Interessantes fotos tiradas por Christina Mackenzie para o Blog ARES (via Aviation Week), mostrando alguns detalhes da fragata Aquitaine, a primeira do tipo FREMM (fragata europeia multimissão) construída para a Marinha francesa.

Reparar na área significativa ocupada pela asa do passadiço, no espaço interno do hangar, o corredor que segue praticamente de proa a popa do navio, a área à proa ocupada provavelmente por todos os mecanismos para atracação e lançamento da âncora, que ficam abrigados para diminuir a assinatura radar da fragata, entre outros detalhes.

As fotos foram colocadas no ARES no final do mês passado, pela jornalista baseada em Paris e que é editora senior da Defense Technology International.

 

FOTOS: C. Mackenzie, blog ARES

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Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

9 Comentários para “Fotos do interior da Aquitaine, a primeira FREMM francesa”

  1. Marcelo 16 de abril de 2012 at 12:38 #

    quando chegam as nossas?
    :)

  2. MO 16 de abril de 2012 at 13:54 #

    31/02/2013

  3. Mauricio R. 16 de abril de 2012 at 15:19 #

    Quem não tem c/ o que manter navios de 4200 ton, ou menos, não terá como manter essas fantasias de 6000 ton.
    Espero que ainda possamos manter navios entre 265 e 1800 ton, senão…

  4. wallace.horta 16 de abril de 2012 at 18:18 #

    Marcelo disse:
    16 de abril de 2012 às 12:38
    MO disse:
    16 de abril de 2012 às 13:54

    Como assim, o Brasil comprou dessa embarcação?

    Mauricio R. disse:
    16 de abril de 2012 às 15:19

    Poxa, o Brasil tem muito dinheiro… É o sexto país do mundo que tem mais dinheiro…

  5. daltonl 16 de abril de 2012 at 19:49 #

    Mauricio…

    Uma Niteroi tem uma tripulação de cerca de 200 e uma T-22 uns 240,
    enquanto que uma FREMM francesa pode operar com 108, mesmo
    baseando-se na exigencia italiana de 145 tripulantes, ainda assim será uma economia enorme em termos de folha de pagamento e rancho que
    são itens que pesam muito ao longo da vida de um navio.

    Também as FREMM e qualquer outra fragata moderna que venhamos a adquirir será de manutenção mais fácil do que as idosas que temos hoje em dia, o que também conta durante os mais de 30 anos que deverão permanecer em serviço.

    abs

  6. MO 16 de abril de 2012 at 20:55 #

    er .. isso foi ironia né .. ?

  7. wallace.horta 16 de abril de 2012 at 21:06 #

    Cleber Braga do facebook, nem de longe o Brasil é um “pais com uma das maiores cargas tributárias do mundo”… Em alguns países da Europa, como na Dinamarca, os tributos chegam a 70% do PIB (no Brasil não passa da metade disso).

    Os problemas daqui são outros: mal uso/administração do dinheiro público, desvio de verba (corrupção) com impunidade, etc…

    E o povo de lá está insatisfeito? Nada, o que vale é a qualidade do serviço público, e não a quantidade de impostos…

  8. Ivan 16 de abril de 2012 at 23:51 #

    Admiral Dalton,

    Aparentemente os ingleses que estão mais acostumados a operar longe de seus portos, ao contrário dos países mediterrâneos, preferem ter uma tripulação maior para dividir melhor a faina de manutenção dos seus navios de guerra.

    Uma tripulação tão pequena como a da FREMM francesa (108 militares) pode impactar na manutenção em portos distantes?
    Seria necessário uma infra-estrutura de manutenção específica no porto base?
    Será que vc poderia falar sobre estas questões?

    Sds,
    Ivan.

  9. daltonl 17 de abril de 2012 at 12:48 #

    Também tenho me perguntado sobre isso Ivan…

    acho que 108 é o numero minimo, há acomodações para 145 e os italianos parece que irão tripular as FREMM deles com 145.

    Mesmo 145 deve impactar de alguma forma a manutenção, sem falar que “mãos extras” são importantes em situações de combate, controle de danos por exemplo.

    Os LCSs tem sido criticados entre outras coisas pela incapacidade que tripulações muito pequenas terão diante do que vc escreveu “faina de manutenção”.

    Mas parece que a moda da reduzida tripulação, veio para ficar, e exemplos como os futuros USSs Gerald Ford e Zumwalts e mesmo os CVFs britanicos indicam esta direção, ou seja, estão apostando que é melhor ter alguém de fora para fazer parte da manutenção do navio do que ter tripulantes extras…

    Faz algum tempo que a US Navy vem experimentando com a redução de tripulações…o “Smart Ship Program”, com resultados inconclusivos …há os que defendem e os que criticam…

    Já houve casos na US Navy, no sistema de “swap” que é quando dividem um unico navio com a tripulação de outro navio que encontra-se em manutenção, assim o navio com duas tripulaçoes pode permanecer no teatro de operações mais tempo…só que a tripulação do outro navio não parece ter o mesmo cuidado…afinal não é a “casa deles” e entregam o navio em condições piores do que receberam.

    Outra coisa, é que navios mais avançados, como as FREMM por exemplo, serão mais fáceis de manter, os acessos à maquinas por exemplo serão facilitados, mais facilidade em substituir/reparar componentes, etc,portanto, manutenções mais rápidas e consequentemente mais baratas.

    Só o tempo dirá…

    abraços

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