O MOD das corvetas classe ‘Inhaúma’

O MOD das corvetas classe ‘Inhaúma’

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O PMG da Julio de Noronha teve início em outubro de 2008 e está previsto para durar 15 meses, a um custo de R$ 13,8 milhões (por navio da classe).

O navio não irá sofrer uma grande modernização. Na verdade o que se pretende é revitalizar os navios da classe “Inhaúma”, principalmente as máquinas e substituir alguns sistemas e sensores. O sistema tático de comando, controle e combate será substituído, bem como alguns sensores. Não há previsão de substituição de armamentos. Caso a MB fosse substituir o canhão principal (114,3mm) e os canhões de 40mm por um novo canhão de 76mm e pelo Trinity, o custo superaria em muito o valor total previsto para esse programa.

A modernização compreenderá as seguintes instalações:

  • Sistema SICONTA Mk.4;
  • Radar de busca combinada Selex Sistemi RAN-20S bidimensional;
  • Radar de DT Selex Sistemi RTN-30X;
  • Radar de navegação Furuno FR 8252.
  • MAGE – DEFENSOR;
  • Sistema de Navegação Inercial – SIGMA 40 INS (SAGEM);
  • Sistema de Controle e Monitoração SCM;
  • Manutenção geral das máquinas;
  • Revisão dos sistemas hidráulicos e elétricos;
  • Revitalização e melhoria das áreas habitáveis.

Com relação às fragatas da classe “Greenhalgh”, o seu programa de modernização será semelhante ao das “Inhaúma”, contudo os mísseis Exocet MM-38 serão substituídos pelo MM-40. O custo total desse programa será de R$ 70 milhões, cerca de R$ 23,3 milhões por navio.

Os testes de mar da corveta Barroso, foram bastante satisfatórios, o novo desenho da proa reduziu muito o embarque de água. A Barroso conseguiu atingir e manter uma velocidade de 29+ nós (contra 27 nós das “Inhauma”). Estão se realizando períodos de verificação e ajustagem dos sistemas eletrônicos e sensores, até sua prontificação total e incorporação à Armada, com a posterior transferência para o Setor Operativo, em maio/junho de 2009, já com o Sistema de Combate comissionado.

TEXTO: Luiz Monteiro (LM)/FOTO: Navios em Rio Grande

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Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

55 COMMENTS

  1. Que bom que alguém deu alguma informação sobre a modernização das corvetas. Parece que existia um certo silencio sobre o assunto. Não li em mais lugar nenhum sobre isso, só aqui no blog.

  2. LM, por que esta está sendo a primeira a passar pelo PMG se não foi a primeira a ser construida?

    Apesar das críticas as coisas vão acontecendo, não num rítimo que a gente gostaria, mas vão acontecendo. Como esta a primeira a iniciar deve demorar mais um pouco, pois vai ser a plataforma de ensaios.

    Em abril próximo vai ser assinado o contrato de modernização dos A4.

  3. alguem sabe me dizer quais sao os navios que estao na reserva ou desincorporados na MB e onde estão? grato.

  4. Pessoal, vendo a foto dessa Inhaúma acima, apesar de ela não ter características furtivas, me parece que a assinatura radar dela dever ser razovelmente baixa, já que é um navio “baixinho”, e ter superestruturas bem compactas. Alguém sabe sobre isso? E se a Barroso vai muito bem obrigado, bem que o Lula, já que é do mar (hehehe), poderia mandar construir mais algumas, não? Abraços.

  5. As fragatas claase Niterói (após ModFrag), as corvetas da classe Inhaúma e classe Barroso são navios estupendos! Não devem nada às belonaves estrangeiras. São um verdadeiro orgulho para a marinha, e deve-se investir em suas modernizações e em novos projetos derivados destas.
    Se temos a tecnologia, por que não continuar desenvolvendo-a?
    Mas uma vez, parabéns para o pessoal da EMGEPRON e para a Marinha do Brasil!

  6. Corvetinhas invocadas….

    Mas eu continuo achando uma pena esses navios não receberem o lançador de Aspides na proa.

    Padronizaríamos a frota tendo todos as escoltas com mísseis anti-aéreos de curto/médio alcance até a chegada das escoltas de 6.000 ton.

    Seriam 10 escoltas com Aspide (+ a Barroso) e canhões de defesa de ponto além das três Type 22 com Seawolf.

    Qualquer GT que fosse ao mar com Niterói e tipo 22, ou Inhaúma e Tipo 22, ou um mix das 3, poderia ser perfeitamente complementar.

  7. Pobres Inhaúmas tão desvalorizadas pelos brasileiros.Alguns colegas só sabem criticar e esquecem que como o artigo relata as corvetas cumprem e bem seu papel na MB.Na minha opinião elas deveriam ser armadas tambem com misseis aspid 2000(já que tem um menor custo) assim como a Barroso e deveria ser construido pelomenos mais quatro classe Barroso.As Greenhalgh deveriam receber lançadores verticais arter30 ao inves de canhões de defesa de ponto, mas isso dificilmente acontecerá.E louvavel a atitude da MB de revitalizar nossas poucas escoltas, só acho que os armamentos devewriam ser melhorados principalmente no tocante a misseis antiaereos as Inhaumas bem que poderiam receber lançadores verticais Aster15(ideal) ai ficariam poderosas belonaves de defesa litorânia.E bem que a fragata DODSWORTHoderia sair da reserva e ser modernizadas!
    Abraços

  8. Prezado Robson Br,

    Existe um cronograma que é seguido para o PMG de cada navio. Por esse cronograma, a “Julio de Noronha” deveria ser a próxima a realizar o PMG, tornando-se a primeira unidade da classe a receber uma “modernização”.

    Só para esclarecer sua dúvida, a data de incorporação muitas vezes não revela as reais condições de um meio.

    Sds

  9. vcs acham que ao inves de a MB construir NaPa 1800t ela nao poderia constuir umas 10 corvetas barroso p/ padronizar uma frota dessa classe? poderiam armas umas 5 e utilizar as outras como NaPa, assim teriamos esses navios como uma reserva estrategica q poderiam ser armados se necessario.

    por favor alguem com mais conhecimento poderia comenter essa idéia?

  10. LM, o senhor prestou, neste blog, informações valiosas para quem participa do Poder Nval. É questão de agradecer.

  11. Esta modernização vai elevar bastante o nível operacional dessas corvetas. E reparem que os custos da reforma estão bem baixos, apenas R$ 13,8 milhões por unidade, o que deve-se a nossa mão-de-obra mais barata e o preço dos equipamentos aqui produzidos, como o SICONTA MK.4. É uma pena que a falta de verbas impossibilita a troca de alguns armamentos. Sem falar dos mísseis, já sugerido por alguns colegas, a troca do canhão de 114mm por um de 76mm, além de aliviar bastante o peso na proa, atenderia de maneira muito mais eficaz a função de duplo emprego, dado sua cadência de mais de 100 disparos por minuto, constituindo-se num armamento mais adequaqdo a esta classe de navio.

    Abraços!

  12. Reativar a DODSWORTH?????? Putz, nem reza braba conseguiria fazer isso. Ô meu, apaga essa idéia, a DODSWORTH só serve para duas coisas:
    Ou vira gilete/parafusos, ou vira residência de meros.
    Não há a menor possibilidade de reativar a DODSWORT, pois já foi toda sucateada e sua estrutura já está toda comprometida pela ferrugem.

    Um abraço.

  13. Bronco e problema de peso da Inhaumas ?

    Independente disto, em que lugar na popa então vc colocaria a maquina do leme ?

    MO

  14. LM,

    Pensei que o SICONTA Mk.3 (da CvBarroso) fosse a mesma versão que poderia ser instalada na “ModCorv”. O SICONTA Mk.4 não seria o que será instalado no NAe São Paulo?
    Obrigado pelos esclarecimentos.

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    GHz

  15. RJ, seria muito bom se realmente o fosse, conforme vc descreveu, mas infelizmente não é bem assim não ….

    MO

  16. As corvetas nacionais da Classe Inhaúma(Inhaúma,Jaceguai,Júlio de Noronha e Frontin)ainda estão previstas para darem baixa a partir de 2014 ou vai ser prolongado a sua vida útil? Porque se for estender acho que compensaria fazer a troca dos canhões e instalar sistema de defesa anti-aérea com mísseis,como o Aster 15/30 ou o Aspide.É um importante navio.
    A MB poderia construir pelo menos mais 2 navios,do estilo da Barroso, por estaleiros privados,contribuindo para icentivar a construção naval gerando empregos e renda.
    As Niterói e as Greenhalg,precisarão serem sucedidas por navios que possuem capacidades de operar em águas distantes do litoral,dotadas de mísseis com capacidade de defesa anti-aérea de área,para a demonstração e resguardo dos interesses nacionais nas rotas de transporte ou para apoio à projeção de poder em conflitos de média intensidade,constituindo,inclusive,uma FT(Força Tarefa) nucleado em navio-aeródromo(se for o A-12) para realizar a defesa do Brasil nas áreas oriental e austral do Atlântico Sul,situadas fora do alcance da aviação de combate baseada em terra e aptas para operar contra uma força inimiga que inclua meios aeronavais mais poderosos.

    abraços

  17. Será que uma Inhaúma revitalizada de acordo com os nvos sensores e sistema de combate de que trata este post poderia, numa eventualidade, receber um sistema de mísseis AA na popa? Aestrutura do navio aguenta isso?

  18. MO,

    A estrutura das Inhaúma é bem parecida com a das Niterói. A diferença fica por conta do espaço entre a plataforma do convôo e o fim do navio. Então, a solucão poderia ser instalar o lançador acima da máquina do leme, deixando a estrutura um pouco acima da altura do convôo. Digo isto porque a estratégia de aproximação para pouso dos pilotos da marinha é pelos bordos, nunca pela popa do navio, e o lançador não atrapalharia as operações aéreas.

    Sobre o peso é um problema que não será resolvido a não ser que façam um projeto praticamente novo, como no caso da Barroso que sofreu modificações estruturais para diminuir o caturro.

    No entanto, o peso extra por mim sugerido não estaria sendo imposto à proa do navio, que é de fato o grande problema do projeto.

    Outra possibilidade, mais cara, seria substituir os dois canhões de 40 mm por um Trinity acima do hangar, como na Barroso. Fiz uma busca rápida na internet para saber o peso de ambos e não encontrei, mas acredito que o peso do lançador de Aspide e do canhão de 40 mm devem ter valores muito próximos.

    Perdão se estiver falando besteira, não sou profundo conhecedor de projetos de navios. Você com certeza entende muito mais do que eu.
    É que eu sempre ouvi na marinha que as Inhaúma não receberam mísseis AAé por falta de verbas, mas ainda teriam espaço para tal, e olhando para o navio, na minha humilde opinião, o único espaço que não afetaria as performances do navio e baratearia a instalação seria a popa, com um lançador padronizado, que a Marinha já conhece e já realizou 6 instalações.

    Um abração!

  19. Eu fico muito curioso em saber se não seria muito mais interessante a Marinha investir em desenvolvimento de novos sistemas e armas. Para mim, hoje, parece ser muito mais lógico ter armas e sensores de última geração, do que um navio mais moderno em si. A compra de armas mais modernas, no estado da arte, para a instalação nas escoltas, na minha opnião não é desperdício, visto que posteriormente poderiam ser transferidos para outros navios da frota. Do que vale um navio novo mal armado, num confronto com uma belonave de mais idade, mas muito bem armada??

  20. Outra questão que tenho, é qual o tempo útil de vida de um navio? Muitos falam em 40 anos, outros em 30, 20. O custo de manutenção do casco e das máquinas de um navio antigo é muito proibitivo em relação a construção de um navio novo?? Sendo as Niterói, navios construidos aqui, não seriam de fácil modernização para continuarem em serviço por mais 30 anos??

  21. Entendi Bronco o que vc quiz dizer, mas tenho cá minhas duvidas sobre elevar em altura proximo do convoo seria um bom negocio para a segurança dos pilotos e aeronave

    Quanto a espaço fisico, a melhor maneira de sabermos isso seria pelos planos do navio, o nosso esta na casa do Zé, não tenho uma lembrança clara da popa interna pela memoria

    No caso da estabilidade, ai poderiamos tecer comentários simplorios, mas seria ideal um EN dar uma palavra mais esclarecedora sobre

    Tem um grande detalhe, temos (ou tinhamos) umaa filmagem de uma delas (tbmm não me lembro de kbeça) navegando em aguas abrigadas, mar calmo e pouco vento, vc teria que ver isso e te ajudaria um pouco no raciocinio de equilibrio do navio (claro que uma ideia apenas, não a palavra final sobre), Va vimos muitas vezrs elas balancçando atracadas devido a movimento no canal, bom enfim, se video estava com o Bozoh se se não me engano foi postado aqui, qualquer coisa peça para o Galante que ele te passa (se ainda tiver em mãos)

    Abs
    MO

  22. Alguem sabe se o míssil Exocet MM-40 que será utilizado é o Block 3 ou Block 2????
    Já passou da hora da MB tomar a liderança nesse tipo de armamento também né.

  23. Poderiam explicar: um simples S. Lynx armado com S. Skua teria toda a liberdade para operar contra a Inhaúma? Como este navio pode ser empregado em escolta trans-oceânica?

  24. JR

    Tudo bem mas os navios Omanicos são otimizados para o TO Omanico (Persico e redondesas)

    A ideia brasileira das inhaumas seria em tezsse navio oceanico, bem diferente, e i que quebra a comparação

    Abs
    MO

  25. Marcelo Ostra

    Achei um artigo que foi postado aqui no blog em Set/08,que fala de uma corveta Dinamarquesa que possue sistema de mísseis anti-aéreo de lançamento vertical(VLS)Sea Sparrow,e o interessante é que uma mesma classe parecida com essa chegou a ser oferecida a MB,será que se a MB tivesse aceito essa proposta,talvez tivessemos um navio com maior capacidade de combate no lugar das Inhaúmas?

    Os navios se chamam HDMS Niels Juel (F354) (apelidado NIJU), Olfert Fischer (F355) (OLFI) and Peter Tordenskiold (F356) (PETO).

    As “Niels Juel” têm comprimento de 84m, boca de 10,3m, calado de 4,3m, deslocam 1.450t e podem navegar a 30 nós. Sua propulsão é composta de uma turbina a gás GE LM2500 e dois motores diesel. A tripulação é de 93 homens.
    O armamento é composto de um canhão de 76mm, 8 mísseis Harpoon antinavio, e mísseis antiaéreos Evolved Seasparrow VLS (em casulos Mk.41 instalados depois do upgrade). O sensor principal do navio é o radar tridimensional TRS-3D.

    segue o link:
    http://www.naval.com.br/blog/?p=1240

    sds!

  26. Prezado GHz,

    O SICONTA Mk.4 foi o escolhido tanto para o NAe São Paulo, como o senhor lembrou muito bem, quanto para as “Inhaúma” e “Greenhalgh”. Esse sistema apresenta algumas vantagens em relação ao modelo anterior (Mk.3). Os futuros escoltas também deverão utilizar o Mk.4.

    Sds

  27. Prezado Marujo,

    No ano passado, em uma conversa com o Almirante Carlos Freire Moreira, ele me informou que o convôo das corvetas da Classe Inhaúma e da “Barroso” não se estendiam até a extremidade de popa do navio, justamente porque a MB planejava em uma Modernização de Meia Vida, instalar um SAM na popa. Contudo, os orçamentos atuais não permitem a instalação. Não sei no futuro.

    Sds

  28. Caro LM,
    Meus parabéns pela matéria, limpa, informativa e clara.
    Com sua permissão, vou passar adiante algumas informações em outro fórum, pois considero as mesmas de suma importância.

    Sds.

  29. Prezado Zorann,

    O senhor fez as seguintes perguntas:

    “Outra questão que tenho, é qual o tempo útil de vida de um navio? Muitos falam em 40 anos, outros em 30, 20. O custo de manutenção do casco e das máquinas de um navio antigo é muito proibitivo em relação a construção de um navio novo?? Sendo as Niterói, navios construidos aqui, não seriam de fácil modernização para continuarem em serviço por mais 30 anos??”

    Vou tentar respondê-las:

    A vida útil do casco depende da qualidade do material que foi utilizado em sua construção, da forma como o navio foi utilizado, se ele recebeu as manutenções adequadas nos períodos corretos, e uma série de outros fatores. A MB costuma utilizar seus escoltas até que seus cascos, em média, completem 40 anos. Apesar de ser importante, o fator mais relevante em um navio de guerra não é a idade de seu casco, e sim os sistemas, sensores e armas que ele carrega.

    Quanto mais antigo for um meio, mais difícil se torna sua manutenção, pois fica difícil substituir peças que não são mais fabricadas, ele vai precisar de docagens mais freqüentes, tornando sua manutenção bem mais cara do que a de um navio novo. É o mesmo que acontece com os automóveis.

    Um navio novo tem um custo de aquisição muito alto, contudo, como precisa de uma manutenção menos freqüente acaba tendo esse valor diluído em relação a obtenção de um navio por oportunidade.

    As “Niterói” estão com cerca de 30 anos. Não seria viável mantê-las por mais 30 anos. Para conseguir operá-las por mais 15, como pretende a MB, elas precisarão passar por um extenso PMG, principalmente em suas máquinas.

    Espero ter esclarecido suas dúvidas.

    Sds

  30. Prezado Wladimir,

    No post fala sobre as fragatas da classe “Greenhalgh”, vou transcrever abaixo:

    “Com relação às fragatas da classe “Greenhalgh”, o seu programa de modernização será semelhante ao das “Inhaúma”, contudo os mísseis Exocet MM-38 serão substituídos pelo MM-40. O custo total desse programa será de R$ 70 milhões, cerca de R$ 23,3 milhões por navio.”

    Sds

  31. Valeu JR

    As Nils Juel particularmente nao me agradão, creio tambem serem navios para o Baltico, não para o Atlantico, excelentes para os dinamarquenses

    Abs
    MO

  32. Obrigado Jacubão…
    Os navios Para e Pernanbuco , se passasem por uma grande modernização não poderia atuar como apoio aos fuzileiros no desembarque… e A/S?

  33. LM,

    você falou dos planos que a MB tinha para instalar SAM nas Inhaúmas e na Barroso. Quanto custaria isso por navio? Você tem idéia? Abraços.

  34. LM, fiquei muito satisfeito em ver a relação de equipamentos que serão instalados nas Inhaúma, padronizando a maior parte dos sensores e sistema de combate com a Barroso e as Niterói Modfrag. Imaginava que nem isso seria possível. Creio que os novos radares de busca e direção de tiro, assim como o Siconta, farão grande diferença na efetividade e na disponibilidade dos navios.

    Fiquei em dúvida apenas em relação às Type 22: o RAN-20S também será instalado? Não estaria em posição muito elevada em relação a seu peso? Imagino também que fazer o sistema do Sea Wolf conversar com o Siconta também vai dar um trabalho dos diabos.

    Saudações!

  35. Prezado AL,

    Eu não tenho os valores exatos para lhe fornecer, até porque depende do SAM que seria instalado, e não houve estudos detalhados a respeito disso.

    Sds

  36. Prezado Nunão,

    Estava sumido! Senti falta de seus comentários!

    Os radares 967 e 968 são, na minha opinião, superiores ao RAN-20S. Caso eles venham a ser substituídos, seria em razão de seu estado de conservação, do contrario deveriam (minha opinião) ser mantidos, com o processamento melhorado.

    Para instalação do RAN-20S, o “mastro” deverá receber alterações.

    A integração do SICONTA Mk.4 com os SEAWOLF será tão difícil quanto foi a integração do SICONTA Mk.2 com os Aspide. Vai dar trabalho pro pessoal, mas … (rsrs)

    Abraços

  37. Valeu LM, não estou sumido não, acompanho todos os assuntos e (praticamente…) todos os comentários, só estou com pouco tempo para postar e comentar, assim acabo me dedicando mais ao Aéreo, mais “fácil” (eheheh). O Imperador Marcelo Ostra of the Siths já me prometeu excomungar por causa dessa queda pro lado aviãozinho da força, mas a tentação pelo naval da força não me larga de jeito nenhum.

    Obrigado novamente pelas informações, e boa sorte pro pessoal de integração de software, que pelo que já ouvi falar, eles vão precisar!

    O RAN-20S nas Grenhalgh foi só especulação minha, já que vc escreveu que a modernização das T-22 seguiria a linha das Inhaúma, procurando a máxima padronização entre os meios. Mas é claro, o máximo sempre esbarra no viável.

    Saudações!

  38. Volto a parabenizar o jacubão por propor uma corveta Barroso mod+mod.
    No tempo de escoltas multimissão stealth caríssimas, o Brasil pode oferecer um projeto de escoltas acessíveis a países em desenvolvimento, com baixa assinatura-radar e pequena tripulação.

  39. Fico FELIZ, de ver que nossa MB aos poucos, vae dando uma geral “MODFRAG” e “MODCOV” nos seus meios, muito interessante a proposta para as Inhaumas, simples e direta.

    Só me preocupo, sinceramente é com os melhores meios que nossa MB, conta HOJE, que para mim são as T-22, considero as mesmas as nossas melhores Fragatas, e sendo que o Reino Unido planejam manter as T-22 BIII até o limite da vida util, comprova de vez a qualidade destes navios, e nossa MB, teima em NÃO dar o devido valor, foi uma pena a “DODS” ter ido para Reserva tão cedo, poderiamos ter feito uma modernização a muito tempo nas T-22, bom aguas passadas, espero que a nossa MB zele mas pelas 3 restantes.

    E Sr. Lula, autoriza a construçao de mais 2 Classe Barroso, os amantes da MB, lhe agradeçem.

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