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Nota oficial da Embraer sobre a modernização dos AF-1 da Marinha

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A Embraer assinou hoje um contrato para a modernização de 12 jatos da Marinha do Brasil – nove AF-1 (monoposto) e três AF-1A (biposto). A cerimônia ocorreu durante a sétima edição da Latin America Aero and Defence (LAAD), feira aeronáutica e de defesa que está sendo realizada de 14 a 17 de abril no Riocentro, na cidade do Rio de Janeiro, e contou com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Júlio Soares de Moura Neto, do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e do Diretor-Presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado. O programa é o primeiro de grande porte entre a Empresa e a Marinha e tem como objetivo a atualização tecnológica das 12 aeronaves.

“A Embraer se sente honrada com a confiança da Marinha do Brasil na realização desse importante contrato e a acolhe com entusiasmo no grupo de clientes de defesa, que reúne mais de 20 forças armadas ao redor do mundo”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer. “Ao selecionar a Embraer, a Marinha contribui para o fortalecimento da capacidade tecnológica instalada no país voltada à revitalização e modernização de aeronaves militares.”

Os 12 aviões que serão modernizados são conhecidos mundialmente como A-4 Skyhawk. A modernização restabelecerá a plena capacidade operacional do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque da Marinha, em sua missão conjunta com os meios navais e aeronavais, nas ações de defesa do País. O programa compreende a recuperação dos aviões e de seus sistemas atuais, além de implementar novos aviônicos, radar, geração elétrica e sistema autônomo de geração de oxigênio.

Esse acordo demonstra o compromisso da Embraer em oferecer a seus clientes produtos modernos, com avançada tecnologia e serviços de qualidade. Recentemente, a Empresa tem trabalhado na modernização das aeronaves de combate F-5 e A-1 (AMX) da Força Aérea Brasileira (FAB). Com mais este programa, a Embraer, atuando em conjunto com a Marinha do Brasil, a Força Aérea Brasileira e o Ministério da Defesa, cumpre o papel de assegurar ganhos em capacitação tecnológica e geração de empregos de alta qualificação no Brasil.

FONTE: Embraer /FOTO: Cees Jan van der Ende

NOTA DO BLOG: Nosso editor Alexandre Galante antecipou e defendeu a possível modernização dos AF-1 da MB em 2007. Leia o seguinte trecho do texto:

“Sendo assim, foi instituído um Grupo de Trabalho, para estudar a revitalização e modernização dos AF-1 Skyhawk. O estudo prevê que a modernização seja conduzida no Brasil e usando o máximo possível de componentes do programa F-5BR e A-1M, levado a cabo pela Embraer e a Elbit israelense.”

Para ler o artigo na íntegra clique aqui.

1 COMMENT

  1. Eu já não concordo.
    Acredito que pelo tempo que irão permanecer em serviço, não se justifica os gastos.

    No entanto, já que esta era nossa única opção eu acredito ser melhor ele voando com mais capacidade de cumprir as missões a que a ele é atribuida, do que ficar voando as cegas como estava.

  2. pelo menos somos os unicos que temos caças na marinha na america do sul.e temos que conformar com 12 mesmos nao podemos faser nada nao fiquem com raiva concerteza tera novos caças na marinha

  3. Meu Deus, reativar e revitalizar, somente 12 células em 5 anos!!!
    É um absurdo!!!
    Nem que fossem as 23 células disponíveis, isto poderia tomar tanto tempo assim.

  4. Não entendo como não concordarmos com a modernização dos Skyhawk!Apesar de serem caças antigos se modernizados com padrões desejados seriam excelentes bombardeiros e excelentes meios de interdição contra navios e submarinos!Obviamente precisamos de caças de superioridade aérea que em minha opinião tem que ser Rafales ou Sukhoi 33 M, mas seriam necessárias alterações no São Paulo e isso demora muito!Acho que um misto de 18 Rafales ou sukhoi 33 M e 12 Skyhawk inclusive com alguns exemplares configurados para guerra eletrônica seria o bicho!Mas parabéns MB e MD,estou a muito ansioso para conhecer o conteúdo do pacote de modernização.Acho que os A-4 deveriam ser equipados com MAA1-B, DERBY,GBU-30, Radar Doppler FIAR Grifo-F, Capacetes com sistema de mira HMD (Helmet-Mounted Display) tipo DASH da Elbit, RWR (Radar Warning Receiver) da Elisra Radar de aviso da cauda para autodefesa, data-link ,Pod de Reconhecimento Tático Rafael Reccelite,Pod de Navegação e Designador Laser Rafael Litening 3,Pod de Contramedidas Eletrônicas Rafael Sky Shield E O MÍSSIO ANTI NAVIO Popeye.
    Abraços

  5. Uma pergunta aos colegas… Se a dotação do A-12 será de 12 aeronaves, com quantas podemos contar numa eventual utilização num cenário real?

  6. Acho que os A4 ficarão na MB por muito tempo, mesmo com a entrada de um novo vetor. A reforma do A12 foi muito grande. Envolveu as máquinas, tubulações e convés. agora também estão fazendo a parte de sistemas. Pelo menos uns 15 anos ele vai ficar na ativa.

  7. Eu não concordo com a modernização, ainda mais de 12 células apenas, e num prazo de 5 anos!!! Quando terminar eles terão mais uns 5 anos de vida útil e pronto!!! Não que eu sou a favor, mas com esse dinheiro, seria muito melhor a marinha comprar Super Tucanos, que seriam muito mais eficientes para ela hoje, dos que os A-4. Não devemos esquecer que no dia de hoje só temos 1 (UM) avião operacional e o resto estocado por falta de peças e motores!!! Com esse dinheiro dava pra comprar pelo menos uns 4 Rafale, que fariam muito mais que todos os 23 (se fosse o caso) A-4 modernizados…

    Sds.

  8. Amigos felizardos que nos deliciam c/ estas informações direto do front LAAD, no Blog Terrestre o Galante ficou de fazer algumas perguntas p/ os expositores, que levantamos nos comentários. Seria possível fazer o mesmo no Naval ( acabei de fazer isto no Aéreo ) ? Se for, lá vão as minhas :

    P/ a DCNS :

    1-Em uma nota de esclarecimento, o comandante da Marinha colocou que nossos novos subs serão Scorpenes modificados em conjunto c/ nossos engenheiros, visando aumento de autonomia e de um maior intervalo entre manutenções, como isto se daria na prática, por exemplo aumentar a quantidade de combustível armazenada por aproveitamento do espaço que seria ocupado pelo MESMA ? Lembro que já discutimos isto aqui, mas só podemos ficar nas suposições, agora é a grande oportunidade p/ obtermos alguma informação c/ o próprio fabricante.

    2-Qual será o torpedo : o F21 ou o Black Shark ?

    P/ a Marinha :

    – Conforme discussão no Blog, a Marinha pensa em dividir a operação de subs em 2 bases uma p/ os IKL e outra p/ os novos DCNS, incluindo 2 linhas de suprimento de torpedos e sistemas – uma americana e outra francesa ?

    Abraços e parabéns pelo belo trabalho que estão fazendo.

  9. O problema dos A4 não é a aeronave em si, mas o fato desta não se mais empregada operativamente.

    Apenas Brasil e Argentina continuam com o A4 em primeira linha. Israel ainda tem alguns voando em função secundária. EUA e Indonésia, apenas em reserva.

    A MB está fazendo fé que as aeronaves que não serão modernizadas bastarão para fornecer peças estruturais para a operação das demais. É pagar pra ver, principalmente por causa da J52, que não é mais fabricada e tem se mostrado o calcanhar de Aquiles dos A-4 brasileiros.

    O tempo de modernização não é proporcional ao número de aeronaves. Sendo apenas 1 ou 1000, é necessário fazer a integração, validar o protótipo, corrigir os erros, para então partir para a produção.

  10. Em um jornal falou-se que também seriam modificados 3 aviões S-2, alguém pode confirmar se isso foi realemnte assinado ou comentado na LAAD?????

  11. Como postei em artigo anterior, os “M” seriam os operacionais e os “sem M”, treinadores. Precisamos formar e qualificar pessoal e os custos para tal escassos. Estão finalizando a reforma da pista de S.Pedro, foi grana; estão finalizando o treinamento do pessoal de controle de Tráfego Aéreo – lembrando que serão militares da Marinha a fazer e além da ativação comercial do aeroporto de Cabo Frio, quase a mesma rota de aproximação de S.Pedro, necessitam de experiência e muita, foi grana; as turbinas em revisão em Israel – depois do passeio pela Argentina- grana e tempo; vão ter que treinar novo pessoal para suporte aos “M”, grana e tempo; o “opalão” também sendo restruturado e ainda com novos sistemas, tempo e grana; os treinamentos com os novatos em toques e arremetidas, como sabemos ocasionam um desgaste estrutural muito grande, ficando por conta dos “sem M”, tempo e grana – muita grana nesse caso; logísticamente 5 anos tá de bom tamanho, pois após essa formação o pessoal novato faz um “up-gread” para os “M”, que estariam mais para “operacionais” realmente. Faz-se a “fila andar” e mais 5 anos inicia-se uma transferência para um vetor melhor, que até lá pode ser digamos, só digamos pois não é meu favorito, um “francês” F-5+M. Vejos os Aviadores navais ultimamente mais alegres e se debruçando em livros. ‘Há!! Braços’.

  12. Gostaria de sugerir um canal do blog com a Marinha, para questionar estas ações, tenho certeza que a RP da MB responderia e nos deixaria mais a par, e sabermos o que eles pensam. Afinal o blog tem prestígio o suficiente para indagar as FA.
    Fica a sugestão, abraços…

  13. Pelo que tenho lido, a MB vê o NAe São Paulo, como um equipamento transitório, para desenvolver doutrinas, e criar pessoal treinado.
    Portanto acho racional, esse up-grade, uma vez que as configurações de equipamentos podem se alterar.
    Vejo uma NAe como um ótimo equipamento para projeção de poder, questiono sua eficiência, para defesa de território.
    Mesmo não estando na prioridade, a projeção de poder, concordo com a manutenção do desenvolvimento de doutrinas e pessoal capacitado.
    Abraços a todos.

  14. Sérgio,

    Seria melhor então usar todo esse tempo e grana de forma mais racional.

    Um Goshawk novo custa 18 milhões, mais moderno, ficará em operação por muito tempo na US Navy. Só para treinar é muito mais eficiente, e com certeza ficariam muito mais tempo na linha de voo. 8 T-45 voariam muito mais que os 12 A-4 e com muito menos dor de cabeça.

    As FA’s tem mania de coisa velha, aeronave ou navio modernizado não se torna novo, a estrutura e a mecânica continuam de projeto antigo (e pouco eficiente) e problemáticas, diminuindo a disponibilidade.

    A-4 e S-2 é coisa da década de 60, peça é só na sucata.

    A modernização do F-5 e do A-1 ainda se justificam, pela quantidade de aeronaves disponíveis, pelo reaproveitamento de equipamento e conhecimento já adquirido. A Fab tem grande domínio desses vetores e um caça tampão geraria mais dor de cabeça que benefícios.

    Agora introduzir aeronaves tão antigas e em número tão pequeno é antieconômico. O A-4 voou muito pouco na MB e o S-2 tem histórico de modernizações mal-sucedidas, inclusive no Brasil.

    Um abraço,

  15. Os A-4 foram aviões especialmente projetados para porta-aviões,daí acho a sua continuidade em continuar operando em Naes.Desde a sua fabricação em 1956,foram produzidos mais de 2900 aviões.
    A último versão produzida nova para os norte-americanos foi a A-4M, uma aeronave bastante sofisticada, usada principalmente pelos esquadrões do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e o último modelo a sair da linha de montagem foi o A-4KU, uma série especial de 30 aeronaves (mais 6 bipostos TA-4KU) fornecidos para o Kuwait e hoje pertencente a MB.
    Os AF-1 e AF-1A foram comprados no final dos anos 90 do Kuwait e são aeronaves veteranas de guerra, tendo participado de missões de combate da Operação Tempestade no Deserto no início de 1991. Durante o conflito de 1991 voaram com uma camuflagem em areia, marrom e cinza, além de levarem escrito na lateral da fuselagem as palavras “Free Kuwait”(Liberdade).
    Eu acho que a intenção da MB é dotar um esquadrão com pelo menos 12 aeronaves,daí não mordenizar todas as 23,mas seria bom se modernizasse mais algumas células,não ficaria muito pra sobressalentes? Os A-4 modernizados nos mesmos moldes do F-5Br darão a MB uma projeção de poder no TO da AL,armados com mísseis antinavio e mísseis BVR,sistemas de defesa e contra-medidas e sua capacidade bélica,darão um fôlego até a chegada de novos aviões.
    Os nossos patinetes vão ser um bom galinho de briga!!!

  16. O Comandante da Marinha, em entrevista ao Inforel que já postei nesse blog, falou na compra próxima de quatro S-2, mas não esclareceu de que modelo.

  17. Que maravilha!!!!!!! Os A-4 voaram com um slogam pintado no cockpit,entao isso justifica a “modernizacao” destas sucatas. E para jogar sal na ferida,5 anos para 12 aparelhos. Com tanto dinheiro jogado fora,bastava ter comprado meia duzia de Rafales moderinissimos,novos em folha. Que mania de velharia e jogar dinheiro fora.

  18. Não é anti econômico. Os israelenses o farão com os pés nas costas. Estão habituados aos A4. Os sistemas serão os mesmos dos F5 e dos A1. Cadê a anti economia?
    Lembrem que esses sistemas deram uma canseira nos adversários na Redflag. Assim como os Mig21, vide declaração do coronel americano.
    Na verdade, além de formar doutrina teremos um avião eficaz para o cenário sul-americano. Não seria com 12 rafales que bateríamos alguém maior que nossos vizinhos.
    Um sistema de armas sozinho, mesmo que seja bom, não resolve. Pensem quando tivermos sub nucs armados, força aérea com Fx2, P3, patrulhas, UAVs, os brinquedos da Mectron em uso, A1´s, cargueiros-reabastecedores para levarem os A1 bem lá dentro do Atlântico…
    Reflitam, a coisa está convergindo para daqui a 10, 15, 20 anos…
    abs

  19. Capitão,

    5 anos de desenvolvimento, 12 milhões de dólares por aeronave.

    Repetindo, um Goshawk novo custa 18 milhões.

    Os israelenses tiraram os deles de operação em primeira linha, por que será?

    Os F-5 são 57, os A-1 são 43, os A-4 são 12.

    A FAB opera e conhece o F-5 e o A-1 de ponta-a-cabeça, os A-4 na MB ainda não voaram como deveriam, a MB ainda não resolveu o problema logístico.

    Peça só na sucata.

    Pensar em A-4 e S-2 não é pensar adiante, é pensar para trás. Falta ousadia.

    Um abraço,

  20. Capitão,

    Concordo com voce.
    Precisamos priorizar o planejamento do futuro, já que o presente está comprometido e só pode ser remediado.
    Só espero que a mudança de governo, no ano que vem, não acabe em novas reformulações no projeto de defesa.

    Abraços, a todos

  21. A-4
    Operado só pela Força Aérea Argentina (18 em linha, 18 estocados) e pela MB. Em reserva, nos EUA, Israel e Indonésia. Os de singapura estão a venda a anos, mas não apareceu comprador…

    S-2
    Não encontrei operador militar. O último suspiro foi a modernização em Taiwan que fracassou. A modernização que a FAB tentou no passado tb não funcionou. A troca de motores não resolve os diversos problemas da aeronave, que somente serão aumentados pelo desgaste do pouso em nae’s.

    Quanto menor o número de aeronaves em operação, maior o custo, a fórmula é simples.

  22. Abrivio,

    Talvez não demore 5 anos.
    Os Israelenses o tiraram porque adotaram outro melhor e pq o voaram muito. Não compare a situação de Israel com a do Brasil. Israel precisa de um avião que transpasse qualquer defesa do oriente.

    Para relançar o SP com custos baixos e aguardar toda a frota tomar músculo, o A4 mod é melhor que + 12 Rafales limitados.

    Tenha calma, a ousadia já está sendo muito e bem usada quando decidimos pelo subnuc.

    A pergunta é? Mesmo com 12 A4 mod, quem na America do Sul gostaria de colocar sua frota em confronto com a nossa? Em terra de cego…

    Espere que a maioria das coisas está convergindo para uma defesa eficaz.

    Sds

  23. Alguns esqueceram da LOGISTICA…

    Teremos F-5M, A1-M, A29 e agora os A4K-M com muitos equipamentos em comum “barateando” assim o custo de manutenção dessas aeronaves além de fazer com que a disponibilidade aumente nos angares.

    Quanto aos A4NZ da Nova Zelândia, os EUA não estão autorizando o País a vender para alguns outros países com o “argumento” de que o avião tem tecnologia “sensível” embarcada que é o radar do F16 A/B e outros equipamentos.

    Só para a Nova Zelândia coloca-los em operação – ao todo são 17 aeronaves – se gastaria perto de U$$ 3 mi por unidade. Aí sim seriam vendidos para possíveis compradores autorizados pelos EUA…

    Só que haveria um problema sério para o país comprador desta aeronave. MANUTENÇÃO…

    Abraços.

  24. E a Nova Zelândia abriu mão da aviação de caça, pois tem a Austrália do lado para defendê-la. Resolveram aplicar o $ na aviação de transporte e patrulha

  25. Abrivio em 16 Abr, 2009 às 12:10

    Concordo contigo, nem discuto, mas é o que temos e começam a incluir nos raciocínios, os A-29 para apoio naval – e não “embarcado” – ou melhor, fuzileiros. O Diretor da aviação da Marinha, ouviu muito e já fazem doutrina, pois os aviadores em treinamento na AFA, estão impressionados com o desempenho dos T-27 e para o A-29 é um pulo, melhor que os Helis e velocidade ideal para apoio terrestre aos Fuzi, coisa que para o A-4 é muita. Agora a briga será boa, pois convencer a FAB vai ser difícil.
    Mas imaginando um TO, OPALÃO enxergando 400 Km., com os radares da Thales, A-4M com datalink fazendo cobertura, A-29 também com datalink varrendo o solo, (Piada, mas vá lá) S-2 com Controle e Comando também c/ datalink, embora hipotético, dá prá brincar, ou quer dizer treinar. Há temos os EC-725 para deslocamento local.

    Concordo contigo é tudo +/- velho, mas para a Marinha é ação.
    Enquanto não tivermos o subnuc é isso. E não sei afirmar se felizmente ou infelizmente.

    Abraços

  26. A Nova Zelândia dotou-se de um esquadrão equipado de A-4G e TA-4G em 1968, para utilizar-o em missões de ataque antinavio e de defesa aérea, neste último caso com mísseis air-air AIM-9H Sidewinder. No início dos anos 80, o Real New Zealand Força aérea, tencionando substituir estes aparelhos, procedeu à avaliação do General Dynamics F-16 Fighting Falcon, do McDonnell Douglas F/-18 Hornet e do Northrop F-2(Tigershark. Finalmente, os Neozelandeses tomaram a resolução de comprar da Austrália oito A-4G e dois TA-4G, que estão a ser entregues e devem vir engrossar a sua frota de Skyhawk. O trabalho de modernização, que se prossegue, leva sobre a adoção de novos equipamentos eletrônicos, uma configuração interna do cockipt do piloto alterada, ejetores, e do pára-quedas de travagem. Seguidamente, estas máquinas poderiam ser dotadas de um radar de vigilância marítimo (provavelmente Ferranti Red Fox) e o reator F404. Assim, trinta e cinco anos após a sua concepção, o Skyhawk daria nascimento a um novo avião de ataque capaz de fazer concorrência com alguns dos aparelhos da mesma categoria oferecidos atualmente no mercado.
    Não é tudo,mas os A4KU-M integrados com Data-link darão a MB uma capacidade bélica invejável fazendo com que qualquer Marinha latina-americana pensem 2 vezes antes de lançar qualquer FT(Força Tarefa) contra nossa soberania,sem contar os AMX-M da FAB que também terão capacidade de interdição marítima.

    abs

  27. http://www.speedandangels.com/
    ou na tradução brasileira : “os cavaleiros do céu”

    um ótimo – e bem humorado – documentário que está passando nos canais hbo nesse mês.
    mostra como é complicado o treino de dois pilotos da us navy.
    e pensando no brasil…..
    estamos com um atraso de no mínimo uma década na formação mais intensiva dos pilotos e equipes de suporte. mas acho válido, já que esse é o caminho escolhido pela MB, que esse mix de A4 e S2 possa funcionar como uma solução intermediária para passos maiores.
    depois desse filme, fica bem difícil de defender o Nae São Paulo..
    é inacreditavelmenmte trabalhoso e custoso, nem sei se vale mesmo para uma marinha como a nossa. mas se a Mb decide investir nessa doutrina de águas azuis… vamso torcer para o melhor..
    e não posso pensar somente em 2009.
    penso que depois de duas décadas, existe um governo – que tem uma série de defeitos- que olha com alguma preocupação para o setor da defesa.
    abraços.

  28. A embraer constrói tucanos, Phenons, Legacys e etc…

    Não dá pra desenvolver um avião de combate para a aeronáutica e a marinha? que tal um vls para o CTA…
    Melhor um avíão de terceira geração voamdo do que 1000 de 5º G. no papel.
    Bom, aposto que o tucano que está voando na marinha americana, vai virar jato por lá.Acorda quartel…

  29. Meu comentário está bastante moderado, se não podem publicá-lo envio este:
    A Embraer já mostrou ao mundo do que é capaz portanto acho razoável que ela desenvolva um avião de combate a jato para a FAB e a marinha. A tecnologia aplicada no Tucano, no phenon e Legacy, possivelmente formata um jato militar.Que seja inferior a um cogitado no FX2, mas não estaria apenas no papel.

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