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Helicóptero Super Lynx N-4001 recebe Certificado de Conformidade

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Primeiro AH-11B Super Lynx modernizado na Inglaterra
O primeiro AH-11B Super Lynx modernizado na Inglaterra

Em 14 de novembro, foi realizada pela Diretoria de Aeronáutica da Marinha a assinatura do Certificado de Conformidade da aeronave N-4001, concluindo uma etapa do Teste de Aceitação de Fábrica da primeira aeronave Lynx modernizada.

Essa aeronave será recebida no Brasil em janeiro de 2019, o que possibilitará, após sua aceitação final no País, a qualificação/transição dos pilotos do modelo Lynx Mk21A para o modelo Mk21B.

A Marinha do Brasil contará com esse moderno meio aeronaval para participação na missão de paz United Nations Interim Force in Lebanon (UNIFIL), além da possibilidade de seu emprego em operações Night Vision Goggles (NVG) a bordo do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico” e do Navio Doca Multipropósito “Bahia” e como aeronave orgânica da futura Corveta Classe Tamandaré.

O novo glass cockpit do Super Lynx modernizado
O novo glass cockpit do Super Lynx modernizado

FONTE: Marinha do Brasil

13 COMMENTS

  1. Muito bom, vão ser 8 Super Lynx modernizados, darão nova capacidade aos escoltas (que não serão mais de 8). Alguém que conheça poderia falar um pouco sobre o novo radar do Lynx.

  2. Um dos requisitos para as CV-03 é a capacidade de operarem os SH-16 (que a MB tem 6). Considerando que esses Lynx nao tem capacidade antisubmarino (outra decisao sem sentido da MB), parece algo coerente apesar dos SH-16 poderem também operar a partir do Atlantico quando esse for usado em funçoes de controle de area maritima.
    Se os SH-16 forem alocados nas novas CV-03, a modernizaçao desses Super Lynx pode ser questionada pois só teriam a Barroso para operar apos a baixa das Niteroi e Type 22.

    Na forma como estao configurados os Lynx seriam uteis para operar em Navios Patrulha Oceanicos pois tem boa capacidade antinavio e SAR mas nao se vê nenhum movimento da MB em investir nesse tipo de navio além de compras de oportunidade como as Amazonas.

    • Até onde eu sei, não existe “alocação” de helicópteros as fragatas e corvetas. Dependendo do tipo de missão a ser realizada é que se define qual o tipo de aeronave a ser embarcada. Como exemplo, hoje em dia pode-se designar tanto eum Esquilo quanto um Lynx numa fragata.

      Além disso, se uma fragata ou corveta possui convôo apto a receber um SH-16, naturalmente poderia continuar também recebendo o Lynx, visto que é mmenor e mais leve que o SH-16. No meu entender tudo dependeria da missão.

  3. Parece-me que em missão ASW seria melhor os SeaHawk atuarem de forma compacta a partir do Atlântico (o esquadrão completo, em revezamento), e os SuperLynx nas escoltas, vetorando seus torpedos leves. Lógico que o melhor seria termos mais SeaHawks, mas não tendo, imagino que seria a melhor forma de aproveitar todos os meios.

  4. O Super Lynx configurado para guerra antissubmarino (com sonar de profundidade variável) fica com a autonomia muito limitada.

    O forte do Lynx é o esclarecimento marítimo e o ataque contra pequenos navios, embora também possa executar ataques vetorados contra submarinos.

  5. Alem dessas oito aeronaves a MB possui outras com capacidade de receber tal modernização, pois seria interessante para um possível segundo lote?

    Saudações!

  6. Acredito que na atual conjuntura enfrentada pela MB (ausência de grandes ameaças próximas da costa, pelo menos pelo que eu saiba), helicópteros como o Mk21B serão de grande utilidade com suas capacidades de esclarecimento marítimo. Como pudemos ver, nessa semana, um navio pesqueiro brasileiro foi atacado por pescadores chineses. Mesmo que o ataque tenha sido feito em águas internacionais, a utilização de helicópteros “menores” capazes de operar em NaPaOcs como as Amazonas facilitarão o controle marítimo das nossas ZEE e, quem sabe, demonstrar “de leve” uma projeção de poder em águas internacionais, mesmo que seja apenas o ato de observar as atividades desses navios “mais de perto”, isso não apenas atrairia atenção do GF para esse tipo de atitude, podendo facilitar a liberação de verbas como também fortaleceria a imagem da MB frente a marinha mercante e pesqueira (existe o termo “marinha pesqueira”?), o que traria benefícios tanto para a MB, que teria sua moral com a sociedade elevada, como para os pescadores e demais utilizadores pacíficos das águas do Atlantico Sul.

    Além disso, caso a “guerra do atum” continue e se intensifique, a criação da segunda esquadra na região norte pode ganhar mais atenção política e assim, ser finalmente realizada. A crise é praticamente pífia, mas acredito que a Marinha pode se beneficiar desse cenário de alguma forma.

    Por favor, avaliem minhas teorias malucas kkkkk e digam se elas podem fazer sentido de alguma forma.

    PS: Bosco, obrigado por responder minhas duvidas sobre mísseis de cruzeiro lá no outro tópico.

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