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Navios da Marinha Italiana no exercício Mare Aperto

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O exercício Mare Aperto (Mar Aberto) é uma atividade de treinamento que ocorre anualmente no centro do Mediterrâneo, envolvendo uma variedade de ativos aéreos, navais e anfíbios, com o objetivo de testar a eficácia operacional dos comandos navais envolvidos e forças atribuídas da Marina Militare italiana.

Milhares de militares a bordo de navios, aeronaves navais e submarinos, interagem no mar e na terra, seguindo as diretrizes de treinamento do Centro de Treinamento Aéreo da Marinha da Itália e sob a supervisão do Comandante-Chefe da Frota Naval.

O exercício Mare Aperto inclui vários tipos de treinamento e culmina em um cenário de “free play” – em sua fase tática, simulando uma situação de crise internacional real.

Os resultados do exercício Mare Aperto têm demonstrado pontos positivos e bem sucedidos, refletindo o profissionalismo e a competência dos homens e mulheres da Marina Militare.

As imagens são do exercício Mare Aperto 2015. Observar que nem sempre o Mediterrâneo é um mar calmo.

31 COMMENTS

    • Augusto,

      Permita-me discordar quando afirma que a classe é espetacular em equipamentos.

      Notadamente, pois, considerando o deslocando de mais de 6000 tons, 16 células VLS é pouco (embora haja espaço para acréscimo), em especial se compararmos com outras fragatas de mesmo porte.

      Não se pode desconsiderar, por outro lado, que uma das versões é especializada em guerra ASW e bastante capacitada para tanto.

      • Mk48, é impressionante, nunca se perde uma oportunidade de algum forista, só com o fígado, querer replicar outro forista.

        Há uma sutil diferença fonética e espessa diferença semântica entre “depreciar” e “apreciar”, no caso, com ironia, e vou continuar com esse estilo e conteúdo no momento que entender adequado, como faço há 20 anos nesse espaço.

        Assim, Mk48, desvie meus comentários de seu afã torpédico, tvz por cacoete da sua identidade, pois vou continuar no meu curso e velocidade retóricas, com ou sem sua oposição.

        Estou acostumado a desviar e aniquilar torpedos, tvz por cacoete da minha identidade …

      • Ô MK, esse era um trocadilho imperdível, tipo “perco o amigo mas não perco a piada”. E o amigo Ozawa sabe que não nos perderá…

        • Oi Nilson. Pode até ser, mas acho chato mesmo. Pode reparar que sempre tem alguém que aproveita para diminuir a MB de alguma forma. Valeu !

    • Ozawa, na minha opinião, é um dos nossos melhores comentaristas.
      Sempre aprendo muito lendo seus comentários.
      Em tempo: Um pouco de bom humor (ou sarcásmo, mesmo) não faz mal à ninguém.

        • Mk48, de uma vez por todas para esse embate terminar, a avaliação de conveniência e oportunidade de meus comentários não lhe pertencem. Simples assim. Sua opinião a respeito daquela é irrelevante.

          Portanto, se meus comentários o incomodam dou-lhe duas opções quanto a eles: ignorá-los ou criticá-los com pertinência, se eu entender a crítica impertinente vou responder.

          É melhor pararmos aqui.

  1. O NAe Cavour participou com 9 AV-8Bs embarcados…não há muitos mais deles disponíveis e
    o NAe Garibaldi participou com apenas helicópteros a bordo…aparentemente não deverá mais
    operar com o AV-8B.

  2. Interessante observar como as belonaves italianas são pesadamente armadas.
    .
    O D-561 da foto acima, Destroier Francesco Mimbelli (ex-Ardimentoso), é um exemplo.
    Deslocamento: 4.500 toneladas standard ou 5.560 toneladas full load.
    Dimensões: 147,7 metros de comprimento por 16,1 metros de boca.
    Calado: aproximadamente 5,0 metros.
    Armamento:
    – 1 canhão Otobreda de 127 mm;
    – 3 canhões Oto Melara Super Rápido de 76,2mm por 62 calibres;
    – 1 lançador Albatross para oito SAMs Selenia Aspide;
    – 1 lançador Mk 13 com 40 SAMs Standard SM-1MR em carregador rotativo;
    – 4 SSMs OTOMAT Mk2;
    – 4 Mísseis antissubmarino Milas;
    – 2 lançadores triplos de torpedos de 324 mm WASS B515/3.
    Para quem acha pouco ainda tem convoo e hangar para 2 (DOIS) helicópteros ASW AB-212ASW, mas modificações podem ser feitas para o NH-90
    Isso tudo em um navio comissionado nos anos 90.
    .
    Comparando os projetos italianos com os de outros países europeus, fica claro o ‘gosto’ por canhões de tiro rápido de 76mm e 40mm, como observado por JagderBand44.
    .
    Então sugiro uma olhada no mapa do Mar Mediterrâneo:
    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2c/Mediterranean_Relief.jpg
    Uma ameaça pode surgir rapidamente no horizonte, escondido por uma ilha, por um cabo, ou simplesmente pelo tráfego da região. Assim sendo, eles optaram por implantar armas (plural) que possa reagir rapidamente em todas as direções.
    Quem tiver curiosidade observe a disposição dos canhões de tiro rápido nos navios italianos, inclusive nos porta aviões.
    Eles procuram cobrir 360º.
    .
    Saudações,
    Ivan, o Antigo.

    • Outra coisa Ivan, eles parecem adotar um estilo antigo, com armas de cano posicionadas nas laterais, observar foto do 551 e do Giuseppe Garibaldi. Parece que a FREMM já não adotou este estilo, enfim.
      sds

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