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Jatos AF-1 Skyhawk do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1) fotografados em Natal-RN. Os aviões estão participando da Operação BRAPER com a Marinha Peruana.

As fotos foram cedidas gentilmente por Paulo Vasconcelos, do blog spotterbrasilrn.blogspot.com.br

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SAIBA MAIS:

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

64 Responses to “‘Falcões’ da Marinha do Brasil em Natal-RN” Subscribe

  1. William 21 de maio de 2013 at 17:04 #

    Poxa, já tinha um tempo que eu procurava novas informações sobre os Falcões.

  2. HENRIQUE 21 de maio de 2013 at 17:12 #

    Gostaria de saber se algum deles teria condições de operar no opalão tipo amanha em caso de emergencia ou se esta ala esta mesmo a espera dos 12 em upgrade….

  3. ernani 21 de maio de 2013 at 17:51 #

    Apesar de defasados tecnologicamente, é bonito vê-los com as cores da nossa pátria.

  4. ARMANDO JULIO 21 de maio de 2013 at 17:53 #

    SÓ DOIS ONDE ESTÃO OS OUTROS ? CADE O RESTO ???

    Nota do Blog: Gentileza não escreva em caixa alta

  5. Flávio 21 de maio de 2013 at 17:59 #

    Como são raras fotos dos aviões da FAB e MB portando ou disparando armamentos!
    Alguém sabe onde posso ver imagens ,se houverem, do lançamento de misseis derby, pelos F5, e MAR1 pelos A1 da FAB ?
    Ou de sidewinder pelos A4 da MB?

    sds.

  6. Geovanne Pinheiro 21 de maio de 2013 at 18:17 #

    Sou testemunha ocular dessas passagens baixas pois moro no alinhamento das pistas de pouso da BANT; e posso afirmar que, apesar de serem aviões antigos, seu “ronco” ainda impressiona !!!

  7. Giovane 21 de maio de 2013 at 18:44 #

    Imaginem a MB já com uma das tecnologias militares mais avançadas, o submarino nuclear, e ainda operando o cansado A-12 com os esses aviões.
    Vai ficar estranho né? Pois é, isso que vai acontecer se tudo ir como anda agora, sem planos para um novo NAe e muito menos para seus caças

  8. William 21 de maio de 2013 at 19:11 #

    Giovane disse:
    21 de maio de 2013 às 18:44:

    Plano, até temos:

    http://www.naval.com.br/blog/2009/01/23/como-podera-ser-o-futuro-nae-da-mb-e-suas-aeronaves/#axzz2TsP7mp27

    A Estratégia Nacional de Defesa (END) lançada em dezembro de 2008 diz:

    Entre os navios de alto mar, a Marinha dedicará especial atenção ao projeto e à fabricação de navios de propósitos múltiplos que possam, também, servir como navios-aeródromos. Serão preferidos aos navios-aeródromos convencionais e de dedicação exclusiva.

    A END também afirma, em outra parte:

    A Marinha trabalhará com a indústria nacional de material de defesa para desenvolver um avião versátil, de defesa e ataque, que maximize o potencial aéreo defensivo e ofensivo da Força Naval.

    E parece, que a passos de tartaruga, mas a coisa está andando:

    Plenário | 20/03/2013 21:33

    http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/plenario-aprova-decreto-sobre-politica-e-estrategia-nacional

    Decreto de Política e Estratégia Nacional de Defesa aprovado

    Brasília – O plenário do Senado aprovou hoje (20) projeto de decreto legislativo que trata da Política Nacional de Defesa e da Estratégia Nacional de Defesa. As duas foram criadas pelo governo federal, que encaminhou mensagem ao Congresso sobre o assunto.
    Posteriormente, a mensagem presidencial foi transformada em decreto legislativo que foi discutido e aprovado na Comissão Mista de Controle de Atividades.

    A Política e a Estratégia Nacional de Defesa determinam diretrizes e metas para o setor e a forma como elas serão implementadas.

    Também ficam definidos projetos para a modernização do setor de defesa e a maneira como o Brasil se posicionará no contexto mundial. As atualizações nos dois documentos serão encaminhadas pelo Executivo ao Legislativo a cada quatro anos.

    END:

    http://www.ecsbdefesa.com.br/defesa/fts/END2012.pdf

    Vamos aguardar cenas dos próximos capítulos.

    []s,

  9. Nelson Lima 21 de maio de 2013 at 20:28 #

    O Skyhawk em breve estará pousando modernizado no São Paulo novamente. Se não tivéssemos mais Porta-Aviões estariam dizendo: como o Brasil quer almejar o conselho de segurança se só possui meia dúzia de fragatas? Preocupa-me a situção da modernização dos Tracker e Trader, pois, a Marsh Aviation estava sob intervenção nos Estados Unidos. A quantas anda?

  10. Almeida 21 de maio de 2013 at 20:42 #

    William, obrigado por reproduzir essas piadas, eu morro de rir toda vez que as leio! :P

  11. Seal 21 de maio de 2013 at 20:53 #

    “Há cerca de 100 dias, nenhum dos 23 jatos A-4 Skyhawk da Marinha decola da Base Aérea Naval em São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro. E é um mistério quando isso acontecerá. Cortes no orçamento e a falta de peças de reposição deixaram os aviões mais no chão do que no ar. O investimento de US$ 83 milhões feito em 1997 foi um dos piores na história da Armada”. nota publicada em 05/03/12

    Fonte: Ricardo Boechat – Istoé

    Bom, pelo menos após um ano, as coisas estão melhorando! Ver 2 jatos AF-1 voando ao mesmo tempo, é coisa rara!

    Agora cá entre nós, os AF-1 modernizados estão demorando para sair heim!!..rsrs

  12. Francisco de Bem 21 de maio de 2013 at 20:54 #

    William
    “A Marinha trabalhará com a indústria nacional de material de defesa para desenvolver um avião versátil, de defesa e ataque, que maximize o potencial aéreo defensivo e ofensivo da Força Naval.

    Read more: http://www.naval.com.br/blog/2013/05/21/falcoes-da-marinha-do-brasil-em-natal-rn/#ixzz2TySqRId6

    Gosto de ver quando os especialistas do Blog aventam a idéia de um Super-Tucano Naval. Talvez pela excelente capacidade argumentativa e conhecimento destes, mas eu acredito que uma versão com exocets e pods de ecm teriam muita serventia contra marinhas sem NAes ou missões de vigilância e patrulha.

  13. William 21 de maio de 2013 at 21:03 #

    Almeida disse:
    21 de maio de 2013 às 20:42

    Almeida, como disse acima, ‘plano’ (projeto proposto ou provisório ou curso de ação) nós temos mesmo… agora a conclusão deles são outros 500, e estes 500 podem ser anos. Vamos ter fé que a fé não ‘custuma faiá’… lembrando que estamos falando do meu e do seu couro… rsrs…

    Fica frio, i understood o que vc quis dizer… :D

  14. Observador 21 de maio de 2013 at 21:14 #

    Seal disse:
    21 de maio de 2013 às 20:53

    O Ricardo Boechat nunca perde uma oportunidade de detratar as forças armadas. Acha um desperdício de dinheiro.

    Lógico que se estourar uma guerra, ele vai estar no primeiro avião para a França.

    Ele deve ser discípulo do Frei Beto, o maluco beleza que prega a abolição das forças armadas no Brasil. Ou apanhou na cara dos militares e tá com raivinha até hoje.

    Agora sobre os falcões, que beleza não seria se estivessem voando todos modernizados, independentemente do opalão ter serventia ou não.

    Pena que temos uns néscios e corruptos nos governando, que não estão nem aí para a segurança do país.

    E pior que li no Poder Aéreo que um destes quase foi perdido ao sugar um urubu durante um pouso na semana passada.

    Será que era um destes dois?

  15. X.O. 21 de maio de 2013 at 21:18 #

    Na boa, respeito a opinião alheia, mas citar Boechato é dose…
    Quanto ao emprego das ANV no A12, ninguém mais está qualificado para pouso a bordo, é um processo que leva tempo e a indispinobilidade do navio impede a requalificação…

  16. colombelli 21 de maio de 2013 at 22:06 #

    A END não é um documento sério. É um aglomerado de devaneios dos quais nem 20% será posto em prática. Felizmente, as forças, a despeito destas “estratégias”, tentam fazer o que lhes é possivel a exemplo do EB, que parece ser o mais pé-no-chão.

    Porta-aviões é uma arma essencialmente ofensiva e de projeção de força, o que discrepa frontalmente da alegação de uma estratégia defensiva que o Brasil apregoa. Uma aviação naval baseada em terra cumpre a missão defensiva sem criar um “alvo gigante” no mar. Não precisamos de porta aviões, e termos um de pouca operacionalidade não afeta em nada a forma como somos vistos externamente, principalmente para efeitos de Conselho de Segurança. E não serão 12 aviões que irão mudar isso.

    Os A-4 são aeronaves ultrapassadas, mas no cenário da AL, com o radar Elta, aviônica de 4a geração, mísseis Phyton e Derby e um bom missil antinavio (o Harpoon ja foi disparo dele), são aeronaves que “cumprem a missão”. Não vejo vantagem alguma operá-los de porta aviões. Mas se a revitalização sair relativamente barato, ou seja, na mesma faixa ou pouco mais que o F5, terá sido um bom investimento em custo/benefício. Pelo preço de dois aviões de 1a linha, teremos 12 aviões menos capazes individualmente, mas cujo conjunto pode bem mais que apenas dois, mesmo estes sendo top de linha.

  17. Galante 21 de maio de 2013 at 22:09 #

    Conheçam aqui a história dos A-4KU da MB:

    http://www.aereo.jor.br/2011/06/06/conhecendo-o-a-4-skyhawk-ii/

  18. Juarez 21 de maio de 2013 at 22:23 #

    Me parece que o primeiro vôo do A 4 modernizado acontece na próxima sexta feira, a Embraer e a MB vão bater um tambor, alô pessoal do PN vamos tentar assistir este evento…..

    Grande abraço

    PS Depois do último acidente na Banespa, sugiro mandar um senhora “gordticha” de cor negra fazer xixi na radôme, na FAB quando dava estas urucubacas a gente fazia e acalmava.

  19. Galante 21 de maio de 2013 at 22:25 #

    Juarez, já tentamos, mas disseram que não haverá imprensa no primeiro voo.

  20. Juarez 21 de maio de 2013 at 22:32 #

    Galante! Tem gente articulando para ir, te informa bem que eu acho que tem um jeitinho.

    Grande abraço

  21. Marcos 21 de maio de 2013 at 23:13 #

    Tem mais de cinquenta o primeiro vôo do A-4.

  22. Marcos 21 de maio de 2013 at 23:20 #

    Operamos os últimos A-4 produzidos, adquiridos usados.

    Operamos as primeiras unidades de P-3 produzidos, adquiridos também usados.

  23. colombelli 21 de maio de 2013 at 23:49 #

    Sugestão: Se não der pra entrar no local, e sabendo onde será o vôo e a hora, da pra tentar conseguir umas fotos na base da “espionagem a distância”. Nada que uma boa lente não resolva.

  24. Fábio Mayer 22 de maio de 2013 at 0:23 #

    Sinceridade?

    A impressão que me deu a terceira foto é que este avião vai se desfazer no ar…

    A modernização do A-4 serve apenas para empurrar o problema com a barriga, o mesmo problema da FAB, porque a tentativa é apenas de comunalizar a manutenção dos F-5, A-1, A-4 e os Super Tucanos ao máximo possível para possibilitar que operem em padrões mínimos, ou seja, no máximo 1/3 da frota, se muito.

    E não vai melhorar enquanto o FX-2 não for decidido.

    E mesmo que decidido, ainda vai levar anos para haver uma frota, que ninguém sabe se vai ser operada a contento.

    Particularmente, já me convenci que a Marinha não precisa de aviões de caça e ataque, não temos capacidade de projeção de poder, nem a teremos em longo prazo, o Opalão é belo, mas inútil, assim como suas aeronaves. Troque-se tudo isto por mais OPV(s) e aviões de patrulha e guerra anti-submarina como os P-3M e helicópteros nas mesmas funções (mais lotes de Sea-Hawks, de preferência).

    E se for para manter o Opalão operando, a idéia de Super-Tucanos navais é boa: custo de operação baixo e uma plataforma de patrulha dos mares territoriais.. melhor que manter caças de utilização limitada. Mesmo assim, anda acho mais eficiente acabar com o NaE, já que operações que necessitem de apoio aéreo a longa distância da costa são minimas nas condições atuais.

  25. Baschera 22 de maio de 2013 at 0:41 #

    A pedido do Galante, nas Pag. da Trilogia no FaceBook:

    A história do “quase acidente” de um A-4 durante os treinos na semana passada em preparação ao evento de Portões Abertos na BAeNSPA deste final de semana.

    Seriam quatro A-4 a se apresentar, mas, durante a semana, um deles se chocou com um urubu, que arrancou o probe de reabastecimento e os pedaços de ambos foram sugados pela turbina, chegando até ao sexto estágio de compressão. O piloto tentou cumprir o procedimento de emergência subindo até 2.000 pés, mas o motor não teve força, ele curvou rápido, fez o break e foi para pouso. Tocou quase o centro da pista, a 200 nós. Para sua sorte, o aparelho de parada de emergência estava passado e ele enganchou o avião ali. Se não fosse isso, teria varado o fim da pista, com consequências trágicas, caso não ejetasse antes.

    Autor: “Macegueiro” no FBM da Alide.

    Sds.

  26. L.D.K. 22 de maio de 2013 at 2:03 #

    Por curiosidade algum dos senhores poderia me informar quais países ainda operam o A-4, ou pelo menos uma referência de um site para procurar?

  27. L.D.K. 22 de maio de 2013 at 2:18 #

    Agradeço desde já qualquer resposta!

  28. Guizmo 22 de maio de 2013 at 9:32 #

    Na minha opinião a Marinha acertou em comprar os A-4 para (re) adquirir a experiência em asa fixa. Entretanto, torço para ver voando na Marinha:
    - 8 Rafale Naval (embarcados)
    - 2 Aviões de AEW/AWACS
    - 2 Aviões REVO
    - 12 Super Tucanos

    Abs

  29. Felipe 22 de maio de 2013 at 9:45 #

    Ahhh se esse cronograma da marinha fosse seguido.
    Bem ou mal, o cronograma 2010-2014 está sendo seguido

    http://www.camaras.org.br/Arquivos/download/Upload/442.pdf

  30. Dalton 22 de maio de 2013 at 10:00 #

    LKD…

    apenas a Força Aérea Argentina ainda utiliza o A-4…a marinha não mais.

    Israel e Singapura ainda usam alguns mas como aeronave de treinamento
    avançado logo a serem retiradas.

    abs

  31. Rodrigo 22 de maio de 2013 at 10:18 #

    A quantos anda o projeto do Gripen naval?
    E porque os A1 (AMX) não podem ser operados em porta aviões….

  32. William 22 de maio de 2013 at 10:22 #

    Almeida disse:
    21 de maio de 2013 às 20:42

    Almeida, só para passar a régua, é neste tipo de dado que eu me embaso:

    http://www.aereo.jor.br/2011/06/06/conhecendo-o-a-4-skyhawk-ii/

    Alexandre Galante disse:

    6 de junho de 2011 às 12:59

    Prezado Bosco, por favor, você já leu o PAEMB, sabe que tem dois navios-aeródromos no planejamento da MB.

    O São Paulo e o A-4 estão programados para ficarem até 2025. Até lá, vamos trabalhar para ter outro NAe e o futuro caça da MB.

    http://www.aereo.jor.br/2011/01/22/conheca-o-paemb-plano-de-articulacao-e-equipamento-da-marinha-do-brasil/

    []s.

  33. matheus 22 de maio de 2013 at 10:53 #

    Qual míssil antinavio será instalado nos A-4M?
    Pois sem esses misseis o caça vai ficar capenga.

  34. matheus 22 de maio de 2013 at 10:59 #

    Quem dera um FA-50 naval…

  35. MOSilva 22 de maio de 2013 at 11:00 #

    Olá.

    Tucanos/Super Tucanos operando num NAe!?!?! Não dá não!!!
    Os aparelhos iriam precisar de tantas modificações e reforços estruturais, em comparação com os modelos de produção, que o resultado final seria, no mínimo, outro avião. Aliás, para quê operar turbo hélices embarcados? Para que tipo de missão/operação? E o que isso traria de vantagem nos possíveis TO que marinha tem em função? Quem tiver informações mais precisas, por favor publique.
    Obrigado.
    SDS.

  36. emerson 22 de maio de 2013 at 11:20 #

    Olá a todos,

    talvez eu esteja enganado.. é comum, mas a modernização do A4 resolve dois problemas imediatos. O primeiro é a disponibilidade das aeronaves para manter a doutrina da força aeronaval. Claro que todos esperam novos aviões, mas até lá é preciso ter ao menos um esquadrão operando. Segundo, é a uniformização do equipamento com a FAB, quem sabe indo em direção a uma unificação do treinamento e manutenção dos equipamentos.

    Ao que parece, a MB terá que esperar a definição do FX2 antes de decidir pelo substituto do A4. Se for o F18 ou Rafale, fácil. Não tenho a menor ideia do que pode acontecer se a FAB escolher o Gripen.

    Em breve serão 4 modelos relativamente padronizados, o A29, F5M, A1M da FAB e os A4M da MB (torço para padronizarem a nomenclatura das aeronaves no Brasil)

  37. MO 22 de maio de 2013 at 11:36 #

    Guilherme, ST operando a partir de que base, em qual contexto ?

  38. Cachorrão 22 de maio de 2013 at 11:43 #

    @ Observador:

    No dia que estourar uma guerra no quintal americano, é só chamar as forças armadas do dono do quintal, que eles resolvem.
    Os países – vulgo, inquilinos do dito quintal – só têm a tarefa de vigiá-lo para o dono que está atarefado cuidando de seus interesses mundo afora, especialmente naquele que será o palco dos acontecimentos deste séc. XXI, a Ásia.
    Pode até não gostar da forma como descrevi, mas é fato. :-(

  39. MO 22 de maio de 2013 at 11:48 #

    ai que ta Emerson, desde que os Falcoes (banguelas) chegaram, quando que foi seuenciada esta doutrinação progressiva na Marinha ? a epoca nao tinha este papo de parar para modernizar ou ao menos nao como o papo esta destes dias. ate aonde foi retornado desde o principio, o investimento realizado, independente se foi caro ou pexinxa .. qtos aviadores navais caçadores foram formados, qtos ainda estão na aviação naval, a que custo e para que … qual foi nossa carga real de treinamento e aprimoração realizada, justificou o investimento ou ao menos a perpectiva de doutrinação ??? Este ‘enfeite’ (na minha ótica do jeito que foi até hoje, claro) eh um enfeite caro que ACHO que foi muito pouco aproveitado .. o perigo disto tudo eh novos sonhos, ‘efe xizes’ da vida, Tucanos (….kkkk) e afins e tudo continuar na mesma, equipamentos, preparação, manutenção e treinamento caros subutilizados … isso tudo para que mesmo ? (leia-se se vamos brincar, vamos entrar no contexto .. mas ao mesmo tempo eh o problema = vai acontecer … desta vez, depois das trocentas tentativas vai (se aplicando em outras areas tbm) …?

  40. Alexandre 22 de maio de 2013 at 12:17 #

    O brabo é ver que muitos dos pilotos que formaram a massa crítica para a operação do esquadrão nem na Marinha estão mais. Muitos fizeram concurso público e mudaram de profissão. Estão no direito deles claro. Mas é uma pena. Não se transmite uma constância na operacionalidade do esquadrão. É sempre um constante recomeço que custa muito caro. É uma pena.

  41. matheus 22 de maio de 2013 at 14:00 #

    Tirem uma duvida minha. Que eu saiba os problema do NAe São Paulo ligados diretamente a operação de aeronaves modernas são 4:
    1º Catapulta com baixa capacidade de lançamento de aeronaves (15-20 t)
    2º Catapulta “curta” (50m)
    3º Baixa capacidade de carga em ambos os elevadores
    4º Pequena dimensão dos elevadores, mesmo do central (17 por 13)
    Todos os problema não tão difíceis de resolver, o 2º e o 4º seriam os mais complicados, pois haveria a necessidade de mudanças estruturais.
    Agora vêm as perguntas:
    Seria possível levar o elevador central para frente da “ilha”? Aumentar em 2 metros o central(passando a ter 19 por 15)? Daria para padronizar o tamanho dos elevadores (19 por 15)?
    Chegando o elevador central o máximo possível para frente da ilha, seria possível o aumento da catapulta de avante? Seria possível deslocar a catapulta lateral (para que essa ficasse em paralelo com a pista)? Se sim também seria possível aumenta-la?
    Por ultimo: é realmente necessário o aumento do comprimento das catapultas ou só um aumento na capacidade de deslocamento (toneladas) já resolveria o problema?

  42. Dalton 22 de maio de 2013 at 14:39 #

    matheus…

    depois de ler seus questionamentos não pude deixar de lembrar o que fizeram com o exUSS Midway, hoje um museu em San Diego, como relocar o elevador dianteiro para frente da ilha, maiores catapultas, elevadores mais capazes…pois bem, foi feito e o resultado é que acabou levando mais tempo, cerca de 4 anos e custou mais do que o dobro planejado causando problemas de estabilidade que nunca foram totalmente corrigidos.

    Só que o “Midway” além de maior do que o NAeSP e portanto capaz de abrigar uma ala aérea respeitável, depois da reforma ainda serviu por outros 22 anos, enquanto o NAeSP tem se muito 13 anos de vida, então mesmo que fosse possível tais alterações já é muito tarde para faze-las de qualquer modo pois há um limite para a integridade do casco.

    Uma coisa de antemão já digo que nunca daria para fazer seria “deslocar a catapulta lateral para que ficasse em paralelo com a pista” basta olhar uma foto ou planos do convôo para entender melhor.

    abraços

  43. Almeida 22 de maio de 2013 at 15:38 #

    William, não adianta postar aqui as mirabolantes ideias de nossos almirantes de escritorio que eu vou continuar duvidando, e discordando, desses planos inconcebiveis.

    Veja bem, nada contra você ou sua opinião, apenas sendo realista e discordando do caminho que os almirantes megalomaniacos da MB acham necessario, e viavel, para o Brasil.

    Antes de querer ter SubNuc, reativar aviação de asa fixa embarcada e criar uma aviação de caça embarcada, com dois NAe e duas esquadras, é preciso ter UMA esquadra decente navegando. Querem ter uma marinha de aguas azuis mas nao conseguem nem operar a contento uma marinha ribeirinha e de patrulha.

  44. Almeida 22 de maio de 2013 at 15:46 #

    “No papel, tudo funciona!”

  45. ci_pin_ha 22 de maio de 2013 at 17:29 #

    Eu acredito que o São Paulo possa navegar por mais 20 anos, até mesmo por que a MB não faz o uso constante desse tipo de embarcação. Se fosse possível uma “reforma” que colocasse o NAe em plenas condições de utilizar qualquer aeronave moderna, isso seria magnifico e com certeza não custaria mais de 1/10 de um novo NAe. Talvez o problema da estabilidade pudesse ser resolvido com a inversão do lado que cada elevador ocupa, o central iria para frente da ilha e ou outro pro lado contrario. Outra opção seria aumentar a lateral do navio, o que inclusive possibilitaria uma maior catapulta lateral.
    Alguma coisa tem de ser feita, se não conseguimos nem mesmo colocar o São Paulo em plenas condições de operar a maior parte das aeronaves modernas (custo bem menos que comprar um novo NAe), imagina comprar um novo porta aviões.

  46. Guizmo 22 de maio de 2013 at 17:35 #

    MO,
    Acredito que o Super Tucano poderia ser interessante operando a partir de São Pedro D’Aldeia, em missões de COIN e CAS aos Fuzileiros. Além disso, vale lembrar que a própria FAB usava Tucanos (EMB-312) em Santa Cruz, numa esquadrilha exclusiva de apoio naval.
    Imagine um grupo de Navios-Patrulha com o apoio do ST……

  47. giltiger 22 de maio de 2013 at 17:36 #

    MAS tudo que funciona começou no PAPEL caro mio.

    Primeiro em relação aos Porta-aviões na MB desde o final da década de 50 e da incorporação do pioneiro NaeLÇ Minas Gerais em 9 de dezembro de 1960 a Esquadra, SEMPRE houve vozes contrárias que a força o operasse mesmo dentro da própria MB.

    Todos focados no passado e que enxergam a MB como uma mera guarda costeira parruda ou força auxiliar cucaracha dos donos do QUINTAL yankee SEMPRE dirão mais do mesmo que não vem a necessidade ou gasto ou benefício de operar Porta-aviões.

    Mesmo quando a MB por décadas foi obrigada a abdicar de operar asa fixa orgânica embarcada por causa de um mula ditadora egressa do EB para atender aos então Brigadeirinhos histéricos que queriam avião só para eles, a MB NUNCA desistiu da ambição de UM DIA ser uma MARINHA plena de águas azuis e oceânicas da amplitude do tamanho do país e da sua costa marítima.

    Aqui cabe esclarecimento histórico aos mais jovens, desde o Império a Marinha brasileiro tem por característica singular viver com MENOS que o governo de plantão na capital federal lhe concede e com estas e outras sobras constituiu um fundo naval que sempre lhe permitiu a manter os programas de seu interesse em estado vegetativo mesmo contra a omissão ou negação de recursos pelo governante da ocasião até o Governo FHC.
    Foi por exemplo o fundo Naval que permitiu a manutenção do programa nuclear da Marinha de 1979 até o governo Lula.

    Dito isso o São Paulo e os A-4 foram adquiridos ao mais baixo custo possível dentro da PRIORIDADE que o então governo tucano dava aos assuntos militares (nenhuma) respectivamente da França e do Kuweit.

    E o foram, essencialmente, como substituto do Minas Gerais na missão de manutenção de doutrina, para manter o conhecimento adquirido e incidentalmente ATÉ para AMPLIAR este conhecimento com a mais feliz decisão do FHC de revogar a proibição da MB operar organicamente aeronaves de asa fixa embarcada.

    Antes de Lula, Mangabeira Unger, END, Livro Branco, Peamb e etc a aquisição do São Paulo e dos A-4 destinava-se a ser a mesma escola de doutrina de operação de NAVIO AERÓDROMO que fora o Minas Gerais por quarenta anos só que agora com uma ala aérea de caça a jato pilotados por aviadores navais.

    Quando da MUDANÇA ESPETACULAR de postura das autoridades civis em relação aos assuntos militares no governo Lula a MB rapidamente percebeu a mudança dos ventos e TEVE que optar por um de seus dois grandes projetos os Submarinos Nucleares ou os Navios Aeródromos. Acabou-se optando tanto por questões militares, estratégicas e de marketing político pelo o projeto DOS SUBMARINOS NUCLEARES disfarçado na obtenção inicial de uma só unidade, mas que agora sabemos que a AMBIÇÃO REAL da força é ter 6 submarinos nucleares até 2047.

    Como doutrinariamente não é possível esconder que o planejamento de longo prazo da MB PEDE por duas unidades capitâneas de 60.000 toneladas de deslocamento para as frotas Norte e Sul, o plano dos NAes CATOBAR passaram para um segundo plano OFICIAL condicionados a uma POSSÍVEL disponibilização futura de recursos oriundos dos PETROREAIS do pré-sal. Mesmo assim a MB até diretamente a este site já divulgou negociações com seis países de contatos e propostas iniciais para colaboração no projeto e construção deste navios.

    Assim SE o dinheiro vier a aparecer e SE uma futura decisão POLÍTICA semelhante a que Lula deu para o submarino nuclear, conforme relatado pelo Ministro Amorim na recente entrevista na Record, ocorrer em relação aos NAes finalmente na próxima década de 20 a MB alcançará seu objetivo FINAL.

    Assim estas comparaçõesoperacionais com o São Paulo e os A-4 não fazem sentido prático e mesmos meio defasados sua função na força CONTINUARÁ a ser de unidade doutrinária e de escola onde serão preparados os militares para os futuros NAes de 60.000 ton a serem construídos.

    Quanto aos substitutos dos A-4 informo NOVAMENTE que eles já foram decididos desde de 2011 pelo Ministério da Defesa e serão obrigatoriamente versões navais do caça vencedor do FX-2 a serem embarcadas em duas alas de 12 aeronaves num PA CATOBAR de 60.000 toneladas de deslocamento.

    Deste modo, mesmo sendo uma VIÚVA do Su-35 no FX-2, a partir deste novo requisito do MD brasileiro ao programa FX-2 para atender a MB, TENHO QUE RECONHECER, o Su-35 melhor adequado a FAB na minha opinião sofre do mesmo problema do Gripen E/F (sua versão naval terá de ser financiada pelo governo brasileiro) coisa rejeitada explicitamente no certame.

    Por outro lado mesmo que os russos desenvolvessem e entregassem uma versão naval do Su-35 sem custo adcional ela sofreria do mesmo mal do Super Hornet seu tamanho de airframe bem maior não possibilitaria embarcar-se de 20 a 24 aeronaves numa unidade naval de 60.000 toneladas E/OU seu elevado tamanho e peso SECO limitaria dramaticamente o seu envelope de operação limitado pela capacidade do navio com suas característica construtivas de força de sua catapulta, comprimento de pista de lançamento e velocidade máxima do navio (para criar maior vento aparente no convés), tudo isso para uma aeronave MAIOR implica em um quantidade máxima de combustível e armamento MENOR que a aeronave poderá carregar em relação a uma aeronave menor mais adequada as dimensões do porta-aviões.

    Por isso TECNICAMENTE desde 2011 o Rafale é a única aeronave que pode sem sustos atender ao serviço tanto da FAB como da MB. Isto está no seu DNA desde o nascimento já que a PRINCIPAL razão da retirada da França do projeto Eurofigther era que o único país que NECESSITAVA de uma versão naval para operação CATOBAR era a França já que a Alemanha não tinha este requisito e Inglaterra, Espanha e Itália operavam em unidades STOBAR e posteriormente decidirram-se pelo F-35 americano.

    Lembro que a necessidade francesa era TANTA que as primeira unidades produzidas do Rafle foram para a Marine Nationale.

    PELA similaridade de necessidades e que a semelhança do conceito francês de caça OMNIROLE que substituirá todos os caças franceses pelo Rafale com o novo conceito do MD brasileiro de procurar sinergia de equipamentos e logistica e evitar múltiplas plataformas semelhantes RACIONALMENTE se torna muito difícil neste momento se optar no plano do governo e do Ministério da Defesa por outra aeronave que não seja o Rafale francês.

    Se quiserem continuar a discutir preferências pessoais e pré-conceitos furados podem continuar a vontade, mas a análise de requisitos e necessidades do governo e das forças aponta a vitória técnica FÁCIL do Rafale.

    A demora atual é mera barganha de preço ou fazer o vendedor suar um pouco mais para tentar pegar um desconto melhor que a da proposta…

  48. MO 22 de maio de 2013 at 18:24 #

    pensei que vc tinha pensado justamente nos fuzileiros, massssss ai que vem o detalhe = operação a partir de SPA nao seria algo local partindo da primicia que a operação com os mesmos seriam operações off shore, neste caso estaria a ponderação = e ai como se faria ? (dispeito que acho que tirando as distancias problematicas para estas aeronaves sua operação considerando uma ops anfibia em teoria seria muito boa, desde que dominio do ar no local

    Abs !

  49. Guizmo 22 de maio de 2013 at 19:24 #

    Sem dúvida MO, não há alcance, mas em nosso litoral, apoiando operações que não sejam de desembarque, seria tentador imaginar….Além de prover bom treinador para a aviação de caça
    Abs

  50. Observador 22 de maio de 2013 at 20:15 #

    Senhores,

    Planos há, e muitos, para dotar nossas FAs de meios dissuasórios como aqueles de potências regionais pelo Mundo (França, Inglaterra, Turquia, etc.).

    Poderíamos ter um porta-aviões moderno com caças modernos embarcados, com escoltas eficazes para defesa antiaérea e guerra anti-submarino, juntamente com meia dúzia de sub-nucs e o dobro de convencionais.

    Dinheiro também há. Muito. Se poderia dobrar o orçamento da defesa e ainda assim, estaríamos em pé de igualdade com outros países do mundo.

    O problema é IDEOLÓGICO. Desde a redemocratização, fomos governados por governos de centro-esquerda e esquerda quase o tempo todo (PSDB e PT). Os manda-chuvas destes partidos foram presos, torturados, tiveram que se exilar, tudo por combaterem a “ditabranda”.

    O resultado é este aí: sucateamento das FAs, tentativa de aparelhamento de todos os órgãos estatais (inclusive as FAs); comissão da verdade.

    De forma silenciosa, este pessoal vem trabalhando para transformar a MB em guarda costeira, o EB em guarda nacional e a FAB num sistema de vigilância e transporte aéreo.

    Daí, na hora do pega pra capar, esta turma pega uma carona nos moderníssimos aviões do GTE e se manda para a Europa, Canadá, etc., deixando a manga para o povão chupar.

    E o Tio Sam vai vir acudir? Vem, mas vai vir atrasado e vai cobrar caro pelos serviços (e isto se não estiver do outro lado). O apoio que os EUA deram à Inglaterra na Segunda Guerra Mundial não saiu de graça. Muito pelo contrário.

  51. giltiger 22 de maio de 2013 at 22:30 #

    Observador suas palavras NÃO se aplicam aos governos do período LULILMA, ignorar os ENORMES avanços doutrinários e os planos de equipagens formulados e em andamento nos governos petistas e as ações em curso nesta transição que VIVEMOS como sucateamento e inação na área militar é de uma má-vontade ou cegueira A TODA PROVA.

    Ninguém da MB pode reclamar desta maneira, no Prosub em execução de 4 Scorpènes convencionais e do projeto do SNB, o Prosuper em andamento inicial, foi aprovado ano passado a atualização do projeto da Classe Barroso e dado sinal verde para produção de 4 novas unidades da classe, temos construção de inúmeras embarcações de patrulha nacionais e aquisição de oportunidade de 3 NAPAOc britânicos e do seu projeto para produção local, aquisição de bateria do Sistema Astros e misseis anti-tanque da Mectron para os Fuzileiros Navais, nacionalização dos motores exocet e um míssil mar-mar nacional em desenvolvimento, Um moderníssimo navio de pesquisa oceânicas em aquisição conjunta MB-Petrobrás-Vale, SisgaAz e o satélite geoestácionário com transponder militar para as três forças e vamos LONGE. TUDO isso é NADA para ti ????

    Não há como recuperar de uma vez só ou em um mandato ou dois as três forças sucateadas desde SEMPRE, NÃO É POSSÍVEL, mas querer comparar a ATENÇÃO e prioridade dada pelo o governo petista aos assunto militares em relações aos anteriores QUALQUER DELES MESMOS OS DA DITADURA MILITAR não dá nem para saída meu caro, não seja além de INJUSTO um observador CEGO ou não ISENTO.

    SEMPRE se pode (e se vai) argumentar que os governos petistas não fizeram tudo ou não fizeram menos que podiam pelas forças armadas brasileiras e/ou não fizeram TUDO que os militares queriam (que se aplica ao FX-2) nesta última década, mas querer carimbar esta década como uma simples continuidade do descaso histórico brasileiro é absolutamente IRREAL.

  52. Observador 22 de maio de 2013 at 22:53 #

    Xiii…

    Já chegou a PaTrulha…

    Como tenho mais o que fazer, vou copiar e colar o que eu disse comentando a notícia abaixo:

    Read more: http://www.naval.com.br/blog/2013/05/21/natal-recebe-navios-da-marinha-do-brasil-e-do-peru-que-realizam-operacao-conjunta/#ixzz2U4lrCPO8

    Observador disse:
    22 de maio de 2013 às 0:21
    Bom, o que os colegas de farda disseram acima, eu já dizia na época do oba-oba ufanista. Para mim nunca colou esta “estória” de duas esquadras, dois NAs, seis escoltas de seis mil toneladas e toda uma classe de sub-nucs.

    E não que eu tenha bola de cristal ou tenha contatos em altas esferas deste governo. O motivo é muito mais simples.

    Em um país em que o governo não tem seriedade para fornecer educação, saúde, segurança pública e meios logísticos com um MÍNIMO de qualidade, como acreditar que nossas FAs receberão o equipamento e os recursos financeiros para ter um mínimo poder dissuasório?

    É só discurso, é só promessa, é só mentira. E onde não cola, com a maior cara lavada falam em herança maldita, como se tivessem assumido o Poder ontem, e não há doze anos atrás.

    As poucas compras de vulto que foram feitas são suspeitíssimas. Se tem a nítida impressão que só saíram porque o “propinoduto” funcionou solto. Até o papo da segunda esquadra parecia só um pretexto para alguma empreiteira “mui amiga” construir uma base naval em algum ponto do Norte ou Nordeste a peso de ouro.

    Mas a “comichão da veldadi” funciona a pleno vapor, para apurar fatos que sirvam para derrubar a Lei da Anistia, pois o primeiro passo, que foi tornar o crime de tortura imprescritível, já foi dado há tempos.

    Olha, só quando tirarmos o lixo comunista que nos (des)governa do Poder, nosso país terá chance de se tornar um país que funciona.

  53. joseboscojr 22 de maio de 2013 at 22:57 #

    Quem vê o Giltiger falando dos avanços militares extraordinários nunca antes vistos nesse país da era petista pensa que quando o Lula tomou posse encontrou todos os quarteis e bases das forças armadas com os portões fechados e passado corrente e cadeado.
    Se formos descrever avanços pontuais eles existiram em todos os governos desde o Dom Pedro I, caso contrário ainda estaríamos armados de bacamarte e andando de carroça.
    Sem falar que o grande rei do cais foi comprado pelo FHC.
    E a maioria dos avanços listados pelo nosso amigo deve ser conjugado no verbo futuro e até que estejam operacionais pra mim é só promessa, mesmo porque amanhã os humores do nossos líderes supremos e das nossas lídaras supremas podem mudar de acordo com a situação econômica mundial, questões internas, Copa do Mundo, TUF Brasil, briga de galo, Olimpíadas, etc e podemos correr o risco de ter que limpar nossos roliços bumbuns com papel higiênico comprado do estoque da Venezuela, e aí, bye bey subnuc, Barroso Mod 2, etc, F-XN infinitus, etc.

  54. daltonl 22 de maio de 2013 at 23:19 #

    Sempre achei que a década de ouro foi a de setenta…

    6 Fragatas MK-10 duas construídas aqui;
    3 Submarinos Oberon;
    6 Navios varredores costeiros classe schultze

    Todos novos em folha !

    E tem os aviaozinhum também…16 Mirages e 42 F-5s sem falar na Engesa e seus Urutus e Cascaveis

    O submarino Tikuna e a corveta Barroso foram iniciadas no governo FHC…e levaram tanto tempo para serem completados devido a cortes
    orçamentários ocorridos subsequentemente…ou não ?

  55. Colombelli 22 de maio de 2013 at 23:47 #

    Giltiger, melhor não fazer nada do que fazer coisa errada, pois neste ultimo caso, além de não se ter resultados eficientes e so se mascarar a situação, ainda há o desperdício, tipo, ad exemplum, comprar a US$ 60.000.000,00 a unidade um helicoptero que não deve voar sobre água e cujo problema ainda nem se sabe como e se será resolvido, ou investir em um programa de submarino nuclear que não vai acrescer muita coisa a mais militarmente em vista do que podem fazer os diesel elétricos e cuja finalidade secundária de desenvolver tecnologia nuclear de uso civil podia ser obtida diretamente, sem necessidade de uma finalidade militar (aliás uma parceria com os argentinos, que estão vem a frente, seria uma alternativa de programa civil muito viável e ja em discussão).

    Ainda pergunto: Não seria o sub nuclear apenas uma desculpa pra se poder contratar os submarinos franceses? Este foi o grande argumento em favor deles contra os alemães, mais baratos, ou seja, a venda de um casco de nucelar junto. Com empreiteira no meio (aquelas que pagam as viagens do lula agora), o que podemos inferir desta opção? Foi uma decisão tecnica ou penas uma bengala, uma justificativa que encontrou o ego de alguns na MB? Qualquer indivíduio medianamente informado sabe que pra finalidade declarada em nossa doutrina, as caracteristricas do submarino nuclear são prescindíveis, pois o convencional cumpre a missão e de forma muito mais barata, e cumpre agora, não daqui a 30 anos. A opção pelo sub nuclear, se não foi só desculpa pra justificar a parceria com os franceses ( com empreiterias e sabe-se mais o que por tras), foi uma jogada do ex presidente para se promover, e encontrou eco, infelizmente, nos devaneios de alguns elementos na MB, que insistem em megalomanias do naipe de dois porta-aviões e 05 sub nucleares, quando sequer uma esquadra decente existe navegando.

    Um governo que depois de dez anos não foi capaz de comprar meros 36 caças, sem nenhuma justificativa plausível, aliás (passando fiasco de ter de empurrar com a barriga na base do F5), vir falar em duas esquadras, em dois porta-aviões, em 15 submarinos comuns e 05 nucleares, é uma piada, um acinte à inteligência das pessoas. END e livro branco não passam de papel e propaganda. Quer que te dê um exemplo do que valem este documentos e as “intenções”. O EMFA baseado nestas lorotas, emitiu a pouco tempo, instrução conjunta pra aquisição de misseis AA para as três forças, os quais deveriam ter alcance superior a 30 Km e serem aerotransportados. Mas qual foi o escolhido? O Pantsyr, que não tem nenhuma das duas, ou seja, desde já “estratégias e intenções” estão sendo reveladas como mera burocracia inócua.

    So pra não passar in albis: O missil da Mectron é um projeto que ja vem bem de antes, e a bem da verdade representa um retrocesso para o CFN, pois é bem inferior ao Bill. So no futuro, com muitas melhorias poderá ser algo representativo. E veja bem, foram meia duzia de misseis adquiridos pra teste. É isso que vc chama de grande aquisição? As 04 escoltas baseadas na Barroso vão ser constuidas (tomara) o serãoo simplesmente porque as Inhauma estão “na capa da gaita”. É so reposição inevitável, não tendo nada de “grande atenção com a defesa” no fato. O prossuper esta se encaminhando pra virar um, FXn…..A nacionalização do motor do Exocet embora represente uma conquista relativa sob o prisma tecnológico ( pois ja existe tradição em motores de foguete no Astros de longa data) não acrescentou muito aos meios da MB, quando se vê que o Bloc III ja tem alcance duas vezes e meia maior, ou seja, é uma vitória de pirro, vai manter um meio obsoleto em operação.

    Pra completar, fazes a defesa de um caça que é ótimo, mas que custa quase o mesmo que um de 5a geração, e que ficou em último na avaliação técnica, por conta do preço de operação e do armamento. Dizer que ele “vence fácil” contra o Hornet e mesmo contra o Gripen? Ora, não foi bem isso que o relatório da FAB dizia antes de o Jobin suspeitamente mudar os critérios. E não venha falar em TOT irrestrita pois ela é uma mentira tão evidente quanto o são as viagens psicodélicas do livro Branco (deve ter sido escrito por um Hobbit) ou END.

    Ainda, a “demora é barganha pra fazer o fornecedor suar”? Que barganha é esta que dura dez anos, que ja teve anúncio de vencedor antes de finalizada a avaliação tecnica e que vai chegar a ponto de assitir parte das aeronaves a serem substituidas sair de operação? Um argumento pífio e primário para justificar o injustificável.

    Por fim, este governo que tu afirmas ter mudado o paradigma de tratativa da defesa fez agora um corte de mais de 3 bilhões no orçamento da defesa, mas o do bolsa esmola (rectius: curral eleitoral) cresceu. Afirmam isso e aquilo e logo no menor aperto qual o orçamento que cortam com maior ênfase?

    Almeida, Bosco e Observador: assino embaixo dos vossos considerandos.

  56. giltiger 23 de maio de 2013 at 1:52 #

    Caros muitas coisas foram iniciadas lá atrás mas o foram por insistência das forças e no cansaço das autoridades.

    OBJETIVAMENTE quanto custou o Foch, os A-4 e os P-3A adquiridos no governo FHC NADA meu camarada. Foram compras de oportunidade como foram os NPAOcs da BAE.

    É MUITO diferente que autorizar um programa como o PRosub que inclui 4 submarinos convencionais, um nuclear, um estaleiro e uma base NOVOS em folha…

    É muito diferente fazer uma revisão doutrinaria total, implantar uma integração vertical do Ministério da Defesa e fazê-la cumprir.

    É muito diferente autorizar um programa como o KC-390 ou o do Blindado Guarani e colocar em documento que vai encomendar 2044 unidades. O mesmo com o programa do Astros 2020 ou do projeto do ATM-300 da Avibrás.

    Não digo que tudo dará certo e que tudo foi certo mas cáspita NENHUM MÉRITO ???

    O governo não encomendou 36 caças mas encomendou 28 KC-390, modernizou ou moderniza praticamente todas as aeronaves possíveis (a última foram os E-99) e agora planejaa aquisição de reabastecedors e o desenvolvimento do treinador primário conjunto com os hermanos (decisão esta que EU discordo pessoalmente do governo pelo projeto da Novaercraft mas o governo não pode agradar a TODOS (nem mesmo a mim) SEMPRE, algumas das múltiplas decisões que tem de ser tomadas podem resultar em ações que não conseguimos ou podemos entender.

    Observador, de mesma forma, não interessa o que PENSAS sobre as duas frotas ou sua viabilidade, militarmente a MB precisa das duas frotas para proteger uma costa do tamanho da Brasileira e cabe ao governo civil reconhecer a necessidade e isso já foi feito no papel nos “planos mirabolantes que todos pragmáticos com olhar histórico adoram lembrar.
    SE o pais e seus governantes realizarão este objetivo naval no futuro e em quanto tempo isto acontecerá é uma questão para o futuro desenvolvimento econômico e riqueza do país e da decisão política de seus atuais e futuros governantes de disponibilizar e direcionar os recursos necessários a este objetivo (inegavelmente ambicioso) em quantidade e tempo suficientes até alcançá-lo em ALGUM PONTO NO FUTURO.

    O míssil da Mectron é nosso, produziremos quantos quisermos e numa próxima versão posterior será melhor e esta porcaria de mania de aficcionado militar de comparar produto nacionalizado com produto TOP de super potência é um saco.

    Quem não compra no mercado externo e faz o seu próprio pela primeira vez POR ÓBVIO tem de lidar com as limitações iniciais do seu projeto, inexperiência e limitações de escala, se raciocinar desta maneira tu não nacionaliza NADA e continua não tendo base industrial de Defesa própria…
    O conceito aqui e ser bom o BASTANTE o que é extremamente difícil de um aficionado lidar ou entender.

    Setenta foi a década de ouro de prateleira o paradigma agora é outro é fazer em casa ou comprar pacote de tecnologia para desenvolver capacidades AQUI.

    Bosco a capacidade dos militares sempre esteve lá, a DIFERENÇA é que no governo atual há um programa militar de ESTADO razoável coordenado e AMPLO. Com princípio meio e fim e objetivos CLAROS. E que vem sendo cumprido gradualmente em várias frentes paralelas mas TODAS avançando.

    Por melhor que tenham sido iniciativas por exemplo no período do FHC elas eram isoladas e eram fruto da insistência dos militares ou alguém acha que o FHC acabou com a limitação de operação de asa fixa na MB porque ele era um gênio militar ???

    Mas eu tenho de admitir que ele se convenceu intelectualmente ou por bom senso da justiça do pedido da MB e do anacronismo da manutenção da medida desde da época de Castelo Branco. Pela ausência de uma reação mais forte da FAB (ou apesar dela) ele não só revogou a limitação como autorizou a compra de oportunidade do Foch e dos A-4 e gastou com isso 12 milhões de dólares com o Foch e 70 milhões com 20 aeronaves e peças. Pontaço para ele e uma decisão política no momento que lhe cabia.

    De maneira similar o Lula TAMBÉM não é um gênio militar e se convenceu intelectualmente e por bom senso que a Marinha poderia construir um submarino nuclear e não só autorizou o submarino nuclear como a compra de 4 Scorpenès convencionais um estaleiro para construção de submarinos e uma base naval para operá-los e gastou um pouquinho mais que o FHC… Comprometimento e decisão política PONTAÇO para o Lula…

    Colombelli ainda acreditas que numa avaliação técnica militar o Rafale é menos equipamento militar operacionalmente que o Gripen E/F ou mesmo o Super Hornet ???

    Caro a limitação do Rafale é PREÇO e SÓ e ele sofre do mesmo preconceito dos carros da FIAT na manutenção, é taxado xiitamente de um carro muito bom mas a manutenção é MUUUITO cara…
    Como se o concorrente fosse baratinho e nunca tenha feito recall ou arrancado o dedo de nenhum usuário do baratinho Wolkswagen Fox…

    O Rafale é uma soberba aeronave militar, claramente melhor que o Gripen e mais moderna e no geral melhor e mais capaz que o Super Hornet se você quiser pague o preço dela, e mais uma vez o FX-2 NÃO é um certame licitatório de preço mínimo.

    Entendeu ou quer um desenho ???

  57. Vader 23 de maio de 2013 at 10:49 #

    Não sei porque os prezados perdem tempo com o mimimi do Gilberto. Todo mundo sabe que ele ganha pra isso…

  58. daltonl 23 de maio de 2013 at 11:49 #

    De fato, a década de 70 foi a década de ouro da prateleira, mas era o que se podia fazer na época e mesmo assim duas das seis MK-10 foram construídas aqui o que não foi pouca coisa e até mesmo as Inhaúmas e os Tupis “nasceram” no fim do regime militar e vendiamos blindados mundo afora.

    Reconheço que o governo do PT tenha méritos só não acho que seja tudo isso e jamais saberemos o que o PSDB teria feito.

    Por que a reforma do NAeSP levou mais tempo do que a modernização de meia vida e reabastecimento de um NAe nuclear da US Navy ?

    Por que os A-4 ainda não foram modernizados ?

    Por que a força de combatentes de superfície que era de 18 unidades no governo FHC caiu para 14, já faz 10 anos que essa situação perdura.

    Por que as Greenhalghs não passaram pelo modfrag que a marinha havia planejado para elas ?

    Por que o NDD Ceará encontra-se a tantos anos em PMG ? Navio velho é complicado eu entendo.

    Nosso melhor NT o Elefantinho fará 45 anos esse ano !

    Por que o Tikuna e a Barroso, especialmente a última levaram tanto tempo para serem incorporados ?

    Simplesmente não havia nem há recurso para tudo, então foram feitas escolhas…se essas escolhas foram acertadas o tempo dirá, mas é inegável a obsolescência em bloco da esquadra.

  59. GUPPY 23 de maio de 2013 at 15:41 #

    daltonl disse:
    22 de maio de 2013 às 23:19

    Na década de 70, além dos novos em folha que você citou, ainda recebemos muitos Destroyers (Allen M. Sumner, Geering) e hehe, GUPPYs. Mas se for contar teve mais, Gastão Moutinho, vários NaPa, Rebocadores que estão aí até hoje, etc…

    Abraços

  60. MO 23 de maio de 2013 at 15:43 #

    sim Guppy, mas acho que Dalton quiz dizer os ‘zero bala’ …

  61. Colombelli 23 de maio de 2013 at 22:02 #

    Giltiger, para começo de conversa, não tinha sido ofensivo contigo ao contrário do que vc esta sendo. Achei que discutiamos ideiais em alto nivel, mas ja que tu gostas deste tipo de nível pessoalizado como vcs da ptrulha estão acostumados….

    Vc ainda não respondeu o motivo da demora dos 36 caças e a incongruência disso com planos surreais do papel. Comprar aviões de transporte e reabastecimento? Vai reabastecer o que? Vai fazer guerra so com aviões de transporte? Usa um estilingue da rampa de carga que vai funcionar. Aliás, de aviões de transporte a FAB esta muito bem com os hercules e principalmente com os do GTE (este bem modernos né?). São os caças que estarão caindo em breve.

    Segunda esquadra: nunca vai sair, sonha…. sonha….

    Quanto ao missil, não é uma opinião de aficcionado querer o melhor. Eu, ao contrário de ti, que no máximo é um aficcionado mesmo e pela conversa nem conscrtito foi, ja usei a farda do EB e não foi como recruta. Fui sargento de infantaria formado na ESA, turma Cinquentenário da FEB, 1994, ja disparei armas AC reais e ja estive dentro de um blindado. Não adianta ter um missil nacionalizado que não cumpra missão. Um missil AC moderno sem visor noturno e sem cabeça de guerra dupla deixa muito a desejar. E volto a repetir, o missil da Mectron ainda esta em teste e vc ja o coloca com uma “grande conquista” a ser adoatda pelo CFN. Menos, menos. Quem vai arriscar a vida em campo de batalha merece o melhor equipamento. Um dia talvez o MSS o seja, hoje não.

    A propósito vc não precisa desenhar para fazer entender seus pontos de vista ideológicos e alienados, cooptado do partido, pois o único desenho que sabe fazer é uma estrelinha amarela num fundo vermelho. Quem disse que o Gripen era melhor opção não fui eu, foi a FAB. E me diga com base em que vc afirma que o Rafale é melhor que um Hornet? O Hornet é caça da maior marinha do mundo, que esta em ação real em alguma pate do mundo ininterruptamente a 70 anos. O caça que tu defendes, por que te mandaram fazê-lo ou porque serves à massa de asseclas dos mesaleiros, ficou em último na avaliação tecnica, antes de mandarem alterar os critérios para favorecê-lo. É um ótimo avião, sim, mas é inviável pelo preço e não tem nada de melhor que um Hornet. Se é mais manobrável, perde no alcance de radar e no custo de aquisição e operação. Bote um contra o outro e veja quem vencerá um combate.

    E sim, o preço é algo importante, porque ao contrário de ti e daqueles que tu defende, eu não quero um avião pra ficar em um hangar ou pra ser usado em desfiles de 7 de setembro, e como todos os 03 cumprem a missão requerida, e nenhum deles terá TOT irrestrita (nem a proposta fantasiosa que o chefe de vcs engoliu porque massagearam o ego dele) o preço de aquisição e de manutenção é o principal fator a ser considerado. Em breve tu veras a tua presidente fazer a escolha por este fator pra não se queimar nas eleições.

  62. joseboscojr 24 de maio de 2013 at 0:27 #

    Turquia, Índia, Coréia do Sul, Taiwan, também não têm tradição no desenvolvimento de armas de modo geral e de mísseis em particular mas os estão fazendo em estado da arte, com grande capacidade de penetração no competitivo mercado internacional.
    Fabricar um míssil anticarro hoje sem ogiva dupla e sem visor noturno/térmico depois de quase 20 anos de desenvolvimento é algo completamente inaceitável para um empresa privada.
    E nem vamos entrar no mérito do sistema de orientação por CLOS/LBR, do sistema de lançamento indiscreto, etc, que já não estão em sintonia com mísseis de geração mais recente.

  63. Almeida 24 de maio de 2013 at 13:05 #

    Sério que vocês ainda perdem seu tempo lendo, e respondendo, o PaTrulheiro Giltiger?

  64. Colombelli 25 de maio de 2013 at 0:19 #

    Almeida, ele ainda vai abrir as vistas, e descobrir que certos “mantras” que ele repete não são verdadeiros. Vamos ter fé. Um que se salve ja fará diferença.

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