Kazan

Um submarino nuclear russo, Kazan, e três outros navios da marinha russa visitarão Havana, Cuba, de 12 a 17 de junho, segundo autoridades cubanas. O ministério das forças armadas revolucionárias de Cuba declarou que os navios não transportarão armas nucleares, garantindo que a parada não representa uma ameaça para a região. A visita ocorre em meio a tensões crescentes com os EUA devido à guerra na Ucrânia, e um dia após os EUA rastrearem navios e aeronaves de guerra russos que se dirigiam ao Caribe para um exercício militar.

A presença militar russa tão próxima dos EUA, especialmente com um submarino poderoso, destaca as tensões sobre a guerra na Ucrânia, onde o governo ucraniano, apoiado pelo Ocidente, luta contra a invasão russa. Essa visita também coincide com a viagem do presidente Joe Biden à cúpula dos líderes do G7 na Itália. Putin sugeriu que Moscou poderia tomar medidas assimétricas em resposta ao apoio dos EUA à Ucrânia.

A relação entre Rússia e Cuba se estreitou desde uma reunião em 2022 entre os presidentes Miguel Diaz-Canel e Vladimir Putin. Durante a Guerra Fria, Cuba foi um importante aliado da União Soviética, e a instalação de mísseis nucleares soviéticos na ilha resultou na Crise dos Mísseis de 1962.

Durante a chegada da frota russa ao porto de Havana, uma salva de 21 tiros será disparada como saudação à nação, e será reciprocada por uma bateria de artilharia das forças armadas revolucionárias de Cuba. Esta demonstração de força e cooperação militar entre Rússia e Cuba ocorre em um momento de significativa tensão geopolítica na região.

Os outros navios que participarão da visita a Cuba

Fragata Admiral Gorshkov
Navio-tanque Akademik Pashin, Project 23130
Rebocador Nikolay Chiker, Project R-5757
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Allan Lemos

Obviamente, o fato da Rússia nāo levar armas nucleares nesses navios mostra que quer evitar provocações ao Ocidente. É a OTAN que procura fazer avançar a narrativa criminosa da ameaça russa buscando escalar o conflito para fins obscuros.

Dalton

Os navios da OTAN também não embarcam armas nucleares, a OTAN é uma aliança
defensiva constituída em boa parte por países com péssimas lembranças da URSS alguns dos quais tão logo se viram livres dela pediram para serem aceitos pela aliança, mais
recentemente a Finlândia e a Suécia após a invasão russa da Ucrânia.

Diego

Sobre questões de péssimas lembranças, cada lado tem a suas, no mundo ninguém é santo.
Muitos já cometeu suas malvadeza e hoje estão aí defendendo a ordem e é a paz no mundo.

Dalton

Não se trata disso, Diego, e sim que vários desses países sofreram com o comunismo e seus governos subservientes à Moscou, então com o fim da URSS e temendo um ressurgimento da Rússia pediram para serem aceitos pela OTAN que garantiria a eles proteção, além de poderem também participar da União Europeia o que a Ucrânia também pretendia fazer . . No caso da Finlândia, esta perdeu território durante uma curta e valente guerra contra a URSS em 1940 e tanto ela como a Suécia foram durante anos ameaçadas pela URSS caso entrassem para a OTAN dividindo a opinião de… Read more »

Last edited 1 mês atrás by daltonl
Camargoer.

Olá Dalton. Logo após o colapso da ex-URSS, ocorreu uma aproximação entre os países do bloco oriental com o bloco ocidental. Após o fim do pacto de Varsóvia, até a Russia postulou ingressar na Otan.

Teria sido uma decisão inteligente visando a manutenção da paz e estabilidade européia…. mas era a época do ufanismo dos EUA pela vitória da Guerra Fria e o “fim da história”

deu no que deu.

Dalton

Não é a versão que conheço Camargo, mas, como não farei você mudar de ideia, ou seja, que os EUA são sempre culpados por tudo deixemos assim 🙂

Camargoer.

Olá Dalton… vou deixar aqui um link da BBC sobre o contexto do colapso da ex-URSS e possível ingresso da Rússia na Otan. Talvez valha a pena reler “O fim da história”, de Fukuyama… tive a chance de ler lá em 94~96… faz tempo. https://www.bbc.com/portuguese/internacional-60702110 Por outro lado Dalton, vocẽ e o mundo mineral sabe que critico os EUA por seus erros e os admiro pelos seus acertos. Esta história que tudo é culpa dos EUA é um equívoco, assim como achar que tudo era culpa da URSS durante a Guerra Fria ou agora da Russia. Esta simplificação de achar… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
Dalton

Veja Camargo que você usou a palavra “ufanismo” ou seja na minha interpretação que se torna mais difícil por não estarmos pessoalmente nos comunicando, pareceu “impróprio”. . A Rússia queria que a OTAN rejeitasse a candidatura de países que uma vez estiveram sob jugo soviético só que esses países deveriam ter o direito de entrar para a OTAN e não apenas isso, entrar também para a União Europeia, algo que a Rússia também não via com bons olhos ou seja não foi apenas uma aliança militar e sim política. . A Rússia precisaria mudar muito para de fato fazer parte… Read more »

Camargoer.

Verdade…. exagerei… O colapso da ex-URSS foi tão rápido e impactante que parece ter distorcido a percepção da maioria das pessoas sobre o reordenamento mundial…. O tratado de Versalhes, que foi uma tentativa de reorganizar o mundo após o fim da I Guerra foi um fracasso a médio prazo.. mas isso é comentário de engenheiro de obra pronta. mas o clima na época de Clinton em torno da hegemonia dos EUA após o fim da guerra fria foi um complicador cujas consequências a gente só está percebendo agora (inclusive a ascensão fascista neste início de século). Lembro da pressão dos… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Camargoer.
Dalton

Camargo, meu cunhado literalmente fugiu da “cortina de ferro” na década de 1980, evitando também servir o “Pacto de Varsóvia”, foi para os EUA e prosperou, irmão e primos dele, ficaram, não prosperaram e deram “graças a Deus” quando a URSS implodiu e o país deles juntou-se à OTAN e a U.E. . Veja que milhares como meu cunhado tiveram sucesso na fuga e muitos outros milhares fracassaram na tentativa ou não tiveram coragem conforme outros relatos que tive acesso, mas o contrário ou seja pessoas querendo ir para o leste europeu não ocorreu. . Na minha humilde opinião muitos,… Read more »

Camargoer.

Olá Dalton

segue um link do governo dos EUA de 1997 sobre o ingresso da Russia na OTAN

https://1997-2001.state.gov/regions/eur/fs_nato_whitehouse.html

Camargoer.

Então… eu sempre comento aqui sobre o equívoco que é considerar a Russia com a ex-URSS. São coisas absolutamente distintas. Isso nada tem a ver com politicamente correto… mas tem a ver com uma razoável análise geopolítica. A propósito, o “politicamente correto” é apenas elevar um debate para níveis civilizados, bem diferente do escatológico falecido Olavo de Carvalho. Há algum tempo li um livro sobre como a vergonha coletiva mudou hábitos que pareciam normais, levando a um efetivo avanço civilizatório. Um dos capítulos era sobre a escravidão, que era aceita até meados do Sec.XIX, quanto o movimento antiescravagista levantou a… Read more »

Dalton

Camargo por maior que seja o seu conhecimento e respeito muito isso, você não vivenciou o que pessoas e nações vivenciaram no real durante a Guerra Fria e a Rússia para elas é a continuação da URSS o próprio Putin disse – com outras palavras – que o término dela foi um erro enorme. . Finlândia, Suécia e Ucrânia tentaram ficar “neutras” mesmo com um viés pró ocidental durante a Guerra Fria por parte das duas primeiras nações e não era apenas temor das armas mas sim da influência que a Rússia exercia dentro desses países que poderia incitar uma… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Tem dias em que não sobra muito tempo para os moderadores, que apenas aparam as arestas, apagando sumariamente os comentários que abusam de desobedecer as regras (com palavrões, xingamentos, ataques, propaganda política etc).

Mas aproveito a ocasião, já que os editores / moderadores foram mencionados, pra sugerir que foquem no tema da matéria.

JHF

Desculpas mil mas… Ukrania “neutra”? Ah tá bom. Depois deste jabutí fica difícil continuar a leitura.

Fernando

Bom dia Dalton. Vc esqueceu de mencionar que a propria OTAN havia prometido nao cooptar paises da antiga area de influencia da USRR, e quebrou esta promessa, cercando a Russia por todos os lados. Natural a reação da Russia, os USA tambem já tomaram a mesma atitude no passado.

Vitor Botafogo

concordo Dalton. A historia está aí em mil livros, mas infelizmente tentam reescrever com novas narrativas. quando o muro de Berlim caiu, pra que lado a população correu? simples resposta, o ocidente!

Rairo

Na geopolítica global não tem santo todos lutam por seus interesses isso é fato o mais forte influência os mais fracos

Fabio Araujo

Os apoios russos aos separatistas, chegando a enviar tropas, na Moldávia, na Geórgia e na Ucrânia que além de apoiar aos separatistas anexaram a Crimeia e depois fizeram uma segunda invasão. Essas atitudes da Rússia só aumentaram a desconfiança dos países que foram membros do pacto de Varsóvia e das ex-repúblicas soviéticas tinham da Rússia e como sozinhas elas não faziam frente a Rússia pediram para entrar na OTAN.

Camargoer.

Olá Dalton. È preciso lembrar que o Atlântico Sul e o Caribe são regiẽos livres de armas nucleares segundo um amplo tratado internacional assinado após a crise dos mísseis de Cuba.

Dalton

Independente disso Camargo, apenas “SSBNs” estão armados com armas nucleares a bordo e estes operam no Atlântico Norte onde seus mísseis
seriam mais “eficientes”.

Camargoer.

Verdade.. é curioso que a França manteve por muito tempo silos de mísseis nucleares nos Alpes (creio eram 14), que foram aposentados após o colapso da ex-URSS. Hoje, o poder nuclear da França esta em seus submarinos equipados com mísseis e com aviões. Creio que eles ainda oprerem o M2000N… não sei se o Rafale está homologado para levar armas nucleares.;

O ponto que acho importante é a migração do poder nuclear frances de mísseis em silos continentais por mísseis disparados de submarinos

Dalton

O que a França teve Camargo foram lançadores móveis para mísseis de curto alcance , nunca “ICBMs”.
.
Estes foram retirados de serviço décadas atrás e o Rafale sim está homologado para armas nucleares.

Last edited 1 mês atrás by daltonl
Rui Mendes

Não, teve silos de mísseis fixos no solo, e o míssil S3, tinha uma ogiva termonuclear, e o míssil era IRBM, com 3.500km alcance.
Teve antes outros mísseis como o S2.
O míssil nuclear táctico, que a França tinha e era móvel, era o pluton, que tinha só 100km alcance e pertencia ao exército Francês.
Actualmente só os Rafale, tem funções nucleares, o Mirage N, já não está ao serviço da França.
Os Rafale M da marinha Francesa no Charles de Gaulle e o Rafale B da força aérea, com os A-330 MRTT e por vezes também os E-3 awacs.

Dalton

Grato Rui, acertei em parte então, pois a França nunca teve “ICBMs” e sim “IRBMs”. . Quanto ao “Charles de Gaulle” o que se sabe é que ele nunca embarcou armas nucleares assim como os NAes da US Navy deixaram a muito de faze-lo portanto são os Rafales da Força Aérea regularmente taxados para essa função. . Uma das quotas que encontrei reproduzo abaixo: .  The aircraft carrier Charles de Gaulle does not usually carry nuclear weapons. The ASMPA for loading on the Rafale MF3 are stored at a terrestrial base, probably the Istres or Avord Air Base (Kristensen, Hans… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Mirage 2000N já foi desativado.

O braço aéreo da dissuasão nuclear francesa foi totalmente assumido por uma parte dos esquadrões equipados com o Rafale, equipados com mísseis da família ASMP (também fazem parte desse braço aéreo da dissuasão os aviões-tanque franceses).

Camargoer.

Valeu…

Fabio Araujo

Acho que já o Rafale já esta homologado para as armas nucleares francesas só não me lembro se fizeram uma versão nova do Rafale para usar as armas nucleares.

Marcelo

Os submarinos britânicos e americanos carregados de missil nucleares navega tranqüilamente pelo atlântico sul protegendo as bacias de petróleo dos britânico e americanos no atlântico sul.
Americano não respeitar tratado nenhum que vai contra seus interesse!!!

Dalton

Submarinos estratégicos costumam fazer “patrulhas de dissuasão” que duram normalmente 3 meses então eles retornam a base por um período de 5 semanas em média para troca de tripulações, pequena manutenção e novas provisões. . Não faria sentido passar 3 meses indo e voltando de suas bases no distante norte até às Falklands quando seus mísseis são muito mais eficientes se lançados do Atlântico Norte. . Nem mesmo submarinos nucleares armados com armas convencionais tem se aventurado pelo Atlântico Sul simplesmente porque há poucos deles e são mais necessários no Atlântico Norte, Mediterrâneo e Ártico e não é muito difícil… Read more »

Pedro I

Bom Dia, Marcelo
Por favor, não se ofenda nem interprete mal, apenas minha curiosidade crônica:
Você é brasileiro nativo?
Viveu muito tempo no exterior?

GuiBeck

O cara sabe disso… o que tá _____
_______

COMENTÁRIO EDITADO. NÃO DESVIE A DISCUSSÃO PARA ATAQUES PESSOAIS DE CARÁTER IDEOLÓGICO. MANTENHA O RESPEITO, DEBATA OS ARGUMENTOS SEM ATACAR AS PESSOAS.

LEIA AS REGRAS DO BLOG:
https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Gobira Emplumado

A OTAN tem-se mostrado, desde o princípio, uma aliança ofensiva na medida em que enche todo o entorno das fronteiras russas com bases militares. Quantas bases russas existem perto dos quintais americanos ou na Europa ocidental?

Paulo

Sem dúvida, afinal de contas se os russos aformaram que no submarino não há armas nucleares, então não há.

Hahahaha.

Chris

Cara… Ate o início da guerra. Nao havia nenhuma arma americana nos arredores da Rússia.. Em respeito aos acordos firmados !

So as da própria europa !

Acho impressionante como vocês acreditam na narrativa russa… Negando ate o que está na cara de todos…. Qdo a Rússia invadiu a Criméia… O governo da Ucrânia era pro-Russia (Alias, caiu exatamente por isso).

Last edited 1 mês atrás by Chris
Kornet

O pior da história é que a Crimeia nunca foi da Ucrânia,foi dada de presente por um ucraniano sem aval dos russos.
E Cuba,com seu regime detestável,tem um pedaço tomado pelos americanos,mas muitos vão dizer que os americanos estão certos e no seu direito.

Gerson Carvalho

Quem acredita em papai noel, tambem deve acreditar que um submarino nuclear de ataque não está transportando armas nucleares. O armamento padrão deste submarino são mísseis de cruzeiro Kalibr que podem ser armados com ogivas HE ou Termonuclear

Franz A. Neeracher

Prezado! São coisas distintas; um submarino nuclear de ataque pode de acordo com as circunstâncias possuir armas nucleares a bordo ou não….isso até um submarino diesel/elétrico pode fazer. Mas hoje em dia, não há necessidade de um SSN ou de um SSGN como nesse caso, levar armas nucleares, para isso um SSBN é melhor capacitado. Podemos ter 100% de garantia se esse “Kazan” possui mísseis com ogivas nucleares a bordo?? Não, não podemos ter, isso é uma informação confidencial por parte dos russos. Por parte dos armamentos, além do “Kalibr” eles tb levam o “Oniks” e torpedos…..no futuro, planeja-se incorparar… Read more »

adriano Madureira

Quem garante que o Admiral Gorshkov não leva mísseis com capacidade nuclear?

Ele carrega mísseis hipersônico Zirkon e certamente os mísseis Kalibr que são convencionais e nucleares.

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Fernando Vieira

Seria irônico se esse míssil Paketa fosse disparado contra a Ilha de Paquetá
(Desculpe)

Camargoer.

Seria legal se esta força tarefa descesse até aqui perto para um exercício conjunto com a MB,

Vitor Botafogo

Ja basta a inconveniencia da visita da frota iraniana. Não precisamos disso agora. A Economia já esta colpasando e você quer uma turbulência politica internacional pra apimentar nosso iminente desastre?

Alexandre

Agora foi demais! Economia colapsando!!!!!???? O falta de v$rgonh@!!!!!
Desonestidade intelectual tem limite!!!!!

José de Souza

Pô, o cara tem “Botafogo” no nick, não dá pra esperar muito dele…

Carlos Campos

Olha a sistuação economica está ruim, mas graças a Deus ainda não está perto de colapsar, se eu não já teria vendido minha casa e mudado para Europa

Fernando

Se a situação economica está ruim agora, com as taxas de desemprego e inflação sendo as menores nos ultimos 10 anos, e os indices positivos de comercio exterior e PIB sendo os maiores no mesmo periodo, o que dizer se comparamos com dois anos atras??

JHF

Suspeito o tamanho da fila dos interessados em visitar o porta-aviões americano seria o mesmo que os interessados em visitar o sub-nuclear russo. Já a ideia de que “tudo bem marinha OTAN; nananina não Iranianos e russos” é muito colonizada para meu gosto. De interesse próprios diversos deverão ser feitos os países do “Top 10”. O Brasil aspira politicamente faz tempo mas, o balde de caranguejo interno trabalha contra…..

Fernando

Economia colapsando?? Vc quer dizer nos USA, certo? E por que uma visita russa “apimentaria” nosso “iminente desastre”, mas uma visita americana não o faria?

Franz A. Neeracher

Caramba….o “Kazan”…..novinho em folha!!!!

Zehpedro

Quiz: qual seria o motivo de levar um rebocador junto no rolezinho por Cuba?

Franz A. Neeracher

Não só para Cuba; geralmente em qualquer comissão para longe, os russos sempre levam um rebocador junto.

Receio de ocorrer uma avaria e não ter um porto de uma nação amiga por perto onde eventuais reparos poderiam ser feitos.

Burgos

Bom dia Franz;
Essa medida meio que virou uma norma na Marinha deles, haja visto que na participação da Marinha Russa em operações conjuntas com outras Marinhas no Estreito de Taiwan, parece que 2 navios russos ficaram a “matroca” em alto mar e a operação continuou deixando eles pra trás.

Franz A. Neeracher

Oi Burgos

Eu não diria que virou uma norma da marinha russa….é uma regra deles.

Já era assim na época da URSS e do Pacto de Varsóvia.

Burgos

Se vem desde do pacto de Varsóvia então eles já fazem isso faz tempo então 👍

Dalton

Essa pergunta já foi feita antes e muitos responderam de forma depreciativa, como se navio russo precisasse ser constantemente rebocado o que não é verdade.
.
A Rússia não conta com muitas bases e aliados ao longo de determinadas rotas, assim
um grande rebocador que também tem outras funções como navio oficina, auxiliar em possíveis incêndios, servir como “hospital” etc, é enviado junto.

Felipe

Como minha avó constumava dizer: “um homem previnido vale por dois…”.

Alex Barreto Cypriano

Que chatice: desde quando os EUA não estiveram ao alcance dos SSBNs e ICBMs russos pra agora se sentirem ameaçados por visita à Cuba? Estamos ainda nos 1960 onde mísseis em Cuba seriam uma vantagem do bloco opositor? Bobagem. Muito mais grave é Putin, por Talião, ameaçar colocar armas (talvez nucleares) russas na mão de desafetos do ocidente. Tangencialmente, a pressão do ‘ocidente’ sobre o Brasil vai crescer muito – é um BRICS no quintal, perto demais pra deixar solto – e o elo mais frágil da corrente. Quem quer que comande essa terrinha nossa que abra o olho e… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Alex Barreto Cypriano
Esteves

De volta ao passado…

Camargoer.

PROJETO Filadélfia…

Macgaren

CAlma

cerberosph

Podem estar levando misses convencionais de longo alcance para Cuba. Putin declarou que se os EUA podem fornecer misses que podem atacar território da Rússia à Ucrânia eles iriam fornecer misses que podem atacar bases da otan e dos EUA a seus inimigos.

Camargoer.

Levar Armas em um submarino e avisar todo mundo?

Ficava mais fácil mandar de avião…

Fabio Araujo

Vão só para Cuba ou vão depois visitar outros países tipo Venezuela?

Jagderband#44

Sempre aquele rebocador junto

FABIO MAX MARSCHNER MAYER

A bela fragata Admiral Gorschkov!

Carlos Pietro

Essa fragata Russa da foto acima, é linda e parece ser muito bem equipada.

Carlos Roberto Pereira

Isso esta cheirando a problema, esses navios perto dos EUA, pode servir de apoio pra controlar a distância, focalizar alvos , com mais precisão, tudo em guerra tem estrategia, a russia nao e besta nao, agora ! Cuba colocou o deles na reta, aceitando essa talves armadilha, vamos ver o resultado disso, esses caras nao vieram em vão nao , tomara que eu esteja mentindo

Last edited 1 mês atrás by Carlos Roberto Pereira
Dalton

Voltando ao assunto “navios russos em Cuba” veja Carlos, que não há previsão de haver um rodízio de unidades russas no Caribe, muito menos – o que seria ideal – basear unidades permanentemente em Cuba para daí sim haver a “persistência” necessária para o que você afirmou. . Estas 4 unidades, duas das quais “auxiliares” em breve retornarão, talvez façam uma visita à Venezuela e só. . Causa um certo “espanto” o envio do “SSGN” para um país tão pobre, certamente a marinha cubana não poderá tirar proveito nenhum de um treinamento com ele então “mostrar a bandeira” é uma… Read more »

Orivaldo

Uma pena essa belezinha não conseguir chegar ao mar negro para auxiliar a Guarda Costeira Russa na região

Macgaren

O rastro de fumaça furtiva será visto de longe

Dalton

Só como curiosidade, ano passado um submarino nuclear da US Navy visitou Cuba o USS Pasadena (SSN 752), obviamente em Guantánamo, causando críticas por parte do governo cubano por ser uma provocação desnecessária – nada a ver as Bahamas ao norte são uma área de testes para submarinos – depois de uns poucos dias seguiu viagem.

Camargoer.

Nós anos recentes o Brasil recebeu a visita de navios dos EUA, da França, do Irã, da Rússia e provavelmente outros que nem fiquei sabendo…

Carlos Campos

Ao invés de dar tiros, deviam levar comida e fazer uma refinaria, o aliado deles tá morrendo de forma lenta e dolorosa

Fernando

Tá falando dos palestinos?

Bispo

Gostaria de visitar o Kazan 🤩

Eduardo Lima

O quê Cuba deseja! Um petroleiro, navios com alimentos.

Fabio

O submarino nuclear está sem armas nucleares, eu li isso nos comentários kkkkk
Se os Russos falaram que não tem ou não vão fazer é porque tem e vão fazer, faz parte da intimidação e estratégia Russa, por exemplo: “não vamos atacar a Ucrânia…”