Home Tecnologia O lixo nuclear da US Navy

O lixo nuclear da US Navy

1397
0

us-navy-subs.jpg

Desde o lançamento do primeiro submarino movido à propulsão nuclear USS Nautilus, a US Navy já colocou em serviço e desativou cerca de 80 submarinos nucleares de ataque (SSN) e lançadores de mísseis balísticos (SSBN).
Nas fotos, submarinos americanos desativados e seus reatores nucleares preparados para serem enterrados.

nuclear-us-navy-reactors.jpg

Deixe um comentário

avatar
  Subscribe  
Notify of
NatanBr
Visitante
NatanBr

Muito pertinente, se o Brasil vier mesmo a operar subs nucleares. É importante termos um bom modelo para dispor do material nuclear exaurido, e os EUA poderiam sê-lo. Não parece ser nenhuma informação muito sensitiva; pelo menos não custa nada o adido naval da embaixada do Brasil em Washington perguntar pra USN.

Norberto Pontes
Visitante
Norberto Pontes

O grande problema da energia atômica é como se livrar de seus reatores.
Vejam vocês, quem garante que com o passar dos anos esses reatores não irão vazar? será que só selado em chumbo evitará a perda da radiação?
Também e incrível o poderio econômico de uma nação;enquanto estamos aqui preparando nosso primeiro reator eles estão enterrando 76, só na foto dá pra ver.
AInda acho perigosíssimo a energia atômica usada em guerra, se afundam um submarino adeus oceano..
será que vale a pena??

Nimitz
Visitante
Nimitz

Norberto, esses reatores são muito seguros. A US Navy perdeu dois submarinos nucleares em acidentes e nos dois casos, não houve vazamento de radiação para o oceano.

König
Visitante
König

Mas teremos o mesmo problema com o lixo atomico das usinas de Energia então pode ser mandado para o mesmo local estava sendo discutido o destino do lixo nuclear de angra a cerca de 2 ou 3 meses atras.
Saudações

GustavoB
Visitante
GustavoB

Muito pior do que isso é a destinação que foi dada ao lixo atômico das usinas de energia. Ledo engano até a máfia italiana ganhou dinheiro com uma empresa de “destinação final” a esses resíduos, jogados deliberadamente no oceano em tonéis.

Por outro lado, o trato das forças armadas com esse material parece ser bem mais confiável. Nas próprias fotos podemos constatar isso.

Ainda, da mesma forma, o Brasil parece ter uma boa gestão para a armazenagem/destinação do lixo atômico, vide o que acontece em Angra.

Abraço

Hornet
Visitante
Hornet

Taí mais um probleminha pra gente resolver…não custa nada lembrar que mesmo sem termos um Sub Nuclear, mesmo sem termos muitas usinas atômicas, já tivemos problemas com o lixo nuclear (no caso, com o lixo nuclear hospitalar). Todo mundo deve se lembrar do ocorrido em Goiânia, com o Césio 95. Mas creio que a Marinha não será tão inocente de desenvolver um Sub Nuclear e não pensar no que vai fazer com o lixo nuclear depois…Quero crer que isso faça parte do projeto da Marinha também…senão…ai ai ai…

abraços a todos

GustavoB
Visitante
GustavoB

OK Hornet, me refero ao lixo nuclear de Angra. Já o gerenciamento do material radioativo em geral é um caos mesmo. Alguém já perguntou ao seu dentista quando foi a última aferição do seu raio-x?

GustavoB
Visitante
GustavoB

Digo, “me referia”

joao
Visitante
joao

Nao se preucupem com esse problema dos subs nucleares. Ao passo que andamos,o Brasil so vai precisar lidar com ele em ums 50 anos.

Hornet
Visitante
Hornet

caro Gustavo, sim, sim, entendi sua colocação…e nem estava debatendo com ela. Só fiz esse lembrete, do caso de Goiânia, porque todos sabemos que teremos que lidar com mais um tipo de lixo radioativo no caso do Sub Nuclear vir a ser construido mesmo…e é aquela coisa: prevenção e caldo de galinha não faz mal a ningém, né? E espero que a Marinha já tenha um plano, um projeto, para isso…Só faltava construir o Sub e DEPOIS ver o que se vai fazer com o lixo…se isso acontecer, aí vai ser brincadeira. Mas acho que não vai acontecer isso, não.… Read more »

Coralsea
Visitante
Coralsea

A MB poderia fazer o mesmo que a USN faz…Na primeira foto, na base naval de Bremerton/WA, os SSN / SSBS são cortados, o que pode ser reciclado é feito.
Na segunda foto, feita no “Hanford Site” os reatores são enterrados.
O “Hanford Site” fica nua área gigantesca, num deserto completamente desabitado, geologicamente o subsolo é estável (terremotos), clima bem seco…
Será que o mesmo não seria possível aquí no Brasil?
Também temos, principalmente em regiões de MG,BA,PI,PE,PB e CE várias regiões que são idênticas aos EUA….clima seco, subsolo estável, população quase inexistente….

Coralsea
Visitante
Coralsea

Falha minha: onde está SSBS, quis dizer SSBN

M. Souza
Visitante
M. Souza

O problema é a questão do terrorismo… Imaginem se algum bando de malucos consegue invadir uma área dessas e consegue pôr as mãos num artefato desses. Lembro de um livro de Tom Clancy em que ocorreu uma situação semelhante. Será que poderia-se fazer material físsil para produção de um artefato nuclear( com os reatores), mesmo que seja uma bomba suja?

Bosco
Visitante
Bosco

Mesmo no caso do submarino ser atingido por um torpedo e afundado, expondo o núcleo do reator, o urânio é muito pesado e se depositaria no fundo do mar, limitando os efeitos nocivos. O dano ao meio ambiente não seria muito maior que que o das inúmeras explosões nucleares subaquáticas feitas em décadas passadas.
O problema sério é saber o que fazer com o núcleo quando o submarino for “aposentado”. Lembram da piada do inferno brasileiro? E geralmente o responsável é o motorista ou a amante..rss…..
Sem querer plagiar a Regina Duarte mas já plagiando: “eu tenho medo”

Walderson
Visitante
Walderson

Realmente é um sério problema, mas penso que a Marinha deve ter ou estar pensando numa solução. Para mim, a Marinha é a mais organizada das três forças. Caro GustavoB, Realmente a gestão desse problema no meio civil é meio bagunçada, principalmente porque no Brasil as pessoas não cumprem leis. Concordo quase que inteiramente contigo. A parte que não concordo é a dos DENTISTAS. No caso deles, o aparelho de Raio-X não tem substância radioativa dentro. Então, seria impossível gerar um problema como o de Goiânia. Os aparelhos de dentistas geram o Raio-X por diferença de potencial elétrico. O caso… Read more »

Vassily Zaitsev
Visitante
Vassily Zaitsev

Tai o grande problema da área nuclear: a radiação. Enterrar ou mergulhar os reatores é como tapar o sol com a peneira, pouco adianta. Não se sabe se, daqui à vinte anos vai ocorrer um terremoto de grandes proporções, danificar esses reatores e fazer com que a radiação comece a atingir tudo a sua volta.

GustavoB
Visitante
GustavoB

Obrigado Walderson, eu já esperava ser corrigido, quis usar o exemplo para falar da gestão dessa área tendo em mente aparelhos antigos, como aquele de Goiânia. Penso que ainda existam ‘n’ equipamentos abandonados ou desregulados por aí.

Acho bastante precipitado o tema e improvável que a MB seja relapsa neste aspecto, pelo contrário.

Hehehe vou perguntar uma hora sobre esse sistema de ddp, abraço

GustavoB
Visitante
GustavoB

Não que eu seja do tempo do buticão..

Paulo Costa
Visitante
Paulo Costa

No caso de rejeito,ou lixo,o estado que tiver usina nuclear
devera ter um local para os rejeitos,me parece que virou lei.
Uma usina nuclear de pequeno,ou medio porte dura em media 50 anos,
uma hidroeletrica dura 300 anos,sendo o assoreamento o maior
problema,ja a nuclear o sistema de refrigeração contamina
lentamente todo o sistema,ou seja o reator,tubulação,valvulas,
sensores,retores,etc,sera enterrado,ou guardado em area propria.
As usinas nucleares são mais caras,mas com as licensas ambientais
mais dificeis ,e as ongs,que tem influencia em financiamentos externos,como vantagens,a transmissão de energia pode ter vantagens,assim como independe do ciclo de chuvas , vai
ser uma tendencia ao longo dos anos.