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Houve um tempo em que o Brasil também batizava suas armas que enfrentavam o inimigo, homenageando seus mortos em guerra.
O Catalina (modelo PBY-5) que atacou e afundou o submarino alemão U-199, no dia 31 de julho de 1943, foi batizado como Arará, em 28 de agosto de 1943, numa cerimônia realizada no aeroporto Santos Dumont, e ganhou na fuselagem uma silhueta de submarino para marcar o feito.

O nome Arará foi dado em homenagem a um dos navios afundados pelo submarino alemão U-507. O avião também recebeu na cauda a inscrição: “Doado à FAB pelo povo carioca”.
Refletindo bem o espírito da época, a cerimônia teve canções patrióticas e discursos inflamados. Entre os presentes estava o comandante do navio mercante Arará, José Coelho Gomes, e a tripulação do Catalina. O hidroavião foi batizado com água do mar por uma menina – Miriam Santos – órfã de seu pai, o Segundo-Comissário Durval Batista dos Santos, morto na ocasião em que o Arará (o mercante teve 20 mortos) foi afundado, no momento em que prestava socorro às vítimas do Itagiba, no dia 17 de agosto de 1942.

Outra cerimônia seria repetida um mês depois no Rio Grande do Sul, com o batismo de outro Catalina, com o nome de Itagiba, navio mercante afundado em 17 de agosto de 1942, com 38 mortos, entre tripulantes e passageiros. Entre os sobreviventes, estavam os soldados dos Sétimo Grupo de Artilharia de Dorso, alguns dos quais foram lutar na Campanha da Itália em 1944.

A guarnição do Catalina na ocasião do afundamento do submarino U-199: Comandante José Maria Mendes Coutinho Marques, Piloto Luiz Gomes Ribeiro, Co-piloto José Carlos de Miranda Corrêa. Tripulantes: o Aspirante Aviador Alberto Martins Torres e os Sargentos Sebastião Domingues, Gelson Albernaz Muniz, Manuel Catarino dos Santos, Raimundo Henrique Freitas e Enísio Silva.

arara_2.jpg

O afundamento do U-199

Por Alberto Martins Torres, veterano do 1o. Grupo de Caça da FAB (10.12.1919-30.12.2001)
Do livro: Overnight Tapachula

“…Após a decolagem, no sábado, fui efetivamente para o beliche onde me estendi. Passada menos de meia hora, o Miranda pediu que eu fosse pilotar porque desejava completar com o major Coutinho marque a plotagem de nossa rota após Cabo Frio. Fui para o posto de plotagem. Nem bem se passaram uns 10 minutos após eu haver assumido os comandos, chegou um cifrado da base:

Atividade submarina inimiga, coordenadas tal e tal…Miranda plotou o ponto na carta e traçou o rumo(…). Coloquei o Arará no piloto automático e no rumo indicado, em regimen de cruzeiro forçado, com 2.350 rotações e 35 polegadas de compressão. Eram aproximadamente 08:35 da manhã.

u199b.jpgHavia alguma névoa e o sol de inverno ficava a três quartos da cauda, por bombordo, portanto em posição favorável a nós na hora do ataque. Foram testadas todas as metralhadores e, das quatro cargas de profundidade que levávamos, armamos três, no intervalômetro, para uma distância de 20 metros entre cada bomba, após ser acionada a primeira.

O intervalômetro é graduado em função da velocidade no mergulho, para ser verdadeiro o escapamento escolhido. As cargas de profundidade já eram reguladas para detonarem a 21 pés de profundidade, ou seja, aproximadamente 7 metros da superfície. Essa regulagem era considerada ideal porque mantinha as bombas para detonarem dentro da faixa em que a experiência já demonstrara ser eficiente o ataque a submarino por aeronave, isto é, desde o momento em que está navegando na superfície até no máximo 40 segundos após o início do mergulho. Com o submarino na superfície, as bombas detonariam logo abaixo de seu casco perfeitamente dentro de seu raio letal.

u199a.jpgMinutos antes das nove horas avistamos o nosso objetivo, bem a nossa proa. Navegava a toda velocidade em rumo que cruzava o nosso. Assim o víamos em seu perfil completo, levantando grande vaga de espuma com sua proa afilada. Seguia num rumo aproximado de leste par oeste, enquanto nós vínhamos de norte para sul, em ângulo reto. Estávamos a uns 600 metros de altitude.

Iniciamos o mergulho raso, eu nos comandos e Miranda como comando das bombas. Foram reiteradas as instruções para que, quando fosse dada a ordem, todas as metralhadoras deveriam atirar, mesmo as sem ângulo, segundo a doutrina, para efeito moral. Já a uns 300 metros de altitude e as menos de um quilômetro do submarino podíamos ver nitidamente as suas peças de artilharia e o traçado poligônico de sua camuflagem que variava do cinza claro ao azul cobalto. Para acompanhar sua marcha havíamos guinado um pouco para boreste, ficando situados, por coincidência, exatamente entre o submarino e o sol às nossas costas. Até então nenhuma reação das peças do submarino.

u199c.jpgQuando acentuamos um pouco o mergulho para o início efetivo do ataque, o U-199 guinou fortemente para boreste completando uma curva de 90 graus e se alinhou exatamente com o eixo da nossa trajetória, com a proa voltada para nós. Percebi uma única chama alaranjada da peça do convés de vante, e, por isso, efetuei alguma ação evasiva até atingir uns cem metros de altitude, quando o avião foi estabilizado para permitir o perfeito lançamento das bombas. Com todas as metralhadoras atirando nos últimos duzentos metros, frente a frente com o objetivo, soltamos a fieira de cargas de profundidade pouco à proa do submarino.

Elas detonaram no momento exato em que o U-199 passava sobre as três, uma na proa, uma a meia-nau e outra na popa. A proa do submersível foi lançada fora d’água e, ali mesmo ele parou, dentro dos três círculos de espuma branca deixadas pelas explosões. A descrição completa sobre a forma por que as cargas de profundidade atingiram o submarinos me foi fornecida em conversa que tive com o piloto do PBM, tenente Smith, que a tudo assistiu, de camarote, e que inclusive me presenteou com uma fotografia do U-199 que, lastimavelmente não consigo encontrar.
u-199_sobreviventes.jpg

Nós abaixáramos para pouco menos de 50 metros e, colados n’água para menor risco da eventual reação da antiaérea, iniciamos a curva de retorno para a última carga que foi lançada perto da popa do submarino que já então afundava lentamente, parado.

Nesta passagem já começavam a saltar de bordo alguns tripulantes. Ao completarmos esta segunda passagem é que vimos um PBM americano mergulhado em direção ao objetivo. Depois saberíamos de onde viera. Transmitimos com emoção o tradicional SSSS – SIGHTED SUB SANK SAME – em inglês, usado pelos Aliados para dizer: submarino avistado e afundado – e ficamos aguardando ordens, sobre o local. Em poucos segundos o submarino afundou, permanecendo alguns dos seus tripulantes nadando no mar agitado. Atiramos um barco inflável e o PBM lançou dois. Assistimos aos sobreviventes embarcarem nos três botes de borracha, presos entre si, em comboio. Eram doze. Saberíamos depois que eram o comandante, mais três oficiais e oito marinheiros”.

Fotos em maior resolução do ataque ao U-199 no link:

Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

58 Responses to “O Brasil na WWII: ‘Arará’, o Catalina que destruiu o U-199” Subscribe

  1. Wolfpack 8 de novembro de 2008 at 12:13 #

    Porque se lançaram botes salva-vidas aos submarinistas alemães? Os U-Boats nunca agraciaram suas vítimas com tal cordialidade. Eu teria metralhado os cretinos que afundavam navios mercantes e de passageiros em nossa costa.

  2. rodrigo rauta 8 de novembro de 2008 at 12:18 #

    muito legal esse post hein!!!

  3. paulo costa 8 de novembro de 2008 at 12:48 #

    Certamente este dia ficou registrado na FAB,e apos tantos anos
    novamente foi lembrado..
    O catalina apos alçar voo,podia desligar um motor,e fazer patrulha
    antisub por mais tempo,o Ventura foi muito usado tambem..

  4. mcv 8 de novembro de 2008 at 14:12 #

    Achei a atitude de terem lancado os botes salva vidas aos tripulantes inimigos digna de aplausos e reconhecimento de ser um verdadeiro soldado!!!Assim como os soldados brasileiros seguem ordens em combate os mesmos alemaes e outros tambem estavam sob ordens!!!E mostra mais uma vez o orgulho de ser um soldado da Patria Amada!!Os nalfragados (afundados) estavam indefesos nesta parte do campionato eles ja estavam abatidos e naum representavam nehuma ameaca aos pilotos!!
    sds

  5. Wolfpack 8 de novembro de 2008 at 14:33 #

    Volto a afirmar que estes mesmos tripulantes submarinistas de U-Boats “indefesos” nunca tiveram clemência de pais e mães que morreram sim, indefesos, pelos covardes ataques em nossa costa. Atacar navio mercante e de navegação por cabotagem é digno de que marinha no mundo? Deixassem estes malditos entregues a própria sorte. Eu afirmo que não teria pena de nenhum destes canalhas. Lembre-se que nesta época não existiam estradas como a BR101, BR116 e todo o deslocamento de um ponto a outro no país era realizado principalmente por navegação de cabotagem. Ainda bem que muito pouco destes canalhas sobraram para contar história.

  6. joao 8 de novembro de 2008 at 14:38 #

    O que aconteceu com os sobreviventes alemaes??? Foram resgatados,e levados aonde???

  7. Alfredo_Araujo 8 de novembro de 2008 at 14:45 #

    Wolfpack…

    A Kriegsmarine foi a unica força alema na segunda guerra q nao foi acusada de crimes de guerra…
    A campanha submarina alema foi baseada em sufocar o esforço de guerra aliado, cortando suas rotas de suprimento…

    Guerra é guerra amigo, ninguem tem pena de ninguem!
    Vc analizar os submarinistas como canalhas e criminoso, vc esta sendo imparcial! Ao analizar esse periodo da historia mundial, no minimo vc tera q ser imparcial… pois ninguem é santo nessa historia.

  8. Leo 8 de novembro de 2008 at 14:46 #

    Woolfpack,

    Se você faria a mesma coisa que os nazistas, você estaria apenas se igualando a eles. Seria o mesmo que dizer que você também faria campos de concentração e crematórios para matar prisioneiros alemães.

    O que o deferenciria de um nazista?

    Entre os marinheiros, é comum o pessoal dizer que a guerra é entre equipamentos, não entre homens. O objetivo é afundar os navios adversários, não é matar sua tripulação. Gosto deste princípio e acho que deveria ser respeitado. Torna a guerra um pouco mais humana, se é que isto é possível.

  9. André 8 de novembro de 2008 at 14:48 #

    Caro Joao,
    Eles foram resgatados e levados a bordo de um destróier americano, depois presos.
    http://www.uboatarchive.net/U-199.htm

  10. RODRIGO 8 de novembro de 2008 at 15:05 #

    Os nazistas não tinham nada a ver com as forças armadas alemãs,principalmente a Marinha.

  11. joao 8 de novembro de 2008 at 15:55 #

    Nadre,brigado pela resposta.

  12. joao 8 de novembro de 2008 at 15:56 #

    Nadre quiz dizer Andre.

  13. Hornet 8 de novembro de 2008 at 17:17 #

    Uma dúvida que sempre tive: os Catalinas, e aviões similares, só conseguiam detectar os submarinos se eles estivessem na superfície ou eles tinham algum “truque” para localizá-los quando estivessem submersos também?

    abraços a todos

  14. Galante 8 de novembro de 2008 at 17:19 #

    André, obrigado pelo link. Acrescentei ao final do post. Um abraço.

  15. Galante 8 de novembro de 2008 at 17:22 #

    Hornet, não havia como localizá-los quando submersos, a não ser em águas muito cristalinas e quando navegando em pouca profundidade.
    Só no finalzinho da guerra é que começaram a usar sonobóias.
    Mas esse navios não eram submarinos de verdade, como o próprio Alte Doenitz fazia questão de dizer, eram apenas “vasos de mergulho”, que ficavam mais tempo na superfície e só mergulhavam pra atacar ou se proteger.
    A revolução ocorreu com o surgimento do snorkel e com o submarino Type XXI, que por sorte dos aliados, entrou muito tarde no conflito.

  16. Antonio 8 de novembro de 2008 at 17:28 #

    Falando sobre o tratamento dispensado aos prisioneiros de guerra.

    Eu me lembro de ter assistido um filme curioso na Sessão da Tarde lá no início dos anos 80.

    Nele os prisioneiros de guerra alemães ganhavam passes para se ausentar dos campos de prisioneiros para poder frequentar o cinema da cidade local !!! Dá para acreditar numa coisa dessas ???

    Eu não me lembro se o filme era ambientado no Canadá ou nos EUA, mas eu me recordo que o campo de prisioneiros ficava no interior do país e a cidade que eles frequentavam era pequena …

    Alguém se lembra de ter lido sobre isso ???

  17. Galante 8 de novembro de 2008 at 17:37 #

    Abrindo um pequeno parênteses sobre esse post: algum tempo atrás, conversando com um jornalista brasileiro renomado, o mesmo afirmava desconhecer esse episódio do U-199, que foi afundado a 51 milhas do Rio de Janeiro.

  18. Wolfpack 8 de novembro de 2008 at 17:43 #

    Naquele momento o Brasil não estava em Guerra com nenhum dos países envolvido no conflito, volto a dizer que os ataques de U-Boats na nossa costa, apesar de distante no tempo, foram de uma covardia sem tamanho. Não tenho a mínima dó ou piedade por estes facínoras e covardes alemães que lutaram em nossa costa. Muitos romantizam as forças alemães, a perseguição ao Bismark e esquecem da real missão destas naves. Contem os mortos abaixo… Neste período o Brasil não estava em Guerra com a Alemanha.
    “Brasiloide”, do Loide Brasileiro, próximo ao farol de Garcia d’Avila, na costa da Bahia, a 18 de fevereiro de 1943;

    “Afonso Pena”, navio de passageiros do Loide Brasileiro, a 2 de março, ao largo dos Abrolhos, quando, desgarrado de um comboio, por seguir erro­neamente, à noite, navios destinados à Africa do Sul, se dirigia para o Rio de Janeiro; pereceram 33 tripulantes e 92 passageiros;

    “Tutoia”, também do Loide Basiieiro, no dia 30 de junho, ao norte da costa de Iguape, no Estado de São Paulo, quando singrando de Paranaguá para Santos; mortos 7 tripulantes;

    “Pelotasloide”, ainda do Loide Brasileiro, no dia 4 de julho, próximo do farol de Salinas, Pará, onde recebera prático para entrar no porto; vinha de Trinidad, escoltado com segurança até ali pelos caça-submarinos “Jacuí” e “Jundiaí”, que chegavam ao Brasil, vindos de Miami; esse afundamento se deu em condições misteriosas, não se podendo certificar se foi por efeito de torpedo, de mina ou mesmo de bomba-relógio quiçá colocada a bordo por sabotagem;

    “Bagé”, o maior e melhor navio de passageiros do Loide Brasileiro, a 31 de julho, à noite, ao largo da costa de Sergipe, quando, por fazer fumaça excessiva, fôra mandado destacar de um comboio TJ, pouco depois da saída do Recife; salvaram-se 87 dos 107 tripulantes e 19 dos 27 passageiros, perdendo-se o Comandante;

    “Itapagé”, da Companhia Nacional de Navegação Costeira, a 26 de se­tembro, próximo à costa de Alagoas, em pleno dia; 18 mortos e desaparecidos entre os 70 tripulantes e 4 passageiros desaparecidos dos 36;

    “Campos”, ainda do Loide Brasileiro, a 23 de outubro, ao sul de Alca­trazes, próximo a Santos; perderam-se 10 tripulantes e 2 passageiros.

    Este foi o último da longa série dos 30 navios mercantes brasileiros afun­dados, pesado tributo com que o Brasil concorreu para a luta pela justiça e pela civilização, com a perda de 470 vidas só de tripulantes, afora mais algu­mas centenas de não combatentes, entre homens, mulheres e crianças, passageiros.

  19. Hornet 8 de novembro de 2008 at 17:55 #

    Galante,

    obrigado pelas informações.

    um forte abraço

  20. Galante 8 de novembro de 2008 at 18:03 #

    Wolfpack, o Brasil rompeu relações diplomáticas com os países do Eixo em 28 de janeiro de 1942.

  21. Callia 8 de novembro de 2008 at 18:25 #

    Wolfpack

    Os submarinos alemães no inicio da guerra auxiliavam as vitimas sim.Não me recordo o nome do navio ingles que fpoi atacado e o comandante do uboat decidiu rebocar o escaler.Um avião americano avistou o submarino e o atingiu , afundando resgatantes e resgatados. Depois disso , o /almirante Donitz deu a ordem de não mais se receber prisioneiros.

    Vamos lembrar então de como os ingleses abandonaram os tripulantes do Bismark à propia sorte?Isso também é crime de guerra.

    Homero dizia que até entre inimigos há de haver respeito e nisso eu acredito.

  22. Galante 8 de novembro de 2008 at 18:31 #

    Aliás, alguém saberia dizer se os tripulantes sobreviventes do submarino U-199 desembarcaram no Rio de Janeiro ou foram direto para os EUA?

  23. Callia 8 de novembro de 2008 at 18:37 #

    Existe um livro chamado Alarm! que conta a historia de um de seus tripulantes , por sinal um desertor, pelo que lembro foram para os EUA.

  24. Cinquini 8 de novembro de 2008 at 20:37 #

    Wolfpack

    É melhor vc se informar mais, teve um mercante brasileiro que fora afundado por um U-boat só após toda a tripulação estar a salvo nas baleeiras. Após o fundamento os oficiais alemaes interrogaram o náufragos e deram pão de centeio, água e uma garrafa de rum.

    Mesmo dentro da guerra nós podemos encontrar um pouco de humanidade.

    Falo esse caso aqui, pois estou graduando em História com o meu Trabalho de Conclusão de Curso intitulado “Abrindo caminho para a vitória: a luta anti-submarino no litoral brasileiro de 1942 a 1945.

    Se por um acaso o senhor não acreditar em mim, procure o que o Almirante Saldanha da Gama escreveu sobre esse episódio, só não fique nesse “achismo” histórico pois isso não leva a nada.

    Aproveito para lembra-los que o Almirante Doenitz foi julgado por crimes de guerra e uma das acusações foi a de levar a guerra submarina irrestrita sem se preocupar com os sobreviventes e com alguns relatos de sobreviventes que tinham sido metralhados quando estavam no mar por submarinistas. Doenitz foi absolvido dessa acusão pois provou que os norte-americanos e ingleses também cometeram essas mesmas atrocidades.

    Não existe “bem” e “mal”, essa luta de forças foi criada pela cultura norte-americana do Cowboy.

    Antes que me chamem de germanófilo, eu já vos digo que não sou partidário da ideologia nazifacista e diria até que tenho tendências socialistas, se eu pudesse escolher em qual lado da guerra eu entraria, sem medo ou dúvida alguma eu estaria ao lado dos homens da Marinha do Brasil!

    BRAVO ZULU!!!

  25. König 8 de novembro de 2008 at 20:39 #

    Os ingleses tinham um tratamento mais cordial entre eles e os alemães, Os sovieticos tambem afundaram um transporte alemão o Goya vitimando 6.000 refugiados,tripulantes,soldados que ele levava crimes de guerra de ambas as partes existiram mas apenas um lado foi condenado.

    Wolfpack.
    O Brasil comercialziava com os aliados o que nos tornaria em alvos mais cedo ou mais tarde.

  26. Vassily Zaitsev 8 de novembro de 2008 at 20:42 #

    Digno de aplausos a iniciativa de se lançar botes aos sobreviventes.

  27. Gabriel 8 de novembro de 2008 at 20:43 #

    Brasil-Um país de glórias do passado.

  28. paulo costa 8 de novembro de 2008 at 21:02 #

    Hornet,no inicio os aviões conseguiam surpreender os subs,
    navegando,ou recarregando as baterias,o snorkel,tem limitações,
    no final da guerra,mesmo o snorkel era detectado,por um tipo de radar aereo,e tambem o inicio de uso do torpedo acustico,
    ja lançado por aviões dificultou bem a ação dos subs.
    Os oficiais iam logo para a America,teve um Cap Gugenberger,
    famoso por ter afundado o Nae Ark Royal,estava no sub U-513
    afundado por nos,que foi para la,e tentou escapar.

  29. Callia 8 de novembro de 2008 at 21:12 #

    Cinquini

    Vc confirma a historia de que os americanos afundaram o U-boat que transportava vitimas?Eu ouvia essa historia em casa ,meu tio foi submarinista do Glauco , um sub italiano afundado no mediterraneo , como as discussões eram sempre acaloradas nunca sei direito o que era verdade.Mas esta questão eu li em algum lugar , se não me engano o navio resgatado era o Campania

  30. André 8 de novembro de 2008 at 21:15 #

    Um livro interessante, com muitas fotos de arquivo, que conta a história do afundamento dos navios brasileiros pelos nazistas, é “o Brasil na mira de Hitler”, do jornalista Roberto Sander, lançado em 2005 pela Editora Objetiva. O livro tem 257 páginas.
    Caro Galante, acho que os sobreviventes foram levados diretamente para os EUA a fim de serem interrogados, mas não tenho certeza. Outro site que recomendo é o http://www.uboat.net.
    Sds a todos.

  31. Callia 8 de novembro de 2008 at 21:24 #

    Gabriel

    temos ghlorias do passado …fizemos feio na guerra da lagosta …mas acho que temos glorias sim , falo das nossas tripulações , muitas vezes ignoradas , marginalizadas enquanto classe que são.Gente que passa meses a fio no mar e nos rios , enfrenta tudo…longe da familia e de casa ..ganhando mal…preocupados com tudo enquanto ministrinhos só fazem falar a população que os militares não passam de torturadores crueis.
    temos glorias sim , temos gente corajosa , tem gente defendendo a fronteira, sem recurso , com pouca comida , com nada …gente que passa a madrugada para consertar um mca…que arregaça as mãos nas maquinas uma madrugada inteira enquanto figurão em brasilia se empanturra de camarão…
    CaRA , NOSSA MAIOr gloria , depois desses anos de descaso é ainda ter gente que acredita nesse pais…eu propio sou um dos comentaristas mais amargos por aqui…é fogo…essa nossa gente serve no inferno , deixa familia , e se arrisca por uma nação …que muitas vezes eles não compreendem…gloria é ver nossa bandeira sendo asteada e arriada em forte humaita , manacapuru, atalaia do norte…no fim do mundo…faz anos que não temos guerra … gloria estranha vai ser nossos marinheiros com seus canhoes de 40 para cima dos lcs…e eles vão…

    nossa marinha tem todos os defeitos do mundo…mas quem a leva nas costas meu amigo…essa é a gloria

  32. Galante 8 de novembro de 2008 at 21:27 #

    André, segundo o histórico do destróier americano no Wikipedia (link abaixo), os tripulantes do U-199 desembarcaram no Rio e foram para o aeroporto, indo de avião pros EUA:
    http://en.wikipedia.org/wiki/USS_Barnegat_(AVP-10)

  33. André 8 de novembro de 2008 at 21:40 #

    Galante,
    Nas minhas pesquisas pela internet não li essa informação que você postou, mas agora está tudo esclarecido. Imaginei que eles tivessem sido levados para os EUA pelo USS Barnegat diretamente.
    Sds.

  34. paulo costa 8 de novembro de 2008 at 22:11 #

    O WindHuk,navio mercante que estava por aqui quando iniciou a guerra,foi apreendido,moderno para a epoca,a tripulação
    foi internada em uma fazenda,e apos o termino desta,
    varios tripulantes,ja casados por aqui,e trabalhando,ficaram por aqui mesmo.Isto é a America.

  35. Hornet 8 de novembro de 2008 at 23:48 #

    Paulo Costa,

    grato pela resposta.

    Cinquini,

    bem vindo ao time (dos historiadores). Na seu TCC vc está usando esse livro: Vágner Camilo Alves – “O Brasil e a Segunda Guerra Mundial. História de um envolvimento forçado”. RJ:Editora da PUC/Loyola, 2002. Trata-se de uma dissertação de mestrado muito interessante, defendida na PUC-RJ, talvez possa te interessar…enfim….uma sugestão apenas…

    abraços aos amigos

  36. Cinquini 9 de novembro de 2008 at 1:24 #

    Hornet, nao estou usando esse livro não, mas mesmo assim é mais uma fonte que irei comprar para ler aqui, pena que não dá mais tempo de eu acrescenta-la pois entreo na segunda-feira o trabalho!

    Depois passo aqui uma listinha de literatura básica sobre o assunto!

    Abração

  37. Hornet 9 de novembro de 2008 at 1:43 #

    Cinquini,

    beleza! precisando de alguma coisa que eu possa ajudar estamos aí…

    abraços

  38. LUIZ BRAZIL DT 9 de novembro de 2008 at 8:47 #

    Galante,

    Tenho várias fotos de “CATALINA” e estarei enviando para o PN.

    Um abraço a todos.

  39. LUIZ BRAZIL DT 9 de novembro de 2008 at 9:09 #

    Curiosidade:
    O “CATALINA” era chamado, carinhosamente, pelo pessoal da FAB de “Pata choca”. Várias reportagens de “Amaral Netto, o repórter” sempre mostravam as façanhas desse hidro-avião em missões na região amazônica, prestando assistência às comunidades ribeirinhas.

  40. Sargento Marcos Pinto - EB 9 de novembro de 2008 at 11:13 #

    Sensacional trabalho de pesquisa!!!…essa é a equipe do PODER NAVAL ON LINE!!!!alegrou minha manhã de domingo, não conhecia esse site U-BOAT archives.net , já salvei todo o “official report ” do afundamento e nesta segunda feira já vou procurar uma gráfica para imprimir em papel de livro e vou até encadernar com capa dura….eheheh mais uma vez obrigado….

    P.S – o que foi feito dos sobreviventes??vieram para o Rio ???

  41. Voluntário da Pátria 9 de novembro de 2008 at 13:19 #

    Brilhante sucesso contra a sanha assassina dos nacionais-socialistas!!

  42. camarada - SP 9 de novembro de 2008 at 15:17 #

    O capitão-aviador Affonso Celso Parreira foi o responsável pelo primeiro afundamento de um submarino do Eixo, por um avião brasileiro, em 29 de maio de 1942. O fato foi considerado muito importante na época, pois os submarinos alemães e italianos estavam “fazendo a festa” e afundando muitos navios dos aliados. O próprio presidente americano, Franklin D. Roosevelt, mandou um telegrama ao governo brasileiro elogiando a ação.
    Em junho de 1942, depois de uma espetacular vitória do general alemão Rommel – a raposa do deserto – no front africano, um boato que os alemães estariam atacando Natal vindos do norte da África trouxe pânico à capital do Rio Grande do Norte. Fuzileiros chegaram a cavar trincheiras, muitos fugiram para cidades do interior e um blecaute foi estabelecido. Mas era só um boato mesmo.
    Inconformado com a decisão do Brasil de declarar guerra ao Eixo, Hitler ordenou que 10 submarinos alemães atacassem os portos de Santos, Rio de Janeiro e Salvador. Os barcos deveriam ser torpedeados e os portos minados, o que causaria o desabastecimento do país. A operação acabou abortada por influência do ministro do Exterior do Reich, Joachim von Ribbentrop, que temia que uma ação em larga escala contra o BRASIL arrastasse toda a América do Sul à guerra.Hitler, a propósito, sonhava ocupar o Brasil. No livro Hitler m’a dit (Hitler me disse) escrito pelo ex-oficial prussiano Hermann Rauschning, consta que o Fuhrer teria dado a seguinte declaração sobre nosso país: “O Brasil me interessa, particularmente. Lá edificaremos uma nova Alemanha. Ali se acham reunidas todas as condições para uma revolução que permitiria transformar em alguns anos um estado governado e habitado por mestiços corrompidos em uma possessão germânica”. Em cerca de 12 horas o submarino alemão U-507 afundou três navios brasileiros e causou a morte de 551 pessoas. Foi entre 15 e 16 de agosto de 1942, na costa de Sergipe.O U-507 acabaria afundado em 13 de janeiro de 1943, perto de Natal.O Brasil teve uma importante participação na 2º guerra,se não hoje,estaríamos nas mãos dos alemães.Valeu Brasil!

  43. Corsario-DF 10 de novembro de 2008 at 8:46 #

    Excelente matéria, muito boa para lembrarmos nossos heróis (tão esquecidos) da 2GM. Sds.

  44. Azevedo 4 de fevereiro de 2009 at 12:34 #

    A primeira vez que li o fato foi em 2000. O triste foi constatar que o registro não era brasileiro – nunca ouvira falar de tal feito – e sim americano (apesar da grafia errada do nome do aviador).

    DICTIONARY OF AMERICAN NAVAL AVIATION SQUADRONS—Volume 2, p.501.
    Disponível em:
    http://www.history.navy.mil/avh-vol2/chap4-4.pdf

  45. Azevedo 4 de fevereiro de 2009 at 13:18 #

    Trise também é googlar por domínio gov.br e mil.br e só encontrar um resultado em cada.

    “Alberto Martins Torres” submarino site:.gov.br
    “Alberto Martins Torres” submarino site:.mil.br

  46. Edson Brasil Lage 7 de abril de 2009 at 18:50 #

    É com o coração pleno de orgulho, que olho estas fotos e tomo
    conhecimento de fatos tão heróicos e humanos dos nossos bravos
    combatentes.

  47. Thaís 8 de junho de 2009 at 10:55 #

    O caso de jogar botes aos “inimigos”!!! Como bem disse o rapaz não havia lado correto nesta guerra!
    Não é o caso de ser pro nazista!
    É o caso de humanindade! Aqueles eram marinheiros, que também tem família. Como os marinheiros dos barcos que ambos os lados afundaram!!!!
    O problema não é o ato de humanindade.
    o problema é o ato de guerra!
    Quem provocou a guerra é que estava errado!
    Culpem Hitler!
    Culpem seu staff, seus generais que enviavam soldados para a guerra, mas ficavam em suas cadeiras bem seguros! Aliás isto acontece de ambos os lados!
    Eu acho que quem quer guerra tem de ir pessoalmente!
    E outra coisa! Dinheiro, território, orgulho ferido, ambição, petróleo, riquezas… desde quando uma vida vale menos que pode ser disperdiçada.
    Tenho o maior orgulho do Brasil, senhores. Temos forças armadas, que se necessário, podem defender os brasileiros.
    Mas não somos um país que costuma se meter nos problemas alheios.
    Respeitamos a soberania dos países e não almejamos as riquezas alheias.
    Nosso soldados, pilotos, marinheiros se preparam bem, mas para defender a paz e se necessário ajudar como no caso do Haiti.
    Abraços a todos

  48. Clauman soares de sousa júnior. 25 de agosto de 2009 at 10:51 #

    creio eu que nenhum de vcs imagina oque se passou realmente nas aguas brasileiras da época..
    pois bem,meu bizavo era da marinha da época,e o bizavo de um dos meus melhores amigos era oficial da SS bom, se acredita que não fora um submarino alemão como diz a história e sim um submarino norte americano…
    é meus amigos a vida é uma caixinha de surpresas…
    isso aconteceu nada mais nada menos porque os estados unido precisava de um pais do seu proprio continente,para atacar por baixo,lógico,sofrer muitas baixas e se individar com a compra de armamento pesado..pois o brasil não tinha nada na época..
    logo…justamente na mesma época acontecia um fato curioso,uma grande frota de submarinos nazistas com porta aviões e segundo fontes suas maquinas de vôo perfeitas (WW,vril,e tantas outras mas)…
    seguiram para antartica..

    quem quizer trocar idéias..

    meu e-mail..
    [email protected]

  49. José Carlos 20 de outubro de 2009 at 20:53 #

    Para entender a 2ªGM é necessário que comecemos a estudar retroagindo a época da 1ªGM. A História é um composta ou escrita por fatos que se desdobram e estão intrinsicamente ligados. É fato de que o Brasil demorou a posicionar-se, haviam diversas correntes ideológicas, algumas pró-eixo, outras pró-aliados e muitos defendiam uma posição de neutralidade. O Brasil com seus 8.000 km de costa e uma posição geo-estratégica privilegiada não poderia se manter neutro. Ao optar pela declaração de guerra aos paises do eixo o Brasil conseguiu modernizar sua Marinha e Exército , criou a FAB, e assim escreveu com glória e sangue uma formidável pagina de sua história. Alguem com muita propriedade disse “A Historia é o último abrigo o derradeiro reduto da memória dos fatos”.

  50. roberto 30 de janeiro de 2010 at 11:47 #

    fui marinhero e na marinha do brasil esiste um boato que nao foi os alemoes que afundarao nossos navios e sim os americanos que astiaroa bandeiras alemas para se passar por alemaes que tinham entereçe que o brasil entraçe na 2 guerra por que o brasil tinha um litoral estrategico que e muito proximo a africa.

  51. Dalton 30 de janeiro de 2010 at 16:43 #

    Roberto…

    nem se pode chamar de boato e sim de ignorância ou até mesmo
    antiamericanismo simples e puro.

    além do mais em 1942, os poucos submarinos americanos eficientes
    se bem que com problemas nos torpedos, estavam empenhados na luta no pacifico, apenas alguns poucos, a maioria dos obsoletos
    tipo S ou mesmo mais antigos estavam sendo usados no atlantico para treinar forças antisubmarinas.

    abraços

  52. Augusto 14 de maio de 2010 at 22:26 #

    Muito interessante o post.
    Mas alguém aí poderia me tirar uma dúvida: afinal, porque nossa ditadura, com tudo o que isso representa, se aliou às democracias? Afinal, ninguém naquela época acreditava numa derrota alemã. Seja como for, deve ter sido um “choque” para a Alemanha ver uma nação de ideologia similar à sua aliar-se aos “decadentes e imperialistas” anglo-americanos…
    Meu pai, filho de alemães, lutou nessa guerra, servindo na FAB. Tenho muito orgulho disso. Mas tenho um tio-avô que naufragou em serviço num U-boat (não sei o número) no Mar do Norte. A guerra é uma droga.

  53. Davi 1 de agosto de 2010 at 23:53 #

    Um verdadeiro combatente não revida por gosto de vingança. Isso não é honra. Pôr a pique e embarcação era o objetivo e não deixar homens rendidos e desarmados morrerem. Esse episódio merecia pelo menos um curta-metragem.

  54. Leandro Sauerbronn 3 de agosto de 2010 at 16:25 #

    Este episódio da história do país de vocês é muito interessante, será que alguém já localizou o submarino U-199 no fundo do mar? Muitas vidas perdidas em uma guerra estúpida.

  55. André Machado 4 de agosto de 2010 at 2:17 #

    Um ataque perfeito que mostra a eficiência de nossos homens..

  56. gibbabr 7 de agosto de 2010 at 17:29 #

    Brasileiro é um tipo diferente de combatente, somos corajosos como muitos e mizericordiosos como poucos. O ato de atirar botes ao inimigo naufragado foi um ato de nobreza e autruismo, se os brasileiros tivessem atirado neles como o amigo no 1º post sugeriu o que isso nos faria diferentes deles? uma coisa é matar em combate, numa troca de tiros, outra coisa é atirar em um soldado indefeso; isso é coisa de covarde e crueldade; combatente de verdade luta de igual para igual e não se aproveita de uma oportunidade para matar um soldado sem chance de combate e que já não oferecia mais ameaça alguma a ninguem.

    Nobres soldados brasileiros que deram suas vidas em combates durante as guerras que participaram pois souberam demonstrar força e coragem mas também complacensia pelo iniigo. Como foi dito todo soldado cumpre ordens, independente de que lado esteja e se o inimigo faz atrocidades e covardias isso não nos dá nem nunca dará o direito de fazer o mesmo para com ele, a final é isso que distigue um soldado de um mero homem armado e atirando a esmo. Salve os grandes soldados brasileiros da 2º guerra mundial que foram mais que meras buxas de canhão cumpridoras de ordens, mas sim foram combatentes dignos e honrados que fizeram a diferença e não se rebaixaram ao nivel de crueldade dos inimigos.

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  1. Google Earth Marinho - 4 de fevereiro de 2009

    […] do BLOG: clicando na tela acima, pode-se ver a localização dos destroços do submarino alemão U-199, afundado a cerca de 57 milhas do litoral do Rio de Janeiro, a uma profundidade de 285m, segundo o […]

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