ALIDE apurou durante o evento de apresentação da nova Fragata FREMM, em Lorient na França, nesta terça-feira precisamente o que será o modelo de submarino que a empresa francesa fabricará no Brasil nos próximos anos.

A despeito das graves desavenças públicas entre a DCNS e a Navantia espanhola, sua ex-sócia no programa Scorpène, o modelo de submarino oferecido para atender às necessidades declaradas do Brasil é realmente uma versão alongada e modernizada deste mesmo design.

Para aumentar o raio de alcance do novo modelo, o submarino passará a medir perto de 70 metros de comprimento, entre quatro a cinco metros, mais comprido do que o Scorpène padrão vendido para o Chile e para a Malásia. Essas seções adicionais do casco permitirão a expandir em 20 toneladas a capacidade de óleo diesel combustível transportado pelo Scorpène brasileiro. Para fazer a autonomia do modelo brasileiro alcançar os 60 dias desejados pela MB , no mesmo esforço, será aumentado a câmara frigorífica e o espaço de armazenamento de víveres secos. Outra modificação resultante será o aumento de 31 para um total de 35 camas nos camarotes, aumentando, assim, potencialmente, o tamanho da tripulação ou número de militares de forças especiais transportados no submarino.

O sistema de combate dos submarinos brasileiros, como os indianos, será bastante modernizado em relação àquele instalado nos Scorpènes chilenos e malásios. Na parte de motorização, haverá outra grande alteração: ao invés de usar apenas dois grandes motores diesel , como nos demais submarinos Scorpène, a MB solicitou à DCNS que se empregasse, alternativamente, no S-BR quatro motores de menor porte no seu lugar. Segundo a fonte, este requerimento seria fruto da experiência satisfatória brasileira com os U209 alemães, que usam quatro motores diesel.

O S-BR terá dois periscópios, sendo apenas um deles tradicional (ótico), do tipo penetrante no casco. O outro se compõe de um câmera de vídeo digital na ponta do mastro capaz de transmitir a imagem capturada para uma ou mais telas no interior do submarino, sem que, para isso, seja preciso abrir um outro orifício no casco de pressão. O S-BR terá seis consoles multi-função digitais que podem se substituir mutuamente, sem restrições, caso um deles apresente uma pane.

Toda a parte frontal do primeiro submarino S-BR, da proa até depois do compartimento de comando/combate, será construída na França, com a participação direta dos engenheiros civis e militares brasileiros alocados a este projeto. Daí em diante, 100% dos demais submarinos passará a ser construído no novo estaleiro de Sepetiba, no Brasil. Em alguns dias, chegarão a Cherbourg e a Lorient os primeiros brasileiros que trabalharão no processo de absorção da tecnologia transferida pelos franceses dentro deste programa . No final do mês de maio ocorrerá a cerimônia de início da construção do primeiro submarinho no estaleiro de Cherbourg.

FONTE: ALIDE

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

54 Responses to “Novas pistas sobre o ‘S-BR’, o novo submarino convencional Brasileiro” Subscribe

  1. Alex Nogueira 6 de maio de 2010 at 12:16 #

    UUUHHHHUUUU!!!!! Parece que agora vai! :D

    Muito me agrada saber que o “SBR” será diferente de outros modelos já em operação, e fico muito feliz em saber que sua construção irá contar com a mão de obra de brasileiros. Ponto para a marinha brasileira.

  2. paulo 6 de maio de 2010 at 12:35 #

    Excelênte noticia.
    Pra quem não acreditava no projeto francês, alvissareiras novidades!

  3. FERNANDO 6 de maio de 2010 at 12:44 #

    Achei interessante, principalmente o periscopeo tipo tela, isso significa que um grupo maior de oficiais poderá ver o alvo.

  4. LBacelar 6 de maio de 2010 at 13:19 #

    É muito bom saber que a experiência da MB fará parte do projeto, desenvolvendo um submarino mais capaz do que os Scorpenes vendidos ao Chile.

    Bem que a FAB poderia ter um pouco dessa seriedade da MB

  5. Lanterna Verde 6 de maio de 2010 at 13:45 #

    É bastante positivo ver que o projeto Scorpene Br terá alterações, muitas delas já sabidas pelo publico em geral, principalmente nos sitesmas de combate, por este motivo, considero a parceria com a França bastante construtiva, pois ao contrário do acordo passado com os Alemães no qual os subs eram apenas montados aqui, mais uma prova de que a França não é tudo aquilo que se diziam para todos os ventos, e aliás estes novos Scorpenes não podem ser comparados aos outros já construídos, pois serão significativamente maiores, com maior poder de fogo e com maior capacidade de permanência em combate, sei que muitos dirão que 7 metros não irá causar grandes modificações, porém, em um projeto com este grau de complexidade, 7 metros significam reprojetar todos os sistemas, definitivamente estas alterações irão praticamente criar um novo submarino.
    Abraço.

  6. Ricardo 6 de maio de 2010 at 13:54 #

    como o amigo disse….

    Ponto pra MB

  7. Edu Nicácio 6 de maio de 2010 at 14:04 #

    “estas alterações irão praticamente criar um novo submarino.”

    E é exatamente essa a premissa da MB. Além disso, os subs convencionais poderão ser convertidos, no futuro, em submarinos nucleares, bastando incorporar a seção do reator no lugar dos motores a diesel.

    Que venham novos e melhores equipamentos para as três forças.

    BRASIL POTÊNCIA!

  8. Galileu 6 de maio de 2010 at 14:20 #

    Não entendi uma coisa…….
    Apenas a parte frontal será construída na frança, não era o sub todo??

  9. Galante 6 de maio de 2010 at 14:30 #

    Edu Nicácio disse:

    “Além disso, os subs convencionais poderão ser convertidos, no futuro, em submarinos nucleares, bastando incorporar a seção do reator no lugar dos motores a diesel.”

    Edu, onde você leu isso? qual a referência? Não foi aqui no Poder Naval.

    Seria bom se isso fosse verdade, mas vou te dar uma informação: o reator nuclear brasileiro não cabe no diâmetro do casco do Scorpène e nem foi feito para caber.

    Para receber o reator nacional um novo casco de diâmetro muito maior terá que ser projetado.

  10. Gabriel 6 de maio de 2010 at 15:09 #

    OLa galera tudo bem!!!
    Gostaria de saber dos mais bem informados se com essa nova forma de motorização ja pode-se dizer q ele sera mais veloz q as outras versões ?? E se o formato dos lemes em cruz e realmente menos eficiente q em x ?? Vlw galera fico no aguardo grande Abraço!!

  11. marcandrey 6 de maio de 2010 at 15:16 #

    Edu Nicácio disse:
    6 de maio de 2010 às 14:04

    “Além disso, os subs convencionais poderão ser convertidos, no futuro, em submarinos nucleares, bastando incorporar a seção do reator no lugar dos motores a diesel. ”

    Para vc ver Edu, os projetistas tambem vão instalar na proa um turboélice Pratt & Whitney Canada PT6A-68C de 1.600 shp de potência (aquele do ST) e um pod de canhão de 20mm. E ao centro um par de asas.

    Teremos o primeiro submarino nuclear voador da história…

    Ai Deus dai-me paciencia pq se me der forças……

  12. Edu Nicácio 6 de maio de 2010 at 15:41 #

    Realmente Galante, comi bola. Segue o link:

    http://www.estadao.com.br/noticias/geral,submarino-nuclear-brasileiro-pode-sair-daqui-a-12-anos,372283,0.htm

    “Além de ter sensores e sonares mais modernos do que os Tupi, o Scorpène tem o formato arredondado inspirado no nuclear francês, o que favorece a operação a profundidades maiores. O que muda no caso do nuclear é o tamanho. Enquanto o convencional tem 6,3 metros de diâmetro e desloca 1,4 mil toneladas, o nuclear precisará de 9 metros para abrigar o reator nuclear e deslocar 6 mil toneladas.”

    Abraço.

  13. Nick 6 de maio de 2010 at 15:47 #

    Bom saber que esse S-BR não será exatamente igual. Espero que engenheiros navais da MB estejam ajudando a fazer essas modificações no projeto do Scorpene. E já que é uma classe um tanto quanto diferente do Escorpene, deveria ser batizada com um nome nacional, como o Tupi.

    []‘s

  14. A7X 6 de maio de 2010 at 15:54 #

    Parabéns a MB , por saber exatamente o que quer e pelo profissionalismo mostrado em relação aos submarinos.

    Pelo visto a DCNS fará excelentes melhorias no Scorpènes brasileiros, tornando os mesmos mais capazes que o modelo original.

    E o mais importante: Brasileiros participarão do projeto!!

    Abs.

  15. Marcelo 6 de maio de 2010 at 17:01 #

    Eles poderão levar o SCALP naval?

  16. Cláudio 6 de maio de 2010 at 17:16 #

    Galante disse:
    6 de maio de 2010 às 14:30

    É seu Galante, os EUA tinham uma cartada para vender os F-18 Super Hornet ao Brasil, equiparam os Super Tucano com alta tecnologia, todos nós ficamos BABANDO, e disseram que irão adquirir 200 unidades, Belo Blá-Blá-Blá…!!!

    Pois está aí a cartada final da França, vão começar a construir o Submarino Convencional e transferir conhecimento que nos permitirá construir o Submarino Nuclear Brasileiro, e isso vai coincidir com o anúncio do vencedor do FX-2.

    Levando-se em conta o “preço” do Super Hornet de prateleira, e o “preço” do Rafale com alguma transferência de conhecimento (ou até mesmo irrestrita), pode ter certeza que vai dar Rafale no FX-2.

    Não podemos nos esquecer que é aquisição de um PACOTE.

  17. Galante 6 de maio de 2010 at 17:18 #

    Sim Cláudio, é a tal da “Aliança Estratégica”.

  18. MO 6 de maio de 2010 at 17:21 #

    alguem ja foi a padaria, comprou pauns e o pakote estava furado ?

    o que acontece no meio da rua a caminho de casa ….?

    MO

  19. Wladimir 6 de maio de 2010 at 18:29 #

    Os subs da MB serão equipados com mísseis superfície-ar? Ou os Scorpenes não têm essa capacidade?

    Abraço a todos.

  20. corsario01 6 de maio de 2010 at 18:42 #

    Wladimir vc poder ver o SM-39 aqui.
    Sim, o nosso SBr irá ter a capacidade de disparar misseis.

    http://i16.photobucket.com/albums/b24/hybenamon/NAVAL/NAVAL%20WEAPONS/Missiles/EXOCET/SM39-highdetail.jpg

  21. Mauricio R. 6 de maio de 2010 at 18:47 #

    Até aqui nada de mais, este submarino está sendo construído na França, sequer existe lugar p/ tanto no Brasil hoje, agora, pois o tal do estaleiro existe somente em power point.
    Então estamos p/ ver se a França realmente vai transferir a tecnologia da construção desses submarinos e de seus sistemas ao Brasil.
    Pq como diria o ministro Jobim, as evidências são do contrário.

  22. André 6 de maio de 2010 at 19:14 #

    A noticia de que o primeiro SBR será construído no final de maio, o começo da contrução da base/estaleiro e estas novidades do momento são importantes para ficarmos eufóricos em relação aos novos submarinos do Brasil. Vamos ver se a imprensa brasileira vai anunciar o começo da construção do submarino, que, por sua vez, se não destacar tal acontecimento não vai ser surpresa.

    Digo isso porque a dita imprensa só se lembra dos nossos navios e até mesmo os navios em geral, se os mesmos estiverem em situação de risco como o naufrágio do Kursk – que esse ano completa uma década -ou causando algum mal á sociedade (como um derramamento de óleo).

    Em relação ás novas tecnologias dos subs, como o periscópio com camera de video e os lemes em forma de X, outras novidades deveriam ser aplicadas como um compartimento inundável igual dos Virginia (que, é claro, também possuem periscópio com camera de video) atrás da vela para evacuação dos mergulhadores de combate e para saída de emergência. Segundo a Estratégia Nacional de Defesa, todos os submarinos devem contar com mísseis de cruzeiro, aumentando sua letalidade além dos torpedos e minas. Lembrando que esse plano estratégico destaca a negação do uso do mar e, para isso, capacidade bélica é indispensável.

    Espero que venham mais novidades por aí com estes submarinos.

  23. Mauricio R. 6 de maio de 2010 at 19:33 #

    “Segundo a Estratégia Nacional de Defesa, todos os submarinos devem contar com mísseis de cruzeiro,…”

    Cuidado c/ o que está escrito no papel higiênico petralha, existem implicações politicas mto sérias em equipar submarinos c/ misseis de cruzeiro.

  24. Mauricio R. 6 de maio de 2010 at 19:36 #

    “…entre quatro a cinco metros, mais comprido do que o Scorpène padrão vendido para o Chile e para a Malásia.”

    Não implica em piorar a já famosa e péssima manobridade deste design???

  25. corsario01 6 de maio de 2010 at 20:34 #

    Mauricio, você pode colocar aqui no Blog algum documento “real” factível comprovando o que você disse?

    “Não implica em piorar a já famosa e péssima manobridade deste design???”

    Na internet existem muitos “entendidos” de muita coisa, porém, posso te garantir que, de submarinos Scorpene e com gabarito para declarar isso, ainda não conheci e não vi. Apenas boatos plantados, certamente pelos alemães, tentando denegrir o produto do concorrente. Isso é o que se sabe, mas, voltando para o plano terreno da realidade.
    Você afinal, teria ou não como comprovar que os Scorpenes são péssimos em manobra?

    Apenas lembrando que tudo o que se leu, inclusive aqui, não possue nenhum valor, pois nunca foram 100% comprovados, ou seja, ZERO credibilidade.

    Fico no aguardo de que o amigo possa me mostrar que a FORSUB escolheu mal seu próximo submarino. OK?

  26. Diego Tarses Cardoso 6 de maio de 2010 at 20:35 #

    Pelo jeito a Marinha tah “manjando” em fechar contratos hein,os submarinos tao andando a passos largos,o SNB tambem tah andando,vai comecar a contrução da nova base naval ainda este ano,esta noticia,a quilha do primeiro sub vai ser batida este mes ainda…huaaa
    Pena q a Fab tah penando com os caças…affff…
    Reparem numa coisa,quando o negocio eh feito certinho,a fabricacao começa logo,nao fica enrolando dois anos pra comecar,como serao os caças…
    E olhem que tentaram boicotar o negocio ainda tirando R$3,1 bilhoes da MB e dando para aquele negocio de banda larga….
    E o FX de fragatas tah rolando hein,parece que as Fremm vao sair sim,soh nao sei se serao francesas ou parece q espanholas,mas acho q vao sair sim… yesss
    E parece que a MB tah vendo um acordo acho q com Portugal pra terminar de desenvolver uma NAe moderna e fabricar umas duas no Brasil pra nos,uma pra frota atual e mais uma para a futura frota,isso quer dizer q a MB vai precisar de mais caças,acredito que de geracao nova,os A-4 ficariam na reserva…
    Claro q isso significa mais FNs,e claro mais MBTs pra eles,os caras soh tem 7 blindados caça-tanques,credo….
    Sei que o comandante da MB vai querer urutus-3 iguais ao do EB para os FNs…
    Eh nois…
    T+++

  27. Renato 6 de maio de 2010 at 20:37 #

    Pergunta de leigo, qual a vantagem do periscópio óptico sobre o eletrônico? Suponho que instalar um pericópio óptico seja algo mais complicado, não?

  28. corsario01 6 de maio de 2010 at 20:47 #

    Renato, menos um furo no casco de pressão, logo, menos um ponto critico.

    Certamente se tivermos algum engenheiro aqui, o mesmo talvez possa confirmar, mas creio que isso aumenta um pouco a resistência do casco de pressão.
    Mas isso que digo, é apenas achismo de um leigo.

  29. lucas 6 de maio de 2010 at 20:47 #

    Poderia convocar os marujos pra ajudar na escolha do fx2 ensinar a fab como se faz parece amadores.

  30. Renato 6 de maio de 2010 at 20:50 #

    Corsário, foi isso que me ocorreu também, se já vai haver um periscópio funcionando com câmera, que deve ter instalação mais simples, para quê o segundo? O que me ocorreu é que poderia haver alguma vantagem no óptico, mas é um chute meu de leigo.

  31. RobsonMBr 6 de maio de 2010 at 21:38 #

    MO disse:
    6 de maio de 2010 às 17:21
    “””alguem ja foi a padaria, comprou pauns e o pakote estava furado ?

    o que acontece no meio da rua a caminho de casa ….?

    MO””

    não apela não.

  32. RobsonMBr 6 de maio de 2010 at 21:49 #

    Na época era somente críticas. Agora vemos plenamente o que é apenas pacote, ou apenas montagem aqui que muitos afirmam que é a verdadeira tranferência e vemos tambem o que é realmente parceria.

    A MB não cedeu a lobby, propagandas na TV, e a oportunismo de sindicalistas eleitoreiros.

    O resultado está aí.

    Tenho certeza que a FAB vai encontrar seu caminho.

    Concorda comigo Galante!

    So fico chateado por você não ter conhecido a França, somente a alemanha.
    rsrsrsr
    O pessoal do Alide foi mais feliz…..rsrsrs

    Dá tempo ainda.
    É como muitos dizem: Você não pode perder o trem da história. Já perdeu uma vez…

    rsrsrsrs brincadeira

  33. WAR 6 de maio de 2010 at 22:26 #

    corsario01 disse:
    “6 de maio de 2010 às 20:47
    Renato, menos um furo no casco de pressão, logo, menos um ponto critico.

    Certamente se tivermos algum engenheiro aqui, o mesmo talvez possa confirmar, mas creio que isso aumenta um pouco a resistência do casco de pressão.
    Mas isso que digo, é apenas achismo de um leigo”

    Eu explico: O casco é uma estrutura fechada (claro) submetida à enormes pressões hidrostáticas (água) externas. Na superfície dela (estrutura), desenvolvem-se tensões. Em torno de furos nesta “casca” ocorrem concentrações de tensões similares às que provocam as fissuras (rachaduras) em torno de janelas abertas nas paredes de tijolos dos edifícios e casas. É isto!

  34. Ilya Ehrenburg 6 de maio de 2010 at 23:13 #

    Não sei, estou apreensivo…
    Não vi na matéria, aumento no número de baterias. Fala-se apenas em óleo, além disto, não compro a idéia de quatro motores menores serem melhores que dois maiores. Será?

    Preferia que o espaço a mais, fosse entupido de baterias. Tempo submerso, é vida. “Snorquear … É morte!

  35. bulldog 7 de maio de 2010 at 0:23 #

    “””alguem ja foi a padaria, comprou pauns e o pakote estava furado ?

    o que acontece no meio da rua a caminho de casa ….?

    Já…voltei e reclamei para o portuga…que resolveu o problema…
    Estando “no papel” tem como brigar com a empresa.
    abço

  36. fsinzato 7 de maio de 2010 at 4:16 #

    “Galante disse:
    6 de maio de 2010 às 14:30

    Para receber o reator nacional um novo casco de diâmetro muito maior terá que ser projetado.”

    Galante,

    Em minha opinião de leigo, não é tão absurda assim a idéia, porém não utilizando reatores nucleares e sim pilhas nucleares com tecnologia de materiais radio/termoelétricos de alta eficiência.

    Não daria para fornecer energia para altas velocidades (aí seria necessário um reator), mas para velocidades baixas de patrulha é possível sim, pelo pouco que conheço. Uma espécie de “AIP” Nuclear.

    Abs.

  37. fsinzato 7 de maio de 2010 at 5:04 #

    Se a especulação que fiz nos comentários acima tiver algum respaldo, explicaria a negativa da MB de não querer “AIP tradicional”, e a quantidade de 6 submarinos nucleares.

    Seriam 2 de águas azuis e 4 de marrons.

    Abs.

  38. Carlos 7 de maio de 2010 at 7:47 #

    Ah tá,

    Entendi. Quer dizer que seremos os únicos usuários dessa pseudo Scorpene, assim como a nossa classe (única) IKL mod Tikuna.

    Engraçado que a Marinha pode ter o seu pseudo Scorpene e a FAB não pode ter o Gripen NG. Não seria o mesmo caso? Bom, isso eu comento mais lá no Aéreo.

    Até

  39. corsario01 7 de maio de 2010 at 8:10 #

    Ilya haverá aumento tb do numero de baterias. Isso não foi colocado, mas é fato.
    O aumento previa isso desde o inicio das conversas. baterias, mais fuel, melhor acomodação e 4 ao invés de 2, motores diesel.

  40. Manock 7 de maio de 2010 at 9:04 #

    Continuará com apenas 1 banheiro? Sacanagem! 30 homens no mar, sem mulheres, por 60 dias ininterruptos e apenas um banheiro? Isto estrimula motim… rsrsrsrsrsrs

  41. Edcreek 7 de maio de 2010 at 9:44 #

    Olá, Manock

    Não esquenta não, como dizia o sabio Gil em procurando nemo:
    “Filho, todo esgoto vai para o mar”
    Falando serio:
    Parabens a Marinha por pagar mais e adptar o projeto as suas necessidades;
    Parabens a marinha por não vazar relatorios;
    Parabens a marinha por colocar um ponto final na questão do preço quando levandada a questão pela imprenssa não especializada;
    Parabens a Marinha pela condução exemplar do projeto e a construção de uma empresa totalmente nova e dela para fazer os submarinos conforme suas necessidades sem visar apenas lucro;
    Parabens pela não atenção aos lobbys;
    ETC….

    Abraços,

  42. Carlos Ivan 7 de maio de 2010 at 9:51 #

    Mauricio R. disse:
    6 de maio de 2010 às 19:33
    “Cuidado c/ o que está escrito no papel higiênico petralha, existem implicações politicas mto sérias em equipar submarinos c/ misseis de cruzeiro.”

    Pelo que eu saiba o Missile Technology Control Regime (MTCR) apenas restringe o Brasil de transferir ou exportar a tecnologia de mísseis ou VLS com alcance superior a 300 km para outros países. Mas não o impede de desenvolver um míssil de cruzeiro para a sua própria defesa, pois o país já detém a tecnologia básica do VLS. Por exemplo, o Brasil poderia ter mísseis de cruzeiro de fabricação nacional em seus submarinos, mas não poderia vender esses mísseis para outros países.

  43. Degan 7 de maio de 2010 at 11:17 #

    Hola,

    Solo algunas aclaraciones respecto al los Scorpene chilenos:

    a) Poseen 4 motores MTU 16V 396 SE84, los mismos de los U214 (los Scorpene Malayos poseen 2 motores SEMT-Pielstick 12 PA4 200 SM DS)
    b) Miden 66,4 metros de comprimento, por lo que la versión BR sería 3,6 metros mayor
    c) Poseen 2 periscopios, ambos no penetran el casco de SAGEM, tipo SMS, y de ataque APS.
    d) También posee 6 consolas multifunción que se sustituyen mutuamente, parte de su sistema SUBTICS.

    Saludos,

  44. Dalton 7 de maio de 2010 at 12:30 #

    Por que o SBR terá 2 tipos de periscopios…o convencional e o optronico, se os submarinos chilenos , os Virginias, os Astutes, os futuros
    SSNs franceses, etc, possuem apenas 2 optronicos ?

  45. Alex Nogueira 7 de maio de 2010 at 16:04 #

    Acredito que o convencional vai vir simplesmente por ser convencional, ou seja, algo já provado por muito tempo que serve bem sendo simples.

  46. Cláudio Melo 7 de maio de 2010 at 18:36 #

    Onde devo postar “off topic”?

    Revista Alemã especula se Brasil quer bomba atômica
    Agência Estado

    A revista alemã Der Spiegel questiona, em matéria divulgada em seu site nesta sexta-feira, 7, se o Brasil pretende construir uma bomba nuclear. A publicação afirma que, sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil “recomeçou a flertar” com a ideia de produzir uma bomba atômica, após tentativas anteriores mal sucedidas durante o regime militar. No entanto, a Der Spiegel afirma que não há provas definitivas de que o Brasil esteja construindo armas nucleares, mas “eventos passados sugerem que é bastante provável”.

    O Brasil é membro do Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP). Porém, a revista cita o fato de, desde 2003, o País retomar oficialmente o desenvolvimento de um submarino movido a energia nuclear. “O que há para esconder no desenvolvimento de pequenos reatores para mover submarinos, sistemas que vários países já possuem há décadas? A resposta é tão simples quanto perturbadora: o Brasil está provavelmente tentando desenvolver algo mais nas instalações que declarou como instalações de produção para submarinos nucleares: armas atômicas”, afirma a Der Spiegel.

    A publicação cita o vice-presidente José Alencar, que “abertamente defendeu a aquisição de armas nucleares pelo Brasil, em setembro de 2009″. A revista lembra que o fato de o País ser signatário do TNP, na opinião de Alencar, “é um assunto que estava aberto à negociação”.

    Segundo a Der Spiegel, o País necessitaria de uma resolução parlamentar para permitir o desenvolvimento dessas armas. Então, o presidente Lula poderia dizer que os Estados Unidos não devem ter o monopólio das armas nas Américas. “Se isso acontecer, a América Latina não seria mais uma zona livre de armas nucleares – e a visão de (Barack) Obama (presidente dos EUA) de um mundo sem armas nucleares estará encerrada.”

  47. Carlos Augusto 7 de maio de 2010 at 20:46 #

    Prezado Cláudio Melo, eu li esta reportagem e creio que o principal mesmo foi bater na tecla do Sub Frances, em detrimento ao projeto alemão. Quem pensou que eles não estavam importando mais com a preferência brasileira, eis ai a resposta com um incentivo de querer desvendar os segredos militares do Brasil, aguçando o apetite da AIEA.

  48. Wolfpack 7 de maio de 2010 at 21:03 #

    Tomará que a reportagem da Der Spiegel esteja correta, pois não podemos ser coadjuvantes e sim protagonistas no novo balanço de forças mundial. Somente o B, dos BRICs não possui dissuasão nuclear. Porque?

  49. Nelson Lima 7 de maio de 2010 at 22:50 #

    Atenção,o estaleiro será na Ilha da Madeira em Itaguaí o que deixou os ecologistas Marina Silvistas trepados nas tamancas!

  50. Cláudio Melo 7 de maio de 2010 at 22:58 #

    Saudações, Carlos Augusto,

    É isso mesmo. O Objetivo mal disfarçado é nos deixar em situação difícil com a AIEA e lançar dúvidas acerca das virtudes do projeto francês que suplantou o alemão na escolha que nosso país fez..

    “Fábula tecnológica:

    Na hora de dividir o cordeiro caçado conjuntamente com o lobo e o cachorro disse o leão: – Sem essa de dividir tudo em partes iguais. Eu fico com tudo, pois, eu tenho a bomba atômica e vocês, não”.

  51. corsario01 8 de maio de 2010 at 9:45 #

    Esses alemães estão aprendendo com os brasileiros.

    Eles também “Não Desistem Nunca!”

    hahahahahahahahahahahahahahahahaha

  52. ISAMU 9 de maio de 2010 at 10:43 #

    parabéns a MB e sua seriedade no desenvolvimento do projeto.pelo jeito vai ser bem mais eficiente que os demais.

  53. GUPPY 9 de maio de 2010 at 12:18 #

    Uma pergunta: Esses 4 motores(ao invés de 2), não seria mais conveniente que ficassem em duas Praças de Máquinas separadas por uma antepara resistente à pressão, isso para aumentar a sobrevivência em caso de acidente?
    Abs

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Rússia diz que submarino ‘misterioso’ na Suécia é da Holanda, mas holandeses negam

A Rússia foi acusada de ter enviado o submarino ao local, mas negou. Porém, segundo jornal sueco, a Holanda também […]

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Outra revista igual a essa, só daqui a 100 anos! A Revista Forças de Defesa 11ª edição de 140 páginas na versão impressa […]

Suecos investigam presença de submarino estrangeiro perto de sua capital

Submarino estrangeiro estaria operando no Arquipélago de Estocolmo, do qual faz parte a capital da Suécia, o que levou ao […]

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Simulador de Aviso de Instrução, utilizado pelos aspirantes da Escola Naval no Rio de Janeiro (RJ), além de maquete da […]