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Capitão-Tenente Marcelo Chagas de Lima CASOPE, Base Naval de Mocanguê, Niterói – RJ.

RESUMO: Neste trabalho veremos uma Marinha com os olhos do passado, do presente e vislumbraremos a Marinha do futuro e suas ambições, vendo a história, percebemos claramente o espaço morto no qual permanecemos por décadas, para chegarmos aos dias de hoje. Ter e manter uma força adestrada e capaz, requer acima de tudo tecnologia, e homens capazes de conduzir e estarem familiarizados com o progresso, mais do isso, homens com conhecimento suficiente para ouvir e se fazer ouvir no cenário mundial.

INTRODUÇÃO

O Barão do Rio Branco, analisando a lição da nossa história, escreveu:
“Desde Riachuelo, compreendia-se, como agora de novo se compreende entre nós, que navios e marinheiros não se improvisam e que uma nação, como a brasileira, com tão vasta extensão de costa e tão grandes rios internacionais, precisa estar seriamente aparelhada para a pronta defesa de suas comunicações marítimas e fluviais, das seus portos e comércio”.

Nos idos de 1942 o Governo brasileiro reconheceu o estado de guerra que nossos navios iam para o mar tão indefesos quanto as traineiras de pesca, de vez não possuíam sonar e os radares ainda não eram acessíveis aos nossos navios.Mesmo assim, o nosso perigo e, à medida que novos equipamentos foram chegando, rapidamente oficiais e marinheiros dominaram seu uso, aprenderam suas novas tecnologias, comboios e patrulhas oceânicas foram organizadas.

O resultado foi que acabaram os afundamentos de navios mercantes na nossa costa e, no final do conflito, apesar de todas as deficiências de materiais.A atuação da Marinha no início de sua operação na Segunda Guerra Mundial foi heróica, é imperioso que as novas gerações da Marinha, lutem com todas as forças para que sejam dadas às nossas forças navais as condições necessárias para fazê-las capazes de negar o uso das áreas marítimas e evidenciar condições de cobrar altos custos a quem intencionar atingir interesses e direitos nacionais dependentes do uso do mar.

Como diz o Almirante Arlindo: “A Marinha, segmento profissional e especializados, criados e mantidos pela sociedade, tem representação legítima para preparar e aplicar o Poder Naval para a realização dos objetivos nacionais que dependem do uso do mar”.

Isto significa dizer que a Marinha tem o dever e a responsabilidade, a ela legitimamente delegados, de preparar, manter e aplicar pela paz ou no conflito que não puder evitar parcela significativa do Poder Nacional, que é o Poder Naval.

Uma Força Naval capaz para garantir o propósito de manter a soberania da Nação na Zona Economicamente Exclusiva(ZEE) não pode deixar de contar com dois tipos de navios: submarinos nucleares e navios-aeródromo.

Os submarinos nucleares pelo seu grande raio de ação, sua velocidade adequada para atingir rapidamente os locais da ação, por serem silenciosos, difíceis de detectar e destruir, são ideais para áreas abertas como se comprovaram na guerra das Malvinas. São porém de altíssimo custo, a tecnologia da propulsão nuclear ainda permanece restrita a um pequeno número de países, embora o programa nuclear da Marinha continue progredindo de maneira razoável (apesar da falta de verbas), ainda não se pode estimar data para que a Marinha possa contar com seu reator nuclear para uso em submarinos.

Os navios aeródromos surgem, então como solução de médio prazo mesmo porque atendem também como a outros programas da defesa dos mares brasileiros.

Aviação e a Marinha

A aviação na Marinha passou por algumas fases importantes e difíceis que estão,ainda hoje, se sobrepondo ao cenário naval.

Devemos considerar as fases da criação em 1916, com a reformulação do nosso programa Naval onde o Presidente Venceslau Braz, empolgado com o feito de Santos Dumont em 1906, decretou a criação da Escola de Aviação Naval em 1916, sendo esta a primeira escola de aviação militar do país e, portanto marco do nascimento da Aviação Naval; do desaparecimento em 1941 por decreto presidencial, do renascimento com a participação exemplar do Brasil na segunda guerra mundial, da afirmação que teve início em janeiro de 1965 e se encerrou com outro momento histórico: 8 de abril de 1998, quando adquirimos o direito de posse de aeronaves de asa fixa. O cenário da afirmação teve duração de 33 anos.Tempo demais, talvez tempo exigido por uma sociedade que não consegue perceber a problemática da convivência entre as nações; que não adquiriu uma mentalidade marítima e por via a pouca atenção proporcionada pelos atores políticos quanto o valor da imensa área oceânica com que nos defrontamos e às reais necessidades de nosso Poder Naval, visando protegê-la.

Ainda assim, o tempo suficiente para que agregássemos os componentes necessários e imprescindíveis obtivando a consecução de novas etapas nos próximos anos.

Entretanto se muito foi feito em termos de Aviação Naval, temos consciência de que muito há por fazer para o aprimoramento da capacidade de defesa aérea da força naval, como a modernização dos aviões AF-1, e a aquisição de aviões de alarme aéreo antecipado relacionando estes fatos com as exigências do presente e do futuro.

Navio Aeródromo “São Paulo”

nae-sao-paulo-a12

Com a desativação do Grupo aéreo Embarcado Grupo da Força Aérea Brasileira, a Marinha voltou a sonhar ter seus aviões de asa fixa, o que fez com a aquisição de 23 aeronaves Skyhawk para operarem embarcados. Com a aquisição do NAe “São Paulo” coroou-se todo o esforço de se ter um a navio aeródromo totalmente operado por marinheiros, com isso consolida-se o projeto de defesa aérea da Força Naval, que visa a operacionalização das aeronaves a reação AF-1 e o controle efetivo de áreas marítimas, especialmente quando próximas ao litoral de áreas em conflito.

Com a presença do Navio Aeródromo e suas aeronaves embarcada, principalmente às aeronaves AEW, transforma-se significativamente as
características de nosso Poder Naval, afastando-o das tarefas limitadas próximo aos litorais e especificamente anti submarino, e proporcionandolhe uma capacidade oceânica que corresponde à
nossa destinação, qual seja, uma presença – ainda limitada sem as aeronaves AEW embarcadas, mais com credibilidade no Atlântico Sul.

Modernização da Marinha com aquisição de aeronaves AEW

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Junto com a modernização dos AF-1, a MB está estudando a aquisição de aeronaves de alarme aéreo antecipado (AEW – Airborne Early Warning) para realizar vigilância aérea radar além do horizonte, acompanhamento de alvos e controle de interceptadores, além de reconhecimento meteorológico, em complemento aos radares de busca dos navios em missões de defesa aérea e interceptação de ameaças aéreas. A aeronave também realizaria busca de superfície.
A modernização dos AF-1 está condicionada à aquisição de aeronaves AEW, para que possam ser empregados em sua plenitude como interceptadores.

Sem estas aeronaves, os AF-1 estariam dependentes dos radares dos navios para busca aérea de volume e vetoramento de interceptação. Para se ter uma idéia da vantagem deste tipo de aeronave é só ter em mente que o horizonte radar dos navios é de cerca de 40km contra uma aeronave ou míssil a baixa altitude enquanto uma plataforma radar a 3.000m de altura pode detectar aeronaves e mísseis voando baixo até 220km. O tempo de reação é aumentado em até quatro vezes o que facilita as defesas e pode até permitir que uma aeronave equipada com mísseis antinavio seja derrubada antes de lançar seus mísseis.

Sem as aeronaves AEW, o GT estaria exposto a aeronaves e helicópteros de ataque voando baixo que conseguiriam se aproximar o
suficiente do GT para disparar seus mísseis antinavio. Isso aconteceu com os britânicos nas Malvinas ao serem atacados pelos Super Étendard argentinos armados com o AM-39 Exocet.

A necessidade de uma aeronave AEW foi uma das lições aprendidas pelos britânicos que logo adaptaram seus helicópteros Sea King para esta missão. Sem as aeronaves AEW, as escoltas britânicos tiveram que se expor em piquetes radares a distância do GT sendo que o HMS Sheffield foi afundado nesta situação. O uso de aeronaves como meios de vigilância radar também ajuda na defesa do GT ao evitar que os navios emitem com seus radares e dêem informações que possam denunciar sua posição para o inimigo.

A MB está estudando duas plataformas possíveis para ser o seu futuro
AEW: um helicóptero adaptado nos moldes do Sea King AEW britânico, e uma aeronave convencional que poderia ser o Breguet 1050 Alizé, retirado de serviço pela marinha francesa no ano 2000, ou o Grumman S-2 Tracker ou sua versão AEW, o E-1 Tracer. Os S-2 seriam remotorizadas com a troca de seu motor a pistão por um turbohélice. A EMBRAER apresentou uma proposta para usar a aeronave para AEW, Patrulha Marítima, COD e reabastecimento em vôo.

Asa Fixa x Asa Rotativa

sh-3

A aeronave convencional tem algumas vantagens sobre o helicóptero como um teto maior que aumenta o horizonte radar, maior velocidade, sobe mais rápido, maior autonomia e é mais econômica.

Por outro lado, um helicóptero pode operar em missões de alerta antecipado e busca de superfície a partir de outras embarcações de superfície além do NAe. Isso deve ser considerado pois o A-12 São
Paulo nem sempre vai estar disponível, e quanto mais tempo disponível para reagir a uma ameaça aérea melhor. Outra vantagem do helicóptero é poder usar uma plataforma que já é usada pela MB como o Sea King, ou o Super Puma/Cougar ou o substituto destas aeronaves.

A MB poderia adquirir novos helicópteros ou adaptar os que já estão operando. Os SH-3 podem até manter a capacidade de lançar os mísseis anti-navio AM-39 Exocet aproveitando dos modos de busca de superfície do radar principal e MAGE para vigilância de superfície. Os helicópteros podem subir logo depois de decolarem e iniciar as buscas bem antes que as aeronaves convencionais que estão subindo em uma atitude que não favorece a busca com o radar.

Os helicópteros AEW atuam a cerca de 150-200km de distâncias do NAe com os caças em patrulha aérea de combate (PAC) a até 100km à frente na direção mais provável da ameaça. Por estarem bem próximos do combate ou em caso de acidentes em tempo de paz, os helicópteros podem atuar em missões SAR se necessário. O helicóptero também tem capacidade de sobrevivência ligeiramente melhor que um turboélice. Por ser uma aeronave de alto valor, as plataformas AEW são alvos prioritários para o inimigo. Como são lentos e não podem fugir, a tática defensiva é mergulhar e tentar se esconder no retorno do solo enquanto os caças de escoltas não aparecem.

Como o helicóptero voa mais baixo ele chega mais rápido ao solo e o giro dos rotores interfere nos radares dos caças. Em caso de ameaça de aeronaves de patrulha e reconhecimento, quando o GT esta operando longe do litoral, as aeronaves AEW operam afastadas do GT para evitar detecção pelo inimigo. No caso de operação próxima do litoral, e a detecção é muito provável, a plataforma AEW costuma operar próximo ou atrás do GT aproveitando da cobertura de mísseis superfície-ar dos navios de escolta (de preferência de longo alcance) para se proteger, pois será o alvo prioritário dos interceptadores inimigos.

Sem o AEW as aeronaves inimigas têm mais chances de sucesso. Uma aeronave de asa fixa teria a vantagem de poder realizar também outras missões como reabastecimento em vôo dos AF-1 e realizar missões COD (Carrier On-board Delivery), para transporte de pessoal e carga entre o NAe e bases em terra. O helicóptero realiza VOD (Vertical On-board Delivery) em alcances menores. As aeronaves de asa fixa não poderiam operar num GT sem o A-12 São Paulo, o que não ocorre com os helicópteros, mas podem operar a partir de bases em terra caso um GT esteja operando próximo à costa, brasileira ou estrangeira, e pode funcionar como aeronave de patrulha marítima caso seu radar tenha modos de busca de superfície vetorando os AF-1 e/ou AMX contra alvos marítimos.

Uma desvantagem das aeronaves convencionais é não poder realizar operações de pouso embarcado em estados de mar alto (escala 5-6), teto baixo e mau tempo. Os helicópteros têm menos (ou nenhum)
problemas operando a partir de uma plataforma grande como um NAe. Em caso de mau tempo o helicóptero AEW seria a única plataforma a decolar fornecendo alerta antecipado para as escoltas que seria a única defesa contra aeronaves e mísseis inimigos.

A escolha do tipo de plataforma deve estar ligada também ao tipo de NAe que substituirá o A-12 São Paulo. Uma aeronave de asa fixa precisa de um NAe com pista em ângulo com cabos de parada para pousar e uma catapulta para decolar o que condicionaria o substituto (A-13), a usar esta configuração. Os S-2 Tracker da FAB conseguiam
decolar usando todo o comprimento da pista do A-11 Minas Gerais, mas precisam de um convés inclinado com gancho de parada para pousar. Os helicópteros são indiferentes a estes detalhes.

Balanceando Capacidades

turbotracker

No caso da escolha dos sensores, principalmente o radar, deve ser considerado que eles devem ter desempenho compatível com os interceptadores embarcados e com as ameaças. A princípio, por
motivos de padronização, o ideal seria uma aeronave S-2T Turbotracker equipado com um radar Erieye idêntico ao instalado nos R-99B da FAB.

O Erieye foi concebido pelos suecos para defender seu país de uma invasão russa. Na doutrina sueca, suas 6 aeronaves AEW (S-100 Argus) fariam patrulha em duas órbitas, uma ao norte e outra ao sul do país, e controlaria, junto com radares em terra, até 300 aeronaves de caça contra ataques maciços dos russos.

Na US Navy, o E-2C tem uma capacidade similar ao Erieye e foi concebido para defender os GTs americanos de ataques de saturação de bombardeiros russos armados com mísseis, controlando até 40 interceptadores embarcados.

Com um NAe equipado com apenas um esquadrão de aeronaves de ataque adaptadas para interceptação, ou mais futuramente, é fácil perceber que a aeronave AEW tem que ser balanceada com os meios ofensivos /defensivos que controla e com as ameaças esperadas e não precisa ter requerimentos superestimados que só aumentariam
os custos.

A aquisição de um radar sofisticado só teria sentido no caso de um plano de longo prazo de construção de pelo menos dois NAes de ataque médios equipados com aeronaves de alto desempenho. Como a plataforma AEW entraria em serviço a partir do fim desta década, aproximadamente, ela ainda estaria operando quando o novo NAe entrasse em operação. O radar Erieye também é grande demais para ser instalado no Tracker. O radar tem quase 10 metros de comprimento (9,7m) contra 13 metros do comprimento da fuselagem do S-2 Tracker.

Em maio de 2002, um S-2T Turbo Tracker operou no A-12 durante a operação Araex. Em Setembro mais dois Tracker Argentinos voaram na operação Temperex.

O A-11 Minas Gerais não tinha capacidade de lançar o Super Etandart.
O S-2T Turbo Tracker foi considerado como plataforma para missões AEW, reabastecimento em vôo e COD. Foi oferecido pela EMBRAER com o radar Ericsson Erieye e considerado mais barato que o Sea King. Durante a Operação Temperex, técnicos da EMBRAER estavam presentes no navio observando a operação das aeronaves.

A Armada Argentina pode passar seus Turbo-Tracker par MB pois estão sem condições financeiras de mantê-los e já tem o P-3 Orion. Também não possuem um NAe de onde operá-los. O Turbo-Tracker já foi homologado no A-12 e só falta o radar AEW. A proposta de aeronave AEW mais barata e de menor risco até agora foram dos Tracker com o custo de US$120 milhões.

Existem várias opções no mercado de radares menos sofisticados e baratos que o Erieye ou o APS-145 que equipa os E-2 atuais. Como
exemplo temos o radar Thales-Racal Searchwater-2000AEW que equipa o Sea King AEW.7 britânico, o SeaVue da Raytheon e o FIAR Eliradar HEW-784 que equipará o EH-101 da Marinha Italiana em
missões AEW.

Todos podem ser instalados no radome retrátil do S-2 Tracker. No caso do Searchwater, operado pela Royal Navy e Marinha Espanhola, só é necessário dois operadores a bordo da aeronave para operar os consoles do radar. Qualquer que seja o tipo de plataforma escolhida, um sistema de Medidas de Apoio de Guerra Eletrônico (MAGE) é recomendável para identificação passiva de alvos no ar e na superfície.

Estes sistemas têm o alcance condicionado pela altitude da aeronave e por isso as aeronaves de asa fixa seriam a melhor plataforma. A MB está estudando os sistemas ESM Kestrel da Thales-Racal e o ALR-733 da Elettronica. Um datalink é fundamental para a agilidade das operações.

Enquanto as informações de cerca de 40 contatos leva 5 minutos para serem transmitidas para um navio mãe e/ou intercerptadores, o datalink realiza a tarefa em tempo real. A MB já confirmou que irá usar o datalink do R-99. Outro sensor que está sendo estudado para instalação em aeronaves AEW é o FLIR/IRST necessários para rastreio de mísseis balísticos, identificação visual de alvos a longa distância e vigilância passiva. O Merlin ASW britânico testou um FLIR L-3 Wescan MX-15 com alcance de detecção de barcos de pesca de até 100km em tempo bom. O FLIR SeaOwl do Lynx alcança 30km nas mesmas condições.

ara-s-2t-turbo-tracker-no-a12

Conclusão

O Brasil é um país de poder médio que mantém a balança na América do Sul, e como tal deve se preparar para o futuro, sempre tendo em mente que a proteção do território brasileiro vem em primeiro lugar. Devemos levar em consideração as novas estratégias e decidir como deve se defender destas se forem alguma vez usadas contra o país. Deve também reavaliar a estruturação das forças armadas, para melhor defender o território nacional, e considerar a importância da nova tecnologia militar, principalmente a tecnologia espacial.

É bem possível que jamais vejamos guerras como a primeira e segunda Guerras Mundiais, mas , por outro lado, o futuro parece bem incerto, tanto porque a ordem do passado não mais funciona como a nova ordem de produzir o caos.

FOTOS e ILUSTRAÇÕES: Rob Schleiffert e Corné Rodenburg / Cees Jan van der Ende (AF-1 em voo) / Jacubão (Desenho do A12).

SAIBA MAIS:

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

54 Responses to “Alerta aéreo antecipado em proveito da Força Naval” Subscribe

  1. Azul&branco 2 de agosto de 2009 at 12:58 #

    Ora, esta nova visão sobre as FFAA, principalmente a MB, já havia sido muito bem firmada quando a Lei do Petróleo foi promulgada aquinhoando-a com 15% dos royalties. Mas o governo que está aí, além de atualmente roubar o que é da MB e da Ciência e Tecnologia, agora quer embolsar todo o pré-sal, roubando também Estados e Municípios para continunar com seus mensalões, subornos, política esquerdopata rasteira e ainda cumprir a ordem do chefão chavez para que a grana seja distribuida aos tiranetes terceiro-mundistas de Latino-América , Africa e os terroristas do oriente-medio.

  2. André Mendonça 2 de agosto de 2009 at 13:04 #

    Não entendo porque usar o S-2, se o S-3 Viking está sendo oferecido por um preço baixissimo e este é uma plataforma bem mais atualizada e com maior poder de carga e ja possui FLIR.
    Abraço a todos
    André

  3. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 13:18 #

    “a distância do GT sendo que o HMS Sheffield foi afundado nesta situação.”

    Duas considerações:

    1-) A época do ocorrido, especulou-se que o “HMS Sheffield” estaria se comunicando via satélite e p/ tanto o radar de busca aérea Type 965, estaria em off devido a interferências eletro-magnéticas entre este e o sistema de comunicações “SCOT”

    2-)O qnto do fato de o design do Type 42 ser sub-armado, s/ CWIS dedicado, o desempenho do sistema de chaff CORVUS e a aparente falha da ESM em não detectar e classificar a iluminação tanto do radar AGAVE dos SUE qnto do próprio radar do missíl contribuiram p/ o espetacular sucesso argentino???

  4. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 13:28 #

    “…o ideal seria uma aeronave S-2T Turbotracker equipado com um radar Erieye idêntico ao instalado nos R-99B da FAB.”

    Inviável pois interfere c/ a dobradura das asas do S-2.

  5. Azul&branco 2 de agosto de 2009 at 13:52 #

    Ciência e Tecnologia, “Ilustríssimo” Pres LULA é o que alavanca as Nações de 1ª Linha. Não discursos populistas convocando até “Negros e Indios” para defender a salvação da “educação Brasileira” via pré-sal. O resultado do investimento de décadas no desenvolvimento tecnológico nos levou a esta riqueza submarina, além claro da modernidade na exploração e na captação de investimentos (dinheiro que ainda não temos). Nos cabe defender esta riqueza dos VERDADEIROS INIMIGOS com o melhor equipamento e não acreditar em balelas de FALSAS PARCERIAS. Ciência e Tecnologia não se repassa, se conquista com trabalho árduo e estudo…coisas que o Ilmo desconhece, né??

  6. Clésio Luiz 2 de agosto de 2009 at 14:01 #

    @André Mendonça

    O São Paulo não teria o porte necessário para operar o Vicking. Lembre-se que tudo o que foi projetado nos EUA após 1970 só levava me consideração os NAe da classe Nimitz (bem maiores que o São Paulo).

    ———–

    Assim como o A-4 e o São Paulo, o plano de adotar o Turbo Tracker é apenas um stop-gap até podermos financiar vetores melhores e mais modernos.

    Atualmente estamos no meio de uma revolução nos meios aéreos. Os VANTs estão chegando e tem tudo para tomar o lugar de aeronaves pilotadas em missões “chatas”, como patrulha, AEW, reabastecimento aéreo e reconhecimento. Então a opção da MB em adotar esses vetores modernizados agora, para se criar uma doutrina sólida de emprego não poderia ser mais acertada. No futuro, com experiência nas mãos e quem sabe uma industria militar nacional forte, junto de um bom apoio financeiro do Pré-Sal, poderemos montar uma Marinha a altura do que o Brasil merece.

  7. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 14:06 #

    André Mendonça,

    “…se o S-3 Viking está sendo oferecido por um preço baixissimo…”

    -Não há versão AEW desta aeronave, então haveriam consideráveis custos de desenvolvímento em modifica-la e incertezas técnicas devido ao espaço interno não ser dos melhores, a interferência c/ a dobradura das asas e nas qualidades de voo, pois devído a sua envergadura este ac é manhoso de pousar no convoo.

    Aluns senões á matéria publicada:

    “Foi oferecido pela EMBRAER com o radar Ericsson Erieye e considerado mais barato que o Sea King.”

    -Mentira cabeluda, não há “Tracker AEW” em serviço no mercado, em compensação o “Sea King AEW” c/ radar “Searchwater” é usado por ingleses e espanhóis, então seus custos, tecnicalidades e desempenho são conhecidos.

    “O radar Erieye também é grande demais para ser instalado no Tracker.
    “…tem quase 10 metros de comprimento (9,7m) contra 13 metros do comprimento da fuselagem do S-2 Tracker.”

    -O impacto estrutural e nas qualidades de voo da aeronaves serão imensos e caros.

    “A Armada Argentina pode passar seus Turbo-Tracker par MB pois estão sem condições financeiras de mantê-los.”

    O estado de conservação/desgaste dessas aeronaves não é lá dos melhores, pois há restrições orçamentárias a sua correta e já dificil manutenção.

    “…e o FIAR Eliradar HEW-784 que equipará o EH-101 da Marinha Italiana em missões AEW.”
    “Todos podem ser instalados no radome retrátil do S-2 Tracker.”

    Já viram o “tamainho” dessa coisa, instalado no Merlin italiano???
    Alem do que tento a célula do “Sea King” como a do “Merlin”, são mais largas que a do “Tracker”.

    “Estes sistemas têm o alcance condicionado pela altitude da aeronave e por isso as aeronaves de asa fixa seriam a melhor plataforma.”

    Mas as incertezas qnto as interferências nas qualidades de voo, estrutura da aeronave e os custos de desnvolvímento, não indicariam isto.

  8. Robson Br 2 de agosto de 2009 at 14:58 #

    A Embraer acertou na escolha do tipo de radar que veio a ser instalado na plataforma ERJ 145. Superou todos os problemas da plataforma com esse radar em relação a estabilidade do vôo. Tambem superou todas as dificuldades na instalãção dos modernos sensores nos F5, inclusive com as modificações estruturais para acomodar o radar Fiar. Temos certeza que nossos técnicos acertarão também na plataforma do S2. Alguem algum dia poderia acreditar que um radar daquele tamanho operaria no 145. Aliás estamos ficando um máximo em integração e modernização de meios. Foi com o F5 e as Niterois, será com os AMX e A4 e assim em diante.

  9. Lucas Calabrio 2 de agosto de 2009 at 16:00 #

    Prezados
    TODOS NÓS SABEMOS que o A-12 está ultrapassado em relação ao NAe da classe Nimitz e que por sua vez será substituido pela classe Ford isso só para ficar com os americanos. Então temos que procurar soluções (ou pelo menos as menos) defasadas ,mas com o que de melhor poder ser embarcado, ou seja não adianta sofrer muito não porque não tem jeito.
    sds

  10. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 16:01 #

    “A Embraer acertou na escolha do tipo de radar que veio a ser instalado na plataforma ERJ 145…”

    -A Embraer não acertou em nada, isto é crédito da FAB, que percebeu a tempo a limitação do EMB-120 Brasilia p/ a função.

    “Superou todos os problemas da plataforma com esse radar em relação a estabilidade do vôo.”

    -Ah faz-me rir, os suecos que já haviam integrado o radar anteriormente em outro ac, e não tiveram nada a ver c/ isso…

    “Tambem superou todas as dificuldades na instalãção dos modernos sensores nos F5, inclusive com as modificações estruturais para acomodar o radar Fiar.”

    -Outra balaela mentirosa, os detentores da tecnologia envolvída são os israelenses, a Embrear pela sua forma de trabalhar, criou inumeros atritos isto sim.

    “Temos certeza que nossos técnicos acertarão também na plataforma do S2.”

    -Qnta empáfia, sequer conhecem a aeronave em questão, outra vez.
    -Vão pedir ajuda aos israelenses, de novo!!!
    -Aliás salvo o A-1/AMX, que pode-se comprar a ajuda aos italianos; tdas as outras aeronaves citadas os israelenses já fizerm o trabalho pioneiro e agora só vendem seu know how.

    “Alguem algum dia poderia acreditar que um radar daquele tamanho operaria no 145.”

    -Aí santa ignorância, Batman!!! Esse radar era p/ ser montado no dorso do Brasilia, que tem 20 metros de comprimento de fuselagem, c/ os suecos p/ ensinar ficou fácil coloca-lo em cima de uma fuselagem maior e + longa.

    “Aliás estamos ficando um máximo em integração e modernização de meios.”

    Nossa estamos abafando, usando equipamentos, radar, sonar, armamentos em grande medida fabricados FORA do Brasil.

  11. Robson Br 2 de agosto de 2009 at 17:11 #

    Mauricio R.

    Então seria mais fácil comprar o avião pronto dos suecos? A solução foi nacional. O 145 teve que ser adaptado para a nova missão. Qual sistema fez mais sucesso: O radar Ericsson Erieye instalado na plataforma 145 ou na plataforma sueca. E outra, a plataforma brasileira, por ser maior pode ser operada internamente, pois acomoda mais consoles.

    “”””-Qnta empáfia, sequer conhecem a aeronave em questão, outra vez.
    -Vão pedir ajuda aos israelenses, de novo!!! “””

    Mais uma vez os técnicos brasileiros vão se superar e adptar uma o sistema em uma aeronave de modo que ninguem fez. Mais uma vez a solução nacional.

    Quanto a pedir que na realidade vamos comprar a ajuda israelense não tem nada de errado. Eles tem os equipamenos e nós os conceitos e temos o $$$$ para pagar. Assim que começa. Você acha que os israelenses tem tudo também. É integrando os sistemas que eles chegaram lá.

    “Aliás estamos ficando um máximo em integração e modernização de meios.”
    Está correto. Realmente estamos ficando craques nisso. Eu disse integrando, ou vc entendeu outra coisa?

  12. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 17:38 #

    “Qual sistema fez mais sucesso: O radar Ericsson Erieye instalado na plataforma 145 ou na…”

    -Nas outras, pq os suecaos já venderam o sistema p/ outros 2 clientes, sem a plataforma da Embraer.

    “Você acha que os israelenses tem tudo também. É integrando os sistemas que eles chegaram lá.”

    Errado, eles desenvolveram a própria tecnologia e baseado nisso os próprios equipamentos.

    “Aliás estamos ficando um máximo em integração e modernização de meios.”
    Está correto. Realmente estamos ficando craques nisso. Eu disse integrando, ou vc entendeu outra coisa?

    -Esta foi a sua afirmação, a minha resposta foi esta:

    “Nossa estamos abafando, usando equipamentos, radar, sonar, armamentos em grande medida fabricados FORA do Brasil.”

  13. Baschera 2 de agosto de 2009 at 17:58 #

    Mauricio R.

    Tens toda razão em seus contários neste tópico. E mais, estamos PAGANDO e caro, pelas nossas “modernizações made by Israel”.
    Arisco até a dizer que a Embraer não tem expertise pra mexer nestes S-2T e que vai sub contratar a Marsh americana e somente vai disponibilizar um hangar para o trabalho.

    Afora uma ou outra afirmação, está boa, no geral, a matéria do TC CASOPE.

    Sds.

  14. Esdras 2 de agosto de 2009 at 19:00 #

    Só não entendi o comentário de que a ARA poderia vender os S-2T deles, mas peloq ue já foi muito comentado eles não querem vender…..ou mudaram de idéia?

  15. Wolfpack 2 de agosto de 2009 at 19:57 #

    Pelo texto a solução mais simples mas não ideal para o AEW da Marinha é uma plataforma de asas rotativas, o que deve ocorrer. O desenvolvimento de AEW com o S2 Tracker pode acontecer, mas parecer ser o caminho mais difícil. Tudo é possível, não estamos modernizando os P3A Orion com a EADS na Espanha?

  16. Robson Br 2 de agosto de 2009 at 19:57 #

    Baschera E Mauricio R.

    A única modernização efetivamente em curso são as do F5-M. Pelo que sei o preço é compatível com o produto final e não ficaria mais barato e não teria nenhum ganho se fosse realizado lá. Apesar da Aeroeletônica se subsidiária da Elbit, os ganhos na formação da massa crítica nacional foi muito grande. Outro tópico que comentei, foi o caso dos radares instalados na plataforma 145. Voces acham que não valeu a pena fazer a integração aqui, já que os sistemas quase todos são importados, ou seria melhor comprar um produto pronto. O AMX terá uma modernização mais fácil, não só pela plataforma ser construída por ela, mas também pelo ganho na modernização dos F5. Nós temos que acustumar com isso, pois praticamente só os EEUU produzem todos os componentes de um equipamento. Se a gente conseguir alcaçar um certo nível na produção de equipamentos, certamente teremos componentes de vários países. Hoje não vale a pena desenvolver tudo. É muito caro, por isso a importância de se fazer a integração. Outra coisa importante, se dominamos os sistemas, poderemos substituir um sensor de um país por outro sem muitos problemas.

    NÃO VEJO O MOTIVO DAS CRÍTICAS POR PARTE DE VOCÊS.

  17. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 20:05 #

    “…que vai sub contratar a Marsh americana e somente vai disponibilizar um hangar para o trabalho.”

    Baschera,

    É justamente esse tipo de atitude que eu questiono, no papel da Embraer, nos diversos contratos que lhe foram outorgados pelo governo.
    O que esses projetos agregaram ao nivel tecnológico de ALX e ERJ da empresa e á industria, se é que houve capilariedade p/ tanto.
    Pois os israelenses são os detentores de fato das tecnologias usadas nos diversos projetos.
    Da parte do governo questiono a demasiada preferência por esta empresa, em detrimento de outras atuantes na indústria de MRO(Manutenção,Reparo e Revisão).
    Seria então o caso de alocar espaço em algum hangar em São Pedro d’Aldeia, p/ a Agusta-Westland reformar aos “Sea King” da MB transformando-os em aeronaves AEW.

  18. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 20:25 #

    “…não estamos modernizando os P3A Orion com a EADS na Espanha?”

    O P-3 se presta a isto melhor que o S-2, não somente o Brasil, mas a própria Espanha, Austrália, Noruega e os EUA estão no momento c/ algum projeto de upgrade de P-3 em andamento.
    Alem do que se percebe no mercado que o S-2 já não tanta utilidade assim, aquela necessidade de quantidade motivada pela Guerra Fria se foi, é um ac apertado, pequeno, de curto alcance, pouco armado e a disponibilidade de células de P-3, uma aeronave mto + versátil, torna-o anacrônico.
    Sobrou até p/ o “Breguet Atlantic”, a Alemanha trocou-o pelos P-3C ex-holandeses, a Itália está planejando o mesmo c/ uma versão ASW do ATR-72-500 e a Turquia ex-grande usuária de S-2, está migrando nessa diração alem de reformar alguns CASA C-235.

  19. Mauricio R. 2 de agosto de 2009 at 20:55 #

    “…o preço é compatível com o produto final e não ficaria mais barato e não teria nenhum ganho se fosse realizado lá.”

    -O problema é que a Embraer não sabe nada de F-5, assim como não sabe nada de A-4 e nada de S-2, e foi colocada como prime contractor.
    -Ocorreram diversos retrabalhos que atrasaram e encareceram o programa, aeronaves dadas como entregues não estavam operacionais.
    -A maneira estruturada de trabalho da Embraer, se chocou frontalmente c/ a cultura técnica dos israelenses mais despreocupada.
    -Se a FAB chutasse longe a Embraer e tratasse diretamente c/ a Elbit, o programa não estaria atrasado e teria custado menos.

    “Aeroeletônica se subsidiária da Elbit, os ganhos na formação da massa crítica nacional foi muito grande.”

    -A subsidiária local da Elbit, presta somente assistência técnica e suporte de engenharia de produto.
    -Já criou na FAB uma forte dependência dos israelenses, pois vários sistemas são de lá, ao contrário de se adquirir no mercado uma arquitetura de sistemas comum pulverizada por diversos fabricantes.

    “Voces acham que não valeu a pena fazer a integração aqui, já que os sistemas quase todos são importados,”

    Vc não aprende nada integrando um monte de caixas-pretas, aqui se alguem aprendeu algo foi a Atech, cujo trabalho de integração da interface homem/máquina exigiu maior grau de envolvimento.

    “O AMX terá uma modernização mais fácil…”

    -Esta modernização deveria ter sido licitada ao mercado p/ permitir outras empresas de participar, é tdo só p/ a Embraer.

    “Hoje não vale a pena desenvolver tudo. É muito caro, por isso a importância de se fazer a integração.”

    -Sem desenvolvímento próprio, vc somente faz a instalação da caixa-preta dos outros.

    “poderemos substituir um sensor de um país por outro sem muitos problemas.”

    -A manutenção de nivel parque tb pode fazer isto, basta haver uma arquitetura de sistemas comum, e sem a Embraer p/ amolar.

  20. Wolfpack 2 de agosto de 2009 at 21:00 #

    Olá Mauricio,
    Não confunfir o AEW E3 Hawkeye com ASW P3A Orion, por exemplo.
    Agora, as críticas atuais a Embraer pelo papel desempenhado nas atualizações do F5EM, A1, e futuramento nos A4 não faz muito sentido. A Embraer é por definição um agregador de soluções tecnológicas. Suas aeronaves têm asas da Mitsubishi, motores da GE e Rolls Royce, extensões das asas winglets da Boeing e avionicos sei lá de quem…, mas ela agrega o que há de melhor no mercado a suas aeronaves. O mesmo ele faz com a integração de soluções já existentes no mercado (como da Elbit, Rafael, etc) nas atualizações da FAB. Nada demais. Acredito que a Índia faz o mesmo (MIG21 2000)e até a Rússia já percebeu e faz o mesmo agregando em seus vetores aviônicos e computadores ocidentais ou a Russia está produzindo micro processadores? (Texas, Hitachi, AMD, Intel, Siemens-Fujitsu, Toshiba) acho que para por ai os fabricantes atuais de processadores.
    abs

  21. Juarez Castro 2 de agosto de 2009 at 21:24 #

    Como o colega citou, a Embraer apenas criou problemas ao programa aliado a falta de consistência no cronograma financeiro. Com relação a capacitação da mesma, a Embraer é uma competentente montadora de aeronaves comerciais, não é uma modernizadora ou integradora, por isto os tropeços e que irão acontecer caso os atuais seres interplanetários da AN continuem com a asneira de comprar S 2 par utilizar como plataforma embarcada.

    Grande abraço

  22. Lucas Calabrio 2 de agosto de 2009 at 21:44 #

    Prezados
    O _Mundo _Real é outro.
    sds

  23. Robson Br 2 de agosto de 2009 at 22:00 #

    Mauricio R.

    Você tem alguma contra a Embraer?
    No começo é tudo mais difícil mesmo

    “”O problema é que a Embraer não sabe nada de F-5″”
    Posso apostar que agora sabe. São pouco os países que fizeram esse trabalho nos F5. O Chile fez do mesmo modo. Usou sua estrutura interna e fez parceria com os israelenses. Voce acha que também não houve problemas lá. Quem desenvolveu mais com o programa: a ENAER ou a Embraer.

    “”Já criou na FAB uma forte dependência dos israelenses, pois vários sistemas são de lá, ao contrário de se adquirir no mercado uma arquitetura de sistemas comum pulverizada por diversos fabricantes.””
    Grande parte dos sensores usados no F5 não são de lá, inclusive o principal que é o radar. A arquitetura de integração sim é de lá. O mesmo vai ocorrer com o AMX, que inclusive o radar também não é de lá.

    “”-A manutenção de nivel parque tb pode fazer isto, basta haver uma arquitetura de sistemas comum, e sem a Embraer p/ amolar.””

    A manutenção dos F5 foram e estão sendo no PAMA SP. Só depois são enviados para Embraer, onde os sistemas são modernizados.
    Aliás foi esse um dos motivos do atraso no programa, ponis o PAMA estava demorando muito para enviar as células para a Embraer.

    É melhor ter uma empresa gestora de um programa do que o próprio governo. Todo mundo sabe das dificuldades do governo gerir um programa.
    Para quem não sabe, vai ser criado um grande PAMA em Anápolis GO, onde as oficinas serão quase todas terceirizadas.

  24. Wolfpack 2 de agosto de 2009 at 22:25 #

    Senhores,
    Não temos todos os recursos que sonhamos para manter atualizados nossos meios. Ainda não temos os dividendos do petróleo do pré-sal, e isso se algum dia os políticos o deixar chegar até nós. Não falta urubu e saúvas no planalto central pra sugar todos estes recursos e colocar em Castelos, Conventos no Maranhão, casa da Dinda, etc…
    Agora dentro do possível temos feito um trabalho muito bom para manter os meios operacionais e atualizados. Seja com ajuda da Elbit, Rafael, ou quem for.
    A Embraer é uma empresa privada e deve respeitar os requisitos de integração de sistemas colocados pela FAB, e só. Agora se ela vai integrar sistemas americanos, russos, chineses, sul africanos ou israelenses é a FAB quem decide.

  25. G-LOC 2 de agosto de 2009 at 22:42 #

    Esse artigo foi postado em um simposio de guerra eletrônica do ITA. A maior parte foi copiado e colado do site:http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/nav/modernizamb02aew.html

  26. Patriota 2 de agosto de 2009 at 23:34 #

    Acredito que um fato decisivo para esta questão será
    o tipo de navio aerodromo que deverá substituir o São Paulo ,
    a aeronave de alerta aereo ideal seria o E-2 Hawkeye , porem
    adaptar uma aeronave de asas rotativas para realizar esta função tambem seria uma exelente possibilidade.

  27. Sem saco 3 de agosto de 2009 at 9:14 #

    Eu acho que o Mauricio R. foi um dos demitidos da EMBRAER…

  28. Jonas Rafael 3 de agosto de 2009 at 9:32 #

    Alguém aí em cima deu o tiro certo. Essa tarefa no futuro vai ser feita por VANTS, não importa o que se decida agora a substituição já deveria ser pensada por esse lado.

  29. Lucas Calabrio 3 de agosto de 2009 at 9:54 #

    Prezado Sem sacoAprendi ao longo da vida que quanto mais uma pessoa fala mais ela se revela e como os prudentes e sábios falam pouco e ouvem mais. Preciso falar mais alguma cois?
    Abraço

  30. RJ 3 de agosto de 2009 at 10:39 #

    Acho que o radar ideal para o S-2 seja de abertura sintética, mas menor que o EriEye. Talvez algo a ser desenvolvido pela Orbisat, ou pela própria Ericson, com parceria nacional.

    Ou então, EC-725 convertido para AEW aqui no Brasil, com antena rotativa mesmo.

  31. Primo 3 de agosto de 2009 at 11:07 #

    Opa,

    falou em Prudência eu lembro logo do BC brasileiro, vamos baixar os juros com prudência!

    De novo, não tem nada a ver o tópico o meu comentário, mas prudência não deve ser confundida com omissão ou covardia, essa foi a interpratação mas comum e errada que fazemos do termo e seria bom resgatarmos a prudência como algum tipo de arte de analisar as opções e agir (e não omitir) em direção a uma resolução positiva da questão.

    A prudência exige uma ação, que para ser perfeita exige sabedoria, aqui não precisamos perfeição, só uma dose grande de paciência e tolerância mesmo.

    Portanto meu querido Lucas, se você refletiu, e agiu (falou, correu ou xingou) consciente de que fez o melhor, não se cale para o bem da nossa comunidade!

    Outra coisa, acho que deveríamos abrir um tópico a respeito do modelo de negócios da Embraer, e dessa forma baixar as expectativas a respeito da empresa, que é privada e visa o lucro, seja vendendo para o Brasil, EUA ou até para a (argh) Argentina.

    Desculpem-me os hermanos, mas essa piadinha de mau gosto eu não resisti a lançar.

    Grande abraço a todos os participantes deste maravilhoso, patriótico, engrandecedor, didático, etc etc etc fórum.

    Seguem os agradecimentos aos patrocinadores…..
    Fade out.

  32. Fernando 3 de agosto de 2009 at 12:44 #

    Senhores,

    Apenas uma sugestão “desvairada” de um cidadão leigo…

    Nosso Querido e Amado Opalão – os “Q” e “A” são em maiúsculas mesmo!, por mais velha , desarmada e desvalorizada Sra. embarcação, todos nós (acredito eu) temos um certo de “Q” e “A” por este PA – está na “ativa” gente! ( claro que em testes de mar, para os mais técnicos).

    Isto demonstra que nossa Marinha, tem mantido a capacitação de recursos humanos (o mais caro, demorado e de difícil aquisição) e materiais para manter, reformar, modificar e operar uma nave com tal envergadura e complexidade, mesmo com os baixos orçamentos destinados a este propósito, que por sua vez, são inerentes aos próprios problemas de orçamento destinado a esta instituição, a título de “investimento” (como já debatido a exaustão neste Blog), e do Brasil para Marinha como um todo.

    A Marinha do Brasil, poderia justificar esta aquisição de oportunidade – frisa-se, em ambos os casos – já que o apelo de formação e manutenção de um esquadrão asas fixas embarcadas (que embora fundamental para um BRIC, não quero desmerecer o honrado trabalho de nossos colegas Falcões), não tem demonstrado satisfação por parte da sociedade que se interessa por estes bandas, na minha opinião.

    No meu “delírio alucinógeno”, dois grandes agentes nacionais (digo “nacionais”, pois representam de fato a Nação Brasileira), me refiro a nossa Marinha Brasileira e a fabricante de aviões Embraer.

    Seria uma proposta de parceria em que ambas as instituições teriam chances quase nulas de perdas, e um espetacular rendimento a médio e longo prazo que se reverteriam em dividendos enormes ao país, ao qual seria:

    A Marinha do Brasil, verificar a possibilidade de oferecer o nosso Querido Opalão para testes pela fabricante Embraer para o desenvolvimento de VANTs militares leves, a princípio, e pesados embarcados (ou outros produtos tripulados, como o “Viajandão” Tucano navalizado), já que a Marinha já tem o pessoal qualificado para tanto, bem como, o Opalão tem plena capacidade para esta função.

    Para a Embraer seria uma oportunidade de apreender, refinar e capacitar mão de obra para projetos e construções com materiais compósitos (o futuro da aviação comercial) e para a Marinha Brasileira, a operação de VANTs embarcados (o futuro da aviação militar).

    Alguns colegas deste Blog mencionaram que as relações entre as FAs e o ente privado não estavam pra lá destas coisas, mas parecem que os ventos mudaram, vejam o KC-390 com a FAB (ambos lucram e vão lucrar, a FAB com um vetor plenamente adequado as suas necessidades e a Embraer como ponte para esta crise e novo produto no mercado militar).

    Agora o que interessa a ambas bem antes do know-how, know-why e sim o “How Much”:

    Tendo com base na aviação experimental com os requisitos contidos no RBHA 37, o projeto e construção (muitas vezes seriadas ou em kits), raramente ultrapassa a centena de milhares de dólares em aeronaves de porte médio de menos de 1 tonelada.

    Para entes desta estatura, acredito que seja uma soma irrisória, em relação ao custo-benefício que um investimento inicial deste tipo possa somar a ambas.

    Enfim, na minha humilde opinião, e com todo respeito devido a ambas envolvidas, seria uma miopia empresarial bem como militar, uma não parceria neste caminho.

    Abraços a todos.

    PS. Ao som de The Freaking Alice – Júpiter Maça

  33. Walderson 3 de agosto de 2009 at 14:05 #

    Ah, sim,
    agora eu entendi!!!!!!

    Na FAB e na MB só existem idiotas, assim como no Brasil. Se fazem o mesmo lá fora, só existem elogios. Se fazem aqui, só fazem errado. Muito se elogiou o F-5 chileno, modernizado pela ENAER. Se a EMBRAER faz algo parecido, é porque não sabe nada. Engraçado: vi uma matéria pedindo aumento para os militares brasileiros. Pergunto-me agora: para quê? Acho que o Galante deveria tirar essa matéria. Afinal não temos de perder tempo pedindo aumento para os incompetentes militares brasileiros. A FAB não sabe nada, nem tem pessoas que pensem. A MB, idem. No Brasil não se faz nada direito. Engraçado é que se reclama dos políticos de Brasília, mas ninguém lembra que de Brasília mesmo são poucos. Então, senhores, parem de reclamar e na próxima eleição não nos mandem mais ninguém para cá, pois são vcs que os escolhem – pelo menos 85%.

    Ah, ia me esquecendo: para aqueles que acham que não há nada legal, bem feito ou ninguém honesto, sugiro uma pequena e fácil coisa para se fazer. MUDEM, POIS NÃO NOS FARÃO FALTA.
    Defender os outros é fácil. Defender que empresas alienígenas façam tudo aqui dentro, mais ainda, MAS AJUDAR O PAÍS A CRESCER NÃO É MUITO NÃO, POIS É NECESSÁRIO EDUCAÇÃO, ÉTICA, HONESTIDADE E VONTADE. INFELIZMENTE, NÓS BRASILEIROS NEM SEMPRE TEMOS ESSAS QUALIDADES. SOMOS UM PAÍS ETERNAMENTE COLÔNIA, COM PENSAMENTO COLONIAL DE QUE TUDO QUE VEM DE FORA É MELHOR. É A FAMOSA LEI DE GERSON. SÓ QUEREMOS LEVAR VANTAGEM. SOMOS OS EXPERTOS. TODOS SOMOS EXPERTOS, MAS MATEMÁTICA É MATEMÁTICA E PARA EXISTIREM OS EXPERTOS, TEM DE EXISTIR OTÁRIOS. EU ME PERGUNTO: ONDE ELES ESTÃO SE NO BRASIL SÓ TEM EXPERTOS?

    DESCULPEM O DESABAFO, MAS FICO FULO DA VIDA QUANDO VEJO ALGUNS SÓ MALHAREM.
    CAROS AMIGOS INSATISFEITOS COM O BRASIL, FAÇAM UM PEQUENO EXERCÍCIO: RESPONDAM COM SICERIDADE O QUE OS SENHORES ESTÃO FAZENDO PARA MELHORAR ESSE PAÍS? PENSO QUE SÓ RECLAMAR NÃO NOS ENRIQUECE EM NADA.

    uM ABRAÇO A TODOS, INCLUSIVE AOS RECLAMÕES DE PLANTÃO.

  34. Lucas Calabrio 3 de agosto de 2009 at 14:12 #

    Prezado Primo

    Em nenhum momento pensei em ficar calado, mas sim cauteloso ao falar, pois fazer certas e frequentes afirmações muita das vezes sem pesquisa e somente de ouvir falar(para depois cair no ridículo). A hulmidade é uma virtude e dizer que não sabe também o é , e sempre que posso pergunto pois aqui tenho aprendido muito (e quase desaprendo a “Última flor do Lácio, inculta e bela” com alguns)e posso afirmar com muita tranquilidade que com certeza de muitas maneira cada um aqui contribuiu e contribui para o melhor do blog e dessa NAÇÃO tão maltratada pelas autoridades civis.
    Abração

  35. Lucas Calabrio 3 de agosto de 2009 at 14:14 #

    Prezados
    off-topic para não esquecer
    LÍNGUA PORTUGUESA

    Olavo Bilac

    Última flor do Lácio, inculta e bela,
    És, a um tempo, esplendor e sepultura:
    Ouro nativo, que na ganga impura
    A bruta mina entre os cascalhos vela…

    Amote assim, desconhecida e obscura,
    Tuba de alto clangor, lira singela,
    Que tens o trom e o silvo da procela
    E o arrolo da saudade e da ternura!

    Amo o teu viço agreste e o teu aroma
    De virgens selvas e de oceano largo!
    Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

    Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
    E em que Camões chorou, no exílio amargo,
    O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

    sds

  36. Lucas Calabrio 3 de agosto de 2009 at 14:17 #

    A expressão “Última flor do Lácio, inculta e bela” é o primeiro verso de um famoso poema de Olavo Bilac, poeta brasileiro que viveu no período de 1865 a 1918. Esse verso é usado para designar o nosso idioma: a última flor é a língua portuguesa, considerada a última das filhas do latim. O termo inculta fica por conta de todos aqueles que a maltratam (falando e escrevendo errado), mas que continua a ser bela.

  37. Caipira 3 de agosto de 2009 at 17:21 #

    Torço pela MB…que o A12 mantenha-se operacional, que a modernização dos Falcões aconteça…que venham as aeronavez de alerta antecipado(sejam asas fixas ou rotativas), que sejam adquiridas também as novas escoltas e subs….e o mais importante que haja orçamento suficiente no futuro próximo para mante-los operando plenamente e num futuro um pouco mais distante para substituilos por naves modernas e mais capazes…como não sou especialista como alguns amigos do blog só me resta torcer pela MB…

  38. COMANDATE MELK 3 de agosto de 2009 at 20:48 #

    Senhores,

    quero saudar o Capitão-Tenente Marcelo Chagas de Lima, por sua inestimável contribuição atravéz deste artigo, para que, possamos compreender melhor como funciona e a nescessidade de termos um alerta aéreo antecipado em proveito da Força Naval operando de forma plena.

    Grato.

  39. Fernando 3 de agosto de 2009 at 20:51 #

    Clésio Luiz e Jonas Rafael,

    Também penso como os senhores,

    Redes celulares baratas de AEW baseados em VANTs do que poucas plataformas mais capazes e caras.

    Estratégia de Defesa como proposto no END é para cenários e ameaças futuras (que com muita probabilidade teremos, e acredito, quando chegar a hora, nos defendermos a altura), e não o aqui e agora.

    Espero que a Marinha tenha tomando a decisão contrária, apenas para tampar este lapso temporal e esteja investindo paralelamente e sequencialmente em projetos não tripulados, motivo inclusive do meu post anterior.

    Sinto bons ventos:

    Desenvolvimento de radares nacionais…
    Integração da Marinha com incentivo de pequenas empresas nacionais no domínio e capacitação de pessoal na tecnologia de VANTS…
    Entre outros sinais.

    Mas no meu entender, falta uma aproximação maior com a “Grande”, como na minha sugestão anterior.

    Abraços.

  40. Fernando 3 de agosto de 2009 at 21:04 #

    Complementando o post anterior…

    Esta “Grande” poderia se associar as pequenas no futuro, como grande integradora de armas e sensores nas plataformas (ao gosto do cliente) ou ao menos investindo em supervisão técnica para seus futuros fornecedores.

  41. Fernando 3 de agosto de 2009 at 21:18 #

    Apenas um adendo…

    Onde se lê: “Estratégia de Defesa como proposto no END…

    Complementa-se: “Estratégia de Defesa como proposto no END, EM SEU CERNE,…”

  42. Mauricio R. 3 de agosto de 2009 at 22:37 #

    “Não confunfir o AEW E3 Hawkeye com ASW P3A Orion, por exemplo.”

    Wolfpack,

    E-3 é o Sentry, e vc me diz p/ não confundir as coisas.

  43. Mauricio R. 3 de agosto de 2009 at 23:19 #

    Wolfpack,

    “Suas aeronaves têm asas da Mitsubishi, motores da GE e Rolls Royce, extensões das asas winglets da Boeing e avionicos sei lá de quem…,”

    Isto é somente o reflexo do seu modelo de negócios, que é conceber uma aeronave de acordo c/ a sua percepção do mercado e sair atrás de parceiros de risco p/ tocar o projeto.

    “O mesmo ele faz com a integração de soluções já existentes no mercado (como da Elbit, Rafael, etc) nas atualizações da FAB…”

    Integrar o que e aonde se nem os equipamentos e menos ainda a aeronave, são seus produtos???

    “Acredito que a Índia faz o mesmo (MIG21 2000)…”

    Mas a India tem mta história c/ o Mig-21, a HAL montou e depois fabricou centenas destes sob licença.
    O mais próximo que a Embraer chegou disto, foi fabricando terças partes do A-1/AMX p/ os parceiros italianos.

  44. Mauricio R. 3 de agosto de 2009 at 23:47 #

    Robson Br,

    “Você tem alguma contra a Embraer?”

    -Podes crer, aquela tentativa junto c/ a Dassault de empurrar a qq custo o Mirage 2000BR p/ a FAB, o que acabou melando o FX-1.

    “No começo é tudo mais difícil mesmo”

    -Para a empresa que não desenvolve a sua própria capacidade tecnológica, sempre é dificil.

    “O Chile fez do mesmo modo. Usou sua estrutura interna e fez parceria com os israelenses.”

    -É o contrário, o Chile fez antes e 2 vezes. Então quem aprendeu mais foi a Enaer, que em 25 anos, fez aquilo que a Embraer só foi fazer aos 40 anos.

    “Grande parte dos sensores usados no F5 não são de lá, inclusive o principal que é o radar.”

    -O HUD é, os CRT são, os computadores tb, o radar é italiano mas quem cuida da manutenção é a Aeroeletrônica.

    “…com o AMX, que inclusive o radar também não é de lá.”

    -O problema é que o cockpit é, assim como no F-5, a dependência não está nos grandes sistemas, mas nos pequenos.

    “É melhor ter uma empresa gestora de um programa do que o próprio governo. Todo mundo sabe das dificuldades do governo gerir um programa.”

    -Nossa, o CTA não poderia gerir o programa mas a Embraer que não tem nicas de tecnologia p/ tanto, pode!!!

    “Para quem não sabe, vai ser criado um grande PAMA em Anápolis GO, onde as oficinas serão quase todas terceirizadas.”

    -Aleluia descobriram a polvora!!!! A RAF faz isso á décadas c/ mto sucesso, c/ custo competitivo e alta disponibilidade de meios.

  45. Mauricio R. 3 de agosto de 2009 at 23:57 #

    “Essa tarefa no futuro vai ser feita por VANTS…”

    O parceiro do P-8A Posseidon no serviço, será uma versão do “Global Hawk” RQ-4N, 40 UAVs serão usadas no programa chamado BAMS – Broad Area Maritime Survaillence.
    Israel tb tem um programa semelhante, usando o UAV Heron TP.

  46. Mauricio R. 4 de agosto de 2009 at 0:11 #

    “Talvez algo a ser desenvolvido pela Orbisat, ou pela própria Ericson, com parceria nacional.”

    -É questionavel se a SAAB(nova dona da Ericsson) abriria assim fácil, mão da tecnologia do Erieye.
    -Por outro lado uma outra possibilidade, seria uma parceria c/ os indianos, que estão desenvolvendo um radar do mesmo tipo.
    -O problema aqui é o tempo que isto pode levar até produzir algum equipamento usavel.

    “Ou então, EC-725 convertido para AEW aqui no Brasil, com antena rotativa mesmo.”

    -Inviável no curto prazo, mtas tecnicalidades p/ resolver e já há no mercado solução semelhante em uso.

  47. Mauricio R. 4 de agosto de 2009 at 0:17 #

    “Alguns colegas deste Blog mencionaram que as relações entre as FAs e o ente privado não estavam pra lá destas coisas, mas parecem que os ventos mudaram, vejam o KC-390 com a FAB…”

    Fernando,

    A Embraer chorou, esperneou, até na revista “Exame” e o “comandante-em-chefe” Lula mandou.
    Sobrou a pobre da FAB, obedecer e se meter em um projeto do que é somente um C-130H á jato.

  48. Primo 4 de agosto de 2009 at 8:14 #

    Ehehe virou monólogo!

  49. Mauricio R. 4 de agosto de 2009 at 9:52 #

    Me desculpem os colegas foristas, mas não é + possível postar durante o horário comercial, mudei de trampo.
    Obrigado!!!

  50. Bittencourt 4 de agosto de 2009 at 16:52 #

    Primo

    ‘ o cara deve ser chileno ou argentino”……huhuhuh

  51. Mauricio R. 4 de agosto de 2009 at 17:17 #

    “Primo

    ‘ o cara deve ser chileno ou argentino”……huhuhuh”

    Se é comigo, sou paulistano e brasileiro!!!

  52. Bruno 4 de agosto de 2009 at 19:40 #

    Ja que não vão adquirir novos vetores”zero bala”a MB deveria os 5 S2T e ja que tão querendo desativar alguns Seaking passar os que estão com menos horas de voo pra AEW tb…ai sim junto com os P-3 da FAB teriamos uma força e tanto…

  53. Mauricio R. 4 de agosto de 2009 at 22:12 #

    “…a MB deveria os 5 S2T e ja que tão querendo desativar alguns Seaking passar os que estão com menos horas de voo pra AEW…”

    P/ a função ASW dos “Sea King” a MB felizmente está adquirindo alguns “SeaHawk”, os mesmos terão capacidade ASuW na forma do missíl “Penguin”.

  54. dhou 24 de novembro de 2010 at 16:53 #

    nossa marinha nessesita de mais atenção,e de uma politica governamental voltada para o futuro,é sem duvida o mar o maior condutor de riquesas e o que deve ter uma atenção especial,oa nossa marinha nessesita urgentimente de no minimo tres porta aviões e um porta elicopteros,pois vc tendo tres tem na realidade dois pois um sempre estara em manutenção e suprindo-se,um litoraneo e outro pronto a ir a aguas internacionais caso nessesario,submarinos muitos no minimo uns trinta convencionais e uns des nuclear para protejer nossa costa que é grande e rica pois a miseria esta chegando e os aproveitadores tambem.e o brasil agura que esta acordando deve ter uma politica voltada para nossa defesa rapda e agil.

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