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Navios-Patrulha classe ‘Piratini’ recebem metralhadoras GAM B01

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Militares durante instalação de metralhadora
Militares durante instalação de metralhadora

O Comando do 6º Distrito Naval, por meio do Comando da Flotilha de Mato Grosso, realizou, no periodo de 22 de abril a 6 de maio, a substituição das metralhadoras OERLIKON 20mm MK4 dos Navios Patrulha da Classe “Piratini”, pelas novas metralhadoras de 20mm modelo GAM B01.

A modernização foi realizada pelo Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha, pela Base Fluvial de Ladário e militares da Flotilha, sob a coordenação da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha.

Na ocasião foram modernizados os Navios Patrulha Piratini (P-10), Pirajá (P-11), Penedo (P-14) e Poti (P-15).

A classe Piratini é uma classe de navios patrulha (NPa) da Marinha do Brasil construídos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, baseados na classe “Cape”, de origem norte-americana.

Estes navios foram incorporados entre 1970 e 1971 e classificados como Navios Patrulha Costeiros (NaPaCo). A metralhadora e o morteiro geminados da proa foram substituídos em 1985 por um canhão de 20mm Oerlikon Mk 10.

Em 1993, foram transferidos para patrulhas fluviais na Flotilha do Mato Grosso e no Grupamento Naval do Norte, pois seu projeto sempre considerou o uso em rios.

Exercício de tiro para aceitação do armamento
Exercício de tiro para aceitação do armamento
Navios-patrulha classe Piratini em Ladario – foto Nunão

FONTE: Marinha do Brasil

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Luiz Floriano Alves
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Sempre uma melhoria no armamento. Mas, não seria mais oportuno padronizar no calibre 30 mm. mais enquadrado nos programas de armas navais modernas?

vitor
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vitor

Parecem as metralhadoras da Classe Greenhalgh. Acho que deve ter depenado alguma que deu baixa.

José Luiz
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José Luiz

Talvez sim, apesar do pequeno porte da embarcação, mas arrisco dizer que são armas aproveitadas de alguma outra embarcação. E se tratar de uma arma muito utilizada na MB, até substituíram algumas outras francesas do mesmo calibre no Bahia.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Isso é uma metralhadora ou um canhão de tiro rápido? É tudo a mesma coisa? Acredito que uma “.50” é muito diferente do que um canhão de 20mm

Lyw
Visitante
Lyw

Armas que utilizam a munição de 20x85mm (como é o caso desta) são consideradas na MB como metralhadora. Veja que, no AF1, que utiliza munição de 20x110mm, a MB chama de “canhão”.

A munição de 20x85mm pode ser considerada a munição mais leve entre todas no calibre 20mm atualmente em operação no mundo.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Valeu!!! Obrigado!!

Cristiano GR
Visitante
Cristiano GR

No EB o maior calibre de metralhadora é 12,69 mm, ou seja, o popular .50 . Acima disso já é denominado canhão.

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

Valeu!! Obrigado!!

Esteves
Visitante
Esteves

Oerlikon 20mm naval. Arma perigosa. Dispara sozinha.

https://youtu.be/DC4mdAoRfK8

Fernando XO
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Fernando XO

A GAM BO é uma bela arma… empregada também nos NPa classe Grajaú… vem em boa hora.. não sei em Ladário, mas essas Oerlikon estavam restritas em Manaus devido aos incidentes de tiro…

Vovozao
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Vovozao

23/05/19 – Quinta-feira, bnoite, Sr. Fernando XO, estas atualizações nestes navios fluviais, estão acontecendo em função dos problemas da Venezuela, já que estes navios foram comissionados nos anos 70, portanto estão com mais de 45 anos de uso, estavam equipados com uma arma de 20 mm, e trocaram por uma mais nova, porém, também de 20 mm. Por que não de 30 mm, não dispomos no estoque.

Beserra(FN)
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O que a Frotilha do Pantanal tem com a Venezuela? Lugares muito afastados geograficamente. Tem somente todo um país entre ambos.

Vovozao
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Vovozao

24/05/19 – sexta-feira, bdia, Bezerra (FN), não estou falando geograficamente, fronteiras só são respeitadas em tempos de paz; distâncias existia antigamente, hoje invadesse países, cidades num piscar de olhos, e, também serve de advertência: estamos aqui, caso necessário, podemos chegar aí. A MB, não fez estas alterações por fazer, houve alguma necessidade ou de adequar o equipamento ao momento, ou colocar um armamento mais atualizado. SDS.

Elcimar
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Elcimar

A 30 mm é muito pesada pra essa classe de navio,e o tranco dos disparos também.essa classe de navio por estar em Rios e portando fora do ambiente salino deve estar bem conservada de corrosão.

Esteves
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Esteves

Essa Oerlikon tinha algum tipo de trava?

Elcimar
Visitante
Elcimar

Tem..mas é tudo arcaico nessa arma,o tambor circular de alimentação esquenta muito nos disparos de rajadas, tínhamos que manter sempre lubrificado a arma e o tambor,a arma costuma travar muito em altas cadências de disparo contínuo,vi muito acidente nessa arma já,uma faxina das grandes pra engatinhar essa arma pro disparo,na força física Mesmo..usando o peso do corpo pra trás..arma muito usada na 2 Gerra .. muito inútil hoje em dia sem um sistema adequado de orientação,e visada..nela é tudo no olho nu mesmo…a GAM BO se não me engano tem uma mira de visada mais moderna,mesmo ainda sendo manual…uma troca… Read more »

Esteves
Visitante
Esteves

Grato. Essa arma poderia disparar sozinha? Disparar rajadas?

Mahan
Visitante
Mahan

Excelente! Vão fazer picadinho de narcoterroristas !

Delfim
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Delfim

O imortal Oerlikon 20mm. Suas raízes vem da 1WW.
https://en.wikipedia.org/wiki/Oerlikon_20_mm_cannon

Pedro Tavares Nicodemos Filho
Visitante
Pedro Tavares Nicodemos Filho

“O Comando do 6º Distrito Naval, por meio do Comando da Flotilha de Mato Grosso, realizou,no periodo de 22 de abril a 6 de maio, a substituição das metralhadoras OERLIKON 20mm MK4 dos Navios Patrulha da Classe “Piratini”, pelas novas metralhadoras de 20mm modelo GAM B01. A modernização foi realizada pelo Centro de Manutenção de Sistemas da Marinha, pela Base Fluvial de Ladário e militares da Flotilha, sob a coordenação da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha. Na ocasião foram modernizados os Navios Patrulha Piratini (P-10), Pirajá (P-11), Penedo (P-14) e Poti (P-15).” Em que essas novas(metralhadoras de 20mm… Read more »

Enes
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Enes

Também vi esse programa sobre estaleiros na TV, sobre esse bloco de alumínio.

Elcimar
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Elcimar

O nome serto desses blocos é ” ânodo de sacrifício”..toda docagem de navios para limpeza e inspeção das chapas é trocado esses ânodos..

Marcelo R
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Marcelo R

Estes barcos ja tem 50 anos…., são de 1969, mais adequado seria deixar como estão. Seria mais adequado por estas armas nos patrulhas Classe Grajau, que são muito mais novas, de 1995 e estão atuando numa área mais arriscada, patrulha de mar aberto, encontro com barcos pesqueiros estrangeiros, muitos da classe não tem essa arma a bordo…

Sandro
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Sandro

Já em minha concepção a medida foi acertada, os Grajaus acho que merecem coisa melhor, do tipo canhões de 30 mm de operação remota.

Flanker
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Flanker

Cada fragata classe Greenhalgh possui 2 dessas armas. Como a Dodsworth e a Bosísio já foram descomissionadas e baixadas, 4 armas ficaram disponíveis. Como m isso, podem ser instaladas, ma em cada navio da Classe Piratini. NaPa clase Grajaú também possuem essas armas. Além disso, consta que 2 dessas armas também foram instaladas no Bahia. Isso nos leva a crer que algumas, ou várias, dessas armas foram compradas (além das 4 retiradas das classe Greenhalgh).

paulo roberto
Visitante

Porquê a troca? Quais vantagens obteve, alcançe , precisão, etc? Matéria incompleta.

Pedro
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Pedro

Isso é como instalar farol de xenon ou uma central multimidia em uma Rural!!

Juarez
Visitante
Juarez

Infelizmente a MB continua pensando a doutrina de combate fluvial como a época das canhoneiras do final do século XIX .
Sem navios com blindagem a excessão do Parnaíba, sem velocidade, sem EOs para ter previsão e rapidez nos tiros e sem nenhum equipamento de visão noturna.
Meia dúzia de lanchas rápidas com motores de 200 hps, usando NVGs armadas com lançadores portáteis de ATGMs até de 2° geração e a ‘frita de Ladário” vira comida de piranha.

Pedro
Visitante
Pedro

Penso igual. Mais valeria meios rapidos e ageis para chegar mais rapido e de surpresa em lugares onde esteja sendo feito contrabando ou outro ilicito do que essas canhoneiras. Nossa Marinha ainda acha que esta na Guerra do Paraguai, so pode. Esses barcos maiores eu acharia oportuno na regiao amazonica, pois la a imensidao necessita de meios com maior autonomia, mas mesmo assim valeria muito mais um barco maior que pudesse levar 2 ou 3 lanchas rapidas, ou um helicoptero.

Ricardo
Visitante
Ricardo

A missão desses navios na fronteira oeste é mais para “marcar presença”, mostrar bandeira e policial, para manter os “guerrilheiros” paraguaios (EPP) do seu lado da fronteira e inibir ilícitos. Não precisamos de barcos com as lanchas que compramos da Cotecmar para o rio Amazonas na fronteira oeste.

Juarez
Visitante
Juarez

São caros demais para isto. Ali o problema não e mostrar bandeira, ali e a maior peneira furada da fronteira. Ali tinha que mostrar bala e não chalanas armadas com garruchas.

AntonioCV
Visitante
AntonioCV

Algo que chama a atenção é a aparente falta de proteção balística.

Luiz Floriano Alves
Visitante

Para atuar em três dimensões, como na selva é necessário que tenhamos helicóptero armado na frota fluvial. Uma plataforma adicional, como a do Felinto Perry possibilitaria heli a bordo.

Leonel Testa
Visitante
Leonel Testa

Concordo uma junçao de lanchas rapidas com patrulhas com helis seria o ideal

mario antonio
Visitante

essa arma é anterior a 2 guerra, moderna hein

Roberto Dias
Visitante

Só uma colocação, estes são “barcos de rio”, possuem uma longevidade muito maior que as embarcações de mar, por isso, e com um cenário de combate longínquo, eles podem e devem ser mantidos, e o mais perto possível do estado da arte. Acho que qualquer melhoria neles tem o seu lado positivo.

Harri Wolpert
Visitante

Esse vídeo diz muito sobre ela.
https://youtu.be/r5M9Y3mtAk0

Dalton
Visitante
Dalton

O “Parati” P 13 foi retirado de serviço dois anos atrás e dos 5 restantes, conforme o texto,
foi o “Pampeiro P 12 que não não recebeu o novo armamento.

Luiz Floriano Alves
Visitante

0 mm. com carga explosiva em qualquer tipo é canhão. Como os 20 mm. de exercício dos F-5, que apesar da carga reduzida são canhões revólves (culatra). F-5s Crivaram de balas o avião do rei do Marrocos e não aconteceu nada. A munição era muito fraca.

Souto.
Visitante
Souto.

Uma pergunta essas metrelhadoras foram retiradas das Greenalgh e rademaker?

Fernando XO
Visitante
Fernando XO

Não…

Flanker
Visitante
Flanker

Por que tirariam essas armas de dois navios que estão ativos? As classe Greenhalgh que foram desconissionadas são a Dodseorth e a Bosisio ….essas, sim cederam suas GAM -B01 para outros navios, incluindo os citados na matéria.

Flanker
Visitante
Flanker

Dodsworth*

Camuri
Visitante
Camuri

Faltou falar da diferença dos armamentos.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Foi uma boa alteração de canhão.

Melhora a mira e efetividade.

No entanto, acredito que Morteiro seja essencial para qualquer patrulha ribeirinha.

Nem sempre o tiro é direto….e se em algum momento precisar apoiar e engajar, o tiro direto indireto sempre será a melhor opção…

A atuação deve ser a distancia e com alcance….

Tiro direto é para quando voce já esta olho no olho….o que não é bom para qualquer embarcação….

Esta metralhadora deve ser muito boa sim…mas somente ela embarcada, traz estas limitações…

Bardini
Visitante
Bardini

https://www.patria.fi/en/products-and-services/mortar-systems/patria-nemo-container
.
Demais para nós, pobres mortais que vivem abaixo da linha do Equador. Mas…

Carvalho2008
Visitante
Carvalho2008

Pois é……até canhão morteiro existe em contêiner autônomo hoje em dia…..

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Mestre Bardini,

olha o que dá para fazer com o container que voce exemplificou….é o que sempre digo…equipamentos cada vez mais plug and play…

Reparem que é o container em cima de um Watercraft, vejam os testes dos resultados.

Thor
Visitante
Thor

Os NPa classe Piratini já tiveram, no passado, morteiro 81mm na proa, conjugado com uma mtr .50. Os NPaFlu, tanto da classe Pedro Teixeira, quanto da classe Roraima, possuem dois morteiros 81mm localizados no tijupá, capazes de realizar tiro direto e indireto. Eu já fiz alguns exercícios com esses morteiros embarcados e não é fácil obter boa precisão no tiro, em função do movimento do navio, tanto que, preferencialmente, faz-se o tiro com o navio amarrado em uma margem ou, no máximo, fundeado. Já fiz navegando e a área coberta pelo tiro tende a aumentar. Já fiz com granada explosiva… Read more »

Carvalho2008
Visitante
Carvalho2008

Na mão com uma mira ao estilo .50 é muito difícil é instável mesmo. Tem um vídeo do YouTube mostrando esta estação 20mm mais morteiro 80mm em ação. Depois tento achar e postar aqui. Um desenvolvimento que achava muito bom e não foi para a frente e parou no tempo é o Vasilek 80mm, um faz tudo de tiro direto e indireto de 88mm com rajada de 4 tiros…por pente, nunca havia visto um morteiro funcionar por pente e em rajadas de 4 tiros. Somar uma ideia assim com uma estação estabilizada leve seria sensacional e de pleno alcance da… Read more »

Salomon
Visitante
Salomon

O problema não está exatamente nas armas, mas nas operações. De nada adianta ter melhores armamentos e demorar um tempão para chegar na cena de ação, até pela burocracia, e ser penetrado como peneira pela espionagem eletrônica. Mostrar a bandeira é bom, mas atualmente precisamos de mais agilidade. Não deixa de ser um avanço, entretanto. Tomara que tenham alguma eficácia, porque está uma esculhambação.

Bardini
Visitante
Bardini

Nem vou falar muito desses pau velho aí…
.
Só deixo aqui os novos barcos dos argentinos:

.
Coisa barata. Troco de pinga, se comparado a montanha de dinheiro que enterramos/rasgamos em “Defesa”.

Juarez
Visitante
Juarez

Exatamente e o que precisavam lá, os Argies estão usando elas na mesopotâmia argentina.

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Defensor da liberdade
Visitante
Defensor da liberdade

Isso não deveria estar num reparo com controle remoto? Assim o tripulante estaria mais protegido.

Juarez
Visitante
Juarez

Sonha Marcelino…..

carvalho2008
Visitante
carvalho2008

Eu sempre digo que o Brasil precisa ter projetos proprios para as suas necessidades. Voce pode ate procurar projetos com aproveitamento ribeirinho, mas hora são pequenos watercrafts, ou exemplos muito grandes de LST´s ou LPD´s que poderiam ser aproveitados. Para o caso Brasileiro, é preciso persistencia de dias empurrando agua e muita autonomia. Ao mesmo tempo, se for grande, é exposto demais e não deve engajar diretamente. então, para mim seria: Navio parecido com um LST, grande para servir como navio mãe….NCAR…Navio de Controle de Area Ribeirinha….um monitor base… Suportar ate 2 helis medios; Possuir entre 2 a 4 watercraft… Read more »

Bardini
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Bardini

Não vejo necessidade de gastar dinheiro com um LST pra isso. Poderíamos ter algumas “balsas multipropósitos” e em caso de necessidade, montar a estrutura sobre essas balsas, fazer o transporte de equipamento com elas e etc, etc, etc… . Exemplo: faz o caixão oco por dentro… coloca alguns tanques de combustível para helicóptero e demais meios. Poderiam estocar alguma quantidade de munição ali, abaixo da linha da água. Suprimentos, coisas desse tipo. Encima poderiam ter um heliponto para reabastecimento e apoio, um Centro de Comando, alojamento e etc… . Pode ser uma base de apoio móvel, um meio logístico e… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Correto, corretíssimo……minha alusão ao LST foi sobre o quebra galho que fizeram para a guerra de agua marrom da epoca da Coreia e Vietnam.

Nos idos de 2011, eu fiz um ensaio de desenhos que são exatamente o que voce citou: Uma grande balsa de 95 metros focada em levar uns 3 lanchas rapidas de assalto e conves para helis…..poderia levar material, combustivel e blindados tambem , de forma parecida a uma LCU porém, bem mais simples.

O desenho é feio e rudimentar, mas vou montar o arquivo e postar aqui…

carvalho2008
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carvalho2008

Exemplo de como um antigo LST trabalhava como navio de controle de Area no Mekong.

Helis e lanchas de assalto são seus vetores de projeção.

carvalho2008
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carvalho2008

LST configurado como base movel.
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carvalho2008
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carvalho2008
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carvalho2008

Reparar os Mexoflotes (balsas) de desembarque presas nas laterais do costado.

https://ussyorkcounty.org/nave_caorle.jpg

Juarez
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Juarez

O que serviria lá seria uma estratégia que o EB usa/usou na amazônia com um atracadouro e heliponto flutuante e um determinado ponto do rio aonde seria armazenados combustível, água potável, lubrificantes, grupos geradores e um container oficina. Lanchas rápidas e bem armadas como as shaldag e as DGS, e nada daquelas chalanas velhas se arrastando pelo rio, verdadeiros patos.

carvalho2008
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carvalho2008

Mestre Bardini, montei o arquivo….