Home Marinha do Brasil Bolsonaro toma café da manhã com Comandante da Marinha no Rio

Bolsonaro toma café da manhã com Comandante da Marinha no Rio

5615
37

Presidente eleito estuda nomes para Forças Armadas

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) tomou café da manhã nesta 6ª feira (16.nov.2018) com o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, no 1º Distrito Naval, no Rio de Janeiro.

Bolsonaro chegou por volta das 8h30. Ainda não foram definidos os nomes que comandarão a Marinha, o Exército e a Aeronáutica.

Já foram anunciados 2 militares para ocuparem os Ministérios do novo governo: Augusto Heleno para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e o general Fernando Azevedo e Silva para a pasta da Defesa.

Este é o 2º encontro de Bolsonaro com o comandante da Marinha neste mês. Na 1ª visita a Brasília depois de ter sido eleito, ele se reuniu com o almirante Leal Ferreira e o comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas.

FONTE: Poder 360

37 COMMENTS

  1. tomara que não coloquem outro viajante da maionese no comando para descarrilar o que este ai estava fazendo com cautela e responsabilidade.

    • Não sei se está chutando ou se ouviu alguma coisa, mas há ofertas americanas na mesa de uma certa casa na Barra da Tijuca. Falam em nos mandar OHP’, manter nosso programa com a SAAB, mas querem que compremos duas dúzias de F18 (podendo ser novos ou semi-novos) e alguém falou em tanques Abrans.
      Nossos novos grandes amigos do Norte, querem dar uma turbinada em nossas forças. O secretário de defesa americano parece nutrir uma simpatia fora do comum pelo nosso presidente.
      Antes que eu esqueça, os financiamentos oferecidos também são pra lá de interessantes.

      • Um ex militar brasileiro, candidato a ser presidente Presidente da República , que bate continência para bandeira para a bandeira americana , realmente só pode suscitar muita simpatia na administração estadunidense. Como quando você chega em casa e seu cachorrinho fica super feliz, quem não ama e adora seu animalzinho doméstico.

  2. 16/11 – sexta-feira, bnoite, espero que tenha sido uma boa conversa, que várias dúvidas do futuro presidente tenham sido sanadas, que o futuro presidente tenha criado uma lista tríplice para escolha do próximo comandante da MB, e que tenha tido conhecimento das carências da marinha, que consiga disponibilizar sempre as verbas necessárias sejam para compras de prateleiras assim como projetos sejam definidos com suas verbas já disponível, pois não podemos deixar nossa marinha acabar.

  3. Penso que o presidente Bolsonaro poderia acelerar a definição do contrato das corvetas e brigar pelo melhor preço para construção de 8 unidades. Concorrência para 4 unidades se demonstra ridículo face ao tamanho do litoral e a obsolescência dos meios atuais, na minha visão deveria ser 15 unidades…. 8 é o mínimo inicial!

  4. Se o Bolsonaro ( por meio do Paulo Guedes, que parece que é quem vai realmente mandar em tudo ), simplesmente der prosseguimento no PROSUB , PROSUPER e a MB conseguir passar a mão no Wave Ruller, já estará bom o suficiente.

  5. Tomara que com a saída do Almirante a MB volte para realizar os grandes programas como o prosuper, e o prosub …. se for pra comprar sucata velha ou comprar 04 corvetinhas melhor seria acabar com a MB, vender navios de guerra e criar uma guarda costeira apenas.

    O Brasil e grande e a Marinha do Brasil tem que voltar a ser grande tambem …. chega dessa síndrome de pequenez … a oportunidade ta ai no presidente bolsonaro

    “Cada ocasião mal aproveitada no presente é uma probabilidade de desgraça para o futuro.”

    • A MB está quebrada exatamente por ir na onda do Brasil Putencia, deu no que deu. Vc é uma pessoa muito simplista (vou assumir a sua boa fé) se acredita que Almirante pegou o caminho do aperto do cinto porque quis.
      O Brasil não é muito maior do que é hoje, se o pais crescer os 3,5 no PIB no ano que vem, já vai estar ótimo, não dá para esperar um aumento substancial do orçamento militar (então nada de ocasião), o próximo presidente se comprometeu a não fazer contingenciamento do orçamento e isto, para quem faz a tarefa de casa (no caso os militares) já é um alívio.
      Particularmente espero que o próximo governo aumente (mesmo que seja de forma simbólica) os investimentos nos materiais, mas na prática acho que qualquer aumento do orçamento vai para aumentar os soldos dos militares.
      No fundo, chega deste discursinho inútil de Síndrome de Pequenez, de cachorro etc etc, o Brasil é um pais de terceiro mundo, não somos irrelevantes ao mundo mas muito longe de um pais que faz diferença, nunca fomos grande (ao contrário do que vc diz em voltar). Somos um pais cheio de necessidade, desafios e o dinheiro que entra não é o suficiente. Educação, saúde, segurança, infra, existe um trabalhão a ser feito e o governo TEM que faze-lo diminuindo também esta arrecadação que sufoca quem empreende. Se ele conseguir o mínimo (que não é atrapalhar o cidadão) para mim já está bom, o pais andou para traz pois o Governo só olhou para ele e não para o pais.
      Um grande abraço

      • Você está fininho em história heim meu amigo. A atual Marinha do Brasil, com suas meia duzia de embarcaçoes, não é nem a sombra do que foi a marinha Imperial Brasileira durante o reinado de D. Pedro ll.

        • Vc que está enganado meu caro. Quanto custava os navios na época imperial? E vc sabe como eles foram comprados? Via financiamento.
          No mais, um navio de escolta de hoje, deve custar 5 vezes a mais do que na época da Segunda guerra, imagina com o tempo do império, não faça estas comparações sem pe e cabeça.
          Se quiser fazer alguma comparação, que seja na época das Niterói. Mas o pais (ou qualquer outro pais do mundo, exceto talvez a China) não terá mais uma grande quantidade (exceto em uma guerra), equipamento militar está cada vez mais caro. É muita ingenuidade acreditar que vamos manter a quantidade de escolta que já tivemos. A MB vai ter que diminuir o tamanho, seja era por tonelagem ou quantidade de meios. Infelizmente hoje está sendo os dois.

          • Humberto,
            Sem querer polemizar contigo, mas esse seu modo de pensar nos coloca na mesma posição na qual nos encontrávamos no advento das duas GGMs, no episódio da “guerra” da lagosta com a França, na guerra das Malvinas onde não possuíamos qualquer capacidade de interdição ou de resposta caso um de nossos navios mercantes tivesse sido atacado ainda que por engano (estivemos bem perto disso com um navio da Transroll da linha Chile/Peru/Equador na qual eu trabalhava).
            O Brasil possui uma das maiores áreas costeiras do mundo, com enormes recursos e desta forma não podemos ter uma MB com características de uma mera guarda costeira.
            Falta uma política séria de Estado Nacional a fim de prover nossas FAs dos meios necessários a uma efetiva dissuasão contra possíveis aventureiros no futuro.

          • Claudio…
            .
            também sem querer polemizar…mas…não importa como o Humberto pensa…simplesmente não há recursos para se ter ao menos a médio prazo à marinha que todos nós, inclusive o Humberto, gostaria e mesmo essa marinha, dependendo do que seja ideal para cada um , pode não bastar.
            .
            Talvez seja ignorância minha, mas, não vejo como ter uma “política séria de Estado Nacional” para às forças armadas, diante de milhões de desempregados e carentes de tudo, de infraestrutura, saúde, segurança interna, educação, etc…essa política séria só se adotando o regime de governo da Coreia do Norte, que não dá satisfações e para o qual o povo é só um detalhe.
            .
            Sei que é tentador citar a “guerra da lagosta” um incidente diplomático antes da existência da “ZEE “e um grande embaraço para os próprios franceses ou à “guerra das Malvinas”, que não nos disse respeito e mesmo que um navio brasileiro tivesse sido “atacado” teria sido por engano, como você mesmo aventou o que não justificaria uma declaração de guerra e de qualquer forma não se poderia/pode escoltar cada navio mercante.
            .
            Costumo dizer que a US Navy é como um barômetro…onde os navios dela estão é onde os problemas estão e eles não estão aqui no Atlântico Sul…a não ser o solitário e fugaz USS Ramage e isso não deverá mudar de uma hora para a outra, apesar de alguns arautos do apocalipse dizerem o contrário.
            .
            Quais são as prováveis ameaças ou “aventureiros”…para alguns os EUA, para outros, os chineses…haja forças armadas…melhor ter armas atômicas para lidar com eles…França…outra “guerra da lagosta” ?…Reino Unido que mal consegue manter a defesa das Falklands ??
            .
            Claro que o Brasil necessita de forças armadas mais robustas, mas…diante do baixíssimo grau percebido de ameaça e tantas outras prioridades para o país, isso não pode nem será feito, por mais “complexo de vira-latas” que pareça o que escrevo, então é melhor nos acostumarmos porque vai ficar pior antes de melhorar.
            .
            abs

          • Claudio, não vejo problema em polemizar, desde que seja de forma educada como você colocou. O Forum é local para discutirmos de forma civilizada.
            Concordo 100% com a leitura do Almirante Dalton sobre a situação atual do Brasil, precisamos sim de forças armadas mais robustas mas o pais tem outras prioridades que são mais urgentes que a defesa. Infelizmente para nós entusiastas em Defesa é triste ver a situação das nossas forças armadas, é muito fácil escrever que temos que pensar grande, não precisamos lamber botas, não podemos ter complexo de vira-lata e por ai vai MAS a realidade é dura e cruel, não existe dinheiro e no fundo não existe nem sinal de um conflito, não que isto não possa acontecer amanha, pois problema brota toda a hora e para tentar mitigar o risco, as FA tem que construir a doutrina com o que tem.
            Ao contrário do que muitos dizem, para mim a marinha é a mais dependente de tecnologia que a força aérea ou exercito, é a força mais cara, mais difícil de formar, manter e treinar, de repente por isto transpareça que é a mais problemática.
            Com o novo governo, com um fluxo financeiro mais descente, creio que a MB consiga receber os submarinos (convencionais) no tempo planejado, de repente com isto, exista recursos para iniciar o processo de aquisição das fragatas (não acho que seja exagero em um horizonte de 10 anos), claro em paralelo com as entregas das corvetas. Se isto acontecer, está mais do que bom, quem sabe compras de oportunidade possam ajudar a MB. Junto com isto, cabe aviação embarcada (nem falo em PA), subnuc etc?

  6. Espero ver planos para a transferência das instalações da Marinha para a Baía de Sepetiba. Pode ser algo gradual, mas é preciso trabalhar nisso. A Marinha merece um lugar mais espaçoso e que não entre tanto em conflito com o ambiente urbano, já a cidade merece ver a Ilha das Cobras definitivamente integrada e aberta ao público. A ilha deve valer bilhões, se juntar o resto das instalações na Guanabara a Marinha vai ter dinheiro até pra uma base na Lua, rs.

  7. O pessoal fala um monte de coisas, mas na real, se houver um pacotão de ajuda norte americano será muito bem vindo, vejamos:

    1-) Na marinha, estamos ficando praticamente sem escoltas, com todas as considerações que se pode fazer, melhor uma fragata antiga OHP do que nenhuma. E recebe as OHP não significa parar o projeto das Tamandaré, porque até os nossos navios ficarem prontos vai demorar.
    2-) Na FAB até termos todo o pacote dos Gripen, vai também demorar muito e a realidade é que hoje praticamente não temos caças.
    3-) No Exército tenho dúvidas se o Abrams serve para nós, mas eles tem muitos outros armamentos interessantes como por exemplo os Bradley ou os helicópteros Cobra.

    Não há necessidade, porque estamos em paz. Bem quero muito que continue assim, mas não podemos esquecer que com a virada de governo, o Brasil no minimo deixou de ser aliado de regimes hoje presentes na Venezuela e na Bolívia. Deste modo passa haver uma necessidade imediata de reforço militar.

    Neste ponto considero urgente melhora os armamentos do Exército principalmente, a aquisição dos helicópteros Cobra e claro que alguns F18 usados serão muito bem vindos, lembrando inclusive que são aeronaves da Boeing.

  8. Alta patente da Marinha demostra não estar animados para um cargo iqualmente importante para a Nação.
    Mais uma vez, os Generais do Exército, tomando a frente das questões da patria.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here