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Quase 4 anos após comissionamento, o destróier furtivo USS Zumwalt fica totalmente operacional

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Destróier de mísseis guiados USS Zumwalt (DDG 1000)
Destróier de mísseis guiados USS Zumwalt (DDG 1000)

WASHINGTON – O primeiro destruidor furtivo da Marinha dos EUA, o Zumwalt, está a caminho de ter sua instalação de sistema de combate concluída e entregue em poucos dias, disse uma fonte com conhecimento do programa ao Defense News.

É o fim de uma longa jornada para o navio que foi comissionado em 2016 sem um sistema de combate ativo, mas finalmente está se preparando para entrar em serviço completo. O navio está programado para ter sua instalação concluída em março, e o serviço ainda está no cronograma para ser pontual, disse a fonte.

Em novembro de 2016, a BAE Systems recebeu um contrato de US$ 192 milhões para entregar o sistema de combate para o Zumwalt e seu navio irmão, Michael Monsoor.

O programa DDG-1000 foi cercado por excedentes de custos e alterações ao longo dos anos. A raison d’être original do navio, o Advanced Gun System, foi praticamente abandonado pela Marinha, pois passou de uma plataforma de apoio de fogo naval ao desembarque de fuzileiros navais para agora ser uma plataforma de ataque à superfície.

O Advanced Gun System e a munição Long Range Land Attack Projectile

Quando a Marinha truncou a compra de destróieres da classe Zumwalt de 28 navios para sete e finalmente para três unidades, os projéteis dos canhões se tornaram cada vez mais caros, tornando o projétil – Long Range Land Attack Projectile – caro demais para disparar. A Marinha ainda não identificou uma substituição.

Em vez disso, o navio foi designado como “ship killer”, com o Maritime Strike Tomahawk e o míssil SM-6 integrados ao seu sistema de combate.

A Marinha criou o Esquadrão de Desenvolvimento de Superfície para ajudá-lo a integrar novas tecnologias na frota, como navios de superfície não tripulados e o DDG-1000.

O destróier Michael Monsoor deve ter sua ativação do sistema de combate realizada no segundo trimestre de 2020, de acordo com um resumo do programa do Naval Sea Systems Command de janeiro. O terceiro e último navio da classe, o Lyndon B. Johnson, ainda está em construção no Bath Iron Works no Maine e deve ser entregue em dezembro de 2020.

O navio transitará para San Diego, Califórnia, e terá seu sistema de combate instalado como seus navios irmãos.

O futuro USS Michael Monsoor (DDG 1001) em provas de mar
O futuro USS Michael Monsoor (DDG 1001) em provas de mar

FONTE: Defense News

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Tupinamba
Tupinamba
5 meses atrás

Feio & Furtivo então.

Peter nine nine
Peter nine nine
Reply to  Tupinamba
5 meses atrás

Eu não lhe chamaria feio

Space jockey
Space jockey
Reply to  Peter nine nine
5 meses atrás

horrível

José Carlos David
José Carlos David
Reply to  Tupinamba
5 meses atrás

Furtivo e futurista.

Zé Mané
Zé Mané
Reply to  Tupinamba
5 meses atrás

No cenário atual, em nenhum ambiente esse tema é off-topic. Todo devem colaborar, inclusive este fórum. Fique em casa! Respeite os profissionais de saúde, de segurança pública e dos serviços essenciais. Fique em casa!

Teropode
5 meses atrás

Unindo o útil ao agradável, o preço da munição proibitiva forçou ou convenceu a usnavy a dar uma outra função a este barco , no entanto esta nova função se mostra extremamente mais util uma vez que com a nova ameaça de centenas de barcos chineses os americanos terão quw superar a quantidade com qualidade , ja vimos esta história .

Fabio Mayer
Fabio Mayer
5 meses atrás

Talvez seja o caso de pensar que ela está por demais à frente do seu tempo…

Vinicius Momesso
Reply to  Fabio Mayer
5 meses atrás

Lembro-me em 2000 da chegada ao mercado, do processador então “muito a frente” do seu tempo, Pentium 4. Resultado: ninguem conseguiu aproveitar nem sequer “metade” do que o mesmo poderia oferecer.

Cesar
Cesar
Reply to  Vinicius Momesso
5 meses atrás

Vixi, a arquitetura do Pentium 4 foi a pior já feita pela Intel, priorizando clocks altos mas com poucas instruções por ciclo. Tanto que a geração seguinte (do Core 2 Duo) era baseada na arquitetura do Pentium 3 e era excelente.
O Zumwalt tem sim muitas coisas à frente do seu tempo, por isso mesmo é difícil fazer tudo dar certo nele. O Pentium 4 era simplesmente um caminho errado a ser tomado (a AMD fez o mesmo na arquitetura Bulldozer depois).

Anthony
Anthony
Reply to  Cesar
5 meses atrás

Bom, pra mim, penso exatamente ao contrario: Nunca gostei dos “core 2 duo”, pois os achava “lerdos”. Ja os P$ eram “pau pra toda obra”!

A melhor (e inesquecível), versao, foi a HT, putz!!! tirava todo proveito do processador! Que maquinas!

Em minha opiniao, dos processadores atuais, pra mim os Cores 2 Duo seriam como os i3 e os P4-HT como um i5 ou i7

Mateus
Mateus
Reply to  Anthony
5 meses atrás

Sua opinião é completamente diferente da realidade. Qualquer P4 é um porcaria quando comparado ao C2D, seu P4HT favorito disputaria com os Conroe-L (C2D com um núcleo desativado, era vendido como Celeron 4×0 na época) e eu ainda preferiria comprar o Conroe-L por diversos motivos.

Formiga
Reply to  Anthony
5 meses atrás

O Core 2 Duo tinha dois núcleos que resultava em mais processamento que os P4 , gastando cerca de 60W enquanto que os P4 precisavam de mais de 100W e bons dissipadores de energia. Os i9 atuais (com até 16 núcleos) e clocks próximos do que os P4 trabalhavam (em torno de 4GHz) gastam em torno de 100W, o mesmo que os P4.

Anthony
Anthony
Reply to  Vinicius Momesso
5 meses atrás

Os P4 so eram bons na versao HT, fora isso…, mas ainda sim, bons processadores! Eu gostava!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Fabio Mayer
5 meses atrás

Bom, se funcionasse.
Esse projeto é considerado um dos maiores micos recentes da indústria militar americana.

Nei
Nei
Reply to  Antoniokings
5 meses atrás

Não sabia que o Kings aqui no Poder Naval também era só negativado, por ser Russo kkk e odiar a indústria Americana.

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Fabio Mayer
5 meses atrás

Fabio, acredito que daqui a poucos anos, será o “standard” da US Navy. O sucessor do Ticonderoga lá para 2030 será quase de certeza baseado no Zumwalt, a não ser que decidam ir pela proposta diferente de algo baseado no casco do LPD San Antonio.

Allan Lemos
Allan Lemos
5 meses atrás

Os Arleigh Burke Flight III certamente serão bem mais confiáveis.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

Eu me lembro quando o Zumwalt quebrou (pela terceira vez) no meio do Canal do Panamá em sua viagem inicial ao porto de origem em San Diego em 2016. As hélices do navio congelaram quando transitaram no Canal do Panamá em novembro de 2016, depois que a água do mar vazou nos resfriadores de óleo essenciais para a retransmissão de energia dos motores do navio para suas hélices (o mesmo problema ocorreu em setembro de 2016 quando o navio desceu a costa leste do Maine até a cerimônia de comissionamento, forçando reparos em Norfolk, Virgínia). No Panamá, o navio afundou… Read more »

Augusto L
Augusto L
Reply to  Matheus Santiago
5 meses atrás

É porque o navio tem tecnologias novas não desenvolvidas o suficiente.
É o novo modelo de contratação do DoD onde as empresas arcam com o custo de desenvolvimento e as forças armas com o resto, o problema é o pedido de novas tecnologias não maturas o suficiente e o gerenciamento que fica difícil em plataformas e sistemas onde não há maturidade na tecnologia.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

A classe Zumwalt é emblemática de uma infinidade de patologias do Pentágono, girando em torno de promessas de produzir maravilhas tecnológicas que não se materializam à medida que os custos subiram. Na concepção do projeto Zumwalt, a USN não tinha inimigos capazes de desafiá-la no alto mar, e mesmo assim tentou empinar 11 tecnologias de ponta no destróier da classe Zumwalt. Ninguém menos do que o ex-secretário da Marinha disse: “Colocar muitas novas tecnologias em uma plataforma era uma loucura – estava condenado desde o início”, diz John Lehman, que atuou como secretário da Marinha do presidente Ronald Reagan por… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Matheus Santiago
5 meses atrás

Uns 20 anos atrás os EUA estavam bem mais preocupados com terrorismo e guerra litorânea e previa-se que tal navio poderia ser utilizado para bombardear campos de treinamento de terroristas e também cobrava-se muito a perda do apoio de fogo causado pelo descomissionamento dos 4 encouraçados. . Quando se percebeu o exagero sobre isso, era tarde demais e não compensava mais cancelar o terceiro navio, então o jeito foi seguir em frente e aproveitar o que os navios tem de bom, como, capacidade de absorver novas armas e tecnologias, tripulação reduzida e a experiência que se ganhará com eles para… Read more »

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Dalton, o problema é que os almirantes colocavam todos esses tipos de requisitos no navio sem realmente entender as implicações do custo. Na concepção do projeto, haviam estudos ali para um navio com 500 células de lançamento vertical, isso era extremamente exagerado e que tal avaliação nem deveria ter sido considerada. É como eu disse, esse projeto com tamanha complexidade era extremamente desnecessário.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Para a USN, a compra de navios de guerra defeituosos, inacabados ou ambos se tornou a norma. O pior é que se você pegar as declarações do almirantado da USN, dão a entender que o programa Zumwalt é um sucesso. E isso está muito errado.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Matheus Santiago
5 meses atrás

Mas ele é entrega tudo que foi desenhado para entregar.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

Muitas tecnologias do Zumwalt ja estam entrando em fase de maturação e ja podem começar a ficarem mais acessíveis, o mesmo aconteceu com a classe Sea Wolf cara e que ficou limitada a 3 unidades mas deu a tecnologia para a classe Virginia umas das mais bem sucedidas e o submarino mais moderno no mundo.

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

Você está parcialmente enganado.

A classe Virgínia realmente teve como base o projeto Seawolf, porém o projeto do Virgínia teve trajetória plurianual de desenvolvimento, cada bloco novo de um desenvolvimento da classe foram incrementadas várias tecnologias, o que levou ao desenvolvimento do novo Block V. O aprimoramento do submarino foi aumentando gradativamente até a versão atual do submarino, exatamente como defendi no comentário logo acima.

Isso é totalmente diferente do Zumwalt na qual tentou incorporar várias tecnologias em uma só plataforma, não optando assim pelo desenvolvimento gradual do navio.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Matheus Santiago
5 meses atrás

Mas a tecnologia de base veio dos Sea Wolf, se não houvesse a classe provavelmente não teria os Virginias.

Entendeu ?

Matheus Santiago
Matheus Santiago
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

Tá certo então.

Se você acha que o contexto e as especificações das embarcações em que foram criados esses dois projetos – Seawolf e Zumwalt – são semelhantes, então realmente não tenho mais o que discutir. Uma ótima forma de gastar dinheiro.

Augusto L
Augusto L
Reply to  Matheus Santiago
5 meses atrás

São especificações de projetos feitos para serem dominantes na sua área e não meramente superiores a concorrentes, não sou eu que acho, era demanda da marinha americana.

Dalton
Dalton
Reply to  Matheus Santiago
5 meses atrás

Não sei se é importante para a discussão, mas, o “Seawolf” foi projetado ainda em plena guerra fria, sem silos verticais que limitam um pouco a efetividade em operações litorâneas enquanto o “Virginia” se encaixou mais no papel da marinha
pós guerra fria justamente operações litorâneas.

Dalton
Dalton
Reply to  Matheus Santiago
5 meses atrás

Matheus, acho que não se trata agora de criticar o programa e encontrar culpados e sim tentar extrair o máximo dos navios que poderão surpreender dentro de alguns anos.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  Augusto L
5 meses atrás

‘É porque o navio tem tecnologias novas não desenvolvidas o suficiente.’

Já li algo parecido antes.
Lembrei!
Foi do até hoje problemático F-35.

Dalton
Dalton
Reply to  Allan Lemos
5 meses atrás

Com os “F III” se chegará ao limite do que um “Arleigh Burke” pode oferecer,
enquanto navios maiores como o “Zumwalt” poderão incorporar novas tecnologias/armas e mesmo servir de base para um real substituto dos cruzadores classe “Ticonderoga”.

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Dalton, tal como comentei acima, o sucessor dos “Tico” tem neste momento 2 hipóteses: Ou uma derivação do “Zumwalt” ou um modelo baseado nos LPD “San Antonio”.
Seja como for, a US Navy já fez saber que não abdica de pelo menos um “Large Surface Combatant” para ser o centro de comando de um Carrier Strike Group. Precisam do volume de casco para os maiores radares possíveis, mais tripulação e maior carga de misseis
Já o sucessor do AB flight III, quem sabe se não será algo mais pequeno e talvez não tripulado?

Dalton
Dalton
Reply to  MestreD'Avis
5 meses atrás

O problema de adotar o “San Antonio” Mestre é que ele é lento demais e
mudar sua propulsão e também a forma do casco para se conseguir mais velocidade encareceria demais o projeto.

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Verdade Dalton, a velocidade é um problema para usar como escolta de super Carriers. Mas como navio de defesa BMD, tem muito potencial. Espaço para energia extra, hangar para várias aeronaves e todos os VLS que quiserem.

https://www.navyrecognition.com/index.php/news/naval-exhibitions/2017-archives/sea-air-space-2017-show-daily-news/5114-hii-s-lpd-based-future-surface-combatant-concept-could-replace-ticonderoga-class-cruisers.html

Dalton
Dalton
Reply to  MestreD'Avis
5 meses atrás

O “San Antonio” como você deve saber começou mal, mas, tornou-se um sucesso e serve de base agora para substituir os “LSDs” com os LPDs 28 e 29 em construção como navios de transição e o LPD 30 já encomendado com ainda mais modificações e que será o primeiro Flight II. . Sem dúvida seriam bons navios “BMD”, o problema é o orçamento inadequado diante de tantas necessidades então provavelmente se terá que optar por apenas um tipo de grande combatente. . Planejamentos constantemente mudam, “Zumwalts” e “LCSs” foram pensados para uma missão então, se a missão muda, muda-se a… Read more »

MestreD'Avis
MestreD'Avis
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Concordo com tudo.
Não estou a par de todos os planos da US Navy mas a verdade é que tem que se adaptar aos novos tempos e ter navios mais adaptáveis sem entrar em loucuras.

Quanto ao orçamento, mesmo diminuindo continua a ser um sonho de todas as outras marinhas.

Queria ver o que faria a Marinha Portuguesa com o valor gasto em um dos Zumwalts! Renovava toda a frota de fragatas e sobrava $$$ 🙂

Veiga 104
Veiga 104
5 meses atrás

Bom dia a todos. Saúde e paz. Gostaria de saber sobre o poderio bélico dele. Concordo com o comentário que diz que ele está a frente do seu tempo. Desde já agradeço.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Veiga 104
5 meses atrás

E furtivo ou seja invisível. Mas, nós já temos navios escolta furtivos, ou invisíveis. Estão desaparecendo dos atracadouros e os governos só pensam nos gastos para a próxima eleição. Ou Fundo eleitoral. Depois, no momento da necessidade vamos pagar a peso de ouro sucatas ultrapassadas.

Dalton
Dalton
Reply to  Veiga 104
5 meses atrás

Veiga…há um total de 80 silos verticais para mísseis e se apenas 8 silos forem utilizados para o míssil ESSM com 4 em cada silo, se terá 32 deles, mais os 72 silos restantes ocupados por um míssil só , que deverão ser o SM-6,SM-2, ASRoc anti submarino e o “Tomahawk” para alvos navais e terrestres o que totalizará 104 mísseis. nada mal quando se sabe que há dificuldades para preencher todos os 122 silos de um “Ticonderoga”. . Dois helicópteros “SeaHawk”podem ser embarcados ou uma combinação de helicópteros tripulados e não tripulados como o MQ8-C. . Os “Spruance” foram… Read more »

Johnatan
Johnatan
5 meses atrás

Deveriam usar foguetes Super Heavy da Spacex (quando ficarem prontos) pra lançar esses navios para o espaço, para força espacial kkk

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
5 meses atrás

Sempre que vejo as fotos penso num navio pequeno, mas o bicho é grande.

Charles Dickens
Charles Dickens
5 meses atrás

No Brasil, depois de um ano e três meses ainda esperamos o governo tornar-se totalmente operacional. Até agora tem sido furtivo e com um farol apontado para a popa.

César Souza
César Souza
Reply to  Charles Dickens
5 meses atrás

Vamos substituí-lo? Qual sua sugestão? É fácil ser pedra…

Tomcat4.0
Reply to  Charles Dickens
5 meses atrás

Poxa vida é difícil falar sobre o tema da postagem/matéria??? Tudo agora é falar do governo.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
Reply to  Charles Dickens
5 meses atrás

Primeiramente, um cidadão que não mostra o nome e se esconde em um pseudônimo nem merece resposta mas, não se preocupe o CD, o seu “Primeiro Ministro” Rodrigo Maia, vai apontar o caminho da “prosperidade”, no caso, a dele e seus asceclas!

Celsoskl
Celsoskl
Reply to  Marcelo Andrade
5 meses atrás

Vai construir uma cidade da música em Brasília em homenagem a seu pai

Pedro Freitas
Pedro Freitas
5 meses atrás

Moderno, eficiente e até poupa marinheiros.

Hawk
Hawk
5 meses atrás

Rússia testa míssil, os americanos também. China solta vírus e agora quer liderar o mundo, os americanos não diminuem a fabricação de insumos militares, países da Ásia fazendo manobras militares, Rússia na Itália, americanos apresentando nova armas. É impressão minha ou a “Cobra está com cigarro na boca”?

Fabio Fernandes
Fabio Fernandes
Reply to  Hawk
5 meses atrás

Será que ainda ouviremos “A cobra vai fumar” Algum dia ?!

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
5 meses atrás

O navio com a “bala de canhão” que custa o mesmo que um Tomahawnk.

Pedro Sousa
Pedro Sousa
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Pelo preço a “bala de canhão” foi abortada.
E o preço de cada navio está em torno de US$ 7,5 bi até o momento.

Flanker56
Flanker56
Reply to  Pedro Sousa
5 meses atrás

Mesmo assim, dá para encomendar um porta-aviões do porte do Cavour.

Dalton
Dalton
Reply to  Pedro Sousa
5 meses atrás

Só se for incluído o que foi gasto com pesquisa, desenvolvimento, etc, pois individualmente o preço dos 3 navios é estimado em pouco mais de 4 bilhões, ainda muito sem dúvida, que se espera será parcialmente amortizado com uma tripulação reduzida ao longo de décadas de operação e os ganhos em experiência para o desenvolvimento de um futuro grande combatente.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Ao longo do tempo, o valor que seria “amortizado” pela tripulação reduzida,vai custar o dobro quando esse navio começar a fazer PMG ou manutençáo.
Afinal, imagine fazer a manutenção e PMG de um navio que só tem mais 3 da mesma classe. Imagine encontrar peças de reposição pra um navio que não tem escala e que é único em vários sentidos.
Esse navio só vai ser mesmo útil quando as armas a laser foram viáveis, graças a sua geração de energia.

Dalton
Dalton
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Escrevi que será amortizado “parcialmente” não apenas pela tripulação reduzida, mas, que poderá se poupar dinheiro com o que está sendo aprendido se utilizado em uma nova classe. . E há outros casos de navios únicos ou classes de navios com poucas unidades como o “Long Beach” ou os 3 “Seawolf” então eles sobreviverão e serão úteis muito antes do que você imagina já que a cada dia que passa aproxima-se o dia que partirá para sua primeira missão em direção aos confins do Pacífico. . O navio não é perfeito, custou caro, mas, não adianta “chorar pelo leite derramado”… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Willber Rodrigues
5 meses atrás

Isso foi abandonado já e tal canhão mesmo com munição barata seria de pouco uso hoje, então, apesar do dinheiro gasto e da decepção, o jeito é
criar uma nova função para os navios, eventualmente implantar novas armas
já que o navio consegue gerar muita energia e aproveitar a experiência ganha
e incorporar no futuro grande combatente de superfície.

Roosevelt
Roosevelt
5 meses atrás

Tudo bem que seja futurista, mas o design não permite ver o que acontece na popa da embarcação? Será que tudo é na base de câmaras e monitores? Quem tiver na sala de comando deve ficar meio tonto sem saber se mísseis de ré saíram mesmo dos casulos não? os AB para mim ainda são mais bonitos claro que os Flight I.

jagderband#44
jagderband#44
5 meses atrás

Tem capacidade ASW?

2Hard4U
2Hard4U
Reply to  jagderband#44
5 meses atrás

Não foi idealizado para ASW.

Dalton
Dalton
Reply to  jagderband#44
5 meses atrás

Os ” Zumwalt” possuem sonar de casco e sonar rebocado poderá ser integrado, serão armados com mísseis “ASRoc” e poderão embarcar dois helicópteros MH-60R ou uma mistura de helicópteros tripulados e não tripulados como o MQ-8C então sim, terão capacidade ASW.

jagderband#44
jagderband#44
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Importante essa capacidade, uma vez que será, em caso de conflito, alvo principal. Obviamente sempre operará com algum AB por perto.

Dalton
Dalton
Reply to  jagderband#44
5 meses atrás

Do jeito que compreendo jagder, muitas pessoas erram ao imaginar situações onde um navio em caso de guerra estará operando sozinho e um super míssil inimigo de uma hora para outra invalidará plataformas de bilhões de dólares que também são muito úteis em tempos de paz, contra ameaças assimétricas e a simples presença física pode servir de dissuasão evitando uma escalada do conflito. . Os “bons” tempos do “corsário” acabaram, há satélites no espaço, aeronaves capazes de detectar possíveis alvos a longas distâncias e hoje navios e aeronaves ao menos da US Navy “conversam”, trocam informações e principalmente se complementam… Read more »

jagderband#44
jagderband#44
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Excelente Dalton.
Falou em corsário, lembrei automaticamente do Graf Spee.
Saudações.

Carvalho2008
Carvalho2008
5 meses atrás

O Zumwalt é para a US Navy o que o F-22 e F-35 são para a USAF O melhor do melhor, mas como resultado, tão caro que nem eles conseguiram implementar a quantidade necessitada Ele representaria o retorno do conceito de marreta braço forte para o século 21, daquilo que foram os encouraçados Da WWII. seria Marretar e marretar a costa inimiga com seus canhões por milhares de disparos de seus canhões de 155 mm com mais de 120 km de alcance…e para alvos especiais, ainda tem as centenas de mísseis a bordo, Noves fora, não conseguiram solucionar os canhões… Read more »

jagderband#44
jagderband#44
Reply to  Carvalho2008
5 meses atrás

Sim Carvalho.
O 155 “special” não conseguiu ser efetivado, no entanto, pela silhueta da belonave, diria que tem uma certa vantagem no que diz respeito a “sumir” do radar.

Carvalho2008
Carvalho2008
Reply to  jagderband#44
5 meses atrás

Sim um navio stealth. Mais do que ser invisível numa guerra oceânica, ele precisa ser invisível na guerra litorânea. Como o papel desenhado para ele era a guerra de litoral, ele precisa chegar ameaçadoramente perto. Mas lógico, não podemos nos iludir com o termo “perto” para as condições da guerra do século 21 que em nada tem a ver com o século 20. Ele se aproxima entre 100 a 120 km de distancia da costa e ai marretaria milhares de vezes com seu “obus” de 155 mm saturando qualquer defesa. Isto não sem antes ja ter usado seus mísseis de… Read more »

Esteves
Esteves
Reply to  Carvalho2008
5 meses atrás

Primeira Trombeta.

E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, houve saraiva e fogo misturado com sangue, é jogado para
a Terra queimando um terço das árvores do planeta, e toda a erva verde foi queimada.

Um navio como esse por si já é formidável.

Chegando para uma batalha ou em 1 teatro de operações…trombetas tocarão.

Filme O Poço.

O de cima sobe, o debaixo desce. Ou nem sempre.

Wellington Góes
Wellington Góes
5 meses atrás

O F-35 dos mares…. Rsrsrsrs

Luiz Floriano Alves
Reply to  Wellington Góes
5 meses atrás

Essa furtividade vai se estender aos outros tipos de embarcações. Em breve teremos uma corveta “stealth”, “mada in Brazil”. E acionada por turbinas. Aos que acham que turbina é cara de operar lembro que as máquinas e o casco produzem vibrações que são captadas pelos modernos torpedos. Barco a Diese, com suas vibrações características é sinônimo de alvo fácil, com assinatura sonar muito forte.

carvalho2008
carvalho2008
Reply to  Luiz Floriano Alves
5 meses atrás

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Antonio Palhares
Antonio Palhares
5 meses atrás

Um bonito e futurista desenho.

Marcelo
Marcelo
5 meses atrás

Totalmente operacional é exagero, visto que os 2 canhões não possuem munição…

Guilardo Pedrosa.
Guilardo Pedrosa.
Reply to  Marcelo
5 meses atrás

O Belo Antônio. Bonito mas impotente

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo
5 meses atrás

Os canhões não farão falta nenhuma, foi uma pena o que se gastou com eles, era uma outra época outro contexto, mas, não teriam sido úteis na invasão do Iraque muito menos na invasão do Afeganistão, etc. . Futuramente quem sabe poderá se encontrar uma munição alternativa ou substituir os canhões por um “rail gun”, seja como for, o que os navios necessitam agora é ter todos os sistemas de combate operacionais o que aparentemente está prestes à acontecer com o primeiro da classe e com o segundo nos próximos meses e dota-los de alguns mísseis entre eles o “Tomahawk… Read more »

Hermes
Hermes
Reply to  Dalton
5 meses atrás

Sabe se ele pode disparar munições convencionais ou ser adaptado para isso? Em alguns cenários talvez se encontre utilização para eles mesmo com granadas burras.