O protetor externo das Américas começou a se retirar. As repúblicas americanas tiveram que fornecer sua própria defesa, ou ficar indefesas

Por James Holmes*

Aqui está o que você precisa saber: a Marinha do Brasil anseia por navios normalmente destinados à guerra naval convencional, mas anseia por razões excêntricas. Em certo sentido, a Marinha se assemelha à U.S. Navy após a Primeira Guerra Mundial, que foi quando a Alemanha imperial foi vencida, mas nenhum competidor ainda havia tomado seu lugar como ponto focal da estratégia naval dos EUA.

“Não temos conceito de guerra”, confidencia um professor de estratégia da Escola de Guerra Naval, ou Escola de Guerra Naval do Brasil, no Rio de Janeiro – minha casa longe de casa durante parte de 2018 e um lugar incrível, como o grande Anthony Bourdain poderia dizer. Como assim? Marinhas são forças de combate. Elas existem para duelar com marinhas rivais. Uma marinha que não enfrenta perspectiva de guerra é uma força sem propósito ou direção. Está sem leme.

Certo?

Bem, não exatamente. A Marinha do Brasil, ou Brazilian Navy, tem mais trabalho a fazer do que pode. Está longe de ser sem propósito. Mas seu trabalho não é de combate em sua maior parte. Isso porque o Brasil tem a sorte de habitar o que os membros do Pentágono chamam de um ambiente estratégico “permissivo” e não ameaçador. O Atlântico Sul está livre de inimizades de grandes potências. Uma amistosa marinha de superpotência, a Marinha dos Estados Unidos, fornece uma barreira caso as coisas dêem errado de repente.

Por enquanto, de qualquer forma. O cenário estratégico que existe hoje rege as perspectivas do serviço. A liderança naval deve cultivar o que o especialista em geopolítica Robert Kaplan chama de “previsão ansiosa” sobre o futuro – e se preparar de acordo.

Em vez de se preparar para lutar contra marinhas rivais, a Marinha do Brasil há muito se dedica ao serviço policial. Na verdade, é uma guarda costeira superpoderosa, um serviço de combate cujas principais ocupações consistem em fazer cumprir a lei doméstica, proteger os recursos naturais offshore de caçadores ilegais e ajudar os africanos a reprimir a pirataria.

Concentrar-se no dever policial faz todo o sentido do ponto de vista de Brasília. Se a batalha contra inimigos em alto-mar parece inverossímil – se uma marinha não tem conceito de guerra, mas não precisa de nenhum – poucos governos desperdiçariam recursos financeiros, materiais e humanos finitos se preparando para ela. Resultado: a Marinha do Brasil habita um universo estratégico e mental diferente do da Marinha dos Estados Unidos e de qualquer serviço marítimo que se prepara primeiro para a guerra e executa missões policiais de forma a não interferir nos preparativos de guerra.

Navio Patrulha Macaé – P70

Países, instituições e indivíduos muitas vezes habitam mundos mentais diferentes. O analista Robert Kagan certa vez escreveu um tratado opinando que os europeus vinham de Vênus enquanto os americanos eram de Marte. Os Estados Unidos, observou Kagan, lideraram a defesa da Europa durante a Guerra Fria. Os europeus passaram a acreditar que segurança era algo fornecido por terceiros. Eles até insistiram que um mundo governado por leis e instituições internacionais havia chegado. Para eles, a história marcial havia acabado. Se a força não tinha mais uso, fazia sentido se desarmar. E assim fizeram, mais ou menos – deixando-se ainda mais dependentes da proteção de uma superpotência.

Por mais agradável que o ambiente estratégico pareça, os habitantes do Atlântico Sul deveriam se recusar a sucumbir a tais ilusões. A história ainda pode pedir ao Brasil que faça sua parte na defesa do Atlântico Sul ou do hemisfério. Deve estar pronto em termos intelectuais e materiais.

A perspectiva de um conflito armado é fácil de ignorar em um ambiente tranquilo. Como policiais marítimos, os marinheiros brasileiros rastreiam flagelos não estatais em vez de enfrentar armadas hostis. Os ladrões furtivos que infestam os pesqueiros nacionais constituem um fator particularmente irritante. Na verdade, a última “guerra” náutica do Brasil foi a “Guerra da Lagosta” contra a França no início dos anos 1960.

A polêmica começou depois que pescadores franceses começaram a recolher lagostas espinhosas que deslizavam ao longo da plataforma continental brasileira a cerca de cem milhas náuticas da costa. Brasília montou uma demonstração de força naval ao largo de suas costas, e Paris concordou em restringir a pesca nesta reserva offshore. No entanto, as memórias da Guerra da Lagosta perduram – e colorem a estratégia marítima brasileira desde a meio século. Elas afirmam o foco policial da marinha.

Os comandantes brasileiros também se preocupam com a proteção dos recursos naturais do fundo do mar. Como a maioria dos estados costeiros, o Brasil agora reivindica uma zona econômica exclusiva (ZEE) atingindo 200 milhas náuticas fora de sua costa. Brasília acrescentou recentemente uma fatia norte da plataforma continental, que se estende ainda mais para o mar, ao que o oficialato chama de Amazônia Azul, ou “Blue Amazon” – a extensão marítima da bacia do rio Amazonas.

A liderança agora quer expandir sua ZEE ao sul, incorporando ainda mais território marinho à Amazônia Azul. Isso adiciona muito espaço marítimo para a Marinha do Brasil patrulhar. Mas os desafios de origem hídrica não são todos offshore. Na verdade, a marinha brasileira parece muito rara entre as marinhas. Não é apenas uma força costeira ou oceânica, mas uma força ribeirinha com vias navegáveis ​​interiores distendidas e margens adjacentes para supervisionar. Esta não é uma tarefa pequena.

Os rios geralmente são uma bênção. Alfred Thayer Mahan elogiou o rio Mississippi e seus afluentes por colocar o interior da América do Norte em contato com o comércio oceânico. A geografia marítima facilitou o embarque de mercadorias de exportação do interior continental para compradores estrangeiros. Mas o lamacento Mississippi é amplo e, em geral, amigável à navegação. O rio Amazonas não é o Mississippi. Em alguns lugares, os ziguezagues são tão tortuosos que o rio é quase impossível de navegar, mesmo para navegadores experientes.

Pior ainda, os marinheiros brasileiros relatam que o curso de água do Amazonas tem o hábito perverso de mudar de ano para ano. O terreno em mutação destrói o tráfego interno. Mas como o transporte terrestre entre o litoral brasileiro e o interior continua ainda mais tênue, a Marinha atua como o braço humanitário do governo no sertão. Os navios de guerra costumam prestar assistência médica, por exemplo. As embarcações da Marinha dos EUA raramente fornecem esses serviços em casa, exceto após desastres naturais – após um furacão Katrina ou Maria. Para a Marinha do Brasil é uma questão de rotina.

Nem os desafios param com a ZEE, plataforma continental e águas internas. Apesar de seu mandato caseiro, os marinheiros brasileiros olham além de sua fronteira marítima próxima no exterior. Mas eles desafiam as expectativas, mesmo quando o fazem. Olhe para o mapa. As rotas marítimas que transitam pela região fluem principalmente de norte a sul. Navios mercantes e navios de guerra navegam de um lado para o outro entre os portos marítimos do Atlântico e os oceanos Pacífico ou Índico, contornando o Cabo Horn ou o Cabo da Boa Esperança ao longo do caminho.

Em contraste, o mapa mental brasileiro do Atlântico Sul tem uma orientação leste-oeste. Eles olham principalmente para o leste em direção à África, onde piratas atacam navios no Golfo da Guiné. O eixo horizontal para a estratégia brasileira é perpendicular aos padrões de transporte vertical.

É duvidoso que o contágio do banditismo marítimo se espalhe para o oeste através do Oceano Atlântico para afligir a América do Sul. Então, por que – quando a Marinha tem muito o que fazer em casa – Brasília se empenharia em atacar a pirataria em sua fonte e longe do litoral brasileiro? Múltiplos motivos movem o Brasil, como todas as sociedades. Aceitar a custódia parcial da ordem marítima regional permite que a Marinha do Brasil se retrate como uma força do Atlântico Sul para o bem, evitando que corsários distorçam as rotas marítimas regionais – e talvez aumentando as taxas de seguro a ponto de as empresas de navegação redirecionarem o tráfego comercial ao redor da área.

O negócio das pessoas que navegam no mar são negócios. Suprimir a ilegalidade que coloca em risco as trocas, o comércio e a extração de recursos representa uma lógica estratégica sólida e ajuda Brasília a polir sua imagem como um administrador responsável pela segurança do Atlântico Sul. Como não gostar?

A oficialidade naval fez algumas escolhas peculiares de projeto de frota enquanto se esforça para cumprir seu mandato de impor a soberania, prestar serviços sociais e reprimir a pirataria. Para citar um, a Marinha e seus mestres políticos consideram os porta-aviões uma pedra angular da estratégia marítima. Brasília recentemente descomissionou seu navio-aeródromo construído na França, o São Paulo, apenas para negociar com os líderes britânicos para substituí-lo pelo porta-helicópteros anfíbio aposentado HMS Ocean.

Os comandantes navais brasileiros consideram os navios-aeródromo não como navios capitais ou plataformas para invadir praias hostis, mas como campos de aviação itinerantes para o policiamento da Amazônia Azul. Eles não são unidades de alto valor em grupos expedicionários ou anfíbios. Eles vagam pelo mar sem a comitiva familiar de cruzadores, contratorpedeiros e submarinos para repelir um ataque aéreo, de superfície ou subterrâneo. Corvetas e pequenos combatentes afins constituem a maior parte da frota de superfície.

Em suma, os grupos de superfície do Atlântico Sul são criaturas diferentes daqueles do Pacífico Ocidental ou do Mar Mediterrâneo. É chocante para aqueles de nós que representam marinhas com espírito de batalha ver as fotos de um navio-aeródromo brasileiro com poucos ou nenhum navio-escolta ao lado para ficar de guarda. É uma frota implorando para ser golpeada!

PHM Atlântico
NAM Atlântico – A140

Exceto que não é. Agradecidamente.

Não me interpretem mal: navios-aeródromo de escala humilde fazem sentido para o trabalho policial. Na verdade, uma flotilha de cativantes “navios de controle marítimo” semelhantes aos previstos para a Marinha dos Estados Unidos na década de 1970 se ajustaria às necessidades de tempos de paz da Marinha do Brasil melhor do que os dois gigantescos proponentes navais de cinquenta mil toneladas supostamente cobiçados. Com toda a probabilidade, um grupo de helicópteros ou jatos V/STOL voando de vários porta-aviões leves dispersos no mar forneceria uma cobertura geográfica melhor do que uma ala maior operando em um único convés de voo. Afinal, mesmo o maior convés de voo só pode estar em um lugar de cada vez.

E se Brasília não vê necessidade de lutar pelo domínio do Atlântico Sul, então ela tem pouca necessidade de navios-aeródromos maiores do que os porta-aviões da Segunda Guerra Mundial. Por que investir pesadamente em navios capital quando os menores servem?

Outra idiossincrasia: a liderança naval quer uma flotilha de submarinos de ataque com propulsão nuclear (SSNs). Mais uma vez, porém, ela os quer por motivos estranhos à Marinha dos Estados Unidos. (A Marinha do Brasil terá sorte se conseguir mais do que um submarino de ataque em breve. O escândalo engolfou a presidência brasileira, estrangulou o PIB do país e forçou cortes drásticos no orçamento de defesa. Confira o Netflix para um relato fictício desse triste caso que os brasileiros estão assistindo.)

Concepção do submarino com propulsão nuclear Álvaro Alberto

Há vantagens em tal aquisição. A propulsão nuclear concede aos SSNs uma capacidade de navegação virtualmente ilimitada, permitindo que rondem seus campos de patrulha por meses a fio. Longos tempos na estação explicam o fascínio dos SSNs pelos navalistas brasileiros. No entanto, ainda não está claro exatamente o que eles esperam que um submarino de ataque nuclear faça depois de detectar pesca ilegal, perfuração ou mineração submarina. Se as embarcações de patrulha são policiais que carregam cassetetes, então os SSNs são soldados de infantaria que brandem machados de batalha destinados a partir crânios.

Destruir um barco de pesca com torpedos e mísseis antinavio, armamento típico de submarino, seria um exagero – e um exagero caro.

Resumindo, a Marinha do Brasil anseia por navios normalmente destinados à guerra naval convencional – mas anseia por razões excêntricas. Em certo sentido, a Marinha do Brasil se assemelha à Marinha dos EUA após a Primeira Guerra Mundial, que foi quando a Alemanha imperial foi vencida, mas nenhum competidor ainda havia tomado seu lugar como ponto focal da estratégia naval dos EUA. Em 1919, o capitão Harry Yarnell brincou que tentar projetar uma frota sem nenhum inimigo à vista é como forjar uma máquina-ferramenta sem saber se seus usuários pretendem fabricar grampos de cabelo ou locomotivas.

Em outras palavras, a deriva estratégica prevalece quando uma Força não tem adversário para dar direção ao projeto e às operações da força. Mas há um lado positivo no fascínio incomum dos brasileiros por navios-aeródromo e submarinos de última geração: se a Marinha precisar de um conceito de guerra, então algumas das plataformas necessárias para colocar um conceito bélico em prática já estarão no inventário. A marinha pode e deve fazer experiências com eles, aprimorando a doutrina de batalha e as habilidades, para que não cheguem tempos mais proibitivos.

E eles podem chegar. A paz perpétua não chegou ao Atlântico Sul mais do que chegou à Europa sob a proteção militar dos Estados Unidos. Na realidade, o Brasil está curtindo um feriado da história, cortesia da Marinha dos Estados Unidos – uma parceira silenciosa em sua defesa marítima.

E há justiça nisso: os Estados Unidos viajaram livremente na segurança marítima fornecida pela Marinha Real da Grã-Bretanha durante a maior parte do século XIX e se beneficiaram imensamente com a trégua da rivalidade entre as grandes potências. A república foi capaz de subjugar um continente, travar sua guerra civil e promover uma revolução industrial precisamente porque o domínio naval britânico afastou impérios predadores – poupando Washington de colocar em campo uma marinha ou exército caro para defender suas costas e interesses.

Escoltas da Marinha do Brasil em manobras táticas
Navios da Esquadra Brasileira em manobras táticas

Recursos que poderiam ter sido investidos em forças armadas de grande porte foram para o desenvolvimento econômico ou permaneceram em mãos privadas. A indústria floresceu.

Mas a lição dos Estados Unidos do século XIX para o Brasil do século XXI é esta: os feriados não duram para sempre. Use-os bem.

A supremacia marítima britânica ficou sob pressão no final do século XIX. O advento de novas potências industriais – Alemanha, Japão, Estados Unidos – prejudicou a vantagem material da Grã-Bretanha. E quando um desses competidores, a Alemanha imperial, decidiu construir uma grande frota de batalha para enfrentar as Ilhas Britânicas, a liderança em Londres se sentiu compelida a trazer navios de guerra do Extremo Oriente e do Hemisfério Ocidental.

O protetor externo das Américas começou a se retirar. As repúblicas americanas tiveram que prover sua própria defesa, ou ficar sem defesa.

The Great White Fleet – foi o apelido popular para o grupo de navios de guerra da Marinha dos Estados Unidos que completou uma viagem ao redor do globo de 16 de dezembro de 1907 a 22 de fevereiro de 1909 por ordem do presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt. Sua missão era fazer visitas de cortesia amistosas a vários países, enquanto exibia o novo poder naval dos EUA para o mundo. Os cascos desses navios foram pintados de branco, dando à armada seu apelido

Felizmente, a partir da década de 1880, os Estados Unidos lançaram as quilhas para sua primeira frota de navios blindados com grandes canhões e propulsão a vapor. A Marinha dos Estados Unidos assumiu o fardo da segurança marítima enquanto a Marinha Real deixava sua Estação Americana e voltava para casa para disputar sua corrida armamentista contra a Alemanha. No início do século XX, Washington acumulou um excedente de poder naval que lhe permitiu garantir a liberdade náutica no hemisfério ocidental.

Pode fazer tudo isso porque Londres lhe dera um feriado da história.

Mas o excedente de poder marítimo dos EUA pode ser perecível, como todas as coisas. A ascensão da China, os problemas russos e os diversos desafios da Eurásia agora atraem a atenção, a energia política e os recursos marciais dos EUA para águas e costas distantes. Enquanto o poder naval alemão puxou a Marinha Real para casa, as grandes potências, que fazem confusão, desviam o poder naval dos EUA de casa. As aventuras eurasianas podem expor as Américas a novos perigos na ausência de seu protetor naval.

Portanto, Brasil, por todos os meios, experimente com porta-aviões e submarinos de propulsão nuclear. Você pode precisar deles – junto com um conceito de como usá-los em combate. A defesa hemisférica poderá usar um guardião conjunto em todas as circunstâncias, não apenas nas convenientes.

Desfrute de Vênus – mas passe algum tempo em Marte.


James Holmes detém a Cátedra J. C. Wylie de Estratégia Marítima no Naval War College dos EUA e serviu no corpo docente da Escola de Relações Públicas e Internacionais da Universidade da Geórgia. Ex-oficial de guerra de superfície da Marinha dos Estados Unidos, ele foi o último oficial de artilharia da história a disparar para valer com os grandes canhões de um encouraçado, durante a primeira Guerra do Golfo em 1991. Ele ganhou o prêmio Naval War College Foundation em 1994, por ter sido o melhor graduado em sua classe. Seus livros incluem Red Star over the Pacific, premiado como Atlantic Monthly Best Book of 2010 e incluído na lista de leitura profissional da U.S Navy. O general James Mattis considera o livro “perturbador”.

FONTE: The National Interest / TRADUÇÃO: Poder Naval

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FERNANDO

Verdade, temos que investir mais.

João

A Marinha também precisa ajudar a Marinha. Cortar custos, acabar com regalias, reduzir o pessoal em pelo menos 20%, concentrar recursos e esforços na atividade fim. É muita gente fardada fazendo serviço que não tem ligação com a sua natureza.

Sempre observo que possuímos um dos maiores orçamentos militares do mundo! Mas para onde vai tanto dinheiro? Pessoal, benefícios exagerados de pensionistas, regalias, etc.

Last edited 2 anos atrás by João
Allan Lemos

Espere sentado a MB cortar custos, acabar com regalias e reduzir o pessoal.

Camargoer

Ola Allan. Talvez ainda demore uns 5 ou 10 anos, mas as forças armadas brasileiras terão que ser reformuladas sob a pressão de três forças, 1. Avanço tecnológico e consequente elevação dos custos operacionais. 2 Redução dos gastos militares em função da necessidade de investimentos em educação e saúde devido as consequências da pandemia. 3. Pressão política e pressão da sociedade em torno da contenção das ações dos militares após os erros cometidos nos últimos anos È cada vez maior a compreensão da necessidade de impor novos (e mais rigorosos) limites aos militares.

Camargoer

Caro Zeus. A pressão irá ocorrer de fora para dentro. Seja em 2022 ou depois, haverá uma alternância de poder e ao contrário do que aconteceu ao final do governo Figueiredo, desta vez haverá uma enorme pressão sobre a atuação política dos militares nos últimos anos. Creio que serão mantidos os programas militares (ProSub, FCT, F39 e Guarani), mas é provável que ocorra uma significativa redução do efetivo e uma ampla desmilitarização das polícias estaduais. Será muito difícil que os próximos governos civis e estaduais mantenham a atual estrutura militar depois do enorme desgaste provocado

Jadson Cabral

Já eu prefiro acreditar que mesmo com todos esses pontos se tornando realidade a MB continuará praticamente do mesmo jeito, exceto pela quantidade de qualidade de seus meios materiais. Eu acho mais provável que em tempos de vacas magras vão preferir as benesses em detrimento do material. Isso aqui tende a ficar ridículo, virar um circo. Tomara que eu esteja errado, mas não vejo nenhuma perspectiva de melhora no curto nem no médio prazo.

Rinaldo Nery

Ah, patrão! Matéria da Isto É? Tem da Carta Capital também? Do UOL? Da Foice de SP?

Alison

Se informa MELHOR ANTES DE FALAR BESTEIRA COMO SEMPRE…A matéria não é da Isto é, foi da Revista Fórum, mas só tem verdades.

Agressor's

Já fomos uma grande nação soberana. O segredo é a soberania e toda potência latente incomoda as nações hegemônicas. Basta ver o incômodo da França e Inglaterra com Alemanha antes de sua unificação no século 19. Nações como o Brasil possuem todos os recursos e as condições pra alcançar o nível de potências emergentes como a China ou Índia hoje. Muitos brazileirus não sabem mas o nosso país é o mas rico do mundo em tudo…Metais/pedras preciosos, terras agricultáveis, petróleo, água doce, minérios estratégicos e etc… Temos todos os recursos e as condições pra nos tornarmos um player mundial, só… Read more »

Paulo

A Geologia desmente a sua afirmação de que o ‘Brasil é o mais rico em netais ou minerais estratégicos’.

Servidor

Falta a maior riqueza. RH qualificado, gestores públicos comprometidos com o desenvolvimento e empresariado sério, sem malandragens.

ASM

Novos e maiores limites? Fala sério, poderia ser mais claro? Se tem uma turminha cheia de benesses nesse país, são os togados e a classe eleita. Verdade que deve haver uma necessidade em priorizar melhor os investimentos e custeios nas FAAs, mas acusar de erros cometidos nos últimos anos, sem qualifica-los? Sinceramente. Tem coisa muito pior e resultando em muitos prejuízos a este país e a esta nação. E que não se comenta. Aliás, atualmente, devido a estas classes, parece muito perigoso, fazer certos comentários.

Paulo

Então tudo vai continuar a mesma bosta que tá e paremos de chorar por mais investimentos.

Last edited 2 anos atrás by Paulo
Salim

Gastamos usd 25 bi em média últimos 10 anos, entre os dez maiores gastos do mundo. FAB 75 mil homens, Israel tem 25 mil força aerea, MB 78 mil, Inglaterra 36 mil, Austrália 15 mil homens. A quantidade e qualidade dos meios operados por estas nações são tão superiores aos nossos que não da pra comparar. EB so tem equipamento de segunda e antigo ( nossos ativos são comprados usados/ultrapasados na maioria casos) . É muita incompetência ou simples desvio recursos. Não falta dinheiro, falta vergonha na cara e competência em gerir FAAS.

Mk48

Amigo,.
..
Não se junte aos lacradores do blog.
.
Israel tem uma area equivalente a do estado do RJ.
.
Somos um país continental.
.
Doutrinas diferentes, especifidades inerentes a cada situação.
.
O Grande Rio, tem uma populacao maior que Israel inteiro.
.
Não fale besteira.

Salim

MK, força aérea tem NR homens relacionado diretamenteao nr aeronaves , horas voadas e complexidade manutenção material/operação, Israel tem qtdade/qualidade/complexidade/horas voadas em combate e treinamento varias vezes superiores a FAB e tem 25 mil homens. Marinha e basicamente o mesmo, porem tamanho da area tem influencia. Ingleses tem presença mundial e meios superiores com 36 mil homens, Austrália também com 15 mil homens. Portanto sua premissa só e valida para exercito, o que náo fiz nenhuma comparação. Entendeu minha linha de raciocínio e consequente sugestão de contingente para ter dinheiro para aparelhar estas armas, que ai sim náo fazem jus… Read more »

Pampapoker

Israel com uma área equivalente a do rio, em compensação tem F15, F16 e F35 tudo socado em um estado minúsculo… Pelo seu raciocínio, sendo este o Brasil teria que ter uns trezentos modelos de caça . Sendo que a nossa realidade e F5, DIVIDIDO em Manaus rio de janeiro, Canoas e Anápolis.sendo em torno de 45 unidades..acho que só a quantidade de F15 de Israel já suplanda a de F5.isso que e menor que o rio….e estamos bem mesmo.

Paulo

O comandante da MB bem que poderia acompanhar o blog Poder Naval. Vai que pega algumas dicas do povão. Rsrsrs

Camargoer

Olá Paulo. Seria ótimo se ele participasse. Talvez ele pudesse explicar algumas coisas que nenhum de nós consegue ver. Durante a gestão do ex-ministro do Itamaraty, se ele tivesse participado da trilogia ele teria aprendido que nazismo é de direita e não teria passado vergonha.

Allan Lemos

Falar que essa ideologia é de direita é desonestidade intelectual. Nem é de direita e nem de esquerda, mas uma abominação de terceira via.

Camargoer

Olá Allan. A terceira via foi um conceito da terceira via surge na década de 80 para tentar compatibilizar as práticas liberais preconizadas no Consenso de Washington com iniciativas sociais. Creio que é um erro avaliar os movimentos fascistas que deram origem ao nazismo como uma terceira via. Durante a Grande Guerra, as condições sociais na Rùssia se tornaram tão ruins que deu condições para a eclosão da primeira revolução comunista. É interessante lembrar que havia uma expectativa de que a revolução comunista ocorresse em países industrializados nos quais a classe proletária estaria melhor organizada e consciente da guerra de… Read more »

Allan Lemos

Camargoer, Hitler tinha ojeriza ao liberalismo de Churchil e do capitalismo americano e era a favor de um estado forte e controlador. Mussolini foi membro do Partido Socialista italiano e atuava a favor da classe trabalhadora, ele só foi expulso porque discordou com a direção do partido a respeito da participação da Itália na WWI. Se analisarmos as características do nazismo/fascismo, podemos ver facilmente que ele agrega tanto tanto posições tradicionalmente defendidas pela esquerda, principalmente no aspecto econômico, quanto posições tradicionalmente defendida pela direita. Por isso o mais correto é considerá-lo como uma terceira via, pois não se encaixa completamente… Read more »

Last edited 2 anos atrás by Allan Lemos
Camargoer

Caro Allan. O fascismo é um processo, cuja base ideológica é precária, contraditória e autoritária. De modo geral, o fascismo tem uma doutrina militarista, o quê consequentemente demanda um Estado forte e centralizado em torno do partido único. Neste contexto político, o fascismo é diametralmente oposto á democracia liberal e pluripartidária. Como todo regime autoritário e antidemocrático, o fascismo não permite a existência de oposição. Contudo, enquanto o socialismo/comunismo (ou seja, a base ideológica da esquerda) tem como base a igualdade entre todos as pessoas, inclusive por meio do internacionalismo, o fascismo é baseado na distinção entre as pessoas. O… Read more »

Esteves

A Lista de Schindler.

Não foram panelas. Foram as indústrias alemãs financiando o estado nazista. Ok, a corrupção também financia o estado comunista, hoje. Dizem que Putin permite sempre as mesmas empresas, não mais que 10,

Vai saber.

Agressor's

Então aqueles governos de Cuba ou Nicarágua devem ser regimes neofascistas mesmo, tá explicado. Pois todas essas características que vc citou pra explicar o fascismo é o que se observa na prática nesses governos “socialistas” de esquerda…

Camargoer

Caro Agressor. Todo regime fascista é autoritário e antidemocrático, mas nem todo regime autoritário e antidemocrático é fascista. Este tipo de confusão as vezes acontece.

Renato B.

Assim como a esquerda precisa assumir que Stalin foi um genocida e o holomodor existiu a direita séria tem a hombridade de assumir as cagadas do nazismo e até mesmo assume que as políticas de Churchill levaram a fome na India em 1943, entre outras. Lamento Allan, a sua análise é torta por resumir a ciência política ao eixo esquerda x direita. Já nos anos 50 Hans Eysenck incluiu outro eixo na vertical distribuindo as vertentes entre liberais (para baixo) e autoritárias (para cima). Assim é possível entender que o hitler é direita autoritária e Stalin esquerda autoritária, enquanto Churchill… Read more »

Last edited 2 anos atrás by Renato B.
Henrique

Existe “terceira via” e “terceira posição” duas coisas diferentes. O Fascismo não é exatamente de terceira posição mas havia algumas linhas que mais tarde foram assim chamadas, como a de Gregor Strasser. Essa conversa de “nazismo de esquerda” é puro analfabetismo e má fé. A direita nasce na revolução francesa defendendo a aristocracia e a igreja, dessa forma ficou marcado a defesa das hierarquias sociais e tradicionalismo, e o fascismo tinha tudo isso, era sim de direita, mas inovava comparado aos movimentos tradicionais em criar movimentos de massa e uma postura mais interventora na economia. É uma completa falcatrua desses… Read more »

Camargoer

Olá Henrique. A terceira via é um conceito que surgiu nos países democráticos a partir da década de 80 e se popularizou na década de 90. Temo que chamar o fascismo ou o neofascismo como uma “terceira opção” parece mais uma retórica esconder a natureza de extrema-direita destes movimentos. O caráter populista do fascismo seria uma resposta ás demandas sociais (que foram potencializadas pela depressão da década de 30) do que de algum viés em torno da redução da desigualdade social. A opção ao liberalismo capitalista que levou o mundo á depressão de 30 seria o socialismo soviético. O fascismo… Read more »

Renato B.

Eu concordo 100%. O problema são as análises simplistas demais. Nessa lógica outro “comunista” seria FDR com seu liberalismo de New Deal baseado na regulação dos negócios (como se existisse livre mercado sem império da lei), entre outros.

Rinaldo Nery

Assim como o CMTAER acompanha (e postava) no Poder Aéreo, talvez o Alte Garnier leia essas matérias, sim. É 01 de turma, de burro não tem nada. Burros somos nós. Tente ser 01 na Escola Naval!

Camargoer.

Olá Cel.Nery. O caminho meritocrático para chegar a comandante da MB é longo e difícil, assim como em outras carreiras. É igualmente difícil chegar ao topo do ministério público, aí topo da carreira diplomatica, ao topo da carreira acadêmica. Poucos conseguem. Como escrevi, seria ótimo se os comandantes militares continuassem colaborando com a trilogia. Acho que eu aprenderia muito. Sobre o ex-chanceler, ele foi demitido por mérito próprio

Mk48

Aproveitando o gancho do Rinaldo , convido você e a todos os outros especialistas navais do blog , a expor para o Almte. Garnier , suas soluções para redução de contingente, posicionamento e composição da frota da MB.
.
Não esqueçam dos robalos, lagostas, champagne, o famoso leite condensado, pensões e principalmente os palavrões e a falta de respeito com o Almirantado, que , segundo vocês , não sabe como gerir a MB.
.
Certamente ele vai rir muito.

Last edited 2 anos atrás by Mk48
Camargoer.

Olá Mk48. Acreditava que minhas ideias eram conhecidas, mas posso repeti-las. É impossível ampliar os gastos militares para além dos atuais níveis, portanto sera preciso revisar a estratégia de defesa ampliando os gastos com tecnologia e reduzindo os gastos com pessoal. É preciso integrar e elevar o grau de coordenação das forças por meio da liderança do MinDef. É preciso reduzir os gastos do EB, que consomem a maior parte dos recursos, ampliando os gastos com a MB e com a FAB. A aquisição de equipamentos tem que priorizar os nacionais e nacionalizados. É preciso integrar os serviços de saúde,… Read more »

Mk48

Suas ideias são conhecidas por demasia, mas não signifcam que sejam factiveis.
.
Voce é um otimo analista naval, enquanto professor de química.

Camargoer

Olá Mk48. A primeira etapa é sempre o debate de ideias. Somente depois disso será possível elaborar um plano executivo. O debate serve como pano de fundo para elaborar, desenvolver e lapidar as ideais. O debate serve também para avaliar a exequibilidade das ideias. E obrigado pelo elogio. Uma boa aula de química é mais difícil que comer duas dúzias de ovos cozidos sem poder beber agua.

Flanker

Em primeiro lugar, a MB não é do almorantado. É de todos os brasileiros. Contingente? Reduz o número de vagas nos concursos, aumenta as vagas de temporários, etc… Posicionamento e composição da frota? A ridícula quantidade de navios da Esquadra não permite sequer pensar em distribuir esses meios. Uma esquadra que num passado próximo tinha 18 escoltas, e conta hoje com 8, em vias de ter menos ainda, não permite grandes estudos ou propostas. A questão do robalo foi uma vergonha,,contada como algo bacana e pitoresco por um ex-integrante da MB…….explica muito a ideia do que a MB significa para… Read more »

Flanker

Almirantado*

Mk48

Perfeito.
.
Como disse em outro post, o problema é que pegaram a MB para Geni.
.
Que aplique e se façam as cobranças a TODAS as instituicoes mantidas com dinheiro publico.
.
Como voce deve bem saber , ninguem na MB, nem mesmo o Chefe da Força pode demitir. Cabe aos congressistas modificar a Lei que rege esse assunto.
.
Excessos cometidos pelos administradores navais ? Sim.
.
Mas, repito, por que só apontar o dedo para a MB?
.

Alison

Ate que enfim vc falou algo que preste…

Renato de Almeida

MK,
Dizia um Cel chefe de meu setor:
Traga-me soluções, problemas já os tenho de sobra.
MK,
Casa que falta pão, todo mundo discute e ninguém tem razão.
Não vou repetir detalhadamente o que eu já falei algumas vezes anteriormente.
Falta BOA VONTADE de TODOS os envolvidos para se resolver a questão.
TODOS, tem sua parcela de culpa uns mais, outros menos.

Salim

Infelizmente a canalha corrompe e dificulta trabalho homens de bem tanto no meio civil, quanto meio militar. A maioria das forças tem homens de bem e honesto. Porém a canalha e unida e bem articulada. Teoria e uma coisa a pratica e diferente, vamos ver o que ele vai entregar em beneficio defesa patria.

ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA

O mundo não se limita aos muros dos quartéis. Por incrível que possa parecer há vida inteligente fora do meio militar. O mérito existe e segue sendo regra em várias carreiras civis também. Como dizem por aí: vale a força do argumento e não um (suposto e inexistente) argumento de força. Acho engraçado os militares pedirem por maior atenção e carinho com os assuntos de defesa e, ao mesmo tempo, não terem paciência para discutir esses assuntos em qualquer que seja o foro. Simpatia a gente ganha com argumentos e boa vontade para o debate e não menosprezando ou jactando… Read more »

Eric

Ainda bem que certas opiniões “catedráticas”, se não risíveis, pouco importam para quem justamente tem o conhecimento da matéria…

Rinaldo Nery

Quais são essas regalias?

Allan Lemos

“Além das mais de 700 toneladas de carne para churrasco e 80 mil cervejas bancadas com dinheiro público, documentos obtidos pelo Congresso em Foco mostram que as Forças Armadas também compraram mais de nove mil quilos de filé de bacalhau, 139 mil quilos de lombo do mesmo peixe, além de dez garrafas de uísques 12 anos para o Comando do Exército e de 660 de conhaque para o Comando da Marinha.” “A compra está descrita em uma representação protocolada por parlamentares do PSB na Procuradoria Geral da República no início do mês. Além das cervejas especiais, o documento mostra que 714,7… Read more »

Alison

Para de es.tu.pr.ar esse im.be.cil homi…

Salim

Vejo somente resultado mediocre, pelo gasto em defesa e a situacao atual de nossas forças. Pessoal se apega nestes desvios, porém se o resultado fosse bom seria até merecido. O caminho e fácil, porém muito difícil de ser implementado. Força enxuta em nr combatentes, reserva de combatentes treinados ( ex: fuzileiros tropa reduzida de 25 mil para 12 mil com baixa em 5 anos, na prática teríamos os mesmos 25 mil ) pessoal civil nas capitanias e Polícia portuária, navegação interior tratada mesmo molde Polícia rodoviária Federal. Meios superfície capazes de garantir soberania fronteiras e levar guerra naval para longe… Read more »

Rinaldo Nery

Concordo. Post sensato sem ser agressivo à MB e à sua gestão. Até concordo que não seja das melhores, mas, daí dizer que o Almirantado é incompetente é forte demais.

Greyjoy

Quando o Almirantado fala em ter segunda frota, ter porta avião, etc ele não está soando incompetente?

Alison

Não. é só consequência do trabalho e baseado em resultados. Se alguem so tira nota baixa na escola, não pode querer ser chamado de inteligente…

Mk48

Eu , lendo seu ” comentario” vejo mais um bobo alegre opinando sobre o que não sabe, com o unico intuito de tentar da uma lacrada.
.
Primeiro, se informe, antes de escrever besteiras.

.

Antonio Palhares

“Pessoal civil nas capitanias e policia portuária, navegação interior tratada no mesmo molde da Policia Rodoviária Federal..”
Estes profissionais custariam muito mais caro do que os praças da Marinha. Qualquer policial, de qualquer estado brasileiro, custa muito mais. Mesmo daqueles estados cuja arrecadação é insuficiente para pagar os salários e despesas administrativas. Sem contar que fazem greves, quando lhes dá na cabeça.

Salim

Sugiro aos administradores site uma matéria sobre atribuições constitucionais das nossas forças armadas. Lembro que elas não tem poder Polícia, vide lei especica de abate da FAB e a resistência dosmilitares em GLO em favelas que ficam sem respaldo legal em caso conflito. Se uma lancha se evadir a marinha , nem Polícia pode atirar. Uma capitania geralmente tem comando de um capitão mar e guerra ( frustrante para ele) sendo desperdiçado milhares dereais que foram aplicados em seu treinamento. Uma seção da prefeitura poderia regularizar embarcações Recreio, Turismo e transporte, como os Detrans ja fazem hoje. Polícia marítima na… Read more »

Sou patriota mas não sou cego

Belo artigo. Boas sugestões. Uma marinha enxuta e focada pra defesa . 2 ou 3 pequenos porta-aviões (navio aeródromo é tão pernóstico e obsoleto!), submarinos, e as novas corvetas. Patrulha? Seguir o modelo americano: guarda costeira. Certamente existe um forte estudo de custos associado. Aqui ter um grande número de pessoas sob sua administração dá status, poder. Não há como comparar nossa marinha com a britânica, uma força de projeção mundial, muito melhor equipada e enxuta. E as aposentadorias? Todas , legislativo, executivo e judiciário deveriam ter a mesma regra de reajustes e percentual limitado em relação ao PIB. No… Read more »

Carlos Eduardo Oliveira

Que regalia é essa que tantos falam?
Servi 31 anos na MB (24 anos embarcado) e não me deram nenhuma.

Slow

Esse caso das toneladas de picanha e lagostas , leite condensado e essas coisas que eu saiba só aconteceu no atual governo , por isso você não pegou ..

Marcelo Baptista

Não, Slow, existem reportagens de 2010, também tratando do mesmo assunto. Por menos que eu goste deste governo, esta é uma pratica recorrente, não só nas FFAA, se formos olhar todo o alto funcionalismo veremos abusos com o nosso dinheiro, do MP as Camâras Municipais.

Alison

Vire almirante antes de falar bo.sta…

Dilbert_SC

Sigo o relator!

Camargoer

Olá Joáo. Concordo. Eu mesmo estimei que a MB precisaria de um contingente de cerca de 50 mil para operar os atuais meios (hoje ela tem quase 80 mil).

Marcos Borges

Como você chegou a tal conclusão? Destrinchou algum documento sigiloso sobre planejamento estratégico? Realizou altos estudos doutrinários? Qual foi a fonte para tal números? Desculpe a quantidade de perguntas.

Camargoer

Olá Marcos. Expliquei minha metodologia em outro post, mas posso repetir aqui. Levantei a tripulação de todos os navios que a MB lista em sua página. São cerca de 8 mil militares. Adicionei os 18 mil fuzileiros (24 mil). Considerei um militar em terra para cada militar embarcado (são 32 mil). Acrescentei 10 mil relacionados com ensino, pesquisa e saúde (são 42 mil).. Adicionei outros 4 mil relacionados com a viação naval (são 46 mil). Adicionei outros 4 mil relacionados com manutenção dos navios e aeronaves (50 mil).

JOAO

Kkk e precisa de muito estudo? São 80 mil homens praticamente sem navios em uma esquadra. Quanto aos números, são públicos.

MARCELO

Estou de acordo , um exemplo simples : como justicar que cada componente das FFAA tenha um sistema de saude completamente independente ?? Pode se entender que acoes especificas em regioes distantes tenham necesidades especificas , mas nao explicam hospitais mastodontes no Sul & Sudeste .

Rodrigo

O sistema de saúde das forças armadas e auto financiado. Os militares descontam em soldo e ainda pagam uma coparticipação em cada atendimento ou procedimento.

Flanker

Ah….é autofinanciado? Quem paga as construções civis (prédios e tudo mais) dos hospitais e clínicas militares? Quem paga os salários, aposentadorias e pensões dos médicos, dentistas, farmacêuticos, etc…que tb são todos militares? Quem paga os soldados que fazem a guarda dessas instalações? Quem paga água, luz , etc, etc, etc dessas instalações?

Marcelo Baptista

Rodrigo, acho que a questão não é como é financiado, mas se poderia ser remanejado, algo como um hospital militar, p.e., Rio de Janeiro que atendesse a 3 Forças, não um para a MB, um para a FAB e outro para o EB.
Isto seria razoável, principalmente nas capitais ou cidades com OM 2 ou as 3 forças.
É uma ideia.

Pedro

Porr$% Que tapa na cara foi saber a idade que o generalato/marechais se aposenta em nosso país. Bolsonaro fez dois grandes favores ao país e isso é inconteste:

1º Trouxe certa lucidez e desmascarou a vênus platinada;

2º Caiu por terra a a ideia de que as forças armadas era o último bastião d amoralidade e probidade neste País.

Adriano Madureira

Exatamente João ! Gostaria de saber por exemplo, por que um bando de oficiais velhos( ou não…) necessitam de motoristas para levá-los para cima ou para baixo : Não sabem dirigir ou será que são tão estúpidos que não conhecem a cidade onde vivem e necessitam de tal luxo?! Ou será somente luxo mesmo?! Aqui no Brasil, militares servem de piniqueiras e babás de oficiais e suas famílias, é a casa grande e senzala dos tempos modernos, pessoas que estão nas OMs para servir a pátria são usadas como domésticas da casta militar privilegiada. Houve casos em que taifeiros foram… Read more »

Antonio Palhares

Isto é vergonhoso e desmoralizante. Más, acontece.
Ainda existem na oficialidade os resquícios dos comportamentos de “fidalgos” caramurus, muito próprio dos Ibéricos.
A honra do militar, seja um praça ou oficial deve ser o preparo e comportamento voltado para a defesa da Pátria.
É humilhante e desonesto colocar um praça para fazer serviços domésticos em casas de oficiais

Rinaldo Nery

Não existe mais isso.

Rinaldo Nery

NENHUM oficial general da minha turma tem taifeiro em casa.

Pedro

Boa tarde. E com quantos anos se aposentaram? É verdade que aos 45 já estão indo para a aposentadoria muito bem remunerada?

Abraço

Adriano Madureira

Que bom Rinaldo Nery, pois isso para mim é um desrespeito a profissionais que estão lá para servir o país. Uma coisa é um taifeiro desempenhar serviços de cozinha, limpeza e outras atividades no quartel, é normal e aceitável, afinal é o ambiente de trabalho desses profissionais, outra coisa é ficar servindo dentro do “país” de alvenaria dos oficiais. Muita coisa precisa ser feita, precisa ser revista e reestruturada nas organizações militares. Eu acredito que se houver vontade política da área militar, há espaço para cortar gordura, e se houver espaço para tal, certamente sobrará recursos que podem ser usados… Read more »

ANDRE DE ALBUQUERQUE GARCIA

Não existe porque houve denúncias e matérias na imprensa (lembro da Veja). Se não fosse isso tvz tivéssemos essa anomalia ainda hoje…

Hellen

Continua com esse papo que rapidinho a kombi preta vai te fazer um visita !!! Kkk

Camargoer

Caro Fernando. Acho que a ideia é “gastar melhor”, não necessariamente “gastar mais”. Além disso, o texto mostra que a MB precisa desenvolver suas próprias linhas estratégicas porque o contexto de defesa do Atlântico Sul é diferente de outras regiões do planeta.

Salim

Caro Camargoer , nem mais, nem menos, gastar focada para cumprir atribuições constitucionais.Defesa de nossas fronteiras marítimas e projetar poder, negando Atlântico Sul a forças estrangeiras beligerantes ou em práticas ilegais.

Zorann

Investir mais? Vai tirar dinheiro de onde? Da educação e da saúde? O orçamento de Defesa do Brasil é enorme. O que não falta é dinheiro Falta muito é gestão e um executivo que cobre resultados (não estou falando de agora, isto vem de muito tempo – talvez tenha sido sempre assim). Os caras aí pra baixo dizendo o que a Marinha tem de ter…. O que ela tem de ter depende do que ela vai fazer. E isto já está na END: negar o uso do mar como estratégia principal e esta estratégia norteia e se sobrepõe a todas… Read more »

Vovozao

20/07/2021 – sexta-feira, bdia, começo discordando em 2 pontos: não é necessario dizer que possuimos uma marinha carente de meios, e, assoberbada de outras atividades; e, um analista vir dizer, que temos a proteção dos USA, trata-se de uma TREMENDA mentira; USA não protege ninguém (vide Afeganistão), ele possue interesses; por trás dessa analise, deve existir algum GRANDE interesse no fornecimento de meios navais.

Mk48

Mestre, bom dia.
.
Eu acho que o analista usou a palavra “proteção” num sentido mais amplo, remontando a estratégia dos tempos da Guerra Fria, onde a MB, pela estratégia da USN à época seria uma auxiliar desta na Guerra Anti Submarina no atlântico sul e ao TIAR também, que afinal nunca saiu do papel.
.
O fato é que com o final da Guerra Fria esse “arranjo estratégico” também acabou e hoje de fato temos uma MB sem um rumo combatente definido.

Last edited 2 anos atrás by Mk48
Fernando C. Vidoto

Concordo, isso é propaganda. Não existe inimigo, nos protegeram de quem exatamente?

Att

Glasquis 7

O Império Otomano viveu muito tempo pensado assim, sem inimigos e a gente sabe como acabou.

Régis

Pois é, lembrei de uma frase que alguém disse: “Aquele que não tem oponentes é porque não vale nada.”

Hcosta

O império Otomano não tinha inimigos?

glasquis 7

Inimigos que o preocupassem. Todo império expansionista tem inimigos principalmente nas terras tomadas.

Hcosta

O Império Otomano durou séculos.
Não acabou porque escolheu não se defender mas como todos os outros impérios, já não dava para sustentar, por pressões internas e externas.

Camargoer

Ola Vovozão. A maioria dos cidadãos dos EUA têm dificuldade de entender as críticas do mundo sobre o papel dos EUA. Acho que aquela pergunta continua valendo “Por que eles (o mundo) nos odeiam (os EUA) tanto?”

Salim

EUA defende seus interesses , somente isto, quando cessa esta necessidade vão embora, vide Afeganistão. Eles lutam no exterior para não terem qualquer risco a seus interesses e deixar conflito bem longe da fronteira deles. Errado e quem não faz mesmo.

GFC_RJ

Caro Vovozão… Acho que você não compreendeu bem o que o autor quis dizer. Ele comparou a “proteção americana” às rotas internacionais (aí incluido o Atlântico Sul) com a proteção que os britânicos davam à eles mesmos no séc. XIX. Não que o EUA (ou a GB naquela época) sejam de fato, “seguranças” do mundo, mas que não estão tendo vácuos de poder nessas rotas que desordenem o comércio mundial. Existe um cão de guarda ali, que é a US Navy. E essa proteção contra desordem obedece aos próprios interesses dessas nações em cada época. Conclusão… não é de interesse… Read more »

Vovozao

20/08/2021 – sexta-feira, btarde, GFC, sua visão esta correta; porém, contudo, os USA, consideram-se os guardiões do mundo, no sentido militar; e nos os “”primos”” pobres do sul, somos o “”quintal””, não querem, e, fazem o possivel e impossivel para não permitirem a presença de chineses e russos, na A do Sul, ontem…. ofereceram a Argentina caças F16, para evitar a venda dos J17 chineses, com um “”de acordo”” do RN, que sempre bloqueou vendas militares desde a guerra das Malvinas. Por isso digo não é só proteção rotas maritimas.

Joelisson

Mas a Marinha do Brasil já não é grande ? Não tem 80 mil de efetivo ? Kkkkk

Paulo

kkkkk Penso logo naquele policial gordo com os botões da camisa estourando e correndo atrás de bandido com um cacetete. Por analogia, seria a MB. A MB precisa de uma boa dieta.

Up The Irons

O mínimo aceitável para um país tão grande em tamanho, com mais de 200 milhões de habitantes e tantas riquezas naturais seriam, no chutômetro mesmo:
8 Tamandarés
4 fragatas do porte das FREMM para AAW
8 a 10 submarinos convencionais
12 a 16 caças baseados em terra para ataques navais
8 a 10 navios varredores ( os 6 da Classe Aratu não aguentam mais)
2 navios tanque
Fora patrulhas costeiras e oceânicos em maior número, além de mais um porta-helicópteros para intensificar a capacidade ASW
Tudo isso seria viável se não tivéssemos 80 mil homens na MB…

Tomcat4,2

Eu especulo que;

  • 12 Tamandarés em diferentes configurações de missão
  • 8 SBR e 4 SNBR
  • 2 navios tanques
  • 24 Gripen E/F baseados em terra para proteger a costa etc
  • 24 NaPa 500 BR para patrulhar nossa costa e ZEE
  • 24 NaPa 200BR para patrulhar os rios

Isso se somando ao Atlantico e ao Bahia daria aquele caldo.

Helio Eduardo

Tomcat, eu especulo na mesma direção. Só tenho dúvidas quanto aos caças, não por sua capacidade, mas pelo porte frente ao teatro de operações.

Já que estamos especulando, uma versão do P-99 da Embraer não seria mais interessante do que o Gripen por ter mais autonomia e maior carga paga? Uma aviação de ataque naval consistente e da ordem de dois esquadrões seria uma excelente alternativa.

Last edited 2 anos atrás by Helio Eduardo
Helio Eduardo

Tomcat, deixei de opinar que nessas 12 Tamandarés de “diferentes” configurações eu insistiria em umas 4 AAW, já que as fragatas “pesadas” me parecem excessivamente caras para “nossa” proposta.

Pedro Bó

Caças supersônicos na MB só fazem sentido se a mesma operar PAs.

Para operar de bases costeiras e fazer patrulha naval, que comprem P-3, Atlantic ou aquela versão ASW/ASuW do R-99.

Para dissuadir uma esquadrilha de aviões inimigos, a missão deve caber a FAB que é a força primordial para defesa aeroespacial do país.

Nilson

O problema é que a FAB é totalmente inapetente em utilizar seus caças para missões navais, anti-navio. Nenhum A1 ou F5 se presta a tal missão, e nada indica que os poucos F-39 serão adequados à missão naval em detrimento da supremacia aérea, que é o foco da FAB. E ficar apenas com P3 ou similares para tal missão parece pouco para defesa do litoral.

Welington S.

Concordo com o que disse. FAB é FAB e MB é MB. A FAB deve manter sua supremacia aérea, assim como a MB deve manter sua capacidade na aviação naval com patrulheiros e caças. É por isso que acredito que a MB não desistirá de operar PA, dado o que foi escrito no PEM2040 da MB. https://www.marinha.mil.br/pem2040

Welington S.

Já que todo mundo está especulando essa questão de quantitativos na Marinha, a minha Marinha, seria da seguinte forma (em relação a sua especulação): 1ª ESQUADRA: 20 Tamandarés em diferentes configurações de missão; 10 SBR e 5 SNBR; 4 Navios tanques; 1 Porta-Helicópteros (de todos os modelos); 1 Porta-Aviões; 24 Gripen E/F baseados em terra para proteger a costa etc.; 25 NaPa 500 BR para patrulhar nossa costa e ZEE; 30 NaPa 200BR para patrulhar os rios; 2ª ESQUADRA: 20 Tamandarés em diferentes configurações de missão; 10 SBR e 5 SNBR; 4 Navios tanques; 1 Porta-Helicópteros (de todos os modelos);… Read more »

Wellington Rossi Kramer

E os aviões dos porta-aviões?

Welington S.

Neste caso, depende do Porta-Aviões adquirido e sua capacidade de aeronaves, rs.

Wagner

Se tem porta aviões, pra que gripen baseado em terra? Mas gostei

Antonio Palhares

Apoiado.
Isto seria uma Marinha para o Brasil.

Adriano Madureira

Mesmo 12 tamandarés é um número inadequado a proteção da costa amigo TomCat…

Eu acho que cada região da federação deveria ter um número razoável de embarcações, Quatro ou cinco tamandarés para as regiões norte, nordeste, sudeste e sul ,o mesmo valendo para os NPaOcs assim como um ou dois submarinos para cada, não concentrando todos os classe riachuelo em uma única “cesta”(Itaguaí…) de ovos.

comment image

Burgos

Só uma uma observação!!!
Esse mapa aí tá desatualizado !!!
O Paraná passou do 5º DN para a subordinação do 8º DN !!!?

Marujo

E mais uma esquadrilha de Barajttar TB3 no Atlantico. Ele está sendo desenvolvido para o pota-helicotero turco.

Inimigo do Estado

Marinha de pobre aí. Nosso orçamento é comparável ao da Austrália, logo o ideal seria

6 destróieres do porte do Type 52D, com 100 células VLS para arregaçar tudo
8 Tamandarés
8 submarinos convencionais, com capacidade VLS
4 submarinos nucleares, com capacidade VLS
2 porta-helicópteros Mistral, com alguns ATAK embarcados
24 caças baseados em terra
24 Su-34 com misseis hipersônicos
Patrulhas, navios de apoio e blá blá blá

Pensa grande kcete, brasileiro pensa pequeno demais.

Ronaldo

Bom Dia,bom no meu ponto de vistas a nossa MB precisaria no mínimo:
25-Fragatas
25-Corvetas
25-Destroiers
25-Navios Bahia
30-Submarinos
24-Porta-Aviões
24-Porta-Helicópteros
25-Navios Patrulhas
25-Navios Tanques
Para a região Amazônica:
50-Lanchas Rápidas
Aviões De 5° Geração de preferência os:
F-35 B e F-35 Vc
F/A-18 Super Hornet
J-15
SU-33
HAL TEJAS
Os CFN precisaria de:
MBTS Novos como:
M1A1 Abrams ou Leopard 2a5 ou ainda os MBTS Black Panter da Corea Do Sul
Sistemas Antiaéreos
Barak-8ER, Barak-MX
50-JLTV
E assim sucessivamente

Quero Desejar Uma Excelente Tarde De Sexta Feira E Um Abençoado Fim De Semana A Todos!!!

Ramon

Cara só se começar a chover dinheiro que o Brasil iria ter isso tudo, se pegar isso tudo e dividir por três já está de bom tamanho.

Adriano Madureira

Há muito dinheiro no Brasil, basta procurar direito ! Se o governo não vivesse perdoando divídas de grandes empresas e houvesse uma taxação de grandes fortunas, certamente haveria verba disponível. Aqui no Brasil, Iate de luxo é isento de IPVA, mas carro popular paga até 4% de seu valor…Embarcações e aeronaves estão isentas do imposto, enquanto carros, caminhões e motos pagam todos os anos o tributo. o proprietário de um iate de 70 pés, que vale cerca de 28 milhões de ­reais, não paga nada de IPVA, enquanto o dono de um carro de passeio movido a gasolina ou biocombustível… Read more »

Tomcat4,2

Moço, tu já deve tá mamadaaaaaço,curtindo a sexta feira, só nesses 24 PA’s e 24 PH’s, nem vou falar do resto !!!hauhauhauhauhau
Mas isso é pensar grande !!!rs

BK117

Deve estar brincando, não é possível hahahahahahaha
Gostaria de complementar a lista com 24 Destróieres Estelares classe Venator e 24 Estrelas da Morte

Satyricon

Guardou a guimba?

Segatto

Mais 24 porta drone, 24 porta treco e não podem faltar 24 porta malas, além do AMX 2 naval, ai a MB começa a ficar boa

Flanker

Kkkkkkkkkkkklkk…….gostei dos 25 destroiers, 25 navios da classe do Bahia, 24 porta-helicópteros, 24 porta-aviões e 25 navios tanques…..de onde vcs tiram esses números e mix de navios???? Onde vcs acjam que teríamos necessidade dessa quantidade toda de meios??? Os EUA tem 11 (11!!!!) porta-aviões ! E tu fala em 24??? Por favor………
Mas, vou te der um crédito e crer que tu está sendo irônico…..

Last edited 2 anos atrás by Flanker
Antonio Palhares

Fala sério….

Camargoer

Caro Up. È necessário primeiro identificar as principais ameaças e então definias as estratégias de defesa. O tamanho e perfll da MB será apenas consequência.

GFC_RJ

Carmargo, A estratégia hoje, principalmente devido ao fim da guerra fria, não é mais baseada em ameaças, mas em capacidades. Se determina as capacidades necessárias ao enfrentamento de “inimigos genéricos”.  Até porque uma marinha de guerra se forma em décadas e as ameaças nesse meio tempo são variáveis.  O que precisa sim é determinar quais INTERESSES a marinha precisa defender e depois quais as capacidades desejamos para que a defesa desses interesses ocorram da melhor forma. Como nem a US Navy tem recursos para fazer tudo o necessário (se é que existe o tudo), as capacidades investidas tem de ser… Read more »

Camargoer

Olá GFC. Concordo com você. Acho que hoje poucos países têm condições de manter uma grande marinha. Vemos que até a Inglaterra tem problemas sérios para manter a sua marinha. De fato, falta ao MinDef coordenar os meios das diferentes forças para o obter o melhor resultado de prontidão e dissuasão. Vejo repetindo que é preciso reduzir os recursos destinados ao EB e priorizar a FAB e a MB. Um dos problemas da MB e da FAB é o EB consumir 2/3 dos recursos.

GFC_RJ

Sim, nem discordo. Aliás, eu não gosto nem dessa brincadeira de quantificar o volume ideal coisa e tal. A questão é qual o sentido disso? Qual o objetivo? O que nós queremos dessa instituição que, de boa, é cara pra garai para qualquer nação do mundo? Eu acho que “defesa contra ameaças externas ao território” é o principal, claro. Mas… é só isso?  Acho que esse conceito tem de ser expandido… Para defesa de nossos INTERESSES. As grandes marinhas não estão só preocupadas na defesa da inviolabilidade de seus territórios, da capital etc, mas na defesa de seus interesses. A… Read more »

Camargoer

Olá GFC. Se continuarmos concordando assim, daqui a pouco você será chamado de esquerdopata. riso.

GFC_RJ

Por incrível que pareça, já fui muito “xingado” de comunista.
Nesses tempos de “franciscanismo intelectual”, onde até George Soros é um comunista, qualquer crítico se torna, no mínimo, um vermelho enrustido.

Camargoer

Olá GFC. Riso. No meu caso, quando alguém me chama de “vermelhinho” recebo com orgulho o elogio.

carvalho2008

Mestre GFC, o Brasil sabe…o Brasil sempre soube…apenas não nomina….tem receio de nominar…

GFC_RJ

Caro Carvalho, Então mostra aí que eu não estou sabendo…  Aliás… Desde Golbery que não há um plano geopolítico mais sério e efetivo aqui. E olha que eu nem acho ele lá essas coisas… Assistindo algumas aulas com professores um pouco mais novos e é quase consensual que o projeto de nação, a Grande Estratégia do Brasil é… nenhuma. Tipo… a China deixou bem claro seu plano pra 2050. Como quer estar economicamente, militarmente, socialmente, até geograficamente… O que fará para chegar a todas essas metas. E pelo visto, estão conseguindo… E o Brasil? Onde quer estar em 2050? EU… Read more »

carvalho2008

Alguma duvida que as maiores ameaças são OTAN e China??

Marcelo Baptista

Carvalho2008, sempre foram!
Antes era a URSS no lugar da China, mas a OTAN sempre esteve lá.
Mas a questão não é esta.
Pois nossos concorrentes (vou usar o termo concorrente, ja que não são inimigos declarados, ainda, mas entes que querem ocupar a mesma area de influencia), sempre serão os mais fortes que nós, se Liechtenstein virar uma potencia militar, ele entra para este grupo.
O real problema é que, nós como um Pais, não temos uma visão clara e objetiva de nossa importância geopolítica.
Muda o governo, muda a visão, e portanto mundam-se os investimentos.

GFC_RJ

Carvalho… Você ainda não entendeu. Vamos lá… você tem a sua casa e você tem de investir em um sistema de vigilância e segurança para ela. Você pode fazer o melhor investimento do mundo para ninguém invadir sua propriedade… Legal! Mas e a sua rua (entorno estratégico)? Você precisa sair de casa, no mínimo, para comprar um pãozinho (exportações)… Ou… que o entregador do Aifúdi chegue com seu lanche de boas (importações). Você tem de evitar que algum gaiato corte os cabos de energia que alimentam sua casa (segurança energética) ou o cabo de internet na rua ou bairro, senão… Read more »

carvalho2008

Mestre GFC, Eu tento de todas as formas encontrar outra palavra, mas não consigo…sempre recaio num chavão velho e carcomido….mas o pior de tudo é que parece fazer sentido e ironicamente, com maior enfase de ser dada a mudança de eixo e geopolitica. A famigerada, a velha, a eufemica doutrina de Dissuasão!!! Meus Deus, como eu não queria repetir esta palavra, mas o pior é que ela parece fazer mais sentido do que nunca. Dado que provavelmente estaremos ensadwichados entre os dois maiores clientes e as duas maiores potencias do mundo, por óbvio qualquer exercicio economico e tecnologico seria em… Read more »

Marcelo Baptista

Parafraseando o grande filosofo Chaves (o mexicano, hehe):

  • isso, isso, isso!
Last edited 2 anos atrás by Marcelo Baptista
Antonio Palhares

Apoiado. Um like foi meu.

Mk48

E um deslike foi meu.

Antonio Palhares

MK48.
Um abraço

Professor

O fato é que confiamos na marinha americana se um inimigo poderoso (China ou Rússia) resolver baixar por aqui com hostilidade. Imaginem os pesqueiros chineses fazendo a festa nas nossas costas, protegidos por algumas das inúmeras belonaves estalando de novas e cheias de mísseis da China, e eles, como toda arrogante potencia imperialista, avisando que vão afundar qualquer coisa que chegar perto…. E nesta hora, a frota americana está tentando proteger seus aliados asiáticos e, como os chineses não planejam invadir o Brasil, apenas roubar nossa costa, pelo menos neste ponto, consideram menos prioritário uma defesa local. Faríamos o que??… Read more »

WSilva

O problema é que o inimigo poderoso não é CHina e nem Russia, é justamente EUA e França. Logo, faz mais do que necessário uma parceria e bom transito com outras potência como China e Russia para evitar que os verdadeiros inimigos(EUA e França) tomem a nossa Amazonia. As ONGs instaladas na Amazonia são toda financiadas com dinheiro americano e francês.

Claudio Moraes

Olá WSilva. Concordo com você, não digo que não há um problema com o meio ambiente e o clima que está mudando e está cada vez mais desequilibrado. Mas o discurso ambientalista também esconde interesses. É um jogo que o Brasil tem que tomar muito cuidado, em vista que se pese as mudanças climáticas em nosso país, ainda dispomos de água e terras agricultáveis, sem falar das riquesas da Amazônia. Infelizmente as ações e falas do atual governo não colabora e esta fechando os olhos para isso. Do ponto de vista imediato eu vejo a França e os EUA como… Read more »

Last edited 2 anos atrás by Claudio Moraes
rui mendes

Quem te dera tar tão ´´moribunda como a UE.
Essa raiva e inveja, não passa, foi por causa da colonização do mundo pela Europa???
Aguenta, pois isso foi há séculos.
Moribunda, ahahahah, compra um espelho.

Wellington Rossi Kramer

Você tem que separar o Estado americano das ONGs e grupos interessados na amazônia. Não são a mesma coisa e na maioria das vezes estão em conflito.

WSilva

As ONGs e grupos internacionais na Amazonia financiadas pelos EUA e França é apenas a porta de entrada, no português claro é tipo a vaselina…depois da vaselina você já deve saber o que vem…É aí que mora o perigo, as ONGs e grupos interessados é só a ”cabecinha”.

Hcosta

E é assim que com estas teorias as forças armadas Brasileiras estão como estão. A perseguir moinhos de vento…

Renato de Almeida

Com a visão torpe dos grupos neo liberais que comandam o país, futuramente as FAs serão peso morto nas contas do governo.
A ordem para esses grupos é terceirizar tudo, até a defesa nacional.

Kornet

Ou passar pra a Venezuela,Cuba ou terceirizar para a China né?

Camargoer

Caro Renato. A grande pergunta é se este grupos liberais e conservadores terão fôlego para se manter no poder. O projeto político deles é muito frágil e tem um erro fundamental em sua origem de serem pouco populistas (no sentido de atender ás necessidades da população). Historicamente, os projetos liberais, elitistas e conservadores são insustentáveis em um ambiente democrático, dai a necessidade de sucessivos golpes de estado.

GFC_RJ

Me fala UM grupo liberal que não concorde com o Estado detentor do monopólio da força que eu não falo mais nada.
Existem muito mais consensos entre o que o Estado pode e deve fazer entre liberais, nacionais-desenvolvimentistas e até mesmo socialistas do que os líderes políticos, nos quais os fanáticos babam, querem fazer entender.

Camargoer

Olá GFC. Novamente estamos concordando. Aliás, a gente só discorda sobre a posse dos meios de produção. riso.

GFC_RJ

Na propriedade dos meios de produção, nem f…o.
Mas se concordarmos na democracia, já é, talvez, o mais importante.

Camargoer.

Olá GFC. De fato, a democracia deveria ser consenso entre a classe média e a classe assalariada.

Renato de Almeida

GFC, E vc acha que se uma FA fosse rentável não estaria mas mãos dos banqueiros? Quando se fala em neo liberalismo, estamos falando de NEGÓCIOS lucrativos. A idéia do neo liberalismo é ficar com o filet.mignon e deixar o osso para o estado bancar. Vc sabia que APENAS 1 família das 5 mais ricas do país e entre as mãos ricas do planeta pode sustentar as FAs sozinha? O que ELES ganham por mês é mais que a metade da população do Brasil ganha em um ano. Acorda, o paraíso FISCAL CHAMA-SE BRASIL. Ûnico país do mundo que não… Read more »

M65

A Grande frota branca – The Great White Fleet dos EUA, esteve no Rio de Janeiro entre 12 e 21 de janeiro de 1908.

José de Souza

Frota essa que só ancorou no Rio de Janeiro após a revolução sanitária do Oswaldo Cruz, fruto do investimento público. Até então a US Navy, bem como muitas frotas mercantes, “pulavam” o Brasil, indo direto para Buenos Aires.

Tomcat4,2

Um excelente texto, muito rico. Faz total sentido a questão da MB está curtindo aquele feriado mas creio que já deveria estar mais adiantada em seus projetos de reequipamento pois o mundo está estranho demais e creio que nunca estivemos tão próximos de algum tumulto global generalizado devido a tantos interesses que se cruzam.

Willber Rodrigues

“(…)Na verdade, é uma guarda costeira superpoderosa (…)”
Não, não é nem isso. E antes que me xinguem e venha um certo alguem passar pano, vejam o n° de navios patrulhas e escoltas que temos atualmente, e a idade média desses meios…

Hcosta

É, porque usam fragatas e os PH como patrulha e não em ações internacionais. Pelo menos foi o que eu entendi do texto.

GFC_RJ

Isso. O entendimento é o mesmo.

Wellington R. Soares

Realmente fica muito evidente a necessidade de separar a Marinha de Guerra das operações de policiamento. Uma guarda costeira seria bem vinda, de modo que os demais marinheiros foquem nas missões de combate em si (Marinha). A questão do NAM Atlântico não ter escoltas a sua altura é realmente muito triste de se ver e não serão 4 fragatas que vão mudar isso, lembrando que são fragatas leves. Agora sobre o plano de ter 2 porta aviões até 2040 é uma tremenda viajem na maionese. Não temos escoltas para isso, aviões modernos para PA são extremamente caros (esqueçam dos A4… Read more »

Willber Rodrigues

A MB não quer ouvir falar na criação de uma GC, porque, segundo ela, seu orçamento seria fatiado em dois, ao invés de ser criado um orçamento só pra GC.
Vendo por esse lado, a MB está certa. Não há nenhum fôlego financeiro no Brasil pra se criar mais uma Força, com todos a sua burocracia, máquina pública, sustentar seus meios, soldos, aposentadorias, etc, etc.
A menos que se crie ( ainda ) mais impostos, ou tirar a verba de áreas como Educação ou Saúde, mas isso tambem seria péssimo pro Brasil.

Oráculo

Sob o ponto de vista dos Almirantes, as Capitanias dos Portos exercem a função de Guarda Costeira.

E estão parcialmente certos.

Cada Capitania tem seus navios patrulhas, lanchas, efetivos, etc. Faltam helicópteros e navios patrulha de maior porte pra serem uma Guarda Costeira “purinha”.

Mk48

“Sob o ponto de vista dos Almirantes, as Capitanias dos Portos exercem a função de Guarda Costeira.”
.
Você tem acesso as Atas das reuniões do Almirantado ?

Willber Rodrigues

“Faltam helicópteros e navios patrulha de maior porte pra serem uma Guarda Costeira “purinha”.”
O que, por sua vez, cria o seguinte questionamento:
Quem seria(m) o(s) responsável(is) por comprare manter em dia a manutenção desses meios? Quem assinaria o cheque, e de onde viria essa grana?

Kornet

Poderíamos ter uma GC ,como muitos países têm,vinculada ao MJSP e sendo reserva da MB

Palpiteiro

E essa GC também teria 90% dos gastos com pessoal? Acho que o problema não é saber o que falta. É cortar o que sobra e direcionar corretamente os recursos.

Willber Rodrigues

Ok.
Mas o questionamento persiste:
De onde o MJSP iria tirar os recursos para construir/equipar/manter operacional os navios da GC, e de onde vai sair a grana pro soldo, planos de carreira e aposentadoria dos integrantes da GC?
O GF iria mandar essa verba pro MJSP fazer isso? E de onde o GF tiraria essa grana? Aumentaria ou criaria mais impostos? Tiraria verba de outras Pastas?

Zorann

E o dinheiro vai sair de onde? Iam fazer muito menos e gastando mais. Um monte de estruturas redundantes com um monte de caciques, para fazerem a mesma coisa. Somos peritos nisso.

O mais correto seria unir as FFAA em uma só exatamente para acabar com isto.

Mas isto não vai acontecer porque a principal função das FFAA é ser numerosa, dividiva em 3, para dificultar golpes e poder conter a população.

Para defender o Brasil de nós mesmos. Ilusão pensar o contrário.

ADM

Cada povo tem as instituições que merece e a MB é uma delas…

Camargoer

Caro ADM. É um erro comum culpar a vitima. Os sucessivos golpes de estado na história brasileira mostra que quando as instituições começam um processo de priorizarem a população, a elite subverte a ordem institucional para manter seus privilégios. Se as instituições tivessem evoluído ao longo dos últimos cem anos por meio de eleições livres, hoje teríamos as instituições que merecemos. O que existe é uma elite que merece as instituições que temos.

Nascimento

Que elite? A da MB? As instituições pubricas tupiniquins são parte da elite.

Camargoer.

Caro Nascimento. Uma sociedade capitalista tem essencialmente três classes. A base assalariada que tem apenas a sua força de trabalho para sobreviver, a classe média que detém o conhecimento técnico e cultural e a elite que é dona dos meios de produção e do capital financeiro. Os servidores públicos mitates e civis fazem parte da classe média.

Paulo

Desculpe mas todos os servidores públicos fazem parte da ‘elite’ que se locupleta do estado.

Felipe Morais

Todos eles se locupletam do Estado? Que Preconceito burro e desinformado.

Claudio Moraes

Bom dia a todos. De fato temos uma marinha definida como uma guarda costeira “poderosa” para policiar o atlântico sul. Eu penso que parte disso tudo, é culpa do almirantado que relaxaram e deixaram a situação chegar ao ponto que se encontra a esquadra de superfície. Não cobraram os políticos e não gestuaram bem a verba que tem apesar de terem grandes missões de patrulha marítima policial e social no interior, não se justificam demasiado números de pessoas nas forças armadas de forma tão grande, enquanto que os equipamentos que se tem, são obsoletos ou parcialmente obsoletos em números ínfimos… Read more »

Mk48

Concordo com você, mas também digo o seguinte : Com raríssimas excessoes, todas as autarquias e serviço público no Brasil , cabem no seu comentário.
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Era para ter o SUS que temos ?
.
Era para ter o INSS que temos ?
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Por ai vai.

Camargoer

Caro Mk48. Para quem é mais velho, deve lembrar que antes do SUS (instituído pela CF88) existia o INAMPS, que era uma rede de saúde disponível apenas para aqueles que tinham registro em carteira. Aliás, nem os EUA conseguiram implementar de saúde que atende á todos em todos os níveis. Apenas por curiosidade, o Brasil é o segundo país no mundo em transplantes, atrás apenas dos EUA. Só que lá é tudo privado. Aqui todos os transplantes são arcados pelo Estado.

José de Souza

Quanto aos transportes (públicos): Mais ou menos, nas grandes cidades há uma “Autority” que regula, fiscaliza e, eventualmente, fornece o transporte público, considerado estratégico para o desenvolvimento econômico. Em algumas cidades inclusive (Nova Iorque, por exemplo) o sistema foi reestatizado. Transporte público não é pra enriquecer as empresas, mas para garantir que o trabalhador vá e chegue no horário certo com conforto e pontualidade. Transporte não é commoditie, e não há nada de socialista nisso!

Jeferson

E quem arca o estado?

Camargoer

Caro Jeff. Até pouco tempo (dois ou três séculos), o Estado servia apenas para garantir os privilégios de um pequeno grupo nas monarquias absolutistas. Hoje, algumas ditaduras de direita ou esquerda ainda fazem o mesmo. Eram Estados financiados pela exploração do trabalho escravo ou servil, pelo saques, pirataria e butim. Com o advento do iluminismo, a democracia abriu as suas asas (ainda que sobre poucos). Foi preciso duas guerras mundiais para que a maioria dos países adotasse o Estado Democrático de Direito. Antes, que arcava com os custos do Estado era o povo em benefício de poucos. Hoje, o povo… Read more »

Jeferson

Por que os mais ricos tem que arcar com mais impostos??? Que culpa eles tem se os mais pobres não sabem administrar o pouco que tem???? Alias,quando tu viu rico pagar imposto?? Ricos não pagam impostos,apenas repassam o valor para os produtos comprados pelos pobres.

Mk48

Você e sua familia se tratam pelo SUS ?
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Já tentou marcar uma tomografia pelo SUS ?
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Você depende de alguma medicação de uso contínuo fornecida pelo SUS ?
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No papel o SUS é fantástico.
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Você já teve a experiência ímpar de ser atendido num posto do INSS?

Last edited 2 anos atrás by Mk48
Camargoer

Caro MK48. São poucos os brasileiros que nunca fizeram uso do SUS, passando pelo programa nacional de imunização (febre amarela, sarampo, gripe, pólio, covid…), atendimento de emergência (SAMU) e ate distribuição de medicamentos (HIV, diabetes, pressão alta). Também tem os casos dos transplantados (dos mais simples como córneas, até os mais graves como rins e outros órgãos), sem falar nos casos daqueles que tiveram stents implantados e recebem acompanhamento médico até hoje. Além deles, existem os atendimentos psicossociais (CAPS), UBS, USF,,, realmente são bem poucos os brasileiros que nunca fizeram uso do SUS (todos os que conheci na vida, na… Read more »

Mk48

“Felizmente, nunca precisei de uma tomografia e torço para ninguém precisar.”
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Perfeito.
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Já respondeu minha pergunta.
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Obg

Camargoer

Olá MK48, Sempre que posso, eu respondo sim. Ás vezes demora.. riso.

Flanker

O SUS e o INSS tem muitos problemas graves. Mas, ambos atendem milhões e milhões de usuários, desde (no SUS) a atenção básica e saúde da familia até exames e atendimentos complexos.
O INSS abarca desde os trabalhadores que contribuíram a visa toda, até awueles que nimca contribuíram e recebem do INSS. E, já que falou nisso, porque os militares são os únicos servidores públicos do Brasil que tem direito a possuirem hospitais e profissionais de saúde próprios? E a previdência dos militares?

Mk48

Eu citei o INSS e o SUS pelo baixo nivel de serviço oferecido a quem paga impostos , afinal esse assunto é sempre falado em relação a MB.
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Com relacao a hospitais militares e servicos medicos em geral das Forças, te respondo com uma pergunta : Em caso de conflito os medicos e ambulancias da Amil e Unimed vão para a linha de frente tomar bala ?
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Você mesmo, um civil da área de saude, iria ?

Last edited 2 anos atrás by Mk48
Marcelo Baptista

Mk48, minha irmã é cardiopata, e todo o tratamento dela, da reconstrução do coração, a acompanhamento gestacional, foi pelo SUS. Pois não temos condição de arcar com os custos. Meus avós foram acompanhados em vida por medicos do SUS, receberam medicamentos, suplementos e até fraldas geriátricas! Meu pai foi atendido, fez exames e a recuperação pelo SUS após um AVC. Não vou dizer que é fácil, pois tudo demandou corrermos atrás, falarmos com a assistente social, para ver o que precisávamos fazer ou onde ir. O problema do SUS é o mesmo de todos os órgãos públicos brasileiros, com raras… Read more »

Paulo

Correção: os transplantes são pagos pela população por meio coercetivo do estado, com dinnheiro dos impostos.

Marcelo Baptista

Obrigado Paulo, eu agradeço sua colaboração.

Guilherme Gabriel Lins

que texto senhores! agradeço muito ao Poder Naval disponibilizá-lo!
“um bom rei evita a guerra a todo custo, mas morre preparado para uma!”. Frase que, sem dúvidas, representa bem como deveria ser a cabeça dos nossos governantes.

Pedro Fullback

Os EUA sempre buscaram o equilíbrio de força na América Latina, e Sempre submarino Nuclear brasileiro acaba com esse equilíbrio.Se o gringo se incomoda com o Submarino Nuclear brasileiro, significa que estamos no caminho certo. Pois com a tecnologia do submarino Nuclear, podemos afundar qualquer marinha da América Latina, logo, seremos a potência da América Latina de forma incontestável.

Willber Rodrigues

“Os EUA sempre buscaram o equilíbrio de força na América Latina”
Equilíbrio “pra baixo”, né? É só ver as tentativas de qualquer país Latino Americano de comprar qualquer equipamento moderno, e o “bondoso” Tio Sam barrar, porque “é demais pra vocês, e vocês não precisam disso”

Pedro Bó

Mas acho que é justamente nesse sentido que Pedro Fullback falou. No início dos anos 2000, os EUA temiam que o Chile optasse pela aquisição do Super-Hornet, desequilibrando a balança na América do Sul. Foram de F-16C/D Block 50/52. Rola uma história de que, nos anos 70, vetaram a venda de F-4 para a FAB, que acabou adquirindo os Mirage-III (que já estava ficando superado, inclusive). Quando o Brasil desenvolvia o MAR-1, consultaram os americanos acerca da compra de um componente que também acabou vetado sob o argumento de que um míssil antirradiação era uma tecnologia sensível para o Brasil… Read more »

WSilva

EUA sucateou a maioria das FA ocidentais. Não é por acaso que as outras duas maiores potências militares estão fora do guarda chuva americano, China e Russia. E o Brasil, pelo seu tamanho, riqueza e importÂncia deveria estar nesse seleto grupo de China e Russia, e não de baixo do guarda chuva americano.

Dalton

Era só o Brasil ter se enchido de equipamento europeu, mas, mesmo durante a Guerra Fria, o Brasil comprou muito pouco, 16 Mirages franceses e 6 fragatas e 3 submarinos britânicos sendo o mais visível na década de 1970.

Mk48

“Era só o Brasil ter se enchido de equipamento europeu, mas, mesmo durante a Guerra Fria, o Brasil comprou muito pouco”
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Comprou o que tinha condição financeira de comprar !
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Na negociação dos Mirage até commodities entraram no pagamento.
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Os textos que comprovam isso estão disponíveis na internet.

Dalton

Sim e não conseguiu levar adiante nem mesmo a construção de pelo menos duas fragatas baseadas nas “Vosper” para defesa de área então, não me parece justo culpar os EUA pelo “sucateamento”.

Mk48