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Marinha dos EUA cancela sistema anti-torpedo de US$ 760 milhões

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Desenho do Countermeasure Anti-Torpedo (CAT) do SSTD – Surface Ship Torpedo Defense

A Marinha dos EUA desistiu do sistema anti-torpedos desenvolvido para proteger seus porta-aviões.

A Marinha dos EUA cancelou seu sistema de torpedos anti-torpedos e removerá os sistemas dos cinco porta-aviões em que foram instalados, informou o Departamento de Testes e Avaliações do Pentágono, em um relatório na terça-feira.

“Em setembro de 2018, a Marinha suspendeu seus esforços para desenvolver o sistema de defesa de torpedos de superfície. A Marinha planeja restaurar todos os porta-aviões às suas configurações normais durante as disponibilidades de manutenção” nos próximos quatro anos, segundo o relatório.

Essencialmente, o relatório diz que em cinco anos o programa fez algum progresso em encontrar e destruir torpedos, mas não em número suficiente. Os dados sobre a confiabilidade dos sistemas permanecem muito escassos ou inexistentes.

Isso deixa os navios de superfície da Marinha dos EUA quase sem defesa contra a arma anti-superfície primária de um submarino, num momento em que o serviço diz que as frotas submarinas da Rússia e da China cresceram rapidamente para representar uma grande ameaça aos navios dos EUA.

Em um exercício de combate na costa da Flórida em 2015, um pequeno submarino nuclear francês, o Saphir, passou por vários anéis de defesa de grupos de ataque e registrou um ataque simulada no porta-aviões USS Theodore Roosevelt e metade de seus navios de escolta, informou a Reuters. Outros exercícios navais dos EUA têm visto até mesmo antigos submarinos diesel-elétricos afundando porta-aviões.

Os EUA gastaram US$ 760 milhões no sistema anti-torpedo, informou o The Drive.

A Marinha dos EUA pode ainda rebocar “nixies” ou chamarizes de ruído que o navio arrasta pela popa para atrair torpedos, mas deve primeiro detectar os torpedos que se aproximam.

Um porta-aviões da Marinha dos EUA a 30 nós corre apenas 10 nós mais devagar que um torpedo padrão, mas com um convés cheio de aeronaves e pessoal, fica difícil fazer curvas apertadas para desviar de um torpedo pesado atacante.

O CAT do SSTD sendo lançado de um porta-aviões. Em testes, o CAT interceptou torpedos pesados atacantes em pelo menos 11 ocasiões

FONTE: Business Insider

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eufrazio
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eufrazio

boa tarde! nossos submarinos tupi estão com torpedo funcionais ? ou seja servem para atacar ? e negar o mar para alguém

Munhoz
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Munhoz

Lógico que sim, tem até alguns Mk 48

Munhoz
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Munhoz

A velha história do parafuso do Pentágono!

Acho que no mar a guerra é dos subs, ainda não tivemos uma guerra naval de verdade para vermos o resultado real dos subs contra os navios, no entanto se os torpedos alemães dos argentinos não tivessem falhado nas Malvinas hoje teríamos uma visão diferente da guerra naval moderna.

Devemos lembrar também dos sub sueco e do chinês que também aparentemente conseguiram chegar perto!

No entanto exercício não diz muito, pois um dos lados pode esconder o jogo, deixando o inimigo se aproximar, mesmo tendo rastreado este a uma distância considerável!

Marcos R.
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Marcos R.

Não foram os toiros que falharam, foram os argentinos que erraram na montagem,(salvo engano invertendo os polos do Cabo de guiamento) ocasionando a falha dos torpedos.

Bosco
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Bosco

“Isso deixa os navios de superfície da Marinha dos EUA quase sem defesa contra a arma anti-superfície primária de um submarino”

Isso deixa os navios de superfície de todas as marinhas do mundo quase sem defesa contra a arma antinavio primária de um submarino.

Bosco
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Bosco

Mas a vida não é fácil pra um torpedo, que usa o som com guia. O ambiente marinho está longe de ser benigno para um torpedo guiado tendo em vista o volume e a diversidade de sons emitidos por uma imensa quantidade de fontes. O tanto de sons que o sistema de processamento tem que filtrar para saber onde o alvo real está faz um acerto quase que um tiro de sorte. Não à toa os britânicos usaram um torpedo de corrida reta nas Malvinas. Em podendo, é a melhor opção. O difícil é se aproximar do alvo para fazê-lo.… Read more »

100nick-Elã
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100nick-Elã

É a competência inequívoca estadunidense mais uma vez se manisfestando. Gastaram, segundo a reportagem, 780 milhões de dólares numa tecnologia que não funciona. Bem típico dos EUA: sistemas caros, altamente tecnológicos, bonitos e…que simplesmente não funcionam em guerras.

Bosco
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Bosco

Mas antes de ser uma característica negativa, ao meu ver é uma característica positiva de uma democracia. Eles não têm compromisso com o erro. Desenvolveram o sistema, o concluíram, o implementaram em 5 porta-aviões e o retiraram, em vez de posarem como tendo um sistema que funciona de fato contra torpedos. Se o desempenho do sistema não equivale ao pretendido seria um risco o colocar em ação, independente de ter sido gasto um grande volume de dinheiro. Em relação a equipamento militar não há nada barato. Esse dinheiro gasto foi diluído em 10 anos de desenvolvimento e mais 5 sistemas… Read more »

100nick-Elã
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100nick-Elã

Nada será perdido de todo, essa a Guerra na Síria… kkkkk

Paulo Costa
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Paulo Costa

Na mentalidade de Brasileiro, dirianos que é melhor esse sistema anti torpedo (imperfeito) que nada pra proteger nossos porta-aviões(que nao temos ainda)

Mas, analisando essa noticias, parece-me que estão escondendo algo …. EUA sempre teve essa outro lado de esconder programas, então talvez, tenham um sistema melhor em teste, ja que rapidamente vão abandonar o projeto e ate remover os equipamentos.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Eu sei que é troco de pinga mas deixaram instalar em cinco PAs pra descobrir que não funciona ao ponto de não ter jeito e jogar fora??? Que feio para o time de engenharia!

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Realmente não dava para colocar só em um ou dois para testes? Mas eles devem ter orçamento grande para suportar tal desperdício!

Augusto L
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Augusto L

É uma tecnologia distruptiva, apesar de ainda não ter resultados favoráveis, no longo prazo vale a pena.
Duvido que vao largar de lado assim, devem é diluir o investimento com o tempo, investindo pouco mas constante.

Caio
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Caio

As defesas contra submarinos ainda são tão frágeis! Incrível.

Bardini
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Bardini

Os Chineses tem foguetes antisubmarino nos seus Porta Aviões…

Renan Lima Rodrigues
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Renan Lima Rodrigues

Submarinos é o novo encouraçado,vamos dizer assim, nem mesmo depth charges modernas conseguiria interceptar um SS moderno.

Na SGM por exemplo do fatal afundamento do IJN Urakaze e Kongou para o USS Sealion, o HMS Ark Royal e Barham para U-boats e o USS Indianópolis para o IJN I-58, e o USS Wasp, O’Brien para o IJN I-19, quase que o USS North Carolina afunda ainda por cima.

A 78 anos atrás o SS já demonstrava que era um perigo, mesmo contra os melhores sonares da época.

Só uma pergunta, os CVs e DDGs tem antepara de torpedos? (Torpedo Bulkheads)

Dalton
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Dalton

Mas…muito submarino foi destruído também…a chamada “Batalha do Atlântico” contra os “U-Boats” foi reconhecida como perdida pelos alemães ainda em 1943.
.
Os japoneses perderam seu primeiro grande submarino o I-70 ainda em dezembro de 1941 quando fez parte das forças navais que atacaram Pearl Harbor, justamente por aeronaves do NAe USS Enterprise.
.
Quanto ao afundamento do “Indy” convenhamos que foi como pescar um peixe em um barril…o cruzador estava navegando sem escolta e nem ziguezagueando estava, fruto da quase ausência de navios e submarinos japoneses no início de 1945.
.
Quanto a “torpedo bulkheads” isso foi descontinuado…torpedos hoje explodem debaixo da quilha.

Guina
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Guina

Como esse torpedo anti-torpedo funcionaria?

Gustavo
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Gustavo

Eu vejo como quase impossível qualquer país estar imune a submarinos e seus torpedos. Seja EUA, China, Russia e etc. É a única arma com grande vantagem, todo o resto tem suas defesas, o submarino e o torpedo são capazes de transpor qualquer uma delas atualmente.

Pedro
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Pedro

Para conhecimento, desde os anos 60 a URSS e hj a Russia tem os sistemas RBU-1000, RBU-6000 e RRBU-12000 (UDAV-1) que alem de serem empregados contra submarinos, podem ser utilizados para destruir ou desorientar torpedos. Mesmo sendo um sistema simples e rudimentar (similar em conceito ao Hedgehog da IIGM) eles podem disparar foguetes com alcances variáveis entre 1km a 6km, tanto disparos simples como em salvas, com diferentes tipos de munição e espoleta e serem leves e pequenos para terem em quantidades suficientes no convés de um navio para pronto uso, e de fácil recarga. Ou seja, dizer que não… Read more »

Dalton
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Dalton

Esses “foguetes” não estão nem perto de serem medidas eficientes contra modernos submarinos e/ou torpedos e sistemas similares nem mesmo foram adotados pela US Navy.
.
São coisas distintas e nada semelhante existe ao que foi instalado em NAes da US Navy e que agora serão retirados até que algo melhor seja desenvolvido para mais tarde voltar a ser reintroduzido inclusive em outros tipos de navios como os “LHDs” e “LHAs”.

Pedro
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Pedro

Sobre a eficiência, acho difícil os mesmos estarem a 50 anos em uso em marinhas bens distintas (Russa, Chinesa e Indiana) e não serem eficientes. Alem disso, ninguém discute a complexidade do sistema da USN, ou sua tecnologia, mas fica a pergunta: precisa de um missel guiado por IR ou um laser para matar um mosca, sendo que pode-se fazer o mesmo com uma haste plastica vazada? Se vc fizer um bombardeio de saturação com esses foguetes próximo ao ou aos torpedos, o mesmo pode perder seu link com o submarino (se for fio) ou até mesmo desorienta-lo ou avaria-lo.… Read more »

Augusto L
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Augusto L

Foguetes anti-submarinos existem em varias marinhas do mundo, o ocidente mesmo tem o Asroc.
Armas anti-torpedos ativas não existe, somente sistemas passivos, contra medidas.

Dalton
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Dalton

O “ASRoc” na verdade encontra-se em uma outra categoria, trata-se de um míssil, que de tão longo é estocado em silos verticais, com alcance mínimo de 900 metros e máximo superior a 12 kms, capaz de transportar um torpedo como o MK-46/50 em vias de ser substituído pelo MK-54.

Gustavo
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Gustavo

OFF TOPIC – 11 de fevereiro começa a fase C (detalhamento do projeto) do SNBR The Brazilian Navy is scheduled on 11 February to begin initial detailing activity, or Phase C, of its first nuclear-powered submarine, SN Álvaro Alberto , the service told Jane’s . A preliminary adjustment document between the General-Coordination of the Nuclear-Propelled Submarine Development Program (COGESN) and Naval Group was signed on 14 December 2018, the navy confirmed to Jane’s on 31 January. Work will be undertaken by the Submarines Development Center (CDS). Construction, or Phase D, of the Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro (SN-BR) submarine is… Read more »

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Eles precisam investir em treinamento! Dois navios colidiram numa transferência de cargas!

https://estrategiaglobal.blog.br/2019/02/navios-dos-eua-colidem-em-transferencia-de-carga-no-mar.html

Dalton
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Dalton

Isso é algo relativamente comum…tenho lido sobre esse tipo de incidente por anos. Os danos foram leves, mas, o cruzador foi obrigado a deixar o importante exercício em que se encontrava, o último antes de partir em missão com o NAe Abraham Lincoln.

Fabio Araujo
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Fabio Araujo

Sempre ouvi dizer que a melhor defesa contra um submarino é localizá-lo e atacá-lo antes de ser atacado, um sistema feito o Canto que os Scorpènes vão usar podem ser usado por navios de superfície?