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Malásia diz que custos dos submarinos Scorpène são muito altos

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Submarino KD Tunku Abdul Rahman, classe Scorpene da Malásia

O ministro da Defesa da Malásia Mohamad Sabu falando ao parlamento em 29 de outubro, disse que os custos de manutenção, reparo e revisão dos submarinos franceses da classe Scorpène eram muito altos.

A Marinha da Malásia planejava adquirir mais dois submarinos para se juntarem aos dois submarinos do tipo em serviço.

O governo anterior mostrou pouco entusiasmo na compra dos submarinos adicionais e é improvável que o governo atual considere a compra de mais dois submarinos devido aos seus custos de compra e manutenção.

Sabu disse em 29 de outubro que os submarino KD Tunku Abdul Rahman concluiu sua principal fase de reparo e revisão, enquanto o KD Tun Abdul Razak está atualmente em processo de reparo.

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Satirycon
Satirycon
7 meses atrás

Se já não bastasse…

Erikson
Erikson
7 meses atrás

Segurem os ikl por enquanto….

Capa Preta
Capa Preta
7 meses atrás

Isto explica muita coisa. O fato de a MB está fazendo de tudo para repassar dois IKL e um scorpene ( se a notícia do fantástico for verdadeira) se deve a terem feito as contas de operação e manutenção dos meios. E com os cortes anuais da verba da defesa ter ficado claro que se tiverem quatro scorpenes ( e um nuclear em construção) vai inviabilizar as operações de uma Maringá já sucateada e que vê como cada vez mais urgente a renovação dos meios de superfície também.

Capa Preta
Capa Preta
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

* marinha

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

Pelo que entendi a intenção de vender um Scorpne ao Peru é manter a linha de produção ativa, então não seria um dos nossos mas um outro que seria construído para o Peru!

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Fabio Araujo
7 meses atrás

Exatamente isso. Não seria um dos quatro em construção.

José Marco Fernandez
José Marco Fernandez
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

Na verdade nossos Scorpènes não tem tudo isso de gasto como os malasianos …uma que os nossos não tem o sistema Aip que faz o submarino ficar mais tempo de baixo d’água sem subir a superfície . Os nossos são maiores com tecnologia nova e estamos também com um parque de manutenção próprio ,e mais até concordo em vender os outros mais velhos e fazer tudo novo . Até por que já o scorpénes sem sistemas de armar mais modernos . Bom mas tem pouca coisa a haver sobre manutenção a venda dos nossos vilhinhos

LUCAS DA SILVA RIBEIRO
Reply to  José Marco Fernandez
7 meses atrás

Olha o pib das forças armadas da malasia e o do Brasil, pra malasia qualquer coisa se torna caro.

mendonça
mendonça
Reply to  LUCAS DA SILVA RIBEIRO
7 meses atrás

isso mesmo,enquanto estamos entre as 10 maiores economias ,a da Malásia nem entre as 20 aparece

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

Cara,as palavras “barato” e “caro” são muito relativas.O que é caro para o Brasil,para os EUA é troco de bala.Da mesma forma o que é caro para a Malásia,pode ser barato para o Brasil que tem um orcamento maior.O objetivo da MB é operar 4 submarinos convencionais e 1 nuclear.Isso é um plano de Estado,não vai mudar.O que a MB quer fazer é se livrar dos IKL e/ou vender algum outro Scorpené que não seja o Riachuelo,Humaitá,Tonelero ou o Angostura.Isso é para que a ICN não fique com capacidade ociosa até a construção do Álvaro Alberto começar e também para… Read more »

Francisco Santos de Oliveira
Reply to  Allan Lemos
7 meses atrás

Quando a tecnologia permitir o confronto pessoal instantaneo com os “valentes”das redes sociais aí sim vai ser bonito de ver. Asneira vem de asno…. um belo dum coice na boca para mostrar o que é asneira …

jodreski
jodreski
Reply to  Capa Preta
7 meses atrás

falou bonito hein… uma pena que vc tenha falado asneira…

JT8D
JT8D
7 meses atrás

Pelo menos a manutenção e o reparo dos nossos vai ser feita aqui mesmo

Esteves
Esteves
7 meses atrás

Melhor segurar os alemão..

Mayuan
Mayuan
Reply to  Esteves
7 meses atrás

A gramática também…

juscelino
juscelino
7 meses atrás

Estão sendo fabricados no Brasil conforme as nossas necessidades. Não será muito difícil sua manutenção já que temos todos os aparatos e a transferência de tecnologia.

Esteves
Esteves
Reply to  juscelino
7 meses atrás

Certo.

BMIKE
BMIKE
7 meses atrás

Entubada francesa a vista…..kkkk…

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
Reply to  BMIKE
7 meses atrás

Depois me enchem de deslikes (fico muito preocupado com isso, mas passa em segundos) quando digo que ainda esperamos peças dos Mirage III comprados na decada de 70 do seculo passado.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Ricardo Bigliazzi
7 meses atrás

Eis a grande diferença entre americanos e franceses. Eles podem ser sob, mas cumprem o que escrevem (igual ao jogo do bicho, “vale o que está escrito”); já os franceses, não cumprem o que escrevem. A FAB sabe bem disso (F-103, radares do Cindacta I)…

Thulio manhaes
Thulio manhaes
Reply to  BMIKE
7 meses atrás

A grande questao em segurar conosco os sub ikl é que o país com a extensão territorial do tamanho do Brasil não pode se contentar c apenas 4 sub scorpene+1sub nuc!!!….é preciso de mais e os ikl aunda tem mt lenha p queimar!!!!

Mercenário
Mercenário
Reply to  BMIKE
7 meses atrás

BMIKE,

Sem falar que esse contrato franco-malaio também gerou investigação e processos relacionados ao pagamento de propina.

bjj
bjj
7 meses atrás

Dizer que os custos são muito altos, sem mais detalhes, é uma afirmação muito vaga. Seriam eles muito altos em relação ao quê? Em comparação com o quê?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  bjj
7 meses atrás

“Seriam eles muito altos em relação ao quê? Em comparação com o quê?”

Em comparação ao que a Marinha da Malásia gostaria de gastar com manutenção de submarinos, pelo que se deduz do texto e do contexto. Antes dessa aquisição, eles não tinham experiência com submarinos, até onde sei.

Fernando Garcia
Fernando Garcia
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Países que não fabricam nada, compram de prateleira e dependem dos outros pagam mais caro mesmo. Países que fabricam, vendem e operam e consertam o dos outros pagam menos.

Moulin
Moulin
Reply to  Fernando Garcia
7 meses atrás

Na verdade, temos o hábito histórico da gastança sem preocupação com os custos; isso sempre ocorreu em todos os campos, notadamente no Estado, quer civil quer militar. Não nos comparemos c a Malásia ou qq outro, o fato é, que temos q nos adequar aos novos tempos.

Pedro Calmon
Reply to  Fernando Garcia
7 meses atrás

A Intel tem uma fabrica na Malasia ja fazem 40 anos.
A Seagate, Western digital, Dell, Samsung, IBM e General Electric tambem. E sao fabricas, com F maiusculos mesmo.
A Malasia tem DUAS marcas domestica de automoveis a Perodua e a Proton, que exportam seus carros ate para o Reino Unido.
Em termos de capacitacao industrial, a Malasia esta melhor que o Brasil.

Esteves
Esteves
Reply to  Pedro Calmon
7 meses atrás

Isso é porque eles são candidatos a miniminimini tigres asiáticos.

País que atraiu negócios de tecnologia. Mas estão lá atrás…30a. economia.

Pedro Calmon
Reply to  Esteves
7 meses atrás

“Mas estão lá atrás…30a. economia.”

A Malasia e’ um pais de 30 milhoes de habitantes. Se tivessem a mesma populacao que o Brasil, a economia deles seria mais do que o dobro da nossa.

Esteves
Esteves
Reply to  Pedro Calmon
7 meses atrás

Seria. Mas não é.

jodreski
jodreski
Reply to  Pedro Calmon
7 meses atrás

Sim e vc sabe pq essas fábricas estão lá né?? Pelo mesmo motivo que muitas linhas produtivas foram para a China, Vietnã, Índia e outros países asiáticos: custo de produção nesses locais é menor, simples assim!

Pedro Calmon
Reply to  jodreski
7 meses atrás

Vc esta mal informado sobre a Malasia. A Malasia e’ um pais de renda media alta. O PIB per capita da Malasia, ajustado pelo custo de vida (PPP), e’ de US$31.698, identico ao de Portugal e o segundo mais alto do sudesde da Asia. Eles so’ perdem para Singapura. Como comparacao, o da China e’ de US$18000. O do Vietnam e’ de US$7500. O da India e’ de US$7000 e o do Brasil e’ de US$16000.
Em termos de infraestrutura, educacao, burocracia, base industrial e estabilidade institucional, eles dao um banho no Brasil.

Esteves
Esteves
Reply to  Pedro Calmon
7 meses atrás

Muita gente da banho no Brasil.

Oiseau de Proie
Oiseau de Proie
Reply to  Pedro Calmon
7 meses atrás

“Pedro Calmon A Intel tem uma fabrica na Malasia ja fazem 40 anos. A Seagate, Western digital, Dell, Samsung, IBM e General Electric tambem. E sao fabricas, com F maiusculos mesmo. A Malasia tem DUAS marcas domestica de automoveis a Perodua e a Proton, que exportam seus carros ate para o Reino Unido. Em termos de capacitacao industrial, a Malasia esta melhor que o Brasil.” Neste pais basta uma empresa estrangeira produzir aqui que é considerada “indústria brazileira”…não é pois a remessa dos lucros vai tudo para as suas matrizes no exterior...as riquezas das multinacionais vão em grande parte para… Read more »

bjj
bjj
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Mas é ai que ta o “x” da questão. Se eles não possuem experiência anterior com submarinos, fica difícil mensurar até que ponto os custos de operação dos Scorpenes são realmente altos. Não há uma base comparativa, nem com meios operados no passado (que eles nunca tiveram), nem com meios atuais de outros modelos (que eles também não possuem).

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  bjj
7 meses atrás

A base comparativa pode ser expectativa de gastos X realidade dos gastos, conforme contratos de manutenção iniciais, verbas estimadas, entre outas coisas. Apenas uma hipótese. O ministro da Defesa falava ao Parlamento, devia estar respondendo a questões financeiras, planos de aquisições etc. Não sei mais detalhes.

ph4nt0m
ph4nt0m
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Com todo respeito, acho que você até agora não entendeu o que o usuário bjj explicou. Dizer que é uma questão de expectativa versus realidade é absolutamente obvio. O que o usuário está dizendo, e que concordo, é que expectativas são questões absolutamente individuais. Eu posso, por exemplo, ter expectativas que são irreais, mas ninguém conseguirá julgar se são ou não irreais se eu não falar em números e não permitir qualquer tipo de comparação. Aparecer um pais XYZ qualquer e dizer, “os custos são altos”, não quer dizer absolutamente nada.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  ph4nt0m
7 meses atrás

“ Com todo respeito, acho que você até agora não entendeu o que o usuário bjj explicou.“

Ele não explicou. Ele fez perguntas no comentário inicial. Eu entendi perfeitamente as perguntas e formulei hipóteses, ou possíveis respostas, dentro das poucas informações que se sabe a respeito.

Esteves
Esteves
Reply to  bjj
7 meses atrás

Reclamam porque não tem $$$ para manter. Como não tiveram para pagar.

Sérgio Nikitenko
Reply to  bjj
7 meses atrás

Pergunte ao vendedor e assinem um termo de compromisso… Perguntar não ofende. … Ou queriam um máquina de Guerra com manutenção de fundo de quintal?

Esteves
Esteves
Reply to  bjj
7 meses atrás

A base comparativa é não ter como fazer.

Eu não preciso comparar a manutenção de um Mercedes-Benz com algum outro. Eu tenho com o que fazer e como fazer ou eu não tenho.

Se não tenho, reclamo.

Felipe Augusto Batista
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Não é bem assim, você pode ser perfeitamente capaz de pagar suas contas e ainda assim desejar que fossem mais baratas pra sobrar mais no fim de mês.

Marcelo-SP
Marcelo-SP
Reply to  bjj
7 meses atrás

Pode ser em comparação ao que o fabricante prometeu antes da aquisição. Talvez por desgaste maior de componentes do que o esperado.

Atirador 33
Atirador 33
Reply to  bjj
7 meses atrás

Na minha opinião, o alto custo operacional se deve a taxa de câmbio da Malásia frente ao Euro, após a unificação das moedas dos países europeus, seus produtos perderam a competitividade, pelo menos aqui no Brasil, vcs se lembram na novela fx 2 o custo da hora de vôo do Rafael, e até mesmo do Eurofighter, o dólar permite uma boa relação com nossa taxa de câmbio. O euro não é um pesadelo só para nós.
Agora esse problema de câmbio não tira o mérito da qualidade dos produtos europeus. Apenas suposição de um leigo.

Abs.

Diogenes Araujo Gurgel
Reply to  bjj
7 meses atrás

Sensato

Ricardo Rademacker
Ricardo Rademacker
7 meses atrás

Prezados Senhores

Caso o Peru compre um SSK classe Scorpene do Brasil este navio não será um dos que estão em construção para a MB, será uma unidade especifica para a sua Marinha.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Ricardo Rademacker
7 meses atrás

provavelmente

Esteves
Esteves
Reply to  Ricardo Rademacker
7 meses atrás

Nesse caso não faz sentido comprar submarino francês do Brasil.

Rodrigo
Rodrigo
Reply to  Esteves
7 meses atrás

O Brasil comprou o projeto e não um meio ponto…sendo que nosso scorpene são diferentes de todos ja construídos ate hoje

Esteves
Esteves
Reply to  Rodrigo
7 meses atrás

Comprou direitos de montar 4 + 1. Se esticou e ficou maior…continua sendo um Scorpene do Naval Group.

Se quiser montar mais 1, vai pagar os direitos de montar mais 1.

Não é porque monta Corolla aqui e monta aqui diferente do que monta lá, que o produto virou nosso.

Licenças.

Junior
Junior
Reply to  Esteves
7 meses atrás

É do interesse do Naval Group aproveitar toda a infraestrutura que já esta montada em Itaguaí também. É obvio que a MB esta oferecendo os submarinos scorpene para o Peru com autorização do Naval Group.

Esteves
Esteves
Reply to  Junior
7 meses atrás

Pode ser.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Se com a absorção de tecnologia fizer um derivado do Scorpene não terá de pagar nadica de nada.

Esteves
Esteves
Reply to  2Hard4U
7 meses atrás

Se.

E se for acusado de plágio terá que provar que não copiou.

Beto
Beto
Reply to  Ricardo Rademacker
7 meses atrás

Ricardo você esta fazendo confusão, a notícia é que o Peru esta negociando os submarinos com o Brasil tanto os IKL como o Scorpene então não tem sentido o seu comentário pois negociar com o Brasil algo que será entregue pela França não tem sentido, espero que fechamos o negócio logo com a venda dos dois IKLs e um ou mais Scorpenes do Brasil.

Gilberto
Gilberto
Reply to  Beto
7 meses atrás

Mas foi exatamente o que o Ricardo falou. Que seria um Scorpene fabricado no Brasil (mas não um dos quatro encomendado pela MB). Quem disse que não tem sentido isso, pois poderiam comprar direto da França, foi o Esteves.
Se interpretei certo o comentário do Rodrigo, ele está imaginando o mesmo que eu: o projeto brasileiro é diferenciado do Scorpene francês, logo, o Peru pode ter interesse pelo nosso, e não pelo original.

Esteves
Esteves
Reply to  Gilberto
7 meses atrás

Pode.

Mas não faz sentido comprar de quem revende.

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  Gilberto
7 meses atrás

Pode ser tb por aí.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Gilberto
7 meses atrás

Amigo, a França concerteza supera o Brasil na capacidade de alterar seja o que for no scorpene… Digo eu, afinal, é de lá que vem…

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Peter nine nine
7 meses atrás

Sim, mas certamente o Naval Group iria cobrar caro para fazer qualquer alteração no projeto (assim como cobraram do Brasil).
E eles são sócios do estaleiro em Itaguaí, de forma que também lucram com uma venda, além dos royalties.

bjj
bjj
7 meses atrás

Aliás, se não me falha a memória, os Scorpenes são os primeiros submarinos operados pela marinha da Malásia, sendo compreensível, portanto, que achem caro a manutenção de um meio de alta complexidade que eles nunca operaram antes. Seria como se a força aérea boliviana adquirisse caças Gripen e posteriormente os considerassem de cara manutenção, já que, embora seja um avião mais barato de operar que a maioria dos caças de seu porte, ainda assim é muito mais sofisticado e consequentemente mais caro que qualquer coisa que eles possuem atualmente.

João Moro
João Moro
Reply to  bjj
7 meses atrás

Boa comparação.

colombelli
colombelli
7 meses atrás

Chile e India tem mesma queixa? Não vi. Agora não adianta, ja estão encomendados. E ficou mesmo muito vaga a afirmação sem levar em conta dezenas de condicionantes envolvidas em cada caso. Antes parece resultado da frustração de uma expectativa subjetiva do que conclusão fruto de cotejo de dados objetivos.

Ozawa
Ozawa
7 meses atrás

Bem, ignoro, porquanto a matéria não trouxe, possivelmente para suscitar a pesquisa e a discussão profunda, onde mergulho desconhecendo parcialmente o leito do assunto, o processo de aquisição dos Scorpènes malasianos. Foram de prateleira ou no modelo brasileiro de “””transferência de tecnologia”””, com todas as aspas necessárias, incluindo nosso pólo de manutenção, reparo, revisão, e mesmo construção dos modelos BR? Nada obstante, superada, por hipótese, a questão acima, e considerando a recente manifestação malasiana, qualquer que seja a resposta, a essa altura do campeonato, ela importaria até que profundidade ao Brasil? Em mais figurações aplicáveis ao momento, mergulhamos tão fundo… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Ozawa
7 meses atrás

Será.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Ozawa
7 meses atrás

“Foram de prateleira ou no modelo brasileiro de “””transferência de tecnologia”””, com todas as aspas necessárias, incluindo nosso pólo de manutenção, reparo, revisão, e mesmo construção dos modelos BR?”

Foram construídos pela DCNS (hoje Naval Group) francesa, com algumas seções fornecidas também pela Navantia, na época em que o Scorpène era um programa binacional. Ou seja, não são um programa de construção local e transferência de tecnologia como é o caso dos contratos com Brasil e Índia.

Marcelo Duarte
Marcelo Duarte
Reply to  Ozawa
7 meses atrás

Rapaz, off topic aqui, mais devo dizer sou fã do Ozawa. Sempre com questões interessantes em textos que dão prazer em ler. Mais uma vez concordo em tudo.

Esteves
Esteves
Reply to  Marcelo Duarte
7 meses atrás

Fatalista. A vida pode ser diferente.

Space Jockey
Space Jockey
Reply to  Ozawa
7 meses atrás

Corta VF-1 + 10.000 Marines.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
7 meses atrás

Meus 5 minutos de google para colaborar com a discussão. Matéria de alguns meses atrás, cuja fonte original é a agência Bernama: https://www.nst.com.my/news/nation/2019/03/474740/purchase-defence-assets-depends-countrys-financial-position-mohamad “Asked on the maintenance cost of Scorpene submarines, KD Tunku Abdul Rahman and KD Tun Abdul Razak, Mohamad said it was high, costing about RM500 million a year. “Indeed, the submarines are modern and sophisticated but they need to be maintained and that is costly. The older they get, the higher the cost is to maintain them,” he said.” Deve-se levar em conta que a compra dos submarinos foi envolta, por anos, em investigações sobre propina, o… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Porque eu não me surprendo com uma notícia dessas…..
O tempo, sempre ele…..

nonato
nonato
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

250 milhões de reais nessa PMG seria considerado caro para o Brasil?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  nonato
7 meses atrás

Não sei. Você poderia pesquisar a respeito.

Esteves
Esteves
7 meses atrás

É exatamente por isso que Itaguaí e todo o PROSUB devem seguir demandando. Se…se…parar nos 4 X 1 vai chegar obsolescência e tudo o mais que acontece em uma linha de produção quando há interrupções. Começa a perder fornecedor. Começa a pensar se valeu. Começa a cortar porque mandaram reduzir despesa. Deixa de fazer porque o orçamento não deu. Procuram jeitinhos.

Escolheram submarinos para entubar-nos. Transformem Itaguaí e Aramar em polos de excelência, de produção industrial (tem um centro tecnológico em Sorocaba às moscas), de P&D, em novos e modernos produtos.

Façam submarinos voadores.

Carlos
Carlos
7 meses atrás

Destruição do Brasil 5ª economia mundial. Nós somos concorrentes dos EUA, INGLATERRA E ISRAEL.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Carlos
7 meses atrás

Maior erro da MB nos últimos 20 anos foi entrar nessa classe francesa. Já tínhamos o projeto do Ikl 209 dominado, poderia adotar uma classe acima tipo ikl 214, que deve ser similar. Provavelmente o programa teria andado mais rápido, aproveitando a expertise já gerada, sem megalomania de super base em Itaguaí, reformando o AMRJ e talvez abrindo uma nova base (discreta) base de submarinos no Nordeste Brasileiro. Mas não. Escolheram pelo caminho mais caro e dispendioso, achando que o Brasil potência e pré-sal iriam alavancar as finanças, que iria sobrar dinheiro. Teve sim dedo do PT nessa história. Hoje… Read more »

JT8D
JT8D
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

Vamos vender um dos nossos Scorpenes para o Peru?

Esteves
Esteves
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Um só.

Marcos10
Marcos10
Reply to  JT8D
7 meses atrás

É!

JT8D
JT8D
Reply to  Marcos10
7 meses atrás

Fake news

Fábio Bezerra
Fábio Bezerra
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

A escolha dos franceses, recaiu do fato de que o casco dos Subs alemães não tem grande diâmetro, eles não tem em seu portifólio a fabricação de Subs nucleares, e os outros fornecedores não eram interessantes, ou simplesmente negavam qualquer ajuda tecnológica.
Não restando a MB outra opção.

Mauricio R.
Reply to  Fábio Bezerra
7 meses atrás

O casco do Scorpene em sí não difere tanto assim dos submarinos alemães (boca de 6,2m), então também não se presta ao desenvolvimento de um submarino nuclear.
A atual geração de SSN franceses é consideravelmente maior, (boca de 8,8m).
Estima-se que o submarino nuclear Álvaro Alberto será ainda mais largo (boca de 9,8m).
E sua planta nuclear nem francesa será, mas aquela em desenvolvimento no Labgene em Aramar.

Marcos10
Marcos10
Reply to  Fábio Bezerra
7 meses atrás

O francês também não.

Esteves
Esteves
Reply to  Fábio Bezerra
7 meses atrás

Isso conta a história.

Escolheu o francês porque o francês fiou. E porque o francês da de ombros pros americanos que não querem ver submarino nuclear no Atlântico Sul. E porque sempre haverá fraternidade, igualdade e ingenuidade entre os PCs.

E porque francês faz submarino bom.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
Reply to  Fábio Bezerra
7 meses atrás

Confere que os alemães não ensinaram o “pulo do gato”, isto é a construção da seção de proa, onde são alojados os tubos de torpedos, ou se trata de fakenews?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Alexandre Esteves
7 meses atrás

Alexandre, A história é um pouquinho mais complexa do que “não ensinar o pulo do gato” ou “fake news”. Vou tentar resumir: No contrato com os alemães, foi transferido o conhecimento do que foi contratado, e isso incluía alguns “pulos do gato” (se for levado em conta o que é pulo do gato para os engenheiros e técnicos brasileiros que nunca havia construído submarinos). Parte principal desse “pulo do gato” era ensinar como projetar, o que de fato ocorreu, mas infelizmente não pôde ser colocado em prática de maneira completa com a construção de um submarino projetado aqui, pois o… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

Subir uma classe acima dos IKL significaria comprar direitos de produzir uma classe acima do 209. Adquirimos capacidade para montar 1 classe de submarinos cuja propriedade do projeto e da produção pertence ainda aos alemães. Os mesmos alemães que nos deixaram em Angra. Pode e deve ter havido super e ultra contratação como tudo que o PT fez. O milagre do pré-sal. Ia entrar tanto dinheiro que bilhões aqui ou ali pareceriam mandiocas. Duvido que os alemães transfeririam um casco sabendo que montaríamos um reator dentro dele. Duvido. Abrimos as portas aos franceses. É só andar pelas ruas e ver… Read more »

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

os IKL 214 nao tem nada a ver com os nossos 209 e pelo que lembro eles tambem eram caros se nao me engano acima de 1 bi de dolares e optamos pelos scorpene em funçao do casco para o SUB nuclear . falar agora e facil

Esteves
Esteves
Reply to  Leonel Testa
7 meses atrás

Isso.

Mauricio R.
Reply to  Leonel Testa
7 meses atrás

Então a MB fez uma tremenda e bem cara, besteira. Até por que o “Scorpéne” não é nem operado pela MN e o “Barracuda”, a nova classe de SSN franceses, é bem diferente. Se a planta nuclear já se encontrava em desenvolvimento no Aramar e uma tecnologia moderna de projeto, construção e integração de sistemas de submarino, exceto pela seção de proa, estava sendo transferida e principalmente absorvida; faltava realmente construir um casco e provar a efetiva transferência da tecnologia. Além disso seria mais P&D em cima da tecnologia absorvida, para aumentar o conteúdo nacional no produto. Esse papo de… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Dá uma lida nas matérias feitas pelo PN. As calotas vieram da França. Não tínhamos o aço HY-80. Não tínhamos fornecedor para o MEP. Perdemos o fornecedor original das baterias. Coloca no contrato. Quando começa a fazer acontecem imprevistos que acontecem em qualquer contrato. Os fornecedores precisam de capitalização para enfrentar as encomendas nacionalizadas. Vai acontecer com as Meko. Aconteceu no Gripen. A nacionalização prevista era %%. Vai baixando. Foi necessário comprar da França. Talvez as nacionalizações aumentem para os próximos. Talvez. A MB precisava de um casco para o reator. Se fizeram com os franceses significa que houve um… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
7 meses atrás

“As calotas vieram da França”

Pelo que sei, apenas do primeiro SBR foi necessário importar da França. As seguintes passaram a ser fabricadas aqui, com a aquisição de uma prensa específica instalada na Nuclep.

Talvez você esteja se confundindo com os tubos lança-torpedos (TLP), os quais não foi possível nacionalizar por problemas na empresa que os fabricaria. Assim, tiveram que ser importados, mas espera-se que no SNBR possam ser fabricados aqui.

https://www.naval.com.br/blog/2018/06/11/nacionalizacao-no-prosub-fabricacao-do-casco-resistente/

Esteves
Esteves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Sim. Do Riachuelo.

Snake
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

Eu nao sei se vc esta sendo irônico ou e assim mesmo, fera na materia do fantástico, diz que talvez serao vendodos 2 tupi e um riachuelo fabricado aqui, para mater a linha de produção aberta, entao meu caro nao e muito difícil deduzir que sera outro submarino fabricado aqui pra eles, agora vc entendeu, mai se quiser eu posso fazer um desenho pra vc.

Juarez
Juarez
Reply to  Snake
7 meses atrás

Não, não e difícil entender. O difícil de entender e de onde os Peruanos vao puxar 900 milhões de dólares para pagar por um Scorpene se nem os velhos T 55 do exército eles tem dinheiro para trocar
Não sei porque isto me lembra a história das Kombis, vulgo EC 725 que seriam produzidos “as centenas” e exportados.
Todas as vendas foram.feitas pela Airbus Europa e nós aqui resolvendo problemas desta mer…..que não opera.
Não sei porque voce me lembra os apedeutas ptunianos que berravam ais quatro ventos a mesma coisa no passado.

Munhoz
Munhoz
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

Uma vez vi um gráfico comparativo aqui no P Naval mesmo entre esse sub Francês e o Alemão, pelo gráfico que mostrava o sub por dentro com o seu maquinário etc o Francês parecia ter mais partes e peças, o alemão parecia ser mais robusto com menos partes e peças, na verdade parecia um BMW x um Renault !

Me corrijam se estiver enganado!

Esteves
Esteves
Reply to  Munhoz
7 meses atrás

Acho que a Renault não faz submarino. A BMW fez avião na guerra.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Renault fez tanque. Pequeno e simpático, lembro de um deles no portão do quartel de Pirassununga. O primeiro que o EB comprou foi Renault.

BMW fez motores. Milhares e milhares.

San
San
7 meses atrás

Com oa franceses você perde.

Chevalier
Chevalier
7 meses atrás

Francês né

JOAO
JOAO
7 meses atrás

Ehhhh! Nosso almirantes e suas dificuldades administrativas.

Sérgio
Sérgio
7 meses atrás

Produtos franceses sempre foram muito caros, apesar do Brasil montar esses submarinos aqui, não vamos esquecer que os principais equipamentos vem da França. A manutenção desses equipamentos vão sair muito caras para o Brasil, tenho certeza disso.

Marquês de São Vicente
Marquês de São Vicente
7 meses atrás

Não é que seja caro. Você que ganha pouco.

Mahan
Mahan
7 meses atrás

Allez le bleu…

Guacamole
Guacamole
7 meses atrás

Mas isso era de se esperar.
Quando mais moderno as tecnologias, mais caro fica.

Nilson
Nilson
7 meses atrás

A Malásia está assustada com custos dos Scorpene. Mas submarinos são mesmo de manutenção cara. A MB deve achar caríssima a manutenção dos IKL, pois sequer está conseguindo colocar 4 dos seus 5 para navegar. Pelo que temos lido nessas matérias, um PMG hoje não deve sair por menos de US$ 100 milhões, seja de Scorpene, seja de IKL.

JT8D
JT8D
Reply to  Nilson
7 meses atrás

Que o diga a Argentina, que não conseguiu manter operacionais os seus submarinos, que não eram franceses

Heli
Heli
7 meses atrás

A matéria deixa bastante a desejar. É caro comparado a quê? Aos concorrentes (Dolphin, U214, Collins…) que ela não opera? O que é caro: os custos de aquisição? de manutenção? ou o AIP?

Luís Henrique
Luís Henrique
7 meses atrás

O orçamento militar da Malásia é de cerca de U$ 3 bi.
O da Colômbia é 3 a 4 vezes maior.
O do Brasil é quase 10 vezes maior.

Para eles é caro.

Para mim, andar de Mercedes é caro. Ando com carros mais baratos. Para o Bill Gates, andar de Mercedes é muito barato, ele anda de helicóptero, avião, etc.

No mais, pagar manutenções na França deve custar bem mais caro do que usar uma estrutura nacional.

Hugo Amaro
7 meses atrás

Eu acompanho a trilogia a vários anos, não sou militar apesar de ser filho e neto de militares, porém amo o assunto, o que observo e que no passado os comentários eram muito mais relevantes e técnicos, até eu que não sou especialista vejo que a questão da Malásia não se aplica a nossa realidade haja visto que o nível de nacionalização dos nossos e alta…

Junior
Junior
Reply to  Hugo Amaro
7 meses atrás

Não tão alto quanto gostaríamos, mas se formos comparar com o submarino malaio, certeza que tem mais itens brasileiros no nosso sub do que itens malaios no sub deles, mas creio que a grande diferença entre a nossa situação e a deles é que temos toda uma infraestrutura especifica para os scorpenes montadas, ou sendo montada. Pelo vídeo do fantástico deu para ver que estão começando a construir o lugar aonde vão ser reparados os nossos scorpenes ao lado de onde estão sendo construídos. Cabe também ressaltar que os subs malaios, assim como os chilenos, foram construídos ainda quando existia… Read more »

Bardini
Bardini
7 meses atrás

Os dois submarinos tem AIP, além de ser um tanto diferente dos da MB, incluindo fornecedores e suporte logístico.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Bardini, tem certeza? Pelo que me lembro, os dois submarinos da Malásia não têm AIP.

Bardini
Bardini
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Ah é?
.
Jurava que tinha…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Bardini
7 meses atrás

Pois é, fiquei com a pulga atrás da orelha, fui procurar e não achei nada dizendo que têm AIP. De fato, o que eu achei foi links dizendo que não têm:

https://www.nti.org/analysis/articles/malaysia-submarine-capabilities/

https://www.rsis.edu.sg/rsis-publication/rsis/1220-air-independent-powered-submar/#.Xc2R7yVv-Ec

http://daisetsuzan.blogspot.com/2010/03/malaysias-submarine-woes.html?m=1

Marco Antônio Passos Brandão
Marco Antônio Passos Brandão
7 meses atrás

Submarinos não são equipamentos baratos, a manutenção não é barata.. Quem escolheu te-los sabe disto. A Argentina que o diga. Quem se definiu pelo Scorpene considerou estes custos. Submarinos precisam mais do que manutenção, precisam de desenvolvimento constantemente. A detecção está cada vez mais fácil, a defesa deles mais difícil. Falta de verbas não é desculpa para termos uma arma inútil.

Gabriel BR
Gabriel BR
7 meses atrás

Defesa é caro mesmo! Mas acreditem , é muito mais caro não ter.

Souza
Souza
7 meses atrás

Se o processo de transferência de tecnologia foi parcial não envolvendo as partes nobres e eletrônica fina teremos dificuldades no futuro. Pelos menos estamos construindo aqui.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
7 meses atrás

Os custos de manutenção e revisão dos nossos devem ser menor já que os erviços serão feitos aqui no Brasil!

Celsoskl
Celsoskl
7 meses atrás

Típico dos produtos franceses. Quem tem idade sabe o que foi operar os Miragem III na Fab desde o início…

SmokingSnake 🐍
SmokingSnake 🐍
7 meses atrás

Os carros franceses são os mais problemáticos, não esperava que com outros equipamentos fosse diferente!!

JT8D
JT8D
Reply to  SmokingSnake 🐍
7 meses atrás

Israel nunca reclamou dos Mirage. Aliás, até fez cópias deles

Mauricio R.
Reply to  JT8D
7 meses atrás

Aquelas “cópias israelenses” feitas pela Aérospatiale???? Acho que até tem matéria aqui no Aéreo.

JT8D
JT8D
Reply to  Mauricio R.
7 meses atrás

Para você ver, até as cópias eles compraram da França

rui mendes
rui mendes
Reply to  SmokingSnake 🐍
7 meses atrás

Só se for no Brasil, pois na Europa, saõ tanto ou mais fiáveis que os outros.

Defensor da liberdade
Defensor da liberdade
7 meses atrás

Nunca vi coisa que preste ser barata. Quer qualidade tem que pagar por ela.

Delfim
Delfim
7 meses atrás

Não só os carros franceses. Cada revisão do motor Atar dos Mirages F-103 saía por um milhão de doletas.
É bom ter uma certa independência frente aos blocos americano e russo-chinês comprando de outros fornecedores. mas a independência também tem seu preço.

Rodrigo
Rodrigo
7 meses atrás

Tem que analisar…isso deve ter sido analisado antes de assinar o contrato.
Mas o problema de orçamento não é manutenção é despesa de pessoal.
E a cada semana abre concurso novo…não tem como avançar assim

gabriel macfo
gabriel macfo
7 meses atrás

Todo equipamento Francês é caro de manter, basta olhar pros tanques deles, os rafales, a classe Mistral, etc. Aqui no Brasil deve ser um pouco menos por ter havido a nacionalização de vários componentes da embarcação.

Esteves
Esteves
7 meses atrás

Como eu não entendo de navio, explicarei o queijo. No governo Temer houve uma iniciativa para aproximar negócios daqui com os negócios italianos. Havia e há distanciamentos. Os italianos reclamaram da roubalheira. Roubamos propriedade deles. Recentemente um jovem aqui no interior fez uma réplica da F40. Artesanal. Fundo de garagem. A Ferrari através da justiça e de ações na justiça tomou providências. Os italianos reclamaram do parmesão. Parmesão é um queijo duro para ralar produzido em Parma na Itália. Se for DOC recebe o selo Parmigiano-Reggiano. Se não for DOC continua sendo parmesão de Parma. Da Itália. Marca deles. Propriedade… Read more »

João Moro
João Moro
7 meses atrás

Pelo que deu pra perceber, este submarinos da Malásia foram os primeiro Scorpenes fabricados. Como era um projeto novo e eram as primeiras unidades, era plausível que dessem problemas, precisassem de correções no projeto e até o custo de manutenção fosse maior do que a média. Sempre o problema de novos projetos. Sobre os Scorpenes Brasileiros, como já foram produzidos vários Scorpenes, certamente eles melhoraram o projeto para ter menos problemas e os custos de manutenção tendem a serem menores. Sobre a escolha dos Scorpenes, acredito que a MB escolheu este projeto em vez de dar continuidade aos IKLs principalmente… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  João Moro
7 meses atrás

É isso.

Agora é parar de reclamar, não se deixar contaminar e seguir. Sempre à vante.

Alexandre Esteves
Alexandre Esteves
7 meses atrás

Quem tem ou já teve um Renault, Peugeot ou Citroen sabe bem como é…
Forças Aéreas, como a FAB, que operaram aeronaves da família Mirage, também.
Imagina um sistema tão complexo quanto um submarino.
Não é uma crítica ao PROSUB, que é um projeto de Estado, estratégico, que visa a capacitar o país a construção de SN.
Mas que produtos franceses são caros, isso são.

Diego
Diego
7 meses atrás

Mais caro é perder uma batalha, entao vale o custo.

João Augusto
7 meses atrás

Tem Marinha quem pode!

FANTASMA
FANTASMA
7 meses atrás

Fora de foco: Alguém sabe o que os A4 estavam fazendo em Belém? Hoje um amigo de Belém me relatou que dois passaram por cima da casa dele.

Kemen
Kemen
7 meses atrás

Já comentei no site antes, compra-se às vezes barato se interessa aquele mercado ao fabricante, mas depois compensam em vendas adicionais de novas unidades e também em lucros maiores nas manutenções.

jodreski
jodreski
7 meses atrás

Amigos o custo de manutenção de um ford Focus sempre será maior que o de um ford Ka, se a prioridade da Malasia era equipar sua força naval com meios submarinos com custo de operação baixo ela deveria ter focado sua escolha em cima disso. Se vc quer um meio melhor ele vai custar mais para operar também, a matemática é essa e sempre foi. Se a expectativa deles era um custo de manutenção menor, a partir de agora eles tem duas escolhas: ou arcar com o custos de operação ou vende os Scorpenes e comprem outros subs com custo… Read more »

LUCAS DA SILVA RIBEIRO
7 meses atrás

O que muitos ja disseram ai é a pura verdade o que é caro pra um pode não ser para o outro e ponto final. PIB da malásia e do Brasil é a diferença de um produto ser caro para um e não para o outro.

Helder Lopes
Helder Lopes
7 meses atrás

Se li a notícia correctamente, o ministro apenas diz que a manutenção dos submarinos é cara e, por isso, não há vontade em comprar mais dois submarinos como estava previsto anteriormente.
Submarinos são tecnologia de ponta e por isso caros de manter, sejam eles Scorpène, U214 ou outros, embora os 60 milhões de dólares mencionados em um dos comentários do Nunão, me pareça salgado quando comparando com o U214 de Portugal, que custa por ano uns 7 a 10 milhões de Euros (já contando com 24 milhões para o primeiro PMG).

Luiz Floriano Alves
Reply to  Helder Lopes
7 meses atrás

Esses custos me lembram os custos de manutenção dos Mirage 2000. O avião veio fácil o custo de manutenção, com equipe da Fran, que “graundeou” o aparelho. Os Scorpéne parecem o mesmo a considerar o testemunho da Malásia. A Índia tem lá as suas queixas, mas, premida pela situação com o Paquistão, compra qualquer coisa, desde que possa nacionanalizar..

Luiz Trindade
Luiz Trindade
7 meses atrás

Rapaz… Compra dos russos então…

Entusiasta Militar
Entusiasta Militar
7 meses atrás

Uma coisa nao tem nada haver com a outra …

Os nossos Scorpenes serão fabricados aqui, sofreram seus PMG aqui e se a Marinha escolheu eles, com certeza ja tinha investigado os números/custos destes de forma bem técnica.
A menos é claro que se fossem comprados de forma politica (corrupção) e não técnica da frança.

Esteves
Esteves
Reply to  Entusiasta Militar
7 meses atrás

Negócios são feitos quando existe ambiente. Pra fazer negócio, qualquer negócio, exige-se um regime de confiança.

Imprevistos acontecem. Comprou o limão, faz a limonada.

Paulotd
Paulotd
Reply to  Esteves
7 meses atrás

Confio mais na engenharia alemã dos IKL. Por que não fazer um mix low-high, construindo mais dois ou três IKL-209 mod (classe Tikuna) e pra começar dois IKL-214 fazendo o primeiro na Alemanha e levando os engenheiros daqui pra aprender lá, como foi o Tupi? Tenho certeza que estaríamos com mais subs operacionais, e poderíamos vender os ikl mais antigos a medida que os Ikl-214 fossem ficando prontos. Outro tiro no escuro foi a adoção desse torpedo francês F-21, arma essa até hoje em qualificação. Alemão tem o torpedo seahake DM2A4 prontinho e já qualificado. Sobrado dinheiro pra uma base… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

Olha…

Sabe o que acontece com as coisas de governo? O óbvio, o prático, o lógico…isso nunca acontece.

JT8D
JT8D
Reply to  Paulotd
7 meses atrás

Tava demorando pra alguém sugerir o famigerado “hi-lo mix”

rocha
rocha
7 meses atrás

Os sub franceses desta classe scorpene ja eram ultrapassados quando da encomenda, tanto que a frança não os construia mais para eles, muitas queixas já na época de quem os tinha. a alemanha ofereceu um sub moderno com capacidade de prolongamento do casco para um futuro sub nuclear.(só não tinha os reatores claro). nós ja tinhamos todo um parque montado para manutenção dos IKLs dava para aproveitar pros novos subs alemãs. Mas a politica da palpite em tudo na area militar daqui(diferente dos EUA que os politicos entendem e estudam os armamentos antes de votar), muita gente cobrando coisas da… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  rocha
7 meses atrás

“Os sub franceses desta classe scorpene ja eram ultrapassados quando da encomenda, tanto que a frança não os construia mais para eles” A Marinha Francesa nunca usou Scorpène, que foi um projeto da então DCNS e Navantia voltado à Espanha (que depois deixou a parceria) e a clientes externos. Não está confundindo com a classe Agosta? E por mais críticas que eu mesmo já tenha feito ao Prosub, ontem e hoje, não procede a afirmação de que a classe era ultrapassada quando da encomenda, há dez anos. Era um submarino moderno, introduzido há poucos anos no primeiro cliente (Chile) e… Read more »

Luiz Floriano Alves
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
7 meses atrás

Nesta classe de barco, com muita tecnologia de instrumentos digitais e programas de gerenciamento, o problema de custo é a reposição dos módulos dos sistemas. Como certos aviões da mesma origem, Vc não faz manutenção de componentes. São trocados mediante análise do programa de gerenciamento de manutenção. A capacitação de soldadores e nacionalização de itens mais simples não afeta o custo significativamente. Agora válvulas de controle e módulos de sistemas digitais são muito caros.

JT8D
JT8D
Reply to  rocha
7 meses atrás

Se a MB tivesse continuado com os alemães agora teria “especialustas” reclamando que deveríamos ter mudado para os franceses. Segue o jogo