Residentes do território autônomo vêem a chegada do Liaoning como sublinhando a posição linha dura do presidente chinês uma semana após sua visita à cidade

O primeiro porta-aviões da China emergiu da névoa nas águas ao sul de Hong Kong na manhã desta sexta-feira, liderando a flotilha de quatro navios que deu uma poderosa demonstração do poder de Pequim.

O navio-aeródromo, batizado de Liaoning homenageando uma província do nordeste do país, navegou entre meia dúzia de porta-contêineres quando entrou nas águas de Hong Kong, por volta das 7h30.

A visita inaugural do navio a Hong Kong ocorre menos de uma semana depois que o presidente chinês, Xi Jinping, visitou a cidade, alertando que a antiga colônia britânica não deve se tornar uma plataforma de lançamento para os desafios à autoridade de Pequim.

Centenas de Hong Kongers ansiosos acamparam durante a noite, enfrentando chuvas esporádicas e temperaturas em torno de 30ºC, para conseguir um dos únicos 2.000 ingressos para visitar o porta-aviões. Mas as visitações serão rigorosamente controladas, sem câmeras permitidas a bordo e apenas os residentes permanentes da cidade puderam receber ingressos. A mídia estrangeira não foi convidada a visitar o navio.

FONTE: The Guardian FOTOS: AFP e Getty Images

47 COMMENTS

  1. Caramba, que susto!

    Quando vi a foto rápido achei que era Niterói ao fundo e o navio chegando no RJ!!

    kkkk

  2. Quando vejo o Lioning penso no que poderia ser feito com nosso Sampa… sem a participação dos franseses, por favor!

  3. Ziede, perda seria se nós inssitissemos com esse sugador de dinheiro. Foi a melhor decisão que a marinha tomou nos últimos anos. Não temos necessidade de termos um navio aeródromo.

  4. ACREDITO QUE HÁ DUAS DESTINAÇÕES ÚTEIS AO SÃO PAULO NESTA ALTURA DO CAMPEONATO. 1) ser entregue à Engreprom para estudo completo e minucioso da embarcação e de seus vários sistemas (pensando na substituição teórica deles por outros no estado da arte. Exemplos, catapultar e sistemas de recolhimentos de aeronaves, elevadores, sistema de energia etc.), mesmo que seja necessário estudar parafuso por parafuso, visando futuro projeto autóctone baseado especialmente no casco do SP, com tombadilho de operações maior e mais eficiente, inclusive pensando-se em duas ilhas; ou 2) tentar fazer como os chineses fizeram, isso em momento econômico mais favorável. SIMPLESMENTE ENCAMINHAR A EMBARCAÇÃO PARA O DESMANTELAMENTO É JOGAR FORA UMA DAS DUAS OPORTUNIDADES QUE ACIMA ELENQUEI. Trabalho dará, mas nada se consegue sem trabalho.

  5. O NAeSP foi comissionado na marinha francesa como “Foch” em 1963, portanto é uma situação bem diferente do NAe chinês que é bem mais recente e não depende de catapultas para lançar aeronaves, o que torna um NAe mais complexo e mais caro.
    .
    Quanto às catapultas do NAeSP , de origem britânica, elas estão defasadas…mesmo os franceses utilizam no NAe “Charles De Gaulle”,catapultas americanas C-13 construídas sob licença e mesmo assim são bem mais curtas que às americanas, porém, bem mais longas que as que eram utilizadas pelo NAeSP, então receio que não haja muito o que aprender com elas
    e não seria viável economicamente desenvolver e fabricar um par de catapultas apenas ainda mais que tudo indica catapultas eletromagnéticas parecem ser o futuro.

  6. Diego, independente da.modernizacao, ele ficaria parado na BNRJ como esteve nos últimos 15 anos, porque o problema não está em TER, está sim em MANTER.
    Entendendo isto ti vais compreender o resto.

    G abraco

  7. FRL, hoje, não há estrutura industrial para apoiar a empreitada, não há pessoal qualificado, e na há vontade de fazer, e principalmente não há dinheiro, e não haverá nodpróximos anos. Está página tem que ser virada e mudar a forma de pensar marinha, se não em breve só vai ter almirante sem.navios….

    G abraco

  8. Prezado Juarez, complementando seu comentario….Almirantes e contra almirantes assim como capitaes eh o q mais tem na MB……mas navios q eh bom…..nadaaaaaaaa…..rsrsrsrs

  9. Foch?? Aquela porcaria francesa deveria ter sido afundada a tiros!! Vamos parar de conversa mole! Ha mais de cem anos atras Brasuleiroa do quilate de Rio Branco e outros patriotas exultaram com os Dreadnoughts e hoje quando temos base industrial e uma das maiores economias do mundo algubs derrotistas propagam inverdades, vai saber com que intetesses politicos….nao precisamos?? Ha 107 anos atras precisavamos? Logo depois veio a I WW em seguida a II WW. Que vale a vida de 1 milhar e poucos de “vira latas” que se oetderam no mar, ne nao? Alguns dizem que caminhamos para nova conflagracao mundial. Talvez. Sera que mais uma vez estatemos “desprevinido”. Se nao precisamos porque a China, a India, a Russia nossos mui amigos dos BRIC precisam? Porque decadentes potencias de outrora xomo Inglaterra,Franca, Italia, Espanha, Japao precisam? Porque paises muito menos expressivos como SKoreia e Malasia precisam?? Temos “Brasileiros” que morrem de medo go nosso pais se afirmar mundialmente, porwue sera, hein??

  10. Não fosse esta malfadada corrupção e descaso com a defesa. Teríamos aproveitado bem o São Paulo nestes 15 anos. E hoje uma projeto de porta aviões moderno a mais adequado as nossas necessidades ja estariam adiantados para termos uma esquadra de verdade. Porta aviões e escolta. Fragatas,Corvetas e navios patrulha. O tamanho da nossa economia suportaria bem a manutenção destes meios. Porém, com estes que comandam o país, ficamos somente nas miragens.

  11. Antonio, não é só a corrupção, é o sistema,compare o tamanho da Marinha Australiana ou Canadense com a nossa, número de pessoal, em especial o de oficiais generais, a corrupção é crucial, mas não é a única “dona do problema”. A que se mudar a fomra de pensar e de fazer marinha.

    G abraço

  12. Juarez. Saudações.
    Concordo com teu comentário do dia 8 e o ultimo. Tudo é um processo. E o nosso é vicioso e avacalhado. A velha cultura do privilégio do ibérico deu nisso.

  13. Srs
    O almirantado fundamentou as razões para decidir pelo sucateamento do SP nas dificuldades e custos para recuperar os sistemas de energia e propulsão a vapor.
    O fato é que a base da argumentação para dar fim no navio não se justifica.
    O SP faz uso de turbinas a vapor para propulsão e energia e caldeiras para fornecer o vapor para as turbinas e para as catapultas.
    Ora, turbinas a vapor foram o principal sistema de propulsão dos navios mais rápidos, belonaves inclusas, e até hoje são utilizadas pelos navios de propulsão nuclear. É tecnologia consolidada e em pleno uso, até porque são usadas em usinas térmicas (no Brasil, inclusive).
    Mesmo as caldeiras, apesarem de terem sido substituídas nos navios nucleares por reatores e trocadores de calor (parcialmente pois estes tem similaridades), ainda tem grande uso nas usinas térmicas, e naturalmente, são de tecnologia também muito consolidada (existem há mais de dois séculos).
    Ou seja, turbinas a vapor e caldeiras não são o ó do borogodó, e há disponibilidade de profissionais que trabalham com elas. É certo que a maioria esta no Tio Sam, como também os que trabalham com as catapultas, mas isto não é novidade, é um fato desde a década de 60 do século passado.
    Portanto, afirmar que há riscos na manutenção de tais equipamentos é forçar a mão. É claro que tem seu custo e não pode ser feito rapidamente, mas é bem mais simples que, por exemplo a manutenção de um Nimitz, manutenção que não demora 10 anos.
    Aliás, até a menos de uma década, os americanos mantinham os PA de propulsão similar ao SP e suas paradas não impunham tanto tempo assim.
    É claro que a manutenção do sistema de propulsão e vapor do SP teria que ser feita por profissionais do EUA ou pelo menos com engenharia e supervisão deles, mas isto seria para qualquer PA Catobar;
    Outro aspecto citado, a falta de din din.
    Ora, se a MB conseguiu o din din para comprar o Sirocco (~120 milhões de dolares) a e consegue para o Ocean (300 milhões de reais) e o din din estimado para uma modernização do SP com troca do sistema de propulsão e energia era de 1 bilhão (a manutenção do sistema existente deveria sair por menos) a dificuldade não seria tão grande assim. Aliás, considerando um prazo de 4 anos para a manutenção, o que estaria dentro dos padrões americanos, representaria 250 milhões por ano, o que não seria tão complicado de se obter, até porque, com uma boa negociação, poderia ser financiado.
    Agora, se o real problema é falta de caixa para manter o navio operando, pois a MB gasta demais em outras “prioridades” como manter um quadro de pessoal desproporcional ao número de navios, teria sido mais mais honesto os almirantes assumirem que a MB vem sendo mal administrada e que corrigir isto levará tempo, tempo em que o SP, mesmo reformado e plenamente em condições de uso não poderia ser utilizado.
    Ou seja, o almirantado precisa por a cara para bater e assumir que a MB fez barbeiragem e não tem condições de ter um PA.
    É claro que aí vem a pergunta: a MB tem condições de manter um submarino nuclear?
    O SP e aqueles tripulantes que trabalharam para que ele pudesse cumprir o seu papel merecem mais do que desculpas que escamoteiam a real condição da MB e os erros que a levaram (e talvez persistam) a situação atual.
    Sds

  14. Control, não é bem assim a questão da propulsão:
    Ao converter a planta de propulsão do SP para marpol, bem como a caldeira que geraria vapor para a catapulta e os GGP também para diesel, o consumo seria algo estratosferico, e para fazer os 30 kts necessários para as operações aéreas, o Gastão Mota e o Falecido Marajó teriam que navegar ao lado dele o tempo todo provendo combustível.
    Tudo isto para operar um grupo aéreo da década de 50, Valéria o investimento?
    Eu penso que não.

    G abraco

  15. Deveriam reduzir o quadro da marinha urgente.
    Como não concordo com demissões, poderiam pegar o pessoal da saúde para trabalhar para o sus. Tanto poderia ser na atenção básica quanto em hospitais.
    E passariam os gastos para o ministério da saúde.
    Grande parte dos marinheiros seriam mandados para a Amazônia fiscalizar as fronteiras e rios. A economia com a redução da entrada de drogas poderia ser revertida para a própria marinha.
    Em vez de ir para o mar, os caras poderiam ficar três meses na Amazônia ou se mudar de vez para lá.
    O pessoal administrativo iria trabalhar na fiscalização de embarcações entrando no país, tipo receita federal…
    Já que não há navios, reduz-se o quadro.
    Os oficiais de alta patente iriam comandar essas “frotas” amazônicas…

  16. Srs
    Jovem Juarez
    Realmente, manter o SP em operação, mesmo conservando o sistema de propulsão e geração de energia (caldeiras e turbinas a vapor) não sai barato, apesar do óleo combustível pesado ser mais em conta que o diesel.
    Mas seria a solução de menor custo pois implicaria em uma menor mexida na estrutura do navio apesar de implicar em bastante trabalho. E, para isto existe profissionais e empresas qualificadas.
    Há várias coisas questionáveis na história do SP na MB, começando pela opção de não realizar a manutenção necessária quando de sua compra e terminando no empenho da MB em contratar os franceses para sua modernização, quando, os maiores “experts” em sistemas de propulsão a vapor e catapultas, hoje, são os americanos.
    Mas o ponto principal, é que a MB alegou custos e prazos muito grandes para a manutenção do SP quando a realidade é que ela pouco fez para manter o navio operacional. Aliás, nem mesmo buscou realizar, em um tempo razoável, os projetos que estabeleceu para torna-lo operacional (vide a modernização dos A4, o tal do projeto do reabastecedor (Trader) e do AEW, e por aí vai).
    Após o grande empenho em dispor de uma aviação naval de asa fixa, com a mudança das leis, compra dos A4 e o empenho em seu uso no Minas, a MB só fez planos e iniciou projetos.
    Veja o caso dos Trader / Tracker: a MB adotou um planejamento de tal longevidade que, quando recebesse os Tracker ASW, o SP já estaria virando sucata. Observe-se que, quando o lógico seria a MB adotar a prioridade para os Tracker para a função AEW, ela optou por, em primeiro lugar, modernizar os Trader para a função COD.
    E, mais, quando a prioridade seria dotar a esquadra com meios operacionais, a MB ficou a vender planos de uma segunda esquadra e inchou o quadro de pessoal, deixando a que existia se acabar.
    Ora, é óbvio que houve erro no planejamento (alguns diriam irresponsabilidade). O irritante e um desrespeito a verdade e ao país é o fato que os almirantes não reconhecem a caca que fizeram e ficam a apresentar razões outras para justificar o fato que atuaram de tal forma incompetente, no que se refere a aviação naval, que jogaram uma pá de cal sobre ela.
    Que sai caro operar um Nae, isto é óbvio, mas A MB conseguia operar o Minas nos tempos bicudos das crises econômicas e, logo na época de maior abundância de din din (vide os orçamentos na última década) a MB não conseguiu/consegue manter seus navios.
    E,pior, mesmo alegando falta de dinheiro para manter / renovar a esquadra, SP incluso, a MB continuou a expandir o seu quadro de pessoal.
    Sds

  17. Para quem não planeja qualquer resultado é razoável, mas não tratarei disso agora, é perda de tempo..

    FRL
    Gostei muito da sua primeira opção, só daria um fim mais construtivo para a imagem das FFAA, ao término do processo de aquisição de tecnologia. Acho conveniente que o São Paulo siga o curso do Intrepid. Em um convênio com o Museu da FAB, lá dos Afonsos, o São Paulo daria um formidável Museu Militar e poderia exibir um magnífico acervo ao lado do museu do amanhã, com participação publico privada (lojas e outros estabelecimentos), mas entrada gratuita e manutenção do Estado.

    Um fim honroso para uma aventura sem fundamento.

  18. Eu acho que o Brasil deveria desmobilizar suas FFAA na atual filosofia empregada hoje, reconhecidamente não temos um espírito beligerante no nosso povo, pelo contrário, somos uns defecadores com relação a isso. Temos que tomar o exemplo dos 3 países derrotados da 2a guerra (Itália, Alemanha e Japão) e formar forças de auto defesa modernas, bem treinadas, armadas e prontas para a mobilização. E o mais importante, erradicar de uma vez por todas o chamado ”jeitinho” de nossa cultura que destrói nosso país, que começa sim em casa, na mesa do jantar e termina nas mais altas esferas do poder político. Fora isso continuaremos a ser um eterno produtor de commodities, parque de diversões para adultos, anão diplomático, um país decorativo mas não útil e consumidor de sucata militar do ”G 7”.

  19. Achei que esses caças são extremamente grandes! apesar das 40K a menos que os PA americanos, ele tem 30 mts a menos de comprimento e quase a mesma largura, mas cabem bem menos caças no convés, é isso mesmo? Nos PAs americanos cabem 5 caças atrás da torre e dois no fundo (como está no PA Chines), fiquei confuso, porque os números das dimensões não parecem bater com a disposição das aeronaves

  20. Eduardo…
    .
    você não está considerando que a maior “largura” nos NAes da US Navy, mesmo que não seja assim tão maior, acompanha uma maior parte do convés, o que dá uma aparência de retângulo
    ao convés quando visto de cima, enquanto que no NAe chinês a maior medida de “largura” é em apenas um ponto e isso faz enorme diferença.
    .
    Também a super estrutura do NAe chinês é muito maior que a equivalente no NAe da US Navy e assim indisponibiliza áreas para estacionamento de aeronaves e a presença de uma “rampa” na parte dianteira do convés de voo rouba ainda mais espaço enquanto que é prática nos NAes da US Navy estacionar aeronaves sobre a catapulta da direita enquanto se utiliza a catapulta esquerda para lançamentos.
    .
    abs

  21. Acho que tentar reaproveitar o SP não dá mais, mas realmente buscar conhecimento para ter um no futuro, quem sabe. uma alternativa seria converter o projeto do Navantia LHD Juan Carlos/Canberra em STOBAR, eliminando as catapultas e empregando uma versão navalizada do Gripen. no caso, um convoo angular e uma proa toda skyjump. reposicionamento e criação de dois elevadores a margem do convés e uma ilha menor. são 231 m, daria certo?

  22. Dalton, obrigado! Fui investigar sobre os caças também e achei informações de que SH é 2 mts menor em comprimento, mas as asas, quando dobradas, o fazem ter 2 mts a mais de envergadura que o J15. 9mts do SH contra 7mts do caça Chinês.

    Para que eu não fique na ignorância , descobri que o que chamei de “largura” é o que chamam de “boca”

    http://2.bp.blogspot.com/_aYAUsn-hXgc/TTyyDNpGcgI/AAAAAAAAAgE/aXBGQpARPAQ/s1600/2m5axwx.jpg

    Mudando de prosa, achei outras coisas, são 3 helis diferentes, identifiquei o ZHI-8 (clone do AS-321?), o Z-9 (Dauphin, construído sob licença) e o Z-18 (que deve ser o “j” que funciona como AEW, até que eles coloquem algum AWACS neste NAe)

    Sobre o AWACS parece existir um protótipo do Y-7 => http://defence-blog.com/wp-content/uploads/2015/01/004gOWFpzy6P2C8ZJMc38690.jpg

  23. Srs
    Jovem Moriah
    O Cavour é mais promissor como base para o desenvolvimento de uma solução STOBAR ou até CATOBAR, pois o seu porte é similar aos Essex que, nascidos com convés corrido direto como o do Cavour, puderam receber um convés para pouso em ângulo, cabos de parada para jatos e catapultas. Um Gripen naval, por exemplo, operaria em um Essex.
    Sds

  24. Boa noite
    Prezado Antonio Marques
    A diferença de Forças Armadas e Forças de Defesa é só o nome. Avalie bem o poderio Alemão, Japonês e Italiano.

  25. Senhores
    Pode ser viagem, mas já perceberam q nossa FAB e MB entraram em derrocada desde a criação da UNASUL, mais ou menos?
    Deixamos de vender MEM para um pais, pq o governo teve medo do EI associar esta venda a um apoio contra eles.
    Será q os PTocas perceberam q uma boa FAB e MB com os acordos da UNASUL poderia nos levar a ser empregados para comprar a briga de alguns hermanos?
    Pode parecer viagem, mas pelo q vi do desgoverno esquerdoca, não duvido de nada…
    essas Forças estão muito mal, pelo q já foram…
    Sds

  26. Control…
    .
    um “Essex” mesmo na configuração original era maior que um “Cavour” e possuía um arranjo interno mais adequado e após reconstrução o deslocamento aumentou consideravelmente,
    mas, importante também foi o comprimento de um “Essex” para se ter um adequado convés em ângulo e mesmo assim, quando comparo meu modelo do “Intrepid” um “Essex” reconstruído com o modelo do “Charles de Gaulle” o convés em ângulo do “Intrepid” é bem mais curto e bem mais estreito.
    .
    Um “Cavour” não seria a melhor opção para se ter um NAe com duas catapultas e convés em ângulo…mesmo a Índia está construindo um NAe de cerca de 40.000 toneladas com convés em ângulo porém com “skijump” que provavelmente é considerado o menor tipo para se ter boa eficiência.
    .
    É necessário um navio maior que o “Cavour” para o que você sugere.
    .
    abs

  27. Srs
    Jovem Dalton
    A sugestão foi o uso do projeto do Cavour como referência ao contrário de se tentar adotar como modelo o Juan Carlos.
    Quanto a citação do Essex, cabe observar que o Cavour tem praticamente o mesmo comprimento que os Essex antes de sua modernização, boca similar e deslocamento perto de 90% deles (full).
    Portanto as dimensões são bastante similares.
    E, se os Essex puderam receber o convés em ângulo, cabos de parada e catapultas, não há porque um casco tendo como base o do Cavour não poder.
    Sds

  28. Control…
    .
    o “Essex” mesmo originalmente tinha 22 metros a mais de comprimento total que o “Cavour” e
    esses 22 metros aliado a uma boca praticamente igual complicaria a instalação de um convés em ângulo” que no caso do “Essex” reconstruído atendia o mínimo necessário , sendo muito menor em comprimento que o convés em ângulo do “Charles De Gaulle” que no início não podia operar com segurança o E-2C e portanto foi ligeiramente estendida.
    .
    O “Essex” foi planejado desde o início com catapultas, maquinário e cabos de retenção…o que
    foi feito posteriormente apenas incluiu catapultas e maquinário mais atualizado, mas, o espaço
    ao menos já estava lá e uma boa reserva para crescimento.
    .
    Provavelmente você está pensando em catapulta eletromagnética isso exigiria mais energia e mais espaço também e mesmo uma catapulta curta de 75 metros como a utilizada pelo
    “Charles de Gaulle” complicaria sua instalação em um convés mais curto ou limitaria à apenas
    uma e a capacidade de transportar aeronaves seria pequena, talvez umas 20 aeronaves
    entre aeronaves de asa fixa e asa rotativa.
    .
    O NAe em construção para a Índia será um navio maior que o “Cavour”…terá umas 40.000
    toneladas para também fazer frente a um convés em ângulo e poder embarcar algumas poucas aeronaves à mais.
    .
    abs

  29. Wellington…
    .
    a explicação que encontro é a seguinte: muitas marinhas reservam para suas classes de navios alguns números, seja com 2 dígitos ou três dígitos …veja por exemplo à Marinha Francesa que para NAes utiliza os números entre 91 e 99 tanto que quando o” Foch R-99″ foi descomissionado o seguinte o “Charles de Gaulle” recebeu o indicativo “R – 91” e não o “R-100”.
    .
    Os chineses criaram o sistema deles e assim seus navios anfíbios portam indicativos com “900” seus “destroyers” com “100” e assim por diante.
    .
    abs

  30. Srs
    Jovem Dalton
    Para ficar simples, dados da wiki:
    Cavour
    Comprimento: 244 m
    Flight Deck: 232,6 m
    Boca: 29,1 m
    Deslocamento: 30.100 ton full
    Essex: (antes de receber convés em ângulo)
    Comprimento: 265,2 m (short bow), 270,7 m (long bow)
    Flight Deck: 262,7 m (short bow), 257,3 m (long bow)
    Boca: 28,3 m.
    Deslocamento: 34.000 ton full
    Quanto as catapultas, parte dos Essex receberam duas, parte uma e alguns nenhuma.
    Cabe observar que houve duas séries (classes?) de Essex, a original e a iniciada pelo Ticonderoga.
    Como pode ver, o Cavour não difere em muito do Essex, o que significa que não seria tão difícil, sua evolução para um PA com convés em ângulo, o que era a pergunta original do Moriah (nem estava no mérito as catapultas).
    Cabe lembrar, também, que o Cavour foi pensado para apoio a operações anfíbias, o que não seria o caso de um PA puro, o que significa maior espaço para os aviões.
    Na verdade, uma boa solução seria um Cavour um pouco maior, com uma ilha menor em comprimento e a adoção de uma catapulta emals avante a estibordo (talvez até conservando o sky jump) e uma catapulta no alinhamento do convés em ângulo. Isto permitiria ao navio lançar aviões, eventualmente, sem usar as catapultas.
    Sds

  31. Control, o uso e mals em PA com propulsão convencional é praticamente inviável, porque:

    Porque a geração dos picos de tensão necessários para operações de lançamento exigiria um grupo gerador extremamente, extremamente grande e que complicaria o armazenamento de combustível e diminuiria sensivelmente o range do navio.
    Catapultas e mals só rodam com propulsão nuclear, e os Chineses já sabem disto.

    G abraço

  32. Srs
    Jovem Juarez
    As catapultas eletromagnéticas nada mais são do que motores elétricos lineares de curto tempo de operação (a aceleração do avião), ou seja um pulso de corrente de curta duração. Para isto, a solução melhor é o armazenamento da energia em bancos de capacitores.
    Isto permite que as fontes de energia elétrica (geradores) não precisem ser com a capacidade de pico exigida pelo conjunto de motores lineares, pois os capacitores podem ser carregados por um tempo bem maior do que o de sua descarga nos motores lineares. O pulo do gato é o controle da energia a ser aplicada nos motores e a eficiência destes (uso de super condutores).
    Sds

  33. Wellington…
    .
    não me ocorreu ontem pesquisar o porque do “16” e assim escrevi de imediato o que conheço sobre o sistema “ocidental”…mas…ao pesquisar agora encontrei o seguinte:
    .
    “Its pennant number – a type of naval identification – is 16. “Do you know why the Liaoning has been numbered 16?” Xu asked. “It was because we spent 16 years getting the job done, from making the deal to rebuilding it.”
    .
    Se podemos dar crédito ao que Mr. Xu, que comprou o casco , escreveu, o número “16” representaria os 16 anos que os chineses levaram, desde as primeiras propostas para adquirir o casco , 1996, efetivamente comprado em 1998, até o navio ter sido comissionado em 2012 e
    assim mais que adotar o número “1”, o número “16” de dois dígitos, mais conveniente para o sistema chinês passou a ter um significado próprio.
    .
    Até que apareça outra explicação irei considerar essa como a correta e não fosse sua pergunta talvez nunca viesse a me ocorrer de pesquisar, portanto, são perguntas que muitas vezes
    nos levam ao conhecimento 🙂

  34. Estive pensando, o que aconteceria se a China navega-se em águas territorial dos EUA, com um porta aviões.
    Alegando o livre direito a navegação, igual o EUA faz.
    Oque daria?
    Acho que no mínimo uma enenorme casa de corais e vida marinha no fundomdo oceano.
    Isso um dia pode acontecer?

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