1

vinheta-clipping-navalA Fragata “Niterói” (F40) e o Navio-Tanque “Marajó” (G27), junto com a Fragata “Uruguay” (ROU1), da Armada da República Oriental do Uruguai (AROU), que participam da Operação “ATLANTIS-II”, realizam exercícios de enfrentamento de diversas ameaças, dentre elas as aéreas, na área marítima compreendida entre Montevidéu e Rio de Janeiro, onde acontece a Operação.

Em relação às ameaças aéreas, no Uruguai ela se consolidou com a aproximação de um T-34C da AROU, que investiu sobre o Grupo-Tarefa (GT) por duas ocasiões. No Brasil, o P-3AM, da Força Aérea Brasileira (FAB), apareceu quando os navios estavam em trânsito próximo a Santa Catarina, efetuando rasantes sobre a Força.

Toda a simulação é feita dentro do maior realismo possível, de forma que sejam testados todos os procedimentos internos (cada navio) e do GT (ações coordenadas entre os navios). Tudo começa com a disseminação do “Alarme Aéreo Amarelo” para que os navios iniciem, com maior dedicação, a busca aos “alvos hostis”. Radares buscam incessantemente as aeronaves, alças óticas/optrônicas vasculham os céus e vigias apontam seus binóculos para o horizonte. Assim que a ameaça é localizada, evolui-se rapidamente para o “Alarme Aéreo Vermelho” e os navios assumem sua condição máxima de prontidão, com o emprego de 100% da tripulação e todos os sistemas, mesmo os redundantes, guarnecidos: Postos de Combate.

Na continuidade das ações/reações, canhões e os sistemas de mísseis apontam para a direção de aproximação da ameaça e as “sequências para o engajamento” são realizadas, deixando o navio pronto para disparar contra o inimigo. As aeronaves “hostis” mantêm o seu rumo de interceptação e passam próximas dos navios, permitindo o teste de seus sistemas e ações. A tensão termina somente quando, após sumirem no horizonte, desvanecerem das telas dos radares. Ouve-se, enfim, “Alarme Aéreo Branco”.

FONTE: Nomar

Tags: , , , ,

Jornalista formada pela Universidade Federal do Paraná. Ganhou o Prêmio Sangue Novo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná com uma monografia sobre o PROSUB. Feliz proprietária de um SSN classe Virginia.

Um comentário para “Navios da Operação “ATLANTIS-II” enfrentam ameaças aéreas durante exercícios”

  1. Marcelo Andrade 11 de setembro de 2013 at 17:24 #

    Caramba! Vem cá, se alguém apertar o botão sem querer…. já era!!!

Deixe um comentário

É necessário estar logado para postar um comentário. Para ter acesso aos comentários, você precisa adquirir nossa revista Forças de Defesa e solicitar aos editores um login e senha de cortesia.

‘Barrigada do ano’: em ‘O Globo’, jornalista chama de ‘conspirador’ almirante que ajudou a garantir a democracia

Roberto Lopes e o Almirante Alfredo Karam

  Roberto Lopes Editor de Opinião da Revista Forças de Defesa “Barrigada”, no jargão jornalístico, significa a veiculação de uma notícia […]

Almirante submarinista assumirá Comunicação Social da Marinha

O Contra-Almirante Flavio Augusto Viana Rocha

Roberto Lopes Editor de Opinião da Revista Forças de Defesa O Comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Eduardo Leal Ferreira, convidou o […]

Compre e baixe agora a versão digital da revista Forças de Defesa 13ª edição

Anúncio Forças de Defesa Digital

Agora ficou mais fácil ler a melhor revista de Defesa do Brasil de qualquer lugar do mundo, no computador, no […]

Aprenda a identificar os navios da Marinha de Guerra e Guarda-Costeira chinesas

PLAN and MLE ships - 2015

A Marinha dos EUA liberou um gráfico de identificação dos navios da Marinha do Exército Popular de Libertação da China (PLAN) […]

Compre a revista impressa Forças de Defesa 13ª edição na Agência Look: envio para todo o Brasil

Sr Miguel da Agência Look muito feliz com a Forças de Defesa número 13

  A livraria Agência Look localizada no centro de São Paulo vende a revista Forças de Defesa impressa e também […]