Residentes do território autônomo vêem a chegada do Liaoning como sublinhando a posição linha dura do presidente chinês uma semana após sua visita à cidade

O primeiro porta-aviões da China emergiu da névoa nas águas ao sul de Hong Kong na manhã desta sexta-feira, liderando a flotilha de quatro navios que deu uma poderosa demonstração do poder de Pequim.

O navio-aeródromo, batizado de Liaoning homenageando uma província do nordeste do país, navegou entre meia dúzia de porta-contêineres quando entrou nas águas de Hong Kong, por volta das 7h30.

A visita inaugural do navio a Hong Kong ocorre menos de uma semana depois que o presidente chinês, Xi Jinping, visitou a cidade, alertando que a antiga colônia britânica não deve se tornar uma plataforma de lançamento para os desafios à autoridade de Pequim.

Centenas de Hong Kongers ansiosos acamparam durante a noite, enfrentando chuvas esporádicas e temperaturas em torno de 30ºC, para conseguir um dos únicos 2.000 ingressos para visitar o porta-aviões. Mas as visitações serão rigorosamente controladas, sem câmeras permitidas a bordo e apenas os residentes permanentes da cidade puderam receber ingressos. A mídia estrangeira não foi convidada a visitar o navio.

FONTE: The Guardian FOTOS: AFP e Getty Images

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RenanWellington GóesIvanMarceloAgnelo Recent comment authors
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Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Caramba, que susto!

Quando vi a foto rápido achei que era Niterói ao fundo e o navio chegando no RJ!!

kkkk

Bardini
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Bardini

60.000 TONS OF FREE TRADE!
comment image:large
.
Os Chinas estão de parabéns.

Mahan
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Mahan

Porta-avioes, a Arma Majestosa!!

Alex
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Alex

Marcelo Andrade tomei um susto também, pesei que estava no Rio, olhei umas 10 vezes…kkkk

Ziede
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Ziede

Acho uma grande perda abrirmos mão do Sampa!!!

diego
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diego

Quando vejo o Lioning penso no que poderia ser feito com nosso Sampa… sem a participação dos franseses, por favor!

Alex
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Alex

Ziede, perda seria se nós inssitissemos com esse sugador de dinheiro. Foi a melhor decisão que a marinha tomou nos últimos anos. Não temos necessidade de termos um navio aeródromo.

FRL
Visitante
FRL

ACREDITO QUE HÁ DUAS DESTINAÇÕES ÚTEIS AO SÃO PAULO NESTA ALTURA DO CAMPEONATO. 1) ser entregue à Engreprom para estudo completo e minucioso da embarcação e de seus vários sistemas (pensando na substituição teórica deles por outros no estado da arte. Exemplos, catapultar e sistemas de recolhimentos de aeronaves, elevadores, sistema de energia etc.), mesmo que seja necessário estudar parafuso por parafuso, visando futuro projeto autóctone baseado especialmente no casco do SP, com tombadilho de operações maior e mais eficiente, inclusive pensando-se em duas ilhas; ou 2) tentar fazer como os chineses fizeram, isso em momento econômico mais favorável. SIMPLESMENTE… Read more »

FRL
Visitante
FRL

DIGO, EMGEPROM

Dalton
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Dalton

O NAeSP foi comissionado na marinha francesa como “Foch” em 1963, portanto é uma situação bem diferente do NAe chinês que é bem mais recente e não depende de catapultas para lançar aeronaves, o que torna um NAe mais complexo e mais caro. . Quanto às catapultas do NAeSP , de origem britânica, elas estão defasadas…mesmo os franceses utilizam no NAe “Charles De Gaulle”,catapultas americanas C-13 construídas sob licença e mesmo assim são bem mais curtas que às americanas, porém, bem mais longas que as que eram utilizadas pelo NAeSP, então receio que não haja muito o que aprender com… Read more »

Juarez
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Juarez

Diego, independente da.modernizacao, ele ficaria parado na BNRJ como esteve nos últimos 15 anos, porque o problema não está em TER, está sim em MANTER.
Entendendo isto ti vais compreender o resto.

G abraco

Juarez
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Juarez

FRL, hoje, não há estrutura industrial para apoiar a empreitada, não há pessoal qualificado, e na há vontade de fazer, e principalmente não há dinheiro, e não haverá nodpróximos anos. Está página tem que ser virada e mudar a forma de pensar marinha, se não em breve só vai ter almirante sem.navios….

G abraco

Celso
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Celso

Prezado Juarez, complementando seu comentario….Almirantes e contra almirantes assim como capitaes eh o q mais tem na MB……mas navios q eh bom…..nadaaaaaaaa…..rsrsrsrs

FRL
Visitante
FRL

Apesar das dificuldades atuais, o grande problema, o verdadeiro problema é A FALTA DE VONTADE.

Mahan
Visitante
Mahan

Foch?? Aquela porcaria francesa deveria ter sido afundada a tiros!! Vamos parar de conversa mole! Ha mais de cem anos atras Brasuleiroa do quilate de Rio Branco e outros patriotas exultaram com os Dreadnoughts e hoje quando temos base industrial e uma das maiores economias do mundo algubs derrotistas propagam inverdades, vai saber com que intetesses politicos….nao precisamos?? Ha 107 anos atras precisavamos? Logo depois veio a I WW em seguida a II WW. Que vale a vida de 1 milhar e poucos de “vira latas” que se oetderam no mar, ne nao? Alguns dizem que caminhamos para nova conflagracao… Read more »

Antonio Palhares
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Antonio Palhares

Não fosse esta malfadada corrupção e descaso com a defesa. Teríamos aproveitado bem o São Paulo nestes 15 anos. E hoje uma projeto de porta aviões moderno a mais adequado as nossas necessidades ja estariam adiantados para termos uma esquadra de verdade. Porta aviões e escolta. Fragatas,Corvetas e navios patrulha. O tamanho da nossa economia suportaria bem a manutenção destes meios. Porém, com estes que comandam o país, ficamos somente nas miragens.

Juarez
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Juarez

Antonio, não é só a corrupção, é o sistema,compare o tamanho da Marinha Australiana ou Canadense com a nossa, número de pessoal, em especial o de oficiais generais, a corrupção é crucial, mas não é a única “dona do problema”. A que se mudar a fomra de pensar e de fazer marinha.

G abraço

Antonio Palhares
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Antonio Palhares

Juarez. Saudações.
Concordo com teu comentário do dia 8 e o ultimo. Tudo é um processo. E o nosso é vicioso e avacalhado. A velha cultura do privilégio do ibérico deu nisso.

Control
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Srs O almirantado fundamentou as razões para decidir pelo sucateamento do SP nas dificuldades e custos para recuperar os sistemas de energia e propulsão a vapor. O fato é que a base da argumentação para dar fim no navio não se justifica. O SP faz uso de turbinas a vapor para propulsão e energia e caldeiras para fornecer o vapor para as turbinas e para as catapultas. Ora, turbinas a vapor foram o principal sistema de propulsão dos navios mais rápidos, belonaves inclusas, e até hoje são utilizadas pelos navios de propulsão nuclear. É tecnologia consolidada e em pleno uso,… Read more »

Juarez
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Juarez

Control, não é bem assim a questão da propulsão:
Ao converter a planta de propulsão do SP para marpol, bem como a caldeira que geraria vapor para a catapulta e os GGP também para diesel, o consumo seria algo estratosferico, e para fazer os 30 kts necessários para as operações aéreas, o Gastão Mota e o Falecido Marajó teriam que navegar ao lado dele o tempo todo provendo combustível.
Tudo isto para operar um grupo aéreo da década de 50, Valéria o investimento?
Eu penso que não.

G abraco

Balbino Botelho
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Balbino Botelho

Deveriam reduzir o quadro da marinha urgente. Como não concordo com demissões, poderiam pegar o pessoal da saúde para trabalhar para o sus. Tanto poderia ser na atenção básica quanto em hospitais. E passariam os gastos para o ministério da saúde. Grande parte dos marinheiros seriam mandados para a Amazônia fiscalizar as fronteiras e rios. A economia com a redução da entrada de drogas poderia ser revertida para a própria marinha. Em vez de ir para o mar, os caras poderiam ficar três meses na Amazônia ou se mudar de vez para lá. O pessoal administrativo iria trabalhar na fiscalização… Read more »

Control
Visitante

Srs Jovem Juarez Realmente, manter o SP em operação, mesmo conservando o sistema de propulsão e geração de energia (caldeiras e turbinas a vapor) não sai barato, apesar do óleo combustível pesado ser mais em conta que o diesel. Mas seria a solução de menor custo pois implicaria em uma menor mexida na estrutura do navio apesar de implicar em bastante trabalho. E, para isto existe profissionais e empresas qualificadas. Há várias coisas questionáveis na história do SP na MB, começando pela opção de não realizar a manutenção necessária quando de sua compra e terminando no empenho da MB em… Read more »

Jorge F.
Visitante
Jorge F.

Para quem não planeja qualquer resultado é razoável, mas não tratarei disso agora, é perda de tempo.. FRL Gostei muito da sua primeira opção, só daria um fim mais construtivo para a imagem das FFAA, ao término do processo de aquisição de tecnologia. Acho conveniente que o São Paulo siga o curso do Intrepid. Em um convênio com o Museu da FAB, lá dos Afonsos, o São Paulo daria um formidável Museu Militar e poderia exibir um magnífico acervo ao lado do museu do amanhã, com participação publico privada (lojas e outros estabelecimentos), mas entrada gratuita e manutenção do Estado.… Read more »

Antonio Marques Figueira dos Santos
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Antonio Marques Figueira dos Santos

Eu acho que o Brasil deveria desmobilizar suas FFAA na atual filosofia empregada hoje, reconhecidamente não temos um espírito beligerante no nosso povo, pelo contrário, somos uns defecadores com relação a isso. Temos que tomar o exemplo dos 3 países derrotados da 2a guerra (Itália, Alemanha e Japão) e formar forças de auto defesa modernas, bem treinadas, armadas e prontas para a mobilização. E o mais importante, erradicar de uma vez por todas o chamado ”jeitinho” de nossa cultura que destrói nosso país, que começa sim em casa, na mesa do jantar e termina nas mais altas esferas do poder… Read more »

Eduardo Primo
Visitante
Eduardo Primo

Achei que esses caças são extremamente grandes! apesar das 40K a menos que os PA americanos, ele tem 30 mts a menos de comprimento e quase a mesma largura, mas cabem bem menos caças no convés, é isso mesmo? Nos PAs americanos cabem 5 caças atrás da torre e dois no fundo (como está no PA Chines), fiquei confuso, porque os números das dimensões não parecem bater com a disposição das aeronaves

Dalton
Visitante
Dalton

Eduardo… . você não está considerando que a maior “largura” nos NAes da US Navy, mesmo que não seja assim tão maior, acompanha uma maior parte do convés, o que dá uma aparência de retângulo ao convés quando visto de cima, enquanto que no NAe chinês a maior medida de “largura” é em apenas um ponto e isso faz enorme diferença. . Também a super estrutura do NAe chinês é muito maior que a equivalente no NAe da US Navy e assim indisponibiliza áreas para estacionamento de aeronaves e a presença de uma “rampa” na parte dianteira do convés de… Read more »

Moriah
Visitante

Acho que tentar reaproveitar o SP não dá mais, mas realmente buscar conhecimento para ter um no futuro, quem sabe. uma alternativa seria converter o projeto do Navantia LHD Juan Carlos/Canberra em STOBAR, eliminando as catapultas e empregando uma versão navalizada do Gripen. no caso, um convoo angular e uma proa toda skyjump. reposicionamento e criação de dois elevadores a margem do convés e uma ilha menor. são 231 m, daria certo?

Eduardo Primo
Visitante
Eduardo Primo

Dalton, obrigado! Fui investigar sobre os caças também e achei informações de que SH é 2 mts menor em comprimento, mas as asas, quando dobradas, o fazem ter 2 mts a mais de envergadura que o J15. 9mts do SH contra 7mts do caça Chinês. Para que eu não fique na ignorância , descobri que o que chamei de “largura” é o que chamam de “boca” https://2.bp.blogspot.com/_aYAUsn-hXgc/TTyyDNpGcgI/AAAAAAAAAgE/aXBGQpARPAQ/s1600/2m5axwx.jpg Mudando de prosa, achei outras coisas, são 3 helis diferentes, identifiquei o ZHI-8 (clone do AS-321?), o Z-9 (Dauphin, construído sob licença) e o Z-18 (que deve ser o “j” que funciona como… Read more »

Control
Visitante

Srs
Jovem Moriah
O Cavour é mais promissor como base para o desenvolvimento de uma solução STOBAR ou até CATOBAR, pois o seu porte é similar aos Essex que, nascidos com convés corrido direto como o do Cavour, puderam receber um convés para pouso em ângulo, cabos de parada para jatos e catapultas. Um Gripen naval, por exemplo, operaria em um Essex.
Sds

Agnelo
Visitante
Agnelo

Boa noite
Prezado Antonio Marques
A diferença de Forças Armadas e Forças de Defesa é só o nome. Avalie bem o poderio Alemão, Japonês e Italiano.

Agnelo
Visitante
Agnelo

Senhores
Pode ser viagem, mas já perceberam q nossa FAB e MB entraram em derrocada desde a criação da UNASUL, mais ou menos?
Deixamos de vender MEM para um pais, pq o governo teve medo do EI associar esta venda a um apoio contra eles.
Será q os PTocas perceberam q uma boa FAB e MB com os acordos da UNASUL poderia nos levar a ser empregados para comprar a briga de alguns hermanos?
Pode parecer viagem, mas pelo q vi do desgoverno esquerdoca, não duvido de nada…
essas Forças estão muito mal, pelo q já foram…
Sds

Dalton
Visitante
Dalton

Control… . um “Essex” mesmo na configuração original era maior que um “Cavour” e possuía um arranjo interno mais adequado e após reconstrução o deslocamento aumentou consideravelmente, mas, importante também foi o comprimento de um “Essex” para se ter um adequado convés em ângulo e mesmo assim, quando comparo meu modelo do “Intrepid” um “Essex” reconstruído com o modelo do “Charles de Gaulle” o convés em ângulo do “Intrepid” é bem mais curto e bem mais estreito. . Um “Cavour” não seria a melhor opção para se ter um NAe com duas catapultas e convés em ângulo…mesmo a Índia está… Read more »

Control
Visitante

Srs
Jovem Dalton
A sugestão foi o uso do projeto do Cavour como referência ao contrário de se tentar adotar como modelo o Juan Carlos.
Quanto a citação do Essex, cabe observar que o Cavour tem praticamente o mesmo comprimento que os Essex antes de sua modernização, boca similar e deslocamento perto de 90% deles (full).
Portanto as dimensões são bastante similares.
E, se os Essex puderam receber o convés em ângulo, cabos de parada e catapultas, não há porque um casco tendo como base o do Cavour não poder.
Sds

Wellington Góes
Visitante

Alguém pode me dizer porque o NAe chinês leva a numeração 16 e não 01?!

Marcelo
Visitante
Marcelo

Control, de fato, o INS Vikrant indiano tem como base o projeto do Cavour e o conves em Angulo.
Abracos

Dalton
Visitante
Dalton

Control… . o “Essex” mesmo originalmente tinha 22 metros a mais de comprimento total que o “Cavour” e esses 22 metros aliado a uma boca praticamente igual complicaria a instalação de um convés em ângulo” que no caso do “Essex” reconstruído atendia o mínimo necessário , sendo muito menor em comprimento que o convés em ângulo do “Charles De Gaulle” que no início não podia operar com segurança o E-2C e portanto foi ligeiramente estendida. . O “Essex” foi planejado desde o início com catapultas, maquinário e cabos de retenção…o que foi feito posteriormente apenas incluiu catapultas e maquinário mais… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Wellington…
.
a explicação que encontro é a seguinte: muitas marinhas reservam para suas classes de navios alguns números, seja com 2 dígitos ou três dígitos …veja por exemplo à Marinha Francesa que para NAes utiliza os números entre 91 e 99 tanto que quando o” Foch R-99″ foi descomissionado o seguinte o “Charles de Gaulle” recebeu o indicativo “R – 91” e não o “R-100”.
.
Os chineses criaram o sistema deles e assim seus navios anfíbios portam indicativos com “900” seus “destroyers” com “100” e assim por diante.
.
abs

Control
Visitante

Srs Jovem Dalton Para ficar simples, dados da wiki: Cavour Comprimento: 244 m Flight Deck: 232,6 m Boca: 29,1 m Deslocamento: 30.100 ton full Essex: (antes de receber convés em ângulo) Comprimento: 265,2 m (short bow), 270,7 m (long bow) Flight Deck: 262,7 m (short bow), 257,3 m (long bow) Boca: 28,3 m. Deslocamento: 34.000 ton full Quanto as catapultas, parte dos Essex receberam duas, parte uma e alguns nenhuma. Cabe observar que houve duas séries (classes?) de Essex, a original e a iniciada pelo Ticonderoga. Como pode ver, o Cavour não difere em muito do Essex, o que significa… Read more »

Ivan
Visitante
Ivan

Matéria interessante, aqui no NAVAL, acerca “Tamanhos de alguns navios-aeródromo, em imagens capturadas pelo Google Earth, da mesma altitude”, cerca de 470 metros.
http://www.naval.com.br/blog/2010/07/17/comparacao-entre-porta-avioes/
.
Sds.,
Ivan, o antigo.

Ivan
Visitante
Ivan

http://ship.bsu.by/sm.ashx?guid=12446

Este comparativo é mais completo.

Ivan
Visitante
Ivan

https://cdn1.powerapple.com/upload/news/article_attachments/file/2016160/1465367560_9577.jpg
.
Este comparativo é para PAs STOBAR.
Sds.,
Ivan, o Antigo.

Ivan
Visitante
Ivan

Mas a matéria em tela é sobre o porta aviões chinês Liaoning (PA16).
Assim sendo, segue um comparativo do Liaoning com seu irmão russo Kuznetsov e o bom e velho ianque Nimitz.
comment image
.
Sds.,
Ivan, o mapento.

Juarez
Visitante
Juarez

Control, o uso e mals em PA com propulsão convencional é praticamente inviável, porque:

Porque a geração dos picos de tensão necessários para operações de lançamento exigiria um grupo gerador extremamente, extremamente grande e que complicaria o armazenamento de combustível e diminuiria sensivelmente o range do navio.
Catapultas e mals só rodam com propulsão nuclear, e os Chineses já sabem disto.

G abraço

Control
Visitante

Srs Jovem Juarez As catapultas eletromagnéticas nada mais são do que motores elétricos lineares de curto tempo de operação (a aceleração do avião), ou seja um pulso de corrente de curta duração. Para isto, a solução melhor é o armazenamento da energia em bancos de capacitores. Isto permite que as fontes de energia elétrica (geradores) não precisem ser com a capacidade de pico exigida pelo conjunto de motores lineares, pois os capacitores podem ser carregados por um tempo bem maior do que o de sua descarga nos motores lineares. O pulo do gato é o controle da energia a ser… Read more »

Wellington Góes
Visitante

Dalton, valeu pela meia-explicação. 😉

Dalton
Visitante
Dalton

Wellington… . não me ocorreu ontem pesquisar o porque do “16” e assim escrevi de imediato o que conheço sobre o sistema “ocidental”…mas…ao pesquisar agora encontrei o seguinte: . “Its pennant number – a type of naval identification – is 16. “Do you know why the Liaoning has been numbered 16?” Xu asked. “It was because we spent 16 years getting the job done, from making the deal to rebuilding it.” . Se podemos dar crédito ao que Mr. Xu, que comprou o casco , escreveu, o número “16” representaria os 16 anos que os chineses levaram, desde as primeiras… Read more »

Renan
Visitante
Renan

Estive pensando, o que aconteceria se a China navega-se em águas territorial dos EUA, com um porta aviões.
Alegando o livre direito a navegação, igual o EUA faz.
Oque daria?
Acho que no mínimo uma enenorme casa de corais e vida marinha no fundomdo oceano.
Isso um dia pode acontecer?