segunda-feira, janeiro 24, 2022

Saab Naval

Esquadrão HU-41 realiza primeiro pouso em um navio da Esquadra Brasileira

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Aeronave GRIFO-7104 se prepara para pouso no Navio de Desembarque

O dia 30 de janeiro marcou o primeiro pouso de uma aeronave do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41), sediado em Belém-PA, a bordo de um Navio da Esquadra Brasileira.

O Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Saboia” está na cidade participando da comissão “Aspirantex/2020” – 3ª fase da Operação “Amazônia Azul: Mar Limpo é Vida!”.

Foram realizados 39 pousos e decolagens, contribuindo para a qualificação de sete pilotos, além do incremento do adestramento da equipe de manobra e crache do Navio.

Militares realizam procedimento de segurança para pouso e decolagem de aeronave em navio

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Marcelo Andrade

BRAVO ZULU!!!!

Dalton

Bravo Zulu 2 !

Saldanha da Gama

bravo zulu 3!

Samuca cobre

Bravo Zulu 4

Renato Barbosa

Visitei o ndcc almirante Sabóia ele esteve aberto a visitação ao público aqui em Belém.
Várias fotos.

Felipe Alberto

Eu tb o visitei! Até tirei foto com esse helicóptero.

Airacobra

E o evento, garrou?

Luiz Floriano Alves

Exelente fase do treinamento. Sair do rio já é uma experiencia para nossos aspirantes. O Brasil é muito maior do que parece. A MB é de todos. E todos querem participar e prestigiar nossos marujos.

Airacobra

Acho que vc não entendeu a ironia, falei do evento, evento = rasga, tem gente ai voando na guerra

Airacobra

A paisanada não sabe nem o que é um evento = rasga = soco e acha que o cara ta falando da operação, imagina querer que entendam qual foi o evento que garrou.

José Cururu Realista da Silva

Vcs não me leve a mal e desculpe me a franqueza.
Mas em relação as outras marinhas a nossa tá sucateada a décadas …
Nós estamos acostumados a comprar descartes de outras marinhas, brasileiro é do tipo ACUMULADOR.

Marcelo Andrade

Sim José, todo mundo sabe disso, mas as coisas , parece, estão começando a mudar, claro que não na velocidade que queríamos, navios e submarinos são bem caros de construir e de operar, mas as coisa estão saindo, o problema é que foram década e décadas e não será em 4 , 10 ou 15 anos que vamos mudar tudo de uma vez, precisamos de tudo em todas as áreas!Precisamos de perenidade nos projetos e nas aquisições, Projeto de Estado e não de Governo, por isso confio neste que hoje ocupa o Planalto!

Rinaldo Nery

¨Crache¨é dureza…. Crash. O HU-41 está utilizando instalações da FAB na ALA 8. Sempre que pouso/decolo de Belém vejo os helicópteros no pátio. Bela retribuição aos anos em que a Segunda ELO operou na Macega.

Sergio Cintra

Cel.
Tenho uma opinião onde deveríamos pensar e atuar como uma força única – Força de Defesa – e com algumas especialidades, que poderiam serem mescladas quando comparadas com o modelo atual, reduzindo esses “diferentes quintais”. Como um Fabiano e convivendo hj com muitos verde-oliva, a camaradagem e pensamentos são comuns. Não difere também de alguns companheiros da Macega.
Qual seria vsa. visão sobre um comando unificado?
Abraços

nonato

Acho que nrm tanto nem tão pouco. Usar espaços uns dos outros é uma forma de fazer isso. Acho que o padrão americano é muito presente aqui. Tipo há exército e fuzileiros navais… Isso acaba sendo duas infantarias. Exercito e marinha. Acho normal o exército ter seus próprios sherpas pra transportar cargas. Mas sem dúvida, os ramos não podem ser muito isolados ou feudos cada um gastando fortunas… Daria para compartilhar algumas coisas. Acho que o exército é a força militar básica. As outras são uma espécie de complemento. Inclusive exigindo menos homens. Aliás as outras de certo modo seriam… Read more »

Rinaldo Nery

Sérgio, estive na África do Sul em 2007, num Simpósio Internacional de Defesa Aérea, e lá os Cursos de Estado-Maior são unificados numa mesma escola. Seria o nirvana aqui. Temos, hoje, no MD, um Estado-Maior de Operações Conjuntas, que já é um grande começo. Era chefiado pelo TB Baptista Jr, meu ex cmt no 2°/6° GAV. Muita coisa pode ser unificada, começando (na minha opinião) pelos Serviços de Saúde. Porém, acho (outra opinião pessoal) que o grande entrave é o EB, que procura manter uma posição de ¨ascendência¨ sobre as outras Forças, consequência dos anos de regime militar. Além do… Read more »

Airacobra

Na MB é Crache, nos 4 EQMANs que cursei e nos 9 navios que servi e naveguei sempre foi crache, deve ser a forma aportuguesada da palavra original (Crash) que a MB usa

Aerosea

Crache lembra brifim.

Airacobra

Bem por ai, por exemplo: antes do exercício manda tocar reunir no convôo pra brifar essa boysada ai que embarcou

Airacobra

Mas é Crache mesmo, oficialmente, em documentos, cursos, planilhas de adest e etc

Rinaldo Nery

Obrigado. Aportuguesamento horroroso.

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