Fragata FREMM Aquitaine em exercício com navio da USN - foto Marine Nationale

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Segundo jornal La Tribune, os industriais de defesa franceses conseguiram evitar danos maiores na nova edição do Livro Branco de Defesa da França, que seriam cortes de programas

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Apesar do Livro Branco de Defesa 2013 da França prever menos encomendas de equipamentos, industriais do setor de defesa francês disseram na segunda-feira (29 de abril) que escaparam do pior, que seria o cancelamento de importantes programas de armamento. As informações sao do jornal francês La Tribune.

A mobilização de líderes dos maiores grupos de defesa franceses durante o planejamento do Livro Branco teria evitado cortes excessivos? Segundo o jornal, levando em conta as ameaças à soberania nacional, além das capacidades de exportação e de manter os empregos na França, aparentemente esses grupos conseguiram limitar o dano. Certamente, serão afetados pela redução de encomendas do Governo nos próximos anos, ou com pedidos espaçados por mais tempo do que o previsto. Mas, por outro lado, o Livro Branco de 2013 não prevê o abandono de nenhum programa de equipamento militar.

Segundo Jean-Pierre Maulny, diretor-adjunto do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas, “eles evitaram o pior. Este é um Livro Branco que preserva o essencial. Ele não quebra a principal ferramenta industrial, que é a conservação da capacidade de pesquisa e desenvolvimento.” Cristian Mons, presidente do Conselho das Indústrias de Defesa Francesas (Cidef), acrescentou: “Se o orçamento anual para os principais programas de armamentos continuar como o planejado, em 5,9 bilhões de euros, o impaco na indústria será relativamente limitado.”

caça Rafale no porta-aviões Charles de Gaulle - foto Marine Nationale

Menos caças Rafale e fragatas

Ainda assim, a redução de efetivos e de meios das Forças Armadas vai impactar as indúestrias. A Defesa Francesa não contará com mais de 225 aviões de caça (somando os da Força Aérea com os da Marinha) por volta de 2025, quando a meta anterior era ter 300 caças. Como resultado, haverá menos encomendas do Rafale da Dassault Aviation do que o previsto. A Marinha, que foi a força menos afetada, terá que se contentar com 15 fragatas de primeira linha, ao invés de 18. Assim, a DCNS também terá menos encomendas. Já a Nexter, que fabrica os carros de combate Leclerc, terá que se adaptar a um número que foi reduzido de 250 para 200 unidades.

Fragata FREMM Aquitaine em Nova Yorque - foto Marine Nationale

Por outro lado, o programa Scorpion de modernização dos blindados do Exército foi mantido, assim como os programas de mísseis da multinacional europeia MBDA, incluindo o míssil antinavio (ANL) que simboliza a cooperação industrial franco-britânica (havia temores da Inglaterra de que a França sairia do programa).

Porém, ainda há um obstáculo no caminho: a lei de programação militar (LPM) 2014-2019, que será votada no segundo semestre. Christian Mons fez questão de lembrar que “a última LPM não foi respeitada” e disse que só vai descansar quando ela sair.

Infográfico-Forças-Armadas-Francesas-em-2020-fonte-Le-Monde

FONTE: La Tribune (tradução e edição do Poder Naval a partir de original em francês)

INFOGRÁFICO: Le Monde  FOTOS: Marinha Francesa

NOTA DO EDITOR: o número anunciado até recentemente de encomendas de fragatas FREMM pela França era de onze unidades. Somando-se essas onze previstas com as duas modernas fragatas antiaéreas da classe “Horizon” (Forbin e Chevalier Paul) já em serviço e com as ainda recentes cinco fragatas classe “Lafayette” (a própria e as Surcouf, Coubert, Aconit e Guépratte), o resultado seriam as dezoito fragatas da edição anterior do Livro Branco. Com a redução para quinze fragatas de primeira linha no total, as encomendas de FREMM pela França deverão cair de onze para oito unidades (que substituirão dez fragatas mais velhas).

Deve-se destacar que uma das possibilidades mais polêmicas do planejamento do Livro Branco de 2013 falava em desativação do porta-aviões Charles de Gaulle, que foi preservado assim como os três navios de projeção e controle (BCP), sem falar na força de submarinos nucleares. Pode-se dizer, assim, que a Marinha Francesa foi relativamente menos afetada por cortes da nova edição do Livro Branco, preservando capacidades e programas essenciais.

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62 Responses to “Marinha Francesa, força menos afetada por cortes, receberá três FREMM a menos” Subscribe

  1. Dalton 1 de maio de 2013 at 11:36 #

    Nunão…

    o Charles de Gaulle foi de fato preservado e assim garantiu-se o novo reabastecimento nuclear e outros trabalhos de modernização que terão
    inicio por volta de 2015 e o deixarão inativo por mais de 2 anos.

    Só depois então, o CDG finalmente receberá um segundo esquadrão de Rafales, com a retirada dos SEM, teoricamente, 2 esquadrões de 12 aeronaves cada, mas não será surpresa se os esquadrões forem reduzidos para 10 aeronaves, aliás como ocorrerá também com os esquadrões de Super Hornets na US Navy.

    O estrago maior talvez ,seja por conta de que ao menos por enquanto
    destarcou-se um segundo NAe mesmo de propulsão convencional.

    abs

  2. Fábio Mayer 1 de maio de 2013 at 11:50 #

    O interessante é que mesmo sofrendo restrições e protegendo um país de dimensões modestas como a França, ainda assim, a Marinha de lá será disparado mais poderosa que a nossa, que não consegue definir nem projeto para navio de patrulha oceânica, mesmo tendo comprado 3 em negócio de ocasião.

    É certo que a França tem interesss geo-políticos e por isso, suas FFAA são super-dimensionadas em relação ao território, até porque eles levam a sério o assunto defesa, não é como aqui, onde se espera uma agressão para depois ver o que se faz.

    O Brasil é roubado todos os dias por navios pesqueiros ilegais, por guerrilheiros que adentram nossas fronteiras, por aeronaves que cruzam nosso território levando drogas… e nossos políticos olhando isso tudo e dando risada, enquanto as vezes distribuem esmolas para as forças de defesa.

  3. maurico matos 1 de maio de 2013 at 12:07 #

    Uma coisa que eu acho estranho a noticias que navios pesqueiros brasileiros sao pegos na guiana francesa nas aguas pertencentes ao uruguai e nao ouço falar que nossa MB apriendeu algum navio pesqueiro em nossas aguas. Parece que nossos navios so ficam ancorados .

  4. Carlos Peçanha 1 de maio de 2013 at 12:38 #

    Como é bela a FREMM, muito elegante se comparada ao cruzador aegis ali atrás, com mastros cheios de antenas e fios, a FREMM é lisa, esguia, sem pendurucalhos, porém, como deve estar tudo embutido, não é menos letal.
    Fabio, o que o Brasil gasta com deputados e senadores por ano, se fosse investido em defesa teríamos a maior força da américa latina e de muitos países da europa, no entanto, gastamos com jatinhos, carros e motoristas particulares, mordomias sem fim, privilégios e aposentadorias com pessoas que nem contribuem, cartões corporativos sem limite e sem fiscalização, lembro ao colega que com os 39 ministérios do governo federal, criados apenas para dar empregos aos “cumpades”, esse país não vai pra frente nunca!

  5. Fernando "Nunão" De Martini 1 de maio de 2013 at 13:58 #

    Dalton,

    Pelo que sei o Rafale M já equipa dois esquadrões (Flotilhas) da Marinha Francesa, o 11F e 12F (embora acredite que não estão com a dotação completa), e no caso da Aviação Naval Francesa eu creio que a dotação final dos esquadrões busque um total de mais aeronaves que o padrão USN.

    O terceiro esquadrão de jatos da Aviação Naval deles é o 17F, que ainda está equipado com o Super Étendard Modernizé (SEM).

    A princípio (creio que antes do Livro Branco anterior, de 2008), as encomendas para a Marinha seriam de 58 (outras fontes falam em 60) jatos Rafale no total, o que daria aproximadamente 20 por esquadrão (deve-se descontar desse número a reserva técnica).

    Com os cortes desde então, o número “garantido” caiu para 48 Rafale M(contando só com a encomenda já feita que é de 180 Rafales no total para as duas forças), dos quais parte será composta pelos 10 Rafale F1 (de 13 entregues originariamente) que estão sendo modernizados para o padrão F3, parte do modelo F2 (não lembro quantos entregues) e parte do F3, que é o atual contrato em andamento.

    Como se projeta um total de 225 caças pós-2020, e se espera por aquela época conseguir a padronização total com o Rafale (e a Marinha deve ser prioridade pois os SEM são mais velhos que os caças Mirage da Força Aérea), é possível que se consiga um novo contrato de 45 jatos para as duas forças (180 + 45 = 225) e o número final para a Marinha Francesa fique em algo entre 48 e 60. Mas aí depende se haverá alguma negociação dentro das Forças Armadas e Defesa, já que a Força Aérea estaria abrindo mão de dois esquadrões com esse Livro Branco de 2013, e eu não li nada sobre alguma dissolução de esquadrão na Marinha.

    De qualquer forma, creio que um número final de pouco mais de 50 caças Rafale M seria suficiente para equipar os três esquadrões de caça da Marinha Francesa com umas 16 aeronaves cada (e ainda sobraria uma pequena reserva técnica), ou então dois esquadrões com pouco mais de 20 caças cada (mantendo também uma reserva para as revisões etc).

    Por essas e outras, creio que a Marinha Francesa realmente está sofrendo menos cortes que a Força Aérea e o Exército, nessa revisão do Livro Branco.

  6. Fernando "Nunão" De Martini 1 de maio de 2013 at 14:12 #

    De resto, minha maior curiosidade agora é quanto aos navios-patrulha.

    O Livro Branco 2013 cita 15 navios (e as fragatas classe “Floréal formam uma categoria à parte, não fazendo parte disso).

    Apesar das 9 “D’Estienne D’Orves” remanescentes serem classificadas como fragatas leves (1.330t), cumprem tarefas mais ligadas à patrulha oceânica. São avisos, para tarefas de vigilância e policiamento. Na prática, tarefas de OPV.

    A estas 9 se somam a nova L’Adroit, com deslocamento parecido (1.450t) e convoo / hangar, além de outras facilidades que a colocam como um OPV moderno. Capaz que seja o padrão para substituir as velhas “D’Estienne D’Orves”.

    Fora isso, há cinco da classe “La Capricieuse” de 480t (a base dos nossos “Macaé”), outros três de 390 t costeiros e três maiores que fogem do padrão, o P 675 Arago o P 701 Le Malin e o P 681 Albatros (para patrulha na Antártica)

    Somando tudo isso, eles têm hoje 21 navios que cumprem tarefas ligadas à patrulha naval. Boa parte vai dar baixa e não será substituída, mas creio que pelo menos alguns (as fragatas leves) deverão ter como substitutos navios da classe da L’Adroit. O que me deixa em dúvida é a vida útil remanescente dos menores, além do fato de que navios como a L’Adroit não serem exatamente baratos, podendo ser um alvo tentador para futuros cortes. Por outro lado, as nove “D’Estienne D’Orves” remanescentes devem estar bem perto da baixa.

    Vai ser interessante observar como vão resolver isso.

    Abs!

  7. eric wolff 1 de maio de 2013 at 14:38 #

    bem vindos ao fantástico mundo da miséria, mandem os seus Oficiais fazerem intercâmbio aqui, vcs vão ficar craques em contigência de recursos! não vão nem sentir esses cortes, após esse aprendizado!!!!

  8. Dalton 1 de maio de 2013 at 15:02 #

    Nunão…

    até onde sei não mais que 12 Rafales M já estiveram embarcados e depois daquela infeliz colisão de 2 “M”s em 2009 os relatos davam que apenas 10 permaneciam embarcados, assim, talvez algumas aeronaves do esquadrão permaneçam em terra, como substituições eventuais, caso o nr de aeronaves por esquadrão seja maior que 12.

    Tempos atrás li que 4 Rafales M seriam destinados exclusivamente para treinamento e como não há nada na MN comparavel aos 2 esquadrões de treinamento e reposição da US Navy, os eventuais substitutos terão
    que vir de algum lugar, talvez mantidos em terra enquanto a maior parte do esquadrão embarca.

    O segundo esquadrão o 11F já deve ter completado sua conversão
    para Rafale M mas talvez não venha a ser embarcado antes da realização do reabastecimento/modernização do CDG então a 17F com seus SEM continuaria embarcado até serem retirados em 2015 coincidentemente com o CDG indo para a doca seca.

    Se a MN contar com cerca de 50 Rafales M incluindo 10 F-1 sendo convertidos , 16 F-2 e o restante de F-3 seria possivel ter os 3 esquadrões com 12 aeronaves, os 4 de treinamento e outros 10 para reposição e textes que poderão ou não estar incluidos nesses esquadrões mas permanecendo em terra.

    Seja como for a MN foi poupada quando comparada as outras duas forças, mas sofreu um duro golpe ao ser cancelado, ao menos por enquanto um segundo NAe.

    abraços

  9. L.D.K. 1 de maio de 2013 at 15:02 #

    Olá aos senhores!
    Observando o que está ocorrendo na França e que já se está visível no que tange a vários países ao redor do mundo e sabendo que os investimentos militares no Brasil que já são inapropriados a qualquer força de defesa que deles dependa, não seria hora por exemplo da MB estruturar navios que possam operar patrulhas prolongadas e ou até mesmo no que tange a defesa do pré-sal construir com o governo plataformas de defesa em alto mar agilizando assim a defesa das águas territoriais assim como foram vistas nas regiões ao longo do Alasca,às quais além de terem radares e sensores utilizam misseis de interceptação para aeronaves e misseis balísticos no caso dos EUA, pois elas exigem um contingente menor e acredito eu que um tempo de reação muito menor, pois poderia ter um ou dois helicópteros e uma ou duas embarcações para suporte defensivo não esquecendo que como temos estaleiros e engenheiros não seria a hora crucial do Brasil buscar construir os seus próprios navios multifuncionais de transporte, desembarque e assalto anfíbio?
    Bom senhores deixo minhas questões para debate, pois gostaria de saber se há outros assim como eu que acham que é o momento de interromper o descaso com nossas forças armadas, um muito obrigado desde já!

  10. Dalton 1 de maio de 2013 at 15:17 #

    “…plataformas de defesa em alto mar agilizando assim a defesa das águas territoriais assim como foram vistas nas regiões ao longo do Alasca.às quais além de terem radares e sensores utilizam misseis de interceptação para aeronaves e misseis balísticos no caso dos EUA…”

    Desconheço tais plataformas, a menos que vc esteja referindo-se ao
    SBX-1 que normalmente é baseado no Alasca e recentemente atravessou o Pacifico devido à crise com a Coréia do Norte, mas é uma estação de radar movel não possui nenhum tipo de armamento e apenas uma foi construida.

    abs

  11. Fernando "Nunão" De Martini 1 de maio de 2013 at 16:02 #

    Dalton,

    Creio que os números / previsões são esses mesmos que vc escreveu. Quando me referi à dotação dos esquadrões, levei em conta que nem sempre todas as aeronaves de um dado esquadrão estariam embarcadas, já que a palavra “flexibilidade” tem se tornado a regra.

    É difícil, nesse sentido, comparar os esquadrões de caça e a composição dos grupos aéreos embarcados da USN, que opera uma dezena de porta-aviões e várias dezenas de esquadrões de caças navais, com a França, que opera um só porta-aviões e três esquadrões de caças navais.

    Quanto ao segundo porta-aviões, acho que eles não tinham esperanças há tempos, e apostavam numa interoperabilidade com os dois britânicos, coisa que não vai acontecer. Quando e se for construído, provavelmente o chamado PA2 será o substituto do Charles de Gaulle, e não um segundo navio-aeródromo.

    Outra coisa que terá que ser pensada, mantendo-se um só porta-aviões como regra nos próximos 10 anos ou mais, é a necessidade de fragatas substitutas mais especializados em defesa aérea com mísseis de maior alcance (Aster 30) e radares idem para a Cassard e a Jean Bart. Será que, com a diminuição da encomenda de FREMM em três unidades a antiga FREDA, agora FREMM ER, vai vingar para a França (as duas unidades que já se cogitou)? Ou só para clientes de exportação? Será que a defesa aérea de grupos anfíbios também vai necessitar de fragatas equipadas com Aster 30 ou as FREMM com o Aster 15 bastarão?

    http://www.naval.com.br/blog/2012/10/15/dcns-apresentara-nova-fremm-durante-a-euronaval-2012/#axzz2S4M9pyGX

  12. Dalton 1 de maio de 2013 at 16:56 #

    Nunão…

    o meu “achometro” diz que haverão duas FREMM otimizadas para defesa aérea, assim como ocorreu com as duas Cassards que vc mencionou e que como vc sabe nada mais são do que Geoges Leygues equipadas com diferente propulsão e o SM-1, além do mais o plano original previa 4 Horizon e apenas duas foram adquiridas.

    Acho que o Aster 15 tá de bom tamanho para proteger grupos anfibios,
    mas aí entra o problema de menos plataformas o que poderia ser remediado se as Lafayettes recebessem um VLS também.

    abraços

  13. Fernando "Nunão" De Martini 1 de maio de 2013 at 17:31 #

    Dalton,

    Acho que as “Lafayette” receberão VLS sim, mesmo porque o sistema Crotale vai sair de linha com a baixa das “Georges Leygues”. Só que, para disparar o Aster 15 a contento, teriam que receber também o radar Herakles das FREMM (como é o caso da fragata da classe “Formidable” de exportação que eu mostrei em outro link). Outra alternativa era usar um radar 3d mais simples e lançadores de mísseis MICA, mas acho que faria mais sentido padronizar com Aster / Herakles das FREMM.

    Já as duas FREMM ER, com Aster 30 e radar mais “parrudo”, é uma questão de custo. Como são mais caras, são mais atrativas para cortes… Precisa ver até que ponto os estudos para haver quatro fragatas com mísseis de defesa de área de maior alcance levavam em conta a existência de só um porta-aviões (que por diversas vezes estará fora de serviço) ou dois, assim como a cooperação franco-britânica, já que estes últimos alinharão meia dúzia de destróieres anti-aéreos.

    Abs!

  14. joseboscojr 1 de maio de 2013 at 17:37 #

    Na verdade a função de mísseis de defesa de área é mais psicológica do que real. Com certeza esses mísseis servem para negar parte do espaço aéreo às aeronaves inimigas ao redor de navios de defesa aérea, mas são incapazes de evitar o ataque dessas aeronaves.
    A única forma de realmente proteger uma grupo tarefa é por meio de aviões radar e caças, ou mais modernamente, a combinação de aviões radar e mísseis cooperativos que atuam fora da linha de visão e portanto, abaixo do horizonte radar, como por exemplo o SM-6.
    Usando táticas adequadas qualquer navio é passível de ser atacado por aeronaves usando mísseis antinavios com capacidade OTH independente dele estar ou não protegido por navios de defesa aérea dotados de mísseis de defesa de área.
    Se ele vai atingir ou não, aí é outra estória e vai depender das defesas do navio.

  15. aldoghisolfi 1 de maio de 2013 at 18:13 #

    Se sobrar e o preço for bom, ‘tamo na parada!

    Até p’ro CdG!

    Tô pagano…

  16. L.D.K. 1 de maio de 2013 at 18:27 #

    Dalton, muito obrigado por ter comentado sobre as questões que coloquei, eu sei do sistema SBX-1 ele é complemento do sistema anti misseis norte americano, mas eu gostaria de saber se na sua opinião, se a MB implanta-se um sistema baseado em plataformas de defesa não seria uma forma de agilizar inclusive na necessidade de missões de resgate como no acidente da airfrance com a vantagem de não ter que sustentar a ideia de dobrar o contingente da frota como é o objetivo futuro da MB, pois na minha ótica isto eliminaria a necessidade de ter que utilizar mais do que um porta aviões, novamente um muito obrigado!

  17. L.D.K. 1 de maio de 2013 at 19:00 #

    Uma ultima pergunta a todos, estas questões que coloquei a apreciação dos membros do blog. Elas não dão a ideia de que é possível modernizar a doutrina reduzindo custos operacionais à médio e longo prazo, sem que torne a frota um elefante branco sem capacidade de movimento?
    Novamente um muito obrigado pela oportunidade que me foi dada e uma boa noite a todos concordando ou não comigo.

  18. Marcos F. Siqueira 1 de maio de 2013 at 19:03 #

    Como é comum na aviação, talvez seja conveniente adotar o high – low também na marinha. No caso françês; FREEM – Formidable (mini-FREEM rsrsrsrs).

  19. Marine 1 de maio de 2013 at 19:24 #

    Nunao e Dalton,

    Ja que estamos falando da composicao de esquadroes de caca. Voces saberiam dizer qual a composicao atual e a planejada para os 7 da FAB? Os possiveis 120 FX-2 equipariam os 7 ou seriam criados outros? Assumindo claro que os 4 de A-29 seriam mantidos.

    Sds!

  20. Carlos Peçanha 1 de maio de 2013 at 20:17 #

    Sempre me pergunto, proteger o pré-sal de quê? Alguém pode roubar um óleo há mais de 10kM de profundidade? Esse roubo pode ser feito por uma quadrilha dimenores numa tardinha ou na madrugada sem ninguém dar conta? Será que os piratas somalianos ou da baía de Guanabara serão ousados a este ponto? Ou será que pode ser a Argentina, quando a crise apertar, mandará os seus navios abastecerem de óleo cru direto nas plataforma do pré-sal? Quando alguém fala em proteger o pré-sal, na minha cabeça vem em mente algo como proteger uma cabeça-de-ponte na Lua, ou em Marte…

  21. MC 1 de maio de 2013 at 20:23 #

    Interessantes os comentários.
    Os cortes devem significar o não recebimento de nada além dos navios já autorizados, e uma “vida vegetativa” para a indústria naval local, substituindo classes mais antigas lentamente – isso em um país que está acostumado a usar seus meios pelo tempo mais longo possível, e, claro, buscando apoio governamental para sobrviver de exportações. Sobre as Fremm, porém, também me parece que as Cassard acabarão substituídas por duas Fremm-ER (ex-Fredas), mas não nos próximos anos. Boa a ideia sobre aumento da capacidade das LaFayette. A indagação sobre as classes menores também me ocorreu, ao saber da notícia, na verdade, já esperada desde a vitória de Hollande nas eleições francesas.
    Talvez vejamos países como o Uruguai recebendo os A69 em melhor estado…
    Se a MN foi mais “poupada”, cabe lembrar que arquivaram seu PA 2 e não se falará mais em um quarto BPC, p. ex. Mas eles têm necessidade de substituições, como o trio de navios-tanque Durance ainda na ativa. Não sei se têm casco duplo, p. ex., mas não devem estar em bom estado.
    Mas uma pergunta, ou melhor, uma especulação, que me ocorreu, essa sobre o CdG, foi o que ocorreria se eles o desativassem mesmo, meio de repente, “à inglesa”… Terem considerado isso seriamente foi surpresa para mim. Já pensaram se ouvissemos que eles o ofereceriam a nós às vésperas da troca dos elementos dos reatores, em 2015/2016, em troca da vitória no FX2, mais um bom meio bilhão de dólares? Para a MB, seria inclusive ter acesso a reatores desenvolvidos a partir do modelo em uso nos submarinos compactos Rubis-Améthiste, o que provavelmente levaria a mudança importante no cronograma do Prosub, e os franceses sabem disso… Estranho, não?

  22. Paulo 1 de maio de 2013 at 23:11 #

    Olá, desculpem o post fora do contexto, pois nao consigo contato via email com os editores:

    Quem compra a revista Forças de Defesa diretamente na banca nao se torna membro do blog ?
    No texto de anuncio no blog vem escrito ” Ao comprar a revista, o leitor torna-se assinante da trilogia de blogs Forças de Defesa, podendo postar comentários após o seu cadastramento.” Minha pergunta é: só se torna assinante quem compra online com envio pelos correios ?
    pergunto isso pois meses atras comprei a numero 6 na banca e nao encontro nenhuma instruçao a respeito.

  23. aldoghisolfi 2 de maio de 2013 at 8:25 #

    SALVE JECA TATU!

    NINGUÉM VAI TE REFUTAR… MENOS AINDA QUALQUER MILICO QUE HONRE A FARDA! DESPICIENDO O DESAFIO.

    NUM ÚNICO TEXTO DISSESTES O QUE VENHO COMENTANDO AOS POUCOS NO MEU DIA-A-DIA, NOS ENCONTROS, NA RÁDIO, NOS CONSELHOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE DEFESA DO MEIO AMBIENTE, EM PARECERES, EM OPINIÕES. GERANDO UMA ANTIPATIA TAL QUE, QUE SÓ QUEM RECEBE O LAÇAÇO DA REPRESÁLIA PODE AVALIAR.

    FIQUEI CONTENTE DE LER E APOIO TUDO O QUE JOGASTES PARA FORA.

    PARABÉNS PELO DESABAFO PATRIOTA.

  24. FRL 2 de maio de 2013 at 9:22 #

    De fato, e infelizmente, o nosso povo é muito indisciplinado. E o pior é que sempre procura justificar a sua conduta equivocada na conduta de outrem, no famoso “mas todo mundo faz isso também”; aliás, essa é desculpa mais voltada ao próprio infrator, para lhe dar conforto psicológico, do que para os demais, visto que a sociedade em volta não aceita e não concorda com argumento tão infantil e raso (não obstante realizar os mesmos malfeitos…). Está mais do que na hora de o nosso povo passar a agir com consciência, com disciplina, com honestidade e coerência em todos os quadrantes da vida. Está na hora de cada um fazer o que deve, de fazer a sua parte. Se todos fizerem, só isso melhorará, e em muito, a qualidade de vida de todos, a eficiência do aparelho estatal em todas as suas esferas e o país como um todo.

    Assim, quem sabe, os “exageros estatais” se mostrem desnecessários e venham a ser eliminados gradativamente… neste diapasão, afirmo que temos de reformar as nossas leis. A legislação é enormemente limitativa de comportamentos e impositiva de deveres, muitos dos quais afrontam o bom senso e os valores de fato tradicionalmente insculpidos na sociedade. Os impostos são escorchantes (há uma verdadeira derrama no país – a carga já se aproxima perigosamente dos 2/5 da produtividade econômica…); há regras para tudo e sobre tudo (“inflação legislativa”), muitas vezes sobre aspectos de somenos importância, ao passo que assuntos verdadeiramente relevantes para o país caem no esquecimento; o campo de liberdade do indivíduo é cada vez mais emasculado, afetando gravemente a liberdade criativa e de iniciativa do povo; os “excluídos” e as “minorias” cada vez mais são beneficiados e incentivados, ao passo que a “grande massa” é continuamente desprestigiada – sobre esse assunto, inclusive, quero manifestar o meu repúdio à exacerbação da perniciosa relativização de valores, que nos distanciam cada vez mais da nossa verdadeira tradição, cultura e identidade, afetando também a força da coesão da sociedade. Estamos perdendo os parâmetros do que vem a ser o “socialmente aceito” e o resultado é que a baderna se instala…

    Émile Durkheim (um dos pais da sociologia moderna) costumava dizer que a sociedade se assenta em 3 pilares: família, trabalho e religião (não vou entrar em detalhes sobre cada item, pois altamente explosivos, em especial no que condiz à religião, mas que o estudioso tinha razão é, com o máximo respeito, inegável).

    Há que se eliminar a complacência para com as famílias desagregadas, os jovens mal orientados (em todos os aspectos), o desrespeito pelo privado, o desrespeito para com o público, o individualismo exagerado, o coletivismo impertinente e invasivo.

    Enfim, e s. m. j., percebo que a nossa sociedade padece do mal da falta de equilíbrio. Os problemas todos que detectamos no dia a dia são os sintomas dessa doença. O esforço que devemos empreender é o de resgatar o equilíbrio, o que apenas se conseguirá com um trabalho que envolverá gerações, partindo principalmente da educação de qualidade (tanto nas escolas como no “berço”, no seio da família – célula “mater” da sociedade), do exemplo, da contenção da violência urbana, da valorização do trabalho honesto, contínuo e produtivo (no campo e na indústria), da pesquisa, da busca pelo conhecimento e desenvolvimento tecnológico ao invés do culto desenfreado pelo prazer, pelo hedonismo, pelo imediatismo.

    Aos que cultuam esses valores, hoje talvez considerados “démodé”, há que agir, dando o exemplo a partir de casa, principalmente aos filhos, estendendo ao trabalho e levando-o às demais circunstâncias de convivência, inclusive nos momentos de lazer.

  25. Dalton 2 de maio de 2013 at 9:44 #

    “…todos os adoradores de Custer!”

    Já mencionei anteriormente aqui no blog até no sentido de encontrar
    pessoas que possam ter o mesmo gosto que eu, entre outras coisas,
    a Batalha do Little Bighorn e o General George Custer.

    Sou o alvo desse seu comentário ?

    Por causa de pessoas como vc é que o Blog não pode ser mantido
    aberto o que é uma pena.

  26. FRL 2 de maio de 2013 at 9:46 #

    E, antes que me esqueça, pois a discussão defletiu para os aspectos sociais, não acredito que se deve “internacionalizar” nada.

    Com o fortalecimento da sociedade e o aumento de sua coesão, com o robustecimento dos aspectos culturais, com a preservação dos verdadeiros valores do nosso povo, há que se restabelecer o saudável equilíbrio que propiciará convivência menos conflituosa que a atual, fonte essa de nossas mais prementes preocupações.

    E há, também que se resguardar a integridade do nosso território e a nossa capacidade de defesa, pois só assim estará assegurada a nossa autodeterminação, a nossa soberania. O país tem de ser completamente preservado não só para a presente, mas também para as futuras gerações. Temos o dever histórico de entregar aos nossos filhos e netos um país melhor do que o que recebemos de nossos avós e pais.

  27. FRL 2 de maio de 2013 at 9:53 #

    E, por fim, sobre o blog ser mantido aberto ou não, respeitosamente discordo da negativa, pois creio que ele deve permanecer com o acesso franqueado. Aqueles que se exaltam, que extrapolam o razoável em seu direito à manifestação do pensamento, devem ser moderados. Porém não se deve calar a todos, com o fechamento do blog apenas aos assinantes, em razão do eventual desatino de alguns…

    Particularmente, ao acompanhar vários “posts”, gostaria de ter deixado a minha contribuição, mas não o fiz na oportunidade em decorrência de o “blog estar fechado”.

  28. Dalton 2 de maio de 2013 at 10:24 #

    Não foi voce que uma vez em um ataque gratuito a minha pessoa copiou e colou aqui no blog um amontoado de coisas sobre o Custer inclusive com vários erros históricos ? Se aquilo era tudo o que vc sabia sobre ele
    então nem valeria a pena debater, se não foi vc, então peço desculpas!

    Quanto ao meu comentário sobre a sua pessoa está claro que voce
    está infringindo as regras do blog, apenas isso.

  29. Galante 2 de maio de 2013 at 11:08 #

    Prezado Paulo;

    Os blogs da trilogia Forças de Defesa normalmente ficam fechados para reduzir os comentários e aumentar a qualidade destes, para facilitar a vida dos editores que têm outras tarefas além de ficar moderando as discussões.

    Quem compra a revista e quer comentar, só precisa enviar um e-mail para [email protected] solicitando login e senha.

    Abs!

  30. Dalton 2 de maio de 2013 at 11:08 #

    Cidadão Jeca !

    Acho que vc está confundindo as coisas: o fato de eu gostar de Historia Militar, o que é uma fonte de conhecimentos para outros aspectos historicos e geograficos não faz de mim um “monstro” e um alienado.

    Já li muito sobre o nazismo a ponto de saber de cor as datas de nascimento dos pais de Hitler…MAS…jamais teria um retrato do mesmo
    na parede aqui de casa nem algum tipo de culto a ele !

    No caso do Custer em particular é preciso separar o que Hollywood
    conta do que é verdadeiro.

    General de uma estrela aos 23 anos foi promovido a duas estrelas antes da Guerra da Secessão terminar e era idolatrado por suas tropas
    mas com o fim da guerra sua divisão foi desbandada e ele recebeu ordens de ir ao sul para deveres de ocupação com homens indisciplinados que foram obrigados a permanecer no exercito o obrigando a duros castigos o que contribuiu para denegrir sua imagem.

    Quanto as guerras indias, em 1868 a Setima Cavalaria atacou uma aldeia cujo chefe era pacifico, mas não muitos dos seus guerreiros, e após a luta, 50 mulheres e crianças foram poupadas e Custer pessoalmente viu para que todos recebessem alimento e abrigo.

    Se Custer fosse um monstro, essas mulheres e crianças teriam tido o mesmo destino do massacre de Sand Creek perpertado pelos confederados em 1864.

    Se o Sr sabe de algum outro ataque a aldeias indias com morte de inocentes perpetrado por Custer, estou aqui para aprender !

    Finalmente em 1876, uma série de erros, não apenas de Custer que foi é até hoje é um bode expiatorio ceifou a vida de mais soldados do que indios.

    Não posso fazer nada sobre o seu antiamericanismo, ou será antimilitarismo ? Bem, no dia que todos os paises se tratarem de fato como irmãos, militares não serão mais necessários,mas Custer não
    foi um monstro !

  31. aldoghisolfi 2 de maio de 2013 at 11:12 #

    JÉCA: mantenho os parabéns pelo texto que li e aprovei.

    A partir daí, acho que perdestes a razão com esta diatribe toda praticamente contra todos num ataque insano onde misturas o General Custer, Skinheads, Estados Unidos… até fiquei sem saber se estavas em surto ou se o post era endereçado a alguém em especial.

    A verdade é que não gostei do que li nos novos posts…

    Não sou nordestino, não sou mestiço e não simpatizo com a causa gay!

    Nada contra os nordestinos.

    Nada contra os mestiços.

    Nada contra os homossexuais,que os tenho por discretos, inteligentes, comedidos e fundamentalmente honestos.

    Tudo contra a causa gay pela mais absoluta imoralidade e antidemocracia praticadas, além do horrível visual de bizarras caricaturas humanas que enriquecem a fauna agressiva em que se transformaram.

    Concordo com o Dalton, esse comportamento deve ser evitado sob pena do site virar uma chorumela, que todos desejamos evitar.

  32. Dalton 2 de maio de 2013 at 11:19 #

    A violação de regras a que me referi é o que os editores impuseram,
    por exemplo, não usar palavras de baixo calão e não trazer conteudo
    politico, ao menos não tanto, como um dos editores também solicitou uma vez, principalmente em uma matéria que é sobre a redução de gastos
    ocorrendo nas Forças Armadas Francesas.

  33. Emmanuel 2 de maio de 2013 at 11:20 #

    Meninos, por favor, voltem ao tema, a questão aqui é marinha…navios…caças embarcados….discursos calorosos não vão mudar as verbas destinadas para as forças armadas brasileiras…mesmo não sendo um escritor assíduo, mais um leitor, gostaria de ver este maravilhoso blog falando sobre o que é pra se falar, MARINHA.

  34. MO 2 de maio de 2013 at 11:34 #

    uia, tem mais alem de mim, still hope … kkkk

  35. MO 2 de maio de 2013 at 11:37 #

    Verdade Dalton, tem um monte de coments deste nivel pendenteS … uma pena

  36. Rafael 2 de maio de 2013 at 11:37 #

    Um dia desses quase que eu me acabo de rir da cara dos engenheiros formados pela internet e especializados nos cursos de piloto da vida

    Quando a França fala em transferir tecnologia, os entendidos descem o sarrafo, e dizem, do alto da sua experiancia, que tencnologia não se tranfere

    Mas no dia que o OBAMA disse que os EUA iriam transferir a tecnologia da sucata do F18, os mesmos entendidos disseram que essa transferencia de tecnologia era importantissimo para o país

    Por ai a gente tira como esse pessoal é equilibrado e coerente

    O duro é ler aquele bla bla bla todo que não passa de “besteira tecnica” de quem nunca nem passou perto de uma calçada de uma Faculdade de engenharia…

    E ainda querem criticar os outros… facil é apontar o dedo no nariz das pessoas quando não se nota que tem uma viga inteira interrada no olho!!!!!!

  37. Dalton 2 de maio de 2013 at 11:38 #

    Concordo Emmanuel, mas, o cidadão não citou Custer, que a proposito
    é uma figura de pequena expressão historica, à toa. Foi sim um ataque
    gratuito à minha pessoa.

    No mais peço desculpas a todos !

  38. MO 2 de maio de 2013 at 11:39 #

    Ow Aldo

    vc so esqueceu de um:

    - tudo contra os aviaozinhums .. heheheeh

  39. Emmanuel 2 de maio de 2013 at 11:39 #

    Fico imaginando a próxima eleição para presidente: dilma…sem comentários; Marina: as FAAs fecham de vez; Aécio: Jesus, nos socorra; Eduardo Campos: bem, ele não irá destruir só as FAAs, mas a saúde e educação tb….ah, sou pernambucano e sei a “trepeça” que ele é….resumindo…as FAAs estão f……..

  40. MO 2 de maio de 2013 at 11:44 #

    caraio jeca, o que isto tudo tem a ver com a marine nationale e o livro azul, cinza, preto, branco …

  41. Emmanuel 2 de maio de 2013 at 11:47 #

    relaxa Dalton, tá tranquilo….não sou militar, apenas um curioso entusiasmado que gostaria de ver o seu país armado o sufuciente para enfrentar qq desafio… mas quando vejo as possibilidades de escolha presidencial, cada vez mais percebo q não será um sonho louco ver q as forças armadas têm um futuro ainda mais negro… particularmente não acredito que esse submarino nuclear fique pronto sequer nos próximos 20 anos…e acredito cada vez mais numa futura compra de ocasião para tapar o buraco da incompetência….talvez,, e é um talvez mesmo, quando os países da revolução bolivariana decidirem juntar forças e “peitar” o gigante embriagado, aí sim teremos alguma possibilidade de termos forças decentes…como faz o Chile q vive em constante vigilância em relação ao Peru, Bolívia e Argentina…mas até lá…apenas sonhos e dorgas manolo….

  42. FRL 2 de maio de 2013 at 11:54 #

    Prezados, concordo que devamos retornar ao assunto principal do “post”, finalidade precípua do blog. Acho até que uma abordagem mais sociológica, quiçá levemente política, seria, talvez, cabível no FORTE, não aqui.

    Apenas me manifestei neste sentido porque “… a discussão defletiu para os aspectos sociais…”, como anteriormente afirmei, e também porque percebi que estava havendo a perda das estribeiras em algumas manifestações, ainda que providas de alguma razão em vários aspectos, mas desprovidas em vários outros, principalmente no linguajar, na forma absoluta de colocação – sem margem a ponderações -, e no tom afrontoso aos que nutrem o blog de conhecimentos e respeitáveis opiniões, o que, s. m. j., não pode e não deve se tornar frequente neste espaço.

  43. MO 2 de maio de 2013 at 11:56 #

    Dalton deixando os livros brancos de lado ve isso aqui, se lhe interessa:

    Olá meus caros

    Em anexo, fotos de navios na escala 1:1250 a venda.
    BB Gneisenau……………………………. R$ 150,00 (Neptun)
    Porta-aviões Invincilble ……….. R$ 150,00 (Triang)

    Veleiro G Foch (C Branco) ….. R$ 90,00 (Hansa)

    Qualquer dúvida sobre outros navios, perguntem ou telefonem.
    Também muitas instalaçoes portuárias, guindastes, portainers, etc etc
    Abços e bom feriado a todos

    //Antonio Bittencourt
    http://www.miminavios.com
    Tel 55 13 3284 5707
    Cel 55 13 8111 4424

    PS: (o cidadão ta vendendo boa parte da MB tbm … mas tem gato no meio tipo T 21 virando Mk 10 .. Gastão Motta fakeado e por ai vai, mas tem o SP, as Cv´s fakeadas, se lhe interesar me da um toque e te passo o mail das fotos .. o Gneisenau ta lindão, to me cossando ..)

  44. Dalton 2 de maio de 2013 at 12:08 #

    MO !

    tenho o Gneisenau da Neptune, versão de 1942 até pelas diferenças quanto ao Scharnhporst que também tenho e o Invincible da Albatroz
    mas não estou mais colecionando faz anos…já tenho o suficiente e até me arrependo de ter comprado tantos…mas o preço está bom e o Gneisenau era uma beleza !!!

    abs

  45. MO 2 de maio de 2013 at 12:14 #

    risos, não sei por que eu acho que sinto o mesmo que vc e pior minha esposa TEM CERTEZA disto … hehehehe

    blz,, em tempo atualizações do Santos Shiplovers, ja que na falta de navio (começou o ja previsto bla bla bla nada a ver dos coments abertos) …, segue

  46. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2011/10/ghd-mersey-m-j8b4158-bordo-em-uma.html
  47. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/mv-caravos-harmony-v7hz2-novissimo.html
  • Felipe 2 de maio de 2013 at 12:26 #

    Deixem aberto o fórum, por várias vezes eu quis comentar algo e ele estava bloqueado, tentei mil vezes criar conta no wordpress e não consegui logar.

    No mais, sugiro que apaguem todos os comentários que fujam do tema do tópico.

  • Marine 2 de maio de 2013 at 13:46 #

    Nossa….

    And all I wanted foi saber a quantidade de avioes nos esquadroes de caca da FAB. Acabou descambando pra website de extremista rsrsrs

  • Galante 2 de maio de 2013 at 13:58 #

    Caro Marine, melhor você perguntar lá no Poder Aéreo. Abs!

  • Marine 2 de maio de 2013 at 14:07 #

    Galante,

    Geralmente eu o teria feito, so quis aproveitar a deixa da discussoa sobre o tem entre o Dalton e o Nunao.

    Semper Fi!

  • Wagner 2 de maio de 2013 at 17:39 #

    KKKKKKKKKK ! Não entendi como vcs conseguiram sair do moderna Marinha Francesa para o Gal. Custer, !! KKKK ! Sério, essa foi demais.

    Lembra as antigas guerras ideológicas aqui do blog, das quais eu fui dos ilustres participantes. Saíamos dos detalhes dos modernos sukhois até ” A conspiração dos médicos” de 1953 do Stalin…

    Bom, ao menos dessa vez não sou eu o alvo de 50 americanofilos furiosos ( e mal educados) me taxando de chavista e pol potista.

    Então, por favor, continuem… KKKKKKKKKKKKKKKK !!!!

  • Wagner 2 de maio de 2013 at 17:42 #

    A Ponte do Ticonderoga ali é realmente feia, eita navio desproporcional. Aquela ponte é muito grande, parece uma caixa da sapatos gigante.

    Podiam ter feito um pouco menor e mais piramidal.

  • Dalton 2 de maio de 2013 at 17:52 #

    Wagner…

    vc não faz ideia de quanta coisa cabe naquela “ponte”…até pelo fato da superestrutura ser em aluminio que permite maior volume e menos peso,
    então os Ticos ainda são preferenciais aos Arleigh Burkes quando se fala em capitaneas mesmo a diferença em deslocamento não sendo tão grande quando comparado com AB FIIA.

    abs

  • Wagner 2 de maio de 2013 at 20:33 #

    por mim eles podem ser perfeitos, nem ligo.

    mas que são feios pra ******* são mesmo…

  • aldoghisolfi 2 de maio de 2013 at 21:20 #

    Salve MO!
    Tudo contra eles…
    Grande surtada, não ia poder acompanhar o Jeca com o General Custer, Gays, Marinha da França, neo-nazistas, milicos, USA, tudo junto e de uma vez só…

  • MO 2 de maio de 2013 at 21:51 #

    risos Aldo eh realmente so o que faltava, ja pensou rss :MO virar bicha … kkkkkk

  • aldoghisolfi 3 de maio de 2013 at 8:11 #

    Che, nem sei o que dizer mas, aqui pelo fórum, acho que ia passar fome… será que não?

    Me conta uma coisa: toda aquela imensa estrutura da classe Ticonderoga é considerada ‘ponte’? Não serve também de paiol?

  • MO 3 de maio de 2013 at 9:21 #

    Aldo apenas para info o que vc e muitos se refere como ponte, no caso é a superestrutura (aonde se localiza o passadiço), um dos seus motivos nos ticos são o sistema aegis cujo ;dalton tera todo prazer and didatica em palavras pra te explicar en dtls pq … rssssss

    ahhh a ‘ponte’ dos cara do aviaozinhum é o passadiço dos cara dos naviu … hehehhe

    outra coisa vcs ficariam surpresos em ver os passadiços dos CT´s e Navios Americanos em geral .. dos Fletchers aos AB´s nao ha muita diferença (em termos) naum …

  • aldoghisolfi 3 de maio de 2013 at 10:11 #

    Salve MO. é o que eu entendia… tanto que nunca chamei a superestrutura de ponte. Por leigo, pero no mucho, te fiz a consulta, pois estava confuso.
    Logo depois de ter postado fui ao Houaiss e lá, confirmando o que dissestes, está escrito que ‘passadiço é o convés na parte superior da superestrutura de um navio, logo abaixo do tijupá, disposto transversalmente, de onde o comandante dirige a manobra e onde permanece o oficial de serviço em viagem (oficial de quarto) [Erroneamente chamado de 'ponte' pelos leigos, por tradução literal do inglês bridge]‘.
    A ponte não seria a antiga ‘casa do leme’?
    Grande abraço.

  • MO 3 de maio de 2013 at 10:14 #

    Acho que sim Aldo, mas sinceramente nao tenho certeza

  • Dalton 3 de maio de 2013 at 10:29 #

    Antigamente a casa do leme era um dos compartimentos que formavam a ponte de comando, havia também a casa de navegação, mas hoje em dia
    é tudo ponte de comando então de certa forma sim, a ponte de comando de hoje é a antiga casa do leme !

  • aldoghisolfi 3 de maio de 2013 at 11:08 #

    Muito bom Mo e Dalton… gracias! Então a conclusão: a grande estrutura de alumínio dos Ticonderoga não é ‘Ponte’, correto? Como se chama? Pois é grande e saliente demais para não ter nome…

  • MO 3 de maio de 2013 at 11:17 #

    superestrutura, como havia falado

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