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NaPa Brendan Simbwaye parte rumo à Namíbia

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O Navio-Patrulha Brendan Simbwaye (P11) partiu hoje, às 16h, do estaleiro INACE, em Fortaleza-CE, com destino ao Porto de Walvis Bay, na Namíbia, após ser aprovado pela Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento, composta por Oficiais da Marinha do Brasil. Acompanhado por um navio brasileiro, a corveta Caboclo, o P-11 atravessará o Oceano Atlântico em sua primeira viagem, fazendo escalas no Arquipélago de Fernando de Noronha, Ilha de Ascenção e Ilha de Santa Helena, antes de chegar ao Porto de Walvis Bay na Namíbia, no dia 21 de abril.
O navio foi incorporado a Marinha da Namíbia no dia 16 de janeiro de 2009, em cerimônia, no estaleiro INACE, onde foi construído, com a presença de altas autoridades de ambos os países, estreitando ainda mais as relações entre os Governos do Brasil e da Namíbia.

Essa iniciativa de sucesso, além de gerar empregos, fomentar a cadeia produtiva e desenvolver a tecnologia militar-naval no Brasil, abre perspectivas para a exportação de outros navios de guerra, o que contribuirá para a expansão da indústria de defesa no País.
O navio exportado é armado com canhão e metralhadoras, possui comprimento de 46,5 metros e desenvolve velocidade de 27 nós, e será empregado na vigilância e defesa da costa namibiana. O projeto foi gerenciado pela EMGEPRON, empresa pública vinculada à Marinha do Brasil, que responsabilizou-se também pela garantia da qualidade da embarcação, pela instalação do armamento e pelo apoio logístico à Marinha da Namíbia. A intensa participação de Oficiais e Praças da MB nos Programas de Adestramento, no porto e no mar, contribuíram sobremaneira para aprimorar, agora na prática, os conhecimentos ensinados aos namibianos, durante os cursos de formação também realizados pela Marinha do Brasil.

FONTE: Centro de Comunicação Social da Marinha/Comando do 3º Distrito Naval

13 COMMENTS

  1. Parabens ao INACE e a Marinha do Brasil como a reportagem msm diz:

    Essa iniciativa de sucesso, além de gerar empregos, fomentar a cadeia produtiva e desenvolver a tecnologia militar-naval no Brasil, abre perspectivas para a exportação de outros navios de guerra..

  2. “…fomentar a cadeia produtiva e desenvolver a tecnologia militar-naval no Brasil, abre perspectivas…”

    Isto não vai acontecer enquanto um unico estaleiro for capacitado, outros mais devem ser igualmente capacitados p/ nesse segmento de mercado operar.

    A MB teria mto a ganhar e o bolso do contribuinte tb.

  3. Estamos começando. Toda caminhada começa pelo primeiro passo.
    E a propósito: nós não conseguimos fornecer nada ao Timor Leste? Nossas tropas ainda estão lá? Na época do FHC, além das tropas, fornecemos treinamento em diversas áreas. Será que ficou por isso mesmo?

  4. E tudo começou com a doação da Corveta Purus aquele Pais que nem se quer tinha uma Marinha o Brasil esta ajundando aquele Pais a formar asua, se não me engano o Brasil tem uma Fragata e 2 Contra Torpedeiros desativados, quem sabe se as oferecermos esses meios a eles tal como foi a Purus desde que eles banquem a reforma aqui no Brasil

  5. Mo,

    Pq não?????????? podemos doar o Pará, seu irmão gêmeo e a Dodsword para a Namíbia. Quem sabe assim, eles nunca mais compram nada de material militar no Brasil. E nós, como bons sábios, perdemos mais um cliente internacional. Os estaleiros concorrentes vão darem pulos de alegria se a MB fizesse essa doação.

    O JC parece meio “perdido” no assunto. Mais perdido que eu.

    abraços.

  6. 1 canhão Bofors L/70 de 40 mm; 2 metralhadoras Oerlikon Mk-10 de 20mm em dois reparos singelos.

    Suécia and Suiça na ordem

    MO

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