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‘A Fragata Niterói marcou minha vida para sempre’

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O editor do Poder Naval, Alexandre Galante e a fragata Niterói, no Porto de Santos – SP, em 31/8/2014

Por Alexandre Galante

O grupo de entusiastas que fundou o site/blog Poder Naval em 1997 começou sua amizade no início dos anos 1980, em visitações públicas a bordo de navios de guerra da Marinha do Brasil, no Porto de Santos, em São Paulo.

O CFN – Corpo de Fanáticos por Navios, como chamávamos, cresceu, sempre unido pela mesma paixão: navios de guerra e temas militares.

O desenho abaixo rabiscado por mim em 1983, mostra os membros caricaturados do grupo e ao fundo a popa de duas fragatas.

Aparecem no desenho da esquerda para a direita: Maurício Galante (que mais tarde tornou-se oficial de Marinha, hoje é empresário nos EUA), eu, Paulo “Osso” de Oliveira Ribeiro (serviu na MB por um curto período), Marcelo “Ostra” Lopes (virou agente portuário, editor do site NGB – Navios de Guerra Brasileiros), Petrovich (José da Silva, também acabou trabalhando em atividade ligada ao porto de Santos, Editor do NGB – Navios de Guerra Brasileiros) e Marcos Marcellino.

No final dos anos 90 e início dos anos 2000, o grupo recebeu mais dois novos membros, Guilherme Poggio e Fernando “Nunão” De Martini, que ajudaram a criar a Trilogia de sites e revista impressa Forças de Defesa.

A paixão tornou-se profissão

Em 1985, antes de ingressar na Marinha, comecei a colaborar com desenhos para a revista Segurança & Defesa, após comprar os dois primeiros exemplares da revista na livraria do Museu da Aeronáutica que ficava no Parque do Ibirapuera.

Escrevi para o editor oferecendo seus desenhos, que começaram a ser publicados na edição número 6. Passei então de leitor a colaborador da revista.

Acabei ingressando na Marinha por concurso, pela Escola de Aprendizes Marinheiros de Santa Catarina (EAMSC) e logo depois meu desenho das fragatas classe Niterói foi publicado em forma de poster na revista Segurança & Defesa número 7.

Após o curso na EAMSC, fui designado para a Força de Fragatas da Esquadra, para integrar a tripulação da fragata Niterói, de 1986 a 1988.

No navio, trabalhei na vigilância e com a equipe de manobra do helicóptero embarcado Westland SAH-11 Lynx.

Poster das Fragatas classe Niterói desenhado por mim (clique na imagem para ampliar)
No convoo da fragata Niterói
No tijupá da fragata Niterói, em 1987, com o porta-aviões USS Nimitz ao fundo

Após servir a Marinha, de 1986 a 1990, passei a trabalhar para as revistas Segurança & Defesa e Aviação em Foco, como diagramador através de empresa própria e também como colaborador. Cheguei também a colaborar com a revista Tecnologia e Defesa nos anos 90.

Depois de trabalhar e colaborar com as revistas, tive uma empresa de informática até ingressar no jornal O Globo, onde trabalhei de 1996 a 2008.

No jornal, atuei como diagramador e jornalista de assuntos aeronáuticos e de Defesa, tendo escrito dezenas de matérias e participado de coberturas jornalísticas importantes na Aviação, como a queda do Fokker-100 da TAM em 1997, em São Paulo, o ataque às Torres Gêmeas em 2001, a Guerra do Golfo em 2003 e os dois últimos grandes acidentes aéreos no Brasil.

site Poder Naval, criado como hobby em 1997, virou um blog em 2007 e depois gerou mais dois sites em 2008, o Poder Aéreo e o Forças Terrestres, que formam a conhecida Trilogia Forças de Defesa.

Da trilogia de sites lançamos a revista impressa Forças de Defesa em 2011, que materializou um antigo um sonho de termos uma revista impressa.

O último embarque a bordo da fragata ‘Niterói’

Nas fotos acima, apareço em dois momentos distintos a bordo da fragata Niterói: a primeira, em junho de 1988, quando fazia parte da equipe de manobra e “crash” do navio, que era responsável pela hangaragem, lançamento e recolhimento do helicóptero orgânico Westland SAH-11 Lynx.

A segunda foto, de dezembro de 2012, em um helicóptero Esquilo da MB, antes da decolagem para fotos da reportagem para nossa revista Forças de Defesa.

Nos quase dois anos que servi na Niterói, participei de diversas operações navais, inclusive com marinhas estrangeiras, com destaque para a TOPEX em 1987, com o navio-aeródromo nuclear USS Nimitz e o cruzador nuclear USS California.

A volta a bordo da fragata Niterói, em 2012, foi cercada de grande emoção. Fui homenageado na praça d’armas pelos oficiais do navio e convidado a puxar o brado (grito de guerra) da “Pioneira”.

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Dalton
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Dalton

Parabéns Galante ! Ainda guardo a revista “7” com o poster e uma cobertura bastante abrangente sobre as fragatas classe “Niterói”.

Carlos Gallani
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Carlos Gallani

Eu vou escrever um sacrilégio mas seu desenho técnico é muito mais elegante que a própria fragata, como isso é possível eu não sei só posso supor que venha do fato de eu tela conhecido distante de seu batismo!
Parabéns!

Samuca cobre
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Samuca cobre

Parabéns!!! Belíssima história!!!

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

É o fim de uma era.
Antes de mais nada, meus parabéns ao Galante por esa matéria. É o tipo de texto que dá gosto de ler.
Uma pergunta ao Galante, ou a quem mais já serviu na MB na mesma época: de lá pra cá ( da época em que vocês entraram na MB até hoje ), como vocês avaliam a situação ao longo desse tempo? A situação da MB piorou ou melhorou ?

Bruno
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Bruno

Houve um tempo(2000/2001) em que o Brasil teve 02 porta aviões, 04 Destroyers (Contratorpedeiros), 10 Fragatas e 4 corvetas, hoje nem 1/3 disso ….

Willber Rodrigues
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Willber Rodrigues

Ok, mas quantos desses navios REALMENTE tinham condições de combate? Ou a maioria só servia pra fazer número, igual a Guerra da Lagosta?

Fernando XO
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Fernando XO

BZ, Galante !!!

Marcus Vinicius Uchoa
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Eu … daria uma guinada na Tamandaré … mudava o acordo pra que PELO MENOS 2 das fragatas fossem fabricadas na Alemanha … o que baratiaria bem os custos e o tempo de execução tb cairia bastante…

art
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art

eu acrescentaria mais 2 e feitas na alemanha e 4 no Brasil

ALEXANDRE
Visitante

E eu que sonhei que o Brasil tinha feito 4 porta avioes com 24 gripens m cada alem de 3 sub nucleares e 12 convencionais 8 fragatas leve tamandare e 4 de 6t…ae cai da cama e acordei

ednardo curisco
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Parabéns! eu tive essa revista e este poster! era menino e, claro, perdi a revista depois de uns 30 anos

ednardo curisco
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e ainda sou do tempo do poder naval em lista de e-mail!

nonato
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nonato

Então o “blog” é antigo.

Tomcat
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Tomcat

Eu também! 🙂

João Adaime
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João Adaime

História bonita. A da Niterói e a do Galante.
A diferença é que o Galante ainda tem muitos bons serviços para prestar.
Parabéns a ambos.

Esteves
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Esteves

Povo com história. Muito bacana. Leitura obrigatória.

Ainda não entendo esse apego. Parabéns.

Clayton
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Clayton

Servi de 1994 a 96 como marinheiro e depois de 2004 a 2009, muita experiência boa nesta belonave.

Marcelo
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Marcelo

Foi nesse período que tive um encontro com Deus na própria Niterói.Nunca vou esquecer dessa tempotada de 94 à 96.

nonato
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nonato

A turma piolhenta da esquerda iria lhe chamar de Marcelo goiabeira Niterói. Como fazem com Damares.
Pessoal sem respeito.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Parabéns Galante! Sei que sabe que serviu em um dos navios mais bonitos à singrar os mares!

Theo Gatos
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Theo Gatos

Que história legal Galante! Parabéns pelo sucesso e obrigado por compartilhar conosco, pois esse tipo de post sempre deixa aquela sensação boa em foristas como eu de “estranhos conhecidos” dos editores do Blog, sabendo que por trás há uma série de histórias, paixões, sonhos, suor e não apenas uma grande organização “sem rosto”…
.
Sds

Capitão Martiniano
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Capitão Martiniano

Meu barco.. meu orgulho F40….

Burgos
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Burgos

Servi no D 26, F 44, F 41 (destacado), F 49 e F 42 (UNIFIL III), G 28
Sei como deve estar se sentindo Galante.
Mas tudo na vida tem que sofrer um processo de renovação e todos os meios tem o seu Começo, meio e fim.
Só nos deixa agora Lembranças !!!
Adeus Cadência !!!😞

Rommelqe
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Rommelqe

Parabens Galante!
A Niteroi foi um excelente navio! Ficara para sempre na historia da MB.

GUPPY
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GUPPY

Bela história, Galante. Bravo Zulu para você e obrigado por compartilhar conosco sua experiência profissional. Imagino como você se sentiu com a baixa (mostra de desarmamento) da Pioneira. Somente quem serviu nela sabe o que se sente nesses momentos. Você é muito importante para todos nós ex-marinheiros e entusiastas de temas navais e militares como um todo. Forte abraço!

Robert Smith
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Robert Smith

Devo dizer que lembro de sua participação e desenho na década de 80 pois era um assíduo leitor e colecionador das revista Segurança e Defesa.
Parabéns por ter uma Belíssima carreira e história!

Natalino Rogelio
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Natalino Rogelio

Tudo verdade. Galante foi meu companheiro de pelotão durante o período de Grumete do Quadro de Armamento e Convés e na Especialização em Direção de Tiro. Ainda aprendiz, durante uma faxina, nas proximidades da Vila dos oficiais na EAMSC, ele descreveu o sistema GWS 25 das fragatas tipo 22. Anos depois embarquei na Rademaker e lembrei da aula que ele havia me dado enquanto catávamos folhas secas de inverno, dez anos antes. A Niterói foi um sonho realizado na vida do Galante, em 30 anos de Marinha não conheci ninguém que amou a Niterói e a MB como o Galante.… Read more »

Gonçalo Jr.
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Gonçalo Jr.

Belo post.

Rafael M. F.
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Rafael M. F.

Galante, você tem contatos dentro e fora da MB, não rola um Lobbyzinho maroto para transformar a 40 em NMu?

Ela merece, por tudo que representou na Marinha.

Rafael M. F.
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Rafael M. F.

Pode até ser criado uma sociedade de amigos da Niterói, semelhante ao que fazem com o USS Philadelphia.

Fernando Vieira
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Essa seria uma excelente saída, não sei se os combalidos (eu sei) cofres da Marinha seriam capazes de financiar esse empreendimento (embora seja um investimento).
Uma sociedade de amigos reunindo ex-tripulantes, entusiastas e qualquer outro que queira ajudar poderia sim, conversando com a Marinha, transformar a Niteroi em um Museu, administrado pela iniciativa privada (a sociedade), sem qualquer ônus para a MB.
O que não pode acontecer é, como falaram em outro post, rebocar a Niteroi para uma praia africana ou indiana para ser retalhada. Ela não merece isso.

Paulo costa
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Paulo costa

Parabéns Galante! !!!

Agora se prepara para cobrir as 08 corvetas tamandarés que virão em breve

Washington Menezes
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Parabéns Galante, esta história ninguém pode lhe tirar.

Enes
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Enes

Descanse em paz Niterói velha de guerra. Bons tempos.

Felipe da Silva Antonio
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Felipe da Silva Antonio

Parabéns pela reportagem Galante, servi na mesma época na Niterói, fui da primeira e da segunda divisões, ao todo como MN e CB passei quase 6 anos na Niterói, de 1984 há 1990. Muitas lembranças me vieram a mente ao ver a mostra de desarmamento da Niterói, embora não fosse conhecida como a mais “cochada”, e nem a mais confortável, pois sempre diziam que por ser a pioneira não podia ser modificada, mesmo assim acabavamos nutrindo um certo amor por ela. Muitas emoções positivas e outras nem tanto, ficaram para sempre gravadas em mim. Hoje estou na RRM. Espero que… Read more »

Millenium
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Millenium

Sempre gostei de assuntos militares, e desde que me conheço, sempre vi a MB com esses navios. É muito estranho ver MB sem uma Niterói, a Niterói, não combina, dá um quê final de férias no verão, uma saudade antecipada que vc sabe que não tem como evitar. Mas eu sou apenas um entusiasta, nunca fui marinheiro, então eu posso apenas imaginar o que os colegas que tiveram a honra de servir na Pioneira estão a sentir. Parabéns a todos, parabéns a Fragata Niterói F40.

Veiga 104
Visitante
Veiga 104

A sua trajetória de vida é um exemplo de como transformar em realização um sonho. Iniciativa, trabalho e competência. Parabéns e obrigado por compartilhar seus conhecimentos.

Renan Lima Rodrigues
Visitante
Renan Lima Rodrigues

Bela história, eu por exemplo comecei a adorar o assunto, depois de conhecer o lendário cruzador pesado HIJMS Choukai, a Oitava Frota do almirante Mikawa realmente me marcou, inclusive a classe Takao inteira foram os primeiros navios a eu conhecer na história, e comecei a pesquisar mais e mais sobre os equipamentos, engajamentos dessas belas CAs. Batalha de Savo, Java e Guadalcanal,foram embarcações que deram dor de cabeça até para o quase azarado USS South Dakota que estava com um problema elétrico nos radares. O primeiro navio brasileiro a eu conhecer por livros,foi o contratorpedeiro Gustavo Sampaio que fez um… Read more »

Anderson S V
Visitante
Anderson S V

Isso é gratificante, o reconhecimento de um trabalho e dedicação, seja dentro da farda, seja fora dela, porém em prol dela…

“A volta a bordo da fragata Niterói, em 2012, foi cercada de grande emoção. Fui homenageado na praça d’armas pelos oficiais do navio e convidado a puxar o brado (grito de guerra) da “Pioneira”.”

Parabéns Galante, como também aos demais colaboradores por nos propiciar informações de qualidade, sobre um assunto tão pouco discutido e que tem uma grande importância para Nação!

Cristiano Salles
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Cristiano Salles

BOA TARDE !, Legal Galante, compartilhar esses momentos marcantes da sua VIDA com a gente…

Há muitos anos acompanho os 3 sites: Poder Naval, Poder Aéreo e Forte…, toda hora entro para ver alguma notícia nova…

Depois de muitos anos…, agora resolvi colocar comentários também…

Acho as Fragatas da classe Niterói, muito bonitas e com linhas harmoniosas ainda, mesmo depois de tanto tempo…

Abraços

Fiquem com DEUS…

Walfrido Strobel
Visitante
Walfrido Strobel

Uma curiosidade para distração, este marinheiro estava com tanta vontade de navegar que na falta de navio foi tentar de carro mesmo.
Brincadeiras a parte o acidente foi em 2017 e uma viatura manobrando no cais foi parar debaixo d’água, o motorista foi levado a um hospital da MB próximo.
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Gonçalo Jr.
Visitante
Gonçalo Jr.

Bons tempos. E muito bom relembrar o tempo de caserna. Quando volto à minha unidade que servi também fico emocionado. Tantas historias, vivências, companheirismo e claro, ralo que não acabava mais. Parabéns Galante!

Daniel De Lima Matoso
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Daniel De Lima Matoso

Olá, tive a oportunidade de servir nesse belo navio no início dos anos 80. Como MN -QSE fiz parte da divisão echo. É com melancolia que vejo a Niterói ser desativada. Não é possível a Niterói virar um navio museu tendo em vista que marcou época e foi a primeira?