NPaOc Apa 842a

Fotos da fragata Rademaker (ex-HMS Battleaxe) feitas na Base Naval do Rio de Janeiro, no dia da chegada do NPaOc Apa. Clique nas imagens para ampliar e observar os detalhes do navio.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

80 Responses to “Fragata ‘Rademaker’ pronta para receber mísseis Exocet MM-40” Subscribe

  1. marc 31 de maio de 2013 at 16:46 #

    Na foto 7 aparece ao fundo o saudoso CT Pernambuco ex – D30 que
    parece ser um forte candidato para alvo de misseis.

    Em tempo: o que foi feito do Ct Para Ex D27 ???

  2. ThiagoP 31 de maio de 2013 at 16:59 #

    Quando puseram os bofors de 40 mm deletaram os canhões de 20mm que os ingleses usavam? Se não, onde eles ficam?

  3. Felipe 31 de maio de 2013 at 17:04 #

    Sobre o CT Pernambuco:

    “Por ordem do Diretor-Presidente da EMGEPRON faço público que será realizada a Licitação N.º EGPN 026/2013, modalidade Leilão, conforme segue: 1. Objeto – Alienação, por venda, de 01 (um) casco da Ex- CT Pernambuco, pertencente ao Centro de Apoio a Sistemas Operativos – CASOP; 2. Preço Mínimo de Alienação: R$ 280.000,00 (duzentos e oitenta mil reais);”

    Creio que a Rademaker faça alguma comissão em breve, pois passou um bom tempo em pmg.

  4. Wagner 31 de maio de 2013 at 17:32 #

    mas pq não dá para reformar o Pernambuco ?

    reforma e deixa na reserva, qual a idade dele ?

  5. Oganza 31 de maio de 2013 at 18:12 #

    É só eu que acho a posição desses lançadores de Exocets extremamente impróprias, ocupando o lugar do canhão? Não daria para “cortar” alguma coisa a meia nau, remaneja-los e instalar um canhão ali onde os lançadores estão hoje?

  6. Bravoone 31 de maio de 2013 at 18:26 #

    Caro Oganza, acho que é o problema não é esse, mas sim a falta de grana, se fosse possível, tenho certeza que a MB já teria feito.

  7. Oganza 31 de maio de 2013 at 18:53 #

    Pode crer Bravoone, na verdade além de ficar com essa “má Impressão” funcional, notamos isso nas Type 22 inglesas também, a exceção fica para as Type 22 Batch 3, onde os lançadores foram para meia nau e o canhão assumiu seu lugar de direito da proa… mas enfim.

  8. colombelli 31 de maio de 2013 at 20:43 #

    Nas Malvinas a falta do canhão foi muito sentida. Muito certo que os misseis em outro local e um canhão ali seria muito melhor. Espaço teria.

  9. Joaca 31 de maio de 2013 at 21:07 #

    Tenho que concordar com o Marcelao. Tem dia que doi ler estes comentários.

  10. Bosco 31 de maio de 2013 at 21:14 #

    Oganza,
    Os britânicos também acharam, tanto é que nas versões posteriores eles colocaram o canhão.
    Versão 2: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/64/HMS_Cornwall_F99.jpg/800px-HMS_Cornwall_F99.jpg

  11. Bosco 31 de maio de 2013 at 21:32 #

    Oganza,
    Não havia visto seu outro comentário onde você fala da Batch 3.
    Perdão!

  12. Bosco 31 de maio de 2013 at 22:04 #

    O problema da defesa de ponto de navios é que é de curto alcance e portanto um ataque de saturação é possível lograr êxito.
    Tubo bem que os mísseis autoguiados (alguns de lançamento vertical) vieram para resolver o problema (??), mas antes os navios eram protegidos por mísseis que exigiam o acompanhamento do lançamento até o impacto e como havia canais limitados de direção de tiro o sistema defensivo era facilmente saturado.
    Nessa época a falta de uma quantidade razoável de canhões de pequeno calibre baseado na equivocada confiança exagerada na nova tecnologia dos mísseis foi uma falha grave e sentida nas Malvinas de forma bastante dolorosa.

  13. RoLoUcO 31 de maio de 2013 at 22:08 #

    Uma pergunda, a MB está comprando mísseis mm40 para equipar estes navios ou só os lançadores? se for só os lançadores creio que será dividido os poucos mísseis que equipam as niterói e a Barroso.

  14. Néia 31 de maio de 2013 at 22:18 #

    A Rademaker fará a comissão Líbano V???

  15. Oganza 31 de maio de 2013 at 23:46 #

    No problema Bosco… e vlw pelo link… mas sempre gostei da estética desses navios, com esses costados altos (para mares bravios). Agora, sei que não é caso, mas já que elas só possuem defesa de ponto, gostaria muito de ver 2 RIM-116 no lugar desses Seawolf + 2 Goalkeeprs nos bordos, mas enfim… precisaria de sensores novos, novas integrações, “novas verbas”. Seria como um mako shark, cheio de dentes, fininhos, mas cheio deles :)

  16. Mauricio R. 1 de junho de 2013 at 0:12 #

    Mais fácil e barato, trocar os “Sea Wolf” e os 40mm pelo RAM e o R2D2.
    Quanto ao “Harpoon”, talvez atrás do hangar, mas teriam que arrumar outro lugar p/ o RHIB.

  17. Airacobra 1 de junho de 2013 at 0:36 #

    ThiagoP

    Os canhões 20mm gamb 01, que voce se referiu nao foram removidos para a instalacao dos 40mm L-70, observando bem na foto nr 6 voce poderá identificar claramente os dois, à boreste do mastro de vante esta o 40 L-70 coberto por uma capa e indo para ré descendo a escada, logo à vante da lancha orgânica de casco semi-rígido está o gamb 01 (mas conhecido na marinha como gambo) também coberto por capa.

  18. Oganza 1 de junho de 2013 at 0:55 #

    Mauricio R.

    RAM… Solo?
    R2D2?
    com sistema de combate C3PO?
    mas e os Harpoons, fazem parte da saga?
    Poderíamos trocar os RHIBs por teletransporte… afff misturei tudo… série errada…

    Brincadeira Maurício.

  19. Airacobra 1 de junho de 2013 at 1:25 #

    Perdão pela falta de acentuação, meu teclado nao esta ajudando, só acentua oque quer, e onde se lê mas conhecido, leia-se “mais” conhecido

  20. Bosco 1 de junho de 2013 at 1:41 #

    O RAM é um dos sistemas de curto alcance que é auto-guiado e feito para se contrapor a ataques de saturação, inclusive de mísseis supersônicos.
    O fato de não ser de lançamento vertical o faz ter menor velocidade de reação embora obrigue a ter mais de um lançador por navio de modo a cobrir 360º. Também reduz a quantidade de mísseis de pronto uso, mas no caso do lançador Mk-49, com 21 mísseis, definitivamente não é um problema.
    Mas mudando de assunto, a defesa antiaérea dessa fragata é espetacular e o Sea Wolf é um fantástico míssil anti-míssil,

  21. Airacobra 1 de junho de 2013 at 2:07 #

    Bom saber que já está saindo a substituição dos MM-38, mas sempre achei essa MOD greenhalgh e MOD inhaúma muito meia boca, só comparar Com a modernização da prima das nossas greenhalgh, a almirante williams chilena, aquilo sim é uma modernização, e nao isso ai.

  22. Tio Sam 1 de junho de 2013 at 7:06 #

    Uma dúvida: tem algum equipamento da MB que opere o tomahawk?

    Sds.

  23. MOSilva 1 de junho de 2013 at 8:25 #

    Olá Uncle Sam.
    Não, o Brasil não opera Tomahawks.
    E não há dúvida: falta um canhão naval para essas fragatas. Quem sabe o projeto de melhoria não contemple tal armamento? Sonhar é de graça…
    SDS.

  24. Tom_Weiss 1 de junho de 2013 at 9:38 #

    Belas fragatas – o SICONTA fez parte do upgrade ? os canhoes Bofors 40mm ja nao servem para muito, quanto ao radar, este tambem ja é obsoleto, quanto a por um canhao de 76mm, nao creio que este modelo Batch 1 comporte um.

  25. Dalton 1 de junho de 2013 at 9:48 #

    Como o Galante já confirmou, não haverá um “modfrag” para as Greehalghs então nenhum canhão será adicionado na proa., nem os mísseis serão rearranjados, nenhuma grande reforma de máquinas.

    Um “modfrag” foi feito nas Niteróis corretamente quando elas estavam com pouco mais de 20 anos, mas a Rademaker já completou 33 anos e a revitalização permitirá que chegue talvez aos 40 anos, mesmo que se pague muito para mante-la até lá.

    Em todas as marinhas inclusive na US Navy há navios que por um motivo ou outro não são prioritários e assim acabam sendo bons para exercícios em águas próximas, visitas a países vizinhos e só.

    São as Niteróis que estão indo para os confins do Mediterraneo ou então indo aos EUA para treinar com a US Navy e não me parece que as
    nossas T-22s possam fazer a mesma coisa atualmente.

  26. ci_pin_ha 1 de junho de 2013 at 9:57 #

    Airacobra
    O MOD da Greenhalgh tem o objetivo de dar uma sobrevida ao navio, não é uma modernização que prima por colocar o navio no estado da arte (o máximo possível), isso pra mim é bem claro.

  27. Dalton 1 de junho de 2013 at 10:20 #

    Wagner…

    o Pernambuco foi retirado de serviço em 2004 com 39 anos de idade, desde seu comissionamento na US Navy em 1965.

    Após isso, sua condição deteriorou-se nos anos seguintes já que estava sendo minimamente mantido visando principalmente que não sofresse inundação ou incêndio.

    Em maio último, o casco completou 48 anos desde seu primeiro comissionamento e 49 anos desde que foi lançado ao mar.

  28. Bosco 1 de junho de 2013 at 10:48 #

    Sobre o RAM me equivoquei. Disse que ele tem “menor velocidade de reação” e o correto seria “menor tempo de reação”, por ser lançado de lançador conteirável.
    Quanto ao armamento das Type 22 Batch 1 eu gosto como está, principalmente com a instalação do 40 mm. O fato de não ter um canhão de maior calibre na verdade só a impossibilita de realizar apoio de fogo, o que não seria função dela.

  29. MO 1 de junho de 2013 at 11:35 #

    nao sei aonde alguem cogitou ou comentou ou imaginou isso, ouvi ou li isso em algum lugar, massssssss como possibilidade ou algo descrito no inicio

  30. Control 1 de junho de 2013 at 11:48 #

    Srs

    Considerando o andar da carruagem econômica e o histórico recente deste país, um plano B da MB prevendo um upgrade dos sistemas de sensores e armamentos destas fragatas seria conveniente. Se as condições econômicas do país não evoluírem favoravelmente nos próximos dois anos, os planos de grandes investimento em equipamentos militares irão para o Baú dos Sonhos Irrealizados. Mesmo que isto não ocorra, um esforço de modernização dos atuais meios da MB (fragatas e corvetas) já é uma necessidade.

    Sds

  31. Tio Sam 1 de junho de 2013 at 13:06 #

    MO Silva disse:

    Obrigado pela informação.

  32. Seal 1 de junho de 2013 at 20:35 #

    Não foi essa fragata que levou tiros de canhão de 40mm por engano, por um navio argentino, durante um exercício naval? … rsrs

    O sistema Seawolf anti-míssil dessa fragata é espetacular.

    Diz que o Seawolf é tão preciso que chegou a atingir projéteis de canhão de 4,5 polegadas em pleno ar, durante os testes de aceitação na Inglaterra.

    Aqui, um vídeo do Seawolf conteirável usado na MB. Existe outro no sistema vertical(VLS), usado nas Type 23:

  33. Wagner 1 de junho de 2013 at 20:39 #

    queee uma graxinha, um ferlicom e uma tinta e taria nova !!

    KKKKKKKKKKKK !!

    Obrigado Dalton !

    :)

  34. colombelli 1 de junho de 2013 at 22:51 #

    Seal, concordo contigo na exaltação do Sea Wolf. O mal deles é que estão, na versão que utilizamos, fora de linha e com pouquissimos operadores. A algum tempo a MB publicou no DOU a destinação de uma verba para revitalização dos motores, e o número de misseis que deu pra ver que seriam contemplados pelo programa seria de 34.

    Control, quanto ao plano B ( uma mania norme-americana), concordo contigo e elas talvez tenham, numa contingência destas, de receber algo mais do que so um empurrão. E na linha do que cogitou o MO, se por hipótese fosse o caso de colocar um canhão, certamente seria um 76mm. O Chile na Type 22 deles, trocou o 114 por um de 76.

  35. Dalton 1 de junho de 2013 at 23:22 #

    Não querendo ser pessimista, mas invariavelmente, modernizações
    ocorrem quando um navio está com cerca de 20 anos e não com mais de 30 anos, sem falar no tempo gasto para o planejamento e alocação de recursos o que consome mais tempo.

    Modernizar drasticamente um navio que teria então perto de 35 anos
    não é uma boa solução.

    A fragata que hoje está com o Chile não apenas é mais nova como sendo do Batch II é maior e consequentemente com maior capacidade para mudanças e a colocação do canhão de 76 mm entre outras melhorias ocorreu dentro dos cerca de 20 anos que mencionei.

    Um detalhe, na fragata chilena não houve troca de canhão, apenas as
    Batch 3 foram equipadas com o 114 desde o inicio.

  36. RoLoUcO 1 de junho de 2013 at 23:45 #

    Poxa, ninguém matou minha curiosidade. Alguem pode falar se a marinha esta adquirindo novos misseis mm40, ou se está só instalando os lançadores dos mesmos?
    Por que até aonde eu sei só as Niterói e a Barroso tinham tal arma!

  37. Dalton 2 de junho de 2013 at 0:08 #

    Bom, a marinha testou ano passado um exocet mm 40 cujo motor foi fabricado aqui pela Avibrás então deduzo que sim, haverão mais misseis
    disponíveis no futuro.

  38. Ivan 2 de junho de 2013 at 0:40 #

    Dalton,

    Todas as Type 22 Batch 3 inglesas já foram despachadas para Aliaga ou ainda sobrou um par destas fragatas?

    Sds.,
    Ivan.

  39. Dalton 2 de junho de 2013 at 1:06 #

    Ivan…

    elas ainda estão em Portsmouth !

    abs

  40. Almeida 2 de junho de 2013 at 1:09 #

    Só lembrando que os Sea Wolf lançados de conteiner não são atualizados há 15 anos e seu suporte foi cancelado pelo fabricante.

    Somente os VL Sea Wolf, em uso nas Type 23 da RN, continuam sendo atualizados e mantidos.

  41. Almeida 2 de junho de 2013 at 1:27 #

    Gosto muito desses navios, são muito capazes em relação ao seu tamanho.

    Gostaria muito que as 3 Type 22 batch 3 que deram baixa na RN viessem para a MB, sofrendo uma pequena modernização no processo. Nada de grande monta, apenas atualizações de sistemas e sensores, como a adição de um FLIR/EOTS, e a troca dos containers de Sea Wolf por lançadores Mk 49 ou SeaRAM do RIM-116. Não são caros e são bem fáceis de integrar.

  42. Almeida 2 de junho de 2013 at 1:36 #

    Digo, que 3 das 4 Type 22 batch 3 que deram baixa na RN…

  43. colombelli 2 de junho de 2013 at 3:45 #

    Almeida, diz-se que estavam meio acabadas estruturalmente pelo uso, pelo que não valeria a pena pegar este lote das Batch 3.

    Nós perdemos a mão foi nas Type 23 que o Chile pegou. Embora isso seja jusftificável, pois pode ter havido uma certa preferência dos ingleses no destino delas por conta de “serviços prestados” pelos chilenos nas Malvinas.

    Dalton, tem razão quanto ao 76 da Almirante Willians. Também trocaram o Exocet pelo Harponn e o Sea Wolf pelo Barak, com um novo sistema de gestão de dados. Sozinha, ficou um navio meio deslocado.

  44. Tio Sam 2 de junho de 2013 at 10:40 #

    A marinha tem alguma perspectiva de adquirir alguma fragata furtiva, ainda que os modelos chineses ou indianos?

  45. MO 2 de junho de 2013 at 11:47 #

    sorry Almeida elas estão a um passo do screpeamento… eram belos navios, uma pena mesma (belos and bons), mas foram usadas demais !!!

  46. X.O. 2 de junho de 2013 at 12:19 #

    Prezados,

    Não é possível colocar os MM40 AV do hangar, pois ali fciam os tampões de acesso ao interior do Navio, em especial às praças de máqunias, quando precisamos tirar algum equipamento maior.

    O PMG da F49 foi realmente revitalização, talvez a F48 tenha alguma novidade interessante, vamos aguardar…

    Quanto ao Líbano, não será a F49…

  47. Dalton 2 de junho de 2013 at 12:26 #

    X.O.

    sabe algo sobre a Defensora que está salvo engano, desde 2010 atracada
    para reparos ?

    sds

  48. marcio macdo 2 de junho de 2013 at 12:46 #

    Tenho a impressão que as T-22B1 nunca foram muito do agrado da MB, senão teriam sido modernizadas logo depois que chegaram. Poderiam muito bem ter recebido a versão MK-3 conteirável do Sea Wolf (que ainda está sobrando na GB), canhões Trinity de 40 e os Exocet MM-40 que estão recebendo agora.

  49. MO 2 de junho de 2013 at 12:49 #

    oub seria a ‘maldição’ da eternidade compulsoria passional das mk 10 ?

  50. Dalton 2 de junho de 2013 at 13:49 #

    “…pois pode ter havido uma certa preferência dos ingleses no destino delas por conta de “serviços prestados” pelos chilenos nas Malvinas”.

    Acho que não…afinal adquirimos as 4 Type 22 Batch 1 entre 1995 e 1997 e não teriamos condições de absorver outros 3 combatentes de superfície poucos anos depois.

    Quando o Chile fechou negócio com as T 23 em 2005 já estávamos limitados a 14 combatentes de superfície como continuamos hoje.

  51. MO 2 de junho de 2013 at 14:05 #

    efeito maldição mk 10 …

  52. GUPPY 2 de junho de 2013 at 14:25 #

    Também estou ansioso por (boas)notícias da Defensora.

    Maldição, MO? Você tem uma Mk10 em casa. Eu gostaria de saber o seguinte: qual fragata é melhor, as Niterói ou Greenhalges? Melhor no sentido geral, conforto, eficiência, emprego? Talvez o Galante possa dar um parecer já que “morou” numa delas e tem acompanhado tudo o que tem acontecido com as Niteroi (Modfrag,…) e as últimas britânicas.

  53. Dalton 2 de junho de 2013 at 14:26 #

    Ainda estávamos envolvidos com o MODFRAG para as Niteróis também nessa época que o acordo com os chilenos foi feito e já estávamos bem atrasados quanto à conclusão da Barroso.

    Efeito maldição MK 10 ou não, não havia jeito com os parcos recursos de
    fazer mais do que foi feito.

    Mas isso é passado, ou não ? :)

  54. X.O. 2 de junho de 2013 at 14:56 #

    Desculpe a demora… a F41 está em PMG, não sei quando sai…

  55. MO 2 de junho de 2013 at 14:57 #

    Não, nao tenho mais, conforto eh mk 10, eficiencia acho (opinião pessoal) as 22, acho que enquanto tivermos as mk 10 nao iremos para frente em navios de escolta, pela ‘afeição’ (argh) a elas (e o custo que injetamos nelas, acho que se nao houvesse esta despesa abriria brecha para outros navios, seja por necessidade, seja por modernidade, utilizando tbm seu pessoal qualificado nas guarnições dos ‘supostos novos navios’. as nossa pecam pela foto do canhão quem garante que ao inves de fazermos o modfrague e tivessemos dado baixa nas mk 10 nao poderiamos ter as B II e alguma(mas) T 23 hoje, abandonado tbm o ETERNO exocet e por ai vai …

    Não, eu nao gosto das MK 10

  56. Control 2 de junho de 2013 at 14:57 #

    Senhores

    Considerando que estamos com crescentes más noticias econômicas, existe alguma opção tipo escoltas usadas em condições razoáveis para a compra como alternativa das escoltas de 6000 t, se estas se converterem num sonho?

    Sds

  57. X.O. 2 de junho de 2013 at 15:09 #

    Bem, mais uma vez digo que sou suspeito, mas acho as FCG melhores em termos de sonar e busca aérea… a desvantagem é não termos um 4,5pol. O conforto é similar, mas as FCG têm vantagem por contarem com salas de estar nas cobertas da Guarnição. No geral, acho as FCG mais “Navio de Guerra”, mas confesso que nunca servi em FCN e ainda tenho um ranço da época em que estive nas CCI e os fragateiros “subestimavam” as Corvetas…

  58. Dalton 2 de junho de 2013 at 15:46 #

    MO…

    as Batch II só foram descomissionadas na Royal Navy depois que o MODFRAG das Niteróis havia iniciado, pegou todo mundo de surpresa ,
    afinal eram navios relativamente novos mas também recém háviamos adquirido as Batch I.

  59. Galante 2 de junho de 2013 at 16:48 #

    Concordo com o X.O. , as Type 22 são mais “navios de guerra”. Na concepção original as Broadsword foram superiores no sonar e na defesa antiaérea, além de levar mais um helicóptero a bordo.

    Mesmo depois de tantos anos, os navios continuam válidos, o que prova a excelência do projeto.

    As Niterói foram baseadas na Type 21, mais limitada. De qualquer forma são ótimos navios também, as Type 21 ainda estão prestando serviço na Marinha do Paquistão.

  60. GUPPY 2 de junho de 2013 at 17:36 #

    Obrigados a todos pelas respostas. E por algumas respostas, lamento a perda da Dods. Mas, com diz o Dalton, isso é passado.

    Abraços a todos.

  61. MO 2 de junho de 2013 at 19:30 #

    uia, agora que vi, o Recife e o Jari atracados a contrabordo, ao lado do “ticondebuco”

  62. colombelli 2 de junho de 2013 at 21:41 #

    Dalton, tens razão nos motivos que podem nos ter levado a não arrematar as 23. Eu ainda acho que teria valido a pena um aperto de cinto para tê-las.

    Mas houve ao menos por parte da Inglaterra oferta ao Brasil, ou o esquema foi direto com o Chile? Se estávamos impossibilitados isso seria um motivo para não termos buscado elas, mas a Inglaterra sabia que não iriamos tentar?

    Isso que me refiro que pode ter havido uma certa preferência, ou seja, o negócio ter sido encetado desde sempre voltado ao Chile. Alguem lembra se houve anúncio prévio de descomissionamento delas e como foi que o Chile arrematou e em que termos isso ocorreu? Ainda, houve movimentação na MB a respeito de analisar a situação há época levando em conta a possibilidade, por serem elas um ótimo negócio?

  63. Bosco 2 de junho de 2013 at 21:56 #

    Tirando o fato de ser uma versão mais atualizada e de todos os mísseis estarem disponíveis (não há necessidade de recarregar os lançadores) não há grandes vantagens em se ter mísseis de defesa de ponto guiada por CLOS lançados verticalmente, como os VL-Sea Wolf das Type 23.
    A quantidade de mísseis no ar e de alvos engajados simultaneamente continuará dependente da quantidade disponível de canais de direção de tiro, que são 2 tanto nas Type 23 quanto nas Type 22.
    O grande avanço vem com o uso de lançadores verticais e mísseis autoguiados, como o Umkhonto, Sea Ceptor, VL-Mica, etc.

  64. Diogo 2 de junho de 2013 at 22:40 #

    Falaram que as type 22 sao melhores que as niteroi em defesa aerea. Mas no papel, o Aspide é melhor que o SeaWolf. Maior alcance e tudo. Bom isso é no papel. Qual a opniao de voces que conhecem esse assunto e na pratica como é?

  65. Bosco 2 de junho de 2013 at 23:48 #

    Diogo,
    Em termos de armas antiaéreas as duas fragatas são assim:
    Niteroi:
    1 canhão Mk-8 com 8 km de alcance controle eletrônico
    2 canhões Trinity de 40 mm com 4 km de alcance controle eletrônico
    1 sistema Albatroz com um lançador óctuplo para mísseis Aspide com 15 km de alcance.
    1 Alça optrônica capaz de controlar o canhão Mk-8 e os canhões Trinity
    2 sistemas de controle de tiro /Iluminação composto por radar e sistema eletroóptico, capaz de controlar o Mk-8, os Trinity e os mísseis Aspide.

    Greenhalgh;
    2 metralhadoras 20 mm com 1500 metros de alcance, controle manual
    2 canhões 40 mm com 3 km de alcance, controle manual
    2 lançadores sêxtuplos para mísseis Sea Wolf com 8 km de alcance
    2 sistemas de controle de tiro para o Sea Wolf composto por radar e sistema eletroópticos

    Agora, fazer as contas e pesar quem é capaz de engajar mais alvos ao mesmo tempo de forma mais efetiva fica por sua conta. rssrsrs

    E claro, ainda tem os sistema soft kill que eu não computei.

    Um abraço.

  66. Clausewitz 3 de junho de 2013 at 3:50 #

    Quem não tem cão, caça como o gato!

  67. Bosco 3 de junho de 2013 at 7:50 #

    Eu estando certo há 3 canais de controle de tiro para a Niteroi, que possui 4 armas antiaéreas. Ou seja, 1 delas ou opera no manual ou fica inoperante num hipotético ataque de saturação.
    Salvo engano, mesmo havendo apenas 1 lançador de mísseis Aspide ele é capaz de cobrir 360º ao redor das fragatas, mesmo porque os radares de controle de tiro cobrem os 360º.
    Num ataque isolado de míssil antinavio é capaz que o sistema de combate recruta um radar para o sistema Albatroz e um para o canhão Trinity do lado da ameaça.
    Em tese o sistema Albatroz é competente na função antimíssil sea-skimming.
    Já na Greenhalgh há 2 canais de controle de tiro para 6 armas antiaéreas.
    Salvo engano somente os mísseis podem ser controlados via diretores de tiro, ficando os 4 canhões operando manualmente.
    Ótimo para aumentar o volume de fogo em fogo de barragem mas pouco eficiente e completamente ineficaz contra mísseis.

  68. X.O. 3 de junho de 2013 at 8:21 #

    Bem, o Seawolf teve bom resultado nas Malvinas… e quando falo da vantagem das FCG em relação no ambiente aéreo, refiro-me ao radar 967/968… sem detecção antecipada não dá prá engajar…

  69. Nelson Lima 3 de junho de 2013 at 9:45 #

    Chega de sucata: navios novos! Que contradição: quem chama o São Paulo de Opalão defendendo compra de sucata inglesa!

  70. ALDO GHISOLFI 3 de junho de 2013 at 10:08 #

    Concordo com os posts, mesmo porque flagrante que um tiro bem encestado na proa liquida com a efetividade da nave…

  71. Dalton 3 de junho de 2013 at 10:16 #

    Colombelli…

    em julho de 2004 a Royal Navy anunciou que devido à mais cortes 3
    Type 23 seriam retiradas de serviço e colocadas à disposição para venda.

    Em dezembro o Chile que estava renovando sua marinha assinou uma carta de intenções para compra dos navios incluída manutenção pré-venda e treinamento de tripulantes por 250 milhões de dólares.

    Ou seja, os navios foram postos à venda, o Chile interessou-se e nós não, até porque, estávamos envolvidos com o MODFRAG das Niteróis.

    Antes mesmo dos britânicos anunciarem que estavam dando baixa nas
    T-23s uma das 4 T-22s que haviamos adquirido entre 1995 e
    1997, a Dods, ao menos para consumo interno estava indo para a reserva.

    A partir daí atingimos o número de 14 combatentes de superfície,
    mantendo um “Garcia” o Pará D 27, até que finalmente a Barroso foi incorporada em 2008 depois de quase 14 anos em construção.

    Se fomos obrigados a reduzir o número de combatentes de superfície e levamos tantos anos para construir um modesto navio de guerra como a Barroso que recebeu dinheiro para construção em conta gotas arrisco
    a escrever que não tínhamos condições de adquirir mais navios por melhor que fosse o negócio.

    E o Tikuna também sofreu atrasos, sendo finalmente incorporado em
    dezembro de 2005.

  72. MO 3 de junho de 2013 at 10:45 #

    bingo Dalton = deal point = espero que aquele pessoal que ‘suspira’ naes, 2nd fleet, escolta disto, e bla bla bla´s afins como capacidade de construçãO e tecnologia veja este seu comentario

  73. igor 3 de junho de 2013 at 11:12 #

    pessoal na boa,ta na hora do brasil trocar essas fragatas para mim a FREMM é a melhor opção 6 delas ja fariam diferença.e mais algumas barroso ai sim teria poder.mas como as coisas são tem que ter tudo “tranferencia di tequinulugia” e e isso que enrola que a o fx lá.alguem ai sabe o alcance maximo dos mm40 da mb?e a algum sistema anti navio que possa ficar no litoral?

  74. Juarez 3 de junho de 2013 at 12:57 #

    Pois é MO, mas já faz algum tempo que um certo CMG da Marinha Avilanesa bradava aos quatro ventos, aguardem, as escoltas novas já estão nas carreiras, NAE de não sei quantas mil tons, 48 ‘Rafeles” e toda uma turma que “suspira ” na volta dele tendo elocubrações masturbativas alucinógenas, mas enquanto isto, no cais da Guanabara Bay a realidade operacional bate a sua porta, e olha que isto já faz uns bons 5 ou 6 anos, e a gente dizendo que isto não aconteceria tão cedo, bem, o dito queria ser almirante e foi para o pijama por meter-se aonde não foi chamado e por dar uma de Pinóquio.
    Jesuiiiiiiiiiiz aquele homem bom novamente atuando……..

    Grande abraço

  75. MO 3 de junho de 2013 at 13:40 #

    Exato Juarez, so com um detalhe em cima .. memso que isso tudo chegue amanha ( o que nao eh possivel, mas mesmo que .. conjecturando) como explicar a defasagem no meio tempo, como nao será amanha, como explicar a defasagem até que isso ocorra, um lado que poucos pensam, em um mundo tão oscilante e como diria o Bradescu siguros “Vai Que …? ai pergunto se Vai que, e nois Juvenal ? ‘a gente fazemos o que no meantime …

  76. Juarez 3 de junho de 2013 at 16:26 #

    MO, no meantime “nóis sifu” porque não tem gente qualificada suficiente e nem com doutrina operacional, fruto da falta congênita de $$$ para treinar dentro de um padrão mínimo, dias de mar suficientes, lançamento de armas reais para aferir comportamento das mesmas e atualizar doutrina.Não temos armamento real em quantidades mínimas sequer, não vale Sea Wolf com propelente vencido, Aspide com cabeça de guerra vencida e Exocet e Sea Skua ídem, alias não tem nem munição 40mm com estoque mínimo, não vou falar de torpedos Mk 46 para não entrar em depressão profunda,depois do que me contaram lá da missão do Líbano, em fim se der um cocô no meio do caminho vamos para o ralo junto com ele.

    Grande abraço

  77. marcio macdo 3 de junho de 2013 at 16:48 #

    Li, na época, que as T-23 que foram para o Chile não interessaram à MB por problemas na integracao dos sistemas. O Reino Unido ofereceu uma quarta fragata T-23, mas o Chile nao se interessou. A MB se interessou por pelo menos duas T-22 B2, que nao vieram nao se sabe por qual motivo.

  78. Diogo 3 de junho de 2013 at 17:52 #

    Juarez, qq tem os torpedos? Eu lembro que tiveram que retirar armas de uma fragata e passar para outra, para que ela pudesse levar uma carga de armas completa, nao foi?

  79. Juarez 3 de junho de 2013 at 18:51 #

    Diogo! É……..não tem, simplesmente não temos MK 46 nem para armar 20 % das escoltas.
    O que as vezes se “enxerga” serve para bibelô(by MO)

    Grande abraço

  80. José da Silva 3 de junho de 2013 at 20:05 #

    Sobre o casco do ex-Pernambuco. Vai tentando que um dia vende:

    Abril de 2012 – R$ 537.000,00 – ninguém comprou;
    Maio de 2012 – R$ 455.000,00 – ninguém comprou;
    Maio de 2013 – R$ 280.000,00 – ainda não sei, mas o mercado esta abarrotado e não é nenhum NT com tanques com revestimento de inox para acharmos que vai vender por esse preços.

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