Corte de chapa para a construção de seção preliminar do casco do submarino de propulsão nuclear ‘Álvaro Alberto’

123

Corte da Seção C Preliminar do casco resistente representa um passo relevante para o início da construção do Submarino, previsto para 2025

Na última quarta-feira (12), a Marinha do Brasil (MB) realizou o primeiro corte de chapa, para a construção das cavernas da Seção C Preliminar, do casco resistente do Submarino Nuclear Convencionalmente Armado, o “Álvaro Alberto”, nas instalações da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), no Complexo Naval de Itaguaí (RJ).

Com início da construção previsto para 2025, o Submarino Nuclear Convencionalmente Armado “Álvaro Alberto” é o objeto precípuo do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que representará um incremento, sem precedentes, no Poder Naval brasileiro e, em decorrência, na Defesa Nacional. O corte da chapa, ocorrido esta semana, representa a retomada da construção de cascos resistentes pela Itaguaí Construções Navais (ICN), sendo um importante marco no processo construtivo do Submarino, em especial, porque a Seção C corresponde à região onde haverá a geração de energia propulsiva, impactando diretamente em sua complexidade estrutural.

A Seção C Preliminar consiste em uma das atividades críticas ao longo do processo construtivo, representando a primeira atividade de construção do casco, como o resultado parcial do processo de homologação obtido até o momento.

Na última quarta-feira (12), a Marinha do Brasil (MB) realizou o primeiro corte de chapa, para a construção das cavernas da Seção C Preliminar, do casco resistente do Submarino Nuclear Convencionalmente Armado, o “Álvaro Alberto”, nas instalações da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM), no Complexo Naval de Itaguaí (RJ).

Com início da construção previsto para 2025, o Submarino Nuclear Convencionalmente Armado “Álvaro Alberto” é o objeto precípuo do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que representará um incremento, sem precedentes, no Poder Naval brasileiro e, em decorrência, na Defesa Nacional.

O corte da chapa, ocorrido esta semana, representa a retomada da construção de cascos resistentes pela Itaguaí Construções Navais (ICN), sendo um importante marco no processo construtivo do Submarino, em especial, porque a Seção C corresponde à região onde haverá a geração de energia propulsiva, impactando diretamente em sua complexidade estrutural.

A Seção C Preliminar consiste em uma das atividades críticas ao longo do processo construtivo, representando a primeira atividade de construção do casco, como o resultado parcial do processo de homologação obtido até o momento.

A tarefa foi iniciada pelos operários da ICN, com a presença de representantes da MB, como Autoridade de Projeto. Participaram integrantes da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, da Secretaria Naval de Segurança Nuclear e Qualidade e da Diretoria de Engenharia Naval.

Visão em corte simplificada do Submarino Convencionalmente Armado de Propulsão Nuclear (SCPN)

 

Submarino Nuclear Convencionalmente Armado

No âmbito do PROSUB, o desenvolvimento tecnológico e a construção do primeiro Submarino Convencionalmente Armado com Propulsão Nuclear (SCPN, anteriormente designado SN-BR), objeto principal de todo o Programa, representa diferentes desafios para o Brasil. Trata-se de um meio naval que demanda alta tecnologia e congrega a complexidade, inerente ao projeto de um submarino, assim como os desafios de desenvolver a tecnologia nuclear para o projeto e a fabricação do seu reator e de toda Planta Nuclear Embarcada (PNE).

Em Iperó (SP), a MB constrói o laboratório de geração de energia nucleoelétrica, com o objetivo principal de validar, de forma segura, a operação do reator de propulsão naval e dos diversos sistemas eletromecânicos e de controle a ele integrados.

Esse laboratório é um projeto de desenvolvimento único e inédito no País, que envolve desafios, pesquisas e inovação, realizados por brasileiros. Ao final dos testes, um reator similar ao certificado será montado e instalado no Submarino “Álvaro Alberto”, desta vez, no Complexo Naval de Itaguaí. Nesse complexo também serão construídas as instalações e os diques secos, específicos para o processo construtivo e para a manutenção dos submarinos com propulsão nuclear. Todo esse desenvolvimento nacional possui a capacidade de proporcionar arrastos tecnológicos e benefícios em diversas áreas de interesse da sociedade brasileira.

No contexto do Ciclo do Combustível Nuclear, o domínio do enriquecimento de urânio, conquistado em 1988, com tecnologia 100% brasileira e que vem sendo aprimorada ao longo dos anos, contribui com a produção de equipamentos para a empresa Indústrias Nucleares do Brasil.

A participação das universidades, dos institutos de pesquisas e da indústria nacional na execução das atividades do PROSUB assegura a disseminação no Brasil de conhecimentos essenciais ao setor nuclear. Sob o ponto de vista social, contribui para a promoção de benefícios na área de saúde, agricultura e segurança alimentar, com destaque também na capacitação de técnicos e engenheiros em área sensível do conhecimento, como a nuclear.

PROSUB

Com o fim de proteger a Amazônia Azul e garantir a soberania brasileira no mar, a MB tem procurado investir na expansão da Força Naval e no desenvolvimento da indústria de Defesa. A Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, estabeleceu que o Brasil dispusesse de uma “força naval de envergadura”, o que motivou a concepção do PROSUB com a construção de quatro submarinos com propulsão diesel-elétrica em território nacional. Além da modernização da Força de Submarinos da MB, o Programa propiciará a capacitação do País para a construção do seu primeiro Submarino Convencionalmente Armado com Propulsão Nuclear.

Desde então, já foram prontificados os submarinos “Riachuelo” (S40) e “Humaitá” (S41) e o “Tonelero” (S42). Ainda estão previstas a entrega de mais um submarino convencional, o “Angostura” (S43); e a construção do Submarino Brasileiro Nuclear Convencionalmente Armado “Álvaro Alberto”.

Submarino Riachuelo, o primeiro submarino de propulsão diesel-elétrica do Prosub

FONTE: Agência Marinha de Notícias

Subscribe
Notify of
guest

123 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Moriah

Antes (bem) tarde que nunca… Segue o barco, porque 2028 tá chegando…

Matheus

4 anos, ainda dá tempo.

orivaldo

de cortar outra chapa sem duvidas

Moriah

a questão não é o subnuc, é a escolta.

francisco

Vão atrasar ao máximo e quando estiver quase pronto, abandonam e compram qualquer porcaria usada. Aqui negocio bom é comprar sucatas.

Camargoer.

Que legal… acho que a homologação do reator do Labgene deve ser em breve.

Abner

Camargoer, o que pensa sobre o Álvaro Alberto ser utilizado mais como um laboratório de teste do que ser usado como meio de emprego real ?

Penso que ele será mais usado para P&D e etc.

Camargoer.

Se fosse um protótipo como o Nautilus, que operou menos de 10 anos, eu concordaria. Contudo, o SN10 parte de um patamar muito acima de um protótipo, ainda que seja o cabeça de série. Acredito que o SN10 irá operar com efetividade, cabendo ao Labgente ser a plataforma de testes do sistema de propulsão. O projeto do SN10 é derivado de um submarino francês bastante maduro. Claro que sendo o cabeça de série, o SN10 servirá também como meio desenvolvedor. Eu acredito que após o SN10 virá toda uma classe de submarinos nucleares, sendo que o SN11 será muto parecido… Read more »

Abner

Entendi seu ponto e pensamento.

Olhando desse ponto, realmente espero que ele seja mais ativo.

E não menos como meio ” Desenvolvedor de classe “

Dalton

Oi Camargo, o “Nautilus” foi comissionado em 1954 e descomissionado em 1980
portanto, serviu por 26 anos, não menos de 10 e como muitos aqui sabem foi transformado em um submarino museu que vale muito a pena visitar.

Camargoer.

Opa.. valeu.
bug cerebral….

Franz A. Neeracher
Wellington R. Soares

Que otimismo invejável rsrrr…SN11, SN12…SN13 rsrr…
Sinceramente não acredito nem um pouco que o Brasil terá capacidade para operar mais que um Sub Nuc.
Aqui até equipamentos mais “simples e baratos” são em quantidades minúsculas (sub convencional, fragatas, até patrulhas de 500 nós não conseguimos fabricar em quantidades maiores).
Espero que tudo dê certo, mas pelas décadas de FAs Brasileiras, não vai passar do SN10.

Camargoer.

Gramsci escreveu que é necessário ser “pessimista na ideia, otimista na ação”, mas talvez seja um conceito que demandaria estudar Gramsci com algum otimismo.

Elias

Antonio gramsci …usar a falibilidade humana e assim manipula-la para conquistar e manter o poder aa qqer custo.. para mim não é uma evolução e sim um obstáculo gigantesco para o futuro da humanidade..

Moriah

Exatamente. Depois do AA, após anos iniciais de operação, uma classe com modificações e atualizações se fará presente. Aí sim, o ICN fará jus ao investimento.

Moriah

A esse respeito, penso que a escolha de ter somente uma unidade tem exatamente a ver com a experiência operacional da MB com o AA. Este submarino está em outra escala de tecnologia e de segurança. Ainda que a MB pense em usá-lo como os demais, acredito que deveria haver uma cultura de dissuasão aí. A operação do AA tem de ser diferente dos SBR, classificada e com tripulações específicas. Potentados estrangeiros certamente vão “acompanhar de perto seu progresso”… como dizia Palpatine.

carvalho2008

veremos quem chega primeiro……australianos ou brasileiros………

carvalho2008

Mestre Abner, todo primeiro modelo do que quer que seja, é um prototipo. e um prototipo usado em situação real, é tambem um modelo operacional com expectativa de emprego por decadas. Exceto as dimensões absurdamente maiores do Alvaro Alberto em relação aos Classe Riachuelo, o desafio e teste, de fato, ficam apenas no grupo motriz nuclear. De resto, com ou sem GAP, o fato é que o Brasil opera submarinos a decadas, e o Alvaro Alberto chega após a construção local de 7 SSK´s ao longo dos anos….dentre as Nações, conta-se nos dedos de uma mão, paises que reunam todo… Read more »

MMerlin

Camargoer
Quem está financiando o LABGENE?
MD via e MB e MCTI via FINEP?
Sei que o foco prioritário do FINEP é o RMB.
E a MB é o pai do programa nuclear brasileiro.

Camargoer.

Acho, e observe que acho, que é a própria MB. Creio também que parte dos recursos para o reator e sistema de simulação foi pago com recursos do financiamento do ProSub.

Não creio que a FINEP esteja financiando o reator naval de uso militar, ainda que ela financie projetos na industria de defesa para desenvolvimento de armas (como o ManSup).

mas teria que averiguar mesmo.

MMerlin

Pois é. Tentei encontrar essa informação em fonte oficial e não achei.
Muito envolvido mas, ao que parece, praticamente mantido pelo orçamento da MB.
Um projeto desse, com tão amplo uso, deveria ser diluído em mais de uma pasta.

Camargoer.

O problema principal é o subfinanciamento da FAB e da MB em relação ao EB.. acho que é preciso repensar a distribuição de 25-25-50 para 30-30-40 do orçamento de defesa

carvalho2008

é enfadonho continuar observando 1/3 de torcedores contra o Brasil…..mesmo camuflados sob debatedores……como ser negativo a uma constatação que o programa prossegue….?industria do deslike como saudação a preguiça argumentativa….

Emmanuel

O sonho tornando-se realidade.
O que acontecerá com o orçamento da MB só o futuro dirá.
Por enquanto, que se concentre na construção do navio, mesmo eu sendo contrário a ele.

F-39 Gripen

Acho que um país que planeja operar submarinos nucleares não pode ter 70% do orçamento comprometido com pensões, é urgente uma reforma….

Marcelo Andrade

Reforma Administrativa vc quer dizer pois se olhar o orçamento da União como um todo vai ver o tamanho do vespeiro. Quem tem coragem ?

Samuel Asafe

Reforma administrativa sim, mas no topo da pirâmide. Botar o custo do ajuste fiscal no lombo de professores, enfermeiros e policiais é muito mais fácil do que combater a servidoria público do legislativo e judiciário. E é claro, mantendo a estabilidade; todos que trabalham em uma instituição pública sabem do valor que um servidor efetivo tem nos dias de hoje, isso não pode mudar.

Vitor Botafogo

pois é, é cansativo esse tipo de comentário. Se reforma administrativa englobasse o judiciário e executivo, sobraria dinheiro pra muita coisa. O Problema está é no Orçamento e despesas obrigatórias e os sucessivos contingenciamentos. Defesa deveria ser plurianual como projeto de estado.

BR Paraná

O problema está no cidadão que continua elegendo sempre os mesmos, e permite que a política se transformasse em negócio de família, tem deputado federal no sexto mandato e nunca fez nada de bom ao Brasil, outros se elegem ao senado e seus filhos a deputado federal, e assim por diante.

Alex Rocha

Engano nobre Paraná. O atual sistema político brasileiro é falido e ineficiente. Mais da metade dos parlamentares que estão lá foram eleitos por votos indiretos e não por votos diretos. Foram favorecidos por coligações partidárias. O problema do país não é político. O político é consequência. O problema do nosso país é cultural. Como diz o ditado o buraco é mais embaixo. Pro nosso país melhorar precisar mudar muita coisa na base. Hoje só vemos o aparente, mas tem muita coisa acontecendo por debaixo dos panos que fazem o país estar onde está. Quem acha que o executivo manda alguma… Read more »

Camargoer.

Pelo contrário. Culpar o cidadão que vota é como culpar a vítima. Os militares durante o regime militar afirmavam que o povo não sabe votar porque votava nos candidatos da oposição, o que na visão deles justificava as eleições indireta ou mesmo o fim das eleições.

Agora, seria importante discutir a organização partidária, como os partidos são financiados e como os partidos escolhem seus candidatos.

As pessoas votam nos candidatos apresentados pelos partidos.

carvalho2008

Não existem inocentes, mestre camargoer, o conjunto de valores sociais, elege o conjunto de valores legislativo e executivo…é um ciclo de purga e purgar seus erros são obrigatorios ao aprendizado….pode-se aprender com os erros dos outros, pode-se aprender com os proprios erros, mas os erros de hoje representam lições purgatorios de decisões de passado, assim como purgaremos erros no futuro por erros de decisões do presente…

Não há coitadinhos….pode parar por ai….se achamos algumas coisas normais e contemporizamos com elas…então…somos parte do problema sim…e grande…..

Camargoer.

Existem três tipos de despesas obrigatórias.. 1. precatórios e dívida pública. 2. salários dos servidores públicos e os benefícios previdenciários. 3. gastos com saúde e educação

Sem as vinculação orçamentária, os primeiros setores que perderiam recursos seriam os gastos com educação e saúde. A garantia que estes dois setores continuarão sendo financiados com recursos públicos é a vinculação.

Fernando

Por que só o Judiciario e o Executivo? Por que nao o Legislativo? O maior ralo de recursos no paí é exatamente o congresso.

Fabio

E vc acha que os militares vão se conscientizar e se auto reformar

Last edited 29 dias atrás by Fabio
Camargoer.

São mais de 30 anos após a redemocratização e da promulgação da CF88 e os militares foram incapazes de uma reforma.

Esta reforma terá que ser feita de fora para dentro, a partir dos civis. Caso contrário, as forças armadas colapsarão.

Esteves

Vão tocando a vida pedindo capitalização. Um programa aqui, outro ali. Usam a faltam de recursos para pressionar os governos.

Se o orçamento dos militares fosse racional com as despesas com custeios de pessoal entre 50% a 60% teriam que mostrar resultados. Sem recursos sempre tem a desculpinha que não há dinheiro.

Last edited 28 dias atrás by Esteves
Heinz

concordo em uma reforma nas FA, mas os outros entes também tem que acompanhar, principalmente o judiciário.

Fernando Vieira

Exatamente. Podemos criticar aqui as pensões dos militares mas juiz tirando um milhão em um mês deveria ser crime.

Heinz

Digai, isso é absurdo. E como punição ele foi aposentado com mais de 30 k por mês. Mas o problema pior são os militares, não é mesmo?kkkk

Fernando

E um deputado tirando tres milhões por mes nao deveria??

Camargoer.

Heinz.. Estamos em um blog sobre defesa. Neste contexto, é fundamental discutir os gastos militares, inclusive com pessoal ativo e inativo. Por isso é preciso discutir o modelo previdenciário militar. Agora, existem outras torneiras abertas nos gastos públicos que precisam ser fechadas, mas isso demandaria uma ampla discussão que deveria incluir os salários e modelo previdenciário do poder judiciário e do ministério público, os gastos de custeio do judiciário, discutir a extinção da polícia rodoviária federal que custa mais que a polícia federal, discutir a questão dos juros da dívida que consomem a maior parte dos recursos públicos e se… Read more »

Fernando

Camargo, pior ainda que os salarios e modelo previdenciario do Judiciario, são estas mesmas rubricas do Legislativo. É inconcebivel a quantidade de beneficios de um deputado. Só por curiosidade, veja qual é o salario e quais os beneficios de um congressista na Dinamarca. Aqui a farra do boi é geral!!!

Camargoer.

Então.. antes que o Nunão (sempre ele) peça para voltar ao tema, foi como eu disse. Existem inúmeras torneiras que precisam ser fechadas e que estão vazando há décadas… e ficar atento para evitar que novas torneiras sejam abertas.

Acho que todas são importantes.. nem precisa comparar com outros países. Tem coisas que estão obviamente desequilibradas..

Santamariense

“… discutir a extinção da polícia rodoviária federal…” Ah, é?!?! Mesmo que eu considere muitos policiais da PRF arrogantes nas abordagens e presunçosos, eu gostaria que tu dissesse como seria feito o patrulhamento e a segurança nas rodovias federais. Tu quer passar para os estados? Ora, por favor. Eles mal tem dinheiro para manter suas próprias polícias patrulhando as rodovias estaduais. “… Devemos discutir os subsídios, como por exemplo a tal desoneração da folha…” Tu tem teu salário garantido. Mas, a maioria da população é da iniciativa privada e a desoneração ocorre em empresas nos principais setores da economia. Portanto,… Read more »

carvalho2008

Metre Camargoer, o proprio amigo é parece ter o vicio de establishiment, quando se fala de caminhos previdenciarios que podem ser adotados, mesmo quando ciente e cientificado que qualquer coisa neste sentido, encontra-se dentro do campo de repactuação social e por consequencia tal como qualquer centavo ou direito neste sentido, necessario e legalizado mediante alteração constitucional…quando se põe alternativas tal como já ilustrei, o amigo cede a tentação de auto preservação de direitos adquiridos de serviço publico, especificamente o capitulo “Ingresso concursado” e nega que isto pode ser alterado constitucionalmente para viabilizar que os militares em aposentadoria precoce sejam transferidos… Read more »

Fernando

Por que principalmente o Judiciario? O maior ralo de recursos é exatamente o congresso.

Lonely Beatle

F-39, não há nenhuma possibilidade de um país ter FA respeitaveis com um gasto risível de 1,1% do PIB em Defesa. Esse papo de proporção de gastos em pessoal é raso como um pires. Gastamos 78% do Orçamento em Defesa, correto. Se o Orçamento pra Defesa, através de aquisição de um segundo lote de Gripens, Tamandarés, NPa500 ton e afins fosse pra frente e passássemos a gastar 2% do PIB, automaticamente o gasto com pessoal passaria para 43%. A questão é que a Defesa recebeu, na média da Nova República, 1,5% do PIB e agora perdeu mais de 20% desse… Read more »

carvalho2008

correto, é a famosa regra de très…..do ginasio……se o orçamento vale 4 reais, 50% de pessoal, quanto vc gasta de pessoal? = R$ 2 reais….

se ao longo dos anos voce corta 25% do Orçamento original ou histórico de R$ 4,00….quantos % a fração de gasto de pessoal obrigatorio passa a representar sob o total? 66%% oras…e dai vai….isto não quer dizer que não existam desvios ou desperdicios de gastos….mas não representa a maior questão mesmo sendo uma delas….

Waldir

Sem entrar no mérito se o volume com pensões é muito ou pouco e se atendo a matemática, se gastamos 70 com pensões em um orçamento de 100, teremos 70% em pensões. Já se o orçamento fosse 140 e as pensões 70, elas representariam 50% do orçamento. A base em % nem sempre é verdadeira pois depende com qual número total vc compara. Como iniciei o comentário, sem entrar no mérito do volume gasto em pensões. Sei que a previdência militar é hiper deficitária. O que pesa muito no Brasil é o volume que gastamos com a máquina pública em… Read more »

carvalho2008

Lembrando que o problema real de pensões em seu continuo surgimento de novas, já foi cortado…. Nem precisa de lei ….é como falei noutro totipo…o Brasil não precisa de lei, apenas o restabelecimento da moral aplicando a lei que já existe….não é um problema de lei, é um problema moral e de complacencia moral….basta auditar as pensões….existem as reais e fraudes….falsas filhas solteiras, falsas viuvas solteiras…..etc…. E isto não é somente na pensão militar…todo o INSS…afinal, o Governo atual não espera reduzir em R$ 22 Bilhões das contas do INSS com as falsas pensões….? Até conta tem….até estimativa tem…todo mundo… Read more »

Bernardo Santos

2040 tá pronto….

Esteves

Não tem nada mais teimoso. Começou em 1959 como desejo, virou programa (reator para o submarino) em 1979 e engatou nos Scorpenes em 2008.

A mulher tá certa.

– Se tu escolhesse mulher como escolhe mostarda não tinha feito tanta besteira.

FERNANDO

Antes já tarde, do que nunca.

A C

Meu caro Fernando,
eu diria “antes nunca do que tarde”. Veja o meu outro comentario que explico o porque.

Salomon

Existem outros subs “nucleares convencionalmente armados” no mundo?

Abner

Posso estar errado.

Submarino Nuclear Lançador de Mísseis de Cruzeiro (SSGN). Os Estados Unidos adaptou 4 submarinos nucleares SSBN da Classe Ohio para SSGN.

O pessoal aqui pode esclarecer melhor.

Santamariense

Todos os SSN dos EUA, por exemplo, são “nucleares e convencionalmente armados”, classes Los Angeles, Seawolf e Virgínia. Os que são “nuclearmente armados” são os SSBN, classe Ohio. Se eu escrevi bobagem, me corrijam, por favor.

Camargoer.

Sim.

Willber Rodrigues

Sim, como os subs da classe Yasen russa.
Nem todo sub nuclear é do tipo SSBM, lançador de mísseis balísticos.

Fernando "Nunão" De Martini

A maioria dos submarinos de propulsão nuclear existentes é armada com torpedos, mísseis antinavio e mísseis de cruzeiro com cargas explosivas convencionais (sem artefatos nucleares).

A questão aqui é só de denominação. A MB, por várias razões, escolheu chamar assim. O Japão é outro país que identifica seus navios de formas estranhas, também por seus próprios motivos de política interna e externa.

Dalton

A maioria é “convencionalmente armada”, na US Navy há as classes Los Angeles, Seawolf e Virgínia classificados como “SSNs” e 4 ex SSBNs convertidos em “SSGNs”, todos armados com torpedos e mísseis Tomahawk.

mattos

a quantidade de submarinos e fragatas é uma piada

Fábio CDC

O que existe na MB que não é uma piada?

Bernardo Santos

Nada

Esteves

O Comandante e os 3 Sobrinhos do Comandante.

Nilson

Imagino que esta seção preliminar C seja algo proporcionalmente pequeno, passível de construção pela própria ICN, na UFEM. Se fosse algo pesado teria que ser construído na Nuclep, que tem o maquinário adequado. Ou estou enganado?

A C

Caramba… ainda dah tempo de parar. Prosseguir com esse projeto serah um erro financeiro irreparavel para a MB. Jah falei e repito: a questao nao eh o valor militar de um SubNuc. Isso eh ponto pacifico e acho que todos aqui concordamos. Mas nao dah para levar a serio uma Forca que ainda voa A4, sonha com PA, nao tem escoltas ou navios de superficie o suficiente, nao tem como assegurar a construcao de outros Sub convencionais, tem uma folha de pessoal inflada. Tudo isso soh para comecar pois na MB, ateh o passado eh incerto. Mas tudo bem, vamos… Read more »

Fernando

Colega, por pessoas com pensamentos iguais aos seus, que ainda somos terceiro mundo. Nada agrada e quando fazemos algo novo, crítica dizendo que falta tudo. Sabemos que não temos todos os meios navais, aéreos e terrestres que precisamos, mas não devemos boicotar o que está sendo feito

Atirador 33

Fernando, o amigo A C fez considerações pertinentes, ele não falou nenhum “groselha”, a situação orcamentaria das forças são caóticas, e não temos num horizonte ainda que tardio, uma perspectiva de melhora, cada vez mais ingressantes nas academias de militares, cada vez mais reformas de militares, e número muito alto de oficiais de alta patente com suas promoções, “pensoes as filhas” ainda é o menor dos problemas. Ele foi muito acertivo quando menciona problemas de orçamento para a operação eficiente desse meio. A África do Sul é um exemplo do que o A C mencionou, comprou Gripens e precisou estoca-los… Read more »

Esteves

Temos esse problema da letargia. Da demora. Tudo aqui depende do andamento de contratos burocráticos. Mudam governantes, quem chega pensa diferente de quem saiu. As importâncias tornam-se urgências.

Se tudo for urgente…nada anda.

EduardoSP

Prezado, me parece que o comentário acima é muito adequado. Não basta fazer, é preciso manter. Isso vale para ruas, pontes, hospitais e equipamentos militares. Criticamos tanto os políticos porque muitas coisas no serviço público não funcionam e na maioria das vezes o grande problema é que as diversas infraestruturas construídas não são mantidas adequadamente. Isso acontece também no meio militar, que é apenas mais uma burocracia pública. Unidades dos submarinos classe Tupi e das corvetas Barroso ficaram paradas muitos e muitos anos porque não havia recursos para manutenção. Na FAB os Mirage 2000 foram desativados, entre outras coisas, porque… Read more »

Last edited 28 dias atrás by EduardoSP
Eduardo Anunciação

Concordo contigo, não devemos ter complexo de vira lata e ficar parado sem agir. Temos que dar a partida agora para não ficar no caminho vendo a banda passar. Se deixamos de começar não vai ter recurso liberado e se começarmos agora serve de pressão para a liberação de recursos.

Nilo

A FAB ainda voa com o F-5, também não vai dar certo o Gripen, o Centro de desenvolvimento em Gavião Peixoto também será um fracasso. Rsrsrs

Esteves

Pois é. Vai buscar tecnologia fora, criticam. Desenvolve tecnologia aqui, criticam.

O conhecimento e o domínio sobre a propulsão nuclear é mandatário. Até para se ter certeza.

Camargoer.

Pois é… lembrei do Smurf Zangado

comment image

Last edited 27 dias atrás by Camargoer.
Eduardo Anunciação

Sobre o uso do F-5 pela FAB, diversos países pelo mundo afora, inclusive os Estados Unidos também usam. Também citado pelo Nilo aqui, o F-4 ainda é utilizado por diversos países em suas forças armadas inclusive, também, pelos Estados Unidos. Os da MB foram atualizados recentemente.

Franz A. Neeracher

Os EUA não usam mais o F-4.

No Brasil nenhuma Arma utilizou o F-4…..talvez vc esteja se confundindo com o A-4??

Dalton

Você não está errado quanto ao uso do “F-5” pelos EUA até hoje, só que ele é usado para simular adversários, o que eles chamam “Aggressor Squadrons” na US Navy e também “USMC”.

Esteves

Para construir um navio autóctone precisa saber fazer a propulsão. Não sabemos. Não temos competência para a construção de grandes máquinas diesel. O futuro pode ser propulsão híbrida com reatores menores e mais eficientes.

O tempo dirá. Por enquanto precisamos saber fazer ao menos mover o navio.

ChinEs

A França vai ajudar o Brasil a ter o Submarino Nuclear, mas para isso o Brasil têm que se alinhar politicamente, essa neutralidade no casa da Ucrânia vai complicar muito.

Esteves

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Vide comentário do Nilo.

Paulo

‘Convencionalmente armado’ adorei a submissão ao império

Dalton

Não é “submissão” , já li sobre submarinos das classe Virginia e Astute sendo referidos na mídia em inglês como “conventional armed nuclear submarines”, trata-se de uma tentativa de informar melhor o público normalmente leigo sobre assuntos de defesa.
.
A classificação “SSN” usada pela US Navy simplesmente se traduz por submarino (SS) de propulsão nuclear (N) embora se veja também termos como “ataque”, “caçador-matador”.

Nilo

Delegação de alto nível no dia deste deste mês esteve no Brasil, o foco é parceria entre a Rosatom e a Nuclep inclui o desenvolvimento de novas tecnologias nucleares, a construção de reatores mais eficientes e seguros, e o apoio mútuo em pesquisas e desenvolvimento no campo da energia nuclear. Esta colaboração é vista como um passo crucial para o Brasil.

Esteves

Esteves. Parece um bom caminho.

Jagder

Paradoxo: na mesma marinha temos uma máquina de corte de aço HSLA 80 a frio, e uma corvetinha de 70 anos ao mesmo tempo.

Esteves

Corte e dobra. Não dá pra dobrar a quente.

Jagderband#44

A quente não se dobra aço apenas se as aplicações as quais se destina o material não levam em consideração mudanças nas propriedades mecânicas. Mas você tem razão, o termo “a quente” significa que o aço está no campo austenítico, implicando em precipitação no resfriamento. Por outro lado, a deformação a frio implica em encruamento local.

Aéreo

Isso significa na prática que o projeto detalhado e o plano de construção existe. É um avanço razoável em relação as incertezas do programa.

Alex Barreto Cypriano

Talvez não. O caso das fragatas classe Constellation da USNavy é um exemplo claríssimo de que nem precisa de projeto completo pra começar a construir. De toda forma, pra concluir a construção precisa completar antes o projeto.

Camargoer.

Olá Alex.. neste caso, deu errado. riso
Mas em construção civil é comum fazer que alguma parte do detalhamento só seja feita depois da obra iniciada.

Alex Barreto Cypriano

Sim, mestre Camargoer. Por exemplo, não precisa detalhar as armaduras da caixa d’água pra começar a construir, mas precisa detalhar as armaduras das fundações (estacas moldadas in loco, , blocos, sapatas, baldrames, vigas, pilares). Não é o ideal começar sem todos os projetos tecnicos prontos mas é tolerável em certos casos na construção civil. Em geral e grosseiramente, cada pavimento num edifício demora um mês pra ficar pronto, tempo suficiente pra que o detalhamento estrutural dos pavimentos ainda a construir sejam rematados, impressos e, em tempo, entregues na obra. De toda forma, projetos técnicos de terrapleno, elétrica, hidráulica e outros… Read more »

Last edited 27 dias atrás by Alex Barreto Cypriano
Camargoer.

Olá Alex…. exatamente. Só um comentário. Existem obras civis nas quais a estrutura é metálica (edifícios, pontes, ginásios). Neles, a precisão também é de milímetros, mas ainda assim é possível deixar o detalhamento da hidráulica e da elétrica, além da arquitetura de interior, para fases posteriores.

Concordamos.

Alex Barreto Cypriano

Sim, mestre Camargoer. Nas de estrutura metálica dá pra deixar projetos de elétrica e hidráulica pra depois se, e somente se, houver independência (desvinculação) entre vedos e as instalações: imaginemos instalações elétricas aparentes (ou escondidas sob forros e pisos) e hidráulicas em enchimentos e shafts posteriormente adicionados. Mas eu considero isso, a resolução fragmentada do edifício, uma anomalia que contradiz o próprio princípio do projeto que é fornecer a melhor solução integrada de todos os aspectos e problemas do edifício em função de uma certa ordem hierárquica. Arquitetura de interior é decoração – em geral, a decoração tende a compor… Read more »

Camargoer.

Olá Alex… quando mencionei arquitetura interna pensava em disposição de paredes. layout interno… edifícios de escritóriso usam este conceito.. os andares são abertos e cada proprietário ou locatário faz seu próprio projeto interno.

Já isso ser aplicado em edifícios residenciais de alto padrão… os proprietários têm um grau de liberdade para decidir a própria planta… resultando em apartamentos personllizados, tanto na planta baixa quanto no acabamento…

mas esses tempos de “técnico em edificação” ficaram para trás… na época que a Encol era uma potência.

Alex Barreto Cypriano

Entendi, mestre Camargoer. A tal planta livre. 😀

Camargoer.

Isso….

Esteves

Propulsão nuclear. Precisa mostrar ao mundo que buscamos propulsores nucleares evitando muitas críticas ao programa. Certo ou errado devemos buscar o conhecimento de saber fazer e fazer evoluir. Não fosse o calote de 22 (precatorios e ICMS pagos em 23) estaríamos no segundo ano de equilíbrio fiscal. Notem. Estamos vivendo anos de excessos de críticas. A crítica com ódio e sem fundamento está na moda. O Brasil parede aquela senhora debruçada no parapeito da janela criticando quem passa na calçada. – Tem vergonha, não? Olha o comprimento da saia. – Sozinha na rua? Cadê o marido? – Vai bater um… Read more »

Esteves

Tem muita matéria sobre o Álvaro Alberto. Algumas sobre Iperó. Aqui ficou o Fantasma da Jureia. Eles tem medo que a Nuclebras volte. Dizem que tem terras raras e minérios valiosos aqui. Eu vejo mato e bicho.

Botam a culpa de tudo no prédio redondo. Tudo que é redondo leva culpa. Tô esperando as tainhas chegarem.

Será que as tainhas vem em naves redondas de ETs redondos?

Traumas…ainda não se recuperaram dos anos 1970. Quer assustar a turma é gritar:

– Olha a Nuclebraaaaas!

orivaldo

Eficiente como nunca.
Em 2008 vocês tinham quantos anos ? rsrs

Alex Barreto Cypriano

Então já está certo o fornecimento das turbinas e geradores elétricos pelos franceses ao paquiderme subaquático tupiniquim? Que ótimo. Ao menos até o próximo gargalo a descobrir.

Roosevelt

Setenta anos após o comissionamento do USS Nautilus né? E ainda tem gente que acha que um simples corte de chapas garante a finalização do projeto? Eu particularmente acho vergonhoso, não que o Brasil tenha anseios beligerantes mas sim porque tecnologia é necessária para qualquer povo. Aliás, alguém sabe quantos subnuc a US Navy já deu baixa?

Dalton

Não incluindo 2 que foram vítimas de acidentes em 1963 e 1968, 2 outros que foram
convertidos recentemente como unidades estáticas de treinamento, se tem algo como 140
unidades incluindo “SSBNs”.

Bispo de Guerra

O que me interessa é a tecnologia do reator para o mesmo.

Pequenos reatores nucleares são o futuro.. imagina os mesmos instalados em polos industriais espalhando-se pelo Brasil.

Energia, farta, estável e barata, dariam um salto exponencial ao Brasil.

Acordei , tem uma Brasília parada no meio do caminho … e não é um carro..rs

carvalho2008

O Brasil deveria ter 5% a 10% de matriz energetica nuclear.

Pequenos reatores são um caminho, principalmente no nós de conexões de distribuição nas regiões. Isto afasta os riscos de apagão em cascata que já observamos aqui em caso de sobrecargas….

Tambem com reserva de segurança em face de catastrofes climaticas e ambientais. Como reatores menores e nesta fração, são facilmente desligaveis e imunes a ressuprimento de combustivel perante o gás, carvão, oleo.

é uma reserva necessaria, quer seja energetica, castastrofica, de de pessoal tecnico para continuidade cientifica, até os reatores de fusão…

Fabio

Vão ter que escolher entre as pensões e os projetos logo logo

Caravaggio

Fóruns brasileiros de Defesa são todos absolutamente iguais nos comentários dos chamados experts (com raras exceções, experts de coisa nenhuma).

Se não fazemos nada, critica-se e deprecia-se; se fazemos algo, critica-se e deprecia-se.

Como disse um amigo inglês com algum conhecimento sobre Pindorama, em sua terceira ou quarta passagem por cá: “Nunca vi um povo no mundo tão autodepreciativo quanto o brasileiro”.

Eduardo Anunciação

Concordo com esse inglês.

Last edited 26 dias atrás by Eduardo Anunciação
carvalho2008

muitos taxistas…..perdoem-me o mal humor destas postagens hoje….mas isto é frustrantes mesmo…estravazem seu deslikes,,,pois argumento mesmo,,,

A C

Meus caros, o mundo mudou. A forma de combate moderno foi alterada para sempre com a introducao de drones e o investimento cada vez mais pesado em inteligencia artificial. Forcas de defesa como a MB poderiam investir massivamente nestas tecnologias, apoiando a academia e aproveitando o talento brasileiro para o desenvolvimento de novas solucoes tecnologicas. Abaixo, um exemplo da direcao que acredito ser mais promissora: https://www.axios.com/2024/06/19/manta-ray-sea-drone-northrop-grumman A insistencia no SubNuc serah a ruina financeira para a MB. Nao sobrara $$$ para mais nada. Ou alguem aqui acredita que 4 novas escoltas podem facilmente substituir as escoltas que estao dando baixa… Read more »

carvalho2008

Neste aspecto, sim….Mestre AC concordo integralmente…..

Tio Velho Comuna

O Brasil precisaria de no mínimo, no mínimo de mais 3 desses! Mas entregando esse na data prevista já vai ser um enorme feito

Camargoer.

Eu também penso assim… uma pequena frota de submarinos nucleares de ataquem, algo entre 4~6. Isso é um enorme poder de dissuasão e um poder efetivo

guilardo

Caro Camargoer. Já ouviu a máxima de ” quem não pode com o pote não segura na rodilha”, isso cabe exatamente nesse projeto do subnuc. Se não tinham tecnologia pra fazer a engenhoca, porquê se meteram no imbróglio ? Vcs falam que a França vai ajudar. É mesmo ? Quando parar por falta de peças sensíveis, para as quais não temos tecnologia para fabricá-las, vcs acham que Paris nos ajudará ? Em troca do quê ? A França é devedora eterna dos EEUU e dos aliados europeus, na dividida ficará com quem ? Foi muita inocência dos nossos almirantes em… Read more »

Camargoer.

Caro. A França já ajudou e continua ajudando e sendo bem paga para isso. Segundo uma visão construtivista, toda tecnologia depende do desenvolvimento de ferramentas… as primeiras ferramentas eram um pedra, um pedaço de osso, um graveto etc (a abertura do filme “2001” apresenta este conceito) Existem dois modos para desenvolver uma ferramenta… 1) por experiência própria ou 2) aprendendo com alguém. Os dois caminhos se cruzam e são interdependentes. Quando mais sofisticada a tecnologia, mais sofisticada será a ferramenta (por exemplo uma máquina de litografia para fazer chips). No caso do SBN, o Brasil poderia tentar refazer os passos… Read more »

Fernando Vieira

Em 1960 os EUA não tinham tecnologia para chegar na Lua. Em 1969 eles estavam lá. Podemos até voltar mais atrás: Se você não sabe o regime das chuvas, composição do solo por que se meter no imbróglio da agricultura? Melhor continuar coletando na natureza. Se a humanidade seguisse esse raciocínio, não estaríamos conversando aqui sobre submarino nuclear, mas sim em alguma caverna sobre onde pode ter uma caça ou a árvore que tem mais frutas. É claro que no caso da matéria, o Brasil não está desenvolvendo uma tecnologia nova, diversas nações já possuem esse meio. Só que, quando… Read more »

Esteves

A diferença marcante é que esses países evoluíram. Russos fabricam submarinos desde o século XIX. Poderíamos ter aproveitado a visita de Oppenheimer. Poderíamos ter aprendido com a doação norte-americana do reator de pesquisa ao IEA em 1959 e…de fato aprendemos. Mas nosso aprendizado é marcado por interrupções. Mudamos governos e governantes, os de cima sobem, os debaixo descem. As elites extrativistas não mudam. Nos anos 1960 o orçamento da NASA consumia 50% da despesa com Defesa porque havia uma guerra fria e uma disputa pelo espaço, pela órbita, pela Lua. Filmes de ficção encomendados pelo Depto de Defesa nos EUA… Read more »

Esteves

Isso vem lá dos anos 1950. Queriam a bomba. A conversinha de submarino veio como consolação.

carvalho2008

4 a 6 Subnukes ainda é pouco…..diante do tamanho do mar….O Brasil necessita de 22 a 30 submarinos…..por obvio, inviavel todos Nucleares…..então uma fração de 1 subnuke a cada 4-5 unidades convencionais podendo dentre estes, serem de categorias diferentes, cada uma para um nicho, pois subnuke é um desperdicio na zona ZEE….

BraZil

Bom dia. Quanto otimismo dos colegas. Sinceramente este é o site (da trilogia) que me dá mais tristeza comentar, não pelo site em si, ótimo aliás, mas pela situação de nossa finada marinha de guerra. De positivo, vejo apenas a manutenção da produção no estaleiro, (caríssimo); quanto ao submarino, (cujo nome tem mais sílabas que a própria esquadra tem meios), estará operacional em quantos anos? 10 no mínimo?. E ainda falam em adquirir um PA. É difícil ser otimista gente…

Roberto Santos

Após anos e anos, bilhões do contribuinte brasileiro jogados fora, cortaram uma chapa !!!