cooperação da CPLP no Domínio da Defesa”. Esse documento define como objetivo geral “promover e facilitar a cooperação entre os Estados-Membros no domínio da Defesa, através da sistematização e clarificação das ações a empreender”. Dispõe como objetivos específicos:

a) Criar uma plataforma comum de partilha de conhecimentos em matéria de Defesa Militar;

b) Promover uma política comum de cooperação nas esferas da Defesa e Militar; e

c) Contribuir para o desenvolvimento das capacidades internas com vista ao fortalecimento das Forças Armadas dos países da CPLP.

O Protocolo estabeleceu os seguintes órgãos como componentes da Defesa da CPLP:

a) Reunião de Ministros da Defesa Nacional ou equiparados dos Estados Membros;

b) Reunião de Chefes de Estado-Maior-General das Forças Armadas ou equiparados dos Estados-Membros;

c) Reunião de Diretores de Política de Defesa Nacional ou equiparados    dos Estados-Membros;

d) Reunião de Diretores dos Serviços de Informações Militares ou equiparados dos Estados-Membros;

e) Centro de Análise Estratégica; e

f) Secretariado Permanente para os Assuntos de Defesa (SPAD).

Especificamente sobre o encontro entre as Marinhas, entre 2 e 4 de julho de 2008, ocorreu o I Simpósio das Marinhas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, realizado na Academia da Marinha de Portugal, na cidade de Lisboa, que teve como tema central: “O papel das Marinhas no atual contexto internacional”.

O II Simpósio aconteceu no período de 30 de junho a 1º de julho de 2010, em Luanda, Angola e teve como tema: “As Marinhas e os desafios do Século XXI”. O III Simpósio ocorreu entre os dias 8 e 10 de maio, na cidade do Rio de Janeiro e teve como tema: “Garantia da defesa e segurança marítimas, em âmbito nacional, regional e global.

A cooperação entre as Marinhas para o monitoramento e o controle do tráfego marítimo nas águas jurisdicionais dos países”. O penúltimo evento, agora com a designação de Conferência, foi em Maputo, em fevereiro de 2015. O tema central foi: “Importância do Mar para o Desenvolvimento dos Países da CPLP”.

Contato:

36 COMMENTS

  1. Sinceramente não vejo nada neste encontro que possa beneficiar o Brasil.

    A exceção de Portugal, nenhum dos outros países possui uma marinha propriamente dita, na verdade não possuem nem navios, no máximo barcos patrulha.

    Perda de tempo e dinheiro para organizar isso.

    • O Brasil tem muita influência nos países mais pobres da CPLP, aumentar esse laço em todos os aspectos institucionais é muito importante. A MB tem feito um trabalho de quase criar algumas marinhas na CPLP, só não faz mais por falta de recursos.

    • Só vamos conseguir vender equipamentos militares para eles e treinamento se construirmos um relacionamento de longo prazo.

      Todo esforço estratégico nesse sentido é bem-vindo.

  2. A psicologia explica: quem tem faz e quem não tem teoriza. O Brasil já vislumbrou liderar estes países só que dando um cunho ideológico e paternalista, contrário aos nossos interesses. Ideológico ao privilegiar as chamadas Republica Populares e paternalista ao doar caros sistemas de armas. Nessess pacotes doamos barcos, assistência militar, aviões e helicópteros. E muito lugar pátrio necessitando destes meios.

  3. Muito bom: essa organização deveria juntar recursos para a construção de dois porta-aviões para ajudar na defesa desses países, de forma alternada. Também seria muito bom a construção de uma força submarina, composta por submarinos nucleares, para ajudar qualquer país falante do português, não importando a distância.

  4. Pois é.

    Alguém tem que fazer. Ou a China fará. É o mesmo assunto das postagens sobre nossos irmãos latinos. Ninguém precisa de vizinho pobre. Somos o maior país de língua portuguesa. Oito países sem expressão. A Alemanha toma conta da Europa, os americanos tomam conta da Alemanha. O resto está ficando para a China. Vamos nos sentar e esperar o mundo girar?

    Não há grana para paternalismos nem idealismos. Mas isso não impede o país de ter uma política estratégica.

    • Infelizmente não temos o dinheiro para garantir grandes investimentos como a China, nem o poder bélico dos russos. Porém podemos útiizar outras ferramentas e com certeza a afinidade cultural ou linguística pode nos ajudar a cultivar quanto menos boas relações diplomáticas, aumentar a influência e facilitar assim a penetração no tecido econômico , profissional, acadêmici dos brasileiros.

    • Caro Esteves. Mencionei em outro post que ciclos econômicos são de 10 a 20 anos, enquanto que o planejamento estratégico de uma marinha é bem mais longo do que isso. De vez em quando algum colega coloca aqui que “países têm interesses, não amigos”. Isso é uma verdade mas esconde uma outra coisa pouco lembrada: “quem determina quais são os interesses prioritários de um país?”. Obviamente, essa é uma decisão política e estratégica. Lembro quando aprendi isso ainda adolescente ao ler “Admirável mundo novo”. Recomendo para quem não leu e para quem leu há muito tempo. Recentemente reli “A revolução dos bichos” (é revelador sobre o que estamos vivendo)

      • Uma das lambadas que tomei aqui foi quando afirmei que americanos têm amigos:
        1) pela língua
        2) pela religião
        3) pela raça
        4) por não terem feito guerras contra
        5) por não terem agredido

        Não necessariamente nessa ordem. Britânicos e seus filhos como canadenses e australianos, franceses, suecos e aparentados vikings e…e…judeus. Ajuda a entender os beijinhos de Trump em Putin. Russos aboliram a religião, mas a igreja ortodoxa é tão influente que no recente reconhecimento de Jerusalém como capital, Putin apoiou Trump.

        Seja como for e aonde, precisamos de uma visão. A América Latina está isolada há muitos anos. Séculos. O Poder Naval publicou matérias sobre nossa estratégia marinheira. Até os anos 1990 subordinada ao pensamento americano de meios anti submarinos. Era a maior ameaça.

        No início dos anos 2000 o distanciamento da influência americana com meios anti superfície e subs. A diminuição da frota, o envelhecimento, as despesas, o parco investimento. 10 em 10 anos parece Tarot. Você vai na cigana e ela conta isso. É o ciclo.

        Não aconteceu guerra alguma. Nem sobre o mar nem abaixo dele. O Swot não aconteceu.

        Parece que começamos a pensar com a descoberta do pré-sal, a pirataria, o tráfico, a bola nas costas em Santos (isso é recente). Antes pensávamos como o pensamento de quem já está encontrando vida nas luas de Saturno.

        A China está vindo sem nenhuma ideologia. É somente domínio, pujança, força. A China não irá ruir como os soviéticos nos anos 1990.

        Então…quem tem que tentar enxergar o mundo daqui a 15 ou 20 anos somos nós. As montadoras estão trocando o Brasil pela Argentina. É o que conseguimos com o Mercosul. Porque copiamos o falido Nafta? Que só fez levar empregos e indústrias americanas?

        Não dá pra pensar em América Latina e África portuguesa com cabeça de americano. Eles estão com os miolos em Plutão. Nem fazer visita a Cuba. É área de influência de Miami. Falar mandarim…só por Jesus.

        1) mesma língua
        2) 50% do povo brasileiro é negro
        3) mesma religião
        4) mesmos recursos
        5) uma classe política de arrasar
        6) pobreza

        Muito em comum. Dá pra construir bastante coisa em 20 anos.

        Olha…essa afirmação que o pensamento estratégico marinheiro é longo, mais longo que 20 anos, sei não. Até pode ser. Mas preciso ir fazendo as coisas acontecerem de 5 em 5. No máximo de 10 em 10.

  5. Se fosse um fórum com marinhas dos EUA, Europa será elogiado por alguns aqui, vejo muita gente com síndrome de vira latas e ignorando sua ascendência lusitana. O Brasil precisa fazer alianças, principalmente com os países vizinhos e de origem lusitana.

  6. Que bom, já fazia têmpo que não lia notícias relacionadas a Cplp. Sempre bem vindas essas cooperações, considero muito positivamente, se bem utilizada-como muitas outras nações mais experientes fazem – pode ser uma ótima ferramenta diplomática para estreitar e valorizar as relações entre países que compartilham um patrimônio tão importante como o idioma português, além de criar um canal de comunicação preferencial. Espero o Brasil saiba cultivar e colher bons frutos dessas cooperações.

  7. ” Minha patria é a lingua portuguesa. ” Dizia o Fernando Pessoa. A lingua é poder, é influência , patrimônio intangível mas valioso como poucos, veículo do conhecimento e comunicação, expressão e reflexo de poder e de quem a possui. Não por a caso o inglês é o que é hoje, ferramenta é chave do conhecimento científico e das relações internacionais, não porque seja fácil ou bonito.

  8. Sr. Temos necessidade deste intercâmbio, todos estes países foram como nós colonizados pela mesma nação Portuguesa, sendo assim somos co- irmãos, e, ninguém sabe o amanhã. Muitos não haviam nascidos a 50 anos, não viram quem era a nação chinesa, e, como hoje consegue ser a potência que é. Vai que acontece com algum desses nossos co- irmãos.

  9. Boa noite! Quero me explissar que a nossa marinha brasileira está socatiada , não está tendo muito evestimento , como o exército e aeronáutica. Com tudo temos que honrar nosso país e ter amor a bandeira nacional. Um exemplo: veja um jogo de futebol ( seleção brasileira ) nem eles cantam o hino nacional. Se os nossos políticos não fossem ( corruptos e misguinhos ) o nosso Brasil seria sim uma potência bélica e social.

  10. Caro Jhonny. Acho que futebol e defesa são coisas distintas. Por exemplo, temos uma grande rivalidade com os argentinos em copas do mundo (apesar que eu torço pela Argentina quando ela joga contra europeus) que não pode ser usada como argumento para coisas de defesa e integração regional. Eu questiono a necessidade do Brasil ser uma potência militar. Prefiro que as forças armadas sejam modernas, eficientes e eficazes, sem que isso se torne uma obsessão militarista. Sobre a corrupção na política, os dados da “Transparência Internacional” colocam o Brasil em uma posição intermediária, similar à China e menos corrupto que a Rússia, que são potências militares. Portanto não há qualquer relação entre nivel de corrupção política e poder militar.

    • Relação há.

      Se o Brasil é tão corrupto ou se deixa corromper como a China…bem, a China é uma potência militar.
      A Rússia é mais (corrupção) que o Brasil. Pode ser. Sendo uma potência militar e um país corrupto tá feita a relação.
      Países africanos nos anos 1970/1980. Corruptos e governados por ditaduras militares.
      Indonésia e vizinhos. Ditaduras militares e corrupção.

      Corrupção e militares andaram lado a lado na América Latina. Se a democracia presta ou prestou, serviu para colocar cada um no seu lugar. Militar cuidando da defesa e corrupção cuidando dos políticos.

      A Petrobras deu lucro. Finalmente.

  11. Penso que se a América Latina se livrasse dos governantes medíocres e corruptos formando um bloco latino, poderiam se tornar uma grande potência econômica e militar. Massssd.

    • Goa talvez se a Índia entrar como observador.
      Macau, já era , não penso que a política da China iria permitir. Infelizmente.

  12. O Brasil será sempre o país mais influente em termos de Língua Portuguesa, é o maior, é mais poderoso e logo o mais influente, é natural congregar os outros povos e criar sinergia , se tivermos boas relações com esses povos, deixaremos de ser um anão diplomático.

  13. Prefiro que o Brasil venha a ser um país desenvolvido do que uma potência. Um poder de dissuasão que possa inibir qualquer que seja a nação que se atreva a ter ideias de conquistas. país desenvolvido aos molde de uma Suécia( sem comparações, por favor) Isto leva tempo, sim! Não aceito a expressão país do futuro. Temos de viver o presente e muda-lo. as mazelas devem ser diminuídas. qual é o melhor caminho: acordos binacionais ou multinacionais? Mercosul está dando certo? Creio que devemos rever este tratado de livre comércio. Países de Língua Portuguesa possuem culturas sócio-políticas-econômicas muito distintas das nossas. quanto ao campo militar , não vejo interação . Há sim no mundo uma visão que ainda persiste entre potências: o superestrato, adstrato e subestrato. E assim caminha o mundo desde outrora. Grande abraço.

  14. Ser ou não ser (“eis a questão” rsrsrs) uma potência não é uma escolha que pode ser feita , é simplesmente a decorrência de fatos históricos e ações perseguidas com determinação. Os EUA não , ou “Roma”, não são e não foram potências hegemônicas por meramente desejarem conquistar e dominar o Mundo. Foi algo que veio, ocorreu e se concretizou por ações e medidas determinadas por o que eles viram como necessário para sobreviver, garantir segurança e recursos . Nem mais nem menos do que outros fazem ou pretendem fazer, com a diferença óbvia que essas potências tomaram medidas mais eficazes e incisivas, e por fim conjecturas da História auxiliaram esse processo de ascensão. Quando no 1853 o americanos foram Japão com uma missão militar impor a abertura dos portos ,até aquele momento a sociedade nipônica era basicamente feudal e isolacionista, enquanto isso ocidente vivia sua plena revolução industrial e a Itáliao seu “Risorgimento”. Com tudo isso em poucas décadas o Japão se transformou completamente em poucas décadas como ninguém antes tinha feito com tanta rapidez e torna-se potência regional, derrotando potências ocidentais clássicas , tendo a ousadia de desafiar a hegemonia dos EUA sobre o Pacífico. Hoje depois de duas bombas atômicas continua sendo uma potência , evento que potencialmente teria destruído, esmigalhado, qualquer outra sociedade. Tudo isso foi feito porque eles eram loucos ou fanáticos ? Não, penso . Penso sim que o Ethos japonês junto com as necessidades de garantir recursos ao seu próprio desenvolvimento , ambição desmedida, hubris( novamente o Ethos daquele povo/nação) , conjecturas históricas facilitaram e traçaram esse percurso.

  15. Mais um adendo.
    Suécia e muitas outras nações desenvolvidas que podemos abservar como também a Holanda e as demais ja foram potências e em parte esse desenvolvimento deve-se também a essa trajetória.
    ” Um poder de dissuasão que possa inibir qualquer que seja a nação que se atreva a ter ideias de conquistas”: já isso traçaria o Brasil como potência, ou seja uma necessidade torna o país de fato em algo que talvez nem queira. A Índia é uma potência, país miserrimo , mas è. Porque queriam? Simplesmente fatores demográficos, históricos e inimigos/rivais tão perigosos que obrigaram aquele nação a dar uma resposta a estás conjecturas.
    Mercosul
    Uma área de livre comércio onde a nossa balança comercial mostra valores positivos (superávit) com todos os parceiros e mais com a Argentina não só possuímos um bom superávit mas nossas exportações são de produtos manufaturados com valor agregado, algo que não aconteceu com a China, por exemplo. Há atritos e problemas? Claro que sim, cada um olha para o próprio interesse, mesmo assim os participantes entendem que o Interesse maior é manter em pé essa arquitetura econômica, podem reclamar e blufar mas faz parte do jogo.
    “Países de Língua Portuguesa possuem culturas sócio-políticas-econômicas muito distintas das nossas. quanto ao campo militar , não ve..”
    Querendo ou não país tem sangue e herança socio cultural português e Áfricana. Faço um pequeno exemplo da utilidade da Angola que poderia ser ótimo parceiro no Atlântico Sul , fornecendo apoio e bases(não no sentido estrito de base militar apenas logístico) para controlar , e vigiar o nosso Oceano. A Petrobrás, a MB, e as demais instituições, podem auxiliar o país na extração e pesquisas oceanográficas . Já hoje há milhares de brasileiros trabalhando lá em vários setores. É um país que vai crescendo de maneira não indiferente com importante recursos, não produz nada e precisa de tudo… É um bom território de conquistas para várias empresas em vários setores .

  16. Mesmo os países não tendo uma Marinha pujante, sou completamente a favor desta integração, afinal falamos a mesma língua em sua essência, bem ou mal, temos a mesma origem e concordo plenamente com a inclusão de Goa, claro com o consentimento da Índia e por que não a mesma já que tivemos governadores e vice-Reis gerindo a mesma? E quanto a alguns países, sem xenofobia, mas mantenho o pé sempre atrás, aliás como deveria fazer o elefante na estória com o escorpião e o que o mesmo disse ao elefante após o picar:
    “Me desculpe mas isso faz parte da minha natureza e eu não consigo resistir.
    E saiu a caminhar como se nada tivesse acontecido.” Um excelente domingo à todos. st4

  17. Realmente Sr. Thiago ser potência leva tempo e fatores históricos e econômicos irão de alguma forma influenciar nesta transição de desenvolvido para potência. A ideia de “utilizar Angola” e não interagir com o país em questão dá a entender que a busca de ser potência no hemisfério sul serve aos interesses do nosso país . Questão de tempo. Obrigado pela excelente explanação SR. Thiago. A ideia de superestrato, adstrato ou substrato estão bem claras.

    • Agradeço você Segio pela possibilidade de trocar opiniões e idéias e fomentar um debate estimulante. Não entendi o conceito de “superestrato, adstrato ou substrato “. Se poder esclarecer agradeço desde já. Desculpe os eventuais error ortográficos e de digitação.
      Abraços

  18. SR Thiago conceito de super estrato quando a nação com evolução cultural superior impõem domínio sobre a que tem menos; adstrato: quando ambas nações interagem; substrato .o país dominado influencia no país dominador. Caso comum na antiguidade quando Roma influenciava os povos conquistados com sua cultura e poder . No caso da Grécia, esta conquistada pelas armas de Roma impuseram sua cultura ao país dominador. São leitura que me lembro . Gramática da Língua Portuguesa do ilustre professor Celso Cunha. Há colegas da área de Geografia que também ilustram com mais detalhes estas ideias. reafirmo que sua explanação foi muito boa. Minhas dúvidas estão ainda no tocante o que seria melhor para nosso país: acordos bilaterais ou multilaterais. ? Podemos ganhar o que com estes acordos? tenho certeza que acordos de venda de material bélico, maquinário agrícola e outros bens manufaturados dariam um forte impulso a nossa indústria. De qualquer forma tenho queda para acordos bilaterais. Bem não sei expor com mais detalhes. Obrigado e sigo lendo e aprendendo com o Sr. Abraços.

  19. Erros : “superestrato”, “são leituras” “das quais me lembro”, “Reafirmo” Erros por ser apressado e não estar familiarizado com o teclado. Em suma: sou da era do martelo, cinzel e placas de argila. Desculpem -me. Abraços a todos.

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