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US Navy incorpora o USS Colorado (SSN 788), 15º submarino classe ‘Virginia’

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USS Colorado SSN-788

O mais novo submarino de ataque da classe da Virgínia, USS Colorado (SSN 788), será incorporado na Naval Submarine Base New London em 17 de março de 2018, informou a Marinha dos EUA.

O USS Colorado é o 15º submarino de ataque da classe da Virginia a se juntar à frota e o quinto do total de oito submarinos Block III.

Os submarinos Block III incorporam dois tubos com doze mísseis em vez de doze tubos de míssil separados dos navios anteriores. Eles também apresentam uma proa redesenhada.

Entregue à Marinha dos EUA em setembro de 2017, o submarino de ataque rápido está equipado com periscópios de câmera digital não penetrantes, chamados Matros Fotônicos. Normalmente, os submarinos são construídos com dois periscopios de estilo clássico.

A Inserção Técnica denominada TI-14, e Advanced Processing Build APB-13, permite aos Mastros Fotônicos a opção de ser controlados com controladores de videogames com fio. Embora outros tenham testado protótipos, o Colorado é o primeiro submarino que opera desde o início com os controladores de jogos, de acordo com a Marinha.

O USS Colorado é o quarto navio a ter o nome de Colorado.

32 COMMENTS

    • Washington,
      O termo fotônico aí não tem nada de mais. Na verdade não faço a minima ideia do porquê de se utilizar esse termo. Poderia muito bem ser substituído por mastro optrônico.
      Invenção de moda!!!

      • Olá.
        Fóton é a partícula sub atômica associada a emissão de radiação eletromagnética, como a luz visível (da qual se deriva o termo óptico). O termo fotônico pode ter adequado, se o referido sistema captar radiação eletromagnética além do espectro do visível (como o UV e o IR).
        SDS.

      • O mastro fotônico tem nome esquisito e os “torpedos fotônicos” idem. Eles “são” carregados com antimatéria e são propulsados por motores de dobra. Na verdade eles seriam mais apropriadamente denominados de “hiperfotônicos” se formos levar em consideração o sistema propulsor. E torpedos de “antimatéria” se formos denominá-los pelo tipo de “carga”.

  1. e Advanced Processing Build APB-13, permite aos Mastros Fotônicos a opção de ser controlados com controladores de videogames com fio,
    Seria o fim daquela cena classica do comandante girando com as mãos o pericópio , monitorando alvos de oportunidade?

  2. Curiosidade: Este submarino é o SSN 788 … o 788 é o número sequencial dos submarinos americanos? Significa que até o momento este é o 788o submarino americanos?

    E aproveitando a noticia anterior: “Japão incorpora o Seiryū (SS-509), nono submarino classe ‘Sōryū’” significa que o Japão teve desde o inicio 509 submarinos?

    Ou não tem nada a ver, a numeração é mais ou menos como a numeração dos submarinos brasileiros?

    • No caso dos EUA, mais ou menos. Nem todos os números em questão chegaram a ser usados, seria mais um caso de todos os submarinos que foram encomendados pelos EUA, nem todos foram terminados, alguns foram cancelados, enfim. Na Wikipedia tem a lista de todos eles.

    • Pode ser.. principalmente se a contagem dos mesmos datar do inicio do século XX.

      Na minha opinião acho pouco provável.

    • Olá.
      “Mais ou menos”…
      Tanto a Marinha Americana quanto a Japonesa tendem a numerar seus navios de guerra. No caso da US Navy, a numeração pode englobar classes inteiras, que foram projetadas mas que não tiveram (todos ou uma parte) seus vasos construídos.
      Então, o número apresentado está “perto” da realidade construída.
      SDS.

    • Carlos…
      .
      no caso da US Navy há sim uma sequência lógica desde os primeiros submarinos de propulsão convencional, que não são mais construídos…o último teve como indicativo de casco o número “582” e note que o USS Nautilus, o primeiro de propulsão nuclear teve como indicativo o número “571” já que foi incorporado antes.
      .
      Mas..vários foram cancelados…quando já haviam sido encomendados, então receberam
      o número, mas, não chegaram a ser construídos.
      .
      Quanto à marinha japonesa…os indicativos para submarinos estão limitados a
      5 centenas…500 e alguma coisa, após atingir o “600” , voltou para o indicativo “501”
      que é o primeiro da classe “Soryu”…isso acontece com marinhas da OTAN também que
      facilita uma identificação mais rápida.
      .
      abraços

  3. Fotônico… bem pelo menos não é um “hyper arma”.

    Agora, parece que o texto tenta desmerecer tecnologicamente a Marinha dos EUA quando cita “controladores de jogos”, pelo menos poderiam dizer que os controles são de jogos mas são “sem fio”. (ironic mode on).

    Sei lá, de vez em quando se percebe a “cor da camisa” do time do coração de quem escreve o texto, deixando para trás o conteúdo da noticia e o conhecimento técnico que a grande audiência do blog busca quando visita o mesmo.

    • Na verdade a única “cor de camisa” que está se destacando aqui é a sua. Esses textos são geralmente traduzidos, e quem o faz normalmente não fica escolhendo palavras para agradar torcidas. Acho muito leviano colocar em dúvida a isenção do blog por algo tão insignificante

  4. Se não me engano os primeiros subs com mastros “fodônicos” tinham Joysticks complicados e caros para operá-los, lembro de algo como U$ 50.000,00 cada e que demandavam tempo e ainda mais dinheiro para o treinamento dos operadores, aí alguém teve a ideia de substituir por controles de X Box que custam uma merreca e que os marinheiros já estão acostumados a usar desde crianças.

  5. Esse sistema de tubos para lançamento de tomahawks é o mesmo utilizado nos SSGN classe Ohio. Só que me parece que nos SSGN, são 7 tomahawks ao invés de 6 dos Virginia. Procede isso ?
    O problema que eu vejo é que se der pau numa porta de lançamento, perde-se a capacidade de lançar 6 mísseis de uma só tacada!!! Nos SSGNs ainda restariam 19 tubos com 7 mísseis cada, mas nos Virginia seria uma perda de 50% na capacidade de ataque terrestre!

    • Marcelo,
      No caso do SSGN sobrariam 23 tubos e não 19. Se bem que apenas 22 são utilizados com tubos de mísseis Tomahawks. Então se der problema numa porta haveriam mais 21 disponíveis. Os outros dois tubos são utilizados para guardar equipamento das forças especiais que eventualmente podem estar sendo levadas.
      E você está certo! Essa variante do lançador é diferente dos lançadores dos SSGNs e só tem 6 mísseis. A célula central será utilizada para funções diversas ainda em desenvolvimento.

      • Eu estava na dúvida realmente Bosco, sobre quantos tubos de SLBM haviam sido reservados para guardar equipamentos dos SEALs, se eram 4 ou 2 ! Valeu pelo esclarecimento.
        Aproveitando o gancho Bosco, eu li na Warship que a US Navy estava pensando em aproveitar alguns cascos dos novos Columbia e ao invés de SSBN, fazê-los já como SSGN, pois os 4 primeiros Ohios, os mais velhos, seriam os primeiros a serem descomissionados!
        Esses Ohio SSGN são uma plataforma de ataque estratégico formidável: 22 tubos x 7 mísseis, dá 154 tomahawks !!!! Nenhum outro navio ou submarino no mundo tem tal capacidade.

  6. A probabilidade de “dar pau na porta de lançamento” é zero…economiza-se também um
    bom dinheiro na construção do submarino e também na manutenção tendo-se apenas 2 silos maiores ao invés de se ter 12 silos individuais e os silos maiores podem receber algum outro
    tipo de carga como veículos não tripulados.
    .
    Os futuros submarinos da classe Virgínia Block V além dos 2 silos com 6 mísseis cada um, serão
    encompridados para receber 4 silos aí sim capazes de receber 7 mísseis como os SSGNs, já que os silos não serão limitados pela localização mais baixa e estreita avante da vela.
    .
    Pelo que já li apesar dos 22 silos dos SSGNs serem capazes de abrigar 7 mísseis cada um,
    pelo menos outros 2 silos tem sido utilizados para outras cargas, como mais equipamento para
    forças especiais (comandos) que normalmente embarcam e há uma quantidade limitada de
    mísseis o que pode resultar em mais silos aproveitados para outros usos ou mesmo
    estarem vazios…mesmo assim mais de 100 mísseis são transportados e o USS Florida
    teria lançado mais de 90 na Líbia em 2011.

  7. Uma pergunta de leigo senhores: os novos SSBNs americanos voltarão a ter somente 16 silos de mísseis? Se sim, qual o motivo para a redução? Os americanos deram alguma explicação?

  8. José…
    .
    sim…os novos SSBNs da US Navy voltarão a ter 16 silos e os novos da Royal Navy passarão a ter apenas 12 silos…os módulos com 4 silos cada serão construídos para ambas as marinhas,
    sendo 4 módulos para os submarinos americanos e 3 módulos para os submarinos britânicos.
    .
    Novos acordos para redução de armas atômicas e também o desejo de economizar são os fatores preponderantes na redução do número de silos e consequentemente na redução do número de mísseis.
    .
    Mesmo os SSBNs da classe “Ohio” tiveram 4 dos seus 24 silos lacrados, por conta de tratados
    com a Rússia, então, 16, parece ser um número mais razoável para as décadas vindouras e os russos também estão equipando seus novos SSBNs como 16 silos.
    .
    abs

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