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Primeiro corte de aço inicia a construção do futuro USS Enterprise

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Concepção do futuro USS Enterprise (CVN-80)

NEWPORT NEWS, Virginia — O estaleiro Huntington Ingalls vai sediar hoje um evento cerimonial do primeiro corte de aço para iniciar a construção do novo porta-aviões USS Enterprise (CVN 80) no Newport News Shipbuilding.

Os patrocinadores do navio, medalhistas de ouro olímpicos Simone Biles e Katie Ledecky, estarão presentes no evento, juntamente com construtores navais, autoridades locais e membros da Marinha dos Estados Unidos.

O Enterprise será o terceiro porta-aviões da classe “Gerald R. Ford”. O emblemático USS Gerald R. Ford (CVN 78) foi construído no Newport News Shipbuilding e entregue à Marinha em julho. A construção do John F. Kennedy (CVN 79) está em andamento desde 2015, com um comissionamento esperado para 2020.

O novo Enterprise será o nono navio da Marinha dos Estados Unidos a ostentar o nome. É o primeiro porta-aviões da Marinha desde o USS America da classe “Kitty Hawk” a não receber o nome de uma pessoa.

O antigo USS Enterprise (CVN 65) também foi construído no Newport News Shipbuilding e foi o primeiro porta-aviões movido a energia nuclear do mundo. O navio teve Norfolk como seu último porto antes de ser desativado em dezembro de 2012. Ele foi oficialmente descomissionado em janeiro de 2017.

Parte do aço do antigo USS Enterprise está sendo reciclado para ser usado na construção do novo Enterprise.

FONTEwtkr.com

65 COMMENTS

  1. O USS Gerald R. Ford (CVN-78), navio que dá nome à classe de que farão parte o USS John F. Kennedy (CVN-79) e o USS Enterprise (CVN-80), teve a sua quilha batida em 2005, foi lançado ao mar em 2009 e só foi incorporado à US Navy no mês passado. Nesses mesmos 12 anos, a PLA Navy reconstruiu um NAe russo (Liaoning, ex-Varyag), construiu outro do zero (CV-001A), com base no projeto de reconstrução do primeiro, e está construindo um terceiro (CV-002), com projeto próprio.

  2. Pensei que os Ford seriam construidos com intervalo de 5 anos entre um e outro. Mas o Enterprise vai ser comissionado apenas 2 anos depois do Kennedy. Parece que o Trump está acelerando as coisas. Quando a China comissionar seu primeiro NAe nuclear copiado, quantos Classe Ford estarão navegando pelo Mar da China Meridional e Mar da China Oriental? Acho que os Classe Nimitz ficarão a cargo do resto do mundo.

  3. igortepe,

    Ao contrário do que você pensa, os chineses são muito inteligentes ao não perderem tempo e dinheiro tentando reinventar a roda. Eles primeiro copiam o que deu certo, depois modificam o que copiaram e, por fim, começam a fazer do seu jeito.

  4. Os chineses estão fazendo o dever de casa.

    Ter uma frota de PAs operacionais e de projeto confiavel, sem inventar moda.

    Os editores podiam falar da nova classe de submarinos chineses diesel eletricos Type 032, sao enormes, maiores q os modelos japas.

  5. Otto…
    .
    além do “Gerald Ford” ser um projeto novo, mais complexo e caro e isso resulta em mais tempo para ser construído é importante lembrar que nesses 12 anos que você citou 2005 – 2017,
    foram comissionados:
    – o USS Ronald Reagan em 2003;
    – o USS George Bush em 2009.
    .
    Foram completadas as modernizações de meia vida, um processo complexo e caro de duração de 4 anos que envolve também reabastecimento dos reatores nucleares de 4 NAes, a saber :
    – USS Dwight Eisenhower (2001);
    – USS Carl Vinson (2005);
    – USS Theodore Roosevelt (2009);
    – USS Abraham Lincoln (2013).
    .
    As datas em parênteses indicam o início da modernização e também foi preciso lidar com a
    inativação do primeiro NAe de propulsão nuclear o ex-USS Enterprise descomissionado em
    2012.
    .
    Já está em curso a modernização de meia vida do USS George Washington.

  6. Ze Abelardo, é mesmo ja pensou se escalam o kirk do USS Zumwalt ? Quando entiver em operação ele se depara com outra armada e ai se identifica: aqui é o capitão kirk do USS Enterprise…. Ate arrepia!

  7. Agnelo Moreira 24 de agosto de 2017 at 16:07
    Só uma curiosidade, o 1º PA Enterprise o CV-6 apesar de ter uma história fantástica na 2ª GM ( ganhou o apelido de ‘The Grey Ghost’ ), não foi preservado ( houve muito esforço, mas não deu ), o 2º o CVN-65 foi p/ os Supercarriers o que o Nautilus foi p/ os Submarinos nucleares – o pioneiro – não será preservado, o CVN-80 será o 3º e devido as dificuldades de se ‘desnuclearizar’ um vaso desse porte, quando for descomissionado, provavelmente, vai virar sucata também.

  8. Alexandre Galante 24 de agosto de 2017 at 21:25
    Não estou nem defendendo isso, só coloquei que os 2 primeiros tinham até motivos ( realmente só lamento mesmo pelo CV-6 ), mas não foram preservados, o CVN-80 terá, provavelmente, menos motivos ainda, então ‘USS Enterprise’ ficou condenado a ser um nome que ficará apenas em documentos, fotos ou filmes, ou seja será preservado só virtualmente. Aliás, pelo que eu sei, nenhum dos navios que desde 1775 já ostentaram esse nome foi preservado.

  9. Tallguiese até os Klingons tremeriam na base. Quanto mais os chinas, pulariam na água e voltariam a nado para o porto.

  10. Navios da marinha USS Enterprise não ficaram para museu, mas o primeiro ônibus espacial se chamou Enterprise, foi construído antes do Columbia e está em um museu… rsrs

  11. Negativo, pelo que me consta em literatura, a USS Enterprise NCC-1701 está preservada sim em Nova Berlin, no museu da Frota Estelar na Lua 😛

  12. Pessoal!

    O James Kirk não é mais CO do USS Zumwalt a vários meses.

    Até o futuro USS Enterprise ficar pronto, o James Kirk já estará aposentado ou deixado a USN.

    E tem outro detalhe; o James Kirk é oficial de “superfície”……na USN, comando de CVN é quase com poucas excessões, reservados para ex-aviadores…..:-)

  13. Obrigado pelo histórico, Luciano
    Talvez, não queiram deixar o nome “parado”. Eu li esse comentário, do qual me apropriei, em uma revista americana. Há um tempo, quando discutiam os nomes que seriam aproveitados e onde, como o USS América q não virou outro PA, mas q o JFK viraria e o Enterprise, pelo motivo q citei, seria PA também.
    Vou pesquisar Midway, Coral Sea, Forrestal, Ranger, Costellation, Independence, Kitty Hawk, Saratoga, FDR. Os últimos Supercarriers q foram descomissionados.
    Sds

  14. a classe ford não é somente sistemas mais óbvios como emals, aag, dbr, mas também os mais discretos como os elevadores de armas e a manipulação automatizada de munições e mesmo sua ala aérea ou sua arquitetura totalmente electric driven.
    são muitas as promessas, são muitos os críticos, são muitas as ameaças aos cvns na era a2ad – mas não há outra maneira de levar a guerra ao inimigo.

  15. Quando um porta-aviões desses vai ao mar, pelo mundo afora, eu suponho que deva ir acompanhado de outras embarcações, quais seriam normalmente a quantidade e os tipos de embarcações?

  16. Agnelo…
    .
    não que faça muita diferença…mas, o termo “super carrier” aplica-se somente para a classe
    “Forrestal” em diante, portanto, estão excluídos o “Midway”, “Coral Sea” e o “FDR”.
    abs

  17. Roberto…
    .
    Sempre haverá um cruzador, classe Ticonderoga de quase 10.000 toneladas que é o responsável pela coordenação da defesa do NAe e normalmente 3 destroyers da classe Arleigh Burke FIIA de aproximadamente 9.200 toneladas.
    .
    Há ocasiões em que até dois cruzadores por conta da falta de destroyers possam fazer parte da escolta e mesmo um destroyer da classe Arleigh Burke F I ou F II que são ligeiramente menores que os F IIA e que não possuem hangares para helicópteros, mas, preferencialmente são os “F IIA” justamente por poderem embarcar helicópteros.
    .
    abs

  18. Midway – Navio museu
    Coral Sea- ??
    Forrestal – ??
    Saratoga – ??
    Ranger – ??
    Independence – Novo LCS – 2
    Kitty Hawk – Em noticias de jun2017, pode sair da reserva!!! Será?! Junto com o Ticonderoga, por exemplo!!
    Constellation – ??
    Enterprise – Novo CVN – 80
    America – Novo LHA – 6
    JFK – Novo CVN – 79

  19. Roberto…
    .
    isso foi tentado na década passada, mas, simplesmente não há submarinos sobrando para
    isso…veja que para um submarino fazer parte do grupo, ele teria que ser adicionado ao grupo no mínimo na última fase de exercício…um mês duro de navegação, então o grupo retorna a base para um mês de descanso antes da partida para uma missão de 7 meses e após o retorno, um mês de descanso o NAe e seu grupo passam para a fase de sustentabilidade ou seja, ficam de prontidão se houver necessidade deles durante uns poucos meses.
    .
    Com o número atual de submarinos de ataque, não se está cumprindo nem 80% de todas as missões…para isso seriam necessários 66 submarinos que é a meta ambicionada, com pouca chance de vir a ser alcançada.
    .
    Para atender os 9 grupos de ataque de NAes, seriam necessários outros 9 submarinos, ou seja um total de 75 unidades.
    .
    O que ocorre é que quando em missão o NAe normalmente estará na área de um submarino
    então haverá uma interação, lembrando que submarinos cumprem missões de no máximo 6 meses.
    .
    Em muitos sites ainda não foi atualizado a composição de um grupo de ataque centrado em NAes, portanto ainda encontra-se o padrão tentado em algumas ocasiões na década passada.

  20. Até onde sei o Kitty está em péssimo estado e não tem possibilidade de sair da reserva. Aliás, nem se estivesse em bom estado, pois acho não faria sentido.
    .
    Salvo engano, o Connie vai virar Gillette.

  21. Roberto, a formação típica de um Carier Strike Group (CSG) da USN inclui um ou dois SSN, cujas funções são:

    1) Caçar e destruir navios inimigos com torpedos ou mísseis UGM-84A Harpoon;
    2) Atacar alvos terrestres com mísseis UGM-109E Tomahawk.

  22. Agnelo…
    .
    com exceção do “Midway ,”Kitty Hawk” e do “JFK” todos os demais foram desmantelados ou estão no processo de desmantelamento…há ainda quem acredite que o “JFK” poderá tornar-se um museu e quanto ao “Kitty Hawk” ele sairá da reserva apenas para ser desmantelado… recentemente suas instalações foram utilizadas pela tripulação de outro NAe para treinamento
    atracado.

  23. Dalton,
    Obrigado pela informação, e principalmente a questão prática da coisa, bem interessante.
    Enquanto aguardava sua resposta, me adiantei e acabei achando alguma informação não menos interessante, veja no Wikipedia: “Carrier battle group”, inclusive nota referente ao caso do Brasil.

  24. Otto…
    .
    apenas 9 CSGs…o USS George Washington iniciou sua modernização de meia vida e o
    “Gerald Ford” terá que herdar um “CSG” e Ala aérea de outro NAe, no futuro próximo quando se terá além do “Washington” o “Stennis” também passando pela modernização.
    .
    Havia de fato 10 CSGs até um tempo atrás, mas, são apenas 9 agora!

  25. Dalton 25 de agosto de 2017 at 10:37
    Pô, vamos arrendar Itauai com o que tem dentro para eles e o PROSUB junto,
    se pagarem o que já gastamos tá bom demais.
    Com a grana compramos (4) 209 e quantas fragatas e corvetas ?
    ______________________________

    SOS, FORTE precisa de apoio …. está “FORA DO AR”, alguma NAU pode acudi-lo ?

  26. Dalton,
    Há que se notar entretanto, que mencionar o uso de submarinos como escolta, é no mínimo,contraditório para uma embarcação que foi feita justamente para que não de saiba nem mesmo que ela exista!

  27. Roberto…
    .
    não se espera que o submarino fique “junto” do NAe e sim muitas milhas afastado, aliás como
    também o fazem os próprios destroyers quando o grupo navega em águas abertas e que possuem suas respectivas áreas para detectar possíveis ameaças…infelizmente não há submarinos suficientes para adiciona-los ao grupo, mas é aquela velha história ” se combate com o que se tem e não com o que se quer”.

  28. Dalton,

    Além dos CSG, os submarinos ainda precisam atender os ESG (Expeditionary Strike Groups), cujo núcleo é um LHA ou LHD, em vez de um CVN. Um ESG típico tem a seguinte composição:

    – 1 LHA ou LHD
    – 1 LPD
    – 1 LSD
    – 1 CG
    – 1 ou 2 DDG
    – 1 FFG
    – 1 SSN

  29. Otto…
    .
    no caso de você retornar…essa composição que você citou para um “ESG” foi utilizada algumas vezes na década passada…mas…foi abolida…note que nem mesmo existem mais fragatas na
    US Navy.
    .
    A última vez que isso ocorreu foi durante uma missão (2008-2009) do USS Iwo Jima (LHD-7) e o grupo formado além do “LPD” e “LSD” incluiu um cruzador o CG 72, dois DDGs 61 e 80 e um SSN o 768.
    .
    De lá para cá adotou-se o conceito “ARG” ou “Amphibious Ready Group” que conta com um
    “LHD ou LHA”, um “LPD” e um “LSD” e muitas vezes o “LPD” separa-se e opera independente
    por um tempo e só…claro que ao chegar no “Teatro de Operações” irão interagir com outros
    navios inclusive aliados que estarão na área.
    .
    O conceito “ESG” não está “morto” e pode ser trazido à vida e já está programado para ano
    que vem quando o USS Wasp mudar-se para o Japão uma missão onde o mesmo com F-35Bs
    a bordo irá operar com um grupo de ação de superfície formado por 3 DDGs que irão
    reunir-se à ele para testar um novo conceito que poderá ou não virar norma.
    .
    abraços

  30. Roberto…
    .
    vendo agora o link que você anexou…consta lá como 10 “CSGs”…mas está desatualizado…
    o “CSG 7” foi desativado em 2011 !
    .
    Portanto os 9 “CSGs” existentes são : 1 – 2 – 3 – 5 – 8 – 9 – 10 – 11 e 12 !
    .
    abs

  31. Dalton!

    Somente para te chatear mais um pouco:

    Existe o CSG 4 no ATL, nâo possui nenhum CVN, mas tem um grande “Staff”.

    Sâo responsaveis pelo treinamento dos outros CSG no ATL….interessante que no PAC nâo existe algo semelhante…..ou seja um CSG responsavel pelo treinamento….

    Creio que o CVN 72 esta no momento destacado ao CSG 12, mas quando ele for para o PAC, penso que o CSG 7, sera reativado.

  32. Franz !
    .
    o “CSG 4″foi redesignado “Commander Strike Force Training – Atlantic” em 2004.
    .
    Quanto ao “CSG 12” de fato ele está com o CVN 72, então só para esclarecer melhor nossos
    curiosos leitores que com certeza estarão fazendo essa pergunta…com qual NAe cada
    “CSG” está, segue abaixo : 🙂
    .
    “CSG 1” – USS Carl Vinson (CVN 70)
    “CSG 2” – USS George Bush (CVN 77)
    “CSG 3” – USS John Stennis (CVN 74)
    “CSG 5” – USS Ronald Reagan (CVN 76)
    “CSG 8” – USS Harry Truman (CVN 75)
    “CSG 9” – USS Theodore Roosevelt (CVN 71)
    “CSG 10” – USS D.Eisenhower (CVN 69)
    “CSG 11” – USS Nimitz (CVN 68)
    “CSG 12” – USS Abraham Lincoln (CVN 72)
    .
    Dê uma conferida, mas, acho que está certo !
    .
    Quanto a reativação do “CSG 7” é um pouco cedo para apostar nisso, pois existem apenas 9
    Alas Aéreas…a “CVW 14” que existia apenas no papel está para ser definitivamente desativada com uma vaga promessa de voltar a existir…uma décima ala aérea lá por volta de
    2025…aí talvez faça sentido voltar a se ter 10 “CSG” !

  33. Dalton!

    Você esta enganado, em 2014 o CSG 4 foi reativado:

    “On 29 April 2014, Commander Strike Force Training Atlantic (CSFTL) was re-designated Commander, Carrier Strike Group Four (CCSG 4).”

    Pelo que escutei, quando o CVN 72 for para o PAC, o CSG 7 sera reativado, e o CSG 12 sera deasativado…

    Porém outras fontes dizem que o CSG 12 recebera o CVN 78….mas vamos esperar para ver…:-)

  34. Franz…
    .
    não havia atualizado, obrigado, mas, acredito que o “C” a mais…”CCSG”, faça uma boa diferença…continua sendo uma unidade para treinamento, não apenas de “CSGs” e não para”linha de frente” como os demais 9 “CSGs”…mudou apenas a designação.
    .
    Também não faz sentido ter um “CSG” e um NAe sem uma Ala Aérea…o que soube é que pela primeira vez 2 NAes estarão profundamente envolvidos em suas modernizações de meia vida…
    ao invés de um estar iniciando e outro terminando …o CVN 73 e o CVN 74 e isso deverá disponibilizar um “CSG” e uma “CVW” para o CVN 78.

  35. O detalhe que achei mais interessante; é que pelo visto, os métodos de treinamento das frotas do ATL e do PAC nao serem idênticos….

    Vou ver se acho mais infoemaçôes!!

  36. Bom de onde vem os nomes do seriado ? São nomes históricos dos Yatchs de regatas da America’s Cup, Columbia, Enterprise, Endeavour, etc.., eles preservam a historia náutica do pais..

  37. Caixeiro, não exatamente. Os yachts da America’s Cup que fazem alusão à antigos navios. O seriado bebeu da mesma fonte e de diversos países, não apenas dos EUA. No caso do seriado original de 1966, a Enterprise recebeu esse nome por causa do USS Enterprise CVAN-65, o primeiro Porta-aviões nuclear do Mundo. Novidade fantástica na época.
    .
    Quase todas as naves de Star Trek tem seus nomes vindos de navios de guerra ou personagens históricos.

  38. Geraldo…
    .
    como expliquei bem mais acima…vários”sites” incluindo o da “US Navy” não foram atualizados quanto à composição atual de um “CSG”. Um cruzador, “SEMPRE” e normalmente 3 DDGs e algumas vezes um dos 2 “T-AOEs”caso contrário haverá reabastecimento de navios tanques que estão ou estarão na área por onde o grupo deverá passar.

  39. Bicho grande. As mais enigmáticas peças bélicas do tabuleiro mundial: os NAes. Em sonhos e simuladores já pousei, cumpri missões e ataquei dos NAes da WWII até os Ford.

    A junção de dois mundos.

    Antes de conhecer a história dos vingadores, eu já havia pensado nisso, a junção de três mundos (sem o efeito stealth, porque um negócio desse seria pra ostentar mesmo) https://youtu.be/pBi0LqgwrH8
    Mas minha maior inspiração era o Ekranoplan Carrier ennty.com/wp-content/uploads/2016/04/alex-brady-3.jpg

    Espero que um dia façam isso. Demais mesmo.

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