FREMM Aquitaine - foto A Galante - Forças de Defesa

Segundo reportagem do site Defense News, devido ao corte nas encomendas de fragatas FREMM, em redução que foi revelada pela última edição do Livro Branco de Defesa da França, poderá haver o desenvolvimento de um novo navio de combate, de menor capacidade.

O Governo Francês, ao invés de comprar onze fragatas multimissão FREMM da DCNS, vai adquirir oito (ou mais) unidades. Seis deverão ser da versão antissubmarino e duas da versão antiaérea, sendo que estas últimas ficarão para o final da encomenda.

Para manter trabalhando o escritório de projetos da DCNS localizado em Lorient, no Oeste da França, há conversações programadas para 2015 ou 2016, referentes a contratos de desenvolvimento de um futuro navio de combate. Este será um navio de menor capacidade do que a FREMM, planejado para depois de 2020, segundo a reportagem.

Quanto a submarinos, os seis modelos nucleares de ataque da classe “Barracuda” receberam o sinal verde. Porém, a entrega do primeiro deles deverá ser atrasada.

FREMM no Rio 043a

FONTE: Defense News (tradução do Poder Naval a partir de original em francês)

NOTA DO EDITOR: este é apenas um dos assuntos tratados por extensa reportagem do Defense News (clique no link para ler o original em inglês), que destacava a encomenda de drones Reaper pelos franceses e a questão do caça Rafale ser prioridade frente à modernização dos jatos Mirage 2000D. Esses outros assuntos são temas de matérias no Poder Aéreo.

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32 Responses to “Com redução de encomenda de FREMM, França pensa em novo navio menos capaz” Subscribe

  1. Almeida 17 de maio de 2013 at 18:29 #

    Alguém pode me explicar porque estes navios, e outros ingleses, possuem os painéis todos enrugados, parecendo que são feitos de papel e não de aço? O aspecto é horrível, de produto mal acabado, e deve ser ruim para o RCS, não?

  2. daltonl 17 de maio de 2013 at 19:10 #

    Almeida…

    todo navio é feito de chapas, nesse caso, de aço que são soldadas e dependendo da iluminação aumentam esse aspecto “de papel”, que vc
    mencionou, mas é normal para navios de todas as nações.

    abs

  3. Corsario137 17 de maio de 2013 at 20:29 #

    E afinal, a MB vai comprar essas FREMM?
    A quantas anda o programa de aquisições da MB? Ta igual ao FX2?
    Alguma previsão? To por fora.

  4. Colombelli 17 de maio de 2013 at 23:43 #

    Pois é, esta completamente parado, não falaram mais nada. Tem propostas inglesa, alemã, italiana, francesa, coreana e espanhola. Nada de cronograma de escolha. A princípio ainda continuam sendo 05 escoltas na faixa de 6000 toneladas, 05 navios de patrula oceânica, na faixa de 1800 ton, e um navio de apoio logistico, sem que as aquisições dos navios de patrulha oceânica tenham interferido na compra de mais 05.

    Outra coisa que não se falou mais foi do escândalo envolvendo altos funcionários do governo italiano e o ex ministro Jobim, em uma pretensa propina caso ocorresse a aquisição das FREMM italianas (que eu acho melhores que as francesas e não é porque descendo de italianos). Isso estava em apuração na Itália.

    Por ora, de renovação nos meios de superfície certo mesmo so a nova versão da Barroso para substituir as Inhauma. No orçamento deste ano tem 5 mihões para fase de projetos iniciais.

  5. Corsario137 18 de maio de 2013 at 1:05 #

    Colombelli,

    Obrigado pela explanação. Quanto as NaPaOc compradas de Trinidad, compramos somente os navios ou o projeto também? Ou seja, temos licença para produzir localmente outros modelos?

  6. Corsario137 18 de maio de 2013 at 1:06 #

    Digo, outras unidades?

  7. Corsario137 18 de maio de 2013 at 1:16 #

    Quanto ao Prosuper, algum candidato dito favorito?
    A MB tem tradição de comprar navios ingleses mas o lobby da DCNS hoje é o mais forte.

  8. Soyuz 18 de maio de 2013 at 2:44 #

    Eu acho que este tipo de noticia pode trazer reflexões para a MB.

    O que esta sendo dito ai em resumo é que em função dos custos elevadíssimos de um navio de guerra moderno, mesmo uma fragata, somado a isto o atual momento militar da primeira metade do século, de conflitos irregulares e /ou de baixa intensidade, que a Marinha da França precisa de um navio mais simples se não quiser ficar reduzida a menos de uma dúzia de escoltas.

    Isto acontece também no poder aéreo seja hoje ou no passado. Quando se descobre que um caça ficou caro demais e não será comprado em grande número, um programa de caça mais barato é iniciado para formar o hi-lo-mix, nada de novo a 40 anos já se faz isto em forças aéreas. Em marinhas de guerra também não é novidade, a classe OHP é um exemplo, na França também já tivemos a La Lafayette como navio “lo” para missões mais simples.

    No caso brasileiro o cenário é o seguinte. A MB tem (ou tinha) algo próximo a 10 escoltas de “primeira linha”, nas ultimas décadas hora algo próximo há 12, hora algo próximo a 9, considerando as danças de incorporação e retirada de serviço de algumas classes.

    Considerando que tudo dará certo no PROSUPER, temos apenas 5 escoltas de primeira linha.

    Mas e o resto?

    Considerando que 5 escoltas permitem no máximo 2 em operação simultânea de forma continua, considerando os planos da “segunda esquadra” no nordeste, considerando que a MB já teve bem mais navios no passado recente.

    Seremos uma marinha de CINCO escoltas e um monte de navios patrulha oceânicos? As corvetas são realmente úteis como escoltas na vastidão territorial do atlântico sul?

    A alguns anos atrás perguntei a um oficial da ativa se um plano de 5 escoltas novas e umas 6 usadas de oportunidade seria uma boa idéia.

    Ele me explicou que navio usado hoje não é mais o que era antigamente. No passado os navios de segunda mão eram mais simples, você comprava colocava alguns equipamentos padrão e usava o navio.

    Já um navio usado hoje já é cheio de softwares proprietários, equipamentos padrão do antigo usuário e torná-lo padrão do segundo dono não é tão simples como antigamente.

    O que entendi foi o seguinte. Se em 1990 alguém com pouco dinheiro queria comprar um carro espaçoso com 12 anos de uso, comprava um Corcel II ou Opala 1978 e sua mecânica e elétrica simplíssima permitiam manter de forma barata o carro comprado “de oportunidade”.

    Já em 2013 se a mesma pessoa com pouco dinheiro quiser comprar um carro com 12 anos de uso pode comprar um Tempra 16V ou Vectra GLS 1998, e manter este carro “de oportunidade” pode ser tão ou mais caro que manter um carro novo.

    Voltando a MB, já não existem tantos navios baratos (de se manter) mesmo que usados daqui a alguns anos, e acho que do limão pode-se fazer a limonada.

    As Fragatas da MB atualmente se revezam no Líbano a serviço da ONU, uma dúzia de marinhas do mundo estão no indico neste momento em missões de combate à pirataria.

    Alem das missões no Líbano as fragatas da MB costumam aparecer no jornal em apoio a bases brasileiras em ilhas oceânicas ou em apoio a acidentes como do Air France 447.

    Fossemos um país um pouco menos tacanho teríamos mandado para o Haiti na ocasião do terremoto de 2010 algum navio de apoio (os médicos que mandamos chegaram a bordo do porta aviões italiano Cavour).

    Fossemos um pais realmente naval teríamos pelo menos um navio da MB no caribe em apoio as forças de paz brasileiras a serviço da ONU.

    Quais as missões que estamos cumprindo a décadas no mar?

    Missões de conflitos de baixa intensidade na era pós – Guerra Fria. Operações humanitárias ou operações de apoio das tropas de terra de baixa intensidade. Apoio a cumprimento de resoluções da ONU.

    Então porque não fazer a mesma coisa que os franceses fizeram quando pensaram na La Lafayette?

    Projetar uma fragata mais simples, com premissas de redução de custos.

    Mas ainda assim uma frataga e não um NaPaOc. A diferença é que uma fragata faz o que o NaPaOc também faz mas o contrario não.

    E pensar em uma classe de 7 navios (que somados aos 5 do PROSUPER) nos daria 12 escoltas.

    Como seria esta classe que podemos batizá-la por hora de “Classe Econômica”

    Um casco próximo a 3600 ton. Não é tão grande como de uma escolta moderna acima de 5000 ton nem tão pequeno e pouco oceânico como de uma corveta.

    Propulsão diesel. Isto limitaria a velocidade do navio a 25 nós (como a Lafayette), mas traria uma economia de custos de operação e manutenção enormes em relação a turbinas. Velocidades de 30 nós são importantes para conflitos de alta intensidade ou escoltas a porta aviões. Uma fragata diesel pode manter a mesma velocidade a médio ou longo percurso que uma turbina.

    Sensores mais simples. Hoje uma escolta como a FREEM ou Type-45 esta fortemente baseada em radares phase array de alto desempenho e alto custo. Seus sonares seguem a mesma linha.

    A classe econômica como não ira atuar em cenários de elevada complexidade eletrônica pode ser baseada ainda em radares e sonares mais simples.

    Seus armamentos poderiam ser mais simples também um canhão de 57mm poderia cumprir a dupla função de CIWS e apoio de fogo. Mísseis anti navios e anti aéreos poderiam não estar presentes em grandes quantidades mas por padronização seriam os mesmos das escoltas de 5000 ton. Estratégia que a USN utilizou na OHP por exemplo.

    Claro que isto só teria vantagem se fosse um projeto nacional, com construção nacional, a evolução do programa das corvetas.

    O fato é, não podemos ser no futuro uma marinha de 5 fragatas. Os franceses já decidiram que não serão uma marinha de 8 fragatas.

  9. Lyw 18 de maio de 2013 at 14:04 #

    A marinha francesa já tem o seu navio de menor capacidade (para usar a nomenclatura da matéria) e é a La Fayette.

    Agora se a DCNS pretende projetar um navio de menor capacidade, podemos supor que é algo entre uma La Fayette e uma Freem.

    A La Fayette tem deslocamento de 3,5t, contra 5,8t da Freem. Se pensam em algo aí por volta das 4,5t posso chutar que simplesmente a França não vai comprar! Pra quê ter um navio deste tipo se você já tem os dois citados na matéria?

  10. Lyw 18 de maio de 2013 at 14:06 #

    Correção: onde escrevi “os dois citados na matéria”, leia-se: “os dois que citei”.

  11. ernaniborges 18 de maio de 2013 at 14:24 #

    Sempre pensei que as FREMM fossem Fragatas multimissão. Agora estou lendo: Fragatas FREMM antiaéreas e Fragatas FREMM antissubmarinos.
    Afinal elas são multimissão ou especializadas ?

  12. daltonl 18 de maio de 2013 at 14:34 #

    Bom…se for considerado que a La Fayette foi comissionada em março de
    1996, ela estará chegando ao fim de sua vida em 2026, depois de 30 anos
    de serviço, então os requisitos e o orçamento para uma classe substituta deverão estar nos planos muitos anos antes.

  13. joseboscojr 18 de maio de 2013 at 14:34 #

    Ernani,
    Se ela operar o ASTER 30 eles chamam de multimissão antiaérea, se ela operar o ASTER 15 é só multimissão mesmo.
    rsrsrssss

  14. Fernando "Nunão" De Martini 18 de maio de 2013 at 18:08 #

    Quanto ao termo multimissão, as variantes são capazes de cumprir várias missões, mas ainda assim foi planejado uma ênfase numa ou outra missão, seja nas FREMM italianas ou francesas

    Por exemplo, na popa do modelo francês com ênfase na guerra antissubmarino, há um compartimento para abrigar um sonar rebocado. No modelo italiano de emprego geral, se não me engano, esse espaço é ocupado por uma doca para lançar lanchas rápidas. Já a futura fragata FREMM francesa com ênfase em defesa aérea terá um mix de mísseis mar-ar Aster 15 (médio alcance) e Aster 30 (longo alcance) nos seus lançadores verticais, e um radar com maior capacidade.

    Em comparação a Aquitaine, já lançada e que aparece na foto do alto desta matéria, tem um radar adequado aos Aster 15 e parte dos lançadores, ao invés do Aster 30, está reservada para mísseis de cruzeiro.

    As italianas de emprego geral têm um canhão de 76mm sobre o hangar, principalmente para emprego antiaéro mas também para ações de superfície, e um canhão de 127mm sobre o convés de proa, para melhor desempenho em bombardeio contra objetivos em terra. Já na antissubmarino, o convés de proa é ocupado por um segundo canhão de 76mm (todas as francesas, se não me engano, só utilizarão um canhão de 76mm no convés de proa, sem ter um segundo sobre o hangar).

    Ou seja, todas são capazes de cumprir diversas missões, porém há uma ênfase nesta ou naquela área, com mais sistemas e armamentos a ela dedicados, em detrimento de outros. Com a redução nas encomendas, não sei como ficarão as diferenças.

  15. Fernando "Nunão" De Martini 18 de maio de 2013 at 18:23 #

    Já quanto aos novos navios de menor complexidade, um chute é que, a princípio, serão complementares às atuais “La Fayette” e, depois, substitutos para a classe. Faz mais sentido pensar num deslocamento parecido com o da classe “La Fayette” ao invés de algo intermediário, o qual não significaria, talvez, uma grande redução em complexidade e custos em relação às FREMM, a não ser que se pense a princípio em navios inicialmente bem “pelados” para depois receber mais armamento. Mas, para isso, bastaria cascos de FREMM com menos equipamentos sofisticados…

    Mas deve-se levar em conta que um dos fatores que levam a um certo custo final é o nível de automação, reduzindo a tripulação (e gerando no longo prazo economia com os gastos com tripulantes, desde o treinamento até salários etc). Será que os franceses abandonariam essa visão? Não creio, pois mesmo navios aparentemente menos complexos e que só não custam mais do que as fragatas porque têm armamento simples, como os BPC classe “Mistral”, têm alto nível de automação, com tripulação relativamente bem pequena.

    Talvez uma boa redução nos custos seja partir para modelos totalmente propulsados a diesel como as “La Fayette”, porém um pouco mais rápidos, o que é totalmente possível.

    Pensando no Brasil, fico aqui elocubrando se uma “Barroso Mod” não deveria ser propulsada somente a Diesel, pois esses motores estão cada vez mais potentes e eficientes, proporcionando já há um bom tempo uma boa solução para navios do porte e eliminando sistemas que fazem a passagem de propulsão por diesel para turbina(s), que apesar de também terem se desenvolvido continuam trazendo complexidade aos navios.

    É mais um ganho em economia, embora operacional principalmente, e não em aquisição.

    No fim das contas, o que custa caro mesmo para adquirir e manter é sistemas de automação, sensores e armamento (principalmente esses últimos)

  16. ernani 18 de maio de 2013 at 19:22 #

    Obrigado a todos pelos esclarecimentos.

  17. Eder Albino 18 de maio de 2013 at 22:38 #

    Uma dúvida. Caso o Brasil escolha adquirir uma “FREMM”, qual seria a melhor proposta? a francesa ou a italiana? E a diferença de custo de aquisição e manutenção são grandes?
    Alguém poderia me esclarecer. obrigado.

  18. Fernando "Nunão" De Martini 19 de maio de 2013 at 21:11 #

    Eder, os franceses argumentam que a propulsão das suas é menos complexa que a das italianas (sim, há diferenças entre elas).

    Já os italianos argumentam que as suas são melhor armadas.

    Na verdade, a configuração final é a gosto do freguês, embora desvios mais profundos em relação ao que já se produz originariamente num e noutro país impliquem em custos.

    Creio que o que acabe fazendo pender para uma ou outra (ou mesmo para ofertas de outros navios de outros países) esteja muito menos em questões técnicas e mais de cooperação industrial, offsets e escolha política. Então não creio que as diferenças específicas entre FREMM italiana ou francesa sejam mais pertinentes do que as propostas de modo mais global.

  19. colombelli 19 de maio de 2013 at 23:25 #

    A propósito das duas FREMM, o comentário há época que surgiu o programa de superfície era que a proposta italiana era a favorita em vista de todas, mas ai os senhores Tarso Genro e lula, contrariando uma decisão do STF, e querendo salvar um “amigo e companheiro”, o terrorista Batisti, negaram a sua extradição, e os atritos com a Itália puseram tudo a perder. Hoje o Batisti está ocupando um cargo comissionado não recordo onde.

  20. Andre RC 20 de maio de 2013 at 0:38 #

    Caro amigo Colombelli, em resposta a sua pergunta eu li no Estadão que o Battisti mora aqui em São Paulo em um apartamento cujo fiador é o Suplicy.

    Ps: Eu gosto desse blog porque os leitores aqui muitas vezes esclarecem até mais que os artigos, fico até com vergonha de comentar alguma coisa kkk

  21. Eder Albino 20 de maio de 2013 at 13:00 #

    Obrigado Nunão…

  22. Felipe 20 de maio de 2013 at 13:07 #

    A modernização da Barroso parece que vai sair mesmo do papel, porém as Inhaúma’s estão em processo de modernização com casco “velho” e equipamentos novos, não sei quanto aos sistemas de armas/radares.

    Quanto ao PROSUPER, acho que a marinha só escolherá um projeto com a transferência de tecnologia e a idéia inicial eram das escoltas serem produzidas aqui no Brasil com perceria de alguém lá de fora.

    Por um lado, aos poucos a MB está criando uma doutrina de construção militar naval, com a produção dos Npa’s 500 e NHoFlu em estaleiros privados.

  23. MO 20 de maio de 2013 at 13:20 #

    nain, nao tem enhauma em processo de modernizassaum naum …

  24. Juarez 20 de maio de 2013 at 16:09 #

    As Inhaúma parece que estão em processo de “enferrujação” sem perpectiva de volta, pelo menos por enquanto….

    Grande abraço

  25. Ivan 20 de maio de 2013 at 17:21 #

    “…os franceses argumentam que a propulsão das suas é menos complexa que a das italianas…”
    Porém mais lentas.

    As duas combinam 1 (uma) turbina GE/Avio LM 2.500 (sim, aquela americana da General Eletric) com 2 (dois) EPM (Eletrical Propulsion Motors) Jeumont e quatro geradores diesel, MAN na francesa e Isotta Fraschini (mais potentes) na italiana.

    Mas a diferença principal está no arranjo da propulsão:
    - A versão francesa é CODLOG – COmbined Diesel eLectric Or Gas, com velocidade final de 27 nós;
    - A versão italiana é CODLAG – COmbined Diesel-eLectric And Gas, com velocidade final de 30 nós.

    Para os franceses não faz muita diferença, pois 27 nós é a velocidade do PA CdG e também da Royal Navy ou Armada Espanhola. Para os italianos que sempre buscaram navios (e carros) rápidos a velocidade de 30 nós era necessária.

    Um detalhe.
    Os grupos tarefa ‘dusamericanus’ centrados nos super carriers tem como velocidade máxima do conjunto 30 nós. Os Spruance, Ticonderoga e Arleigh Burke são motorizados com 4 (QUATRO) turbinas navais GE LM2500 de várias versões.

    Encontrei um PDF sobre planta CODLAG que pode ser interessante para nossos amigos Admiral Dalton e Armador MO.
    http://www.din.unina.it/HSMV%202011%20Proceedings/html/Papers/19.pdf

    Sds.,
    Ivan.

  26. Ivan 20 de maio de 2013 at 17:26 #

    Outro PDF interessante, este específico das versões francesas e italianas da fragata FREMM:
    http://www.acabiz.com/library/pdf/The-FREMM-Architecture-a-first-Step-towards-Innovation-261.pdf

  27. Ivan 20 de maio de 2013 at 17:40 #

    Outro detalhe interessante para pesquisar.

    As novas turbinas navais da General Eletric LM 2500+G4, a mais recente versão, estão entregando até 47,370 shp (ou 35,320 kW).Bem mais que as mais antigas usadas nas Inhaúma (23,000 shp) e na Barroso (27,490 shp).

    As LM 2500 utilizadas pelas FREMM são da nova versão G4, entregando algo em torno de 42,900 shp (ou 32.000 kW)

  28. stadeu 20 de maio de 2013 at 21:52 #

    Off topic,
    de vez em quando também , quando oportuno, abrir o Forças Terrestres, tem uma turma que fala e não tem oposição, tá fácil pra eles.

  29. Almeida 21 de maio de 2013 at 6:54 #

    Sei não daltonl, os navios norte americanos me parecem bem mais lisos. Será que as chapas de aço norte americanas são mais grossas ou de melhor qualidade que as européias?

  30. Almeida 21 de maio de 2013 at 7:00 #

    E sim, que venham 5 fragatas de 6000t no PROSUPER e que sejam acompanhadas por pelo menos mais 5 corvetas “improved” Barroso tirando aquele pesado canhão de 114mm na proa por um Super Rapid de 76mm, mísseis AA VLS de defesa de ponto como Barak, Umkhonto ou similares, uns 8 mísseis sup-sup modernos como o RBS-15, NSM, Exocet block 3 ou similares e sensores mais modernos.

    Uma MB enxuta porém muito capaz.

  31. Dalton 21 de maio de 2013 at 8:56 #

    Almeida…

    tive a oportunidade ver alguns AB de perto e os cascos não são assim tão lisos como vc pensa. Inclusive em alguns locais algumas chapas foram retiradas e outras um pouco mais grossas colocadas devido a problemas de empenamento sem falar que existem algumas barras verticais ao longo do casco para fortalecimento e são visiveis em fotos também.

  32. MO 21 de maio de 2013 at 11:08 #

    exemplo , ver o post do ZP da transpetro, observar a ré da superestrutura, como por exemplo

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