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A Aircraft Carrier Alliance, consórcio de empresas de defesa que está construindo os navios-aeródromo da classe “Queen Elizabeth” – os maiores navios de guerra já construídos pelo Reino Unido -, divulgou uma série de posters mostrando o tamanho dos navios em comparação com pontos de referência britânicos.

As imagens em computação gráfica revelam que o comprimento dos navios equivale a 28 ônibus londrinos ou três veze so tamanho do Palácio de Buckingham.

Os navios-aeródromos têm 280m de comprimento, deslocam 65 mil toneladas e podem embarcar até 40 aeronaves, duas vezes a capacidade do HMS Illustrious.

A Aircraft Carrier Alliance é formada pela BAE Systems, Babcock, Thales e o Ministério da Defesa. (Clique nas imagens para ampliar)

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DIVULGAÇÃO: Aircraft Carrier Alliance

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

33 Responses to “Imagens impressionantes mostram o tamanho dos navios-aeródromo classe ‘Queen Elizabeth’” Subscribe

  1. Souucer 9 de janeiro de 2013 at 1:01 #

    esses navios sao enormes,quem sabe o Brasil passe a fabrica porta-avioes nao dessa classe mas de outra classe

  2. Fábio Mayer 9 de janeiro de 2013 at 8:13 #

    E ainda são menores que a classe Nimitz e a classe nos novos NAe da USNavy…imaginem!

  3. GIORDANI 9 de janeiro de 2013 at 8:28 #

    Lindo!
    Sei não, com o advento da catapulta magnética, acho que a rampa se tornará um desperdício de combustível…

  4. DELTA 9 de janeiro de 2013 at 8:42 #

    So falta agora o X-35 dar o ar da graca.

  5. Anônimo 9 de janeiro de 2013 at 8:52 #

    Que troço mais besta, até parece Banânia.
    Deveriam defenestrar esse pateta do David Cameron do cargo e reverter os cortes da SDSR 2010, isso sim.

  6. LM 9 de janeiro de 2013 at 11:51 #

    A BAE Systems e a Thales, duas das empresas participantes da Aircraft Carrier Alliance já requereram informações preliminares sobre o ProNae

  7. Alfredo Araujo 9 de janeiro de 2013 at 12:38 #

    Anônimo disse:
    9 de janeiro de 2013 às 8:52

    Boa idéia !!
    Assim, quem sabe, a Inglaterra tmb vire uma Grécia !! Economicamente cada vez mais diminuta, com desemprego recorde, porém, com Forças Armadas bem equipadas…

  8. Marcos 9 de janeiro de 2013 at 13:53 #

    Duas pontes de comando?

  9. Lucas 9 de janeiro de 2013 at 14:31 #

    Pois é.. Duas coisas que não entendo nesse NAe, o porque de duas ilhas? não seria um disperdicio de espaço? e outra coisa seria a não adoção de catapultas.. o avião tem de percorrer um espaço muito maior para decolar.. essas areas poderiam muito bem ser ocupadas por suprimento, munições ou até mesmo uma maior quantidade de aviões..

  10. daltonl 9 de janeiro de 2013 at 14:32 #

    Marcos…

    a superestrutura dianteira, onde encontra-se a ponte de comando, é destinada principalmente a navegação do navio enquanto a superestrutura
    traseira terá como principal atribuição o controle de aeronaves, note que cada superestrutura tem sua propria chaminé devido ao arranjamento do
    maquinário.

  11. LM 9 de janeiro de 2013 at 14:38 #

    Prezado Marcos,

    A ilha localizada a vante do nae tem como função o “controle da navegação” e a de ré tem com função o controle das operações aéreas.

  12. daltonl 9 de janeiro de 2013 at 14:42 #

    Lucas…

    catapultas são caras de adquirir e de manter exigindo inclusive tripulantes destinados a opera-las e quanto maior a tripulação de um navio maior a folha de pagamentos então a economia feita ao longo de décadas que o
    NAe permanecerá em serviço é substancial.

  13. ANDRÉ MATOS 9 de janeiro de 2013 at 15:53 #

    Tai, quem sabe faz.

    Quem não sabe olha e aplaude.

  14. Ozawa 9 de janeiro de 2013 at 17:15 #

    LM disse:
    9 de janeiro de 2013 às 11:51

    Prezado LM, em que pese a seriedade e capacidade técnica das empresas interessadas no reaparelhamento naval brasileiro, não tenho a mesma impressão das autoridades brasileiras envolvidas nos PRO’s da vida, em especial da área política, a instância decisora de fato.

    Se o FX, PROSuper, FT XXI estão nessa procrastinação que dispensa comentários, que dirá o dito PRONae…

    Sinceramente, quanto ao submarinos, base e etc…, só sairam do papel porque tinha interesse direto de uma poderosíssima empreitera envolvida no processo, certamente com um fortíssimo lobby político, e portanto, com força pra fazer tocar adiante seus interesses junto às autoridades brasileiras, que, por via oblíqua, e só obliquamente, satisfizeram, ou não…, a MB e o próprio interesse nacional…, estes últimos secundariamente considerados diante do interesse primaz, o particular…

    É o que penso, s.m.j…

  15. Fábio Mayer 9 de janeiro de 2013 at 18:03 #

    O PIB da Inglaterra é ligeiramente maior que o brasileiro.

    E a Inglaterra está em crise, e o Brasil, não, segundo o governo.

    Porém, a Inglaterra está construindo dois NAe, é verdade que aumentou os prazos, mas a construção não parou. O Brasil não consegue nem fazer o São Paulo navegar.

    A Inglaterra também integra o consórcio do F-35, o Brasil está discutindo há 16 anos a compra de 36 caças de 4ª geração.

    A Inglaterra produz o Hawk, o Brasil não sabe como adequar o treinamento avançado da FAB, porque não tem vontade política de comprar aviões de treinamento.

    É verdade que o Brasil produz o Super Tucano… mas o nosso governo regateou até nisso: eram para ser 200, diminuiram para 130, comprou só 99, ou seja, o Brasil mal e porcamente apóia o produto brasileiro.

    A Inglaterra vai construir 2 Nae no prazo que o Brasil levou para construir a corveta Barroso.

    Mas o Brasil é um sucesso! O Brasil tem “o cara”, o líder máximo da humanidade… se bem que ele anda com problemas com o Ministério Público, mas isso não vem ao caso… o Brasil é um sucesso, a Inglaterra, um fracasso!

  16. daltonl 9 de janeiro de 2013 at 18:35 #

    Bom Fábio…independente de gastarmos mal, leve em conta que a população do Brasil é tres vezes maior que do Reino Unido, é como duas familias com a mesma renda familiar, mas uma tem tres filhos e a outra apenas um, então no fim do mês sobra mais para a familia menor.

    Não fosse a necessidade de substituir os 4 SSBNs a situação dos britanicos seria bem melhor…pelo menos 8 T-45s e 8 Astutes e não 6 e 7 respectivamente e nem haveria necessidade de manter um dos 2 LPDs na reserva, alternando-se o uso para poupar gastos

    Estes 2 NAes estão sendo construidos sem catapultas e haverá apenas aeronaves de asa fixa suficientes para um deles …o outro, ou estará em manutenção ou servindo como um LPH já que o HMS Ocean será retirado dentro de uns 3 anos sem substituto à vista.

    abs

  17. fernandobill 9 de janeiro de 2013 at 19:03 #

    F 35 é vstol nao precisa d muita pista

  18. Observador 9 de janeiro de 2013 at 19:22 #

    GIORDANI disse:
    9 de janeiro de 2013 às 8:28

    Pois eu não acho que a rampa se tornará um desperdício de combustível.

    Eu acho que a rampa é um desperdício de PORTA-AVIÕES.

    Um navio aeródromo deste tamanho, na minha humilde opinião, só se justifica se for para usar catapultas, para ter mais aviões embarcados, para ter aviões para AEW, para lançar com mais carga útil e maior autonomia.

    Para mim, foi uma economia de palito: o governo britânico resolveu economizar mutilando seus porta-aviões.

    Se era para economizar, que fizessem uma nova versão dos “porta-harrier”, e não dois mamutes de 65.000 toneladas.

    Mas enfim, quem sou eu para argumentar? A “melhor marinha do mundo” (na visão deles) deve saber o que está fazendo.

  19. GUPPY 9 de janeiro de 2013 at 20:59 #

    A informação do LM de que a BAE Systems e a Thales já requereram informações preliminares sobre o ProNae é interessante. Quer dizer que os planos de um novo PA é real e não está congelado.
    Se o LM puder dar mais informações será muito bom. Levanta a moral, melhora a autoestima, etc.

  20. Alex Stélio 9 de janeiro de 2013 at 22:02 #

    Falamos tanto de porta-aviões, mas alguém sabeira me informar há quantas andam a modernização dos A-4? Está caminhando ou simplesmente foi engavetada?

  21. Moriah 9 de janeiro de 2013 at 23:49 #

    Tão grande que eu não vi nenhum AEW. Vai ter? Ciom V-STOL acho difícil…afinal, só helis não cumprem a missão.

  22. MO 10 de janeiro de 2013 at 1:53 #

    perdão, mas aonde tem pontes de comando ?

  23. Fábio Mayer 10 de janeiro de 2013 at 11:10 #

    daltonl

    Concordo, o Brasil tem 3 vezes mais população.

    Mas tem 10 vezes mais funcionários públicos e ao menos umas 30 vezes mais agentes políticos, eleitos pelo voto.

    Aliás, o Brasil deve ter umas 2000 vezes mais funcionários comissionados e em confiança.

    E tem uma carga tributária 1/5 maior que a da Inglaterra.

    E nossas forças armadas? Eu ficaria feliz se nosso problema mais grave fosse substituir 5 submarinos…ehehe… aqui, tem tanta sucata de meio operativo que se tivéssemos o modo inglês de pensar, estaríamos desesperados! Mal ou bem eles mantém operativas e atuantes suas FFAA(s)…nós, aliás, nossos governos, às tratamos como inimigas!

  24. Ricardo 10 de janeiro de 2013 at 13:25 #

    Realmente impressionante. resta saber se até lá a Royal Navy terá recursos para operar essa fantástica máquina de guerra.

  25. Andre de poa 10 de janeiro de 2013 at 13:39 #

    caros daltonl e Fabio Mayer devemos considerar que apesar da atual crise econômica o reino unido tem um bom estoque de riqueza relacionada a séculos de expropiação, extorsão, chantagens diversas e trabalho escravo (dissimulado mas escravo). Vide guerra do ópio, borracha da malásia, e as tradicionais colônias como a Índia. Sem falar que os britânicos (assim como franceses e yankees) são ótimos corruptores. As nossas mazelas são chinelo perto do “curriculum” ético de outras nações. Quero crer que ainda alcançaremos o grau de exelencia sem humilhar outros povos. Não uso óculos cor de rosa e sei que a corrupção campeia por aqui, mas quero ser otimista.
    Fraternal abraço

  26. daltonl 10 de janeiro de 2013 at 13:58 #

    Oi André…

    não limitaria a lista a britanicos, franceses e “yankees”, ainda mais que o Brasil foi abençoado com toda esta terra e geograficamente falando ficamos fora do caminho das grandes encrencas, mas um detalhe normalmente esquecido é que os britanicos já que estamos falando neles também trouxeram muitas benesses aos paises colonizados, mas, claro, foge completamente do escopo da matéria.

    Analisando friamente a situação militar dos britanicos, a coisa fica ainda pior, quando sabemos que eles possuem um assento permanente no CS, atribuições junto à OTAN e de quebra ainda tem as Falklands o que não deve ser muito barato guarnecer.

    abraços

  27. Cmte. Fred 10 de janeiro de 2013 at 14:04 #

    Observador,

    Não concordo com sua observação de que o uso de rampas é “desperdício de porta-aviões”.
    O tamanho dos navios da Classe QE foi definido como sendo o necessário para operar com um total de 50 aeronaves de combate do porte do F-35, sejam eles nas versões CATOBAR ou STOVL.
    O design dos navios permitiria que fossem convertidos mais tarde, se assim o governo desejasse, de um sistema para outro, adicionando as catapultas.
    Em 2010, o gabinete de Cameron decidiu pelo sistema CATOBAR, mas teve que voltar atrás pelos altos custos envolvidos.
    Em minha humilde opinião, porta-aviões é igual a pia da cozinha: quanto maior melhor, mas você só vai descobrir isso quando começar a cozinhar. O mesmo vale para os NAes: depois de operar com navios muito pequenos, talvez eles tenham aprendido alguma coisa e desejado melhorar.
    Além disso, como disse o atual comandante do HMS Ocean: “aço é barato, e ar é de graça, por isso os navios novos serão grandes”.

  28. Guilherme Poggio 10 de janeiro de 2013 at 21:15 #

    GUPPY disse:

    Quer dizer que os planos de um novo PA é real e não está congelado.

    Não está não. Na edição mais nova da revista Forças de Defesa tem uma entrevista com o responsável pelo PRONAE da DNCS. Também falei com o pessoal da BAE e eles estão interassados também.

  29. GUPPY 10 de janeiro de 2013 at 22:16 #

    Tks, Poggio. Mas pela Revista achei que a DCNS está com vantagem para ganhar a encomenda brasileira para o substituto do A12, só que eu estou torcendo justamente por isso, uma oferta inglesa. Que vença o melhor para a MB.

    Abraços

  30. Observador 10 de janeiro de 2013 at 23:57 #

    Cmte. Fred disse:
    10 de janeiro de 2013 às 14:04

    Caro Cmte. Fred:

    Análise interessante.

    Porém, ainda fico com a minha visão. Usando a sua comparação, o Reino Unido preparou a pia de uma cozinha industrial, enorme, mas jamais vai fazer mais que um jantar familiar.

    Digo isto porque,ao eliminar as catapultas e optar pela rampa, eliminou-se a possibilidade de interação com as marinhas americana e francesa, cujos aviões poderiam utilizar o porta-aviões britânicos sem problemas.

    Voltando a pia, só será utilizada pelos donos da casa. Ocasionalmente vai se preparar um jantar para visitantes espanhóis e italianos, mas a marinha destes países nem de longe tem a tradição americana e francesa na operação de aparelhos de asa fixa.

    E a opção pela rampa determinaram a opção pela versão “B” do F-35 em detrimento da “C”, não foi uma mera opção orçamentária econômica. Embora o custo destas versões sejam próximos, a versão “B” logicamente será mais cara para manter e operar.

    Além disto a versão “C” é mais capaz, tem autonomia maior, transporta uma carga maior e tem uma operação muito mais segura que a versão “B”. Se multiplicarmos por cinquenta caças, veremos que a diferença é significativa.

    Mas eu creio que o grande problema é a impossibilidade de operar o E-2 Hawkeye para AEW, o que diminui muito a capacidade da classe “Queen Elizabeth” em defender-se e negar o uso do espaço aéreo.

    Na Guerra das Malvinas, um avião para a AEW fez falta, proporcionando a oportunidade para ataques argentinos.

    Até já se falou em usar os V-22 Osprey para a função, mas não sei se foi adiante.

    Respeito a sua opinião, mas creio que a classe “Queen Elizabeth” perdeu capacidade importante ao abrir mão do uso de catapultas.

  31. daltonl 11 de janeiro de 2013 at 8:30 #

    Observador…

    longe de quere faze-lo mudar de ideia, apenas adicionando material ao seu comentário:

    “optar pela rampa, eliminou-se a possibilidade de interação com as marinhas americana e francesa, ”

    Na verdade este tipo de interação é de pouco uso…sei que até já trocaram motores de um Rafale a bordo de um NAe americano, mas na pratica mesmo, não é de grande importancia.
    ——————————————————————————————-
    “o grande problema é a impossibilidade de operar o E-2 Hawkeye para AEW, o que diminui muito a capacidade…”

    O E-2 pode decolar de uma rampa, pode não ser o ideal, mas o caso é que os britanicos não irão a guerra sem os EUA e pode esquecer uma nova tentativa dos argentinos pois não será o passeio que foi para eles em 1982, nunca pegarão os britanicos desprevinidos novamente.
    ——————————————————————————————–

    No mais, os QEs jamais utilizarão sua plena capacidade de 40 aeronaves de caça/ataque, novamente, falta de recursos, assim como os NAes da US Navy estão utilizando apenas 60 aeronaves incluindo helicopteros…o que tem suas vantagens também pois há mais combustivel e armas para estas aeronaves e quanto maior o NAe maior o estoque das mesmas.

    Não esqueçamos que além da economia proporcionada pela falta de catapultas economiza-se também pela falta dos equipamentos de frenagem, estes existem no NAes russo e chines apenas.

    O ideal seria que os QEs tivessem catapultas e aparelho de frenagem mas o orçamento dos britanicos está longe de ser o ideal e é bem
    possivel que esteja nos planos deles utilizarem estes NAes para outras funções também, como um LPH por exemplo.

    É aquela velha máxima: Se vai à guerra com o que se tem e não com o ideal.

    abs

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