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Esquadrão HU-41 realiza primeiro pouso em um navio da Esquadra Brasileira

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Aeronave GRIFO-7104 se prepara para pouso no Navio de Desembarque

O dia 30 de janeiro marcou o primeiro pouso de uma aeronave do 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral do Norte (EsqdHU-41), sediado em Belém-PA, a bordo de um Navio da Esquadra Brasileira.

O Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) “Almirante Saboia” está na cidade participando da comissão “Aspirantex/2020” – 3ª fase da Operação “Amazônia Azul: Mar Limpo é Vida!”.

Foram realizados 39 pousos e decolagens, contribuindo para a qualificação de sete pilotos, além do incremento do adestramento da equipe de manobra e crache do Navio.

Militares realizam procedimento de segurança para pouso e decolagem de aeronave em navio
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Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
5 meses atrás

BRAVO ZULU!!!!

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo Andrade
5 meses atrás

Bravo Zulu 2 !

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Dalton
5 meses atrás

bravo zulu 3!

Samuca cobre
Samuca cobre
Reply to  Saldanha da Gama
5 meses atrás

Bravo Zulu 4

Renato Barbosa
Renato Barbosa
5 meses atrás

Visitei o ndcc almirante Sabóia ele esteve aberto a visitação ao público aqui em Belém.
Várias fotos.

Felipe Alberto
Felipe Alberto
Reply to  Renato Barbosa
5 meses atrás

Eu tb o visitei! Até tirei foto com esse helicóptero.

Airacobra
Airacobra
5 meses atrás

E o evento, garrou?

Luiz Floriano Alves
Reply to  Airacobra
5 meses atrás

Exelente fase do treinamento. Sair do rio já é uma experiencia para nossos aspirantes. O Brasil é muito maior do que parece. A MB é de todos. E todos querem participar e prestigiar nossos marujos.

Airacobra
Airacobra
Reply to  Luiz Floriano Alves
5 meses atrás

Acho que vc não entendeu a ironia, falei do evento, evento = rasga, tem gente ai voando na guerra

Airacobra
Airacobra
Reply to  Luiz Floriano Alves
4 meses atrás

A paisanada não sabe nem o que é um evento = rasga = soco e acha que o cara ta falando da operação, imagina querer que entendam qual foi o evento que garrou.

José Cururu Realista da Silva
José Cururu Realista da Silva
5 meses atrás

Vcs não me leve a mal e desculpe me a franqueza.
Mas em relação as outras marinhas a nossa tá sucateada a décadas …
Nós estamos acostumados a comprar descartes de outras marinhas, brasileiro é do tipo ACUMULADOR.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  José Cururu Realista da Silva
4 meses atrás

Sim José, todo mundo sabe disso, mas as coisas , parece, estão começando a mudar, claro que não na velocidade que queríamos, navios e submarinos são bem caros de construir e de operar, mas as coisa estão saindo, o problema é que foram década e décadas e não será em 4 , 10 ou 15 anos que vamos mudar tudo de uma vez, precisamos de tudo em todas as áreas!Precisamos de perenidade nos projetos e nas aquisições, Projeto de Estado e não de Governo, por isso confio neste que hoje ocupa o Planalto!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
5 meses atrás

¨Crache¨é dureza…. Crash. O HU-41 está utilizando instalações da FAB na ALA 8. Sempre que pouso/decolo de Belém vejo os helicópteros no pátio. Bela retribuição aos anos em que a Segunda ELO operou na Macega.

Sergio Cintra
Sergio Cintra
Reply to  Rinaldo Nery
5 meses atrás

Cel.
Tenho uma opinião onde deveríamos pensar e atuar como uma força única – Força de Defesa – e com algumas especialidades, que poderiam serem mescladas quando comparadas com o modelo atual, reduzindo esses “diferentes quintais”. Como um Fabiano e convivendo hj com muitos verde-oliva, a camaradagem e pensamentos são comuns. Não difere também de alguns companheiros da Macega.
Qual seria vsa. visão sobre um comando unificado?
Abraços

nonato
nonato
Reply to  Sergio Cintra
5 meses atrás

Acho que nrm tanto nem tão pouco. Usar espaços uns dos outros é uma forma de fazer isso. Acho que o padrão americano é muito presente aqui. Tipo há exército e fuzileiros navais… Isso acaba sendo duas infantarias. Exercito e marinha. Acho normal o exército ter seus próprios sherpas pra transportar cargas. Mas sem dúvida, os ramos não podem ser muito isolados ou feudos cada um gastando fortunas… Daria para compartilhar algumas coisas. Acho que o exército é a força militar básica. As outras são uma espécie de complemento. Inclusive exigindo menos homens. Aliás as outras de certo modo seriam… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Sergio Cintra
4 meses atrás

Sérgio, estive na África do Sul em 2007, num Simpósio Internacional de Defesa Aérea, e lá os Cursos de Estado-Maior são unificados numa mesma escola. Seria o nirvana aqui. Temos, hoje, no MD, um Estado-Maior de Operações Conjuntas, que já é um grande começo. Era chefiado pelo TB Baptista Jr, meu ex cmt no 2°/6° GAV. Muita coisa pode ser unificada, começando (na minha opinião) pelos Serviços de Saúde. Porém, acho (outra opinião pessoal) que o grande entrave é o EB, que procura manter uma posição de ¨ascendência¨ sobre as outras Forças, consequência dos anos de regime militar. Além do… Read more »

Airacobra
Airacobra
Reply to  Rinaldo Nery
5 meses atrás

Na MB é Crache, nos 4 EQMANs que cursei e nos 9 navios que servi e naveguei sempre foi crache, deve ser a forma aportuguesada da palavra original (Crash) que a MB usa

Aerosea
Aerosea
Reply to  Rinaldo Nery
5 meses atrás

Crache lembra brifim.

Airacobra
Airacobra
Reply to  Aerosea
4 meses atrás

Bem por ai, por exemplo: antes do exercício manda tocar reunir no convôo pra brifar essa boysada ai que embarcou

Airacobra
Airacobra
Reply to  Aerosea
4 meses atrás

Mas é Crache mesmo, oficialmente, em documentos, cursos, planilhas de adest e etc

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Airacobra
4 meses atrás

Obrigado. Aportuguesamento horroroso.