Zumbi dos Palmares - foto via Blog do Planalto

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Agência Brasil e Blog do Planalto destacam cerimônia em que Dilma Rousseff batizou petroleiro em Pernambuco

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vinheta-clipping-navalBrasília – A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (20), durante cerimônia de entrada em operação do navio-petroleiro Zumbi dos Palmares, no Porto de Suape, em Pernambuco, que o crescimento da produção de petróleo no país nos próximos anos vai estimular ainda mais o crescimento da indústria naval nacional. A expectativa da Petrobras é que, nos próximos sete anos, a produção atual de 2 milhões de barris, por dia, dobre.

“Não há como produzir isso sem construir plataformas, navios, equipamentos. Não há como produzir petróleo sem empregos qualificados. Portanto, estamos falando de uma indústria que tem futuro, que vai passar gerações e isso é muito importante porque queremos ser não só um grande produtor de petróleo e gás, mas também de navios, de plataformas, de equipamentos”, disse a presidenta.

Dilma ressaltou que a indústria naval passou de 2 mil para 54 mil trabalhadores nos últimos dez anos e agradeceu aos que fabricaram o navio “por mostrar que o Brasil pode, sim, construir um navio deste tamanho”. O Zumbi dos Palmares é a quinta embarcação entregue à Transpetro – subsidiária da Petrobras – produzida por meio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O navio tem 274 metros de comprimento e capacidade para transportar 1 milhão de barris de petróleo.

Cerimônia de início de operações do navio-petroleiro Zumbi dos Palmares - foto R Suckert Filho via Agência Brasil

Ao comentar a escolha do nome da embarcação, a presidenta disse que é uma homenagem a um dos heróis do Brasil. “Temos o nome, nesta embarcação, do Zumbi dos Palmares, que representa, sem dúvida, a luta contra a escravidão no país”, disse. Segundo Dilma, trata-se do reconhecimento da cultura negra como parte fundamental do que são os brasileiros, além de um sinal de repúdio à discriminação racial.

A presidenta* da Petrobras, Graça Foster, falou da necessidade de mais navios para transportar o petróleo produzido no país. “Nós vamos precisar de muito mais navios para buscar esse petróleo em alto-mar e é por isso que a demanda é grande e vai continuar grande por algumas décadas nesse país”.

Ainda na tarde de hoje, Dilma participa, ao lado do governador Eduardo Campos, da inauguração da Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana do Recife. Estádio oficial da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014 no estado, a Arena recebeu investimentos de R$ 532 milhões e tem capacidade para 46 mil torcedores.

Para marcar a inauguração, haverá um jogo festivo entre equipes formadas por operários que trabalharam na construção do estádio. Antes do início da Copa das Confederações – dia 15 de junho –, a Arena Pernambuco vai sediar outro evento que servirá como teste: uma partida entre o Náutico e o Sporting de Portugal na próxima quarta-feira (22).

Zumbi dos Palmares - foto 3 via Blog do Planalto

Promef e a indústria naval brasileira

O Promef, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), encomendou 49 embarcações a estaleiros nacionais, garantindo as bases para o ressurgimento da indústria naval brasileira. O programa também possibilitou a abertura de novos estaleiros e a modernização dos já existentes, criando oportunidades de trabalho para milhares de brasileiros e um novo polo naval no Nordeste.

Criado em 2004, o Promef segue três premissas: construir navios no Brasil, ter índice de no mínimo 65% de conteúdo nacional e atingir competitividade internacional. Com cerca de R$ 11 bilhões em investimentos, três novos estaleiros foram viabilizados devido às encomendas do Promef, que já capacitou mais de seis mil trabalhadores, apenas em Pernambuco, e gerou 54 mil empregos.

Zumbi dos Palmares - foto 2 via Blog do Planalto

FONTES e FOTOS: Agência Brasil (reportagem de Danilo Macedo) e Blog do Planalto

NOTA DO EDITOR: achávamos que a política de se usar o termo “presidenta” para tratamento, em órgãos oficiais como a Agência Brasil e outros, referia-se apenas à presidente Dilma Rousseff, mas ao que parece a iniciativa se aplica a todas as presidentes de organizações governamentais ou estatais.

Quanto à reportagem, há uma necessidade indicada de mais navios para transportar petróleo, com demanda crescente tanto para importação quanto para o transporte ao continente de nossa própria produção, e é bastante louvável que se busque, efetivamente, produzi-los no país, com índice de nacionalização crescente e, principalmente, com diretrizes para que isso seja atingido com competitividade internacional, como está citado entre as premissas do Promef no texto logo acima.

A busca de índices maiores de nacionalização, mais do que significar a geração de empregos, pode ajudar a dinamizar a produção de componentes pela indústria naval como um todo, com implicações positivas na manutenção dos navios e nos ganhos de escala resultantes. Deve-se, porém, ter sempre o fator competitividade em mente, pois tentativas passadas de nacionalização “a todo custo”, nas décadas de 1970 e 1980, muitas vezes não pesavam esse fator e prejudicavam tanto o custo final dos navios quanto a sua manutenção futura, e os componentes nacionalizados, mais caros e menos eficientes, eram logo trocados por importados, resultando em inúteis prejuízos.

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100 Responses to “Cerimônia de início das operações do navio-tanque Zumbi dos Palmares” Subscribe

  1. Marcos 20 de maio de 2013 at 18:12 #

    Depois da construção do primeiro e único navio torto na história mundial, o petroleiro de cabotagem que leva somente 60% de sua capacidade, agora esse dai: o Zumbi dos oceanos.

    Muito bom, tudo muito bonito, etc. e tal, cuja iniciativa apoio totalmente, mas não cabe a Petrobras ser entubada para garantir a gestação e o parto de navios cujo custo é três vezes o preço de mercado, porque que vai pagar a conta lá no final somos nós.

  2. Marcos 20 de maio de 2013 at 18:17 #

    Não existe o termo “Presidenta”.
    Isso ai é falta de escola, quando não de vergonha na cara. Faltou a turma toda tomar reguada na mão até aprender.
    A Presidenta, o Presidento.
    A jornalista, o jornalisto.
    Ao que parece, esculhambar com o país não é suficiente, é necessário esculhambar com o idioma também.

  3. Matuza 20 de maio de 2013 at 18:23 #

    Espero que consigamos sair do atraso tecnológico que nos colocamos, depois de sermos o 2o maior construtor naval na década de 70.

  4. MO 20 de maio de 2013 at 18:27 #

    E ai vai o segundo classe JC .. depois de longos anos … ahh desnecessario falar quweo tal de agencia brasil so bla bla bla, falar do ZB que eh bom nada … maas ele eh irmao do JC !

  5. 20 de maio de 2013 at 18:59 #

    Contraditório não? a Presidente Dilma privatiza os poços de petróleo entregando-os às petroleiras estrangeiras (com pequena participação da Petrobras) sendo esta, a única empresa que realmente encomenda navios e plataformas nacionais(muito acima do valor de mercado). Seria muita ingenuidade achar que as petroleiras estrangeiras pagariam 3 vezes o preço de uma embarcação so para “desenvolver a industria brasileira” as multinacionais querem simplesmente exportar petroleo in natura, não vão fazer refinarias aqui, pois claro que preferem pagar pelo oleo bruto do que ao combustivel refinado. “Ah mais foi arrecadado 2 bi com os leilões do petroleo” esse valor não da pra pagar a reforma de 2 estadios para a copa, sendo que o valor do petroleo que esta na costa brasileira e estimado em 2 Trilhões (fora o pre-sal) ou seja, vamos receber 2 bilhões por vender 2 Trilhões em petroleo(19 bilhões de barris segundo a ANP). Parabéns povo Brasileiro esta fazendo papel de bobo novamente.

  6. Eduardo Ramos 20 de maio de 2013 at 19:20 #

    olá a todos do poder naval alguem poderia me responder está pergunta ? em caso de guerra algum desses navios poderia ser armado
    com algum armamento organico quem saber talves para repelir algum tipo de corsario ou ate sabotadores em alto mar ou mesmo terroristas ou isso e perigoso para esse navio ter qualquer arma ,tratando-se de um petrolheiros com toneladas de petroleo e toda e qualquer proteção deve ser feitas por navios de escolta obrigado !

  7. MO 20 de maio de 2013 at 19:39 #

    Zé, apenas um detalhe NAO fazemos plataformas aqui estas tais plataformas sao VLCC´s convertidos em FPSO´s que do mesmo jeito o gringo faz quase tudo la fora e nós apenas finalizamos aqui (commao de obra estrangeira atuante, claro)

    as tais ‘plataformas’ sao na verdade FPSO´s …

  8. Dalva 20 de maio de 2013 at 20:25 #

    Meritório, contraditório ou não, de acordo com os pessimistas ou entendidos, penso que, de qualquer forma, há sim de ser um avanço em nosso país,com investimentos, capacitação de pessoas, empregos, novos estaleiros, capacidade de transporte e novas esperanças.

    A minha finalidade aqui, no entanto, é parabenizar o COMANDANTE CARLOS COSTA, pelo seu mérito e esforços, no sentido de acompanhar em parte,a construção desse “GIGANTE DO MAR”, com grande dedicação, experiência e conhecimento. Certamente,por isso, foi escalonado, para ser o COMANDANTE do ZUMBI DOS PALMARES.
    Uma honra e um orgulho para si e sua família.
    Parabéns comandante e, que Deus o guie e ilumine nessa nova empreitada! Muito merecida essa CONQUISTA.
    Dalva

  9. Raul 20 de maio de 2013 at 20:28 #

    A turma do FHC destrói a indústria naval e todo mundo aplaude. O PT entra no poder e todo mundo reclama que não temos uma indústria naval. Aí o PT restaura a indústria naval e todo mundo reclama… vai entender. Tudo é culpa do PT.

  10. marc 20 de maio de 2013 at 20:29 #

    Com tantos nomes Relevantes da nossa historia para nomear este navio:

    Saldanha da Gama
    Cunha Moreira
    Benjamin Constant
    Custodio de Mello
    Batista das Neves
    Barroso
    Alexandrino de Alencar
    Soares Dutra
    Barroso Pereira
    Maximiano da Fonseca
    Joaquim Marques Lisboa

    A nossa historia não esta mais sendo contada; esta sendo afundada…

  11. MO 20 de maio de 2013 at 21:11 #

    Marc, pra nt da petrobraas, ja que tudo repete, preferiria os nomes dos Candeias e Jacuipes = Cassarongongo, Agua Grande, Jacuípe, Quererá …

  12. MO 20 de maio de 2013 at 21:12 #

    Dalva, sem querer vc me deu uma info valiosissima o nome do primeiro CMT do ZP, o CLC Carlos Costa, muit, mas muito obrigado mesmo !!!

  13. Marcos 20 de maio de 2013 at 21:14 #

    Raul

    Vai estudar história, vai!!!

  14. MO 20 de maio de 2013 at 21:16 #

    Sim com armamento anti pessoal e antibarco (Pirataria e defesa de ponto) – leia-se pontos 50 e 7,62, mas nao espere muita coisa de um Suezmax em combate nao.

    Em navegação, apenas escoltado por escolta real mesmo

  15. MO 20 de maio de 2013 at 21:20 #

    Detalhe pra nao começar = o projeto é coreense, naum eh brazelero naum viu … montado aqui, nao projetado and desenvolvido and construído por locals ..

  16. L.D.K. 20 de maio de 2013 at 21:34 #

    Este vazo é inteiramente de projeto e fabrico nacional?

  17. Lorddarth 20 de maio de 2013 at 21:34 #

    “A precipitação destrói a legitimidade da crítica.”

    O termo “presidenta” está – sim! – registrado no vernáculo da Língua Portuguesa, embora não seja consagrado quanto ao uso popular. O termo jornalista é o famoso caso do ‘comum de dois’.

    Houaiss, Aurélio, Michaelis, dentre outros, registram o termo “presidenta”.

    Portanto é recomendável antes de se mandar bater com a régua nas mãos que não se leve uma surra do dicionário na cabeça…

    Sds a todos!

  18. Augusto 20 de maio de 2013 at 21:41 #

    Se o feminino de “presidente” é “presidenta”, então o masculino de “violonista” é “violonisto” e o de “pianista” é “pianisto”.

  19. MOSilva 20 de maio de 2013 at 22:01 #

    Olá.
    Caros foristas, usar o termo presidenta para designar “uma presidente mulher” está correto. Ou seja o pronome “presidente” tem flexão de gênero. E isso é exemplo de bom uso da língua portuguesa, ponto. Quanto ao aspecto político, não vou comentar.
    Acredito que o Brasil (e o brasileiros por tabela…) tem um certo “complexo de vira-latas” e tenta (para quebrar o tal “complexo”) ser “bom e autônomo” em tudo.
    Vale a pena projetar e construir (ou somente construir) grandes navios no país? Se eles forem competitivos (valor/custos + utilidade/benefícios) tanto no mercado externo quanto no interno, ai a resposta é fácil. Mas se tal postura for uma forma de “adiantar o processo” para que no futuro esses meios possam ser competitivos? Vale a pena ainda assim? Ai a resposta não é tão evidente…
    SDS.

  20. Beto 20 de maio de 2013 at 22:02 #

    O renascimento da industria naval está apenas começando a dar seus frutos, com desdobramentos inclusive para a marinha de defesa do País. Esse processo vai levar a qualificação de uma vasta mão de obra em vários setores. Só temos a ganhar com isso. Os “do contra” por qualquer coisa que não seja a “tchurma” deles que sempre governaram no passado é bem natural que procure pelo em ovo. Último porem: o Brasil é composto majoritariamente de afrodescendetes e mestiços, segundo o IBGE algo em torno de 67%, então “Zumbi dos Palmares” é um nome muitos sugestivo da representatividade cultural e espritual da população.

  21. MOSilva 20 de maio de 2013 at 22:32 #

    Olá.
    Pergunta: batizar o navio petroleiro (que transporta “ouro negro”) de Zumbi dos Palmares é uma homenagem ou uma “piada pronta”?
    Brincadeiras deixadas de lado, se o Brasil tem no seu projeto de desenvolvimento a retomada da construção naval nacional, deve começar a partir de projetos prontos e ir evoluindo. Mas alguém tem de “pagar a conta”.

    SDS.

    (P.S.: A idéia deste comentário não está vinculada a racismo ou qualquer outra forma de supressão de direitos ou dignidade pessoal/coletiva; é apenas uma forma de ironia que foge do politicamente correto, hoje massivamente imposto.)

  22. L.D.K. 20 de maio de 2013 at 22:34 #

    Eu fiz a pergunta, (Se o projeto e fabrico deste grande navio de transporte são inteiramente nacionais?) por um motivo simples, se for realmente um duplo SIM.
    Por que ao invés de comprar os FREMM, não começa-se logo a fabricação de um projeto que seja das necessidades da MB?
    Novamente, um muito obrigado por poder estar participando novamente do blog!

  23. Marcelo Alvez 20 de maio de 2013 at 22:43 #

    Nunca comento mas gostaria de expressar algo que percebo no blog:

    Quando os comentários são abertos nota-se um número crescente de mensagens de teor político com linguagem, argumentos e dados “empacotados”, muito semelhantes aos preparados e difundidos por equipe partidária (do PT) especialmente destinada às mídias e redes sociais, como já foi noticiado na imprensa ainda livre.
    Sera que tais comentaristas livremente reproduzem tal material ou até aqui profissionais dessa rede partidária já estão atuando?

  24. Nelson Lima 20 de maio de 2013 at 22:59 #

    Comentário aberto é igual a caminhão-caçamba da Comlurb!

  25. MOSilva 20 de maio de 2013 at 23:03 #

    Olá.

    Caro L.D.K., num mundo globalizado, praticamente nenhum projeto de grande porte (navios, aviões, infraestrutura civil, etc) de nenhum país é “inteiramente nacional”, salvo algumas grandes potências econômicas/tecnológicas.
    Creio que a pergunta seria: até que ponto vale a pena nacionalizar o projeto e construção dos meios que nos são necessários? A resposta dessa pergunta envolve dinheiro, vontade política, visão estratégica e um modelo de desenvolvimento estabelecido e consolidado. Vale a pena investir numa tecnologia que será perdida depois? Ou num projeto que não terá continuidade? O Brasil, de uma forma geral, tem uma visão (muito) imediatista. Não sei se ainda é reflexo dos tempos de inflação descontrolada, mas poucos pensam no longo prazo. E menos ainda se preparam para isso.
    Se for para “compar agora e usar agora”, melhor que venha de “prateleira” (algo já pronto e consolidado). Se for algo para o futuro, será que o produto está de acordo com o planejado?
    Perguntas como a sua não são nada óbvias.
    SDS.

  26. emerson 20 de maio de 2013 at 23:25 #

    Olá a todos.

    A retomada da industria naval deve ser pensada em um cenário mais amplo no qual o pré-sal não poderá ser ignorado. Foi uma pena o que ocorreu nas décadas de 80/90 quando vários setores consolidados foram desmontados, seja pela crise da dívida que reduziu a capacidade de investimento do Estado ou pela onda neoliberal que assolou o mundo a partir da queda do muro de Berlin.

    De qualquer modo, a retomada da industria naval deve passar por uma curva de aprendizado que no início exibe muitos erros que são corrigidos a cada nova etapa.

    Nos próximos anos, será necessário ampliar a frota de petroleiros. Ou serão construídos aqui ou importados. Melhor que sejam construídos aqui por representar movimentação de moeda nacional que implicará ganhos na economia local e grande impacto no PIB. Eventualmente, o preço poderá ser maior por causa da escala ou da curva de aprendizado, mas o benefício é evidente. Há um efeito multiplicador tremendo, desde as siderúrgicas, empresas de máquinas/equipamentos, além dos empregos indiretos na construção civil, serviços, etc.

    Não há porque imaginar que todos os equipamentos serão fabricados aqui, mas ao integrar os sistemas e equipamentos, agrega-se valor que gera riqueza, e principalmente, essa riqueza percola toda a cadeia de fornecedores diretos e indiretos.

    por enquanto são alguns navios, mas na próxima década serão centenas tanto substituindo os atuais quanto aqueles que servirão para ampliar a frota.

    é uma discussão mais estratégica do que ideológica.

  27. L.D.K. 20 de maio de 2013 at 23:27 #

    MOSilva obrigado por responder!
    Eu compreendo as suas observações e concordo que há fatores que são determinantes, mas em minha opinião de leigo, seria o momento de aproveitar para junto as necessidades da MB desenvolver algo visando um futuro, novamente muito obrigado!

  28. colombelli 20 de maio de 2013 at 23:32 #

    Estas encomendas tem a ver com o Pré-sal? Aquele que ainda não rende o anunciado e que talves nunca venha a render. Serão necessárias mesmo? E no futuro breve terão utilidade estes navios? Uma empresa que esta em franca queda, se descapitalizando deveria estar fazendo este tipo de investimento se o valor a pagar é bem maior que de mercado? Ou será que é so medida de marketing. Quem pagará por Isso? Existe perspectiva de sustentabilidade para este setor diante da concorrência da Coreia e da China?

    Marcelo Alvez: tens razão.

  29. Raul 20 de maio de 2013 at 23:34 #

    Marcos, eu já estudei a história do Brasil, e vc? Não adianta estudar história querendo enxergar o lado q vc quer acreditar, seja direita ou esquerda…

    Não sou petista, mas não venha dizer que foi o PT que criou tudo de ruim e destruiu tudo de bom neste país. Isso é ser extremamente parcial e infantil.

  30. emerson 20 de maio de 2013 at 23:56 #

    Olá Colombelli,

    O pré-sal é real e a despeito das dificuldades tecnológicas, muitos grupos de pesquisa estão envolvidos nesse desafio. Já são mais de 5 anos desde o anúncio das primeiras reservas comprovadas, e serão ainda necessários outra década para que a produção chegue à escala das reservas tradicionais. Novamente, não há espaço para discussão ideológica ou partidária.

    A propósito, segue um link sobre esse tema

    http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-brasil-sera-um-petro-estado

    Um grande abraço

  31. athalyba 21 de maio de 2013 at 1:09 #

    Qual teria sido o estaleiro que o construiu ? Projeto 100% nacional ?

  32. athalyba 21 de maio de 2013 at 1:42 #

    Perdão pela preguiça: 3 minutos a mais de pesquisa e as respostas vieram:

    Estaleiro Atlântico Sul. Sim.

    Seria muito interessante se soubéssemos quais as melhorias em relação ao anterior em termos de prazo e processos produtivos. Até o porque o anterior foi um fiasco (rs)

    O próximo suezmax da linha será chamado “Dragão do Mar”, homenagem ao cearense Francisco José do Nascimento, o Chico da Matilde, que liderou, em 1881, uma greve de jangadeiros contra o transporte de escravos e ficou conhecido com esse nome. Não tem data de entrega prevista e/ou publicada. Devem ter mais uns 20 da categoria para entregar, além de sondas e navios sonda…

    É isso !

  33. Diego Képler 21 de maio de 2013 at 2:58 #

    Precisamos de fragatas nacionais modernas, por que ao invés de ter comprado aqueles navios de superfície APA com armamentos leves, não se investiu na fabricação de fragatas? Com uma lancha a marinha faz o papel desses navios leves e gasta muito menos, foi um mal negócio. Fragatas derrubam aviões e abatem submarinos. Afinal até quando a marinha será guarda costeira? Um país que se prese deve ter ao menos os FXs no ar e as fragatas espalhadas no mar. Vlw pela abertura dos comentários, devia ser tudo aberto seus sites iriam ficar mais popular e venderia mais revistas.

  34. BOB JOE GUITAR 21 de maio de 2013 at 5:14 #

    áureos tempos do lloyd brasileiro, docenave, aliança e outras companhias de navegação brasileiras.

  35. Jeca Tatu 21 de maio de 2013 at 6:14 #

    “Marcos disse:
    20 de maio de 2013 às 18:17

    Não existe o termo “Presidenta”.”

    tipico destes “ex” militantes de esquerda….não são mais “revolucionarios” mas o padrão comportamental totalitario e ditador ainda é o de sempre…vide algumas leis estupidas como aquela da tv paga que obriga os canais a fazerem alguma coisa de conteudo nacional….. e aquele caso asqueroso onde 1 politico destes partidos de esquerda tentou barra/impedir a exibição de um filme de comedia nos cinemas porque não gostou do conteudo…porque achou ofensivo na visão dele…….o cidadão achava que o filme era infantil mas descobriu na hora que era adulto….não gostou/se irritou….e por conta disso tentou fazer o que tentou…rs…

  36. Jeca Tatu 21 de maio de 2013 at 6:31 #

    “Raul disse:
    20 de maio de 2013 às 20:28″

    Fazer o que? O Brasil é um país em que a população só se mobiliza para ver o final da novela da Globo…rs…

    Os 10 assuntos mais comentados no Facebook em 2012

    O Facebook divulgou a lista com os assuntos mais comentados na rede social em 2012. Segue o Top 10:

    1-Avenida Brasil

    2-Corinthians

    3-Carnaval

    4-Eleição 2012

    5-Hebe Camargo

    6-Arthur Zanetti

    7-Copa do Mundo

    8-Lionel Messi

    9-Big Brother Brasil (BBB)

    10-Anderson Silva

    Fonte: Facebook

  37. FRL 21 de maio de 2013 at 7:39 #

    Oi Gente, bom dia. Entre os acertos e os desacertos, acredito que produzir qualquer coisa, em especial máquinas de altíssimo valor agregado – categoria na qual inseridos os navios -, em nosso país é um objetivo a ser perseguido. Ainda que haja percalços, a série de benefícios, muitos dos quais já discorridos acima, justificam a empreitada. Ou preferem que o país seja um eterno fornecedor de commodities, de toneladas de minério de ferro…

  38. FRL 21 de maio de 2013 at 7:48 #

    Continuando… De toneladas de ferro a preços baixos e importador de máquinas por altos valores? Que continue a movimentar as economias de outros países e a manter a nossa limitada ao campo?
    Essa demanda de equipamentos é uma oportunidade que não se deve deixar escapar para incentivar uma importante indústria renascente, que tem o potencial de desenvolver tecnologia, de gerar empregos qualificados aqui, de contribuir para a redução da dependência externa, inclusive de fornecer melhores meios, no futuro, à própria MB, e de recolher tributos. Enfim, é algo que não se pode desprezar.

  39. Lorddarth 21 de maio de 2013 at 7:53 #

    Comentário dirigido aos críticos do período de abertura do blogue:

    Eu não faço parte de nenhum partido político e muito menos apoio o PT.

    Agora dizer que ‘comentário aberto é isso ou aquilo’ é no mínimo um argumento muito simplista e até mesmo preconceituoso.

    Os editores têm somente duas opções, com suas respectivas consequências, mas FECHAR não garante a qualidade de nada porque a questão econômica não tem capacidade de FILTRAR a questão partidária, tampouco a qualidade intelectual dos argumentos nos comentários.

    O blogue tem interesse de atrair o maior número possível de leitores. Será tão difícil assim enxergar esse ponto de vista?

    Já li comentários absurdos (quanto a argumentação) TAMBÉM de quem PAGA para comentar.
    Tem gente que PAGA e também não sabe escrever…

    A questão é haver mais trabalho ao se ABRIR o espaço.

    Ou aqueles que são contra o ‘período de ABERTURA’ querem um “clube do bolinha” totalmente idealizado, marchando em uníssono? Sugiro a esses que façam um abaixo-assinado para implementação de uma senha impedindo também a leitura.

    Simples!

  40. maurico matos 21 de maio de 2013 at 8:40 #

    Tem que lembrar a presidenta da petrobas que precissamos também é de mais refinarias . Nós exportamos o petróleo cru e importamos ele já refinado por falta de mais refinarias em vez de exportamos o petróleo cru poderíamos exportalo já refinado

  41. FRL 21 de maio de 2013 at 8:47 #

    Maurício Matos, bom dia.

    Totalmente de acordo com o seu último comentário. Salvo engano, parece que, ainda que em passo de tartaruga, algumas iniciativas desse gênero (construção de refinarias) estão em curso, mas não saberia dizer em que pé estão. Aliás, se alguém souber, seria interessante partilhar isso – com a indicação da fonte, link de internet, se possível – para incrementar a discussão.

  42. LC 21 de maio de 2013 at 8:57 #

    Ai que sono!
    Creio eu, apesar das pérolas que, vez ou outra, maltratam a língua portuguélica, principalmente quando os comentários são abertos; não ser este o espaço adequado para este tipo de discussão.
    Também acho presidenta um termo ridículo. Quando a mesma estudava, era estudante ou estudanta?
    Ao menos de minha parte, para dirimir a dúvida discutida pelos colegas, adotei o termo “presidANTA”.
    Sds.

  43. Jean 21 de maio de 2013 at 9:42 #

    Sem ideologia ou puxasaquismo, mas fato é que precisamos de uma indústria no setor.

    O problema é que quem paga a conta de tudo acaba sendo o brasileiro e, não justificaria pagar um valor 03 vezes mais caro num fabricado nacionalmente se conseguimos o mesmo navio fabricado fora por valores mais baixos e com a mesma tecnologia.

    Falta, de fato, controle do que se gasta para tudo no nosso Brasil.

  44. Eneas 21 de maio de 2013 at 10:03 #

    Senhores, a ressaca esta chegando, toda farra irresponsável tem suas consequências. O estado foi tomado de assalto por incompetentes, a petrobras esta afundando, a Caveirão se vira nos trinta para estancar a sangria causada pelos cupanheiros e impedir que os acionistas percebam que o caso é de amputação. O pré-sal foi uma peça de marketing eleitoral, quem tem notícias daquela estatal (Petrosal) criada para controlar estes supostas reservas? A verdade é que voltamos no tempo, regredimos, passamos por um curto período tecnocrata e agora voltamos ao velho populismo cucaracha latino-americano. Enquanto isso os países andinos abrem suas portas par o comércio mundial, dezenas de acordos comerciais, e nós cada vez mais protecionistas, crendo numa fórmula velha e sabidamente fracassada utilizada nos tempos de Brasil potência, subsidiando e protegendo os “campeões” da industria nacional (incluindo estes que fazem os navios que não navegam). Nessa toada voltaremos à reserva de mercado com a desculpa de proteger o emprego, a única coisa que ainda salva este governo da desgraça junto ao povão.

  45. Castro 21 de maio de 2013 at 10:35 #

    Srs, uma colega me relatou o seguinte caso:
    - O tio deste colega tem uma empresa que fornece um determinado equipamento para a Petrobras, esta de vento em popa o negocio, a petrobras tem uma carteira de pedido de muito longo prazo.
    - Porem, segundo este colega, tem uma tal de valvula que a china vende para o brasil com o custo menor que o material utilizado para o fabrico desta mesma peça aqui no brasil, porem sabe-se que é impossivel a a china vender a este preço.
    - Como se faz isso, segundo esta fonte, o governo chines tem interesse em desenvolver a tecnologia, desta forma o goveno chines banca a diferença somente para que ganhe mercado e a tecnologia seja melhorada e num futuro, esta manufatura torne-se conhecida e aficiente.

  46. Augusto 21 de maio de 2013 at 10:40 #

    LC disse:
    21 de maio de 2013 às 8:57

    De fato, se o feminino de “presidente” é “presidenta”, o de “estudante” só pode ser “estudanta”.

    A presidanta quer mudar a língua portuguesa por decreto e ainda tem quem se submeta a isso.

  47. Alberto 21 de maio de 2013 at 10:42 #

    O projeto do navio é inteiramente coreano.

  48. Castro 21 de maio de 2013 at 10:55 #

    Pesquisa no aurelio:
    Significado de Presidenta
    s.f. Mulher que exerce função de presidente.

    Significado de Estudante (Caro LC, não existe o temo estudanta, mas concordo com vc, Acho exagero tantas reclamações equivocadas quanto ao termo, tanto acho exagero a importancia dada tanto faz, que diferença isso faz?)
    s.m. e s.f. Pessoa que estuda, que freqüenta qualquer estabelecimento de ensino; aluno, discípulo, escolar.

    Caro Augusto, este é o problema de nos Brasileiros, temos que reclamar, não importa do que seja, vc conhece mesmo a nossa lingua?

    Significado de Jornalista (Caro Marcos, não existe o temo Jornalisto)
    s.m. e s.f. Pessoa que trabalha ou escreve em órgão da imprensa periódica (jornal etc.).

    http://www.dicionariodoaurelio.com/

  49. MO 21 de maio de 2013 at 11:04 #

    ahhh ‘a gente acabamos de criar’ … coisinha redecula este presidenta = MO = Marcelo ‘Ostro’ … kkkkkkk

  50. MO 21 de maio de 2013 at 11:05 #

    ja tinha falado que era coreense

  51. Marcos 21 de maio de 2013 at 11:12 #

    Lorddarth

    No dicionário cabe tudo, inclusive aquilo que está em desacordo com o idioma. Pode bater com o dicionário na sua cabeça o quanto quiser.

  52. MO 21 de maio de 2013 at 11:13 #

    ao menos estes ai teinham na somatoria mais navios entre navegando, construção e afins .. sim eterna saudade mesmo !!!

  53. MO 21 de maio de 2013 at 11:15 #

    Athalyba, é serio isso, será este o nome memso do proximo classe JC ? .. powtiz .. ta avacalhado mesmo isso eh nome de escuna …

  54. MO 21 de maio de 2013 at 11:16 #

    ja tinha falado o projeto la em baixo …

  55. MO 21 de maio de 2013 at 11:18 #

    kkkkkk

  56. MO 21 de maio de 2013 at 11:20 #

    LDK, quase todos os navios deste ‘novo periodo’ de construção naval sao projetos estrangeiros fabricados aqui sob licensa, na navegaçao deapoio off shore é praticamente 100 % tudo gringo, inclusive a propriedade, mesmo o navio arvorando banderia brasileira …

  57. MO 21 de maio de 2013 at 11:21 #

    MO S nos anais da Transpetro, digo de quem eh da casa estes nomes são piadas, são impostos mesmo …

    Minha opinião pessoal = nada a ver nome fora mesmo …

  58. MO 21 de maio de 2013 at 11:25 #

    MO Silva so um detalhe a nivel de navios mercantes = nao fabricamos (leia-se projetamos), não construimos e nao tbm encomendado fora os navios top, bastasa ver todos ST DP da petrobras (Afretados, nenhum proprio) sao de fora, feitos e as vezes até tripulados por brasileiros, full crew, mas TODOS de bandeira e propriedade estrangeira

  59. Marcos 21 de maio de 2013 at 11:26 #

    Quanto ao navio: é coreano. Dos vinte encomendados, apenas oito serão coreanos. Os restantes ainda estão indefinidos, já que os coreanos viram alguma coisa que não gostaram e deram no pé.
    Os coreanos produzem os navios por US$ 60 milhões a unidade. Produzidos aqui custam US$ 150 milhões.
    A Embraer projeta, fabrica e vende os aviões por preço de mercado. Já esse estaleiro não projeta nada.

    Quanto as refinarias: a Abreu e Lima deveria custar US$ 2,5 bilhões, mas já gastaram US$ 25 bilhões e não ficou pronta. Mais: para trabalhar a 100% de sua capacidade vai precisar importar óleo da Venezuela, porque parte dos equipamentos adquiridos só servem para aquele óleo especifico. Há uma outra refinaria em construção no Rio, mas está parada. Esqueceram de levar em consideração a logística de transporte de equipamentos até o local. A estrada não comporta nem em peso nem em volume o material a ser transportado. O equipamento todo já foi adquirido e está no porto do Rio aguardando alguma solução. E a solução é construir um porto junto à refinaria com o fim especifico de desembarcar os equipamentos.

  60. Zorann 21 de maio de 2013 at 11:30 #

    Eu tenho vergonha!!

    É muita palhaçada obrigar a Petrobrás a ter que comprar navios de qualidade duvidosa e que alem disso custam muito mais caro do que custariam no exterior.

    E para isso não há segredo. Os impostos são muito altos, os direitos trabalhistas são exagerados, a qualidade do profissional brasileiro (via de regra) de qualquer área é sempre duvidosa. Afinal somos um povo mal educado, mal informado, preguiçoso e desinteressado (oque muitos chamam de povo pacífico). Além disto tudo, ainda temos a Petrobrás, uma empresa “publico-privada” (mas quem manda, como acionista majoritário, é o governo) que tem que desviar dinheiro, afinal tudo que é do governo tem irregularidades.

    Eu sou a favor da privatização da Petrobras e do fim do controle do preço dos combustíveis. Não tem cabimento os preços dos derivados de petróleo serem controlados para tentar manter a inflação sobre controle. Todos temos que pagar o preço de mercado e não preços inferiores aos praticados internacionalmente.

    O governo tem sim é que fazer sua parte. Reduzir seus gastos, reduzir seu tamnaho demitindo milhões de funcionários e assim controlar seu deficit, diminuir a dívida interna e reduzirmos a inflação.

    Obrigar a Petrobras a comprar porcaria é ridículo.

    OBS: O nome do navio também é horrível.

  61. MO 21 de maio de 2013 at 11:30 #

    alias isso de ser corense basta olhar para ele, quem gosta (AND) acompanha os ‘gordos’ da mercante sabe a que me refiro (design, aparencia, estilo)

  62. emerson 21 de maio de 2013 at 11:34 #

    Talvez seja o caso de se criar um novo blog…. poder-dicionário, e de trilogia para pentologia com os novos blogs poder-politica e poder-dicionário.

    Sobre o pré-sal, não há muito o que contestar. Há uma reserva gigante de óleo lá e alguém terá que desenvolver a tecnologia para explora-lo.. nós ou eles. Se formos nós, teremos que gastar agora para recuperar ao longo dos próximos 50 anos.. se forem eles, teremos que pagar royaltes por ela. Esta mesma análise se aplica à industria naval e de equipamentos. Alguém terá que fabricar as peças e monta-las, mas não se pode esquecer que a diferença entre uma chapa de aço e o casco naval feito com ela significa valor agregado e geração de riqueza.

    Ao se adquirir um equipamento pronto, você assegura apenas que irá prestar o serviço com ele, por outro lado, a existência de uma industria que integre os componentes, alguns nacionais e outros importados, como faz a Embraer, garante um tremendo saldo; A propósito, a Embraer assinou um contrato de 17 bilhões de reais para 200 aviões. Natural que apenas parte desse faturamento é lucro… mas é o resultado da capacidade da empresa de integrar componentes.

    Talvez fosse o caso de perguntar ao Ozires quais eram as críticas à Embraer quando produzia o Bandeirantes e fabricava sob licença o AT26;

  63. MO 21 de maio de 2013 at 11:52 #

    a noticia do aviaozinhum eh 1,7 bi ,nao 17, deve ter eventualmente nao digitado a virgula/ponto, quanto os navios = tamos ai 1o PCN, 2o PCN, e sgora = so tranquera … nao desenvolvemos, nos pcn´s so quantidade, nada de qualidade … e por ai vai, o que agregamos, apenas perdemos o pouco que sabiamos = nao me aagrado, nao gosto disto, mas … agora, de quem eh a culpa disto tudo … ai que vai quilometros de descritivos …

  64. MO 21 de maio de 2013 at 11:53 #

    Zor, custam mais caro e feitos no quadruplo do tempo de um coreense na coreia … tem isso tbm …

  65. MO 21 de maio de 2013 at 12:07 #

    Alias uma duvida interessante e uma mancada do texto original = Inicio das operações do ZP ? Saiu em lastro para onde, carregar para onde ??

    Desnecessario dizeer que a Delma nao batizou piciroca nenhuma, isso foi feito no lançamernto do navio pela madrinha, cujo nome ta anotado em algum caderno de anotações minhas aqui em casa

    No texto dos manes so faltou a escalação do Nautico … mas do navio que eh bom mesmo …
    \Aquele negocio que bato, o nivel de infos/noticias qdo o assunto eh naval/maritimo … pode ver tem de tudo, mesmo sobre o navioo e o fato e os ocments trocentos sobre nada a ver com o navio ….

  66. Carlos Miguez 21 de maio de 2013 at 12:14 #

    A falta de educação formal básica da PresidenTa não se materializa somente na sua insistência em “populizar” nome de seu cargo; mesmo ao arrepio da língua Pátria.
    É explícita sua falta de conhecimento histórico quando diz:

    “Temos o nome, nesta embarcação, do Zumbi dos Palmares, que representa, sem dúvida, a luta contra a escravidão no país”

    Este “zumbí” era dono de mais de 600 escravos…

  67. Nelson Lima 21 de maio de 2013 at 12:29 #

    Carlos Miguez,
    Informe quais são suas fontes> E pela regras da ABNT, por favor!

  68. Alberto 21 de maio de 2013 at 14:36 #

    Sr(a)s editores,
    Como sugestão, por favor, abram os comentários somente para os desafios da trilogia. Quando os comentários estão abertos, tenho o desprazer de ler todo o tipo de lixo “off topic” associada a esta infantil polarização “esquerda” e “direita” que assola o nosso pais.

  69. Space Jockey 21 de maio de 2013 at 14:56 #

    Tem muita gente discutindo aqui sobre o feminino de Presidente, uns desconhecem as normas gramaticais, outros tem maior senso crítico, e outros, como a PresidAnta, que nunca irá se livrar das Trevas da Ignorancia, leram apenas alguns trechos das normas da lingua culta:

    o que acontece é o seguinte: muitas regras gramaticais são flexiveis,principalmente as de concordancia, podendo ser empregada mais de uma opção, ambas corretas. Porem,(o que a Estela não leu) é que “muitas vezes a escolha desta ou daquela forma de concordancia(e outras classes gramaticais) é facultativa, porem, devem se sujeitar aos principios da eufonia e do bom gosto” -Domingos Paschoal Cegalla/Novissima gramatica da lingua portuguesa.

    Eufonia –
    Eu = verdadeiro/bonito
    Phonia= Som/fala

    Acontece que o termo “presidentA” É ridículo ao ouvir, apesar de ser aceito como a forma feminina de presidente.

    Foi isso que aquela imbecil e seus lacaios que nunca terminaram um curso superior nao entenderam, pois só leram trechos esparsos da Gramática e nunca se aprofundaram nela. Fizeram igual aos cursos em que se matricularam: nunca concluiram pois tinham q trabalhar na politicagem.

  70. MO 21 de maio de 2013 at 15:31 #

    ja que o assunto eh portugues rss, vamos falar de ‘gordos’ – http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/mv-rm-power-v7ft9-turnaround-25-27092011.html

  71. MO 21 de maio de 2013 at 15:37 #

    Ah e se acresentar algo sobre construção do navio o MCP dele eh coreense, feito la sob licensa: Doosan Engine Co Ltd. – Man-B&W de 6cy tipo 6S770ME-c de 25/370 bhp x 91 rpm- um eixo ; um hélice de passo fixo – veloc cruzeiro 15 nós

    Se eh que possa interessar o pessoal desinteressado no tema central do post…

  72. Soyuz 21 de maio de 2013 at 15:47 #

    Uma pergunta leiga.

    É pergunta mesmo, porque não entendo nada de industria naval.

    Qual foi o modelo politico industrial quer permitiu à Coréia do Sul ter a relevância que tem na industria naval mundial?

    Não houve também na Noruega no inicio da exploração de petróleo naquela nação regras de conteúdo nacional?

  73. Bras Brasil 21 de maio de 2013 at 15:50 #

    Para entender porque o Brasil é como é, sugiro uma passada na página Bras Brasil no Facebook.
    Uma visita aos álbuns de fotos é ver o Brasil de ontem e de hoje.
    Só não mostramos o Brasil de amanhã, porque isto cabe a todos nós hoje.

  74. Carlos Miguez 21 de maio de 2013 at 15:51 #

    Uma pequena pesquisa no Google: zumbi senhor de escravos, é suficiente para uma outra visão da versão oficial atualmente em vigor.
    Caso queira aprofundar-se:
    Simão De Miranda Editora PAPIRUS ISBN: 8530807723
    Landmann, Jorge – Tróia Negra – Mandarim ISBN 8535400931
    Libby, Douglas Cole e Furtado, Júnia Ferreira – Trabalho livre, trabalho escravo: Brasil e Europa, séculos XVIII e XIX Annablume ISBN 8574196274

  75. MO 21 de maio de 2013 at 16:00 #

    aprimoramento EK, eles atropelaram os japoneses, particularmente acho os navios coreenses melhor construidos, em muio mais cofortaveis que os japas e tbm eles tem uma boa quantidade de estaleiros, a Noruega por exemplo nao havia estaleiros de demanda de construção proporcional aos numeros coreenses e japas

  76. Jeca Tatu 21 de maio de 2013 at 16:01 #

    Alias o nome dado a muamba é bem a cara desta gente desse governo…..O dito cujo zumbi possuia varios escravos como bem lembrado aqui….alem claro de ser um verdadeiro tirano e opressor(a tal da Chica da Silva mesma coisa)…perfil este(“libertador”/”revolucionario”/totalitario/tirano/opressor/ditador) idêntico e tipico destes militantes de “esquerda” deste pais b$%¨@#$%…

    Porcos no poder….Não alimente os porcos….

  77. Marcos 21 de maio de 2013 at 16:36 #

    Nós já temos um modelo que deu certo e que deveria ser usado como referência: Embraer. Primeiro criaram um Instituto de Pesquisas, depois um protótipo, depois uma empresa e o resto todos conhecem.

    Então, primeiro deveriam ter criado uma Faculdade de Engenharia Naval referência, sem esse negócio de cotas. Depois, através de empresas existentes, financiar o desenvolvimento de um navio protótipo e, por fim, a preço de mercado, efetuar encomendas no mercado interno para bancar a redução de preços por unidade produzida.

    Mas não. Primeiro apareceu um grupo de empreiteiras, sem nenhum expertise na área naval. Dai contrataram uma empresa estrangeira, que depois caiu fora, para fabricar aqui um modelo que eles produzem lá fora. Montaram um estaleiro em lugar nenhum e contrataram mão de obra sem qualificação. Conseguiram um contrato com uma estatal para entregar navios com preço três vezes o preço de mercado. Para completar: não, não há impostos inclusos nessa balela toda, porque é tudo isento de impostos.

  78. Soyuz 21 de maio de 2013 at 17:12 #

    Entendi Sepol e Marcos os pontos de vistas.

    Refletindo melhor sobre o tema, concordo com vocês.

    Não dá para criar industria naval por decreto e colocar gente que não tem know-how para tocar a empreitada.

  79. gayneth 21 de maio de 2013 at 18:48 #

    Gente, se esse não voltar para reparos é porque já aprendemos alguma coisa. Navega navio, navega………….

  80. Nelson Lima 21 de maio de 2013 at 20:36 #

    Carlos Miguez,
    Tróia negra já é um título ridículo que compara duas realidades totalemnete diferentes. A escravidão na antiguidade, se for do mesmo tipo da escravidão africana, é totalmente oposta à escravidão mercatilista que visava a acumulação primitiva de capital das métropoles européia. escravo como prisioneiro de guerra, portanto, não é uma invenção africano ou quilomba e sim, européia: Roma, Grécia e Egito. Ficamos no zero a zero, e Zumbi tem o mesmo direito de ser homenageado que Júlio César!

  81. colombelli 21 de maio de 2013 at 21:31 #

    Emerson, ai que esta a questão. A reserva do pré sal esta a 7300 metros de profundide em média, dos quais 4000 são de mar, e se um dia for economicamente viável, este dia será daqui a 10 anos, pelo menos. Mas ela foi anunciada por aquele sujeito demagogo que esteve na presidência como algo que era imediato, ou a curto prazo, e como se fosse algo certo a sua exploração econômica, o que não ocorre. Talvez daqui a 15 anos o petróleo ja não tenha, aliás, a importãncia que tem hoje. Há hoje pesquisas até de plastico produzido com origem vegetal e os carros elétricos estão chegando ( felizmente). Será correto estar desde ja investindo em petroleiros que custam 3 vezes mais que o preço de mercado para algo ainda incerto? Como bem dito acima, indústria não se cria com decreto. Não se produz artificialmente um mercado a partir de sazonalidades.

    Ainda, a Petrobras faz direto propagandas de investimento etc. como se nada estivesse ocorrendo com suas finanças. Quer esconder a realidade da enorme descapitaliação que teve com as perdas, tanto que o combustível esta ano ja foi aumentado por conta disso. Detectaram que isso conspirava contra a imagem do GF e começaram uma campanha de marketing. Não se trata de discutir edeologias, trata-se de discutir fatos, e é fato que a Petrobras esta passando grandes dificuldades e não esta sendo bem administrada.

  82. L.D.K. 22 de maio de 2013 at 1:24 #

    MO disse:
    21 de maio de 2013 às 11:20
    LDK, quase todos os navios deste ‘novo periodo’ de construção naval sao projetos estrangeiros fabricados aqui sob licensa, na navegaçao deapoio off shore é praticamente 100 % tudo gringo, inclusive a propriedade, mesmo o navio arvorando banderia brasileira …

    MO desculpe a demora, mas muito obrigado!

  83. Vader 22 de maio de 2013 at 14:54 #

    Alguém pode me explicar porque meus comentários não estão sendo publicados aqui no Naval?

  84. Vader 22 de maio de 2013 at 14:56 #

    Vou tentar de novo:

    Chamar isso aí de Zumbi dos Palmares é o lado cômico do PeTralhismo…

    Aliás, o fato de os ditos “movimentos sociais” pertencentes ao PeTralhismo homenagearem um cidadão que era um dos maiores senhores de escravos do Brasil a seu tempo é, digamos assim, curioso, para dizer o mínimo…

    No que toca ao termo presidentA, sua adoção pelo discurso oficial é só um misto de arrogância xulé com revisionismo chinfrim e com uma burrice boçal.

    Coisa de gente rastaqüera, que precisa ser “diferente” para aparecer. Bem coisa de PeTralha mesmo…

    Quanto à matéria em si, a saga do saque do Brasil pela Petrossauro prossegue.

    O tal pré-sal é o novo “DOE OURO PELO BRASIL” (pesquisem para saber o que foi isso, e onde foi parar todo o ouro doado para manter o lastro da moeda): o povo, através de uma das gasolinas mais caras e mais batizadas do mundo, paga a conta da Petrobrás, que com a grana desvia dinheiro pras empreiteiras dos cumpanheiros, pros estaleiros incompetentes, pra refinarias do cumpanheiro Chavez, pra Cuba, pros ditadores da África subsaariana, etc.

    Ou seja: simplesmente EXTORSÃO praticada contra todo um povo.

    Se esse país fosse só um tiquinho sério, e não a república bananeira (e de bananas) que é, essa empresa teria sido privatizada ONTEM.

    E mais ainda: na tentativa de manter a inflação sob controle, dado que os gênios do governo federal não têm a mais vaga idéia do que fazer com a inflação cada vez mais galopante, o preço da gasolina subvalorizada no mercado interno acaba arrebentando com as contas da Petrobrás, afugentando os investidores e espantando seus acionistas, o que acaba invariavelmente derrubando o preço das ações e, em suma, descapitalizando tenebrosamente a empresa.

    E o pior não é isso: a falácia, a mentira, o engôdo, a lenda, a salafrarice em torno desse tal pré-sal é tão grande, que estaremos investindo centenas de bilhões de dólares num negócio que vai dar em NADA, na medida em que a maior nação compradora de óleo do mundo está se tornando auto-suficiente em 2020, e as maiores economias do globo estão mudando suas matrizes energéticas.

    Se o óleo cru cair a menos de US$ 100 dólares o barril o tal petróleo do pré-sal se tornará mais caro de extrair do que de vender, ou seja: tomaremos prejuízo.

    Senhores: o petróleo da camada pré-sal foi descoberto ainda no Regime Militar! Não havia tecnologia para explorá-lo mas, além de tudo, os militares sabiam muito bem que, ainda que tal tecnologia existisse, os custos da exploração continuariam sendo de tal modo proibitivos, que não compensaria explorar tais reservas.

    Aliás, diga-se lateralmente que petróleo em camadas pré-sal existe pelo mundo todo! Só que ninguém até hoje foi TROUXA o suficiente para gastar os tubos e mais um pouco explorando algo que vai dar uma margem de lucro tão ínfima.

    Senhores: meio trilhão de reais (na melhor estimativa) é de longe o maior ASSALTO ao contribuinte brasileiro na história do país (nunca dantef…).

    Estamos sendo SAQUEADOS pela Petrossauro dos cumpanheiro e empreiteiras coligadas. O cara que inventou que se exploraria comercialmente esse óleo caríssimo e de baixíssimo rendimento deveria estar preso! Ou no manicômio!

    A verdade é essa e só não enxerga quem não quer:

    Ou o Brasil acaba com a Petrobrás, ou a Petrobrás acaba com o Brasil.

    Não há mais outra saída.

  85. Galante 22 de maio de 2013 at 15:09 #

    Vader, seus comentários foram fisgados pelo anti-SPAM.

  86. Vader 22 de maio de 2013 at 15:21 #

    Mestre, grato pela “liberation”. ;)

  87. F-5 22 de maio de 2013 at 17:53 #

    Este singelo professor de português que escreve estas singelas linhas aqui, confirma as duas formas:

    “presidente” ou “presidenta”!

    Segue um link para esclarecer.

    Abraços.

    http://www.brasilescola.com/gramatica/dilma-rousseffpresidente-ou-presidenta-brasil.htm

  88. Fernando "Nunão" De Martini 22 de maio de 2013 at 19:37 #

    F-5,

    A nota do editor, pelo jeito, levou a interpretações equivocadas.

    Ela não questiona o fato do termo ser correto ou não, pois já de muito se sabe que ambas as formas são aceitas na gramática.

    A nota apenas sugere a reflexão sobre um desejo inicialmente pessoal tornar-se com o tempo uma diretiva para tratamento da mandatária do cargo em comunicações oficiais e, posteriormente, tornar-se uma lei (embora voltada para diplomas etc em seu princípio) a ser seguida, refletindo também no fato de textos escritos por órgãos ligados ao governo trazer outras presidentas (caso da Petrobras).

    Para entender como o princípio e o fim do caminho seguido (não achei numa pesquisa rápida os links das diretivas que existiram do meio do caminho), seguem dois links oficiais, saindo da sugestão ou escolha à obrigação:

    http://www.brasil.gov.br/transicao-governo/a-presidente/uso-da-palavra-presidenta

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12605.htm

    Deixo claro que nessa reflexão não há qualquer preconceito de gênero de minha parte ou preciosismo relacionado à língua. É apenas um convite à reflexão sobre como se formam leis para determinados fins.

    Porém, essa foi apenas uma divagação / reflexão de importância menor no todo da nota, que logo em seguida segue para seu foco, dado até pela maior quantidade de linhas dedicadas ao tema, que é a reflexão sobre a construção naval e índice de nacionalização de componentes.

    Saudações!

  89. F-5 22 de maio de 2013 at 20:41 #

    Sem problemas Nunão!!!

    Toda vez que entra um governo mudam determinadas diretrizes.
    Em sala de aula tive que explicar diversas vezes que é correto etc, etc…
    O importante realmente, indiferente do nome do navio, é o lançamento deste, mesmo ainda sendo com tecnologia importada.
    Para quem acompanhou a localização do porto do Suape e da ilha onde o EAS fica localizado, é entranho ver uma ilha de pescadores ser agora um grande estaleiro.

    Nunão, achou os Sukhois??? risos

    abraços

  90. Vader 22 de maio de 2013 at 21:07 #

    Fernando “Nunão” De Martini disse:
    22 de maio de 2013 às 19:37

    “A nota apenas sugere a reflexão sobre um desejo inicialmente pessoal tornar-se com o tempo uma diretiva para tratamento da mandatária do cargo em comunicações oficiais e, posteriormente, tornar-se uma lei (embora voltada para diplomas etc em seu princípio) a ser seguida, refletindo também no fato de textos escritos por órgãos ligados ao governo trazer outras presidentas (caso da Petrobras).”

    Isso aí Nunão, só reflete o puxa-saquismo desvairado e desbragado de vagabundos empoleirados em cargos oficiais que não tem mais o que fazer a não ser puxar o saco de quem está no “pudê” até sair ferida.

    Algo abjeto.

    No mais, voltando ao tópico da Petrossauro:

    http://oglobo.globo.com/economia/petrobras-perde-posto-de-marca-mais-valiosa-da-america-latina-8456103

    Sds.

  91. Colombelli 23 de maio de 2013 at 0:27 #

    Vader, ainda sobre o custo do Pré-sal, o MIT ja esta pesquisando veiculos hibridos que fazem 43 e até 62 Km por litro e não são carrecos miniatura tipo Fiat 147. O pessoal é enfático em afirmar que a tecnologia íon-litio promete grandes saltos pra logo. Daqui dez anos, o preço do petróleo pode ter uma drástica queda. Eu se hoje tivesse de optar, compraria ações de empresas da área de tecnologia elétrica, não de petroleiras. Se isso ocorrer, a substituição paulatina do pretóleo como matéria prima (e vai ocorrer, so sendo questão de quando), o petróleo poderá perder muito da importância e ai quero ver explorarem petróleo a 7400m e a 140 Cº a 300 km da costa com preços furrecas. Isso sem falar do petróleo de gas de xisto que pode tornar o EUA o maior produtor mundial. Pré-sal foi uma coisa so: jogada de propaganda. So embuste. A realidade é bem, mas bem menos, e a Petrobras esta, sim, afundando, apesar da propaganda do “esta tudo bem” e “grandes investimentos de mais de 220 bilhões” e da trolagem arquitetada. Aliás grandes investimentos não são sinônimo de grandes sucessos; ao contrário, podem ser de grandes fracassos. O aumento do começo do ano do combustível ja é reflexo disso.

  92. Vader 23 de maio de 2013 at 9:34 #

    Colombelli disse:
    23 de maio de 2013 às 0:27

    Amigo Colombelli, esse negócio de pré-sal vai fazer todos os mensalões, escândalos da cueca, anões do orçamento, juiz lalau, georgina, enfim, TODOS os escândalos da vida política brasileira de 1985 pra cá parecer furto de doce da padaria do português.

    É o supremo golpe. O PT se superou, e superou ao mesmo tempo todos os partidos políticos, em todos os tempos.

    O Brasil está sendo SAQUEADO a olho nú. E ninguém faz nada.

  93. MO 23 de maio de 2013 at 13:56 #

    continuando a serie falando dos gordos, pois o papo politico e bla bla bla sobre a veia eh fprte, vai que alguém goste de navio, vai saber .. vai saber, segue atualizações:

  94. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/ms-mol-americas-v2ex-b-170i25-imagens.html
  95. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/mv-mottler-5bqu2.html
  96. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/mv-rm-power-v7ft9-turnaround-25-27092011.html
  97. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/ms-americana-ladx2-modelismo-mercante.html
  98. http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2013/05/manobras-do-dia-0905.html
  • F-5 23 de maio de 2013 at 14:17 #

    MO:

    Valeu pelos link’s. Isso realmente é o que interessa.
    Discutir política como alguns fazem aqui é perda de tempo, até muitos não respeitam que pensa diferente e fazem agressões verbais.
    Não perco mais meu tempo com isso, apenas retiro de algumas postagens o que julgo pertinente ao assunto do site e não as agressões verbais de alguns.
    Abraços

  • MO 23 de maio de 2013 at 14:30 #

    tks Milvo, pois este post foi o exemplo de tudo que sou contra = dos 95 coments devem ter uns 15 falando do navio, ou sobre ou proximo disto, o resto eh politica e véia … independente dos toques, podia apagar todos os coments nada a ver, mas .. vamos ver se o pessoal se toca e para com isso, senao vira o do aviaozinho, tanto o eh que não ha intenção nenhuma ou pouco provavel de abrir lá … por essas, outras e um monte de outras …

  • F-5 23 de maio de 2013 at 16:30 #

    MO:

    Concordo contigo!
    Cada um tem a sua posição e pensamento político.
    Simplesmente não discuto mais.
    Apenas acho que se deve respeitar quem pensa diferente!Abraços

  • MO 23 de maio de 2013 at 17:08 #

    Perfeito Milvo, Saudações Tricolores !

    e . .continua aguardando / tentando dfescobrir para aonde ele foi e fazer o que .. acho em lastro paa bacia de campos carregar para Angra ou são Sebá

  • FÁBIO PEIXOTO 26 de maio de 2013 at 10:46 #

    A INDÚSTRIA NAVAL BRASILEIRA ESTA NO CAMINHO CERTO, SÓ APRENDEMOS A FAZER , FAZENDO. EVIDENTEMENTE QUE PODEMOS COMETER ERROS E FAZER AS DEVIDAS CORREÇÕES. SEGUINDO ESSA CAMINHADA CHEGAREMOS EM BREVE AO NÍVEL DE QUALIDADE DESEJADO PELOS CRÍTICOS DESSA INICIATIVA.

  • Heraldo Fernandes 30 de maio de 2013 at 15:13 #

    Ei li os comentários e o que percebo na maioria deles é o famoso complexo de vira-lata. Felizmente, está acabando nos brasileiros.

  • Lorddarth 6 de junho de 2013 at 19:10 #

    Desde o início, eu, entendi, perfeitamente, o ponto central proposto da parte da editoria.

    A questão (de minha parte) não é, como acusam os simplistas, querer desviar o assunto dos “naviozinhuns” e sim (tentar) manifestar quanto ao abusivo equívoco de alguns colegas, mais radicais, por quererem ter razão “no grito” e (principalmente) por meio de argumentos débeis.

    É cínico depois ter que ouvir, desses mesmos, que “Educação é importante.” Importante onde? Aqui seria um espaço de exceção?

    Eu tive a felicidade de ser alfabetizado e tenho muito orgulho disso; principalmente em um País como o nosso…

    Aproveito para dizer que quanto ao blog, na qualidade de leitor, aprendo, aprecio (e muito) as explicações fornecidas pelos debatedores:

    - Bosco;
    - Dalton;
    - Ivan, o antigo;
    - Justin Case;
    dentre outros quais, de momento, cometo a injustiça ao não citá-los – risos -, pois o fazem de forma não arrogante, perniciosa; ainda que tenham conhecimento e enriqueçam o debate.

    O único ponto qual divirjo do prezado Editor é quando afirma ser o termo empregado “mais que sabido”, pois fosse assim o mesmo não retornaria em seu esforço por explicar, justamente aqui, aos seus leitores. No mais estava claro, infelizmente para poucos, desde o início, tratar-se de uma atitude tendenciosa por parte daqueles que forçam o emprego do termo “presidenta”, posto jamais ter sido o mesmo consagrado quanto ao uso.

    Saudações!
    Lorddarth, apenas um leitor

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