domingo, setembro 19, 2021

Saab Naval

BAE Systems entrega proposta detalhada à Marinha do Brasil

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Transferência de tecnologia é fundamental na proposta da BAE Systems à Marinha do Brasil

Rio de Janeiro, Brasil -26 de outubro de 2010 –  A BAE Systems entregou sua proposta detalhada à Marinha do Brasil, prevendo o fornecimento de embarcações navais que atendam ao ambicioso programa de renovação de sua frota, com base em um contrato de transferência total de tecnologia, prevendo a construção dos navios no Brasil.

Esta proposta sucede o recente Contrato de Cooperação em Defesa, firmado entre os governos do Reino Unido e Brasil. Marca também a última etapa de um processo que visa um maior comércio bilateral entre os dois países. Baseado nos já comprovados projetos de navios da BAE Systems, o pacote inclui o fornecimento de cinco navios de patrulha oceânica, um navio de suporte logístico e cinco navios-escolta, assim como abrangentes serviços de suporte logístico. E o que é mais importante, a proposta também define a estrutura que abre a oportunidade, com endosso do Governo do Reino Unido, para estabelecer uma parceria com o Brasil, visando sua participação no projeto e no desenvolvimento do novo Navio de Combate Global, uma embarcação altamente flexível e de múltiplos empregos.

De acordo com o Diretor Executivo da divisão de Navios de Superfície da BAE Systems, Alan Johnston: “Acreditamos que este enfoque que damos à parceria estratégica, em combinação com os nossos comprovados projetos de navios, fortalecerão a indústria brasileira e darão à Marinha do Brasil a confiança em nossa capacidade de fornecer uma solução eficaz e a custo acessível que atenda às futuras exigências de capacidade naval do País”.

A BAE Systems tem um longo e bem-sucedido histórico de trabalho junto à Marinha do Brasil e seu envolvimento remonta ao fornecimento na década de 70 das fragatas da Classe Niterói pela outrora VT Shipbuilding pertencente à BAE Systems. Esta proposta atual se alicerça nesta herança e visa atender aos objetivos que o Brasil definiu em sua Estratégia Nacional de Defesa, para aprimorar sua capacidade industrial, conferindo ao País as condições de desenvolver uma indústria de construção naval independente e sustentável, bem como uma capacidade de suporte marítima durante toda a vida útil das embarcações.

“Estamos atualmente mantendo discussões referentes a esta proposta naval com vários possíveis parceiros industriais do Brasil, inclusive estaleiros e desenvolvedores de sistemas de combate”, acrescentou Johnston. “Buscamos ativamente formalizar estes acordos e forneceremos mais detalhes no devido tempo”.

O Navio de Patrulha Oceânica de 90 metros da BAE Systems, incluído na proposta, se baseia nas já comprovadas embarcações da Classe River, atualmente utilizadas pela Real Marinha do Reino Unido. Este navio usa a mesma plataforma básica do navio em construção pela Bangkok Dock, na Tailândia, segundo um contrato similar de transferência de tecnologia, mas com sistemas e equipamentos ajustados às especificações da Marinha do Brasil. Além disso, a empresa também propôs uma variante do navio-tanque da Classe Wave, usado pela Real Marinha do Reino Unido, ajustado de forma a atender às exigências específicas da Marinha do Brasil quanto à aviação, equipamentos e pessoal.

O Navio de Combate Global de última geração está sendo desenvolvido para que tenha um custo acessível e se adapte facilmente à rápida evolução das exigências de uma defesa atualizada. Fazer parte da parceria no desenvolvimento do navio de Combate Global possibilitará ao Reino Unido e ao Brasil não só introduzir, em serviço ativo, estes navios altamente capazes, como também reduzir custos, graças à racionalização de seu projeto, sua construção e seu processo de licitação, assim como graças ao compartilhamento de sua manutenção e operações de suporte. Além disso, oferece ao Brasil a oportunidade de exercer influência no projeto e o acesso para seu pessoal naval ao treinamento padrão da Real Marinha do Reino Unido.

FONTE: BAE Systems

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Marcelo M

Os 5 navios escolta são as type 26?

Luiz Padilha

Seriam 5 T26 que é o Navio de Combate Global deles.

Fabio ASC

As fragatas seriam as Type 26?

Qual seria este Navio de Combate Global?

Está ficando cada vez melhor!!!!!!

Fabio ASC

As fragatas seriam as Type 26?

Qual é este Navio de Combate Global?

Tá ficando cada vez melhor!!!!!!!

Angelo D. Nicolaci

Prezado amigo,

Gostaria de saber a fonte desta noticia afim de dar credibilidade a noticia, abraços.

Luiz Padilha

Angelo, serviria a você se eu te disser que foi a própria BAE?

robert

franceses, italianos, ingleses… tem russo tambem na oferta?

qnd tem bastante concorrencia é bom demais

J.Berto

Agora é o “FX-2” da Marinha.

lucio da silva moraes

os ingleses em navios são os melhores, estou gostando.
( MARINHA DO BRASIL )

Bruno

robert disse:
26 de outubro de 2010 às 10:58

Sem Rússia na briga.

É provável que seja a Type 26.Espero que sim.Alguém ai conhece alguma coisa da Classe River?

Ozawa

Bem, no papel ótimo, mas alguém sabe dizer a data para definição da MB acerca das propostas já apresentadas neste espaço ? Seria por acaso 11/06/2011…

Ivan

Alguém tem especificações ou algum artigo sobre este “Navio de Combate Global”?

Milan

É melhor aguardarmos o preço…

Ricardo

Os navios de patrulha de trindade e tobago não foram baseados nessa classe river?

mas enfim.. sobre a proposta… parece um bom pacote.

Fox Bravo

Que boa notícia, estou começando achar que não vai ter pra ninguém, os ingleses vão levar essa.

Edu Nicácio

River Class:
http://en.wikipedia.org/wiki/River_class_patrol_vessel

Vejam os três que são operados pela Royal Navy:
comment image
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Que belezuras! E pelo planejamento da MB serão plenajadas 12 unidades…

PEAMB aqui:
http://www.ecnsoft.net/wp-content/plugins/downloads-manager/upload/PAEMB.pdf

Navios Patrulha a partir da página 22. Escoltas a partir da página 38. Navios de patrulha fluviais a partir da página 50.

PS – Será que teremos mesmo cinco Escoltas de 6.000 toneladas prontas até 2020, sendo que a Barroso levou 14 anos para ser concluida?

Abraço.

MO

Nicacio, se considerar que estaleiros civis localizados no Brasil de porte de navios oceanicos todos tem apenas uma carreira e suas carteiras estão no momento cheias e que o AMRJ seria tbm um por vez, não creio

Edu Nicácio

Onde se lê

“E pelo planejamento da MB serão plenajadas 12 unidades…”

Leia-se:

“E pelo planejamento da MB serão 12 unidades…”

Desculpem a falha…

Edu Nicácio

Encontrei isso sobre as Type-26 oferecidas:

http://en.wikipedia.org/wiki/Future_Surface_Combatant

PS 1 – O princípio é o mesmo do Gripen E/F: divisão de riscos… Fora que 12 dessas pra cá, e mais duas dúzias pra lá facilitariam a logística e diminuiria os custos um absurdo…

PS 2 – Reparem na nota [5].

PS 3 – Com os recursos necessários, nossa Marinha teria capacidade para operar pelo menos meia dúzias desses destóieres (três por esquadra)???

http://en.wikipedia.org/wiki/Type_45_destroyer

Edu Nicácio

Outra coisinha interessante que eles poderiam nos oferecer, quando a MB lançar a concorrência: http://en.wikipedia.org/wiki/Queen_Elizabeth_class_aircraft_carrier “The vessels will displace approximately 65,600 tonnes each, over three times the displacement of the current Invincible class. They will be the largest warships ever built in the UK and the most capable aircraft carriers outside of the U.S. Navy.” Tradução livre: Os vasos deslocam aproximadamente 65 mil toneladas, cerca de três vezes o deslocamento da classe atual, a Invincible. São os maiores navios de guerra já construidos no Reino Unido e os mais capazes navios aeródromos fora da US Navy. Acompanhados de escoltas novas… Read more »

Nick

Seja Type 26, FREMM, KDX-III, F-124, elas tem que vir com Aster 30, para defesa de área.

E concordo com o Edu, as Queen Elizabeth tem o porte certo para os futuros PAs da MB. Ainda mais agora que eles serão CATOBAR.

[]’s

Zorann

Pelo que eu consegui entender nas entrelinhas é o seguinte:

A MB está atualmente mais interessada nos NPOc e em outros navios auxiliares, como um navio tanque. Tenho lido bastante aqui na Trilogia Dos Blogs a respeito e a maioria das propostas sempre enfatiza os NPOc. Se vocês leem estes comunicados que saem na imprensa e que são reproduzidos aqui, podem notar isto também.

Parece que o GF eo MD está agora procurando fechar um acordo de aquisição dos NPOC e as escoltas ficariam para depois.

Esta é a minha impressão

Zorann

Correção Onde esta escrito MB leia-se MD

Andre Luis

A MB parece ser mais competente na hora de fechar negócios, ou então ter mais proximidade com o GF, visto que o acerto com a DCNS foi relativamente (em questão de tempo) rápido e parece estar bem conciliado às necessidades da Arma. Parece não existir no caso da escoltas a mesma tendência do GF em favorecer um dos concorrentes, como na questão do FX 2. Pelo menos aos leigos, parece que a questão vai ser definida pelos técnicos. Se a BAE confirmar todas as suas intenções vai ser dificíl para as FREMM francesas/italianas e demais concorrentes. O próprio histórico do… Read more »

Fabio ASC

Quem quizer saber mais, é só ler aqui no Naval mesmo:

http://www.naval.com.br/blog/2010/09/15/mais-um-parceiro/

Zorann

Tenho uma dúvida, que acho ser muito interessante:

A gente só vê propostas de NPOc e Escoltas de 6000t. Pergunta: Após a retirada de serviço das Inhaúma e da Barroso, não iremos mais operar Corvetas? Pois parece não existir nenhuma proposta para substitui-las. Ou iremos substitui-las por NPOc?

jakson almeida

O Brasil vai incorporar navios de apoio corveta(type 26) e fragatas(Fremm) e a capacidade de escolta anti aérea e anti submarina vai ficar com que tipo de embarcação (talvez uma type 45)?

Aldo Ghisolfi

Dependendo da comparação dos custos, prazos, transferência de tecnologia, velocidade de entrega etc., prefiro esta proposta. A engenharia naval inglesa é a melhor de todas. Além da embarcação que é a mais moderna.

Bruno

jakson almeida disse:
26 de outubro de 2010 às 13:59

Type 26 é uma fragata, e não uma corveta.

Zorann disse:
26 de outubro de 2010 às 13:39

Bem observado.Não há planos para novas corvetas.Talvez elas sejam substituidas pelas NaPaOc.

MO

Sei não Aldo sobre e engenharia naval englesa, sobr est itm, engenharia naval, os alemonicos (em sentido geral) stão bem desenvolvidos e ja faz um certo tmpo

jakson almeida

Bruno a forma como o navio é classificado depende do pais em questão ,eu me referi a type 26 como corveta por ser de menor tamanho e portanto mais indicada pra operar próximo ao litoral ,os americanos estão desenvolvendo o navio de combate litorâneo LCS que e uma corveta ,embora eles usem outra denominação.

Fabio ASC

Mas Jakson, onde vc viu sobre o tamanho das Type 26?

Elas formaram junto com as T 45 a espinha dorsal da RN.

Ixtli

Edu – Duvido muito, se a propria GB cortou o programa das Type 45 pela metade (6 destroyers dos 12 planejados), imagina a situacao aqui… Claro que sonhar nao paga pedagio, mas essas acho dificil virem pra ca. Mas, rapaz, esses bichos sao grandes… 7500~8100 tons de deslocamento, se nao fosse pela funcao creio que poderia se chamar de fragata sem problemas hehe E, como o Nick falou, se colocarem Aster nas Type 26 que vierem pra ca ( e torco muito pra que sejam elas), nao seria muito pratico economicamente ter destroyers de misseis simultaneamente. Jah os QE seria… Read more »

Aldo Ghisolfi

MO: de acordo que a engenharia naval alemã é boa; eu prefiro a dos inglese, mesmo pela tradição conjunta que temos.

BRUNO: River class > Bracui?

Aldo Ghisolfi

BRUNO: retiro a pergunta. Sigo o Jackson Almeida.

jakson almeida

OS americanos avaliaram que os patrulheiros da guarda costeira (americana) não podem desempenharem as tarefas de defesa costeira por isso vão empregar o LCS.

jakson almeida

Fabio ASC os ingleses vão usar a type 26 em conjunto da type 45 (cerca de 7300 t)onde se pode deduzir que o deslocamento da type 26 sera bem menor ,eu chuto algo entre 3200 e 3600 t, a deixando proxima da La fayette francesa.

Parthenon

A MB poderia vir a fazer um pacote decente com a compra de “oportunidade” + “renovação futura (2020)”, como os seguintes meios: 2 T45 + 8 T26 + 15 NaPaOcs + 3 Classe Bay, assim no futuro todos os atuais meios da MB estarão na reserva. Em um primeiro momento, passariamos de imediato a reserva as 4 Corvetas da Classe Inhauma + 2 Corvetas Classe Imperial Marinheiro (“Rebocadores Oceanicos” Cabloco e Imperial Marinheiro), podendo as mesmas serem posteriormente vendidas para marinhas amigas (exceto a Classe Imperial Marinheiro = coral para nemo). Lembrando que já descomissionamos desde 2000: 1 T22.B1. 4… Read more »

RL

Russos na parada?

Só se forem para comprar junto com o BRASIL em forma de PACOTÃO .rsrrsr

Eles também estão atrás de transferência tecnológica para não aumentarem ainda mais o abismo tecnológico que estão frente ao Ocidente quando se trata de marinha.

Se ofertarem algo ao Brasil, provavelmente poderá ser o Bulava, que ainda esta em testes.

SBR com Bulavas, será que isso é possível?

Bom, quanto ao post.
Realmente, quem disse que quanto mais concorrência melhor eu estou de acordo.
Isso ajuda na questão de baixar valores e aumentar as ofertas de produtos.

Galileu

Tabom, MB de type 26, Aster, Exocet III, Scalp e o diabo a quatro…..

Eu já vi isso, algo sobre FX se não em engano e é no Brasil, aff vocês que tem uma memória melhor que a minha, devem saber! é que faz muito tempo que não vejo falar desse tal de FX sabe….

Fabio ASC

Grande Jakson,

No link abaixo tem maiores informações. Lá ressalta que as Type 26 virão para substituir as T 22 e T 23, então ela não pode ser muito pequena.

No link ainda cita que o detalhamento de suas especificações sairá depoois do Defense REview,que ocorreu semana passada.

http://www.baesystems.com/Newsroom/NewsReleases/autoGen_110225114635.html

Deve ficar na casa de 5.000 a 6.000 tons.

Principalmente para minimizar os custos de operação dos T 45.

mesma coisa com as FREMM em relação às Horizon / Orizonti.

Abcos

wjw

Pra mim a marinha tinha que ter os seguintes meios:
1° Frota

1 porta helicopteros classe mistral com 16 heli sea hawk.
8 Destroyer kdx II
12 fragata Type 26 total
2 foudre substituindo a classe ceará
3 navio tanque
8 sub scorpene 1 nuclear
12 napaoc 1800 tn
20 napa 500

2° Frota

12 corveta barroso.
5 submarino tupy 1 nuclear.
12 napaoc 1800 tn
10 napa 500
1 navio tanque feito no brasil.

Apollo2010BR

para quem esta em duvida sobre as prioridades da MB e da PAEMB, aqui vai segundo a revista TECNOLOGIA E DEFESA a lista e ordem de prioridade: 1sub’s e torpedos 2Npa de 500 t 3NAPoc de 1800 toneladas 4 Helicopteros de esclarecimento e ataque 5Navios ESCOLTAS 6N. patrulha fluvial 7″embarcação do sistema de sinalização do transporte e N. hidrografico 8 modernização do Nae SP, misseis e munição 9 carros de combate para o CFN visto que alguns projetos estão sendo realizados simultaneamente com previsão de conclusão da maioria ( nao especificado) até 2015, e destaque para a prioridade dos NPaoc… Read more »

wjw

Pra mim a marinha tinha que ter os seguintes meios:
1° Frota
1 Porta aviões com 36 aeronaves sea gripen.
1 porta helicopteros classe mistral com 16 heli sea hawk.
8 Destroyer kdx II
12 fragata Type 26
2 foudre substituindo a classe ceará
3 navio tanque
8 sub scorpene 1 nuclear
12 napaoc 1800 tn
20 napa 500

2° Frota

12 corveta barroso.
5 submarino tupy 1 nuclear.
12 napaoc 1800 tn
10 napa 500
1 navio tanque feito no brasil.
1 classe alm barroso
1 garcia davila

Vitor

Meu deus… quem dera… Equipamentos atualizados a nivel global.

wjw

O ideal seria. 1° Frota norte. Do. Espirito Santo, pra cima 1 PA com 30 aeronaves 1 classe mistral. com 16 heli, 8 sea hawk e 8 ec 725 8 Destroyers classe kdx II com 8 heli sea hawk: aster aster 30 aster 15 12 Fragatas Type 26, com12 heli sea hawk: aster 15 e defesa de ponto a ponto 8 sub scorpene. 2 sub nuclear. Patrulha; 8 napaoc 1800 tn. 20 napa 500. 2° frota Sul. Do. Espirito Santo, pra baixo 1 PA com 30 aeronaves 1 classe mistral. com 16 heli, 8 sea hawk e 8 ec 725… Read more »

MO

Oia finalmente alguem deu baixa nas Mk 10 highlanders que estao supostamente previstas para nao darm baixa antes de 2.378 DC

Uma ou duas perguntas apenas: quanto de IPVA e IPTU para pagar isso tudo ai ? ´Haveria numerário suficiente ?

Num vai te navio dando trombada no mar ?

Nãi curto muito entrar em assunto de montagem de frotas, mas não estaria meio inflacionada esta esquadra nao ?

Wilson Figueiredo

Minha sogra também é assim…vai na loja, circula, circula…fala com todos os vendedores e não compra nada! Não apenas porque decisão não é com ela. Na maioria da vezes, não tem grana, sua pensão ainda não saiu, etc, etc…

GUPPY

Precisamos disso tudo pra ontem. Como nossos estaleiros estão sobrecarregados e/ou não estão preparados para construções simultâneas, o jeito é pegarmos as T22 B3 e começarmos uma construção simultânea com os estaleiros britânicos, a exemplo das Niterói. Quanto a classe Wave, achei muito bonito quando quando esteve em Santos (o MO fez um belo trabalho fotografando-o. Shiplovers in action: RFA Wave Ruler (A 390) suspendendo de Santos

GUPPY

Luiz Padilha ou quem puder,

A frase final do meu comentário acima “Shiplovers in action: RFA Wave Ruler (A 390) suspendendo de Santos” é título de um post do MO neste Blog. Eu quiz colocá-lo como um link e não consegui. Se puderem, eu agradeço.
Abraços

Zorann

É então, mas ninguém respondeu minha pergunta:

A gente só vê propostas de NPOc e Escoltas de 6000t. Pergunta: Após a retirada de serviço das Inhaúma e da Barroso, não iremos mais operar Corvetas? Pois parece não existir nenhuma proposta para substitui-las. Ou iremos substitui-las por NPOc?

Danilo

Parthenon disse:
26 de outubro de 2010 às 16:14

Concordo !

Não adianta pensar em fremm e type 26 eles são projetos futuros, a marinha precisa de meios que possam cobrir este buraco que logo vai começar aparecer na esquadra, e com isso vão sobrar tripulações para aquisições feitas de oportunidades, isso pra já.

Saudações,

MO

Yo pienso que la respuesta seria:

Não há ainda estudos pensando substituição das CV´s Inhauma and Barroso no momento, possivelmente prevendo ainda um bom tempo em serviço, sendo dificil conjecturar um eventual sbstituto que ainda não existe.

Ou traduzindo: Os cara não pensaram nisso ainda

o sei lá ….

Ricardo_Mga

Boa noite Galera

Só pra lembrar, não basta comprar navio, tem que ter marinheiros bem treinados.
Que estejamos adquirindo navios novos é uma excelente noticia, mas temos que conseguir material humano que é tão ou mais importante e tambem não é barato.

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