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USS ‘Wasp’ – LHD 1, Suspendendo do Rio, 03/12/2017

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Após escala técnica, suspendeu na manhã do dia 03/12/2017 do Pier Mauá no Rio de Janeiro o Navio de Assalto Anfíbio USS ‘Wasp‘ – LHD 1, prosseguindo com sua viagem de transferência da Base Naval de Norfolk para a Base Naval de Sasebo, no Japão.

O Navio realizou sua primeira escala no Brasil e atracou na manhã do dia 30/11.

Para ver mais imagens:

Fotos: Edson de Lima Lucas – 03/12/2017

52 COMMENTS

  1. MO, como escreveu o colega acima enquanto eu também escrevia, acho que foi ironia.
    Os outros dois comentários recentes do Jeferson são bem melhores e mais fáceis de entender.
    O que estraga é só o primeiro, de 2010, um dos temas que vc mais gosta, literalmente “já deu Rafale”, mas 2010 foi um ano conturbado pros temas de aviãozinho, então dê um desconto.

  2. Fernandinho, talvez … talvez seja o caso, mas é o resultado de muito perdido por aqui, onde o que menos importa para estes é o navio em si, imagina por exemplo, com um Wasp, e / ou inumeras outras oportunidades (Como O Dallas) debaixo do meu nariz e nao iria fazer nada …. isto pq estou a 600 km ….

    por estas que posts bobocas de bla bla bla tem muito mais ibope que coisa real, fisica e palpável …

    Se caso tiver sido ironia, tbm acho que isto nao estimula tbm quem gosta e esta tentando fazer algo, sé é que me entende …

  3. É pensar que esse aí tem um deslocamento maior que o NAE São Paulo.
    Qual era a quantidade de aeronaves embarcadas do São Paulo e quanto é o padrão para o WASP?
    Aliás, tem algum LHD operando com Sea Harrier ainda?

  4. Oi, Marcelo, entendo sim. Principalmente quando o primeiro comentário de um Post já puxa pra coisas nada a ver, geralmente irrita um pouco. Às vezes muito…

    Gasta-se tempo e esforço pra publicar matérias e muitas vezes a primeira coisa que aparece nos comentários é algo bobo, e que já começa a desvirtuar totalmente a discussão. E aí perde-se mais tempo pra fazer o debate ficar produtivo, ou deixa pra lá. Como disse o Galante hoje, vida de editor de site de defesa é uma sofrência.

  5. Galera fui irônico nível hard… Como dizem o pessoal que realmente tem conhecimento do assunto … Não sou russofilo nem sei lá oque …mas na minha opiniao, se temos alguma coisa hj em grande parte devemos ao tio san

  6. Mas se de alguma forma meu comentário ofendeu alguém deixo aqui minhas sinceras desculpas … Sou novato e apenas quis quebrar o gelo, sério sinto muito…

  7. Blz, Jeferson, mas evite fazer isso principalmente no primeiro comentário de uma matéria pra não desvirtuar a discussão. Valeu!

  8. marcos…
    .
    um LHD como o USS Wasp embarca normalmente 30/31 aeronaves…
    .
    – um esquadrão com 12 aeronaves convertiplanos MV-22s;
    – um destacamento de 4 grandes helicópteros CH- 53E;
    – um destacamento de 4 helicópteros de ataque AH-1Z;
    – um destacamento de 2 ou 3 helicópteros utilitários UH-1Y
    – um destacamento de 2 helicópteros da US Navy MH- 60S
    – um destacamento de 6 AV-8B (Harrier) a ser substituído por 6 F-35B ano que vem.
    .
    Para desafogar um pouco…já que o hangar é relativamente pequeno…algumas aeronaves costumam ser distribuídas para os outros 2 navios anfíbios menores que normalmente acompanham o LHD/LHA…que são o LPD e o LSD.
    .
    Quanto ao “São Paulo” quando ainda chamava-se “Foch” ele chegou a operar cerca de 40
    aeronaves durante a guerra fria…algumas delas relativamente pequenas como o “Super Etandard” ou “Alize”, assim o tamanho da aeronave pode fazer diferença quanto à quantidade embarcada, mas , realisticamente falando, 30 aeronaves, incluindo helicópteros estaria de bom tamanho, até para haver combustível em razoável quantidade para cada uma.
    .
    Na marinha brasileira, o “São Paulo” provavelmente iria operar um máximo de 8 A-4s…dos
    12 modernizados…3 para treinamento em terra com um normalmente em manutenção,
    pelo menos duas aeronaves para reabastecimento das quatro contratadas tipo “Tracker” e
    por volta de 10 helicópteros de vários tipos.
    .
    abs

  9. O USS Wasp está indo substituir outro navio idêntico o USS Bonnhomme Richard LHD 6 que
    chegou ao Japão em 2012 e necessita agora passar por uma modernização e as mesmas modificações feitas no USS Wasp que o capacitarão a operar com o F-35B.
    .
    A maior diferença entre o”Wasp” e o “Ocean” além do tamanho é que o primeiro conta com uma grande doca alagável que o permite operar com “grandes” embarcações de desembarque capazes de transportar por exemplo um tanque pesado como o M 1 Abrams até a praia, de preferência dezenas de milhas distante de uma possível retaliação inimiga.
    .
    Basicamente o “Wasp” combina as capacidades do “Ocean” e do “Bahia”…o primeiro com maior número de meios aéreos, incluindo helicópteros de transporte e o segundo com uma doca alagável capaz de enviar à praia material pesado.

  10. Achei muito interessante a informação do Dalton detalhando as capacidades do Wasp em comparação com o Ocean e o Bahia. Apenas a título informativo, para as nossas necessidade e realidade guardadas evidentemente as proporções, seria mais interessante um navio tipo Wasp ou a combinação Ocean/Bahia atenderia melhor esta proposição?

  11. Apenas para descontrair, já que o clima está pesado.
    Quando eu trabalhava no INPI, localizado na praça Mauá, sempre que encostava um navio militar com porte maior, tipo este, uma velhinha ficava a tarde toda ali no antigo cais, toda arrumada e maquiada, dando tchauzinho para o navio/tripulação e suspirando por um antigo namoradinho da USN.
    Eu mesmo perguntei para ela o motivo e ela confirmou o romance.

  12. cfsharm 7 de dezembro de 2017 at 9:36

    Opinião de um leigo, algo como o Wasp (mas com menores proporções) seria o ideal pra MB, um verdadeiro Navio de Propósitos Múltiplos. Claro que a combinação de Ocean/Bahia tem suas qualidades, como atender duas situações distintas em locais diferentes, por exemplo, mas ter um navio com doca alagável e grande capacidade de embarcar helis seria o ideal. Algo como o novo LHD italiano, sendo duas unidades levaria a MB a um novo patamar.

    http://www.naval.com.br/blog/2017/07/13/corte-de-aco-do-novo-lhd-da-marinha-italiana/

  13. Bom…um navio tipo “Wasp” é o ideal…tanto que a US Navy arrependeu-se de não ter incluído uma doca alagavel no USS América e no irmão dele que encontra-se em adiantado estado de
    construção o PCU Trípoli.
    .
    A doca foi substituída por mais espaço para armazenar combustível para aeronaves …mais que o dobro transportado pelo “Wasp”, além de outras coisas.
    .
    A solução ideal só virá em 2024 com o futuro USS Bougainville, ele trará o melhor dos dois
    mundos… “Wasp” e “América” …terá uma doca menor que a do “Wasp” e não terá tanto combustível para aeronaves como o “América”, mas, ainda consideravelmente mais que o
    “Wasp”, além de outras modificações.
    .
    Um “Wasp” é considerado “demais” para outras nações…provavelmente a melhor solução seria algo como um “Juan Carlos I” ou “Mistral” para a marinha brasileira.
    .
    O fato de poder se contar com dois navios complementares como o “Ocean” e o “Bahia” tem suas vantagens justamente porque por melhor e maior que um navio seja ele não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo e em nenhum lugar se estiver em manutenção, mas, foi
    algo totalmente incidental…se de fato o HMS Ocean passar pelo crivo da marinha brasileira
    e for adquirido.

  14. No sentido de colaborar com as informações do Dalton, um “convertiplano” é uma aeronave que pousa, decola e paira como helicóptero mas no voo do cruzeiro é sustentado exclusivamente pela asas. Há vários conceitos de convertiplanos e o “tilt rotor” é um deles, os outros mais comuns e mais aptos a terem algum futuro são o “asa/rotor” (X-wing, canard/rotor/wing, etc.) e o “DiscRotor.
    Vale salientar que o termo tilt rotor para designar o V-22 é equivocado já que ele inclina todo o conjunto motopropulsor e não somente o rotor. O mais correto seria o V-22 ser designado de “tilt-engine”. Um verdadeiro “tilt rotor” seria o Bell V-280 Valor.
    Há outros convertiplanos do tipo “tilt” como o tilt wing, como foi o XC-142.
    Os convertiplanos em geral têm o dobro do alcance de um helicóptero na mesma faixa de peso e podem chegar ao dobro da velocidade.

    Um outro conceito de aeronave VTOL é o do “helicóptero composto”. Este, diferente do convertiplano, mantém os rotores girando durante todas as fases do voo, inclusive na fase de cruzeiro. Os helicópteros compostos podem ter ou não asas que possam ajudar na sustentação, mas todos têm algum sistema independente dedicado à propulsão que não só o rotor.
    Os dois conceitos de helicóptero composto mais prováveis de serem colocados no mercado é a do europeu X-3 e o Sikorsky X-2.
    Os helicópteros compostos têm o dobro do alcance de um helicóptero convencional e 50% mais velocidade.

  15. Marujo eu fui infeliz na minha brincadeira e já me desculpei…agora me chamar de vira latas já é de uma agressividade desnecessária . Triste saber na prática como civis e leigos como eu são recepcionados ao tentar interagir em hambientes como este, não sou dono da verdade, mas seria algo a se pensar … Seria este o abismo que separa o cidadão comum dos assuntos militares … Me limitarei a ler oque aqui é postado pois me é prazeroso aprender com todos vcs …

  16. Negrão, esse assunto já foi debatido nas três matérias recentes sobre o HMS Ocean. Sugiro dar uma olhada.

    Aproveitando: Jeferson e Marujo, por favor refresquem a cabeça e contribuam para facilitar o trabalho dos editores do site, pois não dá pra ficar vigiando a conduta de todo mundo. Sem ataques pessoais, por favor, pois isso vira uma bola de neve. Mantenham-se no tópico.

  17. Nunão…
    Para esses casos existe uma plataforma de fórum, onde quando um comentário é X vezes negativado, ele fica minimizado…
    Seria uma ótima uma modernização desse sistema de fórum que temos aqui na trilogia…

  18. Alfredo, já foi usado e não funciona. Agradecemos a sugestão, mas esse não é assunto a debater.

  19. Mestre Dalton, a doca do Bougainville será menor apenas no comprimento? De outra forma, o transporte por LCAC de tanques, tratores e caminhões seria impossível, certo? Ainda, serão, nesse novo anfíbio, reduzidas as instalações hospitalares? Desde já, grato.

  20. Dalton 7 de dezembro de 2017 at 10:10
    “Bom…um navio tipo “Wasp” é o ideal…tanto que a US Navy arrependeu-se de não ter incluído uma doca alagavel no USS América e no irmão dele que encontra-se em adiantado estado de
    construção o PCU Trípoli.”
    .
    Dalton, aquela história de ‘air-centric Marines’ não deu o resultado esperado? A Classe America (LHA) não conseguir ‘entregar’ força blindada para o combate é um ponto tão negativo? Na minha ignorância, achava que as diferentes classes operariam em conjuntos nas operações expedicionárias deles.

  21. E que tal, pra marinhas mais modestas, que não precisem a massa bruta de quase dois mil fuzileiros num único anfíbio, uns botes semelhantes aos LPDs San Antonio ou Yuzhao?

  22. Contemplando uma realidade brasileira, mais para defesa que ataque/projeção, considerando disponibilidade de recursos, o que seria mais útil, Ocean/Bahia, Mistral, São Paulo?

  23. Alex…
    .
    a doca será menor no comprimento e terá capacidade para duas embarcações tipo” LCAC”…um substituto já está a caminho que é o “SSC” com dimensões semelhantes…mesma quantidade transportada pelos LPDs classe “San Antônio” e LSDs da classe “Harpers Ferry” que é uma variante da classe “Whidbey Island” cuja capacidade é de 4 unidades.
    .
    Outra mudança importante será uma superestrutura mais compacta que permitirá maior
    espaço para estacionamento e movimentação de aeronaves e haverá na parte dianteira
    da superestrutura uma área ligeiramente aumentada também permitindo melhor estacionamento de aeronaves já que será perdido um pouco do espaço abaixo do convés
    por conta de um hangar menor que na classe “América…e será mantida a mesma altura
    do hangar da classe “América” mais alto que na classe “Wasp” permitindo melhor
    manutenção de aeronaves como o MV-22.
    .
    As instalações médicas conforme noticiado também sofrerão um pouco, com relação
    à classe “Wasp”, também por conta da reintrodução de doca alagável e áreas anexas a ela,
    mas no geral será um navio superior…unindo o melhor de duas classes.
    .
    abraços

  24. Lá invém USAamericanos marvados que vão iniciar a terceira guerra mundial, só não sabem se iniciam com a Coreias dos Nortes ou com USiranianos.

  25. Rafael…
    .
    de fato o “América” opera com outros dois navios que possuem doca alagável…nesse exato momento ele está operando na V Frota com o USS San Diego um LPD e o USS Pearl Harbor
    um LSD da classe “Harpers Ferry” que justamente comporta apenas dois LCACs…ou seja o
    grupo todo pode operar com apenas 4 LCACs…2 em cada um dos navios menores o que é pouco.
    .
    Além do mais é comum o LPD operar independentemente dos outros dois navios…o USS
    San Diego está operando no leste do Mediterrâneo…então um LHD/LHA sem doca perde
    a flexibilidade que é tão importante.
    .
    O futuro USS Bouganville irá retificar isso…terá uma capacidade para operar e manter aeronaves quase tão boa como a do USS América e uma capacidade para desembarque anfíbio através de embarcações quase tão boa quanto a do USS Wasp…tendo propulsão a turbinas à gás como o último navio da classe “Wasp”…o USS Makin Island, propulsão copiada pela
    classe “América” e um hangar com altura maior para melhor manutenção de aeronaves como
    na classe “América também.
    .
    abraços

  26. Pena os Harrier não terem substituto$$ possíveis de comprar, pois os F-35 B são demasiadamente caros, para nós seria legal um avião com preço camarada, quem sabe fazem um Gripen STO/VL.

  27. Alex…
    .
    os “Tarawas” alcançaram o limite ideal de vida útil…isso sem grandes modernizações…dois
    deles nem mesmo foram para a reserva apesar de terem sido descomissionados com menos de 35 anos pois não estavam em tão boas condições.
    .
    No mais a US Navy simplesmente não tinha condições de manter 12 grandes navios de Assalto
    Anfíbio…7 “Wasps” e 5 “Tarawas”, assim como não tinha mais condições de manter 12 NAes,
    então era uma questão de ter que diminuir o número e não haver dinheiro para modernizar
    ao menos um deles para que alcançasse os 40 anos que hoje é a norma.
    .
    Um oitavo classe “Wasp” com modificações na propulsão, utilizando turbinas à gás, o
    USS Makin Island foi comissionado em 2009 quando ainda haviam 2 classe “Tarawa” em
    serviço, mas, não se conseguiu dinheiro para estender a vida de ambos …um acabou descomissionado em 2011 e o outro em 2015 quando já se havia comissionado o
    USS América.
    .
    A meta continua sendo 11 grandes navios de assalto anfíbio…o que será gradativamente
    alcançado, primeiro para 10, com o recebimento do “Tripoli” ano que vem, para ser
    oficialmente comissionado em 2019 e para 11 com o recebimento do “Bouganville” em 2024,
    quando então o USS Wasp terá 35 anos, porém, o mesmo só deverá ser retirado de
    serviço em 2029 com 40 anos quando então o LHA-9 deverá ser incorporado.
    .
    Ao menos é o plano atual .
    .
    abs

  28. Bem, esse é o futuro viável de operações embarcadas de asa fixa embarcada, se você não for um player monstruoso (e tem player monstruoso que embarcou no conceito).

    Quem tiver NAe com catapulta e com grupo de combate vai vencer o conflito; porém, quem tiver um NAe anfíbio e um pequeno grupo de escolta, pode vencer o conflito desde que não seja o grupo do player monstruoso.

    Por isso eu considero esse tipo de embarcação muito interessante. Por terem a possibilidade de unir a asa fixa (e de caça) ao meio naval com o melhor custo possível.

    Saudações

  29. Grato pelos esclarecimentos, mestre Dalton.
    Um dos Tarawa foi afundado, outro mandado pra sucata, … Na América, ninguém tem pena de navio.

  30. Tem sim alex, tem e muuuuito mais que nós um dia chegaremos perto se tivermos um “penometro” eles estao em 9.6 na escala rixchster e nos tremendo de frio na comparação tremisdistica .. la os caras neste quesito estão a zilhoes de km da gente …

  31. Boscão…
    .
    há uma compreensão que o mínimo do mínimo são 33 navios anfíbios e por um tempo especulou-se em 11 LHDs, 11 LPDs e 11 LSDs.
    .
    A meta de 11 LHAs/LHDs já está no horizonte e os 11 LPDs já foram entregues, porém, conseguiu-se um décimo segundo LPD enquanto não se tinha uma ideia clara sobre os novos LSDs e também para manter a indústria “aquecida”.
    .
    O décimo segundo LPD que encontra-se na fase inicial de construção será um San Antônio
    modificado e mais barato e deverá servir de base para os futuros LSDs dos quais 11
    deverão ser encomendados para uma meta um pouco melhorada de 34 “anfíbios”, mas,
    é bem possível que durante um certo período de tempo na próxima década se alcance um
    número próximo do ideal de 38 “anfíbios” segurando um pouco mais os LSDs mais antigos.
    .
    abraços

  32. Sim, mestre MO. Navios significativos sempre têm muita gente apaixonada, que até se junta e se cotiza pra preservar como museu. Aliás, lá, tem vários museificados. Apenas quis dizer que usam sem dó. Abraço.

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