Audaciosamente indo, aonde nenhum homem jamais esteve

Audaciosamente indo, aonde nenhum homem jamais esteve

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Muitos leitores da “Trilogia Blog” do Poder Naval Online devem se lembrar do que dizia a abertura de cada episódio da série Star Trek: “O espaço, a fronteira final. Essas são as viagens da nave estelar Enterprise, em sua missão de 5 anos, para explorar novos mundos, buscar novas formas de vida, novas civilizações. Audaciosamente indo, aonde nenhum homem jamais esteve”.

Pois é, hoje assistimos à estréia do novo Jornada nas Estrelas, filme dirigido por J.J. Abrams (o famoso diretor de Lost). O filme surpreende e consegue resgatar o espírito da série original criada por Gene Roddenberry, desta vez contando a história das origens do capitão James T. Kirk e de seu oficial de ciências Spock. O novo Star Trek é moderno, dinâmico e muito bem produzido, vale a pena assistir!

A nave estelar USS Enterprise (um cruzador pesado da classe “Constitution”, do ano 2245) foi redesenhada e pode ser vista nas imagens coloridas deste post. A última imagem em P&B, compara os tamanhos das diferentes versões da USS Enterprise espacial (NCC-1701), com o porta-aviões USS Enterprise (CV-6) da Segunda Guerra Mundial e o primeiro navio-aeródromo nuclear (CVN-65) com o mesmo nome, ainda em serviço.

Se você também é fã da série e dos filmes do cinema, depois de assistir, deixe aqui seu comentário. Se é novato, também deixe sua opinião. Vida longa e próspera à nova USS Enterprise e sua tripulação!

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59 COMMENTS

  1. Fantástica série que animava e fazia a imaginação viajar pelo universo. Bons tempos de juventude que não voltam mais. hehehehe É bom assistir novamente os personagens desta série.

  2. por razoes obvias, meu preferido era ” viagem ao fundo do mar “, mas assisti a todos os episodios de Jornada e os filmes no cinema e como aconteceu com “viagem” acabei comprando um monte de modelos e livros e tal…só nao cheguei ao extremo de comprar um dicionario klingon…isso mesmo…traduzindo palavras klingon para o ingles!

    Este filme nao perco !

    vida longa e prospera !

  3. Tá errada a comparação da space shutle com o CV e o CVN:
    Overall: 57 ft. tall x 122 ft. long x 78 ft. wing span, ou seja:
    17 metros de altura, 37,19 de comprimento e 23,77 metros de area de asa.

    O CV 6 tinha Comprimento de 809 pés (246,6 m), largura 83 pés (25,3 m) e altura de 143 pés (43,59 m)

    Já o CVN 65 tinha Comprimento 335,64 metros, Largura 75,6 metros e
    Altura 39,9 metros.

    Oras, então a Shutle não pode corresponder a 2/3 do CV 6 e metade do CVN 65.

    Vamso corrigir essas proporções ai!
    Afinal tantos os navios como a Shutle e a série foram ótimos, merecem ser retratados mais fielmente.
    Em tempo: a proporção das naves da série está correta, então parabéns pela iniciativa.

  4. Pedro, se você observar na legenda do gráfico, o Space Shuttle está com um triângulo do lado, indicando que o mesmo encontra-se fora de escala com os demais.

  5. Sou fã da série original – tenho as 3 temporadas completas qoe de vez em quando assisto.
    O primeiro filme ainda tinha o seu espírito – “procurando novas formas de vida; novas civilizações”.
    Talvez “A Ira de Khan” tb.
    Os outros foram aos poucos perdendo a mágica …
    As séries novas foram “normais”, sem nada especial.
    Ainda não vi o filme. Será que resgata mesmo?
    O cinema americano tem por hábito reinventar as coisas mas geralmente a emenda fica pior (e muito) do que o soneto.
    Long life and Prosper
    Sds

  6. Eu acabei de chegar do cinema.
    Achei a composição dos personagens muito fraca.
    Também algumas locações para a Enterprise foram de péssimo gosto, fazendo-a parecer uma fábrica, recurso esse muito usado em Hollywood, infelizmente.
    Do que mais gostei foi dos trailers do Exterminador do Futuro e do Transformers.rsrs…
    Outra apelação que tomou conta da “série” (que no início mostrava o contato da Enterprise com formas de vida, inteligências e civilizações alienígenas) é o estado de eterna beligerância, fazendo da nave estelar um legítimo cruzador espacial de batalha e não uma nave de exploração científica com capacidade de auto-defesa a serviço de uma Federação de Planetas pacífica que já atingiu um alto nível de organização social e que não possui forças armadas.
    Uma pena. Mas para os fãs da série vale a pena conferir.
    Um abraço a todos.

  7. Assisti hoje o filme, com certo receio, mas fiquei plenamente satisfeito! Algumas coisas tem que evoluir, mesmo para que não seja um simples “remake”. Espero que venham outros e assim manter viva a lenda ” Star Trek” !

  8. Sou leitor assíduo deste blog e fã de londa data de Jornada nas Estrelas.
    Conferi o filme hoje e como fã, estou totalmente satisfeito com o resultado final.
    Me emocionei em várias passagens do filme.
    Foi excelente tambêm ver a aparição, ainda que breve, de outras naves da Frota Estelar.
    Quem é fã, obrigatório.
    Quem não é, de uma chance.

    Vida Longa e Próspera!

  9. Bosco …ições são militares, não civis

    A Enterprise eh um CB classe Constitution e não uma nave de exploração (ela realiza a função de
    mas não é … )

    em todas as naves da Frota Estelar, as guarn

    Alias a tradução brasileira (que alias sempre foi uma porcaria) criou o posto afrescalhado de OFICIAL DE CIENCIAS, para o Capt. Spock, quando em verdade ele eh o XO – Executive Officer, ou Imediato da Enterprisede

    Outro perola da tradução eh o posto Alferes, (ENSIGN), quando na verdade deveria ser Guarda Marinha (Apresentado corretamente apenas no episodio do cinema que tem a Enterprise E e os Borgs – primeiro contato)

    Sem contar os outros …

    MO

  10. Poxa,escapou o segredo!!! O Fx-2 vai ser cancelado,e esse ai de cima e o FX-3 que o vai suplantar.

  11. Farragut

    hoveram duas USS Farragut,

    Uma a USS Farragut – NCC 5593, foi da classe Excelsior (linda demais)

    Excelsior-class starships
    USS Berlin • USS Cairo • USS Charleston • USS Crazy Horse • USS Enterprise-B • USS Excelsior • USS Farragut • USS Fearless • USS Fredrickson • USS Gorkon • USS Hood • USS Intrepid • USS Lakota • USS Malinche • USS Melbourne • USS Potemkin • USS Repulse • USS Valley Forge

    houve tambem uma da classe Nebula – USS Farragut – NCC 60597

    Nebula-class starships
    USS Bellerophon • USS Bonchune • USS Farragut • USS Honshu • USS Leeds • USS Lexington • USS Merrimac • USS Monitor • USS Phoenix • USS Prometheus • USS Sutherland • USS T’Kumbra

    MO
    ha opin famos 9min

  12. Marcelo,
    sem dúvida a Frota Estelar é uma corporação aos moldes militares, mas nos primeiros episódios da Série Clássica era notória a ênfase em não ser a Enterprise uma nave de guerra (… em sua missão de 5 anos para pesquisar novos mundos, procurar novas civilizações…). Com o desenrolar dos acontecimentos é que houve, no meu entender, uma militarização exagerada da Frota Estelar e uma vulgarização da própria Federação.
    Civilizações inimigas eternamente em estado de guerra e planetas inteiros destruídos ficou sendo a tônica da série e dos filmes para o cinema.
    Igual a gibi de super herói. Na minha época o Batmam, o Homem Aranha e Super Homem lutavam contra ladrões de banco. Hoje, eles têm que impedir que o UNIVERSO seja aniquilado por um hiper super vilão ultra poderoso por semana.
    A idéia que os 18 primeiros episódios (se não me engano) passava é que a Terra era um paraíso de prosperidade, justiça, liberdade, cultura, etc, onde a miséria e as doenças eram coisas do passado e a humanidade tinha encontrado um ponto de equilíbrio que a levaria a um novo nível na evolução. De repente tudo mudou e o universo do Rodemberg foi literalmente para as cucuias.
    Só de curiosidade, li que o filme baseado no “Planeta Proibido” que inspirou o Rodemberg a criar seu universo e a série Jornada nas Estrelas está sendo rodado.
    Um abraço.

  13. Bosco…

    A Terra continua sendo o paraíso que vc citou nas séries mais recentes.
    O que acontece é que como elemento dramático fica difícil imaginar potências convivendo pacificamente quando recursos e território estão em jogo.(Tal qual nossa realidade).
    As civilizações que a federação enfrenta são analogias com aspectos de nossa própria civilização atual.
    Na minha humilde opinião, é claro.

  14. Obrigado, Galante.
    Irei assistir.

    Obrigado, MO.
    FARRAGUT bomba no universo de Star Trek!

    Inspirado pelo post e admirador dos personagens navais das guerras napoleônicas, pesquisei e vi que a inspiração para o Kirk teria sido Horatio Hornblower. E, considerando que Master and Commander (Mestre dos Mares) foi publicado em 1970 (depois da Jornada nas Estrelas original), há a possibilidade que Kirk, Spock e McCoy terem inspirado Jack Aubrey e Stephen Maturin.

  15. Belas imagens.
    As Enterprise B e Enterprise E, são as + interessantes.
    A Enterprise C é deselegante, os desenhistas dormiram na prancheta!!!! hehehe
    Bom ver por ak, algo diferente, msm lembrando q o nome tbm é usado na Marinha.

    Saudações e bom fds.

  16. Assisti ontem ao filme. Sinceramente, achei uma DROGA!!
    Os roteiristas usaram, mais uma vez, a deixa da viagem no tempo para mudar completamente o passado e com isso poderem escrever um roteiro que explora outras possibilidades, mas o problema é justamente esse: mudar o passado de Star Trek é uma heresia para fãs como eu, que assistem Jornada nas Estrelas desde criança, nos anos 70 com a Série Clássica!
    Os novos produtores e roteiristas não entendem isso e ficam criando historias que mudam tudo o que já foi escrito.
    Não há mais o que fazer com Star Trek…..tudo que tinha que ser escrito e filmado já foi feito. Ficam tentando resgatar a franquia, achando que os mais novos vão lotar os cinemas como era no meu tempo com A Ira de Khan, A Procura de Spock, etc……mas esses novos “fãs” não estão nem aí para Star Trek e os fãs antigos torcem o nariz para esses roteiros que não respeitam o legado de Gene Rodemberry, que a essa hora deve estar rolando no tumulode desgosto…….nesse filme destruiram o planeta Vulcano…onde já se viu isso!!!
    Para mim Star Trek acabou com o fim da série Voyager! Tudo o que veio depois disso, First Contact, Insurreição, Nemesis (roteiro horrível), esse Star Trek de ontem e a aquela série Star Trek com aquele capitãozinho xarope e babaca…..o tal do Archer, são PURO LIXO!!!!

  17. Destruiram Vulcano… mas que MMMMMMM!

    Pareque que fizeram algo semelhante com o Speed Racer, criaram um tal de Mach 6… é o fim da picada! Morô bicho!

    Tem até um “infeliz, em Hollywood, querendo refilmar “Highlander”… pombas, será que não viu o filme original, só pode haver UM caramba!

    Mas falando de guerra e projetos interessantes, dêem uma olhada na “Ponte de Comando” deste projeto aí… qualquer semelhança não é mera coincidência… Brasil, indo audaciosamente onde nenhum projetista sério jamais esteve!

    PS: em tempo… eu adoro este site e as informações que eles dispõem, apesar deste “deslize”!

    http://pbrasil.wordpress.com/mar-de-tita/projetos-mt/nivel-i-mar-profundo/projeto-posseidon/

  18. Bem o diretor do filme já havia falado que esse filme poderia desagradar a maioria dos fãs.

    Felizmente eu naum sou um fanático pela série, e vou gostar de ver esse filme, mesmo destruindo Vulcano ou não! Vou gostar de ver pq eu comecei a me interessar pela série no filme Star Treck Nemesis, por isso naum vou sentir tanto impacto desse novo filme.

  19. Sobre o Poseidon, sonhar não ofende, … graças aos sonhos de pouca mas corajosas pessoas que ousaram sonhar é que a 100 anos atrás o homem pode voar …

  20. Mauro Lima,
    eu já li há algum tempo que a ponte da Enterprise da série clássica foi muito apreciada pelos oficiais da US Navy.
    Só pra constar ela contava com a poltrona do capitão, os consoles do piloto e navegador logo à frente, do lado direito os consoles dos sensores de longo alcance e comunicação e do lado esquerdo os da engenharia e posto tático.
    Depois a coisa começou a ficar muito apapagaiada. rsrs….
    A da “Nova Geração” tinha assento também para o imediato, para uma “conselheira” e atrás tinha o console do “oficial de segurança”.

    Quanto ao filme, eu particularmente não gosto dessas alterações definitivas de “linha de tempo”, como por exemplo a destruição de Vulcano.
    Também gostaria que a carreira do Capitão Kirk tivesse sido mais tradicional, ele tendo antes servido a bordo de outra nave, chegando a imediato e depois “ganhando” o comando da Enterprise por mérito.
    Achei tudo muito atropelado.
    O encontro do Kirk com o Scott também foi de lascar. E a sua “teletranportação” para a Enterprise, que já estava a anos luz de distância e em velocidade de dobra também foi “forçação”.
    Os roteiristas de Holywood parecem ter cabeça de vento. Muitas vezes eles pegam um belo argumento e acabam com ele sem dó nem piedade. Vide “A Última Esperança da Terra”.

  21. Galante meu fio.
    Desse jeito nós vira criança de novo, hehehehehehehe.
    Inesquecível essa série fantástica que “nós” acompanhamos quando criança. Nunca esqueceremos o orelhudo Sr SPOCK e toda a trpulação da INTERPRISE.
    Um grande abraço meu amigo.

  22. Todo mundo sabe, que naves boas SÃO AS ROMULANAS!

    TRANSFORMAM EM PÓ ESSAS NAVEZINHAS “FASHION” DA “FEDERAÇÃO”…

  23. O velho e bom Higgins. Não gosta de americanos e nem da Federação.rsrsrs….
    As naves da Federação não são fashion de graça. É a forma da deformação do espaço promovido pelos motores de dobra adotados que explica elas terem esse formato “aerodinâmico”(assim é a explicação dada pelos experts em Universo Trek).
    O mais sensato seria uma nave espacial avançada ter o que chamamos de “piso” perpendicular à direção do deslocamento, o que promoveria uma gravidade artificial caso a nave tivesse um sistema de “propulsão constante”, por exemplo, à base de fusão nuclear, que fosse capaz de manter uma aceleração de 1 g (ou próximo disto) durante toda a viagem.
    Ou então um sistema giratório para promover uma “gravidade” centrífuga se a nave tivesse um sistema de propulsão constante com empuxo muito suave (menor que 0.1 g) ou mesmo intercalar.
    Mas essa naves mais factíveis são muito sem graça para os roteiristas do Tio Sam.
    Mas no caso da Enterprise que possui neutralizadores de inércia, anti-gravidade, gravidade artificial e motores de dobra, tanto faz onde se coloca o piso. rsrs….
    As naves romulanas possuem em geral um nível tecnológico menor que os da Federação. O diferencial é a tal “camuflagem” que muito provavelmente tem a ver com o tal “escudo de plasma stealth” russo. rsrs…..

  24. Bosco,

    Entendi tudo que o sr. disse. Pode crer que é verdade o que digo,rs,rs,rs.

    Mas, mesmo assim, sou mais o universo de Star Wars.

    abraços.

  25. O tempo passa e o público-alvo muda. Não dá pra agradar a audiência da primeira década do século XXI sem modificar a fórmula de mais de 40 anos atrás.

    Aliás, a NCC-1701 era uma nave guerreira em missão dita “de pesquisa”, sua hierarquia sempre foi militarizada. Dá pra fazer uma exceção a esse aspecto no primeiro piloto da série, que fracassou no seu intuito de vender a ideia, pelo que o Rodenberry começou a flexibilizar a paz e harmonia do seu universo para colocar mais ação e aventura nas histórias, o que apareceu enfim no segundo piloto.

    E, convenhamos, alguns dos episódios mais bem-sucedidos utilizavam disparos de torpedos fotônicos e disruptores em certa quantidade.

    Percebe-se então que sou fã de carteirinha do universo Star Trek e sinceramente não fico em palpos de aranha quando dão uma nova mão de tinta fresca nas velhas naves e roteiros…

  26. Vassili,
    a tecnologia do Universo SW é parecida com a do Universo ST. As naves dos dois universos são parecidas com aviões e navios. Configuração muito eficiente para meios de transporte planetários, mas pouco eficiente na prática para transportes espaciais. Principalmente para naves de “espaço profundo” que teoricamente não seriam capazes de entrar na atmosfera de planetas, ficando em órbita e lançando naves auxiliares ou no caso do UST do teletransporte.
    Mas até isso os roteiristas esculhambam e em muitas situações os destróier e cruzadores imperiais e as naves estelares da Federação foram usados em “aterrissagens”.
    A propulsão no espaço normal é dada, nos dois casos, por um sistema de empuxo. As naves da Frota Estelar podem acelerar a centenas de gs e os tripulantes não são esmagados devido aos “neutralizadores de inércia”. Também o gasto com hidrogênio é pequeno devido aos mesmos neutralizadores de inércia e ao sistema anti-gravitacional. Os motores de empuxo da Enterprise são aqueles dois escapes vermelhos atrás da seção-disco. Os tubos salientes são as naceles dos motores de dobra e só funcionam em velocidade maiores que a da luz.
    Já os propulsores dos destróiers imperiais são mais robustos, mas com certeza eles contam com algum sistema de neutralização de inércia, sistema antigravitacional e gravidade artificial.
    O fxdx é ver os ditos propusores ligados dentro da atmosfera planetária e a nave ficar flutuando impassível.
    Haja licença poética.

  27. Bosco,

    Qualquer coisa, é só mandar o Parnaíba que ele resolve a situação, por mais complicada que seja. Não tem cruzador espacial, nem velocidade dobra 7, nem Estrela da Morte que o U-17 não de cabo deles.

    É isso aí, a MB é nosso orgulho e, mesmo não sendo a maior do planeta, é a NOSSA ARMADA.

    abraços.

    Obs: qq coisa, manda o Yamato da Patrulha Estelar. Vai que o Parnaiba está quebrado…………………

  28. Sou fã da série Star Trek Original Series (ST:TOS) e comprei recentemente as três temporadas completas, remasterizadas digitalmente. Muito bom, mas mesmo com uma equipe de CG refazendo as cenas exteriores da nave (em batalhas, orbitando planetas e confrontando naves alienígenas, por exemplo), é impossível não notar o quão toscos eram os cenários interiores da nave, mostrados na série original, claramente feitos de madeira e papelão. Claro que isso faz parte do charme de ST:TOS.
    Nos extras dos DVDs há várias entrevistas e documentários. Em um deles, ficamos sabendo que, na verdade, havia apenas uns três corredores da nave, que eram filmado de sentidos diferentes, para parecerem maiores.
    Sobre as batalhas e conflitos mostrados ao longo da série, é importante lembrar que Roddenberry foi um visionário, grande ativista social, com amigos e fãs como o Dr. Martin Luther King, Ray Bradbury, Richard Matheson e Isaac Asimov, muito a frente de seu tempo. Ele usava a desculpa de que a ação da série se passava em galáxias e planetas distantes para criticar a hipocrisia da sociedade americana da época e problemas como o racismo, a guerra do Vietnã, etc. Em plena Guerra Fria, colocou um russo (Pavel Checov) como oficial de armas da nave e, quando as feridas da II Guerra Mundial ainda eram bem recentes (havia passado pouco mais de 20 anos do fim da guerra), o navegador da Enterprise era um japonês. Quando todos falavam em igualdade racial, ele já fazia isso no passadiço da Enterprise, onde pouca gente percebia que a Lt. Uhura era a quarta na cadeia de comando da Nave (Kirk, Spock, Scotty e Uhura). Originalmente (no piloto, “The Cage”, que não foi ao ar), o imediato da nave seria uma mulher (interpretada por Majel Barret, que mais tarde seria esposa de Roddenberry). A grita foi geral entre os executivos da Paramount e CBS e Majel Barret-Roddenberry continuou na forma da voz do computador da nave e na enfermeira Christine Chapel (depois de pintar os cabelos de loiro e adotar o nome Majel Barret, pois no piloto ela aparece como M. Leigh Ludec e morena). Então, Spock (o único personagem do piloto que permaneceu em ST:TOS) tornou-se o Oficial Executivo da nave.
    Gene Rodenberry, aliás, era tão a favor da integração racial que, antes de casar com Majel Barret, teve uma caso extra-conjugal com Nichell Nichols/Uhura, que, cá entre nós, era uma negra, muito da gostosa, com aqueles pernões o tempo todo, em segundo plano, teimando em tirar nossos olhos adolescentes das caras e bocas de William Shatner/Kirk em primeiro plano… :-)
    O primeiro beijo interracial na TV americana foi, exatamente, entre Kirk e Uhura.
    Aliás, em entrevista, Nichelle Nichols foi apresentada por Roddenberry a Martin Luther King, que visitava os sets de filmagem da série e fez questão de conhecer a atriz que interpretava Uhura e, quando estavam em particular, Nichelle Nichols disse a King que pensava em deixar a série, o que lhe valeu uma reprimenda do Dr. King, que lhe chamou a atenção para o fato de que, no passadiço da Enterprise, ela era tratada como igual. E que isso, para a conscientização da sociedade americana, não tinha preço. Acho que King deve ter conversado com Roddenberry sobre este fato, pois o personagem de Uhura começou a ter mais evidência. Ou então, isso aconteceu por conta da paixão entre Nichols e Roddenberry, hehehe.

  29. Não sei se já passou num dos posts anteriores… mas a atriz Whoopi Goldberg decidiu que seria atriz, segundo ela mesma num documentário de Star Trek, depois de ver a Tenente Uhura na série original.

    Segundo ela, quando isto aconteceu, ela disse que independente de ser negra, ela poderia fazer tudo que quisesse! E se tornou uma das maiores atrizes dos EUA. Só isso!

    E só pra constar… a Uhura era mesmo muito, mas muito gostosa mesmo (além de inúmeros outros atributos, e claro!)… muito mais que aquela lourinha sem graça com cabelo “à lá” Amy Winehouse!

    Abração galera!

  30. Bosco… na verdade eu também acho a distribuição do pessoal e dos equipamentos na ponte de Star Trek muito interessante… e muito funcional também…

    Na verdade, só teria validade real se o “Comando” ficasse na ponte, numa situação de combate real, mas pelo que me lembro, ele (o Comando) se manda para o COC quando a coisa esquenta!

    Como no caso da série a Ponte já é o COC, a distribuição de pessoal e equipamentos é perfeita!

    Ainda assim continua sendo um “design” muito interessante mesmo!

    Só comentei como “deslize” porque não foi dado o devido crédito à fonte de tal inspiração, e dito apenas que era uma “representação artística”!

  31. Eu tb sou fã dessa série Star Trek.
    No dia do nascimento de James Tiberius Kirk, seu pai foi capitão de uma nave da Frota Estelar por apenas 12 minutos antes de morrer. Neste pouco tempo, porém, ele foi capaz de salvar a vida de 800 pessoas, incluindo a mulher e o filho. Apesar de não ter tido contato com o pai, James herda dele o espírito de liderança e a sede por aventura. Desde pequeno, vivendo em Iowa, ele já desafia o perigo e é avesso às regras. Quando jovem, é convidado a se alistar na Frota, para que tente seguir a brilhante carreira do pai.

    Contemporâneo de Kirk, o vulcaniano Spock teve uma infância bem mais difícil. Com o pai sendo um importante líder do planeta Vulcano, e a mãe uma simples humana, o garoto sempre sofreu o preconceito dos colegas, que o consideram inferior. Tendo aprendido durante toda a sua formação a conter suas emoções e agir sempre de forma racional e lógica, Spock é bem sucedido em todas as suas escolhas, até que chega um momento de sua formação em que deve decidir se seguirá pelo caminho dos vulcanianos ou dos humanos. Ele, então, decide entrar para a Frota Estelar.

    Com um alto posto na Federação, Spock já não simpatiza com o novato Jim Kirk, ainda mais quando este decide trapacear e passa em um teste em que nunca alguém tinha conseguido êxito. Apesar das diferenças, os dois terão que trabalhar juntos quando o planeta Vulcano está sendo atacado pelo poderoso Capitão Nero. Com Spock guiado pela lógica e Kirk pela emoção, os dois batem de frente no combate. Porém, essa batalha, que tem uma forte ligação com o passado de um e o futuro do outro, pode definir o destino de todo o universo.

    Com 40 anos de existência na televisão e nos cinemas, a série Star Trek praticamente nasceu junto comigo!! rsrs

  32. Sou fã da ~série no cinema, pois, não gostava da ~série na TV na década de 70. As naves do Klingons tb eram lindas!! Quem não se lembra da Ave de Rapina do Jornadas nas Estrelas IV – A volta pra casa (sobre a Baleia)?

    Alguém poderia me dizer por que NCC-1701? O que quer dizer o NCC?

    abraços

  33. adorei o filme, faz referencias otimas a serie original, principalmente o dr. Macoy ficou perfeito! quanto a nave ainda prefiro a velha e conhecida NCC 1701 A do primeiro filme

  34. Marcelo Tadeu,

    quanto a sua pergunta, o NCC-1701 é o nr de registro da USS Enterprise, assim como toda aeronave tem seu registro colocada na fuselagem letras e numeros, como a placa de automovel.

    Toda aeronave americana tem o seu registro iniciado com a letra N, na epoca NC era bastante comum, assim os responsaveis pela serie copiaram o NC a alatoriamente acrescentaram outro C.

    quanto ao 1701, o que li é que era o nr da casa onde o criador da serie Gene Roddenberry passou sua infancia, alias recurso muito comum, utilizar nr de telefonene ou nr de residencias de pessoas ligadas a uma serie de tv e assim prestar uma “homenagem”.

    abraços

  35. er Dalton,

    Vc quer dizer o Indicativo visual da Enterprise, igual aos navios de guerra, digo o numero de casco (nao confundir com o numero do casco, relativo a construção/estaleiro

    em aeronaves seria o prefixo, pintado nas asas and fuselagem
    e eventualmenteo numero de serie, esquadrão, grupo aereo, enfins estes trecos de aviaozinhum

    hehehehe
    MO

  36. Perfeito, Ostra!

    Pessoalmente iria preferir só o nr 1701, nada de NCC, mas acho que o pessoal encarregado de “dar a vida” a USS Enterprise, pensou…tudo que voa tem prefixo NC, entao, fizeram a analogia com os aviaozinhum…lamentavel!

    abraços

  37. Dalton, eu ja iria um pouquinho mais longe, como tudo eh baseado na Marinha, acho que o NCC seria o termo da época para os nossos atuais CGN

    Mas tambem, nao o seria, pois apesar e todas as naves serem NCC para as comissionadas e NX para as experimentais e provas de mar (espaço), nem todas as naves da federação (Frota estelar) são cruzadores

    Por falar niss o algem se lembra do indicativo da nave que foi o 1o comando do Lt R Worf, o USS Defiant ?

    MO

  38. Muito boa a troca de informações aqui!

    Nenhum roteiro é perfeito, sempre há forçação de barra, mas esse filme teve muitas e algumas exageradas. A necessidade de agradar o público de menos de 25 anos foi mal manobrada. As falhas que mais incomodaram foram as que mataram o caráter naval da série.

    A seqüência da simulação do Kobayashi Maru foi “Malhação” demais.

    A promoção de cadete a capitão foi “Guerra nas Estrelas” demais. As séries sempre citavam as experiencias anteriores (tenente, imediato) dos comandantes de nave.

    Um ponto positivo é a fidelidade do Dr. McCoy.

  39. Comentário sobre o filme, lido em outro blog, sacaneando as chamadas da Globo:
    Sou faltou dizer: “Essa galerinha vai aprontar altas confusões no espaço numa ‘jornadas nas estrelas’ a bordo de um louca nave chamada Enterprise.”

  40. Boa Azevedo. quando a globo da na chamada de um filme “ele eh um cara que vai fazer” .. “Essa turminha” e afins e nem diz quem é ele é sinonimo de a propria gloobo admite que o filme é uuma bomba

    Independente a dona globo consegue ser bobinha e idiota até em uma simples chamada de filme and ou jogo ….

    heheh
    MO

  41. Sim Azevedo, e os trekkers que andam fantasiados de frota estelar “sabem tudo” , (tipo se o posto do cara é CDR, é pq ele é o Sr. CO), sem a minima noção do que é e como é a hierarquia vibra com isso

    As vezes eles acertam, com o caso do LT. Worf, que foi promovido a LT. CDR Worf, foi EGA e quando assumiu o Comando foi uma nava proporcional ao comando de LT. CDR (o Intrepid)

    Abs
    MO

    do time que acha que o Spok é o Capt Spock, XO da Enterprise, e não o Sr. pock, Oficial de (argh) Ciencias (nomezinho afrescalhado eim … , parece coisa de “dubragem daa Grobo, tipo politicamente correto … se for do interesse dela, craro)

  42. sou fã da serie,e dos filems.Esse se duvid é o melhor de todos,parabéns por fazerem essa homenagem a USS enterprise,vida longa e prospera.

  43. O que o Dalton escreveu sobre o significado do termo NCC está correto!!
    Matt Jefferies ,diretor de arte da 1ª série (a Clássica) era piloto e derivou o termo NCC dos prefixos dos aviões.
    Alguns livros que falam sobre Star Trek também mencionam que NCC significa “Naval Construction Code” or “Naval Construction Contract”.

  44. Fico imaginando a época em que foi criada a série Star Trek, na segunda metade dos anos 60, onde o homem ainda não tinha ido à Lua, os EUA estavam em guerra no Vietnã (aliás ele sempre está em guerra!), os computadores não passavam de um grande armário que fazia menos operações matemáticas que meu celular, a tv era preto e branco na maioria dos lares americanos e mesmo assim a criatividade era muito grande e encantava todos nós.
    Também como fã, aceitaria uma repaginada sutil no cotidiano da nave, sem mudar muito suas características, quanto à novas tecnologias e, principalmente, situações politicamente corretas de hoje em dia, com uma medicina levando o ser humano a mais de 180 anos (se eu não me engano, o Dr. Spock tem essa idade), robôs de diversos tipos interagindo com os humanos, computadores quânticos com sexto sentido, etc. e tal.
    Mas a essência da série jamais poderia ser alterada, a da exploração espacial para encontrar, pacificamente, novas civilizações e novos planetas e fenômenos interessantes.

  45. Não sou Trekker de me fantasiar e tudo mais. Mas, quando bem jovem acompanhava a série original que era bem mais rica no que tange a qualidade do roteiro (uma piada em cenário e efeitos)…

    Quanto aos Romulanos: Vamos parar com chauvinismo. Possuem esquema de camuflagem, que nem roubado foi copiado peles “fashions”. Foram os personagens que apresentaram a maior evolução em termos de naves nestes anos de Startrek; Um Deridex vaporiza quaquer nave federativa e vocês sabem disso!
    Se for um Couraçado Classe Condor então…
    Os Cruzadores Rapinantes novos (Nave capitanea: Almirante Valdore), são tecnológicamente superiores às naves federativas.
    Sem falar na temível Scmitar, cuja arma que derrete tecidos biológicos me parece destinada aos Borgs assimiladores, já que estes necessitam de uma simbiose bio-cibernética: Eliminando um…

    Portanto, não joguem perdras nos Romulanos: São sofisticados tecnologicamente. Não são Klingons…

    PS: Mil vezes ser um Klingon do que um “Fashion” federativo: argh!

  46. bom eu estou vendo mesmo a nova série de star trek nx-01
    bom pelo que vi até agora…parece estar bem legal…porem achu que ela deveria ter tido mais armas…pois sempre vive apanhando..da maioria das outras naves..ta dai vem um nerd (sem ofença) e fala..que ela era a primeira e nao tinha tanta tecnologia quanto as mais mordenas…porem eu achu que deveria ter mais tubos para lançar os misseis..etc

  47. A propósito, quando veremos uma guerra entre Federação X Romulanos ?

    Eles sempre “encheram o saco” da Federação ao longo dos filmes armando as maiores “tramóias” e sempre terminava tudo bem. Tá na hora da Federação “pegar no pé” deles!

  48. curtia a serie original, mas como todos , os efeitos de chapolim davam nos nervos, mas viram ela remasterizada???

    Nossa, to reassitindo tudo como se fosse a primeira vez, tá show mesmo.

    Agora o filme, o filme é um roteiro obra prima pra os anos 2000. Venhamos e convenhamos; STAR TREK é atenporal, não é NOSSO é das gerações. As liçoes passadas devem ter nova ccara sim assim como os livros de escola também mudam. Estranhei, mas o que me agradou foi justamente eu entar no cinema e sair de lá venod um filme SEM saber o final!

    Quem se emocionou com os finais das séries sabe do que estou dizendo…Sentir, agora, na minha maturidade, que meu sonho STAR TREK ainda existirá.

    Muito bom o filme, com mais ação, que é dessa geração, mas ainda sim com o jeito STAR TREK de SOLUCIONAR as cosias

    Parabéns

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