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Lançado o primeiro submarino Tipo 209 do Egito

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First Egypt Type 209 submarine

A empresa ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) anunciou no dia 10 de dezembro o lançamento do primeiro submarino Type 209/1400 destinado ao Egito. O submarino recebeu o indicativo visual S 41.

Esta é a primeira vez que a empresa alemã reconhece o contrato de submarinos Tipo 209 com o Egito, cuja existência foi confirmada pelo vice-almirante Osama Ahmed el-Gundi, comandante da Marinha Egípcia, em agosto de 2012.

O comunicado de imprensa não forneceu detalhes adicionais sobre os submarinos ou a data de entrega.

FONTE: janes.com

74 COMMENTS

  1. Galante, eu sei bem disso. Acredito que ele está como o F-16 (é da mesma década) e devidamente aparelhado e mantido é capaz de brigar com todo mundo. Tanto que as evoluções Dolphin e U-214 detêm um elemento de identidade muito forte com ele.

    Saudações

  2. O 209 é uma evolução dos submarinos costeiros alemães do pós guerra. Ele é bom, mas tem limitações sérias, como por exemplo não possui compartimentação, é um charutão sem divisões estanques. Um furo no casco e adeus, já era.

    É bem diferente dos submarinos que a gente tinha, como o Oberon e os Guppy.

  3. A vantagem é que a construção é mais simples e o peso diminui. Mas o nível de sobrevivência é menor. A proteção do 209 reside na sua discrição, ele por ser pequeno e silencioso, é muito difícil de detectar.

  4. Os GUPPYs possuíam oito compartimentos estanques, na seguinte ordem de proa à popa: Torpedos à vante, Baterias à vante, Manobra, Baterias à ré, Máquinas à vante, Máquinas à ré, MEPs e Torpedos à ré.

  5. Wellington e Galante

    A comparação com o F-5 é inadequada porque: O F-5 tem menos alcance e suporta menos armamento que os concorrentes atuais (Gripen, FA-50 e F-16).
    O U-209 supera ou iguala os concorrentes atuais em todos os quesitos. As informações estão aí na internet pra quem quiser ver.

    Saudações.

  6. Delfim

    Foi ventilado em alguns lugares que a “madrinha” do Egito na aquisição das FREMM, Mystral e Rafales seria a Arabia Saudita, pra combater o ISIS. A lógica disso achei pobre…. eles têm uma grana razoável e fazendo uma administração racional esse material estaria dentro do orçamento.

    Saudações

  7. Não entendi, F 5 comparado com Sub ?
    Vixe !
    “cipinha 11 de dezembro de 2015 at 23:50
    será que fizemos a melhor escolha ao comprar o caríssimo scorpene?”
    Melhor e$colha para quem $$$$$ ?

  8. Olá a todos.
    Não parece provável que a Arábia Saudita financie o Egito para combater o EI. Primeiro, porque o EI está combatendo Assad e os Xiitas na Síra e Iraque, que são inimigos da Arábia Saudita. Segundo, porque quem financia o EI é a Arábia Saudita (não por meio do Estado) e o Qtar, todos waabitas. Considerando que a França forneceu equipamentos prontos (alguns caças, uma fragata e os mistral) acho que as vendas foram feitas diretamente entre os Estados, talvez com um banco francês envolvido. Os IKL209 são anteriores ao EI, então pode ter sido apenas coincidência que eles estejam sendo entregues nesse período.
    Acho que muitos países estão apoiando o Egito por causa do canal, mas os EUA são aliados da Arábia Saudita e não me parece que eles teriam o apoio arábe para ajudar o Egito. Arrisco até que os russo ajudaram na questão dos mistral.
    Talvez o recente ataque em Paris seja uma resposta do EI ao apoio que a França tem dado ao Egito.

  9. E dizer que temos a tecnologia, pois fabricamos o Tamoyo aqui… 20 desses submarinos com eletrônica atualizada, torpedos mk48 e AIP e pronto, subnuc pra quê ?

  10. Delfim, “fabricamos” o Tamoyo é bem entre aspas, pois tinha diversos componentes importados.

    A complexidade da partes fabricadas no Brasil nem se compara com a complexidade de projetar e construir um submarino.

    Fora que dizem as más línguas que o Tamoyo era bem meia boca.

    Mas é óbvio que isso não invalida – pelo contrário, até corrobora – o seu questionamento contra o subnuc. Não temos capacidade para projetarmos e construirmos um subnuc.

  11. Rafael, obrigado.
    Uma das coisas que infelizmente temos no nosso DNA brasileiro é querer reinventar a roda (no que dá uma roda quadrada), se a classe 209 se encaixa bem nas nossas necessidades o ideal seria persistir nela, acrescentando em quantidade e capacidade.
    Subnuc é pra país “putenfhia”, o que não somos e pelo jeito levaremos 30 anos pra sermos.
    Abs.

  12. Olá Delfim
    O ponto é que o 209 não se encaixa nas necessidades da MB. Ele é um equipamento costeiro para águas rasas, enquanto que o Atlântico sul demanda um equipamento maior. O 209 foi escolhido na década de 80 em um contexto muito diferente do atual. A classe Tupi cumpriu e vem cumprindo sua tarefa mas é claro que seu projeto não contempla mais as necessidades da MB. Como disse o Galante, é um bom equipamento e cumpre a tarefa para qual foi projetado. Assim como a FAB irá trocar o F5 pelo Gripen, o EB irá trocar o Urutu pelo Guarani, a MB também irá trocar o 209 pelo Scorpene.
    Sua ideia de “persistir” não parece adequada para nenhuma das forças.

  13. Existe e está crescendo avassaladoramente, uma célula do IE na Líbia.
    Os egípcios tem uma insurreição, desconheço o nível, em curso no Sinai.
    No mais o Type 209 entrega o que promete, sem frescuras.

  14. camargoer

    O U-209 em todas as suas classes alcança profundidade de 500m. O scorpene só alcança 350m.
    Como disse anteriormente, o U-209 é equiparável ao F-16, compacto, eficiente e de alto desempenho, superior em tudo no supertrunfo ao scorpene, este por sua vez, é equiparável ao tejas.
    Afora todos os dados do scorpene serem teoria, já que ele nunca operou ou treinou situações de combate. Diferentemente do U-209.
    Mesmo na teoria, o lixospene tem pouquíssimo supertrunfo superior ou igual ao U-209.

    Saudações.

  15. camargoer,
    O submarino HDW para águas rasas é o 212. Sua informação está equivocada. O 214, que venceu a competição para o novo submarino da MB dá um show no Scorpene. A reversão para o Scorpene se deu exclusivamente pela promessa de auxílio na construção do submarino nuclear. O último Scorpene comissionado foi em 2009. De 2009 pra cá foram 6 Dolphin, 10 214 e 1 212. Isto é 17 x 2.

  16. Estou acompanhando a discussão sobre os U214 e os scorpenis em várias postagens, mas a nossa classe SBr não é diferente da “padrão ” por ter uma seção a mais ? O pouco (quase nada) que entendo de mecânica dos fluídos já me diz que, por ter um comprimento maior, suas características já mudam completamente.
    Não é um pouco prematuro chama-lo de lixo antes de conhecermos seus dados de operação reais ?

  17. A TKMS está fabricando os 209 ainda porque com certeza é a melhor relação custo beneficio do mercado, apenas comparando, quando a MB escolheu o Scorpene e pagou por isto USD 650 M por SBR a TKMS estava oferecendo os 214 por cerca de 550 M e os 209/1400 padrão Tikuna por USD 290 M !!!.

    Eu não sei por quanto a marinha do Egito pagou mas com certeza será muito mais barato que um Scorpene ou 214. É importante ressaltar que um 209 desta classe Tikuna é uma arma fabulosa, principalmente se equipado com o ISUS + Tp alemão + missil anti navio.

    Na minha humilde opinião teriamos gastado muito menos por mais 04 Tikunas, teriamos unificado a logistica de manutenção e a MB não estaria nesta penuria orçamental de agora com o PROSUB sangrando-lhe a alma ….

    Com relação a polemica do compartimento unico o Galante está com razão, no pós guerra a Marinha Alemã com sérias restrições politicas desenvolveu a classe 205 com cerca de 500 ton, assim o compartimento unico era a unica opção, com o passar dos anos e das gerações o projeto foi ganhando forma até os 209 1400, a diferença entre um 206 e um 209 1400 é quase nenhuma e o layout interno é o mesmo, exceto pelos compatimentos a BE que não existem, ou seja os camarotes, cozinha e alojamentos ficam todos a BB do corredor, o 214 já é outro conceito e layout interno.

    abs

  18. Outro ponto importante é a diferença de conceito entre os 212 e 214, os 212 são muito mais caros e foram projetados para a própria Marinha Alemã e a Italiana, além de qualquer outra disposta a pagar por um submarino de altissimo desempenho (um porsche carrera rs …), que é muito caro pelo aço especial amagnético e inox de seu casco, além do modernissimo e caro sistema de controle e governo com lemes em X (que permite o navio operar com segurança em isobáticas de 30 m e com apenas 02 metros de lamina dagua abaixo da quilha).

    Os 214 tem lemes convencionais em (+) e aço HY 100 (acho eu), além de serem quase a metade do preço ….

  19. JPJ,
    Concordo plenamente com sua ideia de que se tivéssemos dado continuidade ao projeto do Tikuna estaríamos de certa forma “melhores” neste momento.
    Defendo a ideia de que se isso tivesse ocorrido, teríamos o tal do PrOSuper sendo tocado, com escoltas sendo construídos bem como o restante do pacote, o NAe SP poderia ter tido sua reforma geral, e agora estaríamos discutindo o como pagaríamos o financiamento dos Sea Gripen e PrOAnf… E mais, poderíamos agora, estar flertando com um novo submarino, o U-216, este sim um SSK ideal para o Brasil, e que no futuro poderia servir de bancada de testes para o dito reator…

  20. Mas me fo ando no tema, ks que por aqui já operaram emantetam sabem de cor salteado que padronizacao e escala de produção são tudo para uma FA que se diz profissional e operacional.

    G abraco

  21. JPJ
    Alem do custo dos submarinos, inventaram uma base e um estaleiro. Os 214 seriam produzidos no proprio arsenal. Com 6,8 bilhoes de euros dava pra comprar uma duzia de KDX-II, quatro Makassar e dois navios-tanque. Preferiram a classe Pixuleco.

  22. Ze Abelardo 13 de dezembro de 2015 at 0:52
    Está adotado, colegas foristas que não suportam robalheira, o nome do ………….. de agora em diante vamos chama-lo de Pixuleco, muito adequado por sinal !

    john Paul jones 12 de dezembro de 2015 at 19:19
    Ze Abelardo 13 de dezembro de 2015 at 0:52
    Juarez 12 de dezembro de 2015 at 21:06
    Juarez 12 de dezembro de 2015 at 21:01
    john Paul jones 12 de dezembro de 2015 at 19:28
    zeabelardo 12 de dezembro de 2015 at 14:06
    Iväny Junior
    Onde assino ?
    Bardini 12 de dezembro de 2015 at 20:04
    Concordo, menos sobre a ex-maior nau de cabotagem do mundo,
    docada a exatos ,…… muitos, mas muitos anos.
    Tem que virar recomposição de corais e fauna marinha, URGENTE !
    Tá ficando bem chato para o advogado do pixuleco !

  23. Este é o “Cara”, bem colocado pelo Bardini
    Como tenho defendido, o 1º construído na Alemanha com o que há de melhor do nosso pessoal, capital humano, preservando a necessidades dos “sombras”.
    Os demais fabricados no Rio de Janeiro, com reforma, modernização e se possível ampliação do AMRJ e ponto. Teríamos de 4/6 un de ultra-super-power-fodásticos (modo Lord) Sub’s AIP e muito bem armados.
    E sem os PIXULECO$, todo$ ….. entenderam ?
    http://www.navyrecognition.com/index.php/oceania/australia/submarines/264-type-216-u-216-conventional-submarine-ssk-aip-tkms-hdw-submarine-class-216-howaldtswerke-deutsche-werft-thyssenkrupp-marine-systems-royal-australian-navy-datasheet-pictures-images
    Lê em Inglês camargoer ?

  24. Carlos Alberto

    Nesse caso acho que o U-216 seria realmente demais pra nós. Algo como o U-214 e suas variantes futuras (corrente evolutiva, assim como ele é do U-209) com AIP serviriam demais pra MB. Negócios que demandem mínima e barata manutenção com confiabilidade e alto índice de operacionalidade.
    Já li em alguns lugares que Israel já pediu alterações no projeto do U-216 para fazê-lo sucessor dos seus Dolphin.

    Saudações a todos.

  25. O U-216 tem autonomia de quase 20.000 km ou 80 dias… é, pode ser pra MB ou não ?

    Será que precisamos mais que isso pra se querer tanto um subnuc ?

  26. Caro Amigo Iväny Junior 13 de dezembro de 2015 at 4:55
    Fui para o TOP.
    Mas sua sugestão é ótima também ….na relação custoxbenefícioxoperacionalidadexdisponibilidadexexpirementado + um monte de coisas …….

  27. custo x benefício x operacionalidade x disponibilidade x experimentado + um monte de coisas …….
    melhor assim…….
    Os Alemães e Suecos são pela ordem infinitamente o melhor para nós !

  28. A cada dia que passa, a verdade sobre esse “grande” acordo com a França está pautado no que um certo Pixuleco ganhou em troca… A Marinha e o povo eu já tenho certeza do que ganhamos… Uma GRANDE E ENORME JACA!!!

    Concordo plenamente com os comentários anteriores, e ainda acrescento que o U-216 talvez ficaria mais tempo na missão do que o nosso Pixuleco Nuclear!!! Por apenas uma razão: Quando teremos $$$ para realizar a manutenção do Pixuleco???

    ST

  29. “…em isobáticas de 30 m e com apenas 02 metros de lamina dagua abaixo da quilha…”

    Desculpem-me retornar ao assunto, mas já lí que essa classe submerge completamente em somente 18m d’água. Está correto???

  30. Olá Colegas.
    Sou muito crítico aos comentários de colegas especulando sobre corrupção e propina. Como já comentei em outras oportunidades, o local para essas denúncias é o MP. Esses comentários aqui no blog só desviam a discussão. Praticamente em todos os posts encontramos esses comentários que se repetem e não agregam nada sobre o tema. Anos atrás, muitos participantes do blog debandaram por causa desse tipo de ativismo. Quase sempre os editores tinham que intervir editando os comentários.

  31. Camargoer, tu acreditas piamente que o mesmo governo que recebeu propinas até mesmo de projetos de saúde não meteu a mão em contratos militares?????

    G abraço

  32. Verdade é uma só:

    – Somos governados por uma geração de ladrões (gov federal e o congresso inteiro) e nossos militares são complacentes com isso! Me desculpe os praças que postam aqui muitas informações para nós. Porém a escolha pelo Scorpene não tem lógica econômica, técnica ou estratégica. Estamos pagando um absurdo/unidade em prol que eles nos ajudariam na construção de um sub nuc? É sério isso mesmo?
    1- O Brasil não tem verba suficiente para operar um sub nuc, não tem lógica nenhuma termos um se não temos grana para manter e operar o mesmo.
    2 – A construção do Sub Nuc é um devanio sem tamanho. Ele não será nada mais que um projeto, quem acredita no absurdo de que ele policiará as águas brasileiras tem que procurar um psicanalista urgentemente. Nunca projetamos um reator nuclear quanto mais projetar um reator para um submarino nuclear, vocês acham mesmo que TUDO dará certo na primeira vez? O otimismo chegar a beirar o campo da insanidade.
    3 – A Marinha Brasileira deve estar embriagada ao ponto de aceitar esse projeto à esse custo

  33. Olá Juarez.
    Um grande abraço. Nos conhecemos há tempo suficiente para você saber que não gosto de cabo-de-guerra. Não importa o que acredito. O que defendo é deixarmos o blog para o debate sobre assuntos de defesa naval e evitar cairmos no ativismo retórico. É sempre a mesma ladainha. Gosto do blog e sou um antigo leitor mas vi o esvaziamento nos comentários por causa da radicalização política. Sem falar na desqualificação pessoal. Que maçada.

  34. Iväny Junior,

    Tem gente que acredita que a atual crise Brasileira é somente política, outros no livro branco de defesa, mas há ainda aqueles que acreditam que a US Navy necessitou de um Scorpène Chileno somente para treinar como seria o resgate de um SSK em caso de avaria, tanto que precisaram de 3 meses para treinar tais “procedimentos”…
    O que falar então dos Peruanos e Brasileiros que também já foram aos EUA para participar de treinamentos com a US Navy, por exemplo?

    A respeito dos Egipcianos… Para quem só contava com 4 Romeo Class, eles realmente estarão muito bem. Mas o TO que os cerca não tem as mesma características do TO que cerca o Brasil e isso precisa ser levado em conta, sendo que para eles, um U 209 apresenta um enorme custo x benefício. Para a MB e para o Brasil, decidiu-se dar-se um passo além, o que seria natural, e isto evidenciou-se pelo desenrolar do PrOSub, que tinha como “concorrentes” meios mais capazes que o saudoso Tipo 209, como o próprio Tipo 214.
    E em se tratando de comparar os nossos Tipo 209 com os deles, os nossos já tem a doutrina de emprego bem estruturada… O que falta é dinheiro para deixá-los em condições ideais de operação.
    Será que eles conseguirão faze-lo com o passar do tempo?

    Se você pessoalmente chegou a conclusão de que os Scorpènes, que tem tão poucas unidades operativas (sendo que as Brasileiras nem prontas estão para se afirmar algo) são tecnicamente um lixo, nada posso fazer além de contra argumentar o seu ponto de vista pessoal (e baseado em comparações com equipamentos que não são semelhantes em todos os componentes aos nossos futuros SSK´s), assim como o de muitos.
    Eu, prefiro aguardar e ver no que vai resultar este projeto (Apesar de ser totalmente contrário ao modo como foi elaborado, definido e gerenciado), se este não morrer na praia com a crise econômica, para então poder afirmar com certeza e propriedade que o equipamento é de qualidade inferior ao U 209, ou… um “lixo”, como em sua análise técnica.
    E referente a idoneidade do programa, onde se acusa a MB de maracutaia com os franceses, ainda não se provou nada perante a justiça, e tudo não passa de achismos, suspeitas e suposições… E até que se prove o contrário, prefiro acreditar que houve apenas um devaneio por parte da MB, que quis “dar o passo maior que a perna” as custas do canto da seria (governo), e que mesmo assim, este é um programa embasado em um mínimo de seriedade, pois ainda acredito que há gente séria na MB.
    Mas não vou esconder, adoraria que se investigasse a sério o “ano da França no Brasil”, ah gostaria…

    É sempre bom lembrar a velha estória de que o caminho natural eram sim os Tipo 214, mas que com a ressurreição da “ideia” do projeto nuclear por parte do comando da marinha e governo (este último o grande incentivador), como objetivo de prioridade, ou eram os Franceses ou os Russos… E não foram os russos por muito pouco, não fosse seus processos de fabricação e soldagem mais complicados e de dificultosa absorção. Tivessem sido os Russos os escolhidos, os equipamentos franceses seriam melhores?

    Mas o que poderia ser feito agora com o PrOSub? Reclamar da escolha pelos Franceses? Dizer que equipamento francês é um lixo?
    O Scorpène não se escolheu… Nem o Barracuda…
    Muito se reclama, mas isso pouco se discute, ou pouco se pensa sobre o assunto.
    Já esta tudo encaminhado, não fosse a crise que o governo gerou, o contrato seria mantido no cronograma, e nem às empresas envolvidas e DCNS que seja estes atrasos as interessam, haja visto que não se pode liberar a retomado de outros programas de reaparelhamento, como o PrOSuper por exemplo… Por falta de dinheiro.
    Dos culpados, o maior é o governo, que prometeu mundos e fundos e agora pula fora dos seus compromissos. Como sempre se fez…
    No fundo, se há “vítimas” de um pixuleco que seja, a MB, como instituição, e o Scorpène, como equipamento o são… Tanto quanto eu e você, que pagamos a conta.

    É o meu ponto de vista,
    Saudações.

  35. Mauricio R, não acredito em um SB mergulhando com apenas 18 m de profundidade, acho que o 212 possa até operar em extremos em uma profundidade desta considerando os 2 m abaixo da quilha e os 15/16 m da cota periscópica.

    No entanto, para mergulhar tem que ter mais agua abaixo, até porque todos os submarinos ao mergulharem da superficie tem que fazer um megulho mais profundo e depois voltam a cota periscopica, algo como um golfinho mergulhando um pouco inclinado e depois subindo invertendo a ponta.

    A razão disto é chacoalhar com a livre circulação (area do convés entre o deck e o casco resistente) para retirar todas as bolhas de lá e conseguir a flutuabilidade neutra perfeita.

  36. Pessoal, o que mais dói no PROSUB é saber que em Itaguaí temos apenas um grande areal, com grandes estruturas metálicas (pronto apenas a UFEM) inacabadas e que dos 10.000 operários que trabalhavam lá a alguns anos atras atualmente temos apenas 460 concluindo uma pequena parte do projeto ….

    Populares na beira da praia em Muriqui dizem que o primeiro scorpene neste ritmo sairá em 2021 ….., quem sobreviver até lá verá.

  37. Acho que vou fazer igual ao Galante, tirar uma temporada nos EUA visitando estes formidáveis navios museus da US Navy !!! ha ha ha ha.

  38. “camargoer 14 de dezembro de 2015 at 11:45
    Sem falar na desqualificação pessoal. Que maçada.”
    1º Como já afirmou o JM é uma questão de tempo, os puxulecos dessa malfada encomenda virão a tona. Ainda mais com a NO no “rolo” ou liderando o mesmo.
    2º O dinheiro é do Tesouro Nacional ? Ótimo, o Tesouro Nacional somos nós contribuintes, portanto não admito ser censurado por Forista que advoga por essa Jaca !
    3º Fosse uma operação limpa, que expusesse fatos elementares a luz da verdade, não haveria essa celeuma.
    4º Desqualificados ? Quem é o senhor para rotular os Foristas neste espaço, recomponha-se e respeite as pessoas e as divergências, contrapor é típico de ambientes civilizados.
    5º Defendo desde que comecei a participar deste espaço a aquisição de SSK AIP dos Alemães e Suecos pela ordem, apresentei dados e fatos, assim como a esmagadora maioria dos Foristas.
    6º A Vida nos ensina a não destruir a estrada que percorremos, vamos precisar dela no retorno.
    7º Qual a solução que a DCNS, sua coligadas e seus super hiper fantásticos mega fodásticos projetistas, pessoal altamente qualificado e montadores de SSK’s e SSN’s sugeriram a MB, ao GF, ao MinDef o que faremos e como faremos o “descarte” dos SSN’s BR (mesmo que seja construído somente um) ?
    Sim isto me interessa muito e aos meus Filhos, Netos etc ….
    Mais, em caso de pane ou um acidente por erro na execução do SSN BR quais são as salvaguardas, apoio e outras medidas que a DCNS e seus associados darão a MB ?
    8º Não sou filiado a nenhum partido político, não tenho vínculos políticos de qualquer natureza em nenhum tipo de ambiente ou meio.
    Passe seu e-mail que lhe mando uma certidão da justiça eleitoral.
    Não me posiciono politicamente, como cidadão, contribuinte e em dia com todas minhas obrigações me dá sim o direito de me posicionar para onde vão esses recursos.
    Passar bem.

  39. “o que faremos e como faremos o “descarte” dos SSN’s BR (mesmo que seja construído somente um) ?”
    Ao fim da vida útil.

  40. “Bardini 14 de dezembro de 2015 at 19:49E
    …..em se tratando de comparar os nossos Tipo 209 com os deles, os nossos já tem a doutrina de emprego bem estruturada…
    O que falta é dinheiro para deixá-los em condições ideais de operação.”
    Já afirmou tudo, ai vem os gênios com SSN BR a custo de ………. mais base para Sub, mais tudo que você mencionou em e sobre Itaguaí ?

    Vai piorar e muito.
    1º A NO descontinuou por vários motivos, inúmeros mesmo, mas posso afirmar um deles: Está com grande dificuldade com fornecedores que queiram faturar para ela, a mamata tá acabando …… portanto …..
    2º Faturar para a MB ? (rs).
    Entendam, a “coisa FALIU” !
    Espero que essa coisa imploda, que todos os envolvidos fiquem a míngua, pelo menos vai parar de $angrar o meu, o $eu, o no$$o !

  41. Maçada é ter que assistir o no$$o $angrando e ainda vem gente defendendo o indefen$ável !
    Ai sim é uma chatice, aporrinhação pura caro Iväny Junior.
    Minha avó dizia: Vá amolar lontano …. (rs).

  42. Comentaram neste tópico algo do tipo: ” …. vamos aguardar o Sub ir para água ….. ai veremos….” ……” Como se pode avaliar sem mesmo o Sub estar operacional …. ” etc etc etc ….
    Que papo é esse ?
    Quando vou comprar um carro, uma geladeira, uma televisão, um NB etc etc …. pesquiso, pesquiso e pesquiso ….
    Tudo que tenho e tive, inclusive alguns que se tornaram “fora de linha” estão 100% funcionando.
    Não me lembro de ter comprado algo e me arrependido, salvo na época dos FIAT antigos, um 147 e um Oggi ambos a álcool, mas não perdi dinheiro. Estavam impecáveis.
    Carros e não um SSK ou SSN.
    Entenderam ? O que vale é o histórico geral em todas as vertentes possíveis !
    Notícias em breve. O cerco vai se fechando.

  43. Bardini, a tua colocacaofoi muito bem feita, mas tenho duas questões a colocar para que todos possamos refletores e tirar uma conclusao:

    1 O CM anterior e responsável sim também por tudo de ruim que está acontecendo, porque:

    Porque eles são Almirantes com EGN, EM, em fim com cultura e conhecimento suficientes, Brasileiros com idade e experiecia de vida e não Marcianos que pousaram aqui ontem, portanto sabiam muito bem aonde estavam atando seu cavalo. Se nos aqui do PN, “inspicialistas” de teclado alertamos que isto poderia terminal mal, imaginem eles, que estavam no processo.

    2 Eu aprendi na caserna que FA “pobre” não pode, ou não deve correr riscos desnecessários comprando equipamentos que não foram testados , principalmente sem escalada de producao e de preferência testados em combate.

    Sempre também Bardini lembrando que ter, comprar, ou costruir nao siguinifica poder manter e operar.

    G abraço

  44. Scorpênis é como ele é chamado nos Blog’s e Forum’s de defesa no Chile !
    Entendeu Jeff ?
    No Chile !
    Caro Juárez Martinez
    Onde assino ?
    G Abraço Amigo.

  45. Juarez,

    E os “Inspecialistas de teclado” levaram muitas porradas… de todos os tipos… tenho até cicatrizes kkkkkk – O Tempo, o Sr. de todas as verdades.

    Qualquer um com 2 neurônios e seguidor da lógica, falou no dia do anúncio: F….deu, vai dar M….da. – Pois é, falamos e a história é história agora.

    Se tiver vontade, documenta-se os crimes, pixulecos, APs na Barra, favorecimentos, etc… etc… e esse acordo cai na ilegalidade, cancela-se essa M…da sem pagar multa e vende akela B…ta de “estaleiro” para a Igreja Universal e vamos partir para uns 3 ou 4 Subs AIP com stirling da Kockums: – Mais barato de obter e manter e sem ToT… isso não existe.

    Grande Abraço.

  46. Juarez,
    Serei breve por falta de tempo:
    Como você sabe, o programa da MB depende diretamente de verba governamental, se a economia do governo vai mal, o programa vai mal, pois não há responsabilidade em honrar compromissos com a indústria de defesa por parte do GF. Tivessem continuado a dar o dinheiro como combinado a MB o programa estaria sendo tocado a contendo, e isso não há como negar…
    Se houve erro por parte do CM anterior, o erro foi acreditar na conversa de “Brasil Potência” para reviver o projeto do nuclear, e não na escolha do País fornecedor dos equipamentos.
    Mas repito, o que pode ser feito agora, além de pressionar pela verba restante na conclusão deste projeto que esta acabando com a operacionalidade da frota de superfície?

    A respeito de seus aprendizados de caserna, cujo qual respeito muito…
    Penso que isto se aplica sim, mas a certos equipamentos, e equipamentos que serão “comprados” em grandes quantidades: Rifles, Caças, Blindados, etc… Afinal, se der “PT”, será em uma grande quantidade de equipamentos. Não vejo isto se aplicando a uma nova classe de equipamento, como o SNBr, por exemplo. Aliás, acho que é bem claro que este é o objetivo do programa da MB, não os Scorpènes que tanto se discute, e que não pode-se dizer que possui poucas unidades fabricadas, por se tratar de um “Navio”…

    Saudações ao colega.

  47. Caro Bardini, o rsepito é mutuo. Tchê, se permites usar este advérbio “gauchês”:

    A tua frase abaixo é crucial:

    “Se houve erro por parte do CM anterior, o erro foi acreditar na conversa de “Brasil Potência” para reviver o projeto do nuclear, e não na escolha do País fornecedor dos equipamentos.”

    Bardini, partindo do princípio que dois mais dois contínua sendo quatro, apesar de alguns quererem achar que não, um SubNuc custa em termos de manutenção anual de operação (estou apenas usando um número referencial) algo como 50 enquanto que um SUB diesel elétrico da categoria do IKL 209 custa 10, aí pergunto:

    Sempre partindo do princípio que dinheiro não cai do céu, não dá em arvores e a MB não possui uma “money machine”, na cabeça do CM e do almirantado, este dinheiro para manter os atuais Sub diesel e mais o Subnu cviria exatamente de onde, pois não é de hoje que a MB mal consegue manter em condições operacionais um ou no máximos dois IKLs, que são sabidamente de custo operacional baixo??????

    O caso específico do SNBR é aqule que eu defino da seguinte forma:

    Eu finjo que te engano e tu finge que acredita…..amigo, ninguém neste mundo de Deus transfere conhecimento sensível como é os caso da construção de SubNucs nem a peso de platina marciana, isto” non ecxiste”, observe os “industanicos” com seu “Vidamardita das profundezas” apanhando que nem cachorro, alugando Sub Nuc Russo para ver se conseguem dar um godó e copiar algo e estão com um casco sem reator, e que nem sabem se vai funcionar direito.

    Baridini, tem coisa que eu fico, as vezes me perguntando, e não acho respostas racionais, por exemplo:

    Austrália, Canadá,, Japão, Coreia do Sul, Holanda, Noruega, África do Sul, em fim, a maioria deles com orçamentos de custeio maiores que o nosso, capacidades tecnológicas maiores que as nossas, grandes TOs, alguns com inimigos juramentados e nenhum deles quer saber de Sub Nuc, falam em Subs com AIP, agora mais recentemente em Subs Diesel com capacidades oceânicas.
    O nosso querido admiral Dalton poderá apartear a minha conversa de “inspicialista navaltico” e dizer que a marinha Canadense é uma bost…………a, a Australiana não tem gente suficiente, em fim, mas nenhum deles aventa esta possibilidade, nãos erá porque seu chefes navais já sentaram em uma mesa, pegaram lápis e papel, fizeram contas e chegaram a conclusão que dois mais dois ainda é quatro?????

    G abraço

  48. Juarez,

    De acordo com o ex-presidente Lula, o Brasil se tornaria praticamente uma Arábia Saudita produzindo petróleo em quantidades enormes, com preços estratosféricos. Os cofres públicos transbordariam dinheiro para investir e sanar todos os problemas nacionais.

    A MB, com sua conversinha furada de Amazônia Azul, acreditou que conseguiria morder uma parte dos bilionários royalties do petróleo e poderia usar esse dinheiro para se tornar a maior marinha do Hemisfério Sul.

    Essa é uma hipótese, pela qual se conclui que a maior parte do Almirantado é formado por Alices e Polianas que nada sabem e em tudo acreditam.

    A outra hipótese é que a maior parte do Almirantado ganhou muito pixuleco para fingir que acreditava nessa ladainha toda.

    Considero as duas hipóteses factíveis, dado que o povo é brasileiro é formado por ignorantes ingênuos e corruptos.

  49. Amigo Juarez Martinez e Caro Rafael Oliveira
    Onde assino ?
    Essa coisa vai emergir creiam-me, “o tempo é senhor de todas as razões, nada como um dia após o outro e uma noite entre dois dias”. Reafirmo, quero que isso tudo imploda.
    Amigo Oganza,
    Compartilho das suas afirmações, apenas inverto …. Alemães e depois Suecos.
    Mas Amigo, em ambos os casos estaríamos bem. !
    Aliás, quando acabar a vida útil do SSN como, onde e de que forma será feito o descarte ?
    Pronto já sobrou mais uma !
    G Abraço

  50. Bom, cada um tem uma opinião pessoal a respeito deste projeto. Muitos são contra pelo simples fato de acharem que nada no Brasil da certo, outros por acharem que há pixulecos em tudo que é público, privado, ou Brasileiro, ou discordam simplesmente por discordar e gostam de serem os que sempre avisam que vai dar “PT”. Eu inclusive tenho muitas discordâncias quanto a este programa…

    Se tem uma coisa que o pessoal da MB não é, é ignorante… Tem muita gente qualificada lá. Apesar de que o CM é composto de pessoas que sabe muito de fazer guerra, mas muito pouco de administração e gestão… E isto a meu ver é um dos maiores problemas da MB hoje…

    Certa vez, tive a oportunidade de ter uma conversa com um envolvido em projetos de pesquisa do reator nuclear da MB na Universidade, um senhor com uma extensa e invejável bagagem de conhecimento, cujo qual sou admirador. Mas justamente por ter minhas divergências ao tema indaguei-lhe algumas questões, como: por que raios priorizar o desenvolvimento de um SN, sendo que a tecnologia de baterias está evoluindo a passos largos e logo teremos grandes SSK´s tão eficientes quanto um caro Submarino movido a propulsão nuclear?
    A resposta me veio em um forma muito extensa para tentar retratar por completo aqui, mas em resumo: o nosso projeto é de certa forma antigo, e o objetivo de vida de muitos que ainda estão na MB, e dedicam seus trabalhos a este programa são voltados a fazer este submarino virar realidade. Com o interesse do governo em financiar este programa, a coisa tomou força e hoje temos o que se vê, um complexo em construção (que para mim será o melhor legado da coisa toda no fim das contas), submarinos sendo projetados e demais equipamentos… Ou seja, antes da melhora da tecnologia de baterias, a opção era a energia nuclear, que é um objetivo a ser atingido pela MB é um objetivo de longa data, que começou a tomar forma física somente nesta década, devido a melhora dos aportes financeiros.

    Retruquei dizendo que ainda não via a necessidade de possuirmos um SN dedicado somente a dissuasão e que se este fosse o objetivo, isto poderia ser feito por um SSK como o próprio Tipo 209, pois nenhuma frota inimiga surgiria da noite para o dia na costa Brasileira, e que seria melhor contar com 5 SSK´s cortando rotas comerciais do Atlântico, que são bem definidas, do que 1 SN andando para cima e para baixo, tapando seus próprios buracos…
    Obtive como resposta outra longa explicação que em síntese é o que é dito para a maioria do público, que é leigo no assunto, onde conta-se a historinha das Malvinas, onde um Submarino Nuclear acabou com a Guerra, e de que seremos uma das seletas potências do mundo com esta tecnologia. E que há uma infinidades de objetivos por detrás deste projeto que sairia do papel uma hora ou outra quando houvesse interesse do GF… Sendo que um dos objetivos principais mira o assento de segurança…

    Enfim, por mim, pensando na MB e somente na MB, como instituição de defesa, faríamos mais 4 Tikunas, e o foco seria o reaparelhando a frota de superfície, mirando para a próxima década, um SSK de peso, como os Australianos… mas isso é o que eu penso! A “Old School” da MB tem uma outra visão da coisa, e esta é a que é posta em prática nos dias de hoje (e indo além, o PrOSub é um programa grande e complexo que vai muito além de reaparelhar a MB). Quer eu queira ou não… E eu respeito as decisões tomadas por aqueles que tem muito mais experiencia profissional do que eu, e que devem ao mínimo, saber o que estão fazendo. ( até que se prove o contrário. Entre tanto uma coisa que não respeito é a imposição de desejos e realizações pessoais no tocante a este projeto, que pode gerar enormes transtornos a Esquadra, como já se observa…)
    O problema é que quem paga a conta não é gente responsável e minimamente comprometida, ai fica difícil para qualquer um fazer algo no campo da CT&I neste país, ainda mais se o projeto for de extrema complexidade como o de um SN. E é ai que está o problema… Por isso reafirmo: O que pode ser feito agora, além de pressionar pela verba restante para a conclusão deste projeto que esta acabando com a operacionalidade da frota de superfície?

    Para quem não conhece como o pessoal Old School da MB pensa, este senhor resume bem a linha:
    parte 1:
    https://www.youtube.com/watch?v=wbHaETQidM4
    parte 2:
    https://www.youtube.com/watch?v=ghoB3NZkvuk

    Recomento fortemente que assistam a entrevista e que tirem delas algumas conclusões a respeito do tema.
    PS: Desculpem-me por escrever tanto, e com tantos rodeios, com o passar dos anos perdi meu poder de síntese…
    PS1: Desculpem-me por sair completamente do tema várias vezes, mas o assunto PrOSub para inacabável…
    Saudações a todos.

  51. Administradores: Postei um comentário, mas por conter vídeos de uma entrevista com o tema PrOSub, este deve ter ficado retido. Gostaria que o liberassem se possível, por gentileza.

  52. Bardini

    Parabéns pela síntese.

    A respeito da Velha Guarda da Marinha e seu pensamento, cera feita, eu ouvi o seguinte de um sabra, ex piloto de caça:

    Quem vive de passado é museu.

    Eu penso que assim comprovar as irregularidades acontecidas neste projeto, se tão somente se forem efetivamente privadas, este projeto deve ser imediatamente cancelado sendo a DCNS punida e denunciada em tribunais internacionais.
    As obras deverão ser completamente auditadas e a estrutura física já construída poderá ser aproveitada para construção final de submarinos diesel-elétricos sendo que o casco do Riachuelo hora em construção deveria ser devolvido ao fabricante sem ônus de multas.

    G abraço

  53. Caro Juarez 16 de dezembro de 2015 at 7:15
    Tá chagando, talvez em Janeiro. Depois da decisão do STJ ontem o “garoto” vai passar as festas em Curitiba, uma hora ele desaba.
    Caro Iväny Junior
    Concordo e endosso.
    Caro Bardini 15 de dezembro de 2015 at 21:12
    No Brazil é a banana que come o macaco, põe isso na sua cabeça e relaxa !
    Isto de ProSub ainda vai dar muita poeira.

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