quinta-feira, maio 26, 2022

Saab Naval

Fotos do interior da Aquitaine, a primeira FREMM francesa

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Interessantes fotos tiradas por Christina Mackenzie para o Blog ARES (via Aviation Week), mostrando alguns detalhes da fragata Aquitaine, a primeira do tipo FREMM (fragata europeia multimissão) construída para a Marinha francesa.

Reparar na área significativa ocupada pela asa do passadiço, no espaço interno do hangar, o corredor que segue praticamente de proa a popa do navio, a área à proa ocupada provavelmente por todos os mecanismos para atracação e lançamento da âncora, que ficam abrigados para diminuir a assinatura radar da fragata, entre outros detalhes.

As fotos foram colocadas no ARES no final do mês passado, pela jornalista baseada em Paris e que é editora senior da Defense Technology International.

 

FOTOS: C. Mackenzie, blog ARES

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Marcelo

quando chegam as nossas?
🙂

MO

31/02/2013

Mauricio R.

Quem não tem c/ o que manter navios de 4200 ton, ou menos, não terá como manter essas fantasias de 6000 ton.
Espero que ainda possamos manter navios entre 265 e 1800 ton, senão…

wallace.horta

Marcelo disse:
16 de abril de 2012 às 12:38
MO disse:
16 de abril de 2012 às 13:54

Como assim, o Brasil comprou dessa embarcação?

Mauricio R. disse:
16 de abril de 2012 às 15:19

Poxa, o Brasil tem muito dinheiro… É o sexto país do mundo que tem mais dinheiro…

MO

er .. isso foi ironia né .. ?

daltonl

Mauricio… Uma Niteroi tem uma tripulação de cerca de 200 e uma T-22 uns 240, enquanto que uma FREMM francesa pode operar com 108, mesmo baseando-se na exigencia italiana de 145 tripulantes, ainda assim será uma economia enorme em termos de folha de pagamento e rancho que são itens que pesam muito ao longo da vida de um navio. Também as FREMM e qualquer outra fragata moderna que venhamos a adquirir será de manutenção mais fácil do que as idosas que temos hoje em dia, o que também conta durante os mais de 30 anos que deverão permanecer em serviço.… Read more »

wallace.horta

Cleber Braga do facebook, nem de longe o Brasil é um “pais com uma das maiores cargas tributárias do mundo”… Em alguns países da Europa, como na Dinamarca, os tributos chegam a 70% do PIB (no Brasil não passa da metade disso).

Os problemas daqui são outros: mal uso/administração do dinheiro público, desvio de verba (corrupção) com impunidade, etc…

E o povo de lá está insatisfeito? Nada, o que vale é a qualidade do serviço público, e não a quantidade de impostos…

Ivan

Admiral Dalton,

Aparentemente os ingleses que estão mais acostumados a operar longe de seus portos, ao contrário dos países mediterrâneos, preferem ter uma tripulação maior para dividir melhor a faina de manutenção dos seus navios de guerra.

Uma tripulação tão pequena como a da FREMM francesa (108 militares) pode impactar na manutenção em portos distantes?
Seria necessário uma infra-estrutura de manutenção específica no porto base?
Será que vc poderia falar sobre estas questões?

Sds,
Ivan.

daltonl

Também tenho me perguntado sobre isso Ivan… acho que 108 é o numero minimo, há acomodações para 145 e os italianos parece que irão tripular as FREMM deles com 145. Mesmo 145 deve impactar de alguma forma a manutenção, sem falar que “mãos extras” são importantes em situações de combate, controle de danos por exemplo. Os LCSs tem sido criticados entre outras coisas pela incapacidade que tripulações muito pequenas terão diante do que vc escreveu “faina de manutenção”. Mas parece que a moda da reduzida tripulação, veio para ficar, e exemplos como os futuros USSs Gerald Ford e Zumwalts e… Read more »

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