Home Estratégia Marinha do Chile, exemplo a ser seguido?

Marinha do Chile, exemplo a ser seguido?

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Armada Chilena 2
Escoltas da Armada Chilena em manobras

Por Luiz Monteiro (LM)

Na segunda metade da década de 1990, a Armada do Chile lançou dois programas de reaparelhamento, o “Projeto Netuno” e o “Projeto Tridente”. O primeiro, visava substituir os velhos submarinos do Tipo “Oberon” em operação, complementando os 2 submarinos IKL 209 que permaneceriam no serviço ativo daquela armada. Já o segundo, objetivava construir 8 fragatas a fim de substituir os navios escolta até então operados por aquela marinha.

O ‘Projeto Netuno’ foi concluído com a escolha do submarino ‘Scorpène’, da DCNS/Navantia, cujas duas unidades – ‘General Carrera’ (SS-22) e ‘General O’Higgins’ (SS-23) – [foram construídas na França e na Espanha e entregues à Armada do Chile em 2005 e 2006, respectivamente.

Quanto ao Projeto Tridente, no final de 1999, a Armada do Chile, após analisar diversas classes de navios, selecionou as fragatas da classe MEKO A200, da B+V (As mesmas escolhidas pela marinha da África do Sul). Naquela ocasião foi autorizada a contratação das quatro primeiras unidades. A primeira das quais deveria fazer as provas operacionais no segundo semestre de 2005, entrando em serviço no ano seguinte. As outras se seguiriam ao ritmo de uma por ano, estando, portanto, todas já em serviço em 2009. Os navios seriam construídos localmente pelo estaleiro ASMAR, em Talcahuano.

O custo total do programa (8 unidades) era pouco superior a 1,6 bilhão de dólares. Contudo, no início de 2002, as pretensões da Armada do Chile sofreram um revés, quando o presidente Ricardo Lagos decidiu adiar o programa, por razões orçamentárias.

Armada Chilena 9
As diferentes classes de escoltas da Armada Chilena operando juntas

Sem alternativas diante do inexorável sucateamento de sua Força de Superfície, a Armada do Chile recorreu às chamadas “compras de oportunidade”. O primeiro navio adquirido foi a fragata Tipo 22 Batch 2, HMS Shefield, da Royal Navy, rebatizada na Armada do Chile como ‘Almirante Williams’ (FF-19), adquirida em 2003.

Dando continuidade as compras de oportunidade, a Armada do Chile adquiriu duas fragatas para defesa aérea de área da Classe Jacob Van Heemskerck (Classe L, da Marinha da Holanda), as fragatas ‘Capitán Prat’ (FFG-11) e ‘Almirante Latorre’ (FFG-14) recebidas em 2005. Estes navios de escolta antiaérea utilizam os mísseis SAM Standard SM-1 e Sea Sparrow.

Ainda na Holanda, juntamente com a Classe L, a Armada do Chile adquiriu duas fragatas de emprego geral da Classe Karel Doorman (Classe M), a ‘Almirante Blanco Encalada’ (FF-15) e a ‘Almirante Riveros’ (FF-18), recebidas em 2006. Estes navios são armados com a versão de lançamento vertical do missil Sea Sparrow (ESSM).

Em 2005, a Armada do Chile adquiriu 3 fragatas do Tipo 23, também junto à Royal Navy, por cerca de 250 milhões de dólares. Os três navios: ‘Almirante Cochrane’ (FF-05) ex HMS Norfolk; ‘Almirante Condell’ (FF-06) ex HMS Marlborough e ‘Almirante Lynch’ (FF-07) ex HMS Grafton recebidas entre 2006 e 2008.

Armada Chilena 6
Fragata classe L chilena
Armada Chilena 7
Type 23 chilena

Desta forma, em pouco mais de 5 anos, a Armada do Chile recebeu 8 escoltas modernos, por uma fração do valor inicialmente planejado no ‘Projeto Tridente’. Contudo, estas aquisições não estão livres de críticas. Os opositores reclamam da falta de padronização destes meios, gerando grande diversidade de sistemas e sensores, que acabam por encarecer a manutenção e a logística.

Situação brasileira

FREMM 523b
A FREMM é uma das candidatas ao PROSUPER

Semelhante ao que ocorreu com sua congênere chilena, a Marinha do Brasil possui três programas de obtenção de meios, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (PROSUPER) e o Programa de Construção de Corvetas Barrosso Modificadas (CV03), ou Classe ‘Tamandaré.

O PROSUB, inegavelmente, é muito mais ambicioso que ‘Projeto Netuno’. Enquanto o programa chileno visava à construção no exterior de dois submarinos, o PROSUB prevê a construção de um estaleiro e de uma nova base naval, capazes de construir e manter não só submarinos de propulsão diesel-elétrica, como, também, submarinos de propulsão nuclear.

Além do estaleiro e da base, dentro do PROSUB estão previstas a construção de quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica da Classe Riachuelo (S-BR – Scorpène modificado com 2.200 toneladas de deslocamento submerso): ‘Riachuelo’ (S40); ‘Humaitá’ (S41); ‘Tonelero’ (S42) e ‘Angostura’ (S43) e de um submarino de propulsão nuclear, o ‘Álvaro Alberto’ (SN10).

S-BR, Scorpene modificado
Concepção artística do S-BR, Scorpene modificado

Apesar dos cortes no orçamento do Ministério da Defesa, que ocasionaram atrasos na conclusão do estaleiro e da base, além da consequente dilação no cronograma de entrega dos submarinos, a Marinha do Brasil vem dando prioridade a este programa e alocando os orçamentos possíveis a fim de concluí-lo integralmente.

Já o PROSUPER, prevê a obtenção, por meio de construção em estaleiros brasileiros, de cinco escoltas de 6.000 toneladas de deslocamento, cinco navios-patrulha oceânicos, com cerca de 1.800 toneladas de deslocamento e de um navio de apoio logístico, com deslocamento aproximado de 22.000 toneladas.

Se levarmos em consideração que um escolta moderno, com as características pretendidas pela Marinha do Brasil, não sai por menos de 800 milhões de dólares, um navio-patrulha oceânico, 150 milhões de dólares, cada, e o navio de apoio logístico cerca de 400 milhões de dólares, poderíamos concluir que os valores do PROSUPER superam os 5 bilhões de dólares.

No momento econômico vivido pelo Brasil, não parece haver espaço para aprovação imediata do PROSUPER. Neste sentido, o antigo Ministro da Defesa, Jaques Wagner, durante LAAD 2015, declarou que o PROSUPER estava ‘hibernando’.

Consciente desta realidade, a Marinha da Brasil resolveu por priorizar Programa de Construção de Corvetas Barrosso Modificadas (CV03), ou Classe ‘Tamandaré’, sem, contudo, cancelar o PROSUPER (Que fica aguardando condições econômicas mais favoráveis). O CV03 prevê a construção de 4 corvetas: ‘Tamandaré’ (V35); ‘”Jerônimo de Albuquerque’ (V36); ‘Cunha Moreira’ (V37) e ‘Mariz e Barros’ (V38), em estaleiros nacionais, cujo projeto é uma evolução da Corveta Barroso.

Cv Barroso
Corveta Barroso visitando o Chile

Cada navio da classe ‘Tamandaré’ deve custar cerca de 450 milhões de dólares. Desta forma, o investimento para construção dos quatro navios ficaria perto de 1,8 bilhão de dólares. Caso tenha orçamento aprovado, a previsão é que os quatro navios sejam entregues ao setor operativo da Esquadra na primeira metade da próxima década.

Nos últimos anos, muito em razão da situação econômica do país, parte dos especialitas e mesmo alguns entusiástas no assunto vêm defendendo a ideia da Marinha do Brasil cancelar seus programas de obtenção de meios e recorrer à compras de oportunidade, tal como ocorreu com a Armada do Chile.

Ocorre que, diferente da realidade vivida há 15 anos atrás, onde a Armada do Chile encontrou para aquisição navios de escolta com pouco mais de 10 anos de operação e com uma vida residual de aproximadamente mais duas décadas, hoje em dia, não há meios navais nestas condições.

Perfil da corveta Tamandaré (CV03)
Perfil da corveta Tamandaré (CV03)

Os destróieres, fragatas e corvetas que vêm sendo desincorporados nas marinhas dos países europeus, ou mesmo dos Estados Unidos da América têm idade semelhante aqueles operados pela Marinha do Brasil.

Aqui cabe um parêntese sobre o Japão, cujo congresso poderia liberar a venda de equipamentos militares operados por suas forças de autodefesa e que forem desincorporados. Por enquanto, somente equipamentos novos podem ser exportados. Também, não se tem qualquer informação se a Força Marítima de Autodefesa do Japão pretende desincorporar alguns de seus navios de escolta, ainda mais com a piora em suas relações com a China.

Tamandaré
Sistemas da classe Tamandaré (clique na imagem para ampliar)

Pelas razões acima expostas, no que tange aos navios de escolta, o atual Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, em conjunto com o Almirantado decidiram por priorizar a recuperação da capacidade operacional dos meios da Esquadra, bem como, pela construção das corvetas da Classe Tamandaré, em detrimento da compra de meios navais desincorporados por outras forças navais. Já o PROSUPER deverá aguardar a melhora na situação econômica do país.

Por fim, cabe salientar que este texto reflete a opinião exclusiva de seu autor e não o posicionamento oficial da Marinha do Brasil.

343 COMMENTS

  1. Boa tarde amigo Luiz Monteiro o senhor pode nos falar sobre a volta das corvetas classe
    inhauma, a CV Julio de Noronha volta esse mes?Esse ano haver mais baixas de navios
    da MB? obrigado.

  2. Caro LM

    Tenho duas perguntas que a tempos pretendo fazer ao senhor, e este me parece o momento mais apropriado.

    1- As escoltas de 6000 toneladas previstas no PROSUPER (se este um dia for aprovado) poderão vir armadas com mísseis sup-ar de defesa de área? Li em algumas matérias que as cinco primeiras deveriam ser EG, com mísseis de defesa de ponto, e só depois se buscaria a tão sonhada defesa de área, porém, outras matérias dão como favorita a f-100 espanhola, que possui a capacidade de defesa de área. Sendo assim, qual a possibilidade destes mísseis de longo alcance equiparem as escoltas deste primeiro lote do PROSUPER (se este de fato sair)?

    2- Qual sua opinião pessoal em relação as MEKO A200?

    Abraços.

  3. Senhores
    Por favor, nunca entendi o motivo de não construírem mais navios iguais a Barroso? Não seria melhor ter mais umas duas no forno? Enquanto o pessoal da marinha vai estudando as melhorias? Na minha visão de leigo… Isso seria bom por que manteria as equipes de construção da Marinha ou empresa contratada em ativdade e não se perderia as equipes técnicas…

  4. No momento que a Marinha vive considerar construir as Tamandaré é uma loucura.

    Projetos militares nunca saem no prazo nem no orçamento. Ficaria surpreso se alguma Tamandaré custar menos que 800 milhões e for incorporada antes 2030.

    Tá na hora de acordar pra realidade e aceitar encomendar mais uns três ou quatro NaPaOc de algum estaleiro estrangeiro e ficar de olho aberto para compras de oportunidade de alguma escolta.

    Na década de 2030, depois das scorpenes já estarem incorporadas e o SSN já estar encaminhado poderíamos pensar em um novo prosuper.

    Sem falar que em algum momento o NAe vai ter que dar baixa. E quanto mais cedo isso acontecer mais cedo sairemos dessa crise naval.

  5. Esse negocio de construir aqui navios , não da certo, nunca deu…sempre vai haver uma crise economica, uma crise mundial, uma corrupçãozinha, tem é que comprar usado ou mandar construir em outro País, se não nossa Marinha vai virar um Exercito ou uma guarda costeira com um efetivo bem grande!

  6. Souto,
    “Esse ano haver mais baixas de navios
    da MB?”

    Há fontes que dizem que sim eu particularmente acredito pois nossos navios estão com em média 30 anos de uso coisa que acaba sendo complicada de manter pois a falta de peças e o desgaste dos navios são grandes. Acho q ainda em 2016 veremos uma mk.10 e uma inhauma sendo descomissionadas.

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    BJJ,
    “qual a possibilidade destes mísseis de longo alcance equiparem as escoltas deste primeiro lote do PROSUPER”

    Em relação as f-100 no PROSUPER a navantia apresentou um documento da Lockheed Martin autorizando a venda de até seis fragatas classe f-100 para a MB.

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    “Qual sua opinião pessoal em relação as MEKO A200?”

    Considero bons navios mas sua idade avançada compromete sua eficiência e interesse internacional além de que não iriam (pelo menos sozinhas) suprir as nessecidades da marinha do Brasil.

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    Caro autor,

    “Já o PROSUPER deverá aguardar a melhora na situação econômica do país.”

    Você concorda em deixar o PROSUPER de lado e buscar compras de oportunidade? Quais seriam as dificuldades que uma decisão de comprar escoltas usadas implicariam em relação a manutenção? Em sua opinião o governo federal da a devida importância a projetos estratégicos como o PROSUPER??

  7. Prezado Souto,

    As três corvetas da classe Inhaúma devem retornar ao Setor Operativo da Esquadra até o próximo ano.

    Espera-se que a ‘Julio de Noronha’ retorne ainda este ano. Ainda faltam algumas etapas a serem cumpridas antes que o navio retorne. Por isso, não será neste mês.

    Tendo em vista a idade de alguns meios da Esquadra (Não me refiro aos escoltas), alguns meios poderão ser desincorporados.

    Prezado BJJ,

    Os escoltas de 6000 toneladas poderão ser armados com SAM de defesa de área, desde as primeiras unidades.

    Pessoalmente gosto das fragatas da classe Meko A200. Porém, para a MB as considero em um patamar pouco superior, em alguns aspectos, ao que serão as corvetas da classe “Tamandaré” e inferior ao que se pretende para os escoltas de 6000 toneladas. Assim, para se ter a Meko A200 na MB, na minha visão), um dos programas teria de ser encerrado.

    Abraços a ambos

  8. Belo Post!! Já há algum tempo o Chile vem sendo um exemplo a ser seguido. Não é de hoje e não é só em Defesa.
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    Estes dias estava lendo (por acaso) uma reportagem sobre os investimentos em infra-estrutura na AL. O Chile é disparado o primeiro da lista em porcentagem/PIB. Não lembro mais os valores, mas este investimento (porcentagem/PIB) é de 5 a 6 vezes maior que o Brasil.
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    Quanto à Defesa, eles sempre estão um passo a frente. Sempre operando equipamentos mais modernos. Enquanto compramos Leo1 e eles operam Leo2; a gente modernizando os F-5 (que até hoje não terminou e nem deve terminar) e eles já aposentando o Tigre III; a gente discutindo o interminável FX e eles com F-16 novinhos + F-16MLU; a gente resolvendo o faraônico PROSUB (que vai atrasar) e eles já operando o Scorpene há uma década; Compramos o Siroco e eles já tem o Foudre há muito tempo;
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    E tudo isto com gastos totais em Defesa de 1/6 do nosso (em 2014).

  9. Adam ( 18 de fevereiro de 2016 at 16:19 ),
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    Temo não ser tão simples… NaPaOc não pode fazer o trabalho dos outros meios… Claro que se pode apelar para um “NaPaOc vitaminado” ( com capacidade para levar mísseis anti navio, por exemplo ), mas daí a exigir o desempenho de uma autêntica escolta é outra história…
    .
    O fato é que a MB se aproxima de um ponto crítico. Vai ter que incorporar alguma escolta de verdade dentro dos próximos dez anos, ou ver-se-á reduzida mesmo a pouco mais que uma guarda costeira…
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    O mais, vou concordar quanto a Tamandaré… Aliás, esse é um questionamento que faço sempre: o País hoje acumula algum real expertise para construir navios dessa classe…? Há, no AMRJ ou algum outro estaleiro, o necessário para levar a cabo algo desse nível…? Se sim, muito bem. Se não, serão anos de pesquisa e desenvolvimento, que poderão consumir recursos ora vitais e um tempo que absolutamente não se tem…

  10. Prezado Pedro Possa,

    As compras de oportunidade devem ser, como o próprio nome diz, uma oportunidade. O próprio CM disse que a MB está atenta às possibilidades. A grande que questão é que não existem meios disponíveis, dentro de certos parâmetros que devem ser levados em consideração (Data de incorporação, vida residual, conservação…).

    Ademais, mesmo as compras de oportunidade demandam disponibilidade de recursos orçamentários. Não basta que ter navios disponíveis, far-se-á necessários os recursos para obtenção.

    As despesas de manutenção com um navio são muito semelhantes a que se tem com qualquer outro equipamento. Um novo demanda muito menos investimento que um equipamento com anos de serviço.

    Quanto à sua última pergunto, não posso responder. Espero que entenda.

    Prezado Souto,

    A incorporação do submarino ‘Riachuelo’ deverá ocorrer entre o final de 2018 e início de 2019.

    Abraços

  11. Léo Barreiro ( 18 de fevereiro de 2016 at 16:13 ),
    .
    Receio que esse vaso, em sua própria essência, já esteja totalmente desatualizado…Já se detecta a necessidade de novo desenho para acompanhar as tendências atuais e futuras de eficiência… Ademais, construir novos vasos dessa classe hoje creio que exigiria um investimento não muita coisa inferior ao de se construir uma Tamandaré…
    .
    A Barroso seria uma opção interessante se pudessem ter sido construídos mais vasos na década passada, pois ajudaria a manter números hoje… Contudo, por agora, não creio que faz muito sentido, já que um vaso dessa tonelagem iniciado hoje, com muito boa vontade, somente estaria entregue daqui uns seis anos.

  12. Adam!
    .
    Concordo com vc. Construir as Tamandaré aqui será uma loucura!! Elas custarão uma fortuna e nada garante que o navio tenha ‘qualidade’. No fim pode acontecer oque aconteceu com a Frontin, ou seja, a construção do navio ter problemas (relatado aqui no site) e 20 anos depois sermos obrigados a retira-la de serviço precocemente. Nem patrulhas de 500t conseguimos construir direito.

  13. zorannn ( 18 de fevereiro de 2016 at 16:53 );
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    Esse tipo de comparação pode ser algo enganosa… As necessidades das FAs chilenas não são necessariamente as brasileiras…
    .
    Não estou querendo dizer que não se pode observar o que eles fazem. Existem sim exemplos chilenos que poderiam ser seguidos. Contudo, as experiências chilenas não se aplicam integralmente ao Brasil… São realidades diversas, com adversários em potencial algo diversos…
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    A propósito, também não concordo com tudo o que está aí ( penso realmente que os programas da Marinha deveriam ser revistos e reestruturados; e a casa tem que ser posta em ordem antes de mais nada ) e acredito, como muitos aqui, que poderia ser melhor. Mas daí a pegar um exemplo de qualquer país e aplica-lo integralmente ao Brasil, isso não creio ser possível…

  14. É aquela velha história,não dá para fazer nada no Brasil,nem é de agora.Inteligência,mão de obra,projeto,experiencia,contatos bons com outros países,tudo tem.Só nunca tivemos vontade politica dos governos.A explicação para a população brasileira é outra dificuldade numa compra militar.Tirando nós quê fuçamos sites militares,o resto nem sabe e acha bobeira ,e acha quê é jogado dinheiro fora ,para militar brincar de guerra,( como quê tripular um submarino,levantar voo de um navio aeródromo,fosse brincadeira).Mas tudo o brasileiro não leva a sério.A Experiência chilena poderia ser usada sim,porém adaptada ao nosso país.

  15. Caro LM

    Agradeço as respostas. Vamos torcer para que nossa economia entre nos eixos o mais rápido possível e que estes programa possam seguir seu rumo normalmente.

    Abraços

  16. Caro RR!
    .
    Logicamente que nossas necessidades são diferentes e maiores. Mas citar isto só piora a comparação. Porque apesar das necessidades chilenas serem diferentes, seu orçamento ser BEM menor, eles estão melhor equipados! Alguma coisa está bem errada por aqui.
    .
    As nossas necessidades são o de menos! Se for para elencar tudo que precisamos, em todas as áreas (não só em defesa), o céu é o limite!! A questão é: elencar PRIORIDADES e dentro destas prioridades escolher oque podemos pagar. É o fazer ‘mais’ com ‘menos’. E daí é plenamente aceitável ‘pegar o exemplo chileno e aplca-lo integralmente ao Brasil’.
    .
    Eles fazem muito ‘mais’ com muito ‘menos’.

  17. LM obrigado pelas resposta,tenho mais uma pergunta: a MB vai terminar a modernizaçao
    dos avioes A-4?? ha um cronograma de entrega dos avioes?
    obrigado.

  18. Prezado Souto,

    Ainda existe um imbróglio jurídico quanto estes meios. Por isso, não há uma posição oficial da MB.

    Na minha opinião, os dois NPaOc que se encontram em construção mais adiantadas poderiam ser enviados para o AMRJ, até que se defina se serão terminados na Oficina de Submarinos ou se serão remetidos a outro estaleiro.

    Abraços

  19. O brasileiro perdeu tanto a confiança nos governantes que nem mais cogitamos construir nada… triste realidade… a incompetência ainda é mais grave q
    ue a corrupção… Não tem dinheiro que chegue pra nada, apesar da alta carga tributária… não entendo como não conseguem fazer nada direito…. estamos sitiados em nossas residencias, desarmados, entregues a violência…. fomos abandonados…. não conseguem construir uma corveta…. coisa que italianos, ingleses, franceses, alemaes ja fazem a pelo menos 100 anos….

  20. Souto,

    Não tenho conhecimento sobre o atual cronograma do programa de modernização destas aeronaves.

    Pelo que eu saiba, o programa está mantido.

    Abraços

  21. Olá caro Renato de Mello Machado!
    .
    ‘Inteligência,mão de obra,projeto,experiencia,contatos bons com outros países,tudo tem.’
    .
    Nós não temos mão de obra, não temos experiencia e acho que não temos sequer inteligência. Quanto a projetos é oque não falta. Fazem projetos pra tudo!! A maioria não serve pra nada. O número de projetos só perde para o números de planos. É um monte de ‘P’ + alguma coisa.
    .
    Esquece!! Não há condição de se construir nada ‘avançado’ por aqui a um preço razoável. Não existe esta de fazer planos milagrosos para alavancar a industria nacional. Tem um monte de coisas complicadas (leis, impostos, direitos trabalhistas) que impedem que nossa industria seja competitiva. Isto tem de ser resolvido antes!! E aí sim falta vontade política e coragem para tratar destes assuntos polêmicos que não dão votos (muito pelo contrário, tiram votos) .

  22. Souto,
    Até onde sei o programa de modernização dos A-4 está bem atrasado sem contar as dificuldades da Embraer em executar o serviço, vale ressaltar que apenas 12 dos 23 A-4 poderam ser modernizados e voltar para o setor operativo.

    .

    Luiz monteiro,

    “Quanto à sua última pergunto, não posso responder. Espero que entenda.”

    Entendo perfeitamente cara só notei que o comentário era indevido depois de postar

    .

    Me corrigam se estiver errado mas vi na wikipedia que a F-100 custa 600 milhões se dólares.

  23. Não acho pertinente a comparação com a marinha chilena, são realidades operacionais e orçamentárias diferentes….
    Hoje acredito que a MB deveria tentar devolver a operacionalidade alguns meios e comprar fragatas KD II com a construção de todas as unidades na Coréia mesmo; compra-se 6 unidades (com opção para mais 6), mais as CV03, e esta seria a espinha dorsal da MB… E aí parte-se para reais investimentos, a médio e longo prazo, para unidades nacionais (ou com o maior conteúdo nacional possível).
    Começamos com a construção de mais Amazonas, depois Tamandaré e, por fim, fragatas de um projeto conhecido (as opções da KD II) e assim por diante. Dentro de um prazo factível.
    Aliás, “remontaria” toda a MB com os coreanos, fragatas, lhd, tanqueiros, de apoio logístico, etc… com financiamento a longuíssimo prazo….mas enfim.
    Hoje, como o próprio texto fala, não há unidades disponíveis para uma compra de oportunidade de meios com alguma vida útil interessante.
    Quanto aos subs, nossos objetivos são bem diferentes dos chilenos, o Brasil quer desenvolver e construir no país, ter independência na área… enquanto os chilenos só querem ter os meios que acham necessários.

  24. Prezado LM,
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    É um prazer ler seus textos bem como seus esclarecimentos, mas gostaria de compartilhar uma linha de pensamento que tenho:
    .
    Como o senhor mesmo citou em seu texto, não é fácil encontrar meios atraentes para a compra de oportunidade, no entanto, não seria este o momento de costurarmos os holandeses para que nos liberem para compra a Van Speijk e a Van Amstel mediante a um contrato para fabricação de fragatas leve SIGMA?
    .
    Veja bem, planeja-se gastar inicialmente a cifra de U$ 1,8 Bi para tirar as Tamandarés do papel. É um valor demasiadamente alto, por conta disso não seria de certa forma mais atraente a parceria com os holandeses, para fabricação de um versão da Sigma que nos atenda e abrindo-se assim a possibilidade de aquisição das suas últimas Karel Dooman que eles operam? A Sigma é projeto com um menor custo e quem abriga grande semelhança com o que se pretende para a nova classe de corvetas. E se formos levar em conta a quantia que as Tamandarés custaram, poderia-se trazer de lá até um NApLog, que será extremamente necessário devido as futuras baixas da esquadra.
    .
    Assim, teríamos duas fragatas que estão em sua meia idade para atender as próximas baixas, períodos de manutenção e dar um folego a esquadra pois operariam pelos próximos 15 anos. Com a chegada das Sigmas os escoltas poderiam ser descomissionados gradativamente, e de quebra teríamos um NApLog para complementar o Bahia, que de certa forma, já capacitaria a industria a fabricação de navios de grande porte para o futuro PROSUPER.
    .
    Qual seu ponto de vista a respeito?

  25. Bardini, eu aprecio muito esta solução a “Holandesa”, apesar de que a propulsão destas fragatas usadas são RR Apey(vai começar tudo de novo), mas vá lá, melhor que as T 22 serão.
    Quanto as Sigma, acho também uma solução bastante interessante, um projeto limpo, modular e com escala de produção, agora capacitar o que aqui e quem ???

    Resposta:

    Nas atuais CNTP ninguém, porque com nossa carga tributária em cascata, nossa legislação tabalhista esquizofrência e nossas academias e escolas técncias formando legiões de zumbis apertadores de botão e analfabetos funcionais nem a pau juvenal.

    O mesmo pensamento vale para o louco que quiser construir Tamandarés, Mururus, Gururus ou ate barco de alumínio que vai sair caro, torto e atrasado.

    G abraço

  26. O Japão não pode exportar material de guerra. O Brasil terá a oportunidade de adquirir as novas fragatas médias Sul coreanas FXX II a um preço acessível. Acho que para quem não constrói fragatas, adquirir fragatas com deslocamento de 6.000 tons não faz sentido. Isso é para quem tem de justificar aos cidadãos, os impostos pagos para manter a sua industria naval.

  27. Bardini

    Levando por esta linha de pensamento que você levantou, teríamos também os coreanos como opção. Poderíamos, talvez (se eles aceitassem é claro), casar a compra de umas 4 Incheon novas (+/- U$ 1 bilhão) com as 3 KDX-I, que foram comissionadas a partir de 1998.

    Com os navios construídos por lá, teríamos em poucos anos 4 escoltas novas, mais 3 com uns 20 anos de serviço pela frente.

  28. Pronto! já vi quem tem a melhor marinha da América do Sul! compras de oportunidade é verdade, mas têm… mais valia o Brasil ter feito o mesmo em vez de andar com manias de grandeza, será que ainda vão a tempo de fazer o mesmo? As F 100 eram uma excelente solução mas nesta conjuntura são impossíveis de comprar…

    Um abraço

  29. Esqueçam isso de comprar vasos de estaleiros no exterior. Se forem comprar novos, certamente será para construir aqui por questões de empregabilidade e off-set. No melhor dos mundos, se contrataria um bom estaleiro (Damen =D) pra dar consultoria no desenvolvimento e construção das CV-03 para que tenham menos problemas qualitativos. Também será preciso rezar para estabilidade orçamentária.

    Devido as condições geopolíticas e orçamentárias brazucas, insistir com o PROSUPER é delírio ufanista. 6-8 novas corvetas + NapLog já está bom de mais para nossa defesa naval na próxima década.

    #AfundemOSaoPaulo

  30. A Argélia comprou a MEKO 200, projetadas pela TKMS e construídas num estaleiro escolhida pelo comprador, dois anos após a assinatura do contrato a primeira já estava flutuando.Seriam ideais ao invés das corvetas.Creio que seis unidades com mais seis opções poderiam mobiliara nossa marinha por muito tempo.

  31. Boa noite colegas,
    Em termos de exemplos a marinha do Brasil poderia olhar para Marinha do Chile e a Marinha da Espanha, tirar os bons exemplos e adaptar a sua realidade.

    A situação atual da marinha do Brasil é grave, ela ira ficar sem meios, isso é fato, não existem mais compras de oportunidades viáveis no mercado e não se terá a curto prazo, o que ela comprar, sera para continuar tendo algum navio que flutue e para que possa dizer que tem algo, e somente isso, nada mais.

    a MB se perdeu na virada do seculo, perdeu o bonde vai ter que correr muitos anos atras agora, não faço a minima ideia de como vai ser, só vai ter solução se por acaso se injetar muito dinheiro, mais sabemos que nosso querido país não tem essa tradição ou vontade, melhoraria um pouco se algum vizinho fica-se louco e fizesse uma caca meio grande ai teria uma desculpa, e ainda assim com muito esforço.

  32. Ate agora não sabemos se o ndcc Mattoso Maia vai dar baixa,se for vai fazer muita
    falta,li no defesa brasil que o congresso dos EUA aprovou a transferência de 6 navios
    classe AB,será que vira algo?simples depende go governo federal.

  33. Amigo XO dve vir pelo menos um NDD dos EUA para ficar no lugar do Ceara e do Mattoso?
    sobre so Arleigt Burke eles podem vir através de leasing,a bronca é custo operacional de navios
    desse.

  34. Souto, o Bahia vai suprir a baixa do Ceara e Mattoso… Sobre AB ou qualquer outro meio da US Navy, daria para saber aqui na CNBW… E por enquanto, nada no visual… Abraço…

  35. Obrigado XO mas no Brasil nada é impossível. o que se fala e para 2018,mas
    a MB precisa de 4 escoltas urgente, quem sabe venha da Itália.

  36. souto…

    independente do custo de adquirir e manter navios dos EUA não há nenhum disponível !
    .
    No caso de navios anfíbios por exemplo, a US Navy precisa de no mínimo 33 e atualmente
    apenas 30 estão comissionados e só em 2019 a meta será alcançada.
    .
    No caso dos Arleigh Burkes a situação é a mesma já que todos são extremamente necessários para suprir a inevitável baixa dos cruzadores que deverá iniciar-se em 2020 e
    subsequente baixa dos Arleigh Burkes mais antigos para que a meta de 88 grandes combatentes de superfície seja sustentada.
    .
    Quando comparada as demais marinhas a US Navy parece enorme, mas, para os inúmeros compromissos dos EUA ela é pequena e mesmo com o planejado aumento de cerca de 20
    unidades nos próximos 5 anos, continuará sendo pequena.
    .
    abs

  37. Dalton concordo com voçe,mas segundo o CM a MB esta atenta para possíveis compras
    de oportunidade,por ex; a Itália ofereceu 4 fragatas construídas na década de 90 que iriam
    para o Iraque,voce sabe algo sobre isso??? obrigado.

  38. LM o submarino timbira encontra -se parado ou esta operativo??Fico triste em saber
    que um pais continental como o Brasil so tem 5 submarinos.

  39. creio que os russos …mostraram o “caminho” ..navio “pequeno”(1,500-1,800T) apto a lançar misseis de cruzeiro(Kalibr-NK)…. os EUA responderam … irão comprar 4000 Tomahawk nos próximos 5 anos… bem como 650 unidades do SM-6 interceptor.

  40. Do jeito que as coisas andam no Brasil, infelizmente o lado bom de nossas FFAA estarem banguelas é o de não dar idéia à nossa “gerenta inteligenta” como tiveram na Argentina qd as coisas desandaram e o regime estava pra implodir.

  41. ________ tchê AB, NDD, blem, blem, blem, acordem Joses, o Brasil quebrou, não entenderam?

    Leiam a coluna do Empíricus
    .
    O Alm LM está passando um recado em código com está matéria aqui na trilogia, os mais calejados já copiaram a fonia, ou seja, não vai ter Prossuper, não vai ter Tamandaré antes de 2025 e olhe la, e por o que se tem para operar e o irrecuperaveis vão virar panela, como M Mai, Ceará, a última corveta Caboclo. Talvez com muita sorte uma compra de oportunidade de escolta, se pingar algum $$$$.
    O Prosub vai capenguear até 2022 para colocar o primeiro sub na água, se Lava Jato não afundar ele antes.

    G abraco
    COMENTÁRIO EDITADO. MODERE O LINGUAJAR.

  42. Prezado Bardini,

    Agradeço a consideração.

    Sua sugestão é interessante. Receber navios por compra de oportunidade e garantir o contrato com empresas do país fornecedor de tais meios.

    Existem três propostas neste mesmo sentido, mas, por enquanto, ainda propostas.

    Abraços

  43. Prezado Francisco Rodrigues,

    As empresas japonesas estão autorizadas a vender equipamentos militares para outros países.

    Neste sentido, empresas japonesas participam da concorrência para escolha da nova classe de submarinos da Real Marinha Australiana.

    Nada impediria, por exemplo, que a MHI/Mitsui concorresse no PROSUPER oferecendo como escolta os navios da Classe ‘Akizuki’.

    Abraços

  44. Prezado Souto,

    Eu não conheço esta aprovação para transferência de 6 Arleigh Burke para a Marinha do Brasil.

    Pelo que sei, a liberação é para a Navantia fornecer até seis sistemas AEGIS.

    Como lhe respondi em outro post, não existe previsão de aquisição de navios oriundos da USN.

    O submarino ‘Timbira’ passa por manutenção no AMRJ, o ‘Tupi’ retornará ao Setor Operativo ainda neste semestre.

    Abraços

  45. Amigo LM o submarino Tamoio esta em pMG esta que o timbira deve estar em PNR
    periodo naval de reparos onde o navio passa pouco tempo parado..

    PS. LM obrigado pela atençao que o senhor tem nos dado.

  46. LM,

    O senhor poderia nos adiantar quais são estas 3 propostas que estão em negociação? Seria uma da Alemanha, uma da Inglaterra e uma da França?

    Ouvi dizer que os alemães ofereceram 4 fragatas Tipo 123 caso a proposta alemã seja aceita no Prosuper. Os franceses ofereceram 4 Lafayete e os ingleses 4 Tipo 23. As 3 propostas seriam para 2018.

    O senhor pode confirmar a informação?

    Os contratorpedeiros Akizuki possuem o “AEGIS Japonês”. Seriam muito bem vindos. Por que não existe proposta japonesa no Prosuper?

    Desde já agradeço ao senhor pela oportunidade que nos concede.

    Cordiais saudações,

    Brito

  47. Jose Souza…

    não é que os “russos mostraram o caminho” e sim que no momento estão limitados a construção
    de navios “menores”, até 5000 toneladas, não a toa estão modernizando e revitalizando os poucos “grandes” navios que possuem e também pela necessidade de adquirir navios “menores”
    principalmente para suas frotas operando em áreas limitadas como o Cáspio ou seja, atende à
    uma necessidades russa negligenciada durante anos.
    .
    Os EUA precisam renovar seu estoque de “tomahawks” já que muitos estão com o vencimento à vista e dado o grande número de plataformas aptas a lança-los, como mais de 80 grandes
    combatentes de superfície, 4 SSGNs capazes de embarcar mais de 100 unidades cada um e
    os mais de 50 SSNs a imensa maioria com 12 silos verticais exclusivos para o “tomahawk”.
    .
    abs

  48. Souto…

    há muito boato sobre os navios italianos, mas na verdade 2 já foram para a reserva e as outras
    duas em breve seguirão o mesmo caminho e pelo que li foram degradadas em alguns aspectos
    para cumprirem mais economicamente as novas funções de patrulha que andavam/andam executando e apesar de relativamente novas provavelmente exigiriam um bom investimento antes
    de serem transferidas para outra nação.
    abs

  49. Luiz Monteiro,
    De fato a Navantia apresento um documento da lockheed martin que autorizava a compra de até 6 sistemas aégis pela MB mas nenhuma proposta americana foi apresentada a o PROSUPER mas muito provavelmente entrariam com os Arleigh Burke.

    uma solução para o PROSUPER talvez fosse recorrer a industria naval chinesa que vende navios a preço de banana. Uma coisa a ser considerada é as fragatas classe type 054A de 4,800 toneladas (que saem por incríveis 237 milhões de dólares e 4 navios desse tipo custam o preço de 1 Arleigh Burke), outro navio chines barato é o type 052C de 7,000 toneladas. Claro resta dúvidas sobre suas capacidades de combate mas porém para fechar a lacuna tecnológica que temos hoje com nossas MK.10 quarentonas, com certeza ajudaria. Agora para fechar a lacuna do rio de janeiro, mattoso maia e ceará seria cojitavel a compra do chines type 071 pois o Bahia não irá dar conta de substituir todos esses meios.
    .
    Fato, o PROSUPER é caro fato, o PROSUPER sofre com a falta de interesse por parte de Brasilia fato, ele sim irá precisar de orçamento externo pois com o orçamento e numero de efetivos atual não da pra conseguir essa grana e ao meu ver não dá pra fazer planos e planos de ser grandinho se não podemos pagar por tal logo sobra a industria naval chinesa que faz tudo mais barato.

  50. pedro possa 19 de fevereiro de 2016 at 10:35
    Luiz Monteiro,
    De fato a Navantia apresento um documento da lockheed martin que autorizava a compra de até 6 sistemas aégis pela MB mas nenhuma proposta americana foi apresentada a o PROSUPER mas muito provavelmente entrariam com os Arleigh Burke.

    Pedro, desculpe me intrometer na conversa, mas estes AEGIS viriam instalados nas F100 espanholas, dentro da proposta da Navantia, não em AB’s.

    E, pelo que me lembre, houveram propostas de estaleiros americanos ao ProSuper, nas não recordo se contemplaram os AEGIS nelas.

  51. Pedro Possa, interessante sua colocação sobre as embarcações chinesas mas creio ser uma opção pouco cogitada na MB. Não desmereço a industria bélica chinesa até pq eles vem demonstrando um crescimento enorme neste setor, contudo pesa a pouca familiaridade que temos com equipamentos oriundos de lá.

  52. robertobozzo,

    sim os sistemas aegis oferecidos pela navantia viriam em suas F-100 e eu usei o AB como um grau comparativo de preço com o material chinês e da possível proposta do mesmo no PROSUPER.

    .

    Fernando,

    “contudo pesa a pouca familiaridade que temos com equipamentos oriundos de lá.”

    De fato, hoje basicamente só operamos equipamentos ocidentais e há sim uma grande diferença porém está faixa transitória entre equipamento ocidental e equipamento oriental já foi superada por países como a india que está se cada vez mais se afirmando uma potência da região e eles conseguiram isso usando da melhor parte dos equipamentos ocidentais e a melhor parte dos equipamentos orientais dando a eles a capacidade de operar diversos tipos de navios, armas, avioes… Enfim eles tem uma gama maior de táticas e armas em seu arsenal.

  53. Brito,

    Pelo que você está falando, a Marinha recebeu as seguintes propostas:

    Alemanha:
    4 fragatas da Classe Brandenburg e posteriormente 5 Meko 600, total de 9 fragatas.

    Inglaterra
    4 fragatas da Classe Duke e posteriormente 5 Tipo 26, total de 9 fragatas.

    França
    4 fragatas da Classe Lafayete e posteriormente 5 FREMM, total de 9 fragatas.

    Propostas muito interessantes. Assim, a Marinha poderia substituir as 8 fragatas em operação, cabendo às Tamandares substituir as 3 corvetas Inhaúma. Somando-se a Barroso, teríamos novamente 14 navios de combate.

    Qualquer uma das propostas serve. Se for mesmo a partir de 2018, podemos ter esperanças.

    Alte., o senhor confirma a informação?

  54. Souto!
    .
    Não vai haver PROSUPER nem hoje, nem daqui a 5 anos. A MB vai ter que refazer seus planos, pensar em fragatas do porte das Niterói, alguma opção nova e mais barata se de fato quiserem ter navios. Escoltas de 6000t é um sonho distante. A MB está tentando pressionar para ver se sai alguma coisa, exatamente não mudando os seus planos. Mas em algum momento vão ter de se sentar com o governo e negociar alguma saída. Não tem dinheiro e nem como o governo aumentar o orçamento da Defesa. Demoraremos (sendo otimista) mais de uma década para o orçamento da Defesa recuperar os valores (em dólares) do orçamento récorde de 2014. E até 2014 não compraram nada!! O orçamento deste ano é insuficiente para a folha de pagamento.
    .
    O erro vai ser construir as Tamandaré aqui. Se conseguirem o milagre do governo liberar as verbas (não tem nada haver com vontade politica, não há dinheiro) será em conta gotas (como está ocorrendo com modernização dos A-1, F-5, A-4, construção dos KC-390) e no fim o navio sairá uma fortuna e com qualidade inferior.
    .
    O correto é fechar uma compra direta (nada de produzir aqui) com alguma empresa estrangeira, que contemple todas as nossas necessidades mais urgentes (constando opções), com financiamento externo e nos moldes do FX2 (começa a pagar depois de receber). Escolher algum projeto ‘pé no chão’, modular, cuja base possa atender às nossas necessidades de Patrulhas, Corvetas e Fragatas, com a maior quantidade possível de componentes comuns. Um projeto modular onde se possa adicionar seções para poder atender às 3 classes de navios (1500t – 2000t – 3500t). Comprando, 3 a 4 anos depois os navios começam a chegar.
    .
    E tem de ser discutida a diminuição do efetivo, para que a operação/manutenção destes meios e dos que já temos, seja possível. isto é urgente, senão a MB vai acabar.
    .

  55. Zorann, simplesmente perfeito, a meninada continua no mundo encantado dos Brapfil puthênfia, não acordaram ainda que nem para Gururu vai ter recuros até 2015, o Brasil acabou. Não daianta bombardearem o Lm com perguntas tipo, ahh e as AB, as e os Meko 600, ahh e a T 26, ah e não sei mais o que, o Dalton já gastou a ponta dos dedos explicando que F 123, T 23, Lafayette não serão descomissionadas antes de dez anos, tanto é que a França está pensando em modernizar as Floreal, esquece, isto “non ecsiste”, só baranga no merca de usados, as melhorzinhas ou as menos ruins são as duas holandesas citadas pelo Bardini e também que voces gostem ou não, as OHPs.

    G abraço

  56. vader,
    ”A Índia não é aquele país que lançou ao mar um submarino nuclear sem… reator????”
    Índia está muito a frente do brasil em muitos aspectos por exemplo:
    operação com 2 porta aviões (sendo que um será descomissionado em 5 anos mas eles ja tem outro em construção), uso padrão de caças quarta geração em sua força aérea (e em breve eles operaram t-50), 6.000 tanques em seus arsenais, 14 fragatas, 10 destroyers, 25 corvetas 14 submarinos sendo um nuclear,600 caças de combate, 800 caças de ataque e por ai vai…
    agora o Brasil:
    480 tanques (anos 70/80), 70 caças de combate (anos 70/80), 120 caças de ataque (80/90), uma sucata de porta avioes e grupamento aeronaval (anos 60/70), 8 fragatas (anos 70/80), 3 corvetas (anos 80), 1 corveta (anos 2000), 5 submarinos (anos 80/90)

    reparou a diferença “lord Vader”!

    é muito fácil ser otimista quando está tudo bem mas quando a coisa esquenta só sabem dizer que a situação está feia mas não fazem nada pra deixar nem que seja menos pior. Eu nunca irei deixar de acreditar que a situação irá melhorar. mas acaba sendo muito mais fácil escrever algo do tipo “brasil acabou” sem contribuir em nada pra discussão.

  57. Juarez!
    .
    É muito triste ter de dizer isto: mas se forem realmente construir as Tamandaré aqui, a construção vai atrasar, a MB terá de da baixa em mais navios e terá seu futuro algemado à navios que não ficam prontos. Isto sem contar a questão do preço e falta de padronização, já que em algum momento terão de comprar Fragatas, que possivelmente terão uma configuração completamente diferente.
    .
    O interessante da postagem é mostrar a diferença entre um país que tem os ‘pés no chão’, que trabalha dentro de suas possibilidades orçamentárias e o Brasil que não respeita nada disto.
    .
    Adianta ter um PA que não vai a lugar nenhum à 10 anos? E ainda chegaram a modernizar as catapultas!!! O navio não pode ir a lugar nenhum por problemas na geração de energia e modernizam as catapultas primeiro? Adianta vc comprar 4 subs + 1 casco + base de filme de 007 e atrasar tudo por não ter como pagar? Na época (chegamos a discutir por aqui) o valor do PROSUB dava pra comprar 14 IKLs novinhos com AIP. Logicamente que não iríamos comprar 14 IKLs, mas sobraria recursos para comprar alguma coisa de superfície.
    .
    Oque fico curioso é de saber o quanto já foi gasto neste submarino nuclear em 40 anos. Se forem corrigir os valores, levar em conta oque se gasta com tecnicos, com toda a estrutura de ARAMAR e etc, quanto será que se gastou até hoje?

  58. A questão de comparação é complicado pois tem vários fatores que influenciam a um país investir mais recursos ou menos na área de defesa. Chile, tem uma leve disputa (rivalidade) tanto com Peru como com Argentina, aproveita-se de uma posição favorável com os EUA e está bem economicamente, ou seja, é mais fácil explicar para a grande massa a aquisição de novos meios. A Índia é um país com 1,2bi de habitantes, tem inimigos regionais de longa data, está melhor economicamente que o Brasil, investe pesado na formação educacional em áreas cruciais para o desenvolvimento tecnológico-militar nacional. O Brasil simplesmente, no momento, não tem como justificar gastos nessa área, não tem uma economia favorável nos próximos anos, não possui um amparo forte de proteção contra ameaças externas para explicar a grande massa o porquê de tal investimento, o povo brasileiro acha que pra patrulhar o mar e os céus do país alguns botes e turbo-hélices está de bom tamanho infelizmente, ai quando investimos falam que é conspiração de militar pra tomar o poder.

  59. pedro possa 19 de fevereiro de 2016 at 14:40

    Caro Pedro, eu sei de tudo isso aí meu amigo.

    E mais: a Índia tem uma economia VÁRIAS vezes mais eficiente que a nossa, embora também sujeita a alguns problemas crônicos típicos de países subdesenvolvidos, como a corrupção.

    Ainda assim, tem quase meio BILHÃO de pessoas vivendo abaixo ou imediatamente acima da linha da pobreza. Possui problemas sociais terríveis e inimagináveis para nós, como o sistema de castas. 46% das crianças indianas menores de 3 anos são subnutridas!

    Ainda assim, suas FFAAs possuem altíssima taxa de indisponibilidade do Mat Bel por conta das péssimas condições de manutenção. Não passa um mês sem que despenque um caça.

    Um de seus porta-aviões foi apelidado nestas bandas de cá de “Vidamardita”. Não foi à tôa…

    Como dito, a Índia lançou um submarino nuclear ao mar e “se esqueceu” de colocar nele o reator que o propulsionaria.

    O que quis dizer com tudo isso?

    Que a Índia, citada pelo senhor como exemplo de como ter uma boa marinha, não é exemplo para NADA! Exemplo de coisa nenhuma!

    Eu não sou otimista. Tampouco me considero um “Pessimildo”, pra lembrar de uma certa campanha presidencial. O que eu sou é REALISTA. Trabalho e vivo com fatos e são só estes que me importam.

    A Índia está muito à frente do Brasil em termos de equipamento militar? Sim está.

    Eu queria que meu país fosse como a Índia?

    Deus nos livre!

  60. Fernando!
    .
    Não é questão de investir mais ou investir menos. A questão não é dinheiro, é qualidade dos gastos. O efetivo da MB continua sendo aumentado, são 20% a mais de oficiais em 5 anos (já contando 2016 que tb terá aumento do efetivo, já publicado em lei). O orçamento do Chile é 1/6 do nosso.

  61. fernando,
    falou tudo. como a guerra da lagosta nos provou temos que estar sempre preparados pra qualquer ameaça de qualquer lugar do planeta e no caso, não estávamos. Neste mesmo episódio uma florsinha francesa disse a seguinte frase:

    “LE BRÉSIL N’EST PAS UN PAYS SERIEUX”

    agora pergunto, já superamos o episódio? já aplicamos as lições? o que aprendemos? quanto tempo levará para estarmos prontos para receber um ataque e responder à altura?

    já evoluimos muito desde lá. mas ainda há muita coisa para aprender e aplicar. por quanto tempo faremos jus a tal frase infame?

  62. Vader,

    “Eu queria que meu país fosse como a Índia?”

    lógico que não tão pouco disse isso. Quis fazer um grau comparativo com as forças armadas brasileiras em tom de critica pois num pais como a índia eles conseguem militar e economicamente crescer mais que Brasil e exercer mais sua função em questão de defesa. não quero ver o Brasil do futuro como os estados unidos que fazem guerra por pedaços de terra do tamanho de Alegrete (cidade do RS) não quero ver o Brasil do futuro como a índia que caga pro próprio povo mas pra eles não falta o vinho de 40 anos não quero ver o brasil como a suíça que se você levar um saco de dinheiro manchado de sangue eles depositam em seus bancos e cagam pra procedência e também não quero ver o Brasil do futuro do jeito que ele está hoje mas com certeza temos alguma coisa por mais que uma única para aprender com todos esses povos e culturas.

  63. Juarez,
    .
    Se não for as Holandesas, a única opção que me vem é irem de ‘joelhos’ a Espanha e tentarem liberar alguma Santa Maria, mas tudo mediante a contrato de fabricação de algo, pois de ‘graça’ não imagino nada vindo pra cá. poderiam projetar um derivado dos Avante 300/2400, como a F-538, só que elas ficariam na mesma faixa de preço das Tamandaré, ai a situação complica.
    O melhor desta proposta é que se tivessem lábia, poderiam até vir com o Patiño (recentemente arrendado ao Canadá) debaixo do braço, mas ai já seria contar com muita sorte…
    .
    Enfim, ainda acho que o caminho são os Holandeses, apesar dos pesares. Fechar as duas Karel Doorman entroca da compra de quatro Sigmas e um NapLog novo mataria três coelhos com uma paulada só e ficaria na faixa de U$ 1,8-2,0 Bi, já as quatro Tamandarés, tem tudo pra estourar isso…

  64. “A Índia está muito à frente do Brasil em termos de equipamento militar? Sim está.
    Eu queria que meu país fosse como a Índia?
    Deus nos livre!”
    .
    hahaha Vader hahahahaha, pior que está certo.

  65. Boa noite foristas.

    Sou a favor de compras de oportunidades e encomendas no exterior por um motivo: nossa população não tem cultura de defesa, não se discute defesa. Só teremos a capacidade de desenvolvimento de projetos quando houver uma mentalidade na população que enxergue a necessidade de Forças Armadas bem equipadas.
    O Congresso Nacional é um recorte da população, portanto acho exagerado esperar consciência dos congressistas e um aporte de verbas, ainda não chegamos lá.

  66. A Alemanha cogitou a hipótese de fornecer as 4 fragatas classe F-123 Brandenburg, que são unidades relativamente novas, visto a necessidade de verba para as novas fragatas, e com casco compatível as modernas fragatas F-124 Classe Sachsen, e ate mesmo com as ótimas F-125 Classe Barden ou algo assim, o que caso fosse escolhidos as fragatas alemãs F-124 ( mais provável) ou as F-125, tem muito em comum no sistema de propulsão, e poderia receber melhorias, ficando do mesmo nível das novas escoltas, lembrando, que essas 4 fragatas F-123, tem mais poder de fogo e capacidade que todas as as 98 fragatas juntas, isso claro, que a alemanha poderia fornecer algumas unidades adicional da classe Bremen, que devem ser descomissionadas logo, 4 F-123, e 4 Bremen, mas 4 Tamadaré, e 1 Barrosos, seriam uma força no minimo necessário, 13 unidades, relativamente novas, daria folego para o Prosuper, visto, que não recordo de mais unidades relativamente novas

  67. Caro Amigo Juárez Martinez
    “O Prosub vai capenguear até 2022 para colocar o primeiro sub na água, se Lava Jato não afundar ele antes.”

    +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

    Mais uma o 2022 persegue a fábula.
    Não vai estar 100% operacional até 2022 nem a pau Juvenal.
    Quem viver verá.
    Até lá o Estimado Almirante LM será General de **** com certeza
    e nos receberá em seu gabinete para um belo bate papo.

    ______________________________________________

    Caro Almirante LM, aguardo seu artigo fazendo um paralelo com
    a Armada Española.

    ____________________________________________

    Deveríamos selecionar os estaleiros “quebrados”, fazer uma avaliação full em conjunto com os Koreanos, transforma-los em Zonas Exclusivas de Negócios (ZEE’s ?), livres dos impostos de entrada e saída, livre da cadeia de impostos em cascata, livre da CLT, livre do sistema financeiro nacional. ZEE’s como “pequenas ilhas off shore” e (verdadeiros paraísos fiscais na área naval) entregar as chaves aos Koreas e a partir disso transferir todas as encomendas da MB e da MM, da PetroBrecht etc e tal ……

    _____________________________________________

    Esta acabando o filme AI, a fada azul ja se “revelou” e o David está com a Mamãe.
    Shabat Shalom

  68. Pedro Possa…

    só uma pequena correção: um dos 2 NAes da marinha indiana já está em fase de inativação
    o ex-HMS Hermes, hoje INS Viraat e com os atrasos no que encontra-se em construção a marinha indiana irá operar com apenas 1 NAe nos próximos 3 anos pelo menos.
    abs

  69. Carlos Alberto Soares:
    Deveríamos selecionar os estaleiros “quebrados”, fazer uma avaliação full em conjunto com os Koreanos, transforma-los em Zonas Exclusivas de Negócios (ZEE’s ?), livres dos impostos de entrada e saída, livre da cadeia de impostos em cascata, livre da CLT, livre do sistema financeiro nacional. ZEE’s como “pequenas ilhas off shore” e (verdadeiros paraísos fiscais na área naval) entregar as chaves aos Koreas e a partir disso transferir todas as encomendas da MB e da MM, da PetroBrecht etc e tal ……

    Acrescento: ‘Livre de conteúdo nacional e administradores (civil ou militar) por indicação política”.

  70. Rogério…

    é tentador pensar nas 4 “F-123” como alternativa, mas, não é nem nunca foi uma possibilidade real até porque elas constituem a espinha dorsal da marinha alemã que está reduzida hoje à apenas 10 principais combatentes de superfície juntamente com as 3 “F-124” e as 3 remanescentes “F-122” de um lote original de 8 que serão substituídas por apenas 4 “F-125”.
    .
    Quanto as “F-122” restantes quando derem baixa, terão cerca de 30 anos o que não é o que a
    marinha brasileira busca em termos de navios de segunda mão, mas, não se pode descartar de
    todo, melhor então que fosse uma “Oliver Perry” de 30 anos mais barata de manter.
    .
    abraços

  71. Se se se tivéssimos humildade e bom senso no almirantado de 10 anos pra cá teríamos:
    – De 4 a 8 KDX 2.
    – 4 gotlands comprados.na Suécia juntamente com os navios caça minas.
    – Os IKLs, Amazonas, Barroso.
    – SEA Halk em todos os meios.
    – Uns 4 Makassar.
    – e os estaleiros em pleno vapor construindo os patrulhas.
    Teríamos ao menos uma espinha dorsal e capacidade operativa.
    Ai poderíamos nos dar o luxo de pensar em reformar o SP, sea gripen, sub nuc etc.
    Enquanto não houver uma grande e efetiva reforma tributária e trabalhista é burrice querer produzir algo aqui, especialmente se for pensar em exportação.
    Mas não….na Marinha é tudo ou nada. Se não for Inglês, Francês, alemão ou americano não serve para nós. Se não tivermos um PA ou um Sub nuc é melhor não ter nada, pois não suportariamos um ataque de uma grande potencia. Ai ficamos aqui, com uma frota fora de operação, sem meios, sem grana e com países com arrecadação irrisória em comparação a nossa simplesmente dando um banho em nossa esquadra, vide o citado Chile, Coréia do Sul, Suécia, Turquia etc. Engraçado é ver países com poucos recursos, que passaram por guerra recentes, que vivem passando por tragédias naturais e que não estão em uma situação vergonhosa como a nossa, vide Vietnam, Indonésia, África do Sul…

  72. Dalton, sim, mas a MB Alemã já declarou a intenção de ter uma força menor mas mais capaz, ate mesmo optando por unidades menores, como as corvetas K-130, que alias, acho muito bonitas e modernas, sobre o Caso das Bremen, creio que ao meu ponto de vista, econômico, estratégico, e militar, sejam muito superiores aos Oliver Perry, navios passaram por melhorias no decorrer dos anos, possuem O MODERNO sistema de Defesa anti-aéreo RIN, Sea Sparrow, e anti navio Harpoon, lembrando que 4 unidades delas, que esta prevista dar dar baixa logo, foram construídas já no ínicio dos anos 90, e os OHP, não passam de um grande navio patrulha sem capacidade anti navio, ou anti aéreo , lembrando, não sei que empresa, declarou que poderia adicionar nelas sisitema de defesa RIN e misseis Harpoon/exocets, além de um canhão, que foi a maior reclamação dos militares,

  73. Dalton,
    “marinha indiana irá operar com apenas 1 NAe nos próximos 3 anos pelo menos.”
    Até onde sei os indianos pretendem manter o Viraat até 2020 e acho que até lá eles já devem ter comissionado o vikrant (dizem os planos que em 2018 ele já estrá no mar) mas nao estou sei muito a respeito.

    ———

    Felipe Morais,

    claro poderíamos ter alguns dos navios que citaste mas de um jeito ou de outro eles dariam baixa entre 2025-2030 e ainda teríamos o problema da padronização. Considero que devido a crise global muitas marinhas irão descomissionar navios com 20 anos de uso como siroco, t23
    OHP pois os custos para mantelas em relação a um navio novo é consideravelmente caro e isso ocasionará descomissionamentos em massa, logo dando a oportunidade de marinhas com exigencias menores como a MB possa tirar proveito disso, mas claro serão sempre navios em sua maioria velhos e gastos e nunca cumprirão o papel de navio novo colocando varias limitações que em combate podem comprometer uma missão.

  74. Rogério…

    a marinha alemã já passou a ser uma “força menor” quando no lugar de 8 F-122 está incorporando apenas 4 F-125, reduzir ainda mais deixaria a marinha alemã abaixo do
    que é considerado o mínimo necessário quando se leva em conta os períodos de manutenção,
    além do mais nunca li nada oficial sobre o desejo da marinha alemã livrar-se das F-123.
    .
    O caso das “OHPs” e F-122s quanto a idade é o mesmo já que quando a última F-122 der
    baixa ela estará com cerca de 30 anos, porém, justamente por elas serem “mais capazes” que
    as “OHPs” custarão mais para manter durante apenas outros 10 anos então se é uma medida
    “tapa-buraco” do ponto de vista econômico melhor uma “OHP”.
    .
    O plano B da marinha brasileira parece ser trazer de volta ao setor operativo a fragata Defensora
    e as 3 corvetas e substituir com elas as inevitáveis baixas dos demais “escoltas”.
    .
    abs

  75. O problema que agora, nesse nosso período, houve uma reviravolta nos setores militares, nos anos 90, com fim da guerra fria, e a possibilidade de um conflito global existir caiu drasticamente, transbordou navios semi novos a venda, desde corvetas a fragatas, navios foram desativados, e desmantelados, outros vendidos a outras marinhas, e a modernização das esquadras, teve cortes profundo no número de unidades, e ate mesmo cancelamento de algumas classes, mas de 10 anos pra cá, com a ameaça terroristas, um novo tipo de conflito, fez as marinhas repensar a desativação de seus meios e começar a projetar novos navios, exemplo dos EUA que não teve nenhuma nova classe de navios desenvolvidas depois das classe Arleigh Burke, tirando os navios de combate litoral, que os altos escalões os consideram umas porcarias, vemos hoje, marinhas de potências, com navios com mais de 30 anos de idade, o que no passado, eram descomissionados uma decáda antes, uns dos poucos paises que foi contra mão disso, foi a China

  76. rogério,

    Em relação as oliver hazard perry foram produzidas ao todo foram construídas 71 unidades e isso implica que acaba sendo muito mais fácil e barato de encontrar peças de reposição e em relação a problema do canhão creio que hoje em dia não se tem essa necessidade com as batalhas navais modernas se resumirem a misseis. Eu gosto muito das fragatas classe Bremen mas hoje pelos motivos que citei seria mais provável a aquisição das OHP do que das bremen por mais que a ultima tenha mais capacidades de combate, mas de qualquer forma por entrevistas o almirante Leal Ferreira não se mostrou muito otimista em relação a novos meios pra esquadra então não acho que veremos nenhum desses navio sobre bandeira brasileira e até termos melhores condições de pagar esses navios provavelmente já estariam vendidos ou em scrap.

  77. De fato Rogério a US Navy já anunciou que seus Arleigh Burkes IIA terão que cumprir 40 anos
    de serviço caso contrário não será possível manter a chamada “Battle Fleet” no nível proposto de
    pouco mais de 300 unidades entre combatentes e auxiliares a partir de 2020.
    .
    Mas justamente visando isso a US Navy dará maior atenção à manutenção deles o que necessariamente não é o caso de um navio com 30 anos em outra marinha que para alcançar
    40 anos ou mais terá que passar por custosa revitalização e/ou terá que operar com alguma
    limitação…mas, para “quebrar o galho” durante um tempo é viável.
    .
    Você esqueceu da classe “Zumwalt” pois sei que sabe deles, e também dos novos “AB III” que
    deslocarão umas boas 500 toneladas a mais que os “AB IIA” e que já estão em vias de serem
    construídos.

  78. Pedro, pelo contrário, hoje como mencionei, os combates estão sendo mais necessário o uso do canhão, visto que como a guerra mudou, com ataques terroristas, insurgentes, que usam lanchas rápidas e no caso dos piratas na somália, o canhão é tão mais importante que os misseis, e as OHP, possui um único sistema de propulsão, o que nunca agradou nossos almirantados, as OHP não tem sistema de defesa anti aérea nem anti navio, é um patrulha armado com torpedos
    as bremen, vem com tudo isso, sistemas de misseis de ponto, médio alcance, anti navio, etc…, talves, talves, preferiria as australianas que ainda possuem seus sistemas de armas

  79. Dalton, sim, mas continua na mesma plataforma, lembrando que as AB iniciais não tinha hangar, praticamente continua a mesma plataforma, e os F-1000 não terão mais que 4 unidades, por isso nem levei em consideração

  80. Rogério,

    “uso do canhão, visto que como a guerra mudou, com ataques terroristas, insurgentes, que usam lanchas rápidas”

    De fato Rogério o canhão é um recurso importante nesse tipo de situação mas se o navio estiver lidando com uma ameaça semelhante ao o seu próprio navio ele é inútil pois não se consegue mirar um canhão a 160 km (alcance exocet MM-40 B III) de distancia e para incursões contra insurgentes se usa os npaoc (navio patrulha oceanico como o Amazonas).

    “as OHP não tem sistema de defesa anti aérea nem anti navio, é um patrulha armado com torpedos”

    Ta e o lançador Mk.13 equipado com harpoon, SM-1 e SM-2 (somente retirado das unidades americanas) e sim as unidades espanholas e australianas estão equipadas com canhões oto melara de 76mm

  81. Pedro, os canhões se usam ate mesmo como artilharia, se fosse assim os f-1000 não os teriam, e o canhão também serve para dissuasão visual, ainda mais num pais como o nosso, que as fragatas também operam como patrulhas de alto mar, contra navios pesqueiros, etc…, se usa para tiro de advertência, lembrando, que ate os cruzadores russos Kirov, utilizava canhões, e eram meios exclusivos para enfrentar um força de superfície, alem claro, de canhões de 155 mm serem usados como defesa anti área com sistemas de projeteis explosivos, e ate mesmo artilharia

  82. Autralia e Espanha não vendem seus navios, ou seja, cogitação descartada, as OPH estão no caco, e não foram projetadas para modernização de média ou grande magnitude, elas foram vistoriadas e descartadas, seu sistema de propulsão não agrada, sem falar, que teriamos que comprar sistemas de defesa anti aérea e naval, o que sairia muito mais caro

  83. Rogério,
    “teriamos que comprar sistemas de defesa anti aérea e naval, o que sairia muito mais caro”

    Instalar um lançador de Harpoon ou Exocet é muito fácil e relativamente barato e o lançador Mk.13 também acaba sendo barato e se for pensar em valores optaria por um navio novo pois qualquer navio usado custa 3 vezes o preço da aquisição para mente-lo funcionando por 15 anos.

    exemplos:
    A-12 São Paulo, F-46,F-48,F-49 os destroyers classe Garcia.

  84. e sobre navios usados eu negociaria os 3 KDX-I com a coreia do sul pois estão em bom estado e serão descomissionados em alguns anos em tempo da economia se expandir de novo. aqui vai algumas especificações dos navios:

    1 × OTO Melara 127 mm (5 inch)/54 gun
    2 × Signaal 30 mm Goalkeeper CIWS
    2 × quadruple Harpoon missile canisters
    1 × Mk.48 mod2 VLS with 16 RIM-7P Sea Sparrow missiles
    2 × triple 324 mm (12.8 in) torpedo tubes (Mark 46 torpedoes)

  85. pedro possa,
    .
    KDX, ou qualquer coisa usada que venha daquela lado lá é impossível, ainda mais com uma China se agigantando para cima dos outros países da região.

  86. Rogerio…

    os “DDGs 1000” serão limitados à apenas 3 unidades mesmo assim vale mencionar pelo
    conhecimento que será adquirido e transmitido a futuras classes e a terceira unidade pelo
    que se sabe poderá receber o “rail gun”.
    .
    Quanto aos “ABs” ele é considerado um desenho de sucesso então nada mais natural que
    apenas inovações ocorram como os hangares, mas, o “AB III” virá também com o “AMDR”.

  87. “rogério rufini em 20/02/2016 às 12:05
    OHP, não passam de um grande navio patrulha sem capacidade anti navio, ou anti aéreo , lembrando, não sei que empresa, declarou que poderia adicionar nelas sisitema de defesa RIN e misseis Harpoon/exocets, além de um canhão, que foi a maior reclamação dos militares”
    .
    “pedro possa em 20/02/2016 às 13:09
    Ta e o lançador Mk.13 equipado com harpoon, SM-1 e SM-2 (somente retirado das unidades americanas) e sim as unidades espanholas e australianas estão equipadas com canhões oto melara de 76mm”

    .
    Rogério e Pedro, não estou entendendo essa questão do canhão que vocês estão discutindo.
    .
    Todas as OHP, seja dos Estados Unidos, da Espanha ou Austrália, têm canhão de 76mm sobre a superestrutura, à vante da chaminé.
    .
    O que foi retirado, no caso das unidades americanas, foi somente o lançador Mk13 que disparava mísseis Standard e Harpoon. Sendo que estes últimos ou mesmo o Exocet podem ser instalados em lançadores convencionais em outra área do navio, no caso dos navios ainda em serviço na USN ou na reserva.

  88. “Todas as OHP, seja dos Estados Unidos, da Espanha ou Austrália, têm canhão de 76mm sobre a superestrutura, à vante da chaminé”

    Não tinha encontrado dado das americanas por isso só coloquei no texto sobre espanholas e australianas

    .

    “As OHP tem mais de 30 anos não serve para MB,ademais o custo para moderniza-la seria
    alto demais.”

    De fato a MB já tem suas quarentenas e mesmo as OHP mais novas estão velhas até para padrões brasileiros. E em momento algum defendi sua compra por isso citei os KDX-1.

    .

    “KDX, ou qualquer coisa usada que venha daquela lado lá é impossível, ainda mais com uma China se agigantando para cima dos outros países da região.”

    Talvez mediante negociações mas também como citei elas não sairão de serviço ativo logo e até lá a situação na região pode mudar tanto quanto nossa economia.

  89. Srs

    A aquisição de novos navios para a MB só é possível com uma solução estilo da SAAB para o FX2. Uma aquisição totalmente financiada com o começo dos pagamentos após entrega de pelo menos parte dos navios, o que colocaria o início dos pagamentos na próxima década.
    Dentro desta lógica uma possibilidade seria uma negociação com os italianos, visto que a Itália passa por um período de dificuldades econômicas onde precisa cortar despesas de seu orçamento e manter sua indústria naval. Isto pode tornar os italianos mais flexíveis e dispostos a seguir o modelo dos suecos.
    Negociando bem, a MB poderia fazer um pacote financiado onde poderia adquirir 6 FREEM italianas associadas a compra ou leasing por uns 10 anos de 2 ou 3 Maestrales e, para ter defesa AA de área, pelo menos um dos La Penne.
    E se a MB quisesse ser mais ambiciosa, poderia, numa negociação bem maior, incluir um San Giorgio nos usados bem como navios auxiliares e os 2 sonhados NAes de uma versão alongada do Cavour. Isto aguçaria o apetite dos italianos.

    Sds

  90. Boa tarde senhores, esse assunto das OHP ja foi muito discutidopor aqui em outros posts, estão sem os MK-13, mas mesmo assim ainda seriam bem melhores do que uma inhauma/barroso,aprincipalmente por poder operar o seahawk, a MB teria algumas opções, dependendo de como elas viessem:

    1. Se viessem como estão sem MK-13 e sem modernização, somente recebendo uma manutenção geral antes de entregar, poderiam ser instalados exocet na proa a ré de onde está instalado o canhão MK-38 de 25mm(local original do MK-13) ou até mesmo na superestrutura como os hsiug feng 2 nas OHPs taiwanesas, nesse caso os navios teriam o seguinte armamento:
    4 a 8 exocets
    1 canhão MK-38 25mm (no lugar original do MK-13 na proa)
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)

    2. Possibilidade de ser reinstalado o lançador MK-13
    1 lançador MK-13 com capacidade para 40 misseis SM-1 e harpoon
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)

    3. Possibilidade de instalação de um sitema de misseis antiaereos sendo duas opções:
    Primeira opção com MSA (Mais cara)
    1 canhão MK-38 25mm (no lugar original do MK-13 na proa)
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)
    1 lançador MK-41 na proa tal qual as australianas com 8 celulas para 32 misseis ESSM ou 8 harpoon (podendo usar uma dotação padrão de 4 harpoon e 16 ESSM ou até mesmo outras combinações pois cada celula tem capacidade para 1 harpoon ou 4 ESSM)

    Segunda opção com MSA (mais barata)
    4 a 8 exocets
    1 lançador RAM ou SEA RAM com capacidade para 21 RIM 116 (sobre o hangar no lugar original do phalanx)
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx ou MK-38 25mm na proa (no lugar original do MK-13)
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)

    Mas lembrando como bem citou o Galante, a MB não tem dinheiro pra comprar nada, mas tratando-se de USA, seria por FMS

  91. Alexandre Galante, os royalites do Ptróleo, foi pro bolsa familia e demais programas sociais

    Pedro Possa, realmente, não lembrava desses canhões, mas mesmo assim, não teria defesa AA,

  92. Rogerio Rufini
    Esse canhão oto melara tem uma boa capacidade anti aerea, somado ainda ao ciws phalanx tem melhor capacidade AA que as Inhauma e a Barroso, melhor capacidade ASW e além da capacidade de operar o seahawk, escrevi uma postagem bem elucidativa, mas por algum motivo não está seguindo, peço um suporte aos administradores

  93. Não tem restrições, tanto que o Mattoso Maia possui um, que está inoperante por falta de sobressalentes e manutenção especializada

  94. Aircobra, eu li que teve restrições, mas se for isso é diferente, mas mesmo assim, não gosto da OHP, prefiro as bremen

  95. Não que a MB não tenha manutenção especializada, mas em relação ao phalanx seria em relação manutenção a nivel de suporte tecnico do fabricante mesmo

  96. Preferir por preferir eu prefiro a opção que citaram mais acima, de fechar com a coreia do sul a compra de prateleira de umas 4 incheon (que ja defendo há mt tempo) casando à tal venda os 3 kdx 1 com finaciamento deles mesmo, achei perfeito, pois teriamos bons navios relativamente novos enquanto esperariamos a entrega das 4 incheon, pra quando o país estivesse mais desafogado, e mais pra frente mais umas 4 incheon batch 2 e uns 4 a 6 kdx 2 ou até mesmo 3, mas como todos sabemos non tiene plata, e as OHPs por serem por FMS estão mais acessiveis, mas acredito que a estrategia da MB é deixar a capacidade minimamente operacional para cobrar novas aquisições tal qual fez a FAB para que o FX 2 finalmente saisse

  97. Agora por que incheon e de prateleira? Porque todos sabemos que essa historia de construir aqui é papo para enganar besta, sai mais caro, com qualidade mais baixa, em um prazo infinitamente maior e com a possibilidade que nem saia? E ainda por cima que a expertise adquirida com o alto custo vai-se perder assim que for entregue a ultima unidade pois nunca se mantem uma linha de produção contínua e com isso perde-se todo o expertise

  98. Airacobra,
    De fato os italianos podem ser mais flexíveis que os coreanos e ideia/sonho de adquirir um ou dois cavour (adoro este navio) estaria balanceada para a MB e sua flexibilidade hoje poderia não só ajudar a indústria naval não só lá mas aqui no Brasil tambem pois levando nossos engenheiros pra lá eles talvez possam aprender a fazer navio de verdade e ainda fazer laços de aliança militar de longo prazo, ou seja mais um na nossa lista de amiguinhos. Ainda que ache os KDX-1 ótimos para um pais como o Brasil acho q a Itália daria melhores termos e forma de pagamento mais atraente o que poderia trazer a atenção dos nossos almirantes.

  99. Atencao habitantes do Planeta Marte, acordem, não vai ter din din para nada de navios novos até 2021, esqueçam até lá e compra de oportunidade de favor, a opção 1 são as OHP que gastando uns 35 mihoes de doletas de colocamos o MK 13 para lançar SM 2 e Harpoon e de que quebra temos um convoo para os nossos SHs.
    Rogerio Rufini, s MB não tem restrição porr…..s nenhuma com o sistema de propulsão das OHP, ate porque são duas conhecidissimas LM 2500 e um motor auxiliar de emergência. Quem espalhou este boato por aí, foi um _________________ que levou o pé na bunda da Marinha e que identifica pelo nijck name _____________ o resto e conversa para boi dormir.

    G abraco
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. VOCÊ JÁ FOI AVISADO MAIS DE UMA VEZ PARA NÃO UTILIZAR ESSE ESPAÇO COMO PALANQUE PARA FAZER ATAQUES A SEUS DESAFETOS PESSOAIS, SEIAM ELES QUEM FOREM. ISSO É INACEITÁVEL E ESTE É SEU ÚLTIMO AVISO. A PRÓXIMA VEZ VOCÊ VAI DIRETO PARA A SUSPENSÃO NOVAMENTE.

  100. Prezados Zeabelardo, Joker e Airacobra,

    Eu que agradeço pelos ótimos comentários de todos os leitores.

    Penso eu, que o exemplo que deveria ser seguido vem da Austrália. A Austrália decidiu por construir 3 fragatas derivadas da F100, espanhola.

    Os custos ficaram muito superiores ao inicialmente planejado e o cronograma de entregas está atrasado. É inegável o aprendizado para a indústria naval australiana.

    Todavia, como os orçamentos são finitos, e a Austrália não pode esbanjar dinheiro. Ele chegaram a uma decisão intermediária e que considero muito inteligente: Eles resolveram que os 2 Navios de Propósitos Múltiplos teriam os cascos produzidos integralmente na Espanha e depois levados para a Austrália para que os sistemas, sensores e os equipamentos fossem instalados.

    Segundo a real marinha australiana, isso reduziu os custos e o tempo de construção dos meios. Além disso, Engenheiros e técnicos australianos acompanharam a construção destes navios em território espanhol.

    Como a conclusão destas duas unidades está ocorrendo na Austrália, os estaleiros locais estão sendo capacitados.

    Quem sabe esta solução não sirva para outros países.

    Abraços

  101. A armada Argentina parece que volta comprar escoltas usadas a Itália,
    não sei com esta seus navios escolta, mas estão melhoes que os nossos?
    Vocês vão ver o Mauricio Macri vai soerguer as FAAs argentinas.

  102. Luiz Monteiro 20 de fevereiro de 2016 at 21:58

    Prezado CA, acredito que sim, deveríamos seguir como os australianos, mas em relação aos meios sul coreanos, acho que seriam mais apropriados à nossa MB do que as F100, por exemplo.
    Poderíamos comprar 4 unidades construídas e com equipamentos integrados lá, mais 4 construídas lá mas integradas aqui e mais 4 construídas e integradas aqui sob supervisão sul coreana; depois se a MB deseja-se mais unidades bastaria solicitar pois o know how já estaria aqui…
    Eu sei que para isso dependeriamos de um programa de estado, mas não acho tão improvável, aliás acredito que seria o melhor a se fazer, mesmo neste tempo de ” vacas magras” pois até tudo estar equacionado e contratado, está crise terá ao menos amenizado a ponto de se reiniciar os investimentos.

  103. Luiz Monteiro,
    .
    Olhando pelo ponto de vista do aprendizado x construção nacional x custo x benefício, considero assim como o senhor, inteligente as decisões tomadas pelos Australianos no tocante a fabricação de suas belonaves, até por que eles não tem muita mão de obra qualificada sobrando para a parte básica da coisa, e a que tem é cara.
    .
    Seria algo realmente a se pensar, já que a MB pretende seguir adiante com a CV03. Devido aos novos processos de construção modular, e se pensaram as Tamandarés para serem fabricadas desta forma, muitos, ou praticamente todos os seus módulos poderiam ser fabricados fora do país, assegurando a qualidade e entrega do produto (conforme especificações técnicas de contrato) no prazo para serem apenas agrupados aqui, reduziriam-se custos e garantiria-se o prazo de entrega do casco, que é de certa forma muito relevante para as posteriores etapas.
    .
    Como a fabricação dos módulos seria feita em um ou mais estaleiros no estrangeiro e que tivesse os preços mais em conta, o produto final poderia ter um preço mais atraente do que os U$ 450 milhões. Em termos de aprendizado, que é algo que a MB assinala não abrir mão, poderia-se despachar para o estaleiro ou estaleiros contratados pessoal da engenharia para documentação dos processos (mediante a contrato) já que o projeto é nosso, e aqui, faria-se a parte mais sensível e cujo qual eu considero mais relevante, a integração de sistemas. Para esta etapa poderia-se contratar os próprios fornecedores dos sistemas para assessorar as integrações de seus produtos, bem como acompanhar o pessoal da engenharia e gestão de projeto, gerando assim conhecimento na área.
    .
    Enfim, gastar um precioso dinheiro, que seria muito bem vindo para outras aplicações para soldar chapa e montar bloco não me parece nada vantajoso no cenário brasileiro, por mais empregos que estas medidas gerem, a carga tributária mata o benefício… Deveriam focar em aprender a integrar sistemas, pra soldar, até chinês serve.
    .
    O momento não é oportuno para fazer caridade a estaleiro nacional.

  104. Sendo por esse modus operandi concordo plenamente bardini, e sendo o caso de um projeto modular poderiam se adicionadas ou removidas sessões para um navio maior ou até mesmo menor para o caso de um NaPaOc, mas não acredito que o projeto da Tamandaré seja modular

  105. Pedro Possa, boa noite, só citei o caso da opção sul coreana respondendo ao rufino, pois ele falou que preferia as bremem às OHP, e eu respondi (meio que viajando na maionese devido a atual situação) que preferir por preferir eu preferia esse pacote coreano porem acho que ninguem perguntou aos mesmos se eles estão dispostos a se livrar das kdx 1, acho que a unica opção que está ao alcance da MB seriam mesmo as OHP pela facilidade devido ao FMS, quanto às outras opções acho meio dificil devido à atual conjuntura

  106. Eu havia postado a tarde um texto relacionado às OHPs, porém não seguiu, vou tentar postar por partes pra ver se segue

  107. Boa tarde senhores, esse assunto das OHP ja foi muito discutido por aqui em outros posts, estão sem os MK-13, mas mesmo assim ainda seriam bem melhores do que uma inhauma/barroso,aprincipalmente por poder operar o seahawk, a MB teria algumas opções, dependendo de como elas viessem:

  108. Eu confesso aos senhores que devido a situação se vierem 4 OHP vou ficar
    feliz,estes navios podem vir quase de graça para a MB, entaõ podemos colocar
    um lançador de misseis exocet mm-40, e para defesa Aee o sistema albatroz
    que lança os áspide ou um lançador de misseis RAM.Alte, LM e amigos e que voçes
    acham???

  109. 1. Se viessem como estão sem MK-13 e sem modernização, somente recebendo uma manutenção geral antes de entregar, poderiam ser instalados exocet na proa a ré de onde está instalado o canhão MK-38 de 25mm(local original do MK-13) ou até mesmo na superestrutura como os hsiug feng 2 nas OHPs taiwanesas, nesse caso os navios teriam o seguinte armamento:
    4 a 8 exocets
    1 canhão MK-38 25mm
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)

  110. 2. Possibilidade de ser reinstalado o lançador MK-13
    1 lançador MK-13 com capacidade para 40 misseis SM-1/SM-2 e harpoon
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx 20mm
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)

  111. Sera que os EUA llibera as OHP com a lançador MK-13? a que ponto chegamos
    mas historicamente tio sam quando ver estamos mal libera algo para MB,veja
    o caso dos 4 classe Garcia.gostaria de saber como los Hermanos argentinos estão
    sera´que eles tem navios em pMG? A MB tem 4 escoltas paradas em manutenção atualmente.

  112. Airacobra que te fazer uma pergunta afinal vem algo de escoltas para a MB.
    Na boa estou ansiosíssimo esta a base do rivotril 2 mg.

  113. Primeira opção (Mais cara)
    1 canhão MK-38 25mm (no lugar do MK-13 na proa)
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)
    1 lançador MK-41 na proa

  114. Segunda opção com MSA (mais barata)
    4 a 8 exocets
    1 lançador RAM ou SEA RAM (em cima do hangar no lugar original do phalanx)
    1 canhão oto melara 76mm
    1 ciws vulcan phalanx ou MK-38 25mm (na proa no lugar do MK-13)
    2 MK-32 (3 torpedos M-46 cada)

  115. Sendo sincero acredito que não vem nada
    _
    NOTA DOS EDITORES: SEU COMENTARIO INICIAL COMPLETO SOBRE A CLASSE OHP FICOU RETIDO POR PROBLEMAS TÉCNICOS DO SITE E LIBERADO AGORA.

  116. Eu acho que negócio mesmo pra MB seria comprar 4 incheon pois sua característica stealth é no mínimo atrativa e seria um ótimo navio para junto com as Tamandaré substituír as Inhaúmas e esses navios iriam compor uma boa força tarefa e para a espinha dorsal da marinha eu compraria 4 OHP com MK.13 e phalax e para completar os 3 KDX-1 que serão descomissionados nos próximos anos e pra ajudar os estuboscorpenes eu mandaria construir no AMRJ mais 3 subs classe tikuna. Só falta orçamento que acho que na boa poderia ser solicitado no parlamento pq o governo federal depois da lava jato está temendo um golpe militar e tudo o que os militares pedirem hoje terão de mão beijada.

  117. Leido engano se tem uma coisa que não vai rodar serao compras militares pelo simples fato de que não haverão recursos e muito menos linhas de crédito com nossovratong de investimento indo para o esgoto.
    A prioridade 1 da MB será por o que se tem em condições operacionais, começando pelas três Inhaúma e pelo retorno da Defensora.
    O Marajó vai ter que aguentar uns cinco anos ainda.
    A única possibilidade que vejo de compra de oportunidade, sem dinheiro no bolso, seriam duas OHP, via FMS com reinstalação do MK 13, a outra opção seriam as duas L Holandesas, que substituiriam as T 22 que nao tem mais poque estarem na ativa, mas aí tem que esvaziar o cofre.

    G abraco

  118. Olá a todos!
    .
    Vejo os comentários e sempre o pessoal insiste em construir/montar/integrar aqui. Por que insistir nisto? Sabemos que vai sair bem mais caro, que a transferencia de tecnologia não vai resolver nada (pois não há continuidade). Sinceramente gostaria de entender as opniões neste sentido. Ultimamente temos dificuldades técnicas em construir patrulhas de 500t. Fora um monte de outrras questões que torna qq coisa produzida aqui cara demais.
    .
    Quanto a comprar material usado, é inviável, Não há navios com uma vida restante que valha a pena ser comprado. Fora a questão dos radares/armamentos/de 20/30 anos atrás.
    .
    O pessoal citou o exemplo da Classe Incheon. Cada uma custa US$310 milhões (batch 2) .Inclusive há até um projeto derivado deste com 1400t que estaria em nogociação com Israel por cerca de US$100 milhões. Resolveriamos o problema de navios de patrulha e corvetas em uma paulada só! Em 3 anos os navios chegam!! Basta escalonar a encomenda para que sejam entregues próximas às baixas dos navios que serão descomissionados.
    .
    Não precisa reinventar a roda!! Basta alguma racionalização dos gastos (e nem precisa ser grande), para que sobre no proprio orçamento a verba para o financiamento .
    .
    A pergunta que não quer calar: precisamos mesmo construir aqui? Não precisamos urgentemente é de navios? Qual a prioridade da MB: ter os navios, ou construi-los aqui (e como consequencia recuperar a capacidade de construção do AMRJ)?
    .
    Gostaria de saber a opnião de todos e inclusive (por favor) do CA Luiz Monteiro. Obrigado.

  119. zorannn,
    .
    Mas vai lá tentar descolar esse dinheiro pra comprar um pacote fechado de fora… Não passaria nem em ano eleitoral.
    Eu entendo que o ideal seria vir de fora, até apoio, se me dessem U$ 1,8 Bi renderia muito no mercado externo… Mas pro pessoal lá de cima, tem que ter, pelo menos parafuso fabricado e aparafusado aqui para ter apoio financeiro. Some isto ao Lobby da indústria e a coisa fica impraticável de ser feita toda lá fora.
    Por conta disso eu digo, se deixarem de se apegar a soldar chapa aqui e focarem em integrar componentes, com pessoal terceirizado e assessoria e especialização para a engenharia da MB, que é quem devesse especializar pois é o setor que estará interligado com todo o ciclo de vida do navio, a conta seria menos cara no quadro atual que temos.

  120. zorannn, pelo que vejo, é quase unânime aqui que o custo Brasil inviabiliza construir qualquer coisa aqui. Infelizmente quem decide parece não ter a mesma opinião. É complicado porque tudo o que se pensa para as forças armadas tem como fator preponderante a função social da contratação, a qual se resume basicamente na geração de empregos. Chega a ser surreal, pois pagamos mais caro pela transferência do conhecimento e pagamos mais caro pela produção(carga tributária e trabalhista empregada). Prazos não são cumpridos, o produto não é 100% bem produzido. Enquanto isso, a educação (onde o dinheiro deveria estar) sofre com cortes, desvios e maus gastos. Não adianta, enquanto o conhecimento não vier desde a base, gastaremos mundos e fundos em um “transferência de conhecimento” que não é 50 % absorvida.
    A legislação brasileira impõe que a partir de certo valor, sejam negociadas compensações (offsets) nas contratações. Para um país com nível primário de conhecimento tecnológico e científico é muito mais interessante negociar um aprendizado “pontual” do que querer construir do dia para a noite 100% de uma corveta no estado da arte. Especialmente no momento atual, em que boa parte da pouca mão de obra qualificada que temos está saindo do país.
    Como disse acima, com a grana do Pro Sub, compraríamos 06 Subs com AIP, armados até o dente e sobraria grana pra trazer da Coreia do Sul 4 insheon e 04 KDX II, negociando ótimos offsets para quem sabe construir os próximos lotes ou as patrulhas nos estaleiros nacionais, modernizando a linha de produção com a ajuda dos coreanos.
    Com certeza, dotaríamos nossa mão de obra de maior e melhor qualificação e teríamos uma excelente espinha dorsal para a esquadra, pensando, a partir de então, em projetos maiores, como a produção nacional da Tamandaré, aquisição da Fremm ou similar, construção do sub nuc ou operação de um PA com uma aviação naval do século XXI.

    Guardadas as devidas proporções, tenho um kia e, hoje, só troco por outro kia.
    Será que o que serve para um país com um parque tecnológico moderníssimo, que tem a China, Rússia e a Coreia do Norte no cangote, com um histórico ruim com o Japão, que se encontra em uma das regiões mais instáveis do planeta e que está, ainda, em estado de guerra, não atende aos nossos requisitos?
    Como dizem, é uma pena preferirmos ser a cabeça da sardinha do que o rabo do tubarão.

  121. Bardini,

    “Eu entendo que o ideal seria vir de fora”

    Concordo, na situação atual eu concordo por exemplo a australia eles preferiram produzir o minimo possivel lá para economizar mas ainda o projeto gastou mais do que o previsto e essa grana a mais que se paga é pela indepencia tecnologica, digo isso pois não adianta construirmos aqui destroyers com Aegis se não iremos empregar essa tecnologia em outrros de navios de nossa responsabilidade por tanto acaba sendo inutil exigir isso do de programas como o PROSUPER claro valeria a pena fazer isso se comprasemos 5 F-100 e construissemos mais 5 aqui com as mesmas tecnologias e sensores mas fora isso é rasgar dinheiro, tempo e disposição governamental (3 coisas que não vemos a muito tempo). Mas a partir do momento em que temos tempo vontade governamental e dinheiro não tem porque comprar de fora, logico provavelmente não veremos essa situação até o inicio da próxima decada mas talvez um dia valha a pena construir aqui.

  122. Olá Bardini!
    .
    Esta história de impacto eleitoral é lenda! Acho que aumentamos muito o valor desta repercussão. O brasileiro não tem memória, vão noticiar 1 dia e no dia seguinte a galera esquece. Foi assim com tudo que se comprou recentemente. Tem compras que nem saem na imprensa.
    .
    Acho que temos de defender nossa opnião, independentemente do que a classe politica pensa. Este é um dos únicos espaços respeitaveis da internet onde assuntos de Defesa são discutidos. E vamos poluir este espaço defendendo a fabricação de ‘parafusos’ ou qq outra coisa inviávelpor aqui? Só para ‘enganar’ a opnião publica? Avho que devemos defender o correto e construir aqui não é correto.
    .
    Pois é, vc falou de US$1,8 bilhões, que representa 5% se levarmos em conta o orçamento de 2014 que foi de US$36 bilhões.
    .
    Olá Felipe Morais!
    .
    É a mesma coisa que respondi ao Bardini. É inviável construir aqui, inclusive ‘pontualmente’.Quanto aos offsets que se negocie como contrapartida algum acordo que possibilite o aumento de nossas exportações, mesmo que sejam de commodities.(como o Russia faz constantemente com o Brasil para continuarem a comprar nossa carne). Não existe esta de capacitar a mão de obra ‘por decreto’. Não temos demanda. E como vc citou ( já cansei de citar) há muito oque se resolver para quem sabe um dia termos uma industria competitiva que aí sim possa manter a mão de obra capacitada por aqui. Qualquer capacitação não vai resolver, e no fim vai acontecer o mesmo: o funcionário capacitado vai embora.
    .
    Só para completar: a questão em tudo por aqui, não é falta de dinheiro, inclusive na educação. Há um estudo que gerou um documento enorme (de umas 200 paginas – não achei o link, se achar posto depois) onde são estudadas todas nossas deficiencias em educação. A conclusão do documento:não falta dinheiro na educação, falta um curriculo unificado nacionalmente no ensino fundamental e médio, faltam metas para professores, a cobrança destas metas e que a verba para educação seja gasta de fato dentro da sala de aula. O cara inclusive esteve na TV para expor suas ideias.

  123. Felipe Morais,

    “com a grana do Pro Sub, compraríamos 06 Subs com AIP, armados até o dente e sobraria grana pra trazer da Coreia do Sul 4 insheon e 04 KDX II”

    De fato, mas tem outros fatores que implicam em uma decisão como essa, e a capacitação da dita força de superfice que citaste limitaria a força de submarinos, mas antes da falar da grana do prosub porque não falamos da lata flutuante no dique almirante regis? esta coisa sim foi o afundamento da outrora poderosa marinha do Brasil, navio que era pra ser passageiro sob nossa bandeira agora enfrentará mais 20 anos de duro serviço e blá, blá, blá… essa droga de navio francês ta acabando com a força de superfiçe da esquadra e colocando minhoca na cabeça dos nossos almirantes que ele servirá até seus 80 anos, coisa no minimo ridícula pois navio nenhum deve ser exposto a esse tipo de esforço mais fácil seria usar a grana seria destinada a modernizá-lo (em torno de 270 milhões de dólares ) colocar mais uma grana em cima e comprar logo um juan carlos (600 milhões de dólares), cavour (também em torno de 600 de dólares)ou algo do gênero ou mesmo usar a grana para escoltas

  124. zorannn,

    “US$1,8 bilhões, que representa 5% se levarmos em conta o orçamento de 2014 que foi de US$36 bilhões.”

    Mas com os cortes de gastos e o aumento do pessoal (maior parte do orçamento) fica difícil encontrar esses 1,8 bilhões.

  125. Olá Pedro Possa
    .
    Pouco interessa ter dinheiro ou não. Primeiramente tem de fazer todas as reformas para tornar nossos produtos competitivos e depois sim investir pra construir. Passar o carro na frente dos bois não resolve. Foi isto que fizeram aqui!! Obrigaram a Petrobras a comprar navios por aqui, com alto indice de nacionalização e por um preço 4 vezes maior!! Bastou parar de comprar, para que toda a industria naval quebrasse!!
    .
    Não tem essa!! Primeiro vc precisa resolver as questões que impedem a competitividade de nossa insdustria, Depois sim vc faz encomendas para dar o impulso inicial, compra tecnologia e em seguida ela sobrevive sozinha.

    Não existe esta de criar industria naval competitiva ‘por decreto’. Isto é coisa de economia planificada e nem lá deu certo
    .
    Já que a comparação ainda é o Chile, lá eles investem 15% do PIB anualmente em infraestrutura. Coisa de países de 1° mundo!! Logo, logo quem vai liderar o desenvolvimento na AL são eles.

  126. Olá Pedro Possa!
    .
    Realmente! mas aí que está. Se não sobrava dinheiro pra nada em 2014, e se agora tem menos ainda, então porque pensar em construir aqui? Não faz o menor sentido alguem ainda pensar nisto.
    .
    Negociem uma compra nos moldes do FX2 (começar a pagar depois de receber), ao mesmo tempo, que se negocie uma diminuição gradual do efetivo (não precisa ser o ideal, diminuir pelo menos um pouco, voltando ao patamar de 2009). Quando as parcelas começarem a chegar, só a economia gerada com despesas de pessoal e´capaz de absorver as parcelas. Não precisa de aporte de verbas.

  127. zorann,

    “começar a pagar depois de receber”

    concordo mas isso implica riscos de negocio coisa que empresas privadas não gostam de fazer pois quem garante que teremos condições de pagar depois de 3 anos da encomenda (3 anos: tempo médio de construção de grandes escoltas) os alemães nos ofereceram algo parecido para o PROSUPER com suas f-125 com preço e forma de pagamento atrativa e que quase levou o grande premio do programa mas isso e o acordo com a Saab foram exeções pois na situação atual global pais quebrado como o Brasil vai demorar a se reerguer e como disse acima os riscos de um negócio de 5 bilhões de dólares acaba sendo alto demais para a maioria das empresas. como foi citado acima devido a “crise” naval italiana eles talvez possam oferecer formas de pagamento e preço atrativos. e pensando em navio usado me veio a mente os Durand de la Penne, destroyers italianos com 23-25 anos de uso que mediante negociação acho que poderiam vir a MB claro não são a melhor coisa do mundo mas acho que podem segurar o tranco por uns 15 anos, e já que estou falando de navio italiano acho os navios da classe San Giorgio no minimo interessantes eles são bem parecidos com o siroco em especicações e acho que um navio da classe poderia ser colocado no mesmo pacote.

  128. Pedro Possa!
    .
    Estamos falando de US$2 bilhões não são US$5 bilhões! Basta lançar a concorrencia constando na proposta o financiamento externo, pagar apos receber, Financiamento aí de 10 anos, para cada navio com pagamentos iniciando à medida que cada navio seja entregue Não é nada demais. Ainda temos crédito fácil, ainda mais para um valor tão pequeno. Só de reservas externas temos mais de US$ 370 bilhões!.
    .
    Basta aí um ajuste no efetivo, diminuição de 10% do efetivo de forma gradual que a MB paga isto aí sozinha (contando o orçamento atual de 2016). Em 3 a 4 anos chega o primeiro navio e começamos a paga-lo à medida que a diminuição do efetivo comece a trazer economia, mais navios irão chegando e os pagamentos anuais aumentando.
    .
    Isto é plenamente factivel. Não precisa comprar navio velho.
    .
    Agora se insistirem em construir as Tamandare aqui, resolverem mesmo que querem a FREMM de 6000t, transferencia de tecnologia e tals, pode por US$7, 8 bilhões e não vai dar.
    .
    Aí que esta a principal diferença entre o Chile e o Brasil: ter os pés no chão.

  129. zorann escreveu: ” Ainda temos crédito fácil,”

    Desculpe zorran, aqui o amigo está equivocado,o tempo correto do verbo seria “tinhamos”, hoje não temos mais, pois uma parcela cosideravel de nossos titulos públicos vencem em três ou quatro meses e vai ser um parto para rolar.
    Não temos saída até 2021 ou 22, é tocar com o que se tem para começar incorporar alguma coisa nova lá por 2024 e olhe lá, até lá alguma coisa de oportunidade e barata.
    Eu, no lugar do Alm Leal começaria a pensar em esticar a vida útil de pelo menos quatro Niteroi e das três Inhauma, inclusive realizando além do PMG algum tipo de modernização nos sistemas de armas que permita que elas operem até 2025 pelo menos, caso contrário chegaremos nesta data com a Barroso, os Amazanos e os Gururus e ze fini.

    G abraço

    G abraço

  130. Bom, vamos aguardar até 2018… Se até lá o Brasil não tiver virado uma Venezuela, um certo ___________________________________ deverá assumir a presidência da República e aí, e só “aí” teremos um recomeço digno, não só para a Marinha, mas para as três forças e o país como um todo.
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. NÃO USE ESTE ESPAÇO PARA FAZER PROPAGANDA POLÍTICA.

  131. falaram agora que o PROSUPER ficará pra 2020, ou seja, digamos que a escolha seja em 2020, primeiras unidades não viriam antes de 2025, ou seja, esqueçamos navios novos antes disso, e sonhar para compra de oportunidade, as Bandengurgs que se visa retirada prematura em 2020, é uma das melhores opções, ou então tentar comprar unidades Chinesas e adicionar equipamentos de navegação, comunicação e armamento padronizados, do jeito que ta gente, veremos os 3 patrulhas amazonas atuando como fragatas

  132. Eu penso que a proposta de fechar com algum País, seja Coreia do Sul , Alemanha ou outro qualquer é uma boa solução , desde que venham imediatamente pelo menos uns 4 escoltas relativamente modernos como compra de oportunidade por parte do País vencedor, isso ajudaria a mantermos nossa Marinha enquanto as unidades novas fossem comissionadas. Quanto a Marinha chilena , penso que eles investiram bem nos 2 scorpenes e também nas fragatas Holandesas que eram relativamente novas, mas a questão da aviação embarcada foi seriamente negligenciada pelo Chile, vejam que eles operam 5 helicópteros cougar comprados de 2 mão e com mais de 30 anos de uso, são obsoletos e nem todos são para guerra anti buque ou anti submarino, pois alguns deles são para função SAR, então entendo que a armada chilena tem serias deficiências neste quesito e não pode ter superioridade aérea nem contra o Perú que adquiriu recentemente 5 helicópteros Seasprite do Canadá com 15 anos de uso. Neste aspecto nossa Marinha dá um banho em qualquer marinha da região, vejam que o Prosub é uma realidade com 3 scorpenes já em linha de produçao e adquirimos 6 helis Sea Hawk novos e mais 8 EC 725 Caracal também novos, fora que estamos modernizando nossos Super lynx, nossa projeção de poder através de meios aéreos é incomparável. Poderia também falar do investimento feito nos Fuzileiros Navais, que receberam veículos blindados de transporte novos Clanf e sistemas ASTROS 2020 também novos. Acho que nossa Marinha só negligenciou nos Buques. Já a marinha chilena só investiu em buques de guerra, negligenciando todo o resto.

  133. Não consegui encontrar nada sobre a retirada prematura das “Brandenburgs” em 2020, e sim
    que deverão cumprir o mínimo de 30 anos de serviço ou seja serão retiradas gradualmente a
    partir de 2024. A redução do número de unidades está por hora concentrada na substituição de
    8 “F-122” por apenas 4 “F-125” além da redução do número de pequenos combatentes de superfície.
    .
    Também não dá para contar com os “Durand de la Penne” que a menos que a marinha italiana tenha mudado de ideia deverão ser retirados em 2024 e 2026 possivelmente degradados já
    que o míssil SM-1 a principal arma de defesa AA e já obsoleto será retirado até antes.
    .
    Outro problema é que os “Durand de La Penne” são navios que exigem grandes tripulações o
    que complica ainda mais os custos de mantê-los em serviço.

  134. Dalton, então deve ser isso mesmo, agora as F-122 devem ser substituídas por F-124, as F-125 são navios mais sofisticados, sem contar as corvetas que estarão entrando em operação

  135. Alguns comentam também sobre navios japoneses, mas acho impossível, sobre os EUA, eles devem ofertar uma variante menor da Classe AB, semelhante as ofertadas aos Ausrtalianos, e uma fragata baseado no excelente casco dos Custer da guarda Costeira Americana, que teria em torno de 150 metros, deslocamento seria em torno de 5800 a 6 mil toneladas, como são navios modulares, poderia receber muitas modificações e configurações, seu hangar poderá operar 2 SH70,

  136. Rogério …

    as F-122s Bremen estarão sendo substituídas pelas F-125 e as F-124s estão em uma classificação completamente diferente já que são fragatas otimizadas para defesa AA.
    .
    As F-125s são maiores que as F-122s, mas, também a missão delas poderá incluir missões
    de até 2 anos longe da base com troca de tripulações ajudando a compensar a redução de
    8 para 4 unidades já que se poupará a viagem de retorno após alguns meses no teatro de operações e a necessidade de substituição imediata por rodízio.
    .
    Apenas 5 corvetas foram comissionadas entre 2008 e 2013 complementando os 4 últimos barcos de ataque classe “Guepard” no Mar Báltico de um total de 10 sendo que a marinha alemã costumava ter 20 barcos de ataque assim é possível que os últimos “Guepards” que deverão permanecer em serviço um pouco mais que o normal sejam substituídos por uma nova classe de navios ainda em estudo.

  137. Alexandre Galante 20 de fevereiro de 2016 at 16:32

    Ahahahahaha… Isso aí foi muito engraçado, hehehe. A corja que infestava o Naval de repente se pirulitou toda, kkkkkk… Viraram flatulência, ahahahaha…

    Sério Chefe: não foi por causa disso que a MB se arregaçou. Vai muito além disso. Infelizmente.

    Grande abraço.

  138. Não sei lhe informar amigo Souto, parece que 8 já foram entregues a Marinha, mas não sei a configuração deles quanto aos exocets, mas parece que eles tem uma aviônica padrão com códigos fontes abertos que permite ter várias funções, enfim , o que sabemos é que serão 16 unidades para a marinha, metade para guerra anti buque armados com o exocet.

  139. Amigo Alexandre a MBvai receber 8 UH-15A dotado do missil am-39 exocet
    e 8 UH-15 para transporte, a ultima noticia que li é que a MB ja recebeu 7 UH-15.

  140. Souto, neste começo de ano ainda se estaria na fase de integração do míssil AM-39 em
    bancada, para em seguida fazer testes no protótipo, segundo a própria Helibras.
    .
    A primeira etapa de integração, com disparos simulados em computador, foi concluída recentemente, em dezembro do ano passado (há pouco mais de dois meses).

    https://www.helibras.com.br/noticias/helibras-conclui-com-sucesso-testes-de-integracao-do-h225m-com-missil-exocet/
    .
    Quando a coisa avançar a ponto de haver disparo de mísseis e entrega de aeronave de série, creio que haverá divulgação mais do que suficiente a respeito.

  141. Souto, nenhum UH-15A (ASuW) foi recebido ainda, ainda estão em fase de desenvolvimento/testes, somente foram enttegues a versão para emprego geral, o UH-15

  142. Obrigado Nunão pela informaçao.Voce sabe qual o status as corvetas jaceguay
    inhauma e Julio de Noronha,essa ultima ja começou testes da mar com o sistema
    de propulsão manual?

  143. Srs
    Jovem Dalton – (Dalton 22 de fevereiro de 2016 at 8:25)

    A respeito dos Durand de La Penne, se o problema é pessoal, isto é o que não falta na MB.
    Cabe observar ainda, que a marinha italiana também está retirando gradativamente as Maestrale, que poderiam quebrar um galho por algum tempo.
    Como já citado mais de uma vez, a Itália passa por dificuldades financeiras, o que facilitaria uma negociação a la Saab no FX2, com uma operação casada de compra de algumas FREEM italianas e de algumas Maestrale e até dos La Penne.
    O que a MB precisa, como citado por alguns, é por o pé no chão, reduzir um pouco o dispêndio com pessoal, abandonar a paixão por produtos franceses e sair a caça de negócios possíveis mesmo que estes não atendam plenamente seus anseios.

    Sds

  144. “Alexandre Galante 20 de fevereiro de 2016 at 16:32
    Relembre a razão pela qual a Marinha do Brasil está sem recursos para manter a Esquadra e construir novos navios”
    Sério ?
    Vai colocar na conta do pré sal ?
    Não quer reformular ?

  145. Souto, boa tarde.
    .
    Não sei de nada de novo, a respeito dos reparos das corvetas, que seja diferente do que já te informei na semana passada ou retrasada ou no mês passado, quando você fez essas perguntas repetidas vezes.
    .
    Já te disse naquelas ocasiões: segura a tua ansiedade, tente participar dos debates sem fazer as mesmas perguntas todo santo dia, para as mesmas pessoas ou para cada novo comentarista que apareça.
    .
    Perguntar as mesmas coisas praticamente todos os dias não vai fazer os reparos dos navios andarem mais rápido, só vai fazer as pessoas se cansarem de te dar respostas.

  146. Não consigo entender compra de usados, sendo que não há usados que valham a pena.
    .
    Juarez!
    .
    De boa, financiamento de US$ 2 bilhões sai fácil. Basta reduzir o ingresso de militares, que a própria MB paga o financiamento. Quando chegar o momento de começar a pagar, daqui a 4 a 5 anos, a redução gradual do efetivo já terá criado as condições para o pagamento. Aliás, nem precisa de tanto. vc pode encomendar 3 Incheon Batch1 + 3 navios de 1500t (baseada na Incheon, oferecidos à Israel) por US$ 1,2 bilhão. São 6 navios novos. Já melhoraria muito a situação atual.
    .
    O pessoal está discutindo comprar navios com sensores/armamentos/motores descontinuados e/ou obsoletos, cuja manutenção sai caro. Não é melhor escolher um navio novo, menos capaz do que as escoltas de 6000t, mas ter navios novos que realmente possam cumprir suas missões sem restrições?
    .
    A MB aumentou o efetivo em 20% em 5 anos!! Basta inverter isto, diminuindo o ingresso no mesmo ritmo e em 5 anos teremos a folga no orçamento para honrar os compromissos destes financiamentos. Sem aportes no orçamento!
    .
    Desculpem-me todos, mas esta discussão sobre meios usados só encoberta o problema. A MB vai deixar de usar navios com 40 anos que temos, para comprar navios com idade semelhante que possivelmente não trarão incremento nenhum nas capacidades e tb estarão cheios de problemas? Qual a vantagem disto? Só para dizermos que temos MB? Lá vai termos uma nova linha logística/manutenção, para navios tb antigos que tb usam armamentos/sensores antigos e que ficarão na ativa por 10 anos? Estes navios mudariam nossa realidade, já que oque há por aí não representa quase nenhum ganho tecnológico? Comprar navio usado para ficar parado por falta de manutenção/peças, ou para navegar com restrições (com sensores e armamentos que não funcionam tb por falta de peças) não adianta. É pior do que trocar 6 por meia dúzia, já que os navios atuais, nós conhecemos sua manutenção e seus problemas.
    .
    Ter marinha de ‘faz de conta’ não adianta e comprar outras velharias não melhora a situação.
    .
    A melhor opção (e acho que esta que deveria ser discutida) é comprar navios mais simples, construi-los no exterior, com financiamento externo (pagar depois de receber – em um sistema onde vc comece a pagar cada navio a partir do momento que cada navio chegue, ou seja no inicio pagaríamos menos e estes valores iriam crescendo a medida que os novos navios fossem sendo incorporados e estes valores tb decairiam à medida que as primeiras unidades entregues terminassem de ser pagas, possibilitando um plano constante de reequipamento. Se no futuro a situação orçamentaria melhorar, vc pode encomendar navios mais capazes). Neste modelo teríamos a renovação da frota de forma gradual, escolhendo à principio, não o navio dos sonhos de 6000t, mas navios mais simples, que possamos pagar, que naveguem e cumpram a missão. Missão esta que os navios atuais e outras velharias do mercado de usados não podem cumprir.

  147. Control…

    os “La Penne” não estão a venda e por enquanto são necessários mesmo que o míssil SM-1 seja retirado até que 2 substitutos sejam incorporados…a marinha italiana similar à francesa
    tem um requerimento para 4 navios otimizados para defesa AA, os outros 2 formam a classe
    “Andrea Doria”.
    .
    No mais adquirir navios com grandes tripulações vai contra o pensamento das marinhas de
    todo o mundo que estão fazendo o possível para diminuir o número de tripulantes embarcados
    um exemplo sendo as próprias “FREMM”.
    .
    O fato da Itália estar em dificuldades financeiras não significa que eles irão colocar a marinha à venda só porque a marinha brasileira precisa de navios e no momento a situação financeira do
    Brasil está longe de ser ideal.
    .
    Quanto as “Maestrales” a primeira já deu baixa ano passado com 33 anos e as demais serão retiradas gradativamente a medida que as “FREMM” forem sendo incorporadas a previsão é
    que a última seja retirada com cerca de 40 anos de serviço em 2024 mas pode ser antes, a
    média deverá ser de uns 36 anos de serviço.
    .
    abs.

  148. Maestrale é uma versão melhorada das classe Lupo, hoje, não existe mais opção de segunda mão com tempo habíl de sobra, como nos anos 90

  149. Zorannn, usando esse seu raciocinio, como alternativa aos coreanos, poderiam ser adquiridas algumas fragatas F-538 da navantia, usando esse mesmo tipo de financiamento, não sei qual o valor dela, mas tambem é uma opção

  150. Eu vi esse filme podem falar o que quiser mas quando a MB esta em situação critica
    os EUA sempre chegam para ajudar,quem viver verá.

  151. No final das contas…
    .
    Se sair o dinheiro pra começar uma Tamandaré no final de 2017 ou inicio de 2018. Acabam o navio e vão para os testes de mar só por volta de 2021, na melhor das hipóteses, e se o projeto for aprovado, de primeira, sem grandes revisões, contratam-se mais vasos. De qualquer forma, as Tamandarés não me parecem ser a solução que a MB tem para a situação da esquadra. Me parecem ser um projeto visando a substituição das próprias corvetas existentes.
    .
    Minha teoria é de que, embasado no que o LM falou, de que há três propostas visando ceder a MB meios usados, as tais marinhas estão dispostas a antecipar a baixa de alguns de seus navios entroca de serem as favorecidas na escolha do ProSuper. E faz sentido, se for levar-se em conta que não há como sustentar a situação operativa da esquadra somente com a modernização dos meios que se tem, e haverá necessidade de receber “tampões”, pois navios novos, no caso, Tamandarés, muito provavelmente só passaram para o setor operativo depois de 2023 o que é insustentável como solução…
    .
    Ai, especulando, das três propostas, poderíamos ter:
    – Franceses, oferecendo as La Fayette, em detrimento da opção pelas FREMM;
    – Alemães, oferecendo F-122 ou na melhor da hipóteses F-123, em detrimento a escolha das F-125;
    E a última e o meu maior chute, mas ao mesmo tempo, a proposta que eu mais colo “fé” que possa acontecer:
    – Ingleses antecipando a retirada de Type 23, e favorecendo a vinda delas ao Brasil em detrimento da escolha das Type 26.
    .
    Então ficaria:
    – Manutenção da esquadra para extensão da vida operativa;
    – Tampões 2019;
    – Primeira Tamandaré em 2021;
    – Segunda Tamandaré 2025;
    – ProSuper, só quando a base de Itaguaí ficar pronta, 2025+;

  152. Souto, a defensora está em PMG e nem quem está envolvido diretamente com o reparo ou que serve no navio tem a mínima noção de quando o PMG será finalizado, e quando um navio sai de reparo ele tem que passar por fases de adestramento para voltar a fase operativa o que leva geralmente uns 6 meses

  153. Airacobra eu não entendo porque a cv jaceguay ainda esta para, pois a mesma passa
    apenas por manuntençao corretiva o que geralmente demora bem menos que um PMG
    o mesmo vale para cv inhauma, voçe pode nos falar algo sobre isso?

  154. uma ideia meio maluca, eu sei.
    mas seria possível usar, por exemplo, um valemax como navio de guerra?
    tem capacidade de transporte de 400 mil toneladas.
    de uma vez por toda caberia tropas, combustível para vários anos, mísseis para anos de guerra.
    parece que custam 1,5 bi.
    parece que a vale tem dívidas com o governo federal.
    sei que é uma viagem. mas alguém se arriscaria a imaginar isso?
    se bem que demandaria tantas alterações além do valor dos radares e lançadores de mísseis.
    mas daria para ser polivalente.
    tripulação atual de uns 20 tripulantes.
    levaria uns dez helicópteros.
    torpedos, mísseis antinavio, antiaéreos, e varios canhões.
    uma verdadeira fortaleza flutuante.
    quem sabe até caças.
    se bem que não foi projetado para isso.
    hangar, elevadores, etc.

  155. Gente, me desculpem mas ao meu ver, o grande problema, não só da Marinha mas das FFAA do Brasil é o desvio de função e perda do objetivo.

    Cada vez que se age pra atualizar, modernizar ou adquirir alguma capacidade, não se pensa nas FFAA nem na visão técnica do assunto mas sim naquele papo político de construir ou comprar com transferência de tecnologia pra depois vender e ter empregos e alavancar a economia nacional e transformar o Brasil em super potência etc. As FFAA estão pra dar dissuasão, isto é, dar a um possível inimigo a mensagem de que os sacrifícios (custos em vidas e económicos) que se devem fazer pra enfrentar um conflito armado contra o Brasil são muito maiores que os benefícios que este possa acarretar, mesmo que se pressuponha uma vitória por parte do agressor. O resto é balela, as FFAA não estão pra impulsar a economia nem pra dar emprego nem pra negociar armamento. As FFAA estão pra defender o país. E neste papo de transferência de tecnologia já foi comprado o AMX, (que ninguém comprou e só serviu mesmo pra EMABRAER) os ILK que tampouco foram vendidos pra ninguém e nem se oferece atualização pra outras marinhas da região) e por ai vai.

    Eu acredito que enquanto o Brasil pensar em comprar com transferência de tecnologia não conseguirá comprar a um preço justo e nunca terá equipamentos na data programada então estará sempre operando muito aquém das suas necessidades. Essas transferências tecnológicas só tem beneficiado a empresas do setor privado.

    Vemos o caso do Chile que tem hoje a sua Armada equipada ao mesmo nível da Marinha do Brasil mas com capacidades muito superiores em alguns campos e o mais importante, com um índice de operacionalidade muito superior.

    Só alguns esclarecimentos ao Alexandre Silva: Todos os Eurocopter AS 532 Cougar da Armada de Chile ( que são 5) são ASW y ASuW. E a Marinha do Brasil ainda não recebeu nenhum UH-15A artilhado com exocet. Aliás se o Brasil tem alguma capacidade de misseis Ar-Superfície seria nos Super Linx, e só pois tenho entendido que o Brasil não possui nenhuma outra aeronave que possa lançar Misseis Ar-Superfície nem que tenham capacidade de guerra antisubmarina, coisa que o Chile tem em seus P3 Orión, em 2 de sus 3 C-295 Persuader e nos seus 5 Eurocopter AS 532 Cougar com a vantagem de que tanto os P3 quanto os AS 532 da Armada tem capacidade de lançamento de misseis. Os Helos que a Armada de Chile usa pra SAR são os 5 Super Puma, os 6 JetRanger, os 5 Bo 105C e os 8 AS 365 Dauphin. Não que os Cougar não tenham estas capacidades mas as necessidades não justificam os custos operativos dos mesmos pra esta função.

  156. 200 posts. não dou conta de ler.
    quanto ao título da matéria.
    qual seria o exemplo a ser seguido?
    fala-se do números de navios, a idade de sua esquadra ou das compras de oportunidade sem preocupação com tot?
    decisões e objetivos podem mudar os rumos de tudo…
    querer ter tudo pode acabar sem nada, e o pior é quando não há recursos…
    umas quatro fremm estaria bom?
    há dinheiro para isso?
    ou há bons navios usados e mais baratos?
    por que o sirocco era dispendioso para França e não para nós?

  157. Glaxs7, esta meio equivocado a MB Chilena mesmo tendo navios mais novos, nenhum deles passou por grande atualização nos últimos anos, e sobre as aeronaves com capacidade AW, cometeu um engano, a MB possuí aeronaves com capacidade Aw os 8 Super Lynx Sea Skua, ainda teremos os 8 helicópteros EC-725 com capacidade AW, 8 UH-60 Sea Hanwk com misseis Penguin, 8 P-3 BR muito mais modernos que os Chilenos, com capacidade de Misseis Harpoon, não se pode comparar a superioridade da MB frente ao Chile, mesmo os P-3 serem da FAB, e isso ainda se somara aos A-4

  158. Fonseca, ao meu ver, a retirada do Sirocco na França, foi mais estratégico que ate mesmo por custo alto, visto que já era previsto que os Mistrais, iriam substituir esses meios, agora o Sirocco na MB pode descansar o Ceara

  159. Olá Airacobra!
    .
    Eu não sei os preços dos navios, só olhei o preço dos Incheon, porque ele foi citado mais acima como opção.
    .
    A questão é se estamos com probelmas de disponibilidade (porque os navios são velhos) , vamos comprar outros navios velhos? Isto para esperar escoltas de 6000t que não virão?
    .
    O mais lógico é vc comprar oque consegue pagar e abandonar os sonhos impossíveis. Não sei o preço das Navantia que citou, nem as qualidades do navio, mas estas opções mais baratas deveriam ser discutidas/avaliadas.
    .
    Quanto a construir navios por aqui, isto é um desperdício de dinheiro. Olhem aí as patrulhas de 500t, nem isso conseguimos construir. E citando um exemplo mais antigo a Frontin foi prematuramente retirada de serviço porque o navio tinha problemas desde a sua construção por aqui há 20 anos que impossibilitava o PMG.

  160. Srs

    Jovem Dalton

    1. Como citado anteriormente e os números confirmam, a MB não tem nenhum problema quanto à abundância de pessoal e não compartilha da visão de outras marinhas quanto a reduzir seu quadro (pelo contrário, vem aumentando). E, em adição, observe-se que há um bocado de tripulações de navios parados e que devem ser conduzidos “mansamente” para o scrap pelos nossos almirantes. Portanto não tem sentido a exclusão da possibilidade dos La Penne apenas por exigirem tripulações maiores.
    2. Como frisado anteriormente, a possibilidade de se obter os La Penne estaria intrinsecamente associada a compra de um lote de FREEM italianas (parecem melhores até que as francesas). Os La Penne seriam para tampar a brecha e já dar a MB alguma capacidade de defesa de área e o “know how” na operação de navios de maior porte e capacidade.
    3. Como citado acima, o objetivo dos navios usados sugeridos (Maestrale e La Penne) seria tapar a brecha até que chegassem os navios novos. Portanto, uma vida operacional mais curta estaria implícita no processo.
    4. O Brasil está quebrado, mas ainda tem uma reserva nominal elevada, o que bancaria um contrato de pagamentos a longo prazo (dá para fornecer como garantia parte dos títulos). É claro que se esperarem mais um pouco e o Brasil quebrar de vez, como dizem alguns economistas (e os números que temos acesso), aí, esqueça. Isto implica que tal acordo precisaria acontecer logo ou então nossos almirantes precisarão se contentar com botes e canoas.
    5. A Itália precisa promover exportações e garantir sua indústria naval, o que vem fazendo sobrecarregando as contas públicas (lá eles tem que prestar contas). Um contrato externo de exportação de várias FREEM e se mais ambiciosos, de alguns navios de apoio e até do sonhado NAe tiraria o governo italiano de parte deste sufoco e isto seria um ótimo fator motivador para a marinha italiana abrir mão antes de algumas de suas Maestrale e até dos La Penne (observe que eles já tem dois Orizzonte).
    6. Dos prováveis fornecedores indicados/sonhados por nossos marinheiros e aficionados (Alemanha, França e Grã Bretanha), nenhum passa por aperto financeiro que os incentive a fechar um negócio de pai para filho como o necessário para o Brasil e nem a as alternativas orientais (Coréia, Japão e nem a China). Portanto a Itália é a opção de maior potencial que tem navios em maior quantidade e produtos (as FREEM) do agrado de nossos marinheiros e aficionados (apenas parece que há uma rejeição inexplicável pela Itália).

    Sds

  161. Rogerio Rufini!
    .
    A Type 22 da Marinha Chilena passou por um processo de modernização extenso em 2010. É hoje o navio insignia daquela Marinha. Além disto há negociações da Armada de Chile para que as Type 23 recebam o ARTISAN-Sea Ceptor.

  162. Souto, quando eu saí do Brasil, a previsão era que a F41 ficasse pronto antes das Olimpíadas do Rio… não sei como anda agora, mas o PMG dela estava “vegetativo’, como foi o da minha saudosa F49… não acredito que o Navio saia neste ano, pelo menos… quanto às CCI, não sei a extensão dos serviços na V30 e V31, mas acredito que elas ainda estejam paradas pela priorização na V32… desculpe pelos “achismos”, mas estou desatualizado por estar fora do setor operativo…abraço…

  163. “Control em 23/02/2016 às 11:04
    .
    Um contrato externo de exportação de várias FREEM e se mais ambiciosos, de alguns navios de apoio e até do sonhado NAe tiraria o governo italiano de parte deste sufoco e isto seria um ótimo fator motivador para a marinha italiana abrir mão antes de algumas de suas Maestrale e até dos La Penne (observe que eles já tem dois Orizzonte).”

    Control, bom dia.
    .
    Permita-me entrar no debate entre você e o Dalton.
    .
    Quanto às Maestrale, ok (tanto que já estão dando baixa nas primeiras), mas quanto aos De La Penne, não creio.
    .
    Eu duvido, mesmo pesando todos os fatores motivadores que você mencionou, que a Marinha Italiana iria aceitar se desfazer dos De La Penne antes do tempo.
    .
    Mesmo sendo bem menos modernos que as duas fragatas de defesa aérea tipo Orizzonte, acredito que seja fundamental para a Itália manter a quantidade de quatro navios com boa capacidade de defesa aérea (duas Orizzonte e dois De La Penne), pois há necessidades frequentes de enviar esses navios nas operações com grupos-tarefa nucleados em navios-aeródromo, não só da própria Itália, mas frequentemente com NAes dos Estados Unidos que operam no Mediterrâneo ou mesmo no Golfo Pérsico.
    .
    Isso vale também para a França, exemplo até mais contundente, com suas duas fragatas mais novas do tipo Horizon secundadas por duas antigas da classe Cassard. A própria Cassard passou recentemente vários meses junto a grupo tarefa nucleado em NAe da USN, fazendo controle aéreo durante as operações contra alvos no Iraque e Síria (e agora a França mantém uma das novas Horizon, a Chevalier Paul, no grupo do NAe Charles de Gaulle).
    .
    Tanto a Marinha Italiana quanto a Francesa, com quatro fragatas de defesa aérea cada uma (duas novas e duas mais antigas), na minha opinião não podem antecipar a baixa delas enquanto não incorporarem substitutas, pois são muito requeridas e, com as necessidades de manutenção e revezamento para cumpri-las, não é incomum que só duas fragatas (novas ou antigas) estejam disponíveis num dado momento. Se abrirem mão da metade da frota, haveria ocasiões de só um navio de defesa aérea estar disponível.
    .
    Ao menos é a minha opinião analisando os fatos e as operações dos últimos anos envolvendo navios do tipo.

  164. Fico pensando que a MB precisa urgentemente de navios e tbm imagino que as OHP serve pra Tawian que esta no meio da movimentação praticamente de guerra proximo a china, porque elas não serve a nossa MB pergunto isso mesmo não gostando da configuração do navio, sempre achei que recolocar os misseis aaa e Harpon e SM-1 não seria tão custoso ou caro assim os lançadores tem aos monte usados com com manutenção americana geralmente muito boa. Imagino que daria tempo pra comprar equipamento de qualidade segurariamos elas 10 anos.

  165. Dissuasão deveria começar no nível político. Quem respeita um Estado em que, por exemplo, o Ministro da Defesa só fala sobre o uso das FFAA em atividades subsidiárias depois que os anúncios são feitos por outros ministros, governadores e até mesmo prefeitos? No caso do zika, foi o ministro da saúde que anunciou que seriam usados mais de 200.000 militares, levando o MD quase dois dias para se manifestar.

  166. A Marinha Chilena é um belo exemplo de pragmatismo com qualidade sem falar que eles aproveitaram muito bem o Time do “mercado de usados”.

    Infelizmente eles estão com um sério problema: perderam a sua parcela do cobre, assim como o resto das Forças Chilenas. Os dividendos da mineração estão no momento redirecionados para as grandes obras de infraestrutura, sendo a maior delas o projeto de canalização do degelo dos Andes, que pretende transformar as Regiões de Coquimbo e Atacama em grandes cinturões verdes no meio do deserto, sem falar na recuperação dos estragos do tsunami, vulcões e tudo que a mãe natureza manda contra eles.

    Entre 2018 e 2020 eles precisarão da parcela do cobre de volta para financiar a renovação da Armada. – Se eles tiverem acertado no time novamente, e provavelmente conseguiram, eles conseguirão executar tal renovação lá por 2025 e ai talvez eles terão com certeza a segunda mais moderna e capaz Marinha do Hemisfério Sul do globo. A primeira será a da Austrália.

    Grande Abraço.

  167. Onde olhando, não temos boas opções de escotas a curto tempo, o almirantado teve opção de compra de 3 fragatas que seriam destinadas a um pais asiático que não recordo, por um preço muito baixo, precisando de algumas modificações para o padrão Brasileiro, os navios foram vendido a preço de 1/3

  168. Podemos mencionar, que pelo tamanho de nossa costa temos que te, pelo menos, 28 escoltas entre fragatas e corvetas o comando da MB sonha, mas creio que nossa realidade seria ate 16 escoltas

  169. Rogerio, todas as oito fragratas Chilenas estão anos a frente em termos de EW e sistemas das Niteroi e T 22 da MB, todas, sem excessão inclusive a T 22 batch 2 que recebeu radarização e sistemas de EW Israelenses e ainda o míssil AA Barak.
    A tua conta lé em cima sobre números das duas aviações navais está completamente contaminado, pois os A 4 da MB não estão operacionais e nem sabe hoje se estarão, os Lynx, hoje a MB tem apenas 2 em condições operacionais,o resto está aguardando na fila para ir para a Inglaterra modernizar e todos checks vencidos. EC 725 ASUP, só foram aprovadas cinco células, sujeito a não sair nenhuma, sobraram os quatro SHs e alguns SP que ainda voam.
    A diferença para a ACH. é que ela é pequena, bem pequena, mas o que tem OPERA..

    G abraço

  170. Juarez, só um aparte: são seis SH-16 Seahawk, e não quatro.
    .
    http://www.naval.com.br/blog/2015/08/05/recebimento-de-mais-duas-aeronaves-sh-16-seahawk-para-a-marinha-do-brasil/
    http://www.naval.com.br/blog/2015/08/10/fotos-seahawk-sh-16-da-marinha-do-brasil-nos-eua/
    .
    E, como você colocou na sua conta geral o Super Puma (ainda que a conversa fosse sobre aeronaves com capacidade de empegar mísseis ar-superfície, o que não é o caso deles), então faltaria também incluir o Super Cougar (H225M) da versão básica, que se não me engano tem 6 exemplares entregues à MB.

  171. Obrigado XO pela resposta, bom o que se sabe é que uma das prioridades
    da MB para esse ano é colocar os meios que possuem em operaçao.

  172. Souto, pode pensar nisso como prioridade não só para este ano, mas para o ano que vem, o outro, e o seguinte, pelo menos. Portanto, é bom ter muita paciência para aguardar.
    .
    Os reparos que a Jaceguai precisava em seu sistema de propulsão quando parou para PME (Período de Manutenção Extraordinário), por exemplo, eram de tal monta que já se emendou com o PMI (Período de Manutenção Intermediário) e os anos estão passando num ritmo muito lento de realização.

  173. rogério rufini disse: “Glaxs7, esta meio equivocado a MB Chilena mesmo tendo navios mais novos, nenhum deles passou por grande atualização nos últimos anos” Bom, não quero entrar em polemicas mas as Type 23 foram atualizadas pela Bae System tendo integrado os novos sistemas de ratreamento de radar e um novo sonar que até onde tenho entendido são os mais capaces da região, Além disso, a Type 22 foi totalmente modernizada pela própria Armada de Chile através de ASMAR. Não sei qual nem quando as fragatas da Marinha do Brasil foram modernizadas.

    Disse: “a MB possuí aeronaves com capacidade Aw os 8 Super Lynx Sea Skua, ainda teremos os 8 helicópteros EC-725 com capacidade AW, 8 UH-60 Sea Hanwk com misseis Penguin, 8 P-3 BR muito mais modernos que os Chilenos, com capacidade de Misseis Harpoon, não se pode comparar a superioridade da MB frente ao Chile, mesmo os P-3 serem da FAB, e isso ainda se somara aos A-4”.

    Rogério, eu disse claramente que os Super Linx são as únicas aeronaves da MARINHA DO BRASIL que tem capacidades de LANÇAR MISSEIS Ar-Auperfície e capacidade Anti Submarina, o resto é só SAR, Patrulhamento e enlace. Os A4 tem sim capacidades Ar Superfície mas com bombas, não com misseis e os P3 Orion não constam no inventário da Marinha do Brasil. Mesmo assim se quiser considerá-los, tenho entendido que são AM e foram modernizados na España em 2010 com capacidade de lançamento de bombas e torpedos mas apenas tem a capacidade de lançar bombas e cargas de profundidade e tudo isto em testes ainda, serão feitos este ano os primeiros lançamentos de torpedos mas misseis ainda não foram adjudicadas estas capacidades a eles. http://www.aereo.jor.br/2016/02/15/fab-se-prepara-para-empregar-novos-armamentos-no-aviao-p-3am/ Posso estar enganado e se for assim, peço que me corrija mas ainda não foram entregues os EC-725 com capacidades de ataque AS ou AW,os 8 que foram entregues são de transporte. Sobre os 8 UH-60 Sea Hanwk, tenho entendido que nenhum deles foi comprado com capacidade de ataque sendo apenas helos marítimos mas sem os kits de AS ou AW. Tenho entendido que além dos Super Linkx o Brasil não possui nenhuma aeronave com capacidade de lançar misseis Ar-Superficie e nem Ar-Terra. Entenda, isso em se falando de misseis. Eu acho que só o fato dos 3 P3 Orion da Armada de Chile terem capacidade de lançar Harpoond, os Persuader terem capacidade de lançar torpedos e os Super Cougar terem a capacidade de lançar Exocet conferem à Armada de Chile uma notória superioridade em ataque. Isto sem contar com os médios Antiaéreos que no caso da Armada são superiores.

    É claro que posso estar enganado e se assim for, por favor me corrija mas é esta a informação que eu tenho.

  174. “glaxs7 em 23/02/2016 às 14:00
    Sobre os 8 UH-60 Sea Hanwk, tenho entendido que nenhum deles foi comprado com capacidade de ataque sendo apenas helos marítimos mas sem os kits de AS ou AW.

    .
    glaxs7, boa tarde.
    .
    No momento são seis SH-60 (não são mais denominados UH-60) Seahawk, e não oito, os exemplares entregues à MB.
    .
    E são helicópteros com capacidade de ataque a alvos de superfície (mísseis Penguin) e submarinos (torpedos), sendo também dotados de radar e sonar, basta conferir algumas das inúmeras matérias sobre eles publicadas aqui no Poder Naval.
    http://www.naval.com.br/blog/2015/08/05/recebimento-de-mais-duas-aeronaves-sh-16-seahawk-para-a-marinha-do-brasil/
    http://www.naval.com.br/blog/2014/12/29/helicoptero-mh-16-seahawk-da-mb-realiza-primeiro-lancamento-de-missil-antinavio-penguim/
    http://www.naval.com.br/blog/2014/08/23/sikorsky-s-70b-mh-16-seahawk-walkaround/
    http://www.naval.com.br/blog/2012/09/13/kongsberg-assina-contrato-com-a-marinha-do-brasil-para-o-fornecimento-de-misseis-antinavio-penguin/

  175. Fernando “Nunão” De Martini

    Obrigado, eu não tinha esses dados sobre os SH – 60. Mesmo assim, as capacidades dos outros médios combinados ainda continuam limitados ao meu ver. Não pelo comparativo mais pelo tamanho e pela capacidade que o Brasil como país, dentro do cenário Sul Americano representa. Acho eu que uma Marinha como a do Brasil, ser continuamente compara com a do Chile não é exatamente um motivo de orgulho pro Brasil pois só em orçamento, o Chile perde de 6 a 1 e ainda assim o Chile consegue equiparar e às vezes (ao meu ver) até superar. Além disso, tenho uma forte impressão de que os médios chilenos tem um percentual de operacionalidade (ou operabilidade) muito maior.

    Estive no Chile neste final de ano e vi alguns exercícios militares realizados entre o Natal e o Ano Novo em que participaram algumas fragatas e em alguns casos até 3 fragatas operando juntas em exercícios de rotina.

    Tenho uma imagens mas não sei como postá-las.

  176. Srs

    Jovem Nunão

    Concordo consigo que o convencimento dos italianos para ceder os La Penne, mesmo que apenas um é/seria um trabalho árduo.
    Porém, ouso afirmar que seria possível dado as condições econômicas da Itália e o peso que teria, politicamente, para o governo italiano, a garantia das atividades da indústria naval italiana por alguns anos e a redução da pressão de tal indústria sobre o orçamento da Itália.
    Na verdade, a questão seria mais da motivação possível, por isto é que citei a possibilidade de um pacotão onde entrassem, além das FREEM, alguns navios auxiliares que a MB precisa e até os NAe (poderia ser um contrato de longo prazo com os pagamentos entrando conforme fossem entregues os navios). Um pacote de tal porte seria muito motivador.
    De qualquer forma, considerando apenas as FREEM e as Maestrale, já seria um pacote
    razoável e atenderia a maior urgência da MB.
    A questão básica é que a MB precisa de novas escoltas (além de outros navios) e o GF não tem dinheiro, mas o Brasil ainda tem reservas. Por outro lado a Itália, dos países que tem uma indústria naval ativa com produtos interessantes (de escoltas a NAe) e dispõe de algumas escoltas passíveis de dar algum caldo, é aquele que potencialmente seria mais disposto a fechar um acordo similar ao do FX2.
    Entendo ser mais uma questão de interesse e de negociação.

    Sds

  177. Control,
    tudo bem, mas quem é que avaliza isso? Esse negócio que vc propõe é lindo em ideia, mas completamente impraticável dentro da realidade presente e futura do Brasil e da MB.

    Nenhum País vai fechar um negócio desses, que chegará fácil na casa do 10 bilhões de dólares, sabendo que o Brasil já está enrolado e se arrastando com a construção de submarinos e o MD brasileiro já tem uma dívida 5 bilhões de dólares com a SAAB e que terá que começar a pagar na metade da próxima década.

    O Brasil simplesmente não pode dar garantias para um negócio desse tamanho… muita coisa terá que mudar nos indicadores econômicos nos próximos 10 anos para que talvez lá em 2026 se possa pensar em propor tal plano. Até lá vai ser isso ai que está e indo ladeira abaixo.

    É akela velha história: SE a MB tivesse 10 Bilhões hj e joga-se na mesa dos Italianos, as Maestrale já estariam aki no fim do ano e já teríamos as FREMM antes de 2020… mas não é essa a realidade.

    Grande Abraço.

  178. Nunão, obrigado, eu comi mosca na conta do número de SHs, são seis entregues realmente.
    Control, o Oganza já falou o que tinha que ser dito, acorda, sai do mundo encantado do faz de conta e vem para rua da amargura da realidade, o credito fácil acabou. O Brasil vai a passos largos para um default a la Argentina, e não vamos ter credito lá fora nem para compra uma caixa de maçãs que dira 10 bilhões em navios de combate.

    G abraço

  179. Bem, como vários citaram a italia (inclusive eu) como um concorrente de peso para o reaparelhamento da Marinha do Brasil vamos analisar as hipóteses de um possível negócio:
    ————-
    5 fragatas FREEM italianas
    4 maestrales com vida útil na MB de em torno de 10 anos
    e reaparelhamento das corvetas classe inhaúma
    o pacote todo custaria em torno de 2730 milhões de euros
    —————
    5 fragatas FREEM italianas
    4 maestrales
    4 comandanti class OPV (novos e com opção para colocar EXOCET)
    e reaparelhamento das inhaúma e ajuda a construção das Tamandaré.
    o pacote todo custaria em torno de 3000 milhões de euros.
    ————
    (ainda tem mais texto)

  180. 2 fragatas FREEM Anti-submarine frigate
    4 fragatas FREEM General-purpose frigate
    construção do casco das Tamandaré em estaleiro italiano( semelhante a o feito com a classe Hobart australiana)
    2 San Giorgio-class com 15 de serviço pela frente no Brasil
    o pacote todo custaria em torno de 4110 milhões de euros.
    —————
    SONHO:
    1 NAE classe cavour modificado para operar com catapulta o Sea Gripen
    2 fragatas FREEM Anti-submarine frigate
    4 fragatas FREEM General-purpose frigate
    2 San Giorgio-class com 15 de serviço pela frente no Brasil
    construção do casco das 4 Tamandaré em estaleiro italiano com acompanhamento brasileiro
    custo em estimado do pacote: 4860 milhões de euros

  181. Navios citados:

    en.wikipedia.org/wiki/Italian_aircraft_carrier_Cavour
    en.wikipedia.org/wiki/FREMM_multipurpose_frigate
    en.wikipedia.org/wiki/San_Giorgio-class_amphibious_transport_dock
    en.wikipedia.org/wiki/Maestrale-class_frigate
    it.wikipedia.org/wiki/Classe_Comandanti

    *gostaria de me desculpar o valor do 2º texto do 1º post é na verdade 3300 milhões de euros e não 3000 como o escrito

    E agora pergunto com que dinheiro pagamos isso???
    de que adianta se não podemos pagar???
    dito, temos reservas mas até quando terão credibilidade???
    o valor mais caro citado foi de 5,346 Bilhões de dólares ou 21,189 Bilhões de reais

  182. Caro Glax 7, até entendo suas opiniões, afinal vc é cidadão chileno, e mesmo morando no Brasil há alguns anos, não poderia deixar de admirar seu País e muito menos achar que coisas como transferência de tecnologia são importantes para o desenvolvimento de um País, afinal, como vc bem disse, o Chile não tem essa política, seu País em geral só compra coisas de segunda mão e de oportunidade, o que para alguns com menos discernimento pode dar uma sensação de alta capacidade. Mas a verdade é dura para quem não investe em tecnologia.
    Veja que seu Ministro de defesa ainda em julho de 2015 foi para a Inglaterra tentar solucionar o problema do “cansaço das fragatas tipe 23 , bem como da substiuição de seus misseis de defesa AA que já estão vencidos, veja a matéria:
    “A Marinha do Chile está tentando obter junto ao governo do Reino Unido entre duas e quatro fragatas Tipo 23, classe Duke – a mesma das suas embarcações Almirante Cochrane, Almirante Condell e Almirante Lynch.

    Os navios chilenos estão apresentando vários problemas no seu sistema de propulsão, e precisariam também substituir o sistema antiaéreo Sea Wolf – um míssil que entrou em serviço na Marinha Real há 36 anos, e os britânicos ainda usam na versão GWS-26, modernizada, disparada por meio de lançamento vertical na proa.

    Os Sea Wolf chilenos são, no entanto, modelos antiquados.

    O assunto do cansaço das fragatas Tipo 23 do Chile foi levado, no início deste mês, em Londres, à mesa da 13ª Reunião Bilateral de Cooperação em Matéria de Defesa entre o Chile e o Reino unido.

    Participaram do evento, em nome do governo Michelle Bachelet, o Subsecretário de Defesa do Chile, Marcos Robledo, e do lado da administração David Cameron, a ministra para as Forças Armadas, Penny Mordaunt.”
    No Brasil, devido aos anos de pesquisas e aos acordos de Transferência de tecnologia , já podemos repotencializar misseis anti aéreos Aspide e também os Exocets, ai está o “x” da questão, mesmo que existam críticas as ToTs e denúncias de atraso e corrupção o Brasil se tornou o único País da região capaz de fabricar com tecnologia Nacional desde um projetil de calibre 38 até misseis ar-ar, anti buque, anti radiação e de cruzeiro, fabricamos também radares , sistemas de foguetes e tantas outras coisas que são importante para independência de um País, isso é dissuasão, isso é uma ação que faz com os inimigos pensem se vale a pena entrar em conflito, mesmo sabendo que vão ganhar, pois o custo e a demora da campanha seriam longos e com grandes perdas.
    Quanto aos nossos helicópteros, quero dizer que temos 6 Sea Hawks no estado da arte, comprados novos, com misseis ar-superfície Penguin e usa tb torpedos e que são os Helis orgânicos da Marinha Americana, só isso coloca a MB num patamar acima de qualquer outra da região em aviação embarcada, mas temos ainda 12 westland super lynx que são armados também com misseis ar – superfície Sea skua e os 7 ou 8 Helicopteros Ec 725, chamado de super Cougar no Brasil, são fabricados em nosso Paísl com código fonte aberto, 08 deles serão para guerra anti submarino e anti buque com misseis ar-superfície exocet AM 39.
    Quero lhe dizer que esses misseis estão em operação no Brasil há muito tempo, eram usados nos nossos helicópteros Sea King, acho que o Brasil foi o segundo operador destes misseis, depois da Argentina.
    Por fim,quero lhe dizer que os 10 misseis harpoon comprados pelo chile foi para serem usados nos caças F16 Bk 50/52, um pra cada, não foram integrados aos obsoletos aviões P3 orion da Armada e chilena e muito menos aos C 295.
    Certamente não quero falar aqui dos caças A4 , mesmo das versões originais não modernizadas que tem 2 metralhadoras colt mk12 de 20mm, só isso já varreria do mapa qualquer coisa que voe nas armadas de nossos vizinhos , fora os misseis AIM 9 e as bombas de queda livre, o que seria uma covardia usá-los no cenário sul americano.

  183. pedro possa,
    sei que é conta de padaria, mas só as 6 FREMM não sairiam por menos de 3,8 Bilhões, isso sendo 100% de prateleira e sem o pacote de armas.

    Quanto a construir as Tamanduás por lá, temos que lembrar que o projeto das Hobarts são da Navantia e foram adaptados para as necessidades da Austrália. Para nossas corvetas serem construidas lá sem maiores custos, a FINMECCANICA tem que aprovar 100% o projeto delas feito pela ENGEPROM… sabe o quanto eu confio em tal capacidade da Cia Brasileira? – Zero.

    Soma-se a isso tudo o treinamento, pacote de manutenção, publicações, reforma de certas instalações da Base Naval para poder receber e operar as novas embarcações, certificação de fornecedores nacionais para consumíveis, pacote de armas para as fragatas e corvetas, etc… etc… e pode multiplicar por no mínimo 2x os seus 4 bilhões.

    Grande Abraço.

  184. alexandre,
    vc estaria certo se tudo isso ai tivesse 50% de disponibilidade, quando na realidade deve estar na casa dos 20% e estou sendo generoso… – “Ter não significa operar.” by Juarez.

    Grande Abraço.

  185. Sr Glaxs7, os P3 Orion da Força Aérea do Brasil vieram da Espanha no estado da arte para patrulha, guerra anti buque e anti submarinos, tem várias matérias e vídeos sobre eles, a matéria que vc postou trata do “treinamento ” de nosso pessoal para operar armamentos como misseis harpoon e torpedos Mk 46, numa fase anterior houve um treinamento para lançamento de bombas , é importante que vc leia as matérias que posta, pois vc se contradiz, veja o que tem escrito no link que vc postou :
    “É um privilégio participar desse curso que é um ponto de partida para o Esquadrão Orungan e para a Força Aérea Brasileira adquirir a capacidade técnica para empregar os torpedos MK-46 e os mísseis AGM-84L Harpoon”, explicou um dos participantes do curso, Capitão Francisco Roza Kosaka.”
    Não existe qualquer questionamento sobre a capacidades deles de integrar os misseis harpoon.
    Não existe na America Latina nenhum avião com capacidades ao menos parecidas com nossos P3, e realmente não devemos colocar essa arma no debate sobre Marinhas , pois ele faz parte do inventário da FAB e seria uma covardia ainda maior com as Armadas de nossos vizinhos.

  186. entendo os pontos que destacou afinal peguei os valores na wikipedia (kkk) mas ainda assim acredito que mediante negociações esse valor que citou pode descer edrasticamente pois a margem de lucro que empresas tem nesse tipo de navio ultrapassam os 600% e no caso esse valor sim pode descer muito pois a o mundo está vivendo uma crise naval e isso implica que os preços podem ser bem flexíveis e acho que acabei diminuindo demais o preço de mercado dos navios citados (25%).

  187. Amigo Oganza, me assustei agora, os helicópteros Sea Hawks e os EC 725 super cougar da Marinha do Brasil que foram comprados novos , os últimos chegaram um dia desses aqui, não tem 50% de disponibilidade???

  188. Fica tranquilo Alexandre os helicópteros SH e ec-225 da MB estão todos operacionais
    e outro a MB vai receber 8 e não 5 UH15A capaz de lança o AM-39 exocet,Chile ainda
    chora hoje porque não teve grana para comprar o SIROCO rsrsrs chora viola.
    Agora em termos escoltas eles estão um pouco melhor que nos,em compensação
    nossa força de submarinos é melhor e vai ficar melhor ainda aguardem.

  189. O gostoso de levar o Alexandre pra pescar é que sempre terá alguém pra morder a isca! KKK. Alexandre, essas “transferências de tecnologia que você menciona são recentes e o pior é que os resultados e principalmente os frutos nem sempre aparecem. A Armada de Chile não comprou nada com esse tipo de transferência tecnológica mais fez a manutenção, atualização, modernização e até os Up grade dos U 209 tanto da Marinha do Equador como a da própria armada, dando aos U 209 do Chile capacidades que nenhuma outra Marinha da Região tem até os dias de hoje. Lembre que os sub do Chile foram modernizados em ASMAR (uma empresa da Armada de Chile não do setor privado) entre 2007 e 2009 o SS-20 Comandante Thomson e 2009 e 2012 o El SS-21 Capitán Simpson tendo substituídos todos os sistemas eletrônicos, Mando e Control e sonares além da capacidade mencionada de misseis Exocet. Oque dá à Armada de Chile á capacidade de ter seus sub armados com misseis desde 2009 enquanto que os tikuna que foram comprados com essa tal de transferência, estão indo pra baixa, só terão vida útil até 2020 por que os Scorpene, que o Chile opera desde 2006, estão atrasados. Então veja, sem transferência de tecnologia o Chile tem há 10 anos, capacidades que até hoje a Marinha do Brasil não tem e que, pelo andar da carruagem, só conseguirá 14 anos depois que o Chile. Isso é um contra censo não acha? O que fica em evidência é que os processos de transferência tecnológica penas tem dado resultados pro setor privado que aproveita do erário público pra se desenvolver e depois ir produzir seus produtos fora do país como é o caso dos A-29 vendidos pros EEUU. Além do mais, a Armada do Chile tem construído seus próprios patrulheiros de 1700 t. desde 2007 até os dias de hoje coisa que o Brasil ainda pensa em fazer. O problema não é a tecnologia e sim o seu uso que no caso do Brasil tem custado muito caro e tem dado resultados muito magros. E é evidente que você está num erro tremendo ao considerar que o Chile não tem preocupações sobre o avanço e desenvolvimento da sua tecnologia pois o Chile tem hoje a segunda mais avançada indústria de tecnologia da região, apenas perdendo pro Brasil. Mas veja o resultado que isto tem dado. O Chile atualiza e moderniza veículos do Uruguai, do Equador, os C 130 da Argentina, e do Uruguai, além dos da própria Armada.

    O Chile tem desenvolvido e desenvolve uma série de tecnologias muitas delas em uso como por exemplo as VANTS, assim como softers,constroi veículos blindados, aviões e treinamento, caças de ataque ao solo, buques, munições pra maioria das suas armas, inclusive munição pra Royal Ordnance 105 mm. e Rheinmetall de 120mm.

    Também desenvolveu alguns misseis, claro que menos atrevidos que os misseis que o Brasil está desenvolvendo mais essa história do Brasil ser o único a fabricar misseis é uma lorota sua. O Chile através da sua indústria MILITAR, não privada como o caso da Embraer, Mectron, Avibras e outras, tem desenvolvido misseis antiaéreos como o Dichato pra 12 K. e o Testigo pra 28 K. assim como dois misseis Ar terra pra lançadores LAU 32. M-157 e lançadores M-260. Como eu disse antes, não são tão atrevidos como os que o Brasil desenvolve mais, isto junto a outros produtos dão ao Chile o segundo lugar em América Latina quanto a Industria Militar.

    Sobre considerar uma cobardia os seus P3 Oriõn, Bom o Brasil só comprou 13 Harpoon (se não estiver errado) em 2015. O Chile equipou seus P3 ACH com Harpoon em 2006. Quase 10 anos antes que o Brasil. Além disso, A Marinha não tem nenhuma Aeronave de asa fixa com capacidade Anti Navio nem Ant Submarino enquanto que a Armada do Chile possui 2 com Anti Navio e 2 Anti Submarino. Só neste quesito já estão na frente mais esta não é a questão. A questão está em qual é o grau de operacionalidade e quais as capacidades de cada marinha e é neste caso que a Armada mostra a sua eficiência, tendo uma disponibilidade acima dos 80%.

    Agora isso de que o Chile comprou 10 Harpoon é ufanismo seu. O Chile comprou em 2006 um LOTE EXTRA de 10 Harpoon pra equipar os P3 Orión. Sumando-se aos 20 Harpond Superfície – Superfície o que dá um total de 30 Harpond

    http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2006/09/20/armada-adquiere-misiles-harpoon-block-ii-para-equipar-los-aviones-p-3a-orion/

    E sobre eu admirar a Armada de Chile, bom, este site é Brasileiro, não sou eu que iniciou este post e vejo que os conhecimentos e a objetividade dos participantes deste forum é maior que a sua.

    O interesse da ACH sobre outras Type 23, é normal, o Chile não espera que seus navios fiquem à deriva pra realizar a sua substituição. Como sempre, estão atentos às ofertas do mercado de oportunidades pois nos nós conformamos em ser rabo de tubarão, achamos melhor do que ser cabeça de sardinha. Não que o Brasil o seja mais, com tudo o investimento de anos que o Brasil tem feito, tem hoje uma Marinha com capacidades similares e em alguns casos inferior tecnologicamente falado, que a Armada do Chile que é um país com 8% da população do Brasil. Compreendo a sua insistência em colocar a Marinha na frente da Armada já que seria a posição natural das coisas devido ao tamanho, investimento e importância do Brasil mas a realidade é que hoje o Brasil teria de 4 a 5 fragatas em condições de entrar em combate imediato enquanto que o Chile tem entre 7 e 8 prontas. Como disse Oganza: “alexandre,
    vc estaria certo se tudo isso ai tivesse 50% de disponibilidade, quando na realidade deve estar na casa dos 20% e estou sendo generoso… – “Ter não significa operar.” by Juarez.

  190. Control,
    .
    Não entendi quando você alega que o Italianos estão passando por um momento difícil em sua construção naval. Eles tem FREMMs para terminar, cortaram a primeira chapa do JSS a alguns dias, tem que fabricar os novos patrulheiros, um novo LHD, futuramente corvetas e estes mesmos estaleiros atendem o mercado civil, bem como a indústria americana, por exemplo… Poderia explicar onde eles estão tendo dificuldades?

  191. Caros Alexandre e Souto,
    Não se esqueçam que nós devemos, SE muito, ter munição para umas 12 horas de combate… – É lamentável, mas temos que parar de tapar o sol com a peneira e assumir/encarar a realidade.

    Nós brasileiros temos que parar com essa mania de: “Viado é o filho do vizinho. Meu filho é homossexual.” – Isso tem nome: Chama-se hipocrisia.

    Muito triste, muito triste…

    Grande Abraço.

  192. Souto, As FFAA do Chile contam com uma enorme reserva de dinheiro (se estima entre U$ 7 e 10 bi) pra compra de material, com tudo, dividir os custos operacionais de desenvolvimento de doutrinas de manutenção com uma Marinha como a do Brasil, que conta com um respaldo industrial de peso, é, sem dúvida nenhuma, um grande benefício econômico pra ambas forças. Além disso, o Brasil precisava do navio e como na atualidade o clima de “namoro” entre o Chile e o Brasil, permite estas “juras de amor eterno” não seria prejudicial beneficiar ao Brasil com esta desistência. Depois de tudo, não seria a primeira vez que o Chile desiste de uma compra pra obter algum lucro político.

    Chile cede a Perú opción para adquirir helicópteros rusos http://www.americaeconomia.com/politica-sociedad/politica/chile-cede-peru-opcion-para-adquirir-helicopteros-rusos

    Perú agradece a Chile por ceder opción de compra de helicópteros rusos http://www.emol.com/noticias/internacional/2010/07/26/426996/peru-agradece-a-chile-por-ceder-opcion-de-compra-de-helicopteros-rusos.html

    Além do mais, ter navios similares, permite uma maior e melhor aproximação de ambas forças, um sonho almejado pelo Chile há muito tempo já que fora o Brasil e o Chile, apenas o Perú e a Venezuela tem marinhas de peso na região mais, por diferenças de doutrinas operacionais, devido à procedência dos meios destas marinhas, se faz quase impossível que o Chile venha a operar em conjunto com elas. o que também gera lucros políticos e se considerarmos que a desistência deste navio foi uma decisão política e não castrense.

    Agora, o senhor considerar que seus 5 subs Tikuna Class configuram uma força superior aos 2 U 209 Modernizados e os 2 Scorpenes novos da Armada do Chile, não passa de um ufanismo.

  193. Srs

    Jovens Oganza, Juarez e Bardini

    Conforme explicitado, a idéia é pagar os navios por um financiamento que tenha carência com cada navio começando a ser pago após ser entregue (modelo FX2). Neste caso, como garantia, basta o Brasil oferecer parte de sua reserva externa correspondente (títulos americanos, por exemplo) apenas a parte do valor financiado (os navios não seriam entregues de uma só vez – provavelmente o valor das garantias ficaria em uns 3 bi de doletas em títulos).

    Observem que a divida da união é, majoritariamente interna, em reais, e no caso do GF querer usar as reservas para amortizar a dívida interna ele precisará converter dólares em reais emitindo dinheiro e aumentando a inflação, o que não é uma boa ideia.
    De fato, mais preocupante que o tamanho da dívida, é o custo de sua rolagem devido a taxa de juros que o Brasil paga. Isto associado ao déficit (despesas acima das receitas) vem levando a dívida a uma curva ascendente que mais cedo ou mais tarde nos levará a insolvência. Pode acontecer? Sim, se o GF insistir em gastar mais do que arrecada e os juros persistirem elevados. Observem, porém, que países não quebram, ficam eventualmente insolventes por algum tempo.
    Para efeito prático, o Brasil tem uma boa margem, ainda, para compromissos internacionais (reservas nominalmente elevadas), mas está chegando ao limite do possível quanto a divida interna.

    A Itália também passa por dificuldades, como boa parte da Europa com crescimento pífio e desemprego. Para ela, conseguir manter sua indústria com seus empregos é crucial, mas, por outro lado, também é diminuir as despesas do governo. Isto é que torna a Itália interessante, pois para seu governo, diminuir os gastos com investimento esticando prazos para a entrega dos navios contratados pela marinha italiana sem prejudicar sua indústria naval e os empregos a ela associados seria uma ótima solução.

    É possível? É uma ideia factível? Depende do interesse das partes, de um timing certo e de árduas e pacientes negociações.

    Sds

  194. “Oganza em 23/02/2016 às 20:14
    Para nossas corvetas serem construidas lá sem maiores custos, a FINMECCANICA tem que aprovar 100% o projeto delas feito pela ENGEPROM… sabe o quanto eu confio em tal capacidade da Cia Brasileira? – Zero.

    .
    Oganza, bom dia.
    .
    Só alguns reparos a enganos pra lá de comuns em comentários de blogs e fóruns: a Emgepron não é uma empresa que faz projetos de navios.
    .
    A Emgepron gerencia programas de construção, de obtenção de equipamentos, de comercialização dos mesmos etc, mas os projetos dos navios (de viabilidade, básicos, detalhados etc) são feitos por outras organizações. Entre no site deles que você vai entender quais as atribuições da Emgepron
    .
    No caso das novas corvetas “Tamandaré”, as etapas iniciais do projeto são do Centro de Projetos de Navios, subordinado à Diretoria de Engenharia Naval, que buscou aproveitar toda a experiência anterior da própria organização nos projetos das classes “Inhaúma” e “Barroso”.
    .
    Em seguida, foi contratada uma empresa, chamada Vard Niterói, para a fase seguinte, de projeto detalhado, que antecede (e também inclui decisões relacionadas) contratações diversas de materiais e equipamentos e o início da construção.
    .
    E, curiosamente, a Vard Niterói faz parte do grupo italiano Fincantieri, que por sua vez costuma se associar à Finmeccanica em contratos para a Marinha Italiana.
    .
    Não que eu concorde com os pontos centrais levantados pelo Pedro Possa ou mesmo pelo Control nessa matéria, pois a conjuntura continua totalmente desfavorável a encomendar navios e tocar programas desse porte, mas é importante ter esses detalhes que mencionei em mente para debater o assunto.

  195. Lembrar que os submarinos classe tupi foram modernizados recetemente
    e que podem lançar o torpedo mk-48,o sub tikuna é mais moderno que os
    scorpens do Chile, não sou ufanista sou realista, agora o senhor parece que
    ufanista e chileno.

  196. Nunão,

    hummmm ok, deixa eu ver se eu entendi: então o Centro de Projetos de Navios “produziu” um sketchup (um “rascunho” mais detalhado e elaborado). Depois a Vard Niterói fez o detalhamento de projeto e sua viabilidade técnica?

    Ok, e a ENGEPROM fica como “mestre de obras” e gerencia contratos e a logística?

    Se for mais ou menos assim, apesar de redundante em vista de outros Órgãos da própria MB e do MD, ela seria mais um “leva e traz” no caso da construção na Itália, pois seu papel seria melhor definido e percebido com uma possível construção no Brasil. – Digo isso pois ela tem em sua gênesis cobrir justamente os buracos administrativos e logísticos presentes na Indústria Naval Brasileira, pois muito do que ela faz é de competência de algum departamento de estaleiros como a DAMEN ou a Fincantieri.

    No caso das FREMMs italianas, parte do trabalho que seria atribuído a EMGEPROM foi feito pela FINMECCANICA ou alguns de seus departamentos, com a construção em si sendo feita pela Fincantieri.

    No fim, a presença da Vard Niterói (Fincantieri) se presta principalmente a mitigar riscos e no caso de uma construção na Itália como no plano do colega Control, tal risco seria provavelmente menor?.

    De qualquer forma, independente dos custos ou a disponibilidade deles, pra mim ainda tem muitas partes móveis e o risco de “engasgar” é muito alto.

    Vlw Nunão… acabei de vir lá da ENGEPROM, do site… 🙂

    Grande Abraço.

  197. Oganza, eu comentei apenas para corrigir uma noção errada sobre o trabalho da Emgepron que havia em seu comentário, informando como é o caso no projeto das novas corvetas, etapas e responsabilidades.
    .
    Sobre essa engenharia contratual e de riscos etc de envolver produção Italiana que vocês estão discutindo, me abstenho de comentar, pois não faço ideia de como isso se daria, mesmo no campo da ficção.
    .
    Sobre Estudo de viabilidade, ele não é da Vard, isso vem antes do projeto básico. O projeto básico por parte do Centro de Projetos de Navios já é um trabalho complexo, não é um rascunho como você diz. Já o detalhado envolve toda a questão dos equipamentos, sistemas, onde vão, suas necessidades de instalação, energia, tubulações, redes diversas, entre outras complexidades maiores. Isso resumindo bastante.

  198. Prezado Nunão, queria tirar uma curiosidade: acho que desde o anúncio do Gripen que não havia uma matéria com tantos comentários como essa, não? Vocês conseguem saber isso?

  199. Souto disse:

    “Lembrar que os submarinos classe tupi foram modernizados recetemente
    e que podem lançar o torpedo mk-48,o sub tikuna é mais moderno que os
    scorpens do Chile, não sou ufanista sou realista, agora o senhor parece que
    ufanista e chileno.”

    Bom, eu lembro disso e soube que foram modernizados pouco depois dos Sub do Chile. O Tikuna foi entregue em 2012 enquanto que o Simpson foi entregue em 2011. Mas isso não faz nem um nem o outro mais ou menos capaz. Então vamos ver as capacidades

    Tikuna Class U-209 ARCH

    Desloc: 1250 Ton. Standart e 1560 Sub. 1260 Standart e 1585 Sub.
    Velocidade: 22 nos Sub. 22 nos Sub.
    Prof. 250 Mts 300 Mts.
    Armamento: Torp. Mk 48 (segundo o senhor) Trp. Blak Shark e Misseis Exocet SM39 BII

    Salvo alguma pequenas discrepâncias como as profundidades, os torpedos e os Misseis, não vejo a sua Superioridade mesmo sendo o senhor um realista. Tal vez se analisarmos os sub sistemas como sonares, radares, controle de mando, aquisição de alvo, etc.

    Há! sou Chileno sim e talvez até seja um ufanista mas isso o senhor teria que demonstrar. Até agora não vejo a superioridade da sua Marinha a não ser em número.

  200. Tentei por duas vezes responder a as argumentações do Control, mas meus posts foram literalmente apagados pela moderação, sem conter nenhum tipo de ofensa, está ficando difícil postar aqui, sem ter um alinhamento papai e mamãe.
    É lamentávela atitude dos editores filtrando informações que deveriam ser do dominio de todos para que todos pudessem refletir sobre a realidade e a verdade, mas infelizmente a linha editorial tem ido de encontro a outros interesses.
    Paciência, perde o blog, perdem todos que querem saber a verdade.
    _
    NOTA DOS EDITORES: VOCÊ SE EQUIVOCA AO DIZER QUE SEUS COMENTÁRIOS NÃO TINHAM NENHUMA OFENSA OU DESRESPEITO AOS DEMAIS. SE VOCÊ PARAR DE OFENDER E DESRESPEITAR OS OUTROS EM SEUS COMENTÁRIOS ELES NÃO FICARÃO PRESOS NO ANTISPAM E SERÃO LIBERADOS SEM PROBLEMAS. ISSO NÃO TEM NADA A VER COM SUA OPINIÃO OU O CONTEÚDO A RESPEITO DA REALIDADE QUE VOCÊ ENXERGA, E SIM COM SUA CONDUTA DESRESPEITOSA AOS DEMAIS, E ISSO JÁ FOI EXPLICADO A VOCÊ INÚMERAS VEZES, JÁ ERA TEMPO DE TER APRENDIDO.

  201. Caro chileno Glaxs7, realmente, se jogar a isca muito peixe desavisado come,kkkkkk
    Mas colega, depois de vc ter dito que os AMX só venderam para o Brasil, esquecendo da Itália e depois de vc dizer que não sabia que os Helicópteros Sea Hawk não tinha capacidade anti navio e anti submarino , eu não posso esperar mais nada de seus comentários, a não ser o que vc faz sempre em sites de chilenos no youtube, ou seja MENTIR.
    Vamos por etapas pois suas mentiras são longas.
    1)Vc diz que as Tots no Brasil são recentes e não são importantes, cara , o Brasil tem uma politica de transferência de tecnologia há muito tempo, veja que o AMX que é um projeto com quase 30 anos foi uma Tot entre Itália e Brasil, isso mudou completamente a história da embraer como empresa, tornando-a a 3 maior empresa aeronáutica do mundo, com fábricas em diversos países como EUA, China e portugal, mas com milhares de empregos gerados também no Brasil onde está sua principal operação, isso significa impostos para o Brasil, significa resultados positivos na balança comercial, o fato da Embraer ser privatizada não é um problema, é assim em todos os países desenvolvidos como EUA , Alemanha, UK ou França, o principal é que uma grande parte do controle acionário está nas mãos de empresas e fundos de pensões brasileiros, como o PREVI e o BNDESPAR, e mais, o Governo tem ações GOLDEN SHARE. De acordo com informação do site da Embraer, a Golden Share dá ao governo “direito de veto em relação à mudança de denominação da companhia ou de seu objeto social; alteração e/ou aplicação da logomarca; criação e/ou alteração de programas militares, que envolvam ou não a República Federativa do Brasil; capacitação de terceiros em tecnologia para programas militares; interrupção de fornecimento de peças de manutenção e reposição de aeronaves militares e, como já citado, a transferência do controle acionário da companhia”.
    Isso colega chileno é melhor que uma empresa ter o Estado como o seu dono, como é o caso da ENAER chilena, que teve em 2015 um rombo milionário e só não foi vendida pelo Governo chileno devido as passeatas e protestos dos funcionários da empresa.
    2)Vc fala sem qualquer conhecimento de causa quando se refere aos submarinos, perceba que mais uma vez vc inverte as capacidades de chile e Brasil no assunto, o fato é que o Brasil fabrica submarinos desde 1990, com transferência de tecnologia Alemã, outra tot, foram 4 submarinos classe tupi(1400t), o 1 fabricado na Alemanha(1989) e os outros 3(1994, 1996 e 1999) fabricados no Brasil, e o ultimo da classe tikuna(1500t)(2006) foi uma alteração própria de nossos engenheiros que elevaram o tamanho e a tonelagem desta última unidade, bem como suas capacidades, autonomia e discrição.
    Como vc fala que nossos submarinos tipe 209 vão dar baixa em 2020 se o mais antigo deles o Tupi acabou de sair de uma reforma? está aqui mesmo neste site.
    http://www.naval.com.br/blog/2016/02/19/submarino-tupi-atraca-na-base-de-submarinos-para-reinicio-de-periodo-operativo/
    Veja que esse é o mais velho dos 5 submarinos Brasileiros, e é 5 anos mais novo que os 2 tipe 209 do chile que são de 1984, com certeza os nossos só serão descomissionados antes dos chilenos se nossa Marinha quiser.
    Isso foi há 26 anos atrás chileno, como vc pode dizer que o chile tem mais capacidades que o Brasil nessa área, só porque vcs estão fazendo a instalação de sensores e sistemas de combate franceses(adquiridos através de uma tot dos scorpenes em 2006) em seus subs tipe 209??
    Isso é muito pouco , no chile não existe nada que se compare ao estaleiro de Itajaí e vcs não tem a menor condição de fabricar scorpenes como nós estamos fazendo, aliás, o chile perde até para a Argentina que já fabrica seus submarinos tb há muito tempo.
    vc mente quando diz que o chile fabrica suas patrulheiras de 1700t desde 2007 e que o Brasil não tem condições para isso e esqueçe que as fragatas da classe Niteroi com 3200t estão com 40 anos e foram fabricadas no Brasil, entendeu hermano??? 31 anos antes de vcs fabricarem patrulheiras,kkkkkkk
    3)Vc quer zoar com os Brasileiros quando diz que chile fabrica suas próprias armas e munições???? cara, o chile compra da companhia de cartuchos do Brasil CBC, está no momento fazendo uma concorrência internacional para aquisição de munições.
    Chile nunca fabricou avião de ataque ao solo(A36 halcone), isso foi só montagem sob licença, o mesmo que os T35 pílan, que foram desenvolvidos nos EUA e os primeiros 70 aviões vieram para o chile em Kits, para serem montados, depois foi que a enaer passou a fabricar algumas partes desta avioneta.
    Os P3 orion do chile não usam misseis harpoon, isso foi colocado na última FIDAE, onde seu governo quer moderniza-los para que possam usar tais armas, use sites confiáveis para fazer uma afirmação dessa, pois seus C 295 também não usam tais misseis, acho que vc deveria postar isso num site de sua armada para ter credibilidade e não em sites de torcedores chilenos.
    4)Vc fala que sua armada tem 80% de disponibilidade, CARA QUE MENTIRA, nem a marinha americana tem isso, sua armada está em desmanche, 4 lanchas lança misseis foram descomissionadas, o navio cisterna também, o mais recente buque sargento Aldea estava com sérios problemas na propulsão ano passado, com apenas um dos motores funcionando, o submarino scorpene carrera que colidiu com uma fragata até hoje não tivemos notícia de seu retorno, afinal como está esse submarino??? já voltou??
    O chile colega, não é rabo de tubarão e nem muito menos cabeça de sardinha, é na verdade rabo de sardinha, sua armada sequer tem capacidade de remover minas, pois não tem desses navios em seu inventário, o corpo de fuzileiros chileno é uma piada, mergulhadores de combate do nível dos grumecs nem pensar, só um grupo para enganar chilenos desavisados.
    Na verdade a industria tecnológica do chile não é a segunda da américa latina, está bem abaixo do Brasil e também de países como a Argentina que fabrica submarinos, aviões, foguetes, satelites e que tem um grande desenvolvimento na área nuclear e fica atrás também do Perú que tem tecnologia em reatores nucleares e foguetes .

  202. ______________________
    NOTA DOS EDITORES: COMENTÁRIO APAGADO POR OFENSAS E FALTA DE RESPEITO. APRENDA A COMENTAR SEM OFENDER OS DEMAIS COMENTARISTAS. VOCÊ ESTÁ A UM PASSO DE SER SUSPENSO NOVAMENTE POR MOTIVO DE CONDUTA.

  203. Amigo Souto, esse chileno é _______, fala coisas absurdas, discutir com ele é perda de tempo, veja que ele afirma que o Siroco veio para o Brasil porque o chile é bonzinho, que queria fazer um ato de “amizade”, kkkkkkkk, que o chile tem de 7 a 10 bi de dólares reservados para suas forças armadas, kkkkkk tudo mentira colega, a chamada lei do cobre que reserva cerca de 500 milhões ano para as FAAs chilenas já está sem valor prático há uns 3 anos, um projeto de lei mudando isso já se encontra no congresso chileno e o governo usou esse fundo para diminuir o déficit público, veja essa matéria em um site confiável que fala claramente das seguidas tentativas da armada chilena para ter o Siroco, e as seguidas negativas dadas pelo governo chileno por falta de PLATA.
    http://www.infodefensa.com/latam/2015/02/20/noticia-armada-chile-descarta-compra-buque-asalto-anfibio-frances-siroco.html
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO, NÃO OFENDENDO OU ROTULANDO OS DEMAIS.

  204. Juarez, respeito nos comentários é bom, talvez vc esteja um pouco alterado, já que vc parece conhecer do assunto, pois bem, vá dormir, descanse bastante, e quando estiver normal volte a comentar aqui.

  205. Não vou perder tempo com esse __________________,Alexandre voçe foi avassalador em suas
    ponderações,Juarez desculpe o senhor é conhecido em outros fóruns _________________
    COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO AOS DEMAIS PARA SER RESPEITADO. ESSA BRIGA PESSOAL NÃO VAI LEVAR A LUGAR ALGUM.
    PRIMEIRO AVISO

  206. Respeito o Chile é um grande pais,mas para chegar ao patamar da capacidade
    de indústria bélica do Brasil, falta muito ,muito mesmo pro Chile chegar.

  207. Bom para esclarecer definitivamente sobre as capacidades dos P3 orion e dos C-295 do chile, usando o site da própria armada chilena, vejam que só é dito que os mesmos são para ataque a submarinos e outras funções como Patrulha e SAR.
    P3 orion:
    http://www.armada.cl/armada/unidades-navales/aviacion-naval/aviones/p-3-ach-a-oriona/2014-04-17/153356.html
    C- 295 persuader
    http://www.armada.cl/armada/unidades-navales/aviacion-naval/aviones/c-295-ach-a-persuadera/2014-04-17/154009.html
    Como podemos ver, o site oficial da armada chilena contradiz os argumentos do chileno Glaxs7, as aeronaves de asas fixas da armada chilena não tem capacidade anti navio.

  208. Souto, boa noite, não vi nada desse termo que você usou nas palavras do Glaxs7, ele pode até ter se equivocado em algumas informações, mas no geral ele somente falou verdades, tal termo que você usou combina mais com uma pessoa que faz repetidas vezes as mesmas perguntas a uma mesma pessoa, bem como sai bombardeando qualquer um que apareca com as mesmas peguntas irrespostaveis.

    Vamos manter um bom nivel salutar nos comentarios

  209. Alexandre, boa noite, como ja falei com o souto, o Glaxs7 não falou nenhuma mentira, somente se equivocou em algumas informações como qualquer um já fez, pois todos somos humanos, mas uma coisa que não vi foi ele te tratando com palavras do mesmo naipe que você usou para com ele.

  210. E quanto à armada do chile, vamos lá, é uma força enxuta, com navios de qualidade e com uma boa capacidade operativa, isso tudo com somente 1/6 do orçamento da MB e além da area de jurisdição deles ser bem menor que a nossa, qual o segredo? Um passo de cada vez e dentro da sua realidade, e mesmo assim ainda conseguem manter uma capacidade proxima à nossa e as vezes até superior, como é o caso dos escoltas, bem diferente da nossa realidade, que com nossas megalomanias temos a marinha que conhecemos, com um a base de itaguai (e não itajaí) empurrada com a barriga, bem como o PROSUB , metade dos navios em um reparo vegetativo que não acaba nunca, o reator nuclear idem, modernizaçao dos A-4 e C-1 idem, PROSUPER parado, CV-3 idem, são paulo idem, e por ai vai, o grande desafio é manter operativo os navios que se revesam no libano e que vão para haiti, o NE Brasil e o Cisne Branco, ainda bem que a FORSUB está com uma boa disponibilidade, outro grande desafio é não ficar inadimplente com os fornecedores de itens de custeio e por ai vai.

    Outro detalhe é em relação à famigerada transferencia de tecnologia, funcionaria se fosse mantida uma linha de produçao continua, com um navio ou submarino sempre no forno, senão perde-se todo o expertise e know how adquirido, as Niteroi são um bom exemplo, otimas, sem problemas, depois vieram as Inhaumas, capengas com varios defeitos (visão de quem já serviu em uma), depois veio a Barroso 14 anos para ficar pronta, e hoje não se consegue terminar navios patrulhas de 500t.
    Claro que eu queria que a situação da MB fosse outra, mas o que podemos fazer? Só ficar na torcida e não ficar tratando mal os outros só porque no país deles existem melhores gestores.

  211. Comparação de supertrunfo é muito facil de fazer, mas como bem fala Juarez:
    Ter não significa operar

    Igual a OI, simples assim

  212. E quanto à pergunta que alguem fez la em cima quanto a modernização da type 22 batch 2 chilena, Almirante Williams, ela recebeu modernização nos sensores e armamento.

    Sensores
    1 × radar de busca combinada Marconi Type 967M
    1 × ELTA EL/M-2238 radar de busca aerea
    2 × ELTA EL/M-2221GM direção de tiro

    Armamento
    1 × canhão Otobreda 76 mm
    2 × metralhadoras GAM-BO1 20mm
    4 × Harpoon
    MSA Barak 1

  213. Alexandre disse:

    “depois de vc ter dito que os AMX só venderam para o Brasil, esquecendo da Itália ”

    Não, eu disse: ” E neste papo de transferência de tecnologia já foi comprado o AMX, (que ninguém comprou e só serviu mesmo pra EMABRAER)” Claramente se nota no meu comentário que me refiro a que o Brasil comprou com Transferência tecnológica na esperança de vender e realmente NINGUEM COMPROU NENHUM AMX CONSTRUIDO PELO BRASIL. A não ser que o senhor tenha uma lista de países que compraram do algum AMX construído no Brasil. O senhor tem? Ou vai continuar a disser, como faz no You tube, que os AMX comprados pela Itália foram fabricados pela EMBRAER? O Brasil comprou com Transferência tecnológica com a intenção
    de fornecer o caça pra outros países, assim como o está fazendo com os Gripen, mas NINGUEM COMPROU AMX DO BRASIL.

    Sobre os Sea Hawk Realmente não estou por dentro da configuração dos helos comprados pela Marinha e não me incomoda estar por fora quanto a isso pois segundo o referencial eles estão como Helos de Patrulha Marítima ou Helicópteros Marítimos e eu não pesquisei sobre o assunto.

    Vamos às minhas mentiras:

    1) Eu não disse que as TOTs são recentes, eu sei muito bem que o AMX é um caça da década de 80. Eu disse que os resultados que você menciona, misseis ar-ar, anti buque, anti radiação e de cruzeiro, radares, sistemasde foguetes, potencializar misseis anti aéreos Aspide e também os Exocets, são recentes, entendeu, OS RESULTADOS QUE O SENHOR MENCIONOU SÃO RECENTENTES e que ademais o que reforça a minha tese de que são muito tardios os benefícios de estas transferências. Agora o senhor poderia me disser qual foi a TOT que permitiu
    desenvolver a potencialização dos Aspide ou o desenvolvimento do Radar Brasileiro. Qual Míssil ar -ar brasileiro é resultado de uma TOT? Qual Míssil Anti Navio é resultado de qual TOT? pois eu acho que isso é desenvolvimento local e não Transferência de tecnologia.

    2) “embraer como empresa, tornando-a a 3 maior empresa aeronáutica do mundo, com fábricas em diversos países como EUA, China e portugal, mas com milhares de empregos gerados também no Brasil onde está sua principal operação, isso significa impostos para o Brasil, significa resultados positivos na balança comercial.”

    Aqui voltamos reforçar a minha tese: AS FFAA ESTÃO PRA DAR DISUAÇÃO, DEFENDER O PAÍS. Empregos, Impostos, economia e Balança Comercial devem ser preocupação de outras áreas e não do MINDEF. Isto é um desvio de objetivo. Além disso, de nada adianta ter mil compras militares com TOT a preços faraônicos e ter umas FFAA com navios que param a meio
    caminho das suas operações ou ter uma disponibilidade abaixo dos 50% (segundo muitos de seus compatriotas). Ao meu ver, investimentos deste porte se justificariam se os resultados fossem refletidos nas FFAA do Brasil mais pelo que tenho entendido o Brasil só é líder em quantidade não em qualidade nem em disponibilidade nem em capacidade dos seus médios de combate.

    3) “o fato da Embraer ser privatizada não é um problema, é assim em todos os países desenvolvidos como EUA , Alemanha, UK ou França…”

    Falar o que Alexandre, é assim em países DESENVOLVIDOS mas o Brasil não pertence a esse grupo e não vejo que vá a pertencer num curto nem num meio prazo.

    4) “o principal é que uma grande parte do controle acionário está nas mãos de empresas e fundos de pensões brasileiros, como o PREVI e o BNDESPAR, e mais, o Governo tem ações GOLDEN SHARE. De acordo com informação do site da Embraer, a Golden Share dá ao governo “direito de veto em relação à mudança de denominação da companhia ou de seu objeto social; alteração e/ou aplicação da logomarca; criação e/ou alteração de programas militares, que envolvam ou
    não a República Federativa do Brasil; capacitação de terceiros em tecnologia para programas militares; interrupção de fornecimento de peças de manutenção e reposição de aeronaves militares e, como já citado, a transferência do controle acionário da companhia…”

    Sim Alexandre, tá aí a PETROBRAS pra termos como exemplo.

    5) “Isso colega chileno é melhor que uma empresa ter o Estado como o seu dono, como é o caso da ENAER chilena, que teve em 2015 um rombo milionário e só não foi vendida pelo Governo chileno devido as passeatas e protestos dos funcionários da empresa…”

    O curioso Alexandre é que os resultados de 2015 das empresas chilenas só serão publicados em março e tu me sai com esta perola? Bom, postar que eu minto é fácil, agora eu gostaria de ver como tu proba esta afirmação tua. Aonde aparece ou se tem notícia que o Chile vai vender a ENAER??? E qual foi o prejuízo, quantos milhões? Da pra nos uma luz e repassa os links por gentileza. Deixo este Link pra você ver como são transparentes as estatais no Chile:
    http://www.infodefensa.com/latam/2016/02/15/noticia-famae-enaer-lideran-ranking-transparencia-activa-empresas-publicas-chile.html

    6)”como vc pode dizer que o chile tem mais capacidades que o Brasil nessa área, só porque vcs estão fazendo a instalação de sensores e sistemas de combate franceses(adquiridos através de uma tot dos scorpenes em 2006) em seus subs tipe 209??”

    Bom Alexandre, o Chile não está fazendo, ele fez, há cinco anos atrás. O Brasil tem feito a instalação de algum sistema de lançamento de misseis em algum submarino? Se fez, por favor me mostre pra eu poder me retratar. Se não fez, a minha afirmação é correta, o Chile tem esta capacidade o Brasil vai ter, algum dia, mas ainda não tem. e é esta a minha crítica, com tanta TOT
    pros Tikuna e Tupi e ainda não consegue fazer algumas coisas que o Chile faz sem esas TOT (segundo o senhor).

    Mas o curioso é que você mesmo disse que o Chile não faz TOT. Veja que curioso, o Chile comprou em 2006 com TOT e já em 2008 fez uso dessa tecnologia adquirida. Parece que as capacidades são usadas mais rapidamente em Chile do que no Brasil e mais rápido que isso
    só as suas contradições.

    7) “Isso é muito pouco , no chile não existe nada que se compare ao estaleiro de Itajaí e vcs não tem a menor condição de fabricar scorpenes como nós estamos fazendo, aliás, o chile perde até para a Argentina que já fabrica seus submarinos tb há muito tempo.”

    Por favor Alexandre, o estaleiro de Itajaí pertence ao grupo espanhol ELCANO SA. Não é do Brasil, é espanhol esse estaleiro. Não há como comparar com os Estaleiros de ASMAR que são propriedade do Chile e não se encontram em mãos privadas e muito menos estrangeiras.

    O Brasil, assim como o Chile, não tem condições de fabricar Scorpene, se tivesse não contrataria a francesa DCNS que por sinal fez o grande parte do primeiro sub brasileiro na França no seu centro de Cherbourg. Tal vez vai ter depois de 2020 mas nos dias de hoje, o Brasil não consegue construir um Scorpene. Precisa de ajuda externa. Agora trazer a Argentina pro baile, depois de ser de conhecimento geral que a sua indústria está sucateada?… Sinceramente, seus argumentos já entram no campo da apelação.

    8) “vc mente quando diz que o chile fabrica suas patrulheiras de 1700t desde 2007”

    Pra seus olhos verem:
    Botadura PZM Piloto Pardo https://www.youtube.com/watch?v=t9MsqA0tW4E

    9) “Brasil não tem condições para isso e esqueçe que as fragatas da classe Niteroi com 3200t estão com 40 anos e foram fabricadas no Brasil, entendeu hermano??? 31 anos antes de vcs fabricarem patrulheiras,kkkkkkk”

    Isso é verdade, há 40 anos atrás o Brasil construía fragatas. Mas e hoje, constrói? NÃO! Assim como a Argentina o Brasil não fabrica nenhum navio de combate desde os Tikuna e Tupi. Seria o mesmo que o Chile, foi cogitado construir as fragatas nos estaleiros de ASMAR mas os custos e o prazo de entrega assim como as capacidades tecnológicas não atenderiam às necessidades atuais da ARCH e por isso foram compradas usadas. O Brasil teve essa capacidade há anos atrás. Hoje eu acredito que não tem mais. Ou você acha que estão comprando estrangeiras por que?

    10) “Vc quer zoar com os Brasileiros quando diz que chile fabrica suas próprias armas e munições???? cara, o chile compra da companhia de cartuchos do Brasil CBC, está no momento fazendo uma concorrência internacional para aquisição de munições.”

    Você me fez rir. Cara a licitação é pra escola de GENDARMERIA do Chile. Não é pra nenhuma FFAA. Sabe o que é a Gendarmeria do Chile? É o órgão responsável pelas cadeias do Chile:

    http://www.gendarmeria.gob.cl/

    Eles estão fazendo uma licitação pública pra compra de munições. Já passou da apelação pro mico ne Alexandre?

    http://www.infodefensa.com/latam/2014/10/08/noticia-gendarmeria-chile-licita-compra-cartuchos-balas-instruccion.html

    As FFAA do Chile compram a maior parte das suas munições em FAMAE. Sobre o Armamento, O Chile fabrica armas e munições de uso nas suas FFAA. Não todas mas As pistolas, Fuzis do Exercito (SIG e GALIL) são de fabricação nacional, assim como os RAYO, os Piranha, Os LASCAR, etc. Não estou zoando com ninguém. Você que na sua falta de objetividade tenta dar uma de entendido e em vez de analisar as capacidades das FFAA em questão fica emporcalhando este espaço com seus comentários errados, pejorativos e fora de contexto.
    Até algumas polícias do Brasil tem comprado armamento fabricado no Chile.

    11) “Chile nunca fabricou avião de ataque ao solo(A36 halcone), isso foi só montagem sob licença…”

    Isso é verdade Alexandre, o Chile ninca fabricou A 36 ALCONE. O que ENAER Fabricou em território nacional foi o A 36 Halcon Toqui, e por ser uma fabricação sab licença, não uma montagem, seus exemplares não tem o nome C-101 Aviojet apelidados de “culo pollo” como os da
    Espanha. Eu sei que pra você deve ser muito difícil aceitar isso depois que disse que os AMX eram fabricados no Brasil e vendidos pra Itália.

    12)”o mesmo que os T35 pílan, que foram desenvolvidos nos EUA e os primeiros 70 aviões vieram para o chile em Kits, para serem montados, depois foi que a enaer passou a fabricar algumas partes desta avioneta.”

    E o mentiroso sou eu??? A FACH precisava de uma aeronave de instrução e devido ao embargo bélico implantado pela emenda Kissinger teve que suprir as suas necessidades de outras formas. A Piper Aircraft fez 2 protótipos (XBT e YBT) mais foram descartados. Logo, INDAER (atual ENAER) desenvolveu 2 protótipos que seriam a geneses do atual T 35 Pillan. Isto em 1979. O Projeto Pillan pertence ao General da FACH engenheiro em aeronáutica Fritz Dreyer que fez seu desenvolvimento em 1980. Apenas o primeiro protótipo foi construído em Lakeland, Florida, na fábrica Piper pois desenvolver a logística pra produzir um protótipo que ainda não se sabia se seria construído em linha, seria muito caro pro Chile e um gasto desnecessário. Logo, após a aprovação do Projeto Chileno se inicia a construção do avião no Chile. Tem algumas partes
    fornecidas por empresas estrangeiras mas isso é normal pois seu projeto se baseia em peças já existentes no mercado. Mas o Projeto, desenvolvimento,
    construção e fornecimento da aeronave são chilenos.

    13) “Os P3 orion do chile não usam misseis harpoon, isso foi colocado na última FIDAE, onde seu governo quer moderniza-los para que possam usar tais armas, use sites confiáveis para fazer uma afirmação dessa, pois seus C 295 também não usam tais misseis, acho que vc deveria postar isso
    num site de sua armada para ter credibilidade e não em sites de torcedores chilenos.”

    Bom o anuncio na última FIDAE foi que os P3 Orión serão moderniza-os, não que lhe seriam conferidas essas capacidades, Aliás, a modernização consiste na troca das asas:

    http://www.infodefensa.com/latam/2015/03/10/noticia-lockheed-martin-modernizara-p3ach-orion-chile.html

    Nada se falou sobre os Harpoon. A definição oficial da ARCH pros P3 Orion é: “Avión de patrulla marítima/Guerra antisuperficie” e pra isso usam o Harpoon comprado como lote extra que antes mencionei. Sobre o site confiável, quer que eu use seu site “Indiochilenito” de origem peruana?

    Jamais disse que os Persuaders ARCH lançam mísseis, eu disse que eles lançam torpedos pois a definição oficial da ARCH pra eles é: “Avión de patrulla marítima/Transporte/Guerra antisuperficie” sendo um P-295 MPA e dois P-295 ASW. Preste mais atenção quando lê assim não me acusa
    com inverdades como esta.

    14) “Vc fala que sua armada tem 80% de disponibilidade, CARA QUE MENTIRA, nem a marinha americana tem isso,”

    Eu não falei sobre a Marinha Americana. A chilena tem uma alta disponibilidade e o senhor pode ver que a Armada de Chile é uma das poucas da região que possui fotografias como as postadas acima que mostram 7 Fragatas navegando juntas. É de conhecimento de todos e é comentário corriqueiro de pessoas mais objetivas e esclarecidas que você, neste site sobre a alta disponibilidade, a modernidade e a capacidade da ARCH.

    15) “sua armada está em desmanche, 4 lanchas lança misseis foram descomissionadas, o navio cisterna também, o mais recente buque sargento Aldea estava com sérios problemas na propulsão ano passado, com apenas um dos motores funcionando, o submarino scorpene carrera que colidiu com uma fragata até hoje não tivemos notícia de seu retorno, afinal como está esse submarino??? já voltou??”

    A Armada de Chile não está em desmanche. Muitas marinhas da região queriam estar em desmancho como a Armada Chilena, pode ter certeza disso:

    Marinha do Brasil sofre com frota envelhecida:
    http://www.naval.com.br/blog/2015/03/20/marinha-do-brasil-sofre-com-frota-envelhecida/

    Marinha já contratou mais de R$ 300 mil em serviços para recuperar o NDD ‘Ceará’:
    http://www.naval.com.br/blog/2015/06/09/marinha-ja-contratou-mais-de-r-300-mil-em-servicos-para-recuperar-o-ndd-ceara/

    A Esquadra cansada: problema com o ‘Marajó’ deixa TROPICALEX sem navio tanque:
    http://www.naval.com.br/blog/2015/06/11/a-esquadra-cansada-problema-com-o-marajo-deixa-tropicalex-sem-navio-tanque/

    A Esquadra cansada: Wagner orienta Marinha a contratar navio civil para levar tropa ao Haiti:
    http://www.naval.com.br/blog/2015/06/18/a-esquadra-cansada-wagner-orienta-marinha-a-contratar-navio-civil-para-levar-tropa-ao-haiti/

    Precisamos, para já, de 4 (bons) navios usados:
    http://www.naval.com.br/blog/2015/03/28/precisamos-para-ja-de-4-bons-navios-usados/

    As 4 Missileiras estão em reserva devido a ser considerado inexistente a ameaça de dimenções que determinem o emprego e os custos destes médios. Estas, assim como as SA´AR 4 foram modernizadas em 2005 (acho, não tenho certeza do ano) tendo recebido novas plantas motrizes Diesel MTU 16V 396 (as mesmas dos SSK Type 214 e Scorpene). Novos sistemas de mando e controle versão “lite” do SP21K de SISDEF com Data Link SP-100, sobre consoles COMANDO
    da DESA Chile. Também foram trocados os FCS, pro SAETA-3/CH da DESA Chile. Receberam Radar de busca aérea de fabricação nacional RML-S da Linktronic, todos digitais de estado sólido com capacidade antimissil e receberam o Sistema MAE da DTS integrando Chaff de curto, meio e longo alcance da FAMAE. Não me parece que estejam desmanchando como o senhor diz.

    Sobre o Navio Cisterna, não sei que classe de navio é esse, imagino que seja o Navio Tanque ou
    abastecedor e neste caso seriam o Almirante Montt AO-52 e o Araucano AO-53. Mas estes navios constam como operativos na ARCH. No caso do Araucano só entrou em operação na ARCH em agosto de 2011 e o Almirante Montt em 2010. Me parece estranha a sua afirmação.

    O Episódio do Sargento Aldea é um conto aumentado pelo senhor. O Sargento Aldea se encontrava em Manutenção periódica de motores quando ocorreu o Terremoto de Coquimbo e devido à urgência da Situação teve que ser habilitado com um só motor pra transportar o Hospital de bordo e mais um grupo de 568 Infantes de Marinha. Problemas sérios quando ocorrem deixariam o navio à deriva. Não se esqueça, estava em manutenção só.

    O Sub colidido com uma Fragata, não teve danos que justifiquem mais do que um ano e sim, já está operativo inclusive com os novos conversores de energia ECA EN 60 Kva 60 Hz.

    16) “O chile colega, não é rabo de tubarão e nem muito menos cabeça de sardinha, é na verdade rabo de sardinha, sua armada sequer tem capacidade de remover minas, pois não tem desses navios em seu inventário, o corpo de fuzileiros chileno é uma piada, mergulhadores de combate do nível dos grumecs nem pensar, só um grupo para enganar chilenos desavisados.”

    Tal vez a Armada do Chile não tenha adquirido a capacidade de remover minas por que seus potenciais inimigos não tem capacidade de minar o mar do Cabo Hornes nem as profundidades abissais da Fossa Chileno Peruana que resguarda as costas Chilenas.

    O Corpo de fuzileiros da Armada do Chile é mesmo uma piada, uma piada sobre você e a sua desinformação pois o Chile não tem fuzileiros navais, o Chile tem Infantes de Marina que são um corpo de 5500 homens que surpreenderam pelo seu profissionalismo e capacidade ao serem os primeiros a estar prontos pra atender ao chamado da ONU em Ajuda ao HAITI.

    O Grupo de mergulhadores de combate do Chile seriam os Buzos táticos que estão agrupados junto com os Comandos de Infanteria (um grupo de Elite) e que se denominam “Comando de Fuerzas Especiales de la Armada de Chile” Que seria o GRUMEC.

    Esta parte do seu texto demonstra a todos nós como o seu discurso carece de argumentos e fundamentos pois fica em evidência a sua desinformação sobre a Armada Chilena e fica criticando falsamente assuntos que não são do seu conhecimento e sobre os quais nem ideia o senhor faz. Por isso afirmo: O Corpo de fuzileiros da Armada do Chile é mesmo uma piada, mas uma piada sobre você sobre a sua desinformação e principalmente sobre a sua arrogância e a sua nítida intenção de desqualificar de forma ufanista a Armada de Chile trazendo assuntos que nem a este espaço fazem referência.

    Se o senhor tiver a capacidade de voltar ao debate de forma objetiva, estarei ao seu dispor e espero que entenda que todas as informações que posto são retiradas de sites que pelo menos tentam ser sérios e informar de forma imparcial. Posso até estar errado, mas não estou inventando nada nem desmerecendo a ninguém.

    Peço desculpas se alguém se sentiu ofendido com os meus comentários, não foi a minha intenção e espero que os moderadores não sejam muito rígidos por ter saído um pouco do tema. Aprecio muito a Trilogia e gostaria de continuar participando dos debates.

  214. glaxs7,
    meus parabéns pela objetividade… em fato, Parabéns ao Chile pela objetividade.

    Como eu disse lá em cima (24 de fevereiro de 2016 at 2:55), nós brasileiros temos problemas com o filho do vizinho… mas nosso filho nunca tem problema.

    Grande Abraço.

  215. glaxs7,
    .
    Informações vindas diretamente do Chile sempre são bem vindas! E se alguém se sentiu ofendido este alguém não sabe participar de um bom debate.
    .
    Aproveitando a oportunidade: Como andam os Scorpènes Chilenos? Apresentam muitos problemas, ou não?
    .
    Saudações ao colega.

  216. Vamos deixar de ser entusiastas e por os pés no chão, o Brasil jamais será uma potência militar, não temos um temperamento beligerante como os EUA e Israel. Principalmente após os ”perseguidinhos” revanchistas da ditadura serem eleitos pelo povo.

  217. Americomatheus, realmente o Brasil não será uma potencia militar, mas bem que poderia voltar a ter a mesma capadidade operativa que ja teve de 15 anos para tras

  218. O fato de 7 dos 8 combatentes de superfície da marinha chilena aparecerem juntas em um
    “photex” , cujas fotos foram tiradas vários anos atrás não significa que todas as 7 estivessem
    no mesmo grau de apronto, paióis repletos, etc na época muito menos que estejam agora.
    .
    Dada a rivalidade com a marinha peruana espera-se que a taxa de disponibilidade dos navios
    chilenos seja alta, mas, não, necessariamente de 7 entre 8 unidades já que um “photex” revela
    apenas um determinado momento para fins propagandísticos.
    .
    Se a marinha brasileira não tivesse no momento uma fragata e uma corveta em missões no exterior estou certo que não seria muito difícil reunir 5 Niteróis, 2 T-22s e a Barroso para um
    “photex” também.
    .
    É muito comum a US Navy e a cito por haver muita informação disponível no aberto enviar seus navios para missões limitadas e/ou visitas a portos próximos em períodos em que navios não
    estão certificados para longas e/ou complexas missões, mas, para um leigo a presença de um
    navio de guerra da US Navy pode significar que o navio possa suspender imediatamente para
    uma zona de conflito em um piscar de olhos.
    .
    Não estou comparando nada com nada, até porque o Chile tem necessidades diferentes, apenas comentando sobre belas e já antigas fotos.

  219. Souto, ele pode vender só equipamentos novos, mas alguns comentam que querem derrubar essa lei, assim vender os equipamentos usados, em prol dos novos

  220. Glaxs7,
    A Marinha do Brasil e a Armada do Chile não são comparáveis pois suas nessecidades não são as mesmas de fato a MB tá no caco mas isso não isenta a Armada do Chile a mesma sentença ambas estão buscando alternativas mas como pode se ver a MB está em uma situação
    “pior” hoje mas seus planos para o futuro tem como base projetos mais otimistas, e como já foi feito no passado a MB manterá discrição sobre o PROSUPER

  221. E como aconteceu a + ou – um ano todos consideravam o programa acabado pois eu não acredito nesse papo de “hibernando”. E caso um dia o Brasil coloque um Sub.Nuc na água a nossa superioridade seria “inquestionavel” e a base de itaguaí nos irá possibilitar a construção de nossos proprios subs baseados nos Scorpene. É muito dificil comparar os dois países até porque o chile teria menos de 10% da população brasileira mas ainda assim o Brasil não teria condições de invadir o Chile por questões de terreno assim como o chile não teria chance contra o Brasil por ter menos de 10% dos soldados. A pergunta não é “quem é melhor” mas sim “o que podemos construir juntos” o Chile e Argentina seriam os melhores parceiros estratégicos locais para o Brasil assim como o Brasil seria para eles e acho que nós brasileiros temos que nos colocar no nosso lugar e aceitar que não somos os únicos com boas capacidades ainda que hoje sejamos os melhores e/ou em maior número.

  222. Bom dia a todos,

    Bardini,

    Os Scorpene da Armada de Chile não tem apresentado problemas maiores e encontram-se operativos na atualidade. Um caso curioso e que demanda mais atenção é o do SS 22 Submarino Carrera da classe Scorpene. Este submarino tem apresentado mais Azar do que problemas. Durante seus testes, ainda na França e em mãos dos seus fabricantes, ele emergiu rapidamente com um angulo de inclinação horizontal acima dos 45 graus, o que é considerado grave, e se manteve assim por alguns segundos até realizar as manobras de estabilização do sub.
    Já em operação no Chile, apresentou alguns problemas nos seus sistemas mais foram solucionados por técnicos de ASMAR. Os danos sofridos a embarcações militares no Chile são tratados como informação classificada e por isso não temos um melhor detalhamento destes. Logo, em 2010, ele foi duramente atingido por um estaleiro flutuante durante o Tsunami de fevereiro de 2010 e logo durante sua manobra de emergência foi atingido pelo próprio tsunami batendo contra o fundo marinho. No final do mesmo ano ele já estava operativo e participou das celebrações do Bicentenário do Chile. Finalmente, em julho de 2014, o mesmo bateu com a Fragata Condell durante exercícios militares. Hoje se encontra operativo.

    Dalton

    De fato, aparecerem 7 fragatas juntas numa “photex” não quer dizer que estão ao 100%, mas também não quer dizer que não estão ao 100% então, entramos no campo das conjecturas e esse é um campo que eu tento evitar.

    Discordo de que foi a vários anos pois essas embarcações estão operativas (todas juntas) na Armada há apenas 8 anos.

    A maior reunião de navios de combate do Chile foi realizada em Setembro de 2010 (5 anos atrás) com motivo das comemorações do Bicentenário do Chile. Naquela ocasião desfilaram 26 navios de guerra da esquadra Chilena:

    Fragata FF-05 “Almirante Cochrane” Clase Duke Type 23
    Fragata FF-06 “Almirante Condell” Clase Duke Type 23
    Fragata FF-07 “Almirante Lynch” Clase Duke Type 23
    Fragata FFG-11 “Capitán Prat” misileira de defensa antiaérea de zona.
    Fragata FFG-14 “Almirante Latorre” misilera de defensa antiaérea de zona.
    Fragata FF-15 “Almirante Blanco Encalada” Anti Submarina
    Fragata FF-18 “Almirante Riveros”. Anti Submarina
    Fragata FF 19 “Almirante Williams” Missileira

    BMS-42 “Almirante Merino” Buque Madre Submarinos Atualmente em Reserva

    Submarino SS-20 “Thompson” Tipo 209 Clase Thomson
    Submarino SS-21 “Sipmson” Tipo 209 Clase Thomson
    Submarino SS-22 “General Carrera” Classe Scorpene
    Submarino SS-22 “O´Higgins” Classe Scorpene

    Lancha misilera LM-30 “Casma”
    Lancha misilera LM-34 “Angamos”
    Lancha misilera LM-38 “Teniente Serrano” Atualmente em Reserva
    Lancha misilera LM-37 “Teniente Orella” Atualmente em Reserva
    Lancha Misilera LM-39 “Uribe” Atualmente em Reserva
    Lancha misilera LM-36 “Guardiamarina Riquelme”. Atualmente em Reserva

    Barcaza LST 95 “Chacabuco”
    Barcaza LST-92 “Rancagua”

    OPV 82 “Policarpo Toro” Patrullero de zona marítima
    OPV 81 “Piloto Pardo” Patrullero de zona marítima

    Petrolero de frota AO-52 Almirante Montt
    Petrolero de frota AO-53 Araucano

    Transporte Aquiles

    Buque Escuela Esmeralda,

    Além de um número não especificado de patrulheras menores da classe Dabur, Lanchas de Serviçoo Geral da classe Clase Protector.

    Todos Operativos naquela época. Vale ressaltar que nesse ano, durante o més de fevereiro, o Chile sofreu o quinto maior terremoto da história da humanidade e algumas das unidades que se apresentaram sofreram danos de diversas considerações em Tacahuano.

    Dalton disse:

    “Se a marinha brasileira não tivesse no momento uma fragata e uma corveta em missões no exterior estou certo que não seria muito difícil reunir 5 Niteróis, 2 T-22s e a Barroso para um
    “photex” também.”

    Você postou certo “Se” mas não o fez e até hoje não vi nenhuma foto similar nas marinhas da região. Além do mais que a sua “photex” teria apenas 5 Fragatas e não 7 como na “photex” da ARCH nem 8 fragatas como na Revista do Bicentenário do Chile há “vários” 5 anos atrás.

    pedro possa Disse:

    “A Marinha do Brasil e a Armada do Chile não são comparáveis pois suas nessecidades não são as mesmas de fato a MB tá no caco mas isso não isenta a Armada do Chile a mesma sentença ambas estão buscando alternativas mas como pode se ver a MB está em uma situação
    “pior” hoje mas seus planos para o futuro tem como base projetos mais otimistas, e como já foi feito no passado a MB manterá discrição sobre o PROSUPER”

    De fato Pedro, as necessidades de ambas forças são diferentes já que o Chile tem uma extensão de território marítimo bajo sua jurisdição de 30 milhões de quilômetros quadrados equivalentes a duas vezes o território completo da América do Sul e quatro mil quilômetros de costa.

    Mas neste caso podemos ver as coisas navio a navio. Por exemplo, O Brasil tem 8 Fragatas, o Chile também. O Brasil tem 5 Subs, o Chile tem 4, O Brasil tem 4 Corvetas, o Chile tem 3 Missileiras e 4 OPV de 1700 ton., o Brasil tem 3 Navios de desembarque de carros de combate, o Chile também, O Brasil tem um LDP, o Chile também.

    Neste caso, o Brasil tem uma superioridade numérica nos Sub e nas Corbetas mas neste último caso o Chile contrapesa com os 4 OPV.

    Então teríamos que ver as diferenças nas capacidades dos navios e no estado operacional assim como a modernidade dos meios. Se quiser podemos dar uma olhada nisso.

    É claro que não podemos esquecer que o Brasil conta com um NA mas…

    Agora sobre o PROSUPER, é onde os problemas se evidenciam ao meu ver. Como mencionei antes, o problema é que o Brasil gasta muito em compras com TOT e negligencia o resto. Por exemplo, gastou horrores no PROSUB e com isso paralisou o PROSUPER, além do mais, pelo que tenho visto em alguns acontecimentos e alguns comentários, tem sacrificado um pouco a manutenção da atual frota, realizando manutenções e modernizações muito demoradas e no caso da TOT dos Tupi, ao meu ver, não teve continuidade e as capacidades adquiridas com eles, foram perdidas ou simplesmente, desconsideradas no PROSUB. Enquanto que no Chile, as capacidades obtidas na TOT dos Scorpenes, foram rapidamente aproveitadas nas modernizações dos U 209 da Armada, sendo estas feitas nos estaleiros de ASMAR, dando a eles capacidades de ataque similares às dos Scorpene (mantendo as devidas proporções) tendo hoje capacidade de lançar misseis Exocet SM39 e torpedos Black Shark, assim como nas modernizações contratadas pela Marinha do Equador nos seus U 209 Huancavilca e Siry, também feitas em ASMAR Chile. Isso considerando que a TOT dos Scorpene do Chile teve um custo de U$ 450 milhões isso em 2004, quase 12 anos atrás.

  223. Pedro possa disse:

    “…E caso um dia o Brasil coloque um Sub.Nuc na água a nossa superioridade seria “inquestionavel” e a base de itaguaí nos irá possibilitar a construção de nossos proprios subs baseados nos Scorpene. É muito dificil comparar os dois países até porque o chile teria menos de 10% da população brasileira mas ainda assim o Brasil não teria condições de invadir o Chile por questões de terreno assim como o chile não teria chance contra o Brasil por ter menos de 10% dos soldados…”

    Bom, se considerarmos isso como variante, teríamos que entrar no terreno das conjeturas. Eu não gosto muito disso pois é difícil manter a objetividade nestes casos mas vamos lá, esta é a minha opinião:

    O Sub Nuclear não deverá ser lançado antes de 2025, ou seja, dentro de 10 anos más. Se isso se confirmar, pois poderá apresentar mais atrasos, a Marinha do Brasil terá sim uma superioridade inquestionável sobre a “atual” frota de submarinos do Chile. Não temos certeza de qual será a situação da frota chilena daqui a 10 anos, vai que aparece um Sub. Nuc. de ocasião no mercado e o Chile, louco que é pra aproveitar essas promoções de fim de temporada.
    Analisando a atual conjuntura do Brasil, tanto social como política e econômica, o PROSUPER não terá verba pra sair do papel até lá pois o PROSUB terá consumido toda ela e o que pra mim se apresenta como um cenário nefasto pra Marinha do Brasil, o contingenciamento das FFAA até lá terá piorado ainda mais a situação atual da Marinha deixando a atual frota com um remanescente de tempo operativo muito baixo e justamente devido à expectativa do PROSUPER e à carência de verbas, não deverão ser feitas grandes modernizações nos navios existentes vide a atual situação do NA 12 São Paulo. Essa é a minha opinião sobre o assunto.

    Sobre os “enfrentamentos imaginários” entre ambas nações, o Brasil não poderia invadir o Chile nem o Chile o Brasil por diversos motivos mais os principais seriam a falta de fronteiras comuns entre os dois países o que obrigaria a passar por sobre território de outros países pra o enfrentamento ou por mar e nesse caso, tanto a Marinha como a Armada teriam um papel determinante e ai cairíamos novamente na analise das capacidades atuais de cada força. Também, e principalmente, a falta de forças de projeção dentro das FFAA de ambas nações, aliás, todas as forças armadas da América Latina são defensivas e salvo engano meu, o único poder ofensivo existente na região é o Grupo 8 da FACH mas que é uma capacidade ofensiva limitadíssima e deve apenas estar preparada pra atacar alvos específicos em territórios da Bolívia e do Peru e só.

    Sobre a quantidade de militares disponíveis pra cada nação, não se engane, A Inglaterra atravessou o Atlântico pra tomar as Falklands da Argentina com apenas 30 mil homens e mesmo com 30 milhões de argentinos do lado das ilhas, a Argentina se redeu em 2 meses pesse às constantes alegações do Alexandre Silva que garante que a Argentina teve de joelhos a Inglaterra.

    Pedro possa disse:

    ” pergunta não é “quem é melhor” mas sim “o que podemos construir juntos” o Chile e Argentina seriam os melhores parceiros estratégicos locais para o Brasil assim como o Brasil seria para eles e acho que nós brasileiros temos que nos colocar no nosso lugar e aceitar que não somos os únicos com boas capacidades ainda que hoje sejamos os melhores e/ou em maior número.”

    Bom este sim é um ponto interessantíssimo e uma da maiores preocupações do Chile pois a sua necessidade, principalmente energética (que é limitadíssima no Chile) demandam grandes esforços pra indústria local.

    Hoje o Chile é, senão o mais importante parceiro do Brasil na América Latina, pelo menos é o mais sério, e tem desenvolvido em conjunto vários protocolos de entendimento e tratados tanto na área comercial e de desenvolvimento, como na área militar. Já a Argentina, devido ao forte sucateamento da sua indústria militar e às grandes limitações e privações impostas pelos governos Kirchner como Menen, não seriam hoje de uma grande expressão nem ajuda no desenvolvimento militar. Países como Peru, Colômbia e até Venezuela seriam mais recomendados pra isso.

    Mas na atualidade, Chile e Brasil desenvolvem agumas coisas em conjunto e tem reforçados as suas relações militares.

  224. glaxs7…

    assim como vc considero o “scorpene” um ótimo submarino e nem há necessidade de ser o melhor e o que se tem lido de ruim sobre ele principalmente com a unidade chilena é mais azar do que deficiência.
    .
    Quanto as fotos, se não estou enganado foram tiradas em 2009 e pouco antes conforme revistas que tenho a marinha brasileira reuniu pelo menos 10 de seus combatentes de superfìcie
    que juntamente com o NAeSP dâo uma dimensão ainda mais formidável ao menos esteticamente.
    .
    Nas fotos chilenas uma das T- 23s navega sem nenhum “harpoon” enquanto as outras duas contam com apenas 4 cada uma, nada de errado quanto a isso, afinal nem a US Navy tem mísseis suficientes para todos os seus navios,e embora seja inegável uma maior qualidade
    os navios chilenos não estão em outra dimensão como por exemplo um “Arleigh Burke” está
    e diante da situação geopolitica do Chile com relação ao Peru e também Bolívia e em menor grau com a Argentina com a qual quase ocorreu uma guerra em 1978 vejo a situação da
    marinha brasileira muito melhor, menos navios agora porém menos ameaças menor necessidade de dissuasão e a missão no Líbano vem sendo cumprida a contento por exemplo.
    .
    No mais é sempre bom poder ler comentários bem embasados como o seu sobre uma marinha que particularmente aprecio muito como a chilena.
    .
    abraços

  225. “glaxs7 em 27/02/2016 às 6:42
    O Brasil tem 8 Fragatas, o Chile também. O Brasil tem 5 Subs, o Chile tem 4, O Brasil tem 4 Corvetas, o Chile tem 3 Missileiras e 4 OPV de 1700 ton., o Brasil tem 3 Navios de desembarque de carros de combate, o Chile também, O Brasil tem um LDP, o Chile também.
    Neste caso, o Brasil tem uma superioridade numérica nos Sub e nas Corbetas mas neste último caso o Chile contrapesa com os 4 OPV.”

    .
    Glaxs7, bom dia.
    .
    Apenas a título informativo e para ajudar na própria comparação que fez, como você colocou na sua conta quatro (???) OPV (navios-patrulha oceânicos) do Chile, faltou você colocar também os três navios-patrulha oceânicos classe “Amazonas” do Brasil.
    .
    Já fiz correções de números para o lado “brasileiro” desse debate, então acho pertinente também fazer para o lado “chileno”.
    .
    Não quero ditar regras desse comparativo que começou nos debates, mas eu acho que se a discussão incluir OPV já estaríamos adentrando meios de patrulha ao invés de combate, uma mistura que nem sempre funciona para compensar este ou aquele lado, sendo que a própria Armada do Chile não classifica seus OPV entre as Unidades de Combate, e sim entre as Unidades Marítimas, assim como os navios-patrulha oceânicos do Brasil são listados entre os Meios Distritais e não da Esquadra.
    .
    Mas, se realmente formos incluir números de OPV nessa comparação, eles precisam ser corretos: até onde sei a Armada do Chile não tem quatro OPV ou “patrulleros de zona marítima” em operação, e sim três: o Piloto Pardo (OPV 81), o Comandante Toro (OPV 82) e o Marinero Fuentealba (OPV 83).
    .
    O quarto exemplar começou a ser construído em meados do ano passado, com entrega prevista para 2017 (quando enfim o Chile terá um OPV a mais que o Brasil).
    .
    http://www.asmar.cl/news/noticias_main_378.html
    http://www.asmar.cl/news/noticias_main_377.html)

  226. Um amigo, hoje na reserva da MB comentou que em um dos últimos intercâmbio de oficiais, estes foram agraciados com um detalhamento do quadro operacional da ACH. Eles tinham uma fragata em algo se pode se chamar de um PMG, duas em manutenção “leve” que poderiam demandar em caso de mergência o retorno em uma semana e as demais full, ou seja, dos oito escoltas, cinco plenamente operacionais.

    As três grandes linhas que diferem a Armada Chilena da MB são:

    Foco, objetividade e pragmatismo.

    Quantos programas a MB tem em aberto sem conclusão,? Quantos a ACH tem?

    G abraço

  227. Fernando, bom dia,

    Só considerei os OPV do Chile pela sua capacidade bélica combinada às Missileiras, frente à dos meios distritais da Marinha pois os patrulheiros chilenos tem:

    1 montagem de 76/62 mm (OPV-83)
    1 Canhão Bofors 40L70 de 40 mm
    6 canhões automáticos de 20 mm
    6 Metralhadoras de 12,7 mm

    E estão equipados com:

    2 Radares: Sperry Marine BridgeMaster E X-band
    1 Radar Sperry Marine BridgeMaster E S-band
    Sistema de Controle de Fogo: DESA ARIES
    Sistema de Navegação: Sperry Marine VisionMaster FT Integrated Bridge System (IBS)

    O que me pareceu superior mas na verdade, não tenho grandes conhecimentos sobre os Classe Amazonas, apenas que são de uma tonelagem similar mas armados com 01 Canhão de 30mm e 02 Metralhadoras de 25mm. Desconheço as capacidades de guerra eletrônica conferidas a eles.

    Realmente a sua informação de 3 patrulheiros operativos não está errada mas como o OPV-84 Cabo Odger está quase pronto e deverá ser botado em julho deste ano (2017 entrará ao serviço ativo na ARCH) o considerei na contagem mas se desejar pode desconsiderar, não se trata de uma comparação de “quem a tem maior”, mas sim de quem tem melhor capacidade de meios operacionais.

    Não tenho uma informação certa da situação das Amazonas mas um colega me disse que elas estavam paradas mas isso já entra naquela história “o tio da irmã da prima da minha tia disse” e passa a ser muito subjetivo.

  228. glaxs7,
    .
    A questão que levantei foi de coerência. Se colocou OPV numa conta, tem que colocar na outra (o que você não fez). E, na minha opinião, OPV não deveria entrar em conta alguma comparativa se pensarmos em meios considerados, no Chile, como de “Unidades de Combate” e, no Brasil, como de “Esquadra” (e não estou aqui fazendo defesa nem da Marinha do Brasil nem da Armada do Chile, apenas atentei para uma falha na lista comparativa que você fez ao listar OPV num caso como compensando uma questão quantitativa e esquecer a quantidade de OPV do outro). Mas isso é só opinião minha.
    .
    Quanto a comparar os OPVs, você também comparou lanchas missileiras, sem convoo, sem hangar, sem capacidade de guiar mísseis antinavio além do horizonte com helicópteros orgânicos, sem capacidade antissubmarino e para uso em situação totalmente diferente do caso brasileiro (no Chile, operam principalmente junto à costa, nos “fiordes”, aproveitando vantagens geográficas), em comparação com corvetas que têm capacidades ASW e ASuW oceânicas (no papel pelo menos, pois três das corvetas estão atracadas em manutenção), e em nenhum momento questionei isso, pois a comparação é sua e não minha. Só questionei um suposto “esquecimento” dos OPVs da Marinha do Brasil na sua conta.
    .
    Então uma coisa é listar, outra é entrar em detalhes comparativos como você entrou agora que tenham real coerência, e aí a discussão vai longe. Da mesma forma que você fez uma equiparação de quantidades de fragatas, na qual se formos para o lado qualitativo o Chile se destaca positivamente, também fez uma equiparação de navios de desembarque de carros de combate, na qual a tonelagem dos navios brasileiros (e consequente capacidade de transporte de carros de combate, tropas etc) pesa positivamente para o lado da Marinha do Brasil, com navios de deslocamento pelo menos quatro vezes maior.
    .
    Sobre a classe “Amazonas”, a informação de seu colega sobre estarem paradas não confere. Uma delas está até participando de exercício no Oceano Índico. Se estavam “paradas” como seu colega afirma, pode ter sido em alguma manutenção programada entre comissões, o que é natural aqui ou no Chile.

  229. alexandre, sou chileno e posso asegurar que o chile, não precisa de helicopteros de combate como perú, nem todo pais precisa de helicopteros de combate, nossa ffaa já faz essa função e tb temos missil antiaereos que duvido que algum helicoptero peruano se atreva a passar para o lado chileno. Cuidado com o que diz. E para sua informação se vc que helicopteros, chile ja encomendou 8 helicopteros de combate black hawks uh-60m. Mas repito nossa força aerea, dão conta do recado sem precissar de helicopteros.

  230. Fernando “Nunão” De Martini

    Sem dúvida a sua colocação é acertada, eu apenas lhe dei a minha justificativa sobre o erro e nada mais. Isto devido a que me parece (e entenda bem, eu não tenho um conhecimento mais apurado sobre as capacidades de cada meio em questão) me pareceu que as OPV mencionadas e apenas elas (excluindo as classe TAITAO) seriam navios que estão a meio caminho entre um Classe Amazonas e uma Corveta Classe Inhaúma e sendo o caso de serem estas últimas uma classe de navio que em algumas forças são chamadas de “canhoneiras” são um tipo de meio inexistente no inventário da ARCH assim como as missileiras são inexistentes no inventario da Marinha, então quis equilibrar a conta e nada más. As corvetas não tem sido consideradas necessárias no TO do Chile mas as misileiras apresentam uma versatilidade enorme. é um engano seu considerar que elas são utilizadas no litoral recortado no Chile. Até 2014 a Armada tinha o Comando de Missileiras Sur (COMISUR) formado pelas 4 Tiger 148 e o Comando de Missileiras Norte (COMISNOR) formado pelas SA´AR 4. Com a Baixa das Tiger uma das SA´AR foi enviada ao sul do Chile mais as outras duas continuam operando no norte, onde o litoral não é recortado e nem ilhas existem. Sobre as capacidades de ataque trans horizonte, tenho entendido que elas operam na atualidade Exocet MM40 Bl II e Harpoon RGM-84D Block IC e nestes casos ela poderia traquear através do datalink com apoio dos P3 ou dos Persuaders. Posso estar errado mas estas capacidades em mar aberto lhe permitem uma capacidade de ataque efetiva pro seu TO e em caso de defesa elas possuem uma montagem de defesa pontual Phalanx CIWS de 20 mm mais 3 cañones Oto Melara de 76 mm. Não conheço a real capacidade das Inhauma mas sei que elas tem capacidade ASW e ASuW e os sistemas e sub sistemas controlam de forma lógica os comandos de direção de tiro e os canhões de defesa. Se não me engano elas usam o mesmo computador empregado nas fragatas Type 22 acho, mas o sistema de defesa delas é executado pelos canhões de 40mm. Acho que nesse caso, o sistema de defesa pontual das missileiras é superior. Com tudo, vejo que as missileiras e as corvetas são meios diferentes. As missileiras tem a função de repelir um ataque antecipado de superfície evitando o confronto direto tendo um bom sistema anti misseis, enquanto as corvetas são navios de emprego de combate direto sendo navios mais robustos e com capacidades inexistentes nas missileiras.

  231. As lanchas missileiras do Chile classe tiger 148 DERAM BAIXA, naõ estão na
    reserva,a essa altura já viraram alvos, ou seja foram afundadas, vamos falar
    a verdade a verdade doi senhor Glaxx, __________________
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. MODERE O SEU TOM NO TRATO COM OS DEMAIS, RESPEITANDO OS OUTROS PARA TAMBÉM SER RESPEITADO ESTE É UM ESPAÇO PARA DEBATES, NÃO PARA ATAQUES AOS OUTROS.
    SEGUNDO AVISO

  232. E meus compatriotas brasileiros continuam tapando o sol com peneira….
    – É a história do filho do vizinho… lembram?
    Pura hipocrisia… ou será uma certa esquizofrenia?
    Talvez seja simplesmente burrice.

    “Brasileiro não gosta do esporte, não gosta da esportividade e nem do senso de equipe, há não ser que ele seja o líder. Brasileiro é único ser que enaltece o individualismo em um ofício coletivo. Em verdade, brasileiro só gosta é de ganhar.” Armando Nogueira.

    Me atrevo a “continuar” a genial frase Armando Nogueira: … – Talvez seja por isso que no fim sempre perdemos. Até quando ganhamos nós perdemos.

    Ps.: Gostei desse glaxs7.

    Grande Abraço.

  233. OK Oganza tem gosto pra tudo, gosto não se discuti,eu para por aqui
    tem gente aqui que ______________________ mas po…… nenhuma
    não quero dizer que eu seu de tudo, reconheço minhas limitações.
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. NÃO ESCREVA USANDO APENAS MAIÚSCULAS.

  234. souto

    De fato, elas deram baixa e eu mesmo indiquei isso na listagem de embarcações que participaram do Bicentenário, mas não deram baixa por exaurir as suas capacidades mas por que devido à diminuição das tenções com a Argentina e incorporação das OPV 80, elas, mesmo com um remanescente operativo amplo, tornaram-se prescindíveis pras pretensões da ARCH. Agora não vejo como poderia vir ao caso a sua colocação nem como se encaixa a sua ponderação no meu debate, poderia me explicar por gentileza, ou seu comentário apenas é uma menção de depreciação às capacidades da ARCH?

  235. A Armada Chilena continuará sendo um exemplo de que com poucos recursos, planejamento dentro de uma realidade orcamentaria, se pode ter uma marinha relativamente equilibrada, com pessoal qualificado e tão somente na quantidade necessária para cumprir a missão,
    mesclando compras de oportunidade com a de meios novos.

    G abraco

  236. Gente só queria voltar ao assunto das compras com TOT.

    Ao meu ver, o maior problema das FFAA na compra de meios, é que sempre pesa e pesa muito, a interferência política em desmedro das reais necessidades das FFAA. Por exemplo, na atual conjuntura, o Brasil vai investir (ou está investindo) R$25 Bi no estaleiro de Itaguaí pra entregar à Marinha 4 Scorpenes convencionais e um nuclear, isso em se considerando que estes valores são de 2011 quando o dólar ainda estava na casa dos 2.3 hoje esses valores podem até ter duplicado sem contar com os inevitáveis adendos a que todas estas obras recorrem pra angariar mais dinheiro.

    Imaginemos que o Brasil decidisse apenas comprar 2 Scorpene e um sub nuclear sem ser construídos no Brasil, e o restante deste investimento fosse destinado diretamente às Marinha pra renovação da sua frota. O que ocorreria? O Brasil se tornaria a maior, mais poderosa e mais capaz força naval não apenas do continente, mas de todo o hemisfério deixando pra trás até a Austrália. conseguiria ter uma força de submarinos de 5 tikuna modernizados com capacidade de misseis mais 2 Scorpene convencionais com o melhor que o mercado oferece pra eles e um sub nuclear, seriam 8 Subs. Além disso, o NA 12 poderia ser modernizado (Eu acho que deveria ser afundado definitivamente) ou comprar um NA mais novo e ainda ateríamos dinheiro pra renovar a frota de combate de superfície.

    Eu sei que vai aparecer sempre aquele que diga que as compras com TOT permitem alavancar a economia, o desenvolvimento e criam mão de obra e trarão independência tecnológica dando ao Brasil a oportunidade de se tornar uma potência, mas isso só funciona no papel. Nenhum país se fez potência importando tecnologia. Temos como exemplo o próprio Israel que mesmo tendo acesso a toda a tecnologia americana, só se tornou uma potencia tecnológica graças ao seu próprio desenvolvimento, assim como a China que só é uma potencia tecnológica, mesmo que às vezes duvidosa, graças á criação de novas tecnologias utilizando a engenharia reversa, sem TOT, sem DCNS, sem ODEBRECH, sem Itaguaí, etc.

    Enquanto as decisões políticas sejam as que controlam o destino das compras e da renovação das FFAA e estas decisões levem em conta apenas uma parte das FFAA e não elas como um todo, teremos a situação atual das FFAA perpetuada.

    Dentro de 10 anos o Brasil terá uma Marinha com 5 Sub novos e o resto da frota ninguém faz nem ideia de como estará. E tudo isso apoiado na velha desculpa de que compras com TOT trazem tecnologia pro país, geram infraestrutura, geram empregos, equilibram a balança comercial etc.

    Até hoje as TOT só tem ajudado a desenvolver e capitalizar empresas do setor privado vide o caso da EMBRAER que é o que é graças ao AMX que não vendeu pra ninguém, assim como os Tikuna, e as Inhaúma. Mas veremos como empresas como a ODEBRECH que foi escolhida pra construção de Itaguaí sem licitação, se torna maior, mais rica e seus donos mais felizes. E tudo justificado na desculpa de que as TOT trazem desenvolvimento pro país.

  237. glaxs7,
    meu querido… vc foi perfeito.

    Te digo mais. Teve um oficial da FAB (não me lembro quem) que resumiu isso ai que vc disse da seguinte forma falando sobre o FX-2: Por causa da obrigatoriedade de ToT corremos o risco de não cumprir a missão, que é garantir a soberania aérea do Brasil.*

    Essa matéria está aki no PA… e se eu não estiver enganado, foi alguém da COPAC.

    *Não posso replicar com exatidão as palavras usadas, só a ideia, que centrava no fato de que não poderíamos ficar sem o avião por causa do quesito ToT.

    Ps.: Os editores podem ajudar a achar essa matéria.

    Grande Abraço.

  238. Senhor Glaxs não quero denegrir a armada do Chile,apenas expus a verdade sobre
    as missileira classe tiger 148. e para por aqui não quero mais discutir com o senhor
    nem com ninguém.

  239. É realmente difícil debater _________________________________.
    1) veja que esse senhor tem um sério problema com os AMXs e com a Embraer, em vários sites chilenos ele detona com nossas forças armadas, bem como com a Embraer que é a 3 maior fabricante de aviões do mundo, talvez por isso e na falta de argumentos ele fala que a Embraer não presta por ser privatizada, um enorme absurdo, ele não sabe que o AMX não foi vendido para outros países por problemas não do avião em si, mas de embargos como ocorreu contra a Argentina e Venezuela, que não puderam comprar esses caças em funções de seus atritos com EUA e Inglaterra, a Embraer fabricou cerca de 30% destes caças, e isso é um fato, nunca falei que teríamos fabricados os AMXs italianos, isso fica por conta do colega chileno que defende a estatização como solução para se ter dissuasão, poderíamos também aproveitar e estatizar tudo, tornando a américa latina uma grande nação Bolivariana, KKKKKKKK
    Acho um absurdo uma pessoa defender a estatização de empresas de armamentos, isso não encontra eco em nenhum país que queria ter um mínimo de desenvolvimento, __________________________________
    Para clarear esse debate vou postar uma excelente matéria do poder aereo, sobre os AMX, _______________________
    http://www.aereo.jor.br/2015/12/27/programa-amx-da-concepcao-a-modernizacao/
    Sobre os Sea hawks ,quero dizer que também é um absurdo criticarmos o que é o melhor helicóptero médio naval de toda América sem saber de suas capacidades, isso mostra que o despreparo é total quando criticamos sem ter conhecimento de causa.
    2)O chileno diz:
    ” Eu não disse que as TOTs são recentes, eu sei muito bem que o AMX é um caça da década de 80. Eu disse que os resultados que você menciona, misseis ar-ar, anti buque, anti radiação e de cruzeiro, radares, sistemasde foguetes, potencializar misseis anti aéreos Aspide e também os Exocets, são recentes, entendeu, OS RESULTADOS QUE O SENHOR MENCIONOU SÃO RECENTENTES e que ademais o que reforça a minha tese de que são muito tardios os benefícios de estas transferências. Agora o senhor poderia me disser qual foi a TOT que permitiu
    desenvolver a potencialização dos Aspide ou o desenvolvimento do Radar Brasileiro. Qual Míssil ar -ar brasileiro é resultado de uma TOT? Qual Míssil Anti Navio é resultado de qual TOT?
    O rapaz tergiversa e mais uma vez muda o meu comentário, pois eu falei claramente lá em cima que o desenvolvimento tecnológico Brasileiro se dá por PESQUISAS CIENTÍFICAS e ToTs.
    Quanto as perguntas dele sobre quais tots que recebemos para potencializar nossos misseis, eu respondo, os exocet foram repotencializados através de uma tot com os Franceses e que ajudou também para o desenvolvimento do nosso missil anti navio MAN1, os misseis A Darter são uma parceria entre Brasil e africa do Sul, onde fizemos a maior parte da cabeça de busca e os Sul africanos nos ensinaram sobre o empuxo vetorado, a Tot do ASpide veio através da Itália e acho que todos os países que hoje tem tecnologia , desenvolveram essas tecnologias ao longo do tempo, e não do dia para a noite, podemos falar do desenvolvimento do foguetes espaciais que foi um processo longo, incluindo a Engenharia reversa praticada por americanos e Russo em cima dos foguetes alemães. Enfim, o chileno não sabe que tivemos tot nos motores dos exocets, não sabe da tot dos A darter, fica difícil responder tanta desinformação.
    3)Mas uma pérola do chileno:
    “Aqui voltamos reforçar a minha tese: AS FFAA ESTÃO PRA DAR DISUAÇÃO, DEFENDER O PAÍS. Empregos, Impostos, economia e Balança Comercial devem ser preocupação de outras áreas e não do MINDEF. Isto é um desvio de objetivo. ”
    Voltamos aqui a “tese” do rapaz chileno que acha que nossas forças não devem estimular as empresas privadas com contratos e financiamentos para aquisição e desenvolvimento de novas armas, muitas delas embargadas para nós latinos, e que a geração de emprego qualificado, impostos e bons resultados na balança comercial , também não geram dissuasão.
    Então o que gera dissuasão chileno?? comprar fragatas type 23 usadas no osso e que não tem seu sistema de defesa AA operacional, pois já estão vencidos e vcs não sabem como repontencializar??? Ou será que ´mais importante para a dissuasão de um País somente exportar commodities ??? será que ter a 3 maior fabrica de aviões do mundo não é importante???será que termos a capacidade de desenvolver misseis de cruzeiro, misseis ar-ar , misseis anti radiação ou anti navio não é importante??? Talvez o importante seja exporta cobre…
    Esse tipo de “TESE” para mim é uma brincadeira, não como alguns podem concordar com isso.
    4)E ele continua nas pérolas:
    ““o fato da Embraer ser privatizada não é um problema, é assim em todos os países desenvolvidos como EUA , Alemanha, UK ou França…”
    Falar o que Alexandre, é assim em países DESENVOLVIDOS mas o Brasil não pertence a esse grupo e não vejo que vá a pertencer num curto nem num meio prazo.”
    Eu acho engraçado a sua posição sobre o desenvolvimento do Brasil, afinal vc é chileno e mora no Brasil há alguns anos, se nós estamos longe de ser desenvolvidos, sobre a sua ótica, então porque vc deixou seu País e veio para cá sustentar sua família???? coerência colega, coerência.
    5)E as pérolas continuam, falando da Embraer ele diz:
    “Sim Alexandre, tá aí a PETROBRAS pra termos como exemplo.”
    O que a Petrobrás tem a ver com a Embraer??? vc se quer se dá ao luxo de se informar direito chileno, no caso da Petrobrás o governo tem direito a dar pitaco nos seus investimentos, isso não ocorre na EMBRAER, que nós só temos direito de dar pitaco em poucas situações como as que envolvam a segurança nacional, as questões sobre transferir armas ou tecnologias a um país não amigo, assim como fazem os EUA, entendeu ou ________________________
    é importante saber sobre o que se debate para não ficar falando bobagens.
    6)Continuando a série das pérolas chilenas:
    “O curioso Alexandre é que os resultados de 2015 das empresas chilenas só serão publicados em março e tu me sai com esta perola? Bom, postar que eu minto é fácil, agora eu gostaria de ver como tu proba esta afirmação tua. Aonde aparece ou se tem notícia que o Chile vai vender a ENAER??? E qual foi o prejuízo, quantos milhões? Da pra nos uma luz e repassa os links por gentileza. Deixo este Link pra você ver como são transparentes as estatais no Chile:”
    E termina mostrando um link sobre transparência, kkkkkkkk quer saber sobre o ROMBO da ENAER?? Olha essa matéria de 2012 onde a ENAER estava para fechar suas portas após demitir dezenas de funcionários e estar com sua dívida em 70 milhões de dólares, hoje a dívida é de 100 milhões e a Enaer continua a espera de uma compra por parte do governo chileno dos treinadores m345 e transportes C295 , onde algumas partes do mesmo serão fabricadas sob licença na Enaer, o que evitaria seu fechamento.
    http://www.infodefensa.com/latam/2012/10/09/noticia-la-fuerza-aerea-de-chile-analiza-el-cierre-de-enaer-tras-paralizarse-el-acuerdo-con-airbus-military.html
    7)Mais pérolas do chileno…
    “Bom Alexandre, o Chile não está fazendo, ele fez, há cinco anos atrás. O Brasil tem feito a instalação de algum sistema de lançamento de misseis em algum submarino? Se fez, por favor me mostre pra eu poder me retratar. Se não fez, a minha afirmação é correta, o Chile tem esta capacidade o Brasil vai ter, algum dia, mas ainda não tem. e é esta a minha crítica, com tanta TOT
    pros Tikuna e Tupi e ainda não consegue fazer algumas coisas que o Chile faz sem esas TOT (segundo o senhor).
    Colega, o Brasil já FABRICA SUBMARINOS DESDE 1989, são cerca de 27 anos de expertise na área, quando vc fabrica um submarino vc certamente instala seus sistemas de combate e suas armas, então entenda que enquanto o chile apenas instalou 1 único sistema de combate, 1 missil e 1 tipo de torpedo ao longo de toda sua história, instalação essa que ocorreu nos últimos 5 anos, bem tarde hein chileno???, no BRasil construímos 2 tipos de submarinos, os alemães tipe 209 e os Franceses scorpenes e estamos no caminho de um terceiro tipo, que são os de propulsão nuclear.E instalamos 3 tipos de sistemas de defesa em submarinos, 1 alemão(1989), 1 Americano, pois estamos nesse momento modernizando nosso subs tipe 209 com sistemas de combate americanos, e por último estamos instalando em nossos scorpenes o sistemas de combate Frances, numa versão superior a que vcs usam nos scorpenes chilenos. Cabe salientar chileno que na instalação destes sistemas tivemos que instalar torpedos ATLAs (1989), torpedos mk 48(dias atuais) e torpedos F21 e misseis SM 39 Franceses(dias atuais).
    Então a questão não é o porque de nós não termos instalados os misseis SM 39 nos subs tipe 209, nossa Marinha já disse que não interessa fazer isso neles, a questão é qual submarino já foi construído pelo chile ao longo de sua história??? ai faço minhas as suas palavras, responda com links para podermos clarear esse debate.
    8)O rapaz chileno quando se contraria perde a esportiva e passa a desfazer de seus vizinhos, parece que o único UFANISTA aqui é ele, que só vê capacidades na inexistente indústria chilena.
    Primeiro quero fazer uma correção, o estaleiro é Itaguaí, não Itajaí, obrigado pela correção ao amigo acima, mas veja o que o chileno diz…
    “Por favor Alexandre, o estaleiro de Itajaí pertence ao grupo espanhol ELCANO SA. Não é do Brasil, é espanhol esse estaleiro. Não há como comparar com os Estaleiros de ASMAR que são propriedade do Chile e não se encontram em mãos privadas e muito menos estrangeiras.
    O Brasil, assim como o Chile, não tem condições de fabricar Scorpene, se tivesse não contrataria a francesa DCNS que por sinal fez o grande parte do primeiro sub brasileiro na França no seu centro de Cherbourg. Tal vez vai ter depois de 2020 mas nos dias de hoje, o Brasil não consegue construir um Scorpene. Precisa de ajuda externa. Agora trazer a Argentina pro baile, depois de ser de conhecimento geral que a sua indústria está sucateada?… Sinceramente, seus argumentos já entram no campo da apelação.”
    Cara _________________?? O Estaleiro Itaguaí fica no Rio de Janeiro, é o maior e melhor da América Latina, pode fabrica dois submarinos ao mesmo tempo e ainda é uma base naval dos nossos subs, vc realmente não tem nível para esse debate, no chile não tem nada sequer parecido, e vc vem com essa lorota de estatal???? caia na real colega, estamos fabricando sim submarinos, lógico que com apoio dos Franceses(toT) que vc disse que não serve e demora, mas as instalações são Nossas, os tecnicos e Engenheiros são nossos e teremos toda a capacidade de levarmos outros projetos a frente, veja que somente o 1 scorpene teve seu vão médio fabricado na frança, o resto já foi fabricado aqui e estamos com 3 scorpenes na linha de produção.
    Mas o mais engraçado é dizer que a Argentina está sucateada, realmente chileno, ela está sucateada,kkkkk mas nem por isso deixou de fabricar 2 satélites geoestacionários, deixou de lançar um foguete com combustível líquido, junto com o Brasil é um dos que domina todo o ciclo nuclear, fabrica reatores nucleares, já fabricou submarinos, fabrica lança foguetes, etc, etc, etc… Já o chile!!!! nada de tecnologia em foguetes espaciais, nada de tecnologia nuclear, nada de fabricação de submarinos, nada de tecnologia de satélites, realmente o chile é uma piada.
    9)Mais pérolas…kkkkkkkk
    “Isso é verdade, há 40 anos atrás o Brasil construía fragatas. Mas e hoje, constrói? NÃO! Assim como a Argentina o Brasil não fabrica nenhum navio de combate desde os Tikuna e Tupi. Seria o mesmo que o Chile, foi cogitado construir as fragatas nos estaleiros de ASMAR mas os custos e o prazo de entrega assim como as capacidades tecnológicas não atenderiam às necessidades atuais da ARCH e por isso foram compradas usadas. O Brasil teve essa capacidade há anos atrás. Hoje eu acredito que não tem mais. Ou você acha que estão comprando estrangeiras por que?”
    colega, vc realmente se faz de bobo para enganar os desavisados, o último navio de guerra que o Brasil construiu foi a Corveta Barroso(em torno de 2006) , que é uma versão melhorada das 4 corvetas inhauma, tb de fabricação e projetos Brasileiros, veja que são buques de guerra e não são licenças de construção como foram as patrulheiras chilenas, o submarino tikuna tb foi entregue em torno de 2006, e vc acha que perdemos a capacidade de fabricar navios de guerra?? Dá uma olhada nessa mesma matéria lá em cima, observa o projeto das tamandarés, veja quantos dos sistemas dela são Brasileiros, quase todos, e não é uma promessa pois a maior parte destes sistemas já estão operacionais nas nossas fragatas niteroi. quanto a compras de tecnologia estrangeira, quero lhe dizer que isso vai continuar sempre, afinal, não estamos ainda no mesmo patamar de frança, EUA ou Russia, então é lógico se comprar o que não dominamos.
    10)Outra pérola…
    “Você me fez rir. Cara a licitação é pra escola de GENDARMERIA do Chile. Não é pra nenhuma FFAA. Sabe o que é a Gendarmeria do Chile? É o órgão responsável pelas cadeias do Chile:”
    Quem me faz rir é vc chileno, se vcs tivessem alguma fabrica de munições de qualidade e competitiva não comprariam da CBC do Brasil, mesmo para as prisões.
    E mais, vc falou que fabrica munições para seus blindados, então me responda essa compra feita da espanha de munições de 105mm e 155 mm pelo exercito chileno, veja que não é a Gendarmeria, no segundo parágrafo dessa matéria diz claramente que chile já comprou até munições de fuzis na Espanha.
    http://www.infodefensa.com/latam/2012/08/09/noticia-el-ejercito-de-chile-muestra-interes-en-adquirir-municion-espanola-de-105-y-155-mm-2.html
    É para rir ou não é chileno???? kkkkkkkk continue com suas piadas.
    11)Continuo afirmando a verdade que todos sabem, os A36 foram apenas um “EMSAMBLE” ou montagem em Português, isso a Embraer fez na década de 60 com os Xavantes, que eram aviões de treinamento leves , a reação e subsônicos, que tinham capacidade de ataque leve, foram MONTADOS cerca de 185 deles pela Embraer, chile só montou os halcons duas decadas depois e mesmo assim num número muito menor, veja o que diz no wiki:
    Voló por primera vez el 16 de noviembre de 1983 y es una versión optimizada para el ataque ligero, construida según una solicitud de la Fuerza Aérea de Chile. No aumenta la capacidad de llevar armas del C-101BB pero sí su autonomía, que en este modelo supera holgadamente las siete horas. Además, el turbofán Garrett alcanza las 4.700 libras de empuje. En Chile se le conoce como A-36 Halcón, donde 23 ejemplares (uno fabricado en España, el resto montados por ENAER en Chile bajo licencia) fueron entregados. La FACh llegó a evaluar la posibilidad de usarlo como plataforma de lanzamiento del misil antibuque Sea Eagle, para lo que se dotaría al C-101 con un HUD de Ferranti y un sistema de guía inercial FIN 2000. Sin embargo esta posibilidad se canceló al comprar la Armada de Chile 8 helicópteros Eurocopter Cougar, equipados con misiles antibuque AM.39 Exocet. Aun así los C-101 chilenos han recibido diversas modificaciones de equipos incluyendo sistema de control de tiro y navegación, HUD y posibilidad de usar misiles aire-aire Rafael Shafrir 2. Jordania también adquirió el C-101CC, que utiliza como entrenador y avión de ataque ligero. 16 C-101 sirven en el Air College King Hussein de la base de Al-Mafraq.
    Veja que fala claramente que foram montados no chile e por favor colega chileno, comparar um A36 com um AMX é demais, menos rapaz, menos, aterrize.
    https://es.wikipedia.org/wiki/CASA_C-101_Aviojet
    12)Sobre os Pilán chilenos, claramente um mix de peças de outros aviões que foram usados neste projeto, não apenas os primeiros 2 prototipos foram feitos nos EUA, mas os 60 primeiros(falei que foram 70) e que foram apenas montados no chile. Veja o que diz no wiki.
    “T-35A – corresponde a versão original dos primeiros protótipos que foram fabricados nos Estados Unidos, porem armados no Chile. Destes foram fabricados 60 unidades, que começaram a serem entregues a partir de 1985.”
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Enaer_T-35_Pillan
    13)Sobre os P3 orion, claramente no site da armada chilena diz que são antisubmarinos, é só olhar…
    http://www.armada.cl/armada/nuestras-fuerzas/2014-05-05/102102.html
    Vejam a diferença quando se trata de um meio aéreo com capacidade anti navio ou anti superfície, é só ver a descrição dos cougar chilenos.
    http://www.armada.cl/armada/unidades-navales/aviacion-naval/helicoptero/sh-32-a-cougara/2014-04-17/161222.html
    E mais, sobre a modernização dos P 3 orion chilenos para que possam usar os misseis harpoon.
    http://www.infodefensa.com/latam/2013/07/08/noticia-la-marina-de-chile-extendera-la-vida-de-sus-p-3-orion.html
    Essa matéria fala claramente da substituição das asas, modernização dos motores e integração dos harpons, é chileno, vida dura para vc e suas conversas comigo presente.
    14)Mais pérolas, kkkkkkkkkkk
    “A chilena tem uma alta disponibilidade e o senhor pode ver que a Armada de Chile é uma das poucas da região que possui fotografias como as postadas acima que mostram 7 Fragatas navegando juntas.”
    Meu amigo, se foto provasse disponibilidade a Marinha do Brasil teria 2 porta aviões…
    http://cdn.papodehomem.com.br/wp-content/uploads/2011/08/S032-f006-620×465.jpg
    Infelizmente, as pessoas que comentam aqui e falam da disponibilidade da Armada chilena, o fazem sem conhecimento de causa, Eu conheço seu país e sua armada colega, e vcs não tem disponibilidade nem de 50%, o exemplo vc mesmo reconheceu no episódio do sargento aldea, na hora que precisou , ele saiu manco e se arrastando, suas fragatas estão sem defesa AA em função da perda de validade dos misseis, se isso é disponibilidade, então eu imagino o contrário.
    15)Mais pérolas…
    “A Armada de Chile não está em desmanche. Muitas marinhas da região queriam estar em desmancho como a Armada Chilena, pode ter certeza disso:”
    Desde 2011 até 2015 a armada do chile descomissionou 6 buques de guerra de extrema importância para eles, foram cerca de 1,5 buque descomissionado por ano nestes 4 anos:
    Em 2011 descomissionou o navio de desembarque Valdivia
    http://www.infodefensa.com/latam/2011/04/20/noticia-chile-solicita-un-nuevo-buque-anfibio-tras-dejar-fuera-de-servicio-el-lst-valdivia.html
    Em 2014 o buque nodriza de apoio a submarinos
    http://www.infodefensa.com/latam/2014/12/11/noticia-chile-retirara-servicio-buque-nodriza-submarinos-enero.html
    Em 2014 e 2015 4 lanchas lança misseis descomissionadas e que não podem voltar ao serviço
    http://www.defensa.com/frontend/defensa/armada-chile-da-baja-ultimas-dos-misileras-tipo-148-vn14370-vst333
    Como se pode ver é um desmanche maior do que o visto na Marinha do Brasil no mesmo período.
    16)Mais pérolas…
    O que ele diz sobre a armada chilena não ter capacidade anti minas:
    “Tal vez a Armada do Chile não tenha adquirido a capacidade de remover minas por que seus potenciais inimigos não tem capacidade de minar o mar do Cabo Hornes nem as profundidades abissais da Fossa Chileno Peruana que resguarda as costas Chilenas.”
    Reconhece que não tem, oque é um absurdo para uma marinha de guerra não ter tal capacidade, mas ai vem as desculpas, Perú não tem como usar minas, kkkkkkk
    Mas não é só isso chileno que a armada chilena não tem capacidade, ela também não tem capacidade de socorrer um submarino sinistrado como nós temos com o navio felinto perry.
    http://www.naval.com.br/blog/2010/10/18/nss-felinto-perry-suspende-rumo-a-antartica/
    Isso é importante, haja visto que vcs protagonizaram uma colisão entre um submarino scorpene e uma fragata tipe 23, onde o scorpene destruiu toda sua vela, poderia ter afundado e vcs estariam em situação difícil sem essa capacidade, vc falou que esse submarino está concertado e operacional, gostaria que vc postasse uma matéria sobre o retorno dele, pois não é de meu conhecimento nada a respeito, acho que vc falta de novo com a verdade sobre esse assunto, mas lhe darei o beneficio da dúvida e aguardo que vc prove o que disse sobre o retorno dele.
    http://www.infodefensa.com/latam/2014/07/23/noticia-chile-investiga-colision-submarino-scorpene-contra-fragata.html

    Bom, depois de rebater tantas questões que não são a realidade da armada chilena, usando de sites com credibilidade, usando de FATOS conhecidos por todos, espero realmente que os ufanismos chilenos soprem em outros mares, não é possível ver ___________________por um chileno que só fala mal do Brasil e de nossas forças armadas quando está debatendo junto com seus hermanos em sites chilenos, aqui ele usa uma certa diplomacia e evita usar os termos depreciativos e ofensivos que usa com seus compatriotas chilenos quando se refere ao nosso País.
    _
    COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO AOS DEMAIS, MANTENDO O DEBATE NOS ARGUMENTOS SEM ATAQUES DE CUNHO PESSOAL.

  240. Alexandre lara:
    “alexandre, sou chileno e posso asegurar que o chile, não precisa de helicopteros de combate como perú, nem todo pais precisa de helicopteros de combate, nossa ffaa já faz essa função e tb temos missil antiaereos que duvido que algum helicoptero peruano se atreva a passar para o lado chileno. Cuidado com o que diz. E para sua informação se vc que helicopteros, chile ja encomendou 8 helicopteros de combate black hawks uh-60m. Mas repito nossa força aerea, dão conta do recado sem precissar de helicopteros.”
    Quero lhe dizer que estamos falando de marinhas de guerra, não cabe colocar a força aérea do chile neste debate, até porque o Perú tb tem força aérea e ai já é outro assunto, o FATO é que a armada do chile é muito fraca no quesito aeronave embarcada, juntado a isso o fato de suas fragatas estarem com os misseis de defesa aérea vencidos, fica muito difícil confrontar a Marinha de guerra Peruana, na verdade a armada chilena não tem condições de enfrentar a marinha de Guerra peruana, seria um massacre contra vcs chilenos,e porque vc diz que eu tenho que ter cuidado com o que eu digo???

  241. Glax, concordo com tudo que falastes sobre os Tots, mas o pior é que mesmo que se conclua este plano mirabolante, o maior de todos os problemas da Marinha e da ABrasileiras vai impedir a operação plena destes meios, que é o orçamento de custeio, de onde saem os recursos para que estes meios possam operar.
    Se hoje com tão somente com cinco Subs diesel de baixo custo operacional, mal e porcamente conseguimos manter um ou dois em condições operacionais, como farão para manter sete ou oito e ainda um nuclear que tem um custo de operação deze vezes sperior aos cinco atuais????
    Não farão, porque não exisitirão recurosso para isto, estão aí as corvetas Inhaúma sendo revitalizadas a conta gotas e olha que estamos falando de merreca perto dos custos de operação dos meios por ti citados.
    Glax não esqueça; Ter ou comprar não podermanter e operar…..

    A equação é muito mais complicada do que nós imaginamos e a saída além de acabar com estes malfadados Tots que nada mais são, que uma forma achada pelo atual desgoverno Brasil de superfaturar preços de equipamentos militares a fim de poderem se locupletar dos contratos é sim uma racionalização, redução e padronização de meios e pessoal e da Oms, se não em breve nem canoas a Mb vai poder manter, ficará apenas pagando salários e diárias.

    G abraço

  242. Quando eu comento aqui é no intuito de debater sadiamente, expondo meus pontos de vista e meus conhecimentos, bem como ler sobre pontos de outros e aprender com seus conhecimentos, e quando me equicovo e alguém me corrige até agradeço, pois ninguém é o dono da verdade e pessoas estão passivas ao erro, vejo que muitas pessoas pensam como eu, mas também vejo pessoas em que o orgulho fala mais alto que a humildade e se cegam pela idéia fixa, relembrando que o que mais matou pilotos franceses na IWW não foram os pilotos inimigos, mas

  243. Alexandre,

    O fato da ARCH estar procurando opções de substituição pros seus misseis não quer dizer que estejam vencidos apenas que se aproximam de completar o seu tempo operativo mas nem mesmo estão próximos do limite. Eles ainda tem tempo operativo remanescente. As FFAA do Chile não deixam que seu material complete seu tempo de serviço sem ter um substituto à Altura de forma antecipada e seguramente serão substituídos por misseis mais capazes antes de completar sua operacionalidade. Foi assim com as Tiger, com as Leander, os Mirage elcan, os Mirage Pantera, os AMX, os Fuzis SIG, os Leo 1V, etc. Todos dados de baixa com tempo operativo excedente. Saiva que os o sistemas antiaéreos Sea Wolf que o Chile planeja substituir foram comprados em finais de 2006 Ou seja há menos de 10 anos e eles só entraram em operação em final de 2007. Esses misseis que o senhor considera vencidos estão em operação menos de uma década. Tal parece que o senhor no seu costume de usar até quebrar, esqueceu que existem pessoas e Nações que sem pras compras antes de exaurirem os seus meios. Ou o senhor vai comprar gasolina pro seu carro só depois que ele para de andar?

  244. Sem dúvida aircobra, sem dúvida, mas hora deles está chegando, a Roubenbrecht está acertando sua delação é aí nós vamos saber direitinho o tem de tão caro em Itaguaí….

    G abraço

  245. Juarez,

    Está é a minha pergunta:

    Como pode o Brasil, sendo a nação mais rica na América Latina (isto sem dúvida nenhuma) deixar de ter condições pra manter uma frota naval de combate que outros países do mundo, mesmo com menos recursos, conseguem?

  246. Fernando ” nunão” de martini
    “A questão que levantei foi de coerência. Se colocou OPV numa conta, tem que colocar na outra (o que você não fez). E, na minha opinião, OPV não deveria entrar em conta alguma comparativa se pensarmos em meios considerados, no Chile, como de “Unidades de Combate” e, no Brasil, como de “Esquadra” (e não estou aqui fazendo defesa nem da Marinha do Brasil nem da Armada do Chile, ”
    Amigo Nunão, debato com esse chileno desde 2012 em sites chilenos, ele sempre teve esse comportamento, “esquece” as capacidades de das nossas forças armadas, como fez no caso dos Helicópteros Sea Hawks da Marinha Brasileira e “aumenta ” as capacidades da armada chilena como fez dizendo que o chile tem tem 4 navios de patrulha, o que sabemos ser uma mentira.
    É assim com os P3 orion chilenos que no próprio site da armada chilena diz não ser para ataques anti buques ou anti superfície. veja como a armada chilena se refere aos p3 órion como avión de exploración e antisubmarino.
    http://www.armada.cl/armada/nuestras-fuerzas/2014-05-05/102102.html
    Ao dos contrário dos helicópteros cougar da armada chilena onde se lê claramente como para combate anti superfície, busca e anti submarino.
    http://www.armada.cl/armada/unidades-navales/aviacion-naval/helicoptero/sh-32-a-cougara/2014-04-17/161222.html
    veja o que diz essa matéria sobre os p3 do chile, além de mudar as asas, tem que modernizar os motores e integrar os harpoons, claramente se percebe que eles não usam misseis anti superfície.
    http://www.infodefensa.com/latam/2013/07/08/noticia-la-marina-de-chile-extendera-la-vida-de-sus-p-3-orion.html
    Vc ficaria surpreso se visse os comentários dele em sites chilenos, simplesmente detona com nossas forças armadas e com nosso País, aqui ele está muito polido, talvez para angariar a simpatia de alguns Brasileiros ingênuos.
    Veja que lá em cima ele fala claramente que temos quantidade, mas não temos qualidade e diz que deveríamos afundar nosso porta aviões, são coisas que já debati com ele, afinal, cada País tem sua estratégia de defesa. Penso que nosso Porta aviões pode até ter alguns problemas, mas não podemos acabar com uma doutrina que conquistamos há mais de 50 anos com o uso de porta aviões, e que nos garante superioridade aérea até mesmo usando caças A4 sem modernização, fico pensando em qual avião a armada chilena poderia usar contra nossos A4??? ou contra nossos Sea Hawks?? quanto tempo levaria para o chile criar um grupo de pilotos de caça em sua armada???
    Isso não seria fácil para eles e mesmo reconhecendo nossas dificuldades acho que estamos melhores neste quesito, aeronaves embarcadas, tanto em quantidade, como em qualidade.
    O chile na verdade tem 8 fragatas com alguns sistemas mais atuais que os nossos, como misseis harpoon com 120 km de alcance, mas de que vale esse alcance se vc não tem superioridade aérea e não pode “guiar” esses misseis além do horizonte radar??? cadê a qualidade ???
    De que vale ter uma defesa aérea com silos verticais, se está com os mísseis vencidos nas fragatas tipe 23???Onde está a qualidade???
    O debate é longo, mas nós Brasileiros que sabemos de nossas dificuldades, temos que saber que não existe mágica, como uma armada que tem apenas 1/6 de do orçamento da Marinha Brasileira poderia ter uma “qualidade” superior??? somente alienados poderiam pensar em tal absurdo, até mesmo porque os gastos com pessoal da armada chilena é muito parecido com o nosso, ou seja, cerca de 70% dos recursos são para pagar pessoal.

  247. Glaxs 7, isso é o que vc diz colega, mas sabemos que os motores desses mísseis só duram 10 anos no máximo, procure saber quando suas fragatas foram comissionadas no chile e verás que estão sim fora da validade, mesmo porque já vieram da Inglaterra em uso, o que dá mais um tempinho além do que estão na armada chilena, como não foram repotencializados em toda sua vida , fica fácil entender que a excelente matéria do site infodefensa é verdadeira e vcs estão com suas fragatas tipe 23 com sérios problemas nos propulsores e com a defesa AA vencida.

  248. Aos amigos editores do site poder naval, fiz um comentário bem longo e não está aparecendo, gostaria de saber se houve algum problema no envio do mesmo, abraços cordiais.
    _
    NOTA DOS EDITORES: O COMENTÁRIO FICOU PRESO NO ANTISPAM DEVIDO À GRANDE QUANTIDADE DE LINKS E FOI LIBERADO APÓS EDIÇÕES EXPLICITADAS NO MESMO.

  249. glaxs7 28 de fevereiro de 2016 at 20:17

    Juarez,

    Está é a minha pergunta:

    Como pode o Brasil, sendo a nação mais rica na América Latina (isto sem dúvida nenhuma) deixar de ter condições pra manter uma frota naval de combate que outros países do mundo, mesmo com menos recursos, conseguem?

    Eu tenho quase certeza que tu sabes a resposta a esta perguntas, mas vamos ser objetivos:

    Falta de determinação real da missão da MB
    Falta de foco
    Falta de racionalização
    Falta de padronização de meios
    Excesso de pessoal em funções meio e pouca gente funções fim
    Má dministração, principalmente do último comando
    Corrupçao

    G abraço

  250. alexandre 28 de fevereiro de 2016 at 20:43

    Glaxs 7, isso é o que vc diz colega, mas sabemos que os motores desses mísseis só duram 10 anos no máximo,

    Meia verdae, a durabilidade destes motores foguetes vai depender vários fat}ores, como armazenagem, tempo de permanência no VLS, temperatura, umidade, em fim, podem durar menose podem durar mais tempo.

    O sistema de propulsão das T 23 é o CODLAG, ou seja motores diesel e turbina a gás acoplados a alternadores que geram potência elétrica para motores elétricos, que trasnferem a potência gerada aos eixos dos hélices através de transmissão com reduções planetárias, um sistema bastante complexo, porém com pessoal qualificado, ferramental e recursos, não é impeditivo para a operação do navio.

    G abraço

  251. Suto,

    Não são acusações, apenas uma opinião. Não nos leva a nada ficar apontando o dedo a este ou aquele por que posta a sua opinião. Aliás acho até que enriquecem o debate inclusive as suas mesmo que eu não concorde com algumas.

  252. Alexandre, voltamos ao mesmo assunto de sempre, ” aminha é melhor do que a sua”, isto nada mais é do que aquela velha discussão politica em tempos de eleição, mostro teus defeitos, os aumento e até invento outros até vencer.

    Tal vez você não esteja por dentro mais o chamado “Armamento Maior”, raramente é vendido municiado. Vide o caso dos F 16 ex Holanda que tiveram seus sistemas e capacidades de lançamento de misseis AIM 120 retiradas antes da sua transferência pra FACH. Do mesmo modo que as Type 23 da ARCH foram compradas sem os misseis e estes foram comprados em finais de 2006 em quantidades não especificadas mas se sabe que entre 60 e 90 unidades. http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2006/08/02/armada-adquirio-misiles-antibuques-sm-39-exocet-y-antiaereos-sea-wolf-2/ Estes misseis ainda poderão receber modernização pra continuar operativos por mais uns 7 anos após 2017 que é o ano em que completam 10 anos de serviço mas, certamente, a ARCH não tem a intenção de repotenciar estes misseis pois os considera aquém das suas necessidades e por isso procura misseis mais capaces pra ocupar o lugar dos Sea Wolf.

  253. Alexandre, tu fala de coisas que não existem como se estivessem plenamente operacionais. A 4, NAe SP aonde????
    Tchê, doutrina de uso de aviação embarcada de asa fixa, cara isto nós tivemos até o inicio da decada de 2000, com as tripulações do Nael MG sendo transferidas para o NAE SP, mas de lá para cá meu amigo 80% deste pessoal deu baixa, e dada a inoperância do SP que já demanda mais de 10 anos perdemos totalmente esta doutrina, e serão necessários caso a marinha insita nesta idiotice do SP, pelo menos cinco anos de operações constantes para recriar a doutrina operacional.
    Outra coisa, os SP navais da ACH podem fazer OTH, e fazem isto constantemente, o calcanhar de aquiles deles é a cpacidade ASW em função da limitação do pairado a 15mins.

    G abraço

  254. Tia, meu coleguinha falou que a diretora é feia! Kkk
    Tia, aquelas carteiras que levaram pra consertar já ficaram prontas?
    -não joãozinho!
    Tia, quando as carteiras vão ficar prontas?
    -não sei jõaozinho, o marceneiro ainda não falou!
    Mas por que fessora?
    -já falei que não sei joãozinho
    Mas se o marceneiro falar alguma coisa a senhora me avisa tia? To muito ansioso
    -ta bom joãozinho, mas pare de perguntar a mesma coisa!

    Juarez gosta né?
    Kkk

  255. Perdão amigos, mas não resisti, kkk

    Foi mais forte que eu!

    Quanto aos Sea wolf, os chilenos ainda estão dentro da validade, soube de um armamentos da armada chilena que estava passando as férias no Brasil e por conhecidencia acabei encontrando em uma praia de recife com um buneu

  256. …Buneu (como o MO chama boné) da armada do Chile, o que me chamou a atenção e culminou em um bom papo, confesso que fiquei um pouco envergonhado em falar das reais condições, mas nada que ele não soubesse,

  257. Alexandre disse:

    “até mesmo porque os gastos com pessoal da armada chilena é muito parecido com o nosso, ou seja, cerca de 70% dos recursos são para pagar pessoal.”

    Os valores entregues pras FFAA do Chile este ano estão divididos da seguinte forma:

    Exercito: U$ 874 Milhões
    Armada U$ 660 milhões
    Força Aérea U$ 425 milhões

    Além disso, tem o repasse oficial de FFAA que é de U$ 2.Bi, 721 Milhões Se somarmos tudo isto daria U$ 4Bilhões Seiscentos e Oitenta Milhões. Convertidos em Reais aos dias de hoje daria R$ 18 Bilhões, 720 Milhões. Já imaginou se 70% deste orçamento fosse pra pessoal? Daria R$ 13 Bilhões, 104 Milhões. Ou U$ 3 Bilhões 276 Milhões. Isso dividido em quantos??? 88 mil chilenos,? daria 37.227 dólares por cabeça ou 148 mil Reais por cabeça… Até o Eike estaria se candidatando ao Exercito do Chile ne?

    Só um conselho, este teu comentário:

    “Vc ficaria surpreso se visse os comentários dele em sites chilenos, simplesmente detona com nossas forças armadas e com nosso País, aqui ele está muito polido, talvez para angariar a simpatia de alguns Brasileiros ingênuos.
    Veja que lá em cima ele fala claramente que temos quantidade, mas não temos qualidade e diz que deveríamos afundar nosso porta aviões”

    Tira de você qualquer enfoque objetivo sobre as tuas postagens e denota que teu interesse se limita apenas em contra de mim e ficar sujando o espaço com renzilhas pessoais (o que denota uma egolatria enorme e uma arrogância ainda maior) não nos leva a lugar nenhum.

    Esquece isso e se tiver algo de objetivo pra apresentar então posta.

  258. Não seria muita pretensão falar mal de uma marinha que usa seawolf GWS 26 enquanto sua própria marinha ainda usa o seawolf GWS 25 de geração anterior? É bom e salutar torcer por sua marinha e até mesmo puxar sardinha para ela em uma comparação, mas temos que ser realistas, mas uma coisa que o glaxs7 falou é que os chilenos não esperam o final da vida útil de seu material militar e que fiquem inoperantes para fazer sua substituição, essa deveria ser um dos focos da MB, e deveríamos torcer por isso e não ficar falando mal das marinhas que assim o fazem

  259. Airacobra esse chileno pode estar mentindo, afinal saber se o misseis
    estão valido ou não é uma informaçao sigilosa.Agora ele tem bo gosto
    Recife é uma linda cidade,digo esse não porque sou de recifense, mas é
    fato,.

  260. airacobra…

    de fato os meios chilenos são relativamente mais novos quando comparados a meios de diversas outras nações o que garante uma taxa de disponibilidade mais alta, mas, isso deve-se
    ao fator “Peru” um país com o qual o Chile sustenta problemas mal resolvidos de uma guerra ocorrida séculos atrás que incluiu a Bolívia.
    .
    O Peru é mais “pobre” que o Chile, mesmo assim conta com território e população maiores
    e discretamente vem atualizando seus meios. Não acredito que uma guerra esteja nos planos
    de ambas as nações, mas, a necessidade de dissuasão chilena é bem maior que a brasileira,
    não apenas porque não temos problemas fronteiriços e sim porque apesar das mazelas que
    sofrem as forças armadas brasileiras, mesmo assim, o Brasil é a potência regional inconteste.
    .
    Então baseado nisso discordo do Juarez quando ele alega falta de foco da marinha brasileira,
    o que ocorre é falta de um potencial inimigo.
    .
    Ter 8 combatentes de superfície e 4 submarinos é o ideal para a marinha chilena ? Certamente
    que não, pois não há margem de sobra nem para uma simples colisão que ocorreu entre uma T-23 e um “scorpene” e ambos ficaram inativos durante meses e por mais novos e em melhores
    condições que os meios navais chilenos estejam, não são imunes a paradas regulares para
    manutenções.
    .
    Também assim como em qualquer outra marinha os navios chilenos possuem qualidades e também deficiências como por exemplo as duas fragatas de defesa de área que não contam com um canhão principal nem instalações para helicópteros o que as torna menos flexíveis e o míssil SM-1 que já é considerado ao menos parcialmente obsoleto.
    .
    abs

  261. Dalton

    O fato de que o chile tenha uma série de implicâncias que o obrigam a ter uma força de dissuasão não tira dele o mérito de ter uma força de combatentes de superfície e até de submarinos, similar e às vezes, até superior que a do Brasil.
    Me parece absurda a sua colocação, então já que o Brasil não tem inimigos prováveis então vamos deixar que a coisa descambe, assim se um dia precisar de uma defesa efetiva terá as suas FFAA defasadas e despreparadas.
    A discussão aqui é se a Marinha do Chile é ou não um exemplo a ser seguido e ao meu ver, pelo nível do equipamento, pela qualidade deste, pela complementação com tecnologias locais, pelo profissionalismo, pela capacidade de resposta, pelo preparo, pela capacidade operativa e principalmente pela diferença em custos, tanto operacionais quanto de aquisição da sua frota, eles são sim um ótimo exemplo pois se considerarmos que o Chile tem uma população de apenas 17 milhões de habitantes e a sua força está sendo comparada (há um certo tempo) com as maiores da região e ante essas comparações tem se saído muito bem, então considero que é sim um bom exemplo. Ou o senhor acha compatível a comparação das FFAA entre o Chile e o Brasil sendo que o Chile tem apenas um 8,5% da população do Brasil?
    Além do mais, se analisarmos a sua colocação encontraremos motivos ainda maiores pra olhar o trabalho deles com mais atenção, como o senhor diz:

    “Ter 8 combatentes de superfície e 4 submarinos é o ideal para a marinha chilena ? Certamente
    que não, pois não há margem de sobra nem para uma simples colisão que ocorreu entre uma T-23 e um “scorpene” e ambos ficaram inativos durante meses e por mais novos e em melhores
    condições que os meios navais chilenos estejam, não são imunes a paradas regulares para
    manutenções.”

    Pelo menos eles tem uma desculpa pra parar por meses um sub e uma fraga, agora o qual é a desculpa da Marinha pra ter parado por meses um Portaviones que foi restaurado o ano passado e já deve entrar em outra modernização? Ou qual a desculpa pra permitir o Ceará ficar à deriva por uma semana a meio caminho das operações de paz no Haiti?

    Não vejo objetividade nas suas alegações, tem navios da escudara brasileira que passam anos parados pra manutenção.

    Mesmo a sua afirmação:

    “as duas fragatas de defesa de área que não contam com um canhão principal nem instalações para helicópteros o que as torna menos flexíveis e o míssil SM-1 que já é considerado ao menos parcialmente obsoleto.”

    Me parece fora de lugar pois esses dois navios com armamento “obsoleto”, são os únicos navios de defesa antiaérea de zona na região, algo que nem mesmo o Brasil possui.

    Uma outra coisa importante e que o senhor afirma de forma errada, o Peru não é mais pobre que o Chile, aliás, nenhum dos países que fazem fronteira com o Chile são mais pobres, nem mesmo a Bolívia, pois as jazidas de gás e de lítio da Bolívia são as maiores em terra firme do mundo. assim como as diversas riquezas que tanto a Bolívia, Peru e a Argentina tem nos seus territórios.

    O fato do IDH do Chile ser mais alto se deve a uma melhor projeção de exploração dos recursos naturais e não à riqueza do seu solo. O Peru, a Bolívia e a Argentina são ricos em recursos energéticos tanto gás como petróleo enquanto que o Chile produz um 3% da sua necessidade em petróleo e não tem gás nem recursos hídricos que lhe permitam suprir a sua necessidade energética. Por isso tem se tornado um dos líderes da região em aproveitamento de recursos de energias renováveis.

    A ARCH tem falências sim, mas dentro do seu contexto, comparado às condições económicas, população e outros fatores, tem conseguido montar uma força de superfície com um alto grau de modernidade, capacidade de resposta e operabilidade se comparado às outras forças da região incluindo o Brasil, e isso com apenas um sexto do orçamento Brasileiro. Tá, eu sei, o Brasil compra com TOT, pra construir localmente, ser independente tecnologicamente e se tornar uma potencia mundial e assim criar empregos, gerar divisas e equilibrar a balança comercial.

    E não esqueça que o Chile consegue isto sendo o país mais assolado por catástrofes na América inteira e um dos mais sofridos neste contexto no mundo todo. Vamos lembrar que a infraestrutura do país tem sido fortemente abalada por terremotos, tsunamis, aluviões, nevascas e erupções de forma constante e as instalações de ASMAR foram seriamente comprometidas há apenas cinco anos atrás e mesmo assim continua com um alto índice de operabilidade na sua frota.

  262. Souto disse:

    “Airacobra esse chileno pode estar mentindo, afinal saber se o misseis
    estão valido ou não é uma informaçao sigilosa.Agora ele tem bo gosto
    Recife é uma linda cidade,digo esse não porque sou de recifense, mas é
    fato,.”

    Conjecturas e nada mais, pode estar mentindo, pode que não, e aí, qual a verdade? A verdade é que esses misseis não levam nem 10 anos nos arsenais da ARCH E os da Marinha, saberia me informar há quanto tempo estão em operação?

  263. Dalton, donde disse “qual é a desculpa da Marinha pra ter parado por meses um Portaviones que foi restaurado o ano passado e já deve entrar em outra modernização?” entenda-se 2014, ao parecer ainda esqueço que 2016 já começou.

  264. glaxa7…

    na minha opinião a comparação entre as marinhas brasileira e chilena é descabida e apenas apontei que os navios chilenos possuem qualidades e deficiências como qualquer navio em
    qualquer marinha e possuir 2 navios equipados com o SM-1 ao menos para mim não é nada
    extraordinário mesmo a marinha brasileira não tendo nenhum.
    .
    Na minha opinião ameaças mesmo que remotas ou “implicâncias” como vc descreve, são sim
    um forte motivo para se ter meios mais preparados e normalmente as coisas não “esquentam” de
    uma hora para outra e arrisco dizer que o Brasil encontra-se em uma posição privilegiada
    quanto à falta de ameaças concretas e com tanta coisa por se fazer em tantas áreas é óbvio que
    o atual governo e também os próximos não irão considerar um aumento substancioso de recursos para as forças armadas.
    .
    Navio “velho” exige mais manutenção e é assim em qualquer lugar vide os USSs Nimitz e Wasp
    guardadas as devidas proporções, mas, o que se tenta fazer é atribuir a maior parte da culpa ao NAeSP que está aguardando verbas não apenas para uma simples reforma mas também
    para tentar mante-lo em serviço por um tempo mais longo do que o previsto na tentativa de se
    manter um mínimo de doutrina para quando e SE for possível adquirir um NAe novo.
    .
    A marinha chilena como já escrevi merece a minha simpatia, mas, não vejo como um exemplo a ser seguido até porque as necessidades e percepções de ameaças são diferentes e porque
    acredito que a marinha chilena deveria ser maior do que é no que esbarra na falta de recursos
    assim como acontece com a marinha brasileira.

  265. Glaxs7, no seu último comentário você se equivocou, e superestimou muito a situação do São Paulo, pois o navio nãos está operativo desde 2005, de lá pra cá passando por manutenções e mais manutenções, chegou a navegar para testes e provas de mar e novamente mais manutencao, mas operativo não está há mais de 10 anos.

  266. glaxa7

    os recursos para Itaguai não compreendem a substituição dos atuais combatentes de superfície
    e sim destinam-se a renovar e/ou ampliar à atual força de submarinos e a capacidade não apenas de construir submarinos por inteiro aqui no Brasil como dar a eles todo tipo de manutenção e mudar a força de submarinos mais o navio de socorro para outra e melhor localização que a atual.
    .
    Então sim, na minha opinião, faltam e continuarão faltando recursos para a marinha brasileira
    no curto prazo.

  267. Preparados contra quem ?

    A IV Frota dos EUA ou será a Frota Russa do Norte ou uma nova ameaça por parte dos
    franceses contra as lagostas brasileiras ou os inúmeros navios chineses que irão instalar-se
    na África em futuro próximo como já foi sugerido aqui ou contra todos ao mesmo tempo ?
    .
    Então…se eu desdenho essas ameaças ou outras que não enumerei porque se ter uma marinha
    de guerra ?
    .
    Enquanto as demais nações principalmente nossos vizinhos tiverem uma é natural que tenhamos
    uma também mesmo que distante dos planos “mirabolantes” como dizem alguns pois muitos
    outros planos “mirabolantes” surgiram no passado e deram em nada ou quase nada.
    .
    Eventualmente as coisas irão melhorar e consequentemente a marinha brasileira também irá,
    mas, no momento não devemos esperar nada nem em termos de equipamentos nem em termos de ameaças.

  268. Boa tarde,
    como cidadão comum e um pouco preocupado com assuntos que envolvem a segurança de nosso país, tenho acompanhado os vários tópicos a respeito aqui no PN (e na Trilogia em geral).

    Como o assunto aqui é um inevitável comparativo com a marinha do Chile, ou melhor, se a marinha do Chile é um exemplo a ser seguido então parece que os nossos irmãos latino-americanos estão de parabéns pois conseguem se manter de modo bastante razoável com o pouco que tem fazendo frente às suas ameaças peculiares. Diria, num mau trocadilho, que eles se mantém com “os remos na água”.

    O triste é constatar através dos relatos e números apresentados que a marinha do Brasil está indo de mal a pior e as nuvens no horizonte se apresentam cada vez mais negras.
    Por outro lado, existem as tentativas de explicar o inexplicável que, a esta altura já parecem piores do que o simples fato. Lamentável também!
    Outro detalhe interessante é saber que os estrangeiros estão bem a par do que acontece aqui. Talvez até melhor informados. Mais realistas!
    O Brasil não está sendo passível de ameaças no momento. E acredito que nenhum país poderoso se daria ao trabalho de nos invadir. Para quê? Eles conseguem tudo o que querem simplesmente subornando alguns caciques e distribuindo espelhos e bijouterias para o resto da tribo. Para que derramar sangue? Não há ameaças!
    Nem a pesca predatória é mais problema. Haja vista a presença de patrulheiro da marinha no Oceano Índico!? Parece que estamos tranquilos por aqui, sem preocupações…estamos seguros e protegidos.

    Por favor, senhores! Se o Brasil se envolver numa guerra com alguém (seja lá quem for) eu gostaria de morrer com o primeiro tiro pois o que vier depois será muito triste para a nossa História (se é que alguém ainda se importa com isto). Melhor não presenciar pois se em tempos de paz estamos assim….imaginem numa guerra de verdade.

    Abraços

  269. Bom, voltamos ao mesmo assunto. O problema do Brasil não está na falta de recursos pois existem países na região que conseguem ter suas FFAA à par das do Brasil, mesmo com um orçamento bem mais modesto e não é o caso do Chile apenas, a “Marina de Guerra del Perú”. Também esta num incremento substancial das suas capacidades.

    O problema é a interminável passividade do Brasil frente às reais necessidades e principalmente frente aos objetivos da suas FFAA como um todo. O Brasil é o único país da América do Sul com potencial de ser algum dia uma potência, então, por que as suas FFAA não estão sendo preparadas pra isso?

  270. Estão brincando de super trunfo?
    .
    As Forças Armadas do Chile tem um orçamento 6 vezes menor que o nosso. Olhem as FAs deles e olhem as nossas. Neguinho discutindo quem é melhor nisto ou naquilo, quem tem mais navios e tals…..e vejam que o resultado da discussão é parelho.
    .
    Pô!!!! Se gastam 6 vezes menos a discussão acabou. Eles são melhores que a gente e pronto. Isto é fato.
    .
    Ainda tem cara cego para a realidade! O orçamento da MB nao cobre em 2016 nem os gastos com os funcionarios!! oque eles fazem? Abrem concursos, aumentam o efetivo!! A MB já era!! Não há de onde vir recursos mágicos!!!! Ou cortam os gastos para poderem se reequipar ou deixarão de navegar, exatamente oque vai ocorrer este ano! E deixarão de navegar mesmo!!! isto é fato.
    .
    Sabe oq mais assusta? É a verdade estar bem a mostra e carinha nao enxergar. Acham que tudo se resume a este governo? Tipo: tiramos ele e tudo se resolve? Vai aparecer uma varinha mágica e dinheiro vai aparecer no orçamento para escoltas de 6000t e todos os seus sonhos? Isto não existe!!! Não há dinheiro e nem de onde tirar. Vai demorar mais de uma decada para corrigir as c.agadas que fizeram!!! O proximo governo, seja lá quem for, esta f.errado!! Vai ter de tomar de imediato todas as decisões dificeis que os 2 ultimos governos não fizeram!!! E vai ter de tomar mesmo, porque o buraco está aí e não há mais como fugir dele.
    .
    Lembram da Grecia? Aquele lance de ir no banco e nao conseguir sacar seu dinheiro? O desemprego sair de 10% para 50%? (nem quebramos e o desemprego estara chegando em 20% este ano) É isto aí que está se aproximando. E o proximo governo vai ter de cortar tudo, vai ter de mexer em todos os vespeiros!!!! Demitir, privatizar e tentar conseguir um emprestimo de US$500 bi para conseguir rolar a divida publica que ja existe!! Ou seja, se corrigir tudo que há de errado (todas medidas impopulares que ninguem vai querer) , ainda vai faltar muito dinheiro pra economia nao quebrar!!! Vamos acordar.

  271. Só o fato de estarmos discutindo as capacidades da Armada Chilena Vs a MB já coloca os nossos vizinhos em um patamar de excelência em foco, planejamento, pragmatismo, definição da missão/ameaças e principalmente de responsabilidade no mínimo 15 anos na frente do Brasil e os mais de 330 comments atestam isso.

    Como o próprio Galante(?) disse uma vez em relação aos F-16 Chilenos: “Que inveja do Chile.” – Galante, coloca essa post ai… 🙂

    Grande Abraço.

  272. Nós precisamos entender que o Chle é um país sério, que leva a sério as leis e tem suas FAs tem foco, aqui, bom aqui eu vou definir com um “conto” que eu passei:

    Idos da da decada de 80, e o grupo de caça veio fazer u exercício com o 14 na BACO, lá pelas tantas um motor de um F 5 deu pau, perda parcial de compressão no estator.
    Era uma zuaca total, pois o exercicio estava forte e com até 15 aviões no ar, lembro que os pessoal de apoio GC enredou uma tarde em voltado motor e nada dele ser estraído do berço, la pelas tantas, perguntei e aí guerreiro, que tá passando??

    Resposta: O gaúxxxxxcho, nós tamos aqui nessa maneca(serviço brabo),e esta porrrra deste frio do caraaio(fazia usn 4 graus naquele dia) com este merrrda desse motorrrr.
    Aí eu disse, ohh guerreiro, aqui a gente troca um motor em duas horas…
    Resposta: Se tá louco gaúxxxxxcho, oói aqui…..
    Eu disse, quer apostar:
    Não deu outra nos atracamos entre três com “ravecão”, um carrinho que foi desenvolvido pela ESM CO para ajudar a retirada do J 85, e em 1.45Hs o bixo tá fora, em seguida veio um sub e disse:
    Caaaara, voces quer nos fudêeeeee, porra meu, o Operaçoexxxxxs nosso vai vê isso ai que se fez e vai querer que noxx faça o mexxxxmo pô.Se tá querendo cocca no noss, o gauxxxcho façao seu que eu faço o meu.

    Este é o espírito da coisa…….

    G abraço

  273. Bom mas a pergunta é, serve como exemplo pra Marinha do Brasil??? O perfil da Armada de Chile pode ser adaptado ao da Marinha do Brasil? Quais os benefícios e quais as dificuldades? e principalmente, é o que a Marinha do Brasil busca ser?

  274. Claro que serve como exemplo, mas daí a MB querer seguir é outra história. Acho que cada uma tem missões diferentes,mas acredito que boa parte da doutrina de mantenimento, de administração de meios e de pessoal podem ser utilizadas como exemplo. O benefício maior seria a maior disponibilidade que refletiria em um maior nível de operacionalidade e profissionalismo. A dificuldade está na MB querer mudar a forma de pensar ser marinha. Existe ai a clara necessidade do poder civil constituído definir de forma clara e factível qual é a missão, e em seguida definindo junto com o CM, os meios necessários para cumpri-la, os recursos necessários e o principal, de onde sairão estes recursos, que no meu entender estão ausentes no END, no Livro Branco e nas demais peças de ficção científica criadas pelo Mindef.
    Glaxs7, enquanto tivermos mais almirantes do que navios de combate, vamos ir exatamente de nada a lugar algum, a propósito quantos almirantes a ARCH tem na ativa????

    G abraço

  275. Juarez, Almirante mesmo, na Atualidade apenas um, o senhor Enrique Larrañaga Martin. Tem mais seis Vice Almirantes e vinte e cinco Contra Almirantes.

  276. Desculpem mas acho inevitável este comentário. Não dá para ficar quieto.
    A marinha do Brasil parece aquele time da 5ª Divisão do Campeonato que possui um plantel de 200 jogadores mas não consegue ganhar de ninguém. E, nas entrevistas, ouve-se a eterna desculpa de que falta dinheiro para contratar o Neymar, Messi, Ronaldo, etc. e sem isto não será possível montar um time!?
    Felizmente ainda temos alguns acordados por aqui (contrariando o “deitado eternamente em berço esplêndido”). Espero que estes poucos consigam fazer a diferença.
    Novamente parabéns à Marinha do Chile pela eficiência demonstrada.
    Abraços

  277. Desculpa gente mas não aguentei. Só voltei pra desmentir aquela versão de que os persuaders da ARCH não estão armados. Aqui uma foto do numeral 067 de guerra anti Submarino e segundo alguns relatos encontrados também possuem capacidade de lançar Harpoon.

    http://interdefensa.argentinaforo.net/viewimage.forum?u=http%3A%2F%2Fwww.aviationcorner.net%2Fpublic%2Fphotos%2F5%2F7%2Favc_00181557.jpg

    Escolhi um site que não fosse chileno pra não dar trela. Na foto se apreciam: o sistema MAD, a Sono Boia e os cabides pra portar armas.

    Beijos Alex!!!

  278. Glaxs7,
    Acho boa sua presença aqui nos comentários pois sempre é bom ter alguém que tem mais informação sobre uma cultura diferente opinando e deixando claras suas idéias e acho que a discussão.

    .

    Gelson,
    Sou obrigado a discordar pois dinheiro não falta, como bem foi citado o Chile com 1/6 do nosso orçamento tem hoje uma força de superfície melhor estruturada, se veres a grosso modo não será difícil reparar nas vantagens chilenas, porém o mundo não gira em torno de nossos vizinhos e por mais que hoje a MB esteja velha e cansada em questão de meios a marinha do Chile passa pelas mesmas dificuldades e que não seja por isso que uma das duas possam ser subestimadas pois eu já cantei a pedra no post aqui mesmo “que marinha queremos” quando disse que mais compras de oportunidade estão por vir mas que ainda assim não sanariam o problema brasileiro e que coisas como o programa de reaparelhamento da marinha deveriam ser levados mais a sério.

  279. pedro possa

    Justamente é aí onde, ao meu ver, se gera o problema. A Marinha do Brasil tem um orçamento que, em teses, deveria lhe permitir uma capacidade no mínimo de o dobro de qualquer outra da região. Mas, por causa das TOT está como está, capengando e sem grana. Não existe racionalidade ao projetar o futuro da Marinha. Justo agora que a sua frota está vencendo, se lançam com o PROSUB, sepultando por pelo menos 10 anos o reaparelhamento do resto da frota.

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